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Nada ficará como dantes ......... um artigo de miguel s

nada ficará como antes
Published on: Mar 3, 2016
Published in: News & Politics      
Source: www.slideshare.net


Transcripts - Nada ficará como dantes ......... um artigo de miguel s

  • 1. !tram-g T'"'V*-wvx--7A. «_4_'_H . ç V . i l l l l aumentos de taxas num ano de exploração, justificados com o despudorado argumen- to de que, tendo aumentado o número de passageiros, po- dia-se aumentar também as taxas de aeroportol). Aliás, os portugueses sabem bem como acabaram todas e cada uma das privatizações que nos venderam como um benefício para os consumidores - da produção à distribuição de electricidade, passando pelo telefone fixo, pelo gás, pelos 'combustíveis e, em breve pe- los correios, as privatizações significaram sempre duas coi- sas garantidas: pior serviço prestado e preços mais altos. Com a TAP, sucederá exac- tamente o mesmo, sem tirar nem pôr. A certa altura do anda- mento do processo de en- trada em vigor do Acordo Ortográfico, Angola e Moçam- bique recusaram-se a ratifica- -lo, desse _. modo inviabilizando a sua entrada em vigor. Então, 'os dois "paises dominantes" (Portugal e Brasil), concerta- ram-se para promover uma golpada jurídica no Tratado, promovendo, à revelia do mes- mo, que ele pudesse entrar em vigor desde que houvesse uma maioria de signatários de acordo com tal. E tudo parecia resolvido, a bem da vontade do cedente da língua (Portugal) e do cessionário (Brasil). Mas a contestação violenta que o AO causou em Portugal, por parte de alguns que acham que até podemos vender as empresas u-. . aaa. .. v . , . ' -. ._, ,.. .. e os serviços públicos mas que a língua é demais, produziu o inesperado efeito de desper- tar a curiosidade da imprensa, dos linguistas e dos políticos do Brasil. E, subitamente, perante as dúvidas ea contestação que também lá, embora por outras razões de língua, se começou a levantar, Dilma resolveu suspender a entrada em vigor do AO até 2016, enquanto se estudava melhor o assunto: unilateralrnente e sem sequer se dar ao trabalho de prestar satisfações cá. Entretanto, o Senado brasileiro nomeou um “grupo técnico" para, até 2016, estudar as implicações do AO no português de lá - (coisa que era suposto sabe- rem, mas afinal não sabiam). O mais curioso, porém, é que, e de novo sem dar quaisquer satisfações a Portugal, o man- dato dessa comissão permite- lhe três coisas: dizer que o AO é bom para o Brasil e deve ir em frente; dizer que não serve e ser, afinal, revogado unila- teralmente; ou propor outro acordo ou outras soluções. E parece que é por esta última e sedutora alternativa que a comissão se encaminha. Na «revista “Veja” da semana pas- sada, Roberto Pompeu de To- ledo, dedicou-se a um exercício de exemplificar como ficaria a língua portuguesa, de acordo com a proposta de grafia do vi- ce-presidente do 'grupo técnico do Senado Brasileiro, o pro- fessor de Língua Portuguesa Ernâni Pimentel. Vale a pena citar: “Apezar da xuva, muita jente esteve prezente ao exer- maa "Las a , v _Z k r ' . ..&_à¡-›____c. a_ . . ' ~ . _ sisio de jinastica que teve lugar no colejio. Omens, mulheres e Criansas no fim cantaram o Ino Nacional. Houve pessoas qe ate xoraram de emosão cuando a festa terminou". Eis o que pode dar a funesta combinação entre aprendizes de feiticeiros, reclamando-se de uma auto-invocada supe- rioridade do saber, e . gover- nantes sem causas, louvan- do-se de uma politicamente correcta ignorância. Tudo isto parece ter sido uma brincadei- ra de irresponsáveis. E o pior é que foi mesmo. Quem apanha- rá agora os cacos e como? escola do interior (Arou- ca), inventaram um mé- todo para avaliar a toxidade, a partir do estudo dos cara- cóis - e com isso ganharam um prémio internacional para jovens cientistas, em Varsóvia, um dos vários que jovens cien- tistas portugueses vêmobten- do recentemente. São diversas e evidentes as lições que daqui se podem tirar. Mas a mais evi- dente de todas é a constatação de que o desinvestimento deste Governo na investigação a par- tir das escolas e universidades é um acto de profunda imbe- cilidade, que nenhuma razão orçamental ou outra consegue justificar. Ou será mais uma vingança contra as políticas de José Sócrates? Í Duas adolescentes de uma Miguel Sousa Tavares escreve de acordo com a antiga ortografia

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