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MIGUEL SERRANO
NACIONAL SOCIALISMO:
A única solução para os povos da América do Sul
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Título:
Nacional Socialismo: A única solução para os povos da América do Sul.
2009.
Título original:
Nacionalsocialismo,...
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Miguel Serrano
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© Miguel Serrano
Inscrição nº. 64.721
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S U M Á R I OS U M Á R I OS U M Á R I OS U M Á R I O
INTRODUÇINTRODUÇINTRODUÇINTRODUÇÃO:ÃO:ÃO:ÃO:
08;
PARTE I:PARTE I:PA...
7
O LIVRO DAS PROFECIAS E A AMÉRICA DO SUL:
58-66;
O NACIONAL SOCIALISMO COMO A ÚNICA SOLUÇÃO RESTANTE:
67;
O DINHEIRO ELE...
8
INTRODUÇÃO
A Doutrina nacional-socialista se sustenta sobre dois pilares
básicos: a concepção racialista da História e u...
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“Mantenha-se firme aos seus velhos sonhos, para que de alguma forma o
nosso mundo não perca a esperança”.
EZRA POUND
10
Dedico esta pequena obra fundamental ao maior prosador de Nossa Era
Hitlerista: o escritor Knut Hamsun, hiperbóreo da N...
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PARTE I
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A RAÇA
Os revisionistas da História sabem que o descobrimento da
América não foi obra de Colombo. Como judeu, ele colab...
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lema de Colombo, em momento algum foi financiado, como se costuma
dizer, pela venda das jóias da coroa espanhola, mas s...
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impostura. Entre seus últimos descobrimentos, um em especial
demonstra, de forma sensacional, a existência dos hiperbór...
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Brasil, no Panamá e em alguns outros lugares. À chegada de Colombo,
os guias hiperbóreos, os “Deuses Brancos”, já havia...
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um hiperbóreo – de um troiano, diria Mahieu. Seu rosto é bárbaro e em
sua frente, ao que tudo indica, havia uma menção ...
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OS ARAUCANOS
A América foi chamada Hvetramannanland pelos vikings,
significando terra de homens brancos. Chamavam-na de...
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chamada de Oera-Linda, que relata o desaparecimento dos restos de
Hiperbórea-Atlântida, ou simplesmente Atlântida para ...
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“retorno de Jesus Cristo”, que também fora um judeu. Nas Lojas, como
na cristandade, aceitou-se o judeu como o “povo el...
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judaísmo e os Sábios de Sião manifestam pelo Sul da América, em
especial pelo Chile, país de geografia mítica, com uma ...
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encontraram somente ao velho Professor Hermann Wirth, fundador da
Ahnenerbe e, mais precisamente, divulgador da “Crônic...
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O RACIALISMO
Os dirigentes secretos do hitlerismo conheciam perfeitamente a
verdade da ante-História, ou Proto-História...
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remontando a corrente fatal do destino entrópico, pela origem polar da
espécie divina, limpando a raça e o sangue, rege...
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massacre de jovens nacional-socialistas, em 1988, frente ao qual o
Putsch de Munique e o massacre da Guarda de Ferro na...
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RAÇA CHILENA
Através de reflexões aqui sintetizadas sobre a ante-História e a
História propriamente dita, por sua confi...
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Publicado em 1904, o livro “Raza Chilena” fora reeditado uma só
vez. Raramente encontra-se acessível em bibliotecas ou ...
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Chilena”. E não deixa de ser curioso que “Der Mythus des 20.
Jahrhunderts” (O mito do Séc. XX), de Alfred Rosenberg, pa...
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Segundo Palacios, a mescla com o mouro, que não é semita, mas
numida (não se sabe se entre eles havia até mesmo sangue ...
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de Wotan na Árvore Irminsul, assim como também se apropriara dos
elementos principais do Mithraísmo, judaizando-os.
A m...
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Nacional Socialismo, acérrimo e fanaticamente pro-judeus: “O mistério
Gótico”, de Gérard de Sède. Confirma-o aqui expos...
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Palacios refere-se à “mestiçagem parelha” do povo chileno,
chamando-o “raça”. A meu ver, nenhuma mestiçagem pode consid...
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do araucano em decadência, já tardio, e alguns negros, vêm fazendo
também do Chile um país asiático e de cor, por desgr...
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SE HITLER TIVESSE TRIUNFADO
Estamos desejando poder demonstrar que o Nacional Socialismo
não seria algo apenas possível...
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branco. A Igreja de Roma, desde sempre, mas agora com seu Papa
Eslavo (escravo), as Lojas maçônicas, a Rússia Soviética...
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O JUDEU
Quem é o judeu? Creio que ainda nos dias de hoje, ariano algum
está em condições plenas de decifrar a totalidad...
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Hitlerismo esoterico”, afirmei que um hebreu poderia voltar a ser um
ariano, porque sempre o fora – e não um judeu. Com...
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que tende a desaparecer, remetendo-se dos Ases e Vanes à epopéia
nórdico-polar das Eddas.
O êxodo hiperbóreo se estende...
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destruindo, falsificando e alterando o sentido espiritual e geográfico,
fazendo desaparecer a conexão extraterrena e a ...
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judeu. Ao término deste estudo, veremos que agora pretendem eles, por
procedimentos eletrônicos, introduzir na carne do...
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de “nariz judaico”, baixa estatura e rechonchudo; outros cinco por cento
de Homo Arabicus, o semita, nômade cruel, de c...
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todos nesse sentido, como se tivesse sido uma testemunha ocular,
porque, por fim, o judeu é um robô biológico que é imu...
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de manter um contínuo impuro, por medo da disciplina tenaz da “ciência
do sangue”, de um instinto racial que roubaram d...
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Sheidim – também em um sentido metafísico, bíblico. De modo que
unicamente assim a comunicação seja expedida, cumprindo...
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ILUSTRAÇÕES
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Nicolas Palácios
Jacques de Mahieu
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Escultura lítica, em andesita, achada em terrenos de cultivo próximo a Mulchén, ao sul do Chile,
província de Bío-Bío. ...
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Página do "Taschenlexikon" do Exército da Alemanha Federal de hoje (1986), na
qual é mostrado um OVNI. Revela-se que fo...
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PARTE II
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A ECONOMIA MÁGICA DO NACIONAL
SOCIALISMO
Através de tudo o que expomos até agora, pudemos dar uma visão
mais ampla em u...
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mercado de capitais. De um intermediário que facilitara a troca de
produtos – o que sempre deveria ter sido – transform...
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feitos de um propagador do antídoto contra o veneno da serpente da
usura, contra o interesse monetário – para isso exis...
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gentis do mundo, os não-judeus, trabalharão como escravos para o
judeu, arrastando-se aos seus pés, abaixo do látego do...
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tradicional. O dinheiro, a moeda e o ouro voltariam a ocupar suas
funções primordiais, representando um meio de facilit...
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um truque emocional do Holocausto de seis milhões de judeus, dos
crimes raciais e genocídios do nazismo. Porque ante ao...
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fisicamente o judeu, em um genocídio ou Holocausto que nunca foram
contemplados pelo hitlerismo. Hitler quis somente as...
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"Devemos nos colocar em condições que nos traga a possibilidade
de responder a toda oposição com uma declaração de guer...
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"Teremos sob o nosso controle todas as cidades do mundo"
Situação que também esta preparada para o inevitável
ressurgim...
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O LIVRO DAS PROFECIAS E A AMÉRICA DO SUL
Vários livros têm sido considerados proféticos no curso da história
humana: as...
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seu domínio sobre elas. Para nossos povos, constitui a profecia mais
sensacional jamais vista.
Neste sentido, aconselha...
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é, sem dúvidas, a mais sensacional profecia de toda a história, de todo o
mundo.
Não é necessário que passemos a descre...
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escravidão; ou ainda, é um calculista ambicioso, enfermo do poder,
típico ditador latino-americano, intui-se que soment...
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Friedman, ou qualquer que seja o seu verdadeiro nome (pois, por
exemplo, o nome verdadeiro de Kissinger é Abraham ben E...
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Hoje, os velhos prédios agrícolas chilenos, todos endividados com
o banco judeu, trabalham unicamente para pagar apenas...
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Protocolo XX:
"Os empréstimos contraídos no exterior serão como uma
sanguessuga, que não se consegue separar do governo...
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No Chile, tem-se feito por recomendação expressa do Fundo
Monetário Internacional.
"O Estado se vê obrigado a recorrer ...
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perguntado se era possível realizar economias aplicando novas taxas...
Porém, eles não o fizeram.”
"Vós sabeis em que c...
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O NACIONAL SOCIALISMO COMO A ÚNICA
SOLUÇÃO RESTANTE
Demonstramos, até o que foi dito agora, que a única solução capaz
a...
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O DINHEIRO ELETRÔNICO E O MESSIAS DE SIÃO
Em 1985 se levaram a cabo, na Basiléia, cidade suíça, em Viena,
na Áustria, e...
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mãos, através de um governo invisível a comando dos Sábios de Sião.
Entre as conseqüências dessa consolidação, haveria ...
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Agora bem, sabe-se que os três primeiros dígitos do código de
ingresso ao Sistema Mundial de Transferência Eletrônica d...
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superior é Henry Kissinger, cujo nome verdadeiro é Abraham ben
Eleazar, excomungado e logo perdoado pela Grande Sinagog...
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indica a besta do “Apocalipse de João”. E será passada através de um
computador bancário, permitindo ao Grande Cérebro ...
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chegar a ter acesso ao dinheiro eletrônico, ao crédito eletrônico, a
atitude não somente deverá ser humilde e obediente...
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Somente a implantação do Nacional Socialismo, assim entendido,
poderá salvar o mundo de sua escravidão, animalização, b...
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O SIONISMO E A PATAGÔNIA
Em uma reunião sionista realizada em Viena, bem como uma feita
em Jerusalém no Conselho Mundia...
Nacional socialismo-por-miguel-serrano (1)
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A Doutrina nacional-socialista se sustenta sobre dois pilares básicos: a concepção racialista da História e uma ideologia econômica especial. Para compreender sua vigência na América do Sul, devemos, portanto, analisar ambas as questões.
Published on: Mar 3, 2016
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Transcripts - Nacional socialismo-por-miguel-serrano (1)

  • 1. 2 MIGUEL SERRANO NACIONAL SOCIALISMO: A única solução para os povos da América do Sul
  • 2. 3 Título: Nacional Socialismo: A única solução para os povos da América do Sul. 2009. Título original: Nacionalsocialismo, única solución para los pueblos de América del Sur. 1986. Equipe editorial: Arjuna e Tholf. Tradução: Tholf.
  • 3. 4 Miguel Serrano
  • 4. 5 © Miguel Serrano Inscrição nº. 64.721
  • 5. 6 S U M Á R I OS U M Á R I OS U M Á R I OS U M Á R I O INTRODUÇINTRODUÇINTRODUÇINTRODUÇÃO:ÃO:ÃO:ÃO: 08; PARTE I:PARTE I:PARTE I:PARTE I: A RAÇA: 12-16; OS ARAUCANOS: 17-21; O RACIALISMO: 22-24; RAÇA CHILENA: 25-32; SE HITLER TIVESSE TRIUNFADO: 33-34; O JUDEU: 35-43; PARTE II:PARTE II:PARTE II:PARTE II: A ECONOMIA MÁGICA DO NACIONAL SOCIALISMO: 49-57
  • 6. 7 O LIVRO DAS PROFECIAS E A AMÉRICA DO SUL: 58-66; O NACIONAL SOCIALISMO COMO A ÚNICA SOLUÇÃO RESTANTE: 67; O DINHEIRO ELETRÔNICO E O MESSIAS DE SIÃO: 68-74; O SIONISMO E A PATAGÔNIA: 75-80; OS OVNIS SÃO DE HITLER: 81; ILUSTRAÇÕESILUSTRAÇÕESILUSTRAÇÕESILUSTRAÇÕES:::: NICOLAS PALACIOS: 45; JACQUES DE MAHIEU: 45; ESCULTURA LÍTICA: 46; DOCUMENTO MILITAR SECRETO: 47; EPÍLOGO:EPÍLOGO:EPÍLOGO:EPÍLOGO: AO FINAL VENCEREMOS 81;
  • 7. 8 INTRODUÇÃO A Doutrina nacional-socialista se sustenta sobre dois pilares básicos: a concepção racialista da História e uma ideologia econômica especial. Para compreender sua vigência na América do Sul, devemos, portanto, analisar ambas as questões. Miguel Serrano
  • 8. 9 “Mantenha-se firme aos seus velhos sonhos, para que de alguma forma o nosso mundo não perca a esperança”. EZRA POUND
  • 9. 10 Dedico esta pequena obra fundamental ao maior prosador de Nossa Era Hitlerista: o escritor Knut Hamsun, hiperbóreo da Noruega, com vivacidade e nostalgia de Thule. Também a dedico ao grande poeta, da mesma era, Ezra Pound, que fora hitlerista por igual, irlandês dos Estados Unidos. Não poderia deixar de mencionar minha dedicatória ao grande pensador chileno Nicolas Palacios. Todos hoje desconhecidos pela juventude desorientada pela educação que lhes é dada, pelo mundo eletrônico, marxismo, sociedade de consumo, música negro-judaica, orientalismos de todas as classes, “yogismo”, teologia da libertação, enfim, por toda a forma de terrorismo manejado pelos “Sábios de Sião”. Knut Hamsun, Ezra Pound, Nicolas Palacios – três vítimas gloriosas da Grande Conspiração Judaica, assassinados espiritualmente – se isto fora possível – apenas por terem tido ideais que os imolaram com chamas impagáveis de sua fé. Mas, reerguidos tal como os Deuses no Eterno Retorno, no Grande Dia do Regresso de nosso Führer, Adolf Hitler – o último Avatar. Jovem camarada, jovem hitlerista, busque e leia a estes nossos heróis; leve-os em seu coração, ressuscitando-os no fogo sagrado de sua vida imortal.
  • 10. 11 PARTE I
  • 11. 12 A RAÇA Os revisionistas da História sabem que o descobrimento da América não foi obra de Colombo. Como judeu, ele colaborou com a teia da Grande Conspiração contra a qual lutamos hoje, ao fazer transparecer a falsa idéia de que sua vinda ligava-se a questões marítimas. Alfred Rosenberg afirmava que “A verdade do judeu é o seu modo orgânico de mentir”. E esta deveria ser a premissa, a certeza ideal se de fato aspiramos pelo remodelar da História, revisando-a, limpando- a das teias de toda a falsidade com que o judeu a tem apresentado. É, pois, nosso dever a busca pelo viés judaico-sionista. E uma vez encontrado, temos de estabelecer a seguinte lógica: ela oculta a verdade. Ao fim, podemos estar seguros de que o viés mencionado mostra algo completamente distante da realidade dos fatos. Muitos séculos, milênios antes de Colombo, a América fora palco da presença de inúmeras civilizações. Primeiro, os hiperbóreos; tão logo frisões, troianos, celtas, normandos, vikings e templários. Ele, estando ciente dessas peculiaridades americanas, atuou como um agente judeu que tendo sido enviado à América, tinha a missão de destruir a morada dos “Deuses Brancos” – assim eram chamados pelos indígenas de cor, pertencentes às raças inferiores, sendo eles “escravos de Atlântida”. Em nenhum momento Colombo pretendeu encontrar ali, na América, um novo caminho por aonde chegaria à Índia, ou à Catingara. A pretensão dele era outra. Envolto a uma verdadeira cortina de fumaça, era capaz de ganhar a confiança de alguns eclesiásticos ingenuamente desinformados, e a soberbos cujos instintos raciais já estavam sucumbidos, como sua “Memória do Sangue”, através da miscigenação praticada com os judeus. Além do mais, o “descobrimento da América”,
  • 12. 13 lema de Colombo, em momento algum foi financiado, como se costuma dizer, pela venda das jóias da coroa espanhola, mas sim pelo dinheiro secretamente cedido por judeus e cristão-novos. Seu objetivo era cumprir em solo americano a conspiração fundamental contra os “Deuses Brancos”, contra os hiperbóreos arianos, destruindo seus restos ainda visíveis nesta parte do mundo. Não pretendemos nos estender em descrições e comentários sobre as investigações e circunstanciais descobrimentos que se efetuaram sobre um mundo pré-histórico americano, o qual fora povoado por uma raça de gigantes brancos, de semi-deuses cuja lenda se preservou em tradições e documentos – até a chegada de Colombo e dos jesuítas nesse território. Os indígenas, os povos de cor desse continente, referiam-se aos semi-deuses como “Deuses Brancos”, que vem a ser uma transposição de Weisegoten, visigodo. O investigador e antropólogo francês, Jacques de Mahieu, que reside atualmente na Argentina, vem a ser um grande revisionista da História oficial. Refere- se com certa insistência em seus livros, no que diz respeito a essa questão apaixonante. Trata-se de uma luta incansável contra a conspiração que assombra o planeta, conspiração a qual pretende fazer sua História passar despercebida. Os livros de Mahieu são quase desconhecidos do grande público americano e espanhol em geral, diferentemente do que ocorre com a Alemanha. O professor francês afirmou que as civilizações pré-colombianas, como a maia, a mexicana, a de Tihuanacu e dos incas, possuem origem viking. Contando com o apoio de documentos líticos, rúnicos, arquitetônicos, étnicos e lingüísticos, Mahieu comprova-nos o que diz. Ele também possui provas irrefutáveis da presença dos templários na América, além da falsificação do judeu Colombo e de toda sua
  • 13. 14 impostura. Entre seus últimos descobrimentos, um em especial demonstra, de forma sensacional, a existência dos hiperbóreos na América do Sul: pedras contendo gravuras, com mais de três mil e quinhentos anos de antiguidade, podendo ser, segundo ele, vestígio dos indígenas brancos Comechingones, das serras de Córdoba, Argentina; ou talvez de troianos desaparecidos, sem deixar pistas, pela destruição da cidade homérica. Sobre este fascinante tema fascinante, fiz referências em meu livro “Adolf Hitler, o último Avatar”. Houve inquestionavelmente conquistadores espanhóis com sangue visigodo, os quais sabiam dessas coisas, maiormente pela “Memória de seu sangue” e que vieram à América precisamente para tomar contato com seus ancestrais milenares, assim como Colombo e seus seguidores vieram para destruí- los, tratando de completar a tarefa que em território europeu já havia sido cumprida com êxito. Pedro Sarmiento de Gamboa, conquistador extraordinário, cosmógrafo, alquimista e mago, pôde, certa vez, tomar contato, estando na Inglaterra, com John Dee – outro matemático genial e também alquimista. Tratavam de convencer a Isabel I a instaurar um “Império de Dois Mundos”, deste e de do outro. Seus cálculos, de uma matemática não-euclideana, levavam a crer que se poderia penetrar ao “segundo mundo” pela Groenlândia, refugio dos sobreviventes hiperbóreos de um continente desaparecido no Pólo Norte. Segundo Mahieu, as reminiscências dos sobreviventes hiperbóreos brancos na América do Sul estão nos Comechingones, das serras de Córdoba, assim como dos vikings de Tihuanacu estão nos Guayakis do Paraguai, os quais foram perseguidos até à destruição total por parte dos jesuítas. Neste sentido, cogita-se a hipótese de que reminiscências semelhantes também seriam encontras nas selvas do Amazonas, no
  • 14. 15 Brasil, no Panamá e em alguns outros lugares. À chegada de Colombo, os guias hiperbóreos, os “Deuses Brancos”, já haviam desaparecido da superfície da América e do mundo, estando submersos em cidades ocultas, dentro dos Andes, ao fundo do “Oásis” da Antarctica e também no grande Himalaya. Por todas partes em nossa América, os conquistadores espanhóis se depararam com lendas e rumores sobre a existência de cidades encantadas, morada dos imortais Deuses Brancos. Muitos outros perdem a vida buscando-as, que vem a ser: El Dorado, Elellin e Trapalanda, a Cidade dos Césares. Esta última, no Chile, ou na Argentina. Assim como na Índia, nos Himalaya, são Agartha e Shan-Shambala. Bem sabemos, por Schliemann, que as lendas sempre encobrem uma verdade de fundo. Ali está Tróia para assegurarmo-nos. “Quando soa o rio, é porque pedras traz”, já dizia um refrão popular no Chile. Para tratar sobre o fixar-se branco-hiperbóreo às Américas, é preciso voltar a milhares de anos atrás, antes mesmo da chegada desses povos. Compreendo que é penoso para um investigador, um cientista que, estando em luta contra o judaizado mundo acadêmico, sustentar ou declarar descobertas como estas. A Grande Conspiração o trituraria, com ironia e sarcasmo. Recentemente, no Norte do Chile, descobriram-se múmias com sinais de antiguidade, maiores que as mais velhas do Egito, trabalhadas com uma técnica distinta e desconhecida, pertencentes a uma civilização e a um povo igualmente desconhecidos. Uma vez encontradas, pouco se soube. Com segurança, a mão judaica dispôs-se a manipular tudo. Em meu livro já citado, reproduzo a fotografia de uma estatua existente no Museu Dillman S. Bullok, da cidade de Angol, no sul do Chile. Tenho-a em minhas mãos. De notável beleza, esculpi a figura de
  • 15. 16 um hiperbóreo – de um troiano, diria Mahieu. Seu rosto é bárbaro e em sua frente, ao que tudo indica, havia uma menção à Árvore Irminsul. Quantos milhões de anos terá esta jóia? Quem a esculpiu? Não se dá maior importância a ela em geral, chegando à afirmação de que pertence ao Séc. XVI ou XVII. Achada em terras ao sul do Chile por um agricultor de origem alemã enquanto arava, o qual não sabe como a encontrou ali, muito menos quem a esculpiu ou quem servira de modelo para os seus traços.
  • 16. 17 OS ARAUCANOS A América foi chamada Hvetramannanland pelos vikings, significando terra de homens brancos. Chamavam-na deste modo porque sabiam que ali habitavam e regiam homens brancos, seus antepassados hiperbóreos, os nórdicos polares, de ambos os pólos. À América vieram os vikings, em busca de seus ancestrais, como os templários vieram à busca sua, assim como os dirigentes secretos do Hitlerismo Esotérico em busca de seus antepassados templários, vikings e hiperbóreos, antes e depois de 1945. Quando os conquistadores espanhóis, de origem visigoda, chegaram ao Chile, encontraram-se com os araucanos, aborígines aguerridos, contra os quais combateram por mais de quatrocentos anos, em uma guerra muito dura e, contudo, sem poder vencê-los. À Coroa da Espanha, a conquista do Chile lhe custou em muitos homens mortos ou perdidos, mais que o dobro em todas as Américas. Quem era este “índio” araucano, que conhecia a arte da guerra, a estratégia e tática, que com tanto heroísmo defendia sua terra, suas tradições, lendas e deuses? Igualmente ao germânico, adorava a árvore, o bosque, possuía sacerdotes-magos que acompanhavam seus guerreiros ao combate, lendo nas estrelas o destino de suas batalhas. O poeta guerreiro, espanhol, don Alonso de Ercilla y Zúñiga, autor do poema de gesta, “La Araucana”, conta as guerras dos conquistadores com o índio araucano; diz que sua informante, a índia Glaura, afirmou que sua gente descendia de homens brancos e loiros, de frisões. São vários os conquistadores que declaram que no sul do Chile se encontraram com homens e mulher araucanos com grande beleza, loiros, de olhos azuis e elevada estatura. A crônica dos frisões,
  • 17. 18 chamada de Oera-Linda, que relata o desaparecimento dos restos de Hiperbórea-Atlântida, ou simplesmente Atlântida para o pesquisador alemão Jürgen Spanuth, conta-nos de um rei marinho frisão, de nome Inka, que navegava ao Ocidente – América, no caso – que não mais voltou. Isto teria acontecido ao redor de mil e quinhentos anos antes de Cristo, anterior mesmo à presença vikings em suas altitudes. E então uma estatueta misteriosa fora encontrada ao sul do Chile, representando um frisão, um troiano ou talvez um hiperbóreo. Na verdade, seria um Deus Branco. O sábio historiador chileno José Toribio Medina diz que Frei Gregório García crê que o araucano descendia de um antigo tronco de navegantes frisões, nórdico-germânico, portanto. E o investigador francês Claudio Gay, vindo ao Chile, autor de “História Física e Política do Chile” escreve que “os índios do sul eram brancos e suas mulheres eram belas”. Que nos araucanos residiu um poder, ou que foram os depositários de um sinal misterioso, de uma vontade superior, inquestionavelmente sim, se insinuamo-nos ao rumor que circula nestes tempos de que a direção judaica havia começado a transportar araucanos a Israel. Lá se casavam, incorporando-se ao seu exército. Com a expatriação etíope de uma tribo inteira de “judeus etíopes” e seu traslado a Israel, aos rabinos faltava encontrar uma nova tribo para completar o número cabalístico que indicaria a consumação do tempo, com a aparição de seu Messias, o Rei do Mundo, anunciado em “Os Protocolos Sábios de Sião” e em cuja elaboração colaborou com a Grande Sinagoga, as Lojas Maçônicas e o Vaticano. Assim, confirmaria a visita do Papa eslavo – escravo – à Sinagoga para render esforços ao amo judeu, o qual por vinte séculos o fora secretamente. Não existindo já nenhum impedimento para os cristãos, pois a instauração do Messias judeu bem pôde passar pelo
  • 18. 19 “retorno de Jesus Cristo”, que também fora um judeu. Nas Lojas, como na cristandade, aceitou-se o judeu como o “povo eleito de Deus”. Que os etíopes ou os araucanos sejam na verdade “tribos perdidas” de Israel, pouco importa para os fins que se perseguem. Os Sábios de Sião fizeram com que os judeus acreditassem nisso. E isto bastou para a instauração do Messias e sua última explosão mística. Por demais, tão pouco nunca existiram doze tribos de Israel, nem tribo perdida alguma. Houve somente doze tribos germânicas, resultantes do verdadeiro êxito nórdico-ariano de Hiperbórea, no Deserto de Gobi. Existiu também um povo divino dos Ases polares. Todas estas histórias e lendas nórdicas foram roubadas e desfiguradas por uma tribo parasita que fabricou assim uma mitologia, paralisando-a como sua história nacional. Os judeus são a sombra negra dos Deuses Brancos. Seguem a seus passos. Disso provém a viagem do judeu Cristóvão Colombo às Américas e sua intenção secreta de encontrar aqui uma das “tribos perdidas”. Na verdade, na América falava-se sobre tribos hiperbóreas perdida, do rei marinho Inka, frisão, entre outras lendas. Também o sinistro judeu Simon Wisenthal escreveu um livro sobre os “judeus na América”. Vieram a este continente junto com Colombo para destruir a morada dos Deuses Brancos – como haviam feito na Europa – seus segredos, lendas divinas e mitos sagrados. Não é de se estranhar, portanto, agora possam pretender fazê-lo com os restos dos araucanos, destruindo a memória de seu sangue. Talvez nisso possa se encontrar uma explicação para o sucesso estranho da nominação do vice-presidente do Congresso Mundial de Sinagogas, o rabino nacionalizado chileno Angel Kreiman, na reunião efetuada em Jerusalém, em 1985. Seria premiado por algo importante, ao mesmo tempo em que assinalava o interesse crescente que o
  • 19. 20 judaísmo e os Sábios de Sião manifestam pelo Sul da América, em especial pelo Chile, país de geografia mítica, com uma raça que uma vez fora verdadeiramente de origem divina. A Grande Conspiração pretende nos arrebatar, para deixar-nos sem nada: sem visigodos, ostrogodos ou mesmo araucanos. O mais extraordinário nas tradições araucanas é a instituição dos Ré-ché, “homem de raça pura”. Com segurança um branco ariano, no qual se falava na cúspide de uma hierarquia já desaparecida até a chegada dos espanhóis e de Dom Alonso de Ercilla. Realizaram-se, com grande nostalgia, as lendas e aspirações deste estranho povo, já mesclado com tribos mongólicas, em seus estratos baixos, e com os guayakis do Paraguai os de pele vermelha da América do Norte. Mesclaram-se com os “escravos de Atlântida”, cometendo o pecado racial. Estes seres já inferiores, sendo mestiços, teriam por missão a conservação das lendas dos Deuses Brancos, preservando o segredo de suas cidades encantadas, mágicas, onde os Ré-Ché, de raça branca, arianos, refugiaram-se com o intuito de salvar a divindade de sua estirpe, uma vez que se produzira a invasão das tribos mongólicas e o “pecado da mescla”. Os mestiços araucanos teriam por missão, tal qual os tibetanos, custodiar as entradas secretas até os recintos sagrados do mundo interior, de onde desapareceram seus Guias, Reis e Senhores – os Ré-Ché, os Siddha. Em “Adolf Hitler, el ultimo Avatâra”, contei o caso da estranha viagem à Alemanha feita por uma delegação de índios da América do Norte, ocorrida há não muito tempo. Partiram em busca de seus ancestrais, porque tendo chegado o fim de sua tribo, a única solução seria o encontro com o Grande Líder que na Alemanha venerava a suástica, possibilitando-lhes a regeneração. Buscaram ali, porém
  • 20. 21 encontraram somente ao velho Professor Hermann Wirth, fundador da Ahnenerbe e, mais precisamente, divulgador da “Crônica de Oera Linda”. E fora através dele que tivemos acesso a essa fascinante história que diz respeito à viagem desses índios à Alemanha, após o fim da última guerra. Buscaram ao Grande Líder sem encontrá-lo, pois o adorador da Suástica Levogira já havia partido.
  • 21. 22 O RACIALISMO Os dirigentes secretos do hitlerismo conheciam perfeitamente a verdade da ante-História, ou Proto-História da humanidade. Quarenta mil volumes havia no Castelo de Wewelsburg, de onde se iniciava a elite da SS. No livro de Otto Rahn “La corte de Lucifer”, faz-se menção aos “Deuses Brancos” americanos. Seu autor havia entrado nesta divisão. Missões secretas da Ahnenerbe, o instituto especializado de investigar a respeito da ancestralidade ariana, foram enviadas ao Tibet e também à América do Sul. Da Colômbia e Equador portaram objetos muito importantes. Selecionados por seu sentido mágico-simbólico, por sua derivação rúnica e vínculo indo-germânico. Eles bem conheciam o falso mito das civilizações americanas de cor e todo esse assunto oficial indigenista. Na América, como em todo o mundo, jamais existiu uma cultura ou civilização que não tenha sido produto do homem branco, do nórdico polar, dos divinos godos ou Gott, dos deuses. É ele seu fundador e construtor, bem como seu impulsionador. Porque é ela uma raça autêntica, sendo os seres de cor – negros, amarelos e vermelhos – um mero produto da terra, animais-homens, escravos-robôs, fabricados na Atlântida – meras exteriorizações. Planasses do opus alchimicum; memorizações-guias para a realização desta arte-régia, essencialmente interior, ou provinda de um mundo interior. Logo, estes seres-robôs, semi-animais, mesclaram-se com o ariano, caído ou derrotado, dando origem ao herói dos tempos de hoje – ao homem divino involucionado; ou talvez a um homem-animal evoluído, produto do pecado racial dos divinos, de uma caída, de uma derrota (voluntária?) da qual ninguém se salvou com vida neste planeta. Por ela a preservação racial dos hitleristas consistia-se na tentativa de retomar uma origem pura,
  • 22. 23 remontando a corrente fatal do destino entrópico, pela origem polar da espécie divina, limpando a raça e o sangue, regenerando as estirpes por meio de uma imagem-meta, um modelo para a seleção – Auslese- Vorbild –, um regresso planificado, voluntário, ao grande antepassado, ao ideal de perfeição, que aos hitleristas passou a ser o homem loiro e nórdico, de olhos azuis. Um fruto da espécie humana, uma regeneração sanguínea, biológica e espiritual, porque também o espírito necessita de uma envoltura superior para poder expressar-se, assim como a música de Bach, por exemplo, que se executa melhor em um violino estradivário. E porque “só o nobre pode enobrecer-se”. A palavra alemã Adel vem de Odan e é uma força que procede do deus Odin, Wotan, Quetzacoatl, Wakan-Tanka. Isto era o que se ensinava, se pregava, na pretensão de produzir, uma mutação no laboratório mágico-alquímico de Wewelsburg – castelo da iniciação SS. A criação de uma aristogenia, a regeneração da raça alemã que, por estar mais próxima da imagem-meta, crê-se ser menos mestiça. Assim entendendo, a preservação racial, em sua perspectiva exata, permite-nos compreender que o Nacional Socialismo não tem porque excluir-se dos países mestiços da chamada América Latina, tendo que depender sua aplicação unicamente do maior ou menos grau de bastardização ou mestiçagem alcançada. O Chile, ao menos, mostrava-se aberto à epopéia hitlerista; mantivera-se em condições plenas de ser um país com valores nacional-socialistas, devido ao fato da miscigenação presente manter-se, de certo modo, separada. Por isso, chegou a ter uma das mais importantes sedes da NSDAP do mundo, depois da Alemanha. E por isto também o inimigo descarregou aqui, no Chile, seu furor diabólico, produzindo o mais espantoso
  • 23. 24 massacre de jovens nacional-socialistas, em 1988, frente ao qual o Putsch de Munique e o massacre da Guarda de Ferro na Romênia empalidecem.
  • 24. 25 RAÇA CHILENA Através de reflexões aqui sintetizadas sobre a ante-História e a História propriamente dita, por sua configuração étnica, pela conseqüente imigração de alemães ao sul do Chile, este país constituiu, ou ainda constitui, um caso exclusivo na América chamada Latina, o que não quer dizer Argentina, Uruguai e mesmo Paraguai; digo-o, no caso, porque também os demais países desta América não tiveram capacidade de remontar a entropia, quase sempre fatal, da mestiçagem. Porque eles possuem ou outrora possuíram quantidade suficiente de sangue branco. O Chile, porém, nunca foi e nem é um país “latino”, ou “latino-americano”. Foi sim, no entanto, um país indo-germânico, germano-americano. Esta foi a tese sustentada por um extraordinário investigador do começo do século: o Dr. Chileno Nicolás Palacios, em seu livro “Raza Chilena”, quase que completamente desconhecido no presente, sendo vítima também da grande conspiração judaica, maçônica, eclesiástica, maçônico-cristã. Tendo sido o Dr. Palacios o maior e mais entusiasta expoente das virtudes marciais do povo e da “raça chilena”, voluntariamente foi ignorado nas Escolas, Universidades e até nas Forças Armadas, rodeadas de maçons. Enquanto que em uma outra esfera, sem dúvida alguma, tornou-se quase que obrigatório professar o ensino sobre o espúrio livro de Anne Frank. A obra de Nicolás Palacios, escrita com método científico – porque seu autor era um cientista –, com ampla erudição histórica, antropológica, etnológica, sociológica e filosófica, mantém-se ignorada e mesmo ridicularizada na atualidade. Sustentam-se as críticas com base em típicas mentiras e artimanhas comumente utilizadas inimigo do homem ariano.
  • 25. 26 Publicado em 1904, o livro “Raza Chilena” fora reeditado uma só vez. Raramente encontra-se acessível em bibliotecas ou à venda em sebos. Ele simplesmente desapareceu. Contudo, não será difícil descobrir a verdadeira razão de tal animosidade: a grande conspiração histórica, o poder judaico e seu controle total de vidas nas Américas – Norte e Sul – desde o “descobrimento” de Colombo, controle que se estabeleceu, de absoluto, com a chamada “independência” dos povos americanos. Quando ainda não eram divulgados “Os protocolos sábios de Sião”, no ano de 1904 o Dr. Palacios fez referências em seu livro ao problema judaico. Afirma que antes de se estudar e logo procurar aplicar uma teoria científica, filosófica, política e econômica, dever-se-ia investigar sobre a origem racial de seu autor – se é judeu, sua doutrina será fatalmente danosa aos não-judeus. Afirmou isto um escritor chileno ao começo deste século, na mais extraordinária obra que fora escrita em nossa língua castelhana, um livro único que possui valores transcendentes e revisionistas da História em todo o nosso âmbito, o único destinado a ser imortal se acaso tivesse sido apoiado por todo um povo. Porém “o peso da noite”, a atribuição de do ridículo que lhe fora dada, a falta de imaginação e covardia moral do chileno, junto de uma grande conspiração, impediram-no de expandir- se. Por razões étnicas aqui expostas não há dúvidas que este livro pôde ser somente escrito no Chile e em nenhum outro país, nem sequer na Espanha. Dificilmente por ser na Europa, já que o mesmo livro do Conde de Gobineau, “A desigualdade das raças humanas”, que Nicolás Palacios teve a oportunidade de conhecer, não trata o problema judaico, sendo o ponto mais débil e suspeitoso deste autor francês. Unicamente na Alemanha pôde escrever-se alguma vez um livro como “Raza
  • 26. 27 Chilena”. E não deixa de ser curioso que “Der Mythus des 20. Jahrhunderts” (O mito do Séc. XX), de Alfred Rosenberg, pareça-se até mesmo em seus defeitos, que, contudo, são pouquíssimos. Palacios sustenta a existência de duas Espanhas, sendo uma a aborígene, negróide, sobre a qual Gobineau referia-se como amarelo- finesa, dos habitantes da proto-História anterior a Roma, de seres pequenos e escuros – a “Europa etrusca”, como trata Rosenberg. Logo irrompem os godos em várias tribos, pelo Séc. IV desta era; com os vândalos, suevos, ostrogodos e visigodos. Imperam ali por mais de 400 anos, dominando a população nativa, já mesclada com romanos. Os visigodos – “Godos sábios”, “Deuses sábios”, porque godo vem de Gott, deus em alemão, assim como “Deuses brancos” é uma transposição de “visigodo”, de Weissegotten – juntam-se às demais tribos germânicas, apoderando-se de toda Espanha, passando a ser até o presente momento substância daquela Espanha heróica, cavaleira, guerreira. Toda a autêntica aristocracia espanhola, castelhana, é, portanto, de origem visigoda. O trabalho fidalgo, que significa nobreza, é uma contração de “filho de godo”, mais precisamente “filho de deus”. É esta a Espanha loira e branca. Pelo mesmo modo, é contra esta Espanha que se descarga o peso sinistro da grande conspiração judaica, seu ódio étnico e sua lenda negra, como pudemos ver com Palacios. Na verdade, a última arma para derrotar a Espanha visigoda foi a mescla de sangue, com o aparecimento do Maraño, o judeu convertido e mesclado. Valendo-se do endeusamento da classe fidalga governante, empobrecida como usura, o judeu introduziu-se em matrimônios na torrente de sangue ariano visigodo – e deste modo, fora capaz de eliminar a voz do sangue.
  • 27. 28 Segundo Palacios, a mescla com o mouro, que não é semita, mas numida (não se sabe se entre eles havia até mesmo sangue vândalo, ou “líbios loiros”) é na verdade pouca. E as estirpes visigodas preservaram- se, apesar da conversão ao islamismo por parte de uma pequena parcela. Para o visigodo ariano, ser cristão romano era o mesmo que converter-se ao islamismo, sempre que preservava seu sangue no qual circulavam Wotan, Freya, Baldur e as runas. Sabemos hoje que esses deuses e sinais reaparecem todos secretamente na Arte Gótica, especialmente em suas catedrais, ainda que a conspiração tenha tratado de naturalizar a crença de que elas em nada possuem relação com os godos, sendo um erro denominá-las góticas – apenas pelo fato de que a abóbada cruzada ou oval não vem a ser criação deles. As catedrais foram construídas por Corporações de artesãos, não por cristãos. Eram todos protegidos pelos godos, entre eles os “malditos” Cagot, ou “cachorros dos godos”, segundo Otto Rahn (“ca” é cão e “got” é godo, Deus), habitantes de Languedoc. “Cão”, neste caso, era o grau superior da iniciação destes artesãos secretos e sábios, fiéis a Wotan, sendo “Zorro” e “Lobo” os seguintes graus inferiores. Cão também o fiel companheiro do deus ariano Mithra, como o lobo o é para Wotan. As corridas de touros, na Espanha, seriam um resquício degradado, estéril, do sacrifício do touro no culto esotérico de Mithra, levado à Espanha com as legiões romanas. Assim, e corretamente entendido, as Catedrais Góticas distanciam-se muito dos templos cristãos que se crê, sendo monumentos secretamente dedicados ao Deus Wotan dos germânicos. Para os Construtores Iniciados, mais ainda para os patrões godos, não era difícil realizar isto, pois conheciam que o cristianismo havia cometido saques no templo de pedra dos Externsteine, roubando a crucificação
  • 28. 29 de Wotan na Árvore Irminsul, assim como também se apropriara dos elementos principais do Mithraísmo, judaizando-os. A mais elevada casta goda, da qual os visigodos elegiam seus reis de origem divina, era de ascendência báltica, nórdico-polar. Na Espanha, os dirigentes desta casta sagrada dos visigodos pertenciam a um círculo esotérico, chamando uns aos outros de “Ases”, revelando- nos que preservaram o conhecimento de sua origem místico-divina, entroncando-se com o Ases Wotan e com a sagrada cidade ancestral, Asgard, residência dos Ases polares hiperbóreos. Na extinta língua original hiperbórea, da qual deriva o sânscrito, o nome Asgard – cidade dos Ases – deu origem a Agartha ou Agarti, cidade mítica, hoje também oculta, que fora residência dos deuses arianos hindus, Vishnu, branco e loiro. Na verdade, Asgard e Agartha são uma só, como o são Wotan e Vishnu. E como são os Ases e os Vanes, de cuja mescla originaram-se os germânicos. E, portanto, os godos e visigodos. Também os Pandavas e Koravas, da guerra do Mahabharata. Os Ases e os Vanes têm uma origem extra-estelar, divina. Com isto os visigodos e merovíngios, assim como os araucanos frisões logo também se consideraram de origem divina. E é este conhecimento que o judeu tem tentado fazer desaparecer da superfície do mundo visível e da “memória do sangue” dos arianos, dos brancos, ao mesmo tempo em que se apropriam de certos valores para incluir-se, deformar e desarticular, em um retalho de invenções; um acúmulo de fantasias e embustes que passam agora a serem representados como elementos de histórias nacionais. Como maneira de poder demonstrar a objetividade das afirmações aqui ditas sobre os godos, sua arte e respectivas origens, diremos que muitas delas também aparecem no livro de um autor contrário ao
  • 29. 30 Nacional Socialismo, acérrimo e fanaticamente pro-judeus: “O mistério Gótico”, de Gérard de Sède. Confirma-o aqui exposto com referencia aos godos, do Deus Wotan e as Runas. Nós poderíamos pensar também que os Templários, a quem se devera grande parte do financiamento da construção das catedrais da Idade Média, graças ao comércio da prata, trazida secretamente da América, poderiam até terem, ao fim, convertido-se ao Wotanismo. E dizer Wotan é dizer Runa. Estariam a ponto de regermanizar-se, ao contato comprovado, com base em Mahieu, com os vikings de Tihuanacu, para além das corporações de construtores que eles traziam consigo. Teria sido essa uma das causas importantes, senão a mais importante, para sua destruição sob o comando da Roma papal, junto de seu desejo de desaparecer com as irmandades de um mundo visível, de uma origem pouco clara e de contatos espúrios. Um desejo de purificar-se, reorganizando-se secretamente em algum ponto do planeta. . . . Agora bem, a conquista do Chile, no extremo sul do continente americano, realizou-se pelos visigodos da Espanha, diz Palacios, devido à guerra contínua, que não dava trégua e demandava todas as energias e o toque de uma casta de guerreiros, que amavam a aventura e a guerra, pela honra e glória. É assim como ao Chile vem o melhor do que restara da Espanha e sua estirpe visigoda. E estando nesse país, mesclam-se obrigatoriamente com o aborígine picunche e com alguns poucos araucanos aguerridos, cujos ancestrais – teoria defendida por Toribio Medina e Gay – também eram arianos, frisões, hiperbóreos. O erro de Palacios é confundir o semi-animal pinunche com o araucano superior.
  • 30. 31 Palacios refere-se à “mestiçagem parelha” do povo chileno, chamando-o “raça”. A meu ver, nenhuma mestiçagem pode considerar- se raça. Palacios exalta as bondades e grandezas da “raça chilena”, produto desta mestiçagem do araucano e do germano visigodo, dando provas abundantes da influência gótica na linguagem, na pronúncia do castelhano no Chile, nos costumes e na idiossincrasia. Por quatrocentos anos a vida no Chile é a de uma fortaleza militar, com armas aos braços e o cultivo à terra; ao mesmo tempo que se guerreava, desvinculada de sentimentos materialistas, com honra e glória do combate, tal como cantava Alonso de Ercilla em um poema seu. Por tudo isso, os judeus não entram imediatamente no Chile; os Maraños, com suas "encomiendas", ou mercado de escravos negros da África e seu comércio de usura. Eles aqui estando, corriam perigo de perder a Aqui corriam perigo de perder suas propriedades, bem como suas próprias vidas. Entraram, enfim, na medida em que o território se foi pacificando, em sua maior parte no Séx. XVIII e XIX, para invadir-nos quase totalmente no presente. A "Independência" americana cumpriu-se para que o judeu pudesse apoderar-se deste continente, fruto de uma conspiração tramada nas lojas maçônicas francesas e inglesas, especialmente na Loja Mautarina de Londres, à qual pertenceram todos os chamados "Pais da pátria" das inventadas nações sul-americanas, incluindo o "libertador" Simon Bolívar. Até pouco tempo no Chile a aristocracia governante era branca, muitas vezes loira de olhos azuis, sem que tivesse diretamente antepassados alemães, holandeses, nem ingleses. De pura origem castelhana, hispano-visigoda, ou vasco-nórdica, unicamente. Cada vez menos, pois, a decomposição da classe governante e a ascensão da mestiçagem involucionada, com o elemento mongolóide do picunche e
  • 31. 32 do araucano em decadência, já tardio, e alguns negros, vêm fazendo também do Chile um país asiático e de cor, por desgraça.
  • 32. 33 SE HITLER TIVESSE TRIUNFADO Estamos desejando poder demonstrar que o Nacional Socialismo não seria algo apenas possível, mas também benéfico e, de certo modo, até mesmo salvador dos povos sul-americanos. Porque havia forçado aos mestiços a remontar a entropia de uma involução quase sempre fatal nos dias de hoje, impondo a prática da eugenia, para limpar cientificamente o sangue, por assim se dizer, e a “raça”, mesclando-a única e exclusivamente com elementos mais brancos, podendo, deste modo, preservar o elemento loiro, ariano, visigodo. Assim teria acontecido se Hitler tivesse triunfado nessa etapa da Grande Guerra – aquela que não há de terminar – e se houvesse imposto mundialmente o Nacional Socialismo. Por isso éramos partidários de sua gestão transcendental, e foram especialmente os antigos visigodos, ainda existentes aqui [Chile], aqueles que ainda escutavam a Voz na Memória do Sangue. E porque, além disso, sabíamos que os hitleristas conheciam os segredos étnicos na História e da Pré-história, ainda que não pudessem declarar-se abertamente. Porém o inimigo também estava cônscio. E, por ele, sua guerra contra o “Gênio dos Gentis” adquiriu dimensões nunca vistas, planetárias e até cósmicas. O demônio se julgava sua própria existência, do Mal sobre a terra. Não deveríamos estranhar, por isso mesmo, que trazia consigo a última Grande Guerra, com o domínio total – ainda que momentâneo – judaico. Uma política racial totalmente oposta impôs-se, com sua maldade abismal. Está esta política, destinada a produzir as mais aberrantes misturas de raças e sangues, tendo como último fim a imposição do negro e a animalização do homem, especialmente o ariano, sobre a terra. A degeneração total. O desaparecimento do
  • 33. 34 branco. A Igreja de Roma, desde sempre, mas agora com seu Papa Eslavo (escravo), as Lojas maçônicas, a Rússia Soviética, enfim, propõe a “igualdade de todos os homens”, a mestiçagem indiscriminada, a proteção dos inferiores, dos degenerados, dos alcoólatras, dos excluídos, dos aleijados, dos criminosos, dos imbecis e dos mongolóides. Tudo está dirigido a protegê-los, a preservá-los, podendo misturá-los cada vez mais entre eles próprios e também com os que gozam de sanidade mental, sem que exista ajuda alguma para a superioridade racial, para o melhor dotado. Ao contrário, esta é uma política impulsionada pelo judeu, hoje dono, no mundo, de todos os órgãos de publicidade, das finanças e do Banco internacional, estando por trás de todos os governos, das igrejas, das seitas ocultistas, hinduístas, orientais, gnósticas, maçônicas, filo-maçônicas, etc. O plano dirige-se a tornar bastardo o mundo em sua totalidade, exterminando os arianos, transformando-os em animais, algo já quase concretizado na Alemanha. Deste modo o judeu manterá estável, quase sem mescla, sua própria “anti-raça”, seguindo uma disciplina étnica estrita, também uma sorte da aristogenia, uma religião fanática de “anti-sangue”, que lhe permita, em um mundo degenerado e embrutecido, transformar-se em seu rei, o rei dos escravos do mundo. Porque, como diz o ditado: “Em país de cegos, aquele que tem um olho é rei”. Em um mundo de degenerados étnicos, de bastardos animalizados, onde já não existe mais a raça branca, o ariano puro, quem preserva religiosa e fanaticamente a “impureza” de seu “anti-sangue” e uma “anti-raça” (o que quase passa a ser pureza, no extremo oposto), será o amo, o rei.
  • 34. 35 O JUDEU Quem é o judeu? Creio que ainda nos dias de hoje, ariano algum está em condições plenas de decifrar a totalidade desse mistério repleto de obscuridade. Habilmente os traços de sua origem têm sido apagados. Apesar de constituir uma cloaca étnica, uma Cloaca Gentium, o judeu perdura imutável através de milênios. Hitler define-o não como um nômade, mas um parasita, que se enquista às vidas e corpos de outros povos, sugando sua energia vital criadora. Como um drácula, bebe ao seu sangue. E assim lhe é permitido perdurar pela eternidade. Ele não cria nada próprio; plagia unicamente a criação de outrem – arianos, por sua vez, corrompendo-as em seguida. A própria bíblia não lhes pertence – vem a ser simplesmente um documento trunco, adulterado, espoliado. Como se por milagre, preservam-se no Gênesis recordações antediluvianas, ou conseguiram sobreviver à falsificação. Os judeus conheceram pedaços desse documento incompleto, logo chamado “Gênesis” e dele se apropriaram, tal como fariam séculos depois com a Kabala germânica, com o “Livro das três mães”. Por isto, na bíblia não é possível encontrar nada autêntico sobre a verdadeira origem de seu povo, porque ele não é um hebreu nem um israelita – termos estes que se referem a outros seres, outras coisas e situações; no caso, são relacionam-se primeiramente a uma raça de gigantes desaparecidos e “ao combate com os anjos”, e, em segundo lugar, a uma prova de iniciação, referência tradicional a um grau hermético da tradição ariana extraterrestre, de um “prólogo de história” como diria Berdaief. Em nada se parecem com o judeu de Kahal que hoje conhecemos como sionista, e, do mesmo modo, não têm ligações com os “Sábios de Sião”. Por isto, em meu livro “El cordón dorado –
  • 35. 36 Hitlerismo esoterico”, afirmei que um hebreu poderia voltar a ser um ariano, porque sempre o fora – e não um judeu. Como outros arianos de hoje, mesclou-se e com isso diluiu sua origem divina, mas poderia despertar. Certa vez perguntei ao professor Hermann Wirth, fundador da Ahnenerbe, sobre o judeu. Dissera-me ele, como resposta, algo extraordinário, como que repleto de luz. Segundo ele, os judeus teriam sido uma tribo de escravos que viveu na periferia da grande civilização ariana de Gobi. Como se sabe, essa civilização transformou-se no que é hoje o deserto de Gobi, depois do desaparecimento do mundo hiperbóreo do Pólo Norte. Assim, a bíblia original – e não a falsificada – fez referências à misteriosa destruição dessa civilização, quando menciona a Gog e Magog, cidades que tiveram relação com os godos, isto segundo Gérard de Sède. Para Wirth, os judeus seguem como escravos no êxodo dos godos arianos, dos hebreus gigantes, dos israelitas – sacerdotes iniciados e nascidos para a vitória, sendo precisamente arianos. As tribos dos godos são doze ao todo. “Povo de origem divina”, “Extraterrestres” – eis alguns dos atributos que lhes são dados. E o conceito do “Messias” teria a ver com aqueles originados de Avatara, Tulku e Boddisatva, como se aplicou na Índia e no Egito, de onde os arianos descendem em seu êxodo. Na conquista da Índia, aplicam-se estritas leis raciais contra a mescla com negróides dravidias, estabelecendo o sistema de casta, que em idioma sânscrito é Varna, que precisamente significa cor. A vida das duas primeiras castas, do rei e do brâmane, será regida pelo Código de Manu, o qual Nietzsche tanto admirava. O Gênesis também nos fala dos Nephelin, como seres vindos do espaço – restos milagrosamente salvos na bíblia, de uma tradição
  • 36. 37 que tende a desaparecer, remetendo-se dos Ases e Vanes à epopéia nórdico-polar das Eddas. O êxodo hiperbóreo se estende a ramificar-se por todo o mundo: Índia, Europa, Egito. Nos frisos dos templos egípcios são os Tamehu – guerreiros brancos, loiros de olhos azuis. Como já dissemos, ali se encontrou pela primeira vez o nome hebreu, significando gigante. Ramses II, Tamehu mesmo derrota aos hiperbóreos, fazendo-os prisioneiros. Com Moisés, o qual não era judeu mas sacerdote egípcio de nome Osarsiph, consegue escapar, levando consigo a arca da lei racial – Código de Manu – e a Vara do Poder – ou Vara de Aaron -, o vril, com o qual o deus ariano persa Mithra golpeou a rocha e fez jorrar água – Moisés fez o mesmo, atribuindo-se do ato. Sobre tudo paira um grande mistério, havendo uma grande apropriação de nomes e regiões, ao desenvolverem-se estas histórias nos desertos do Oriente Médio, com os “quarenta anos de peregrinação pelo deserto” e o “desaparecimento das dez tribos de Israel”. A destruição da civilização de Gobi efetivou-se há milênios atrás. Somente a conquista da Índia, por parte dos arianos, tem quase sete mil anos. E o Gênesis é um documento antediluviano completamente espoliado e falsificado. Se foram os judeus uma tribo de escravos já existente na civilização de Gobi, ou se unicamente encontram-se nas regiões médio-orientais da Ásia menor à chegada dos godos- hiperbóreos, dos tamchu, dos amoritas – de nenhuma forma é possível saber a certeza exata. Se eles se apropriaram de documentos místicos e fabulosos, depositários de sabedoria e de toda a história tradicional dos povos arianos no êxodo de Gobi, no Cáucaso, no Egito ou entre os elementos periféricos das civilizações de Ur e Canaan, de pouco importa. O que sem dúvidas sucedeu-se foi a apropriação de tudo,
  • 37. 38 destruindo, falsificando e alterando o sentido espiritual e geográfico, fazendo desaparecer a conexão extraterrena e a origem do grande plasma da queda dos arianos Nephelin, combatendo a Demiurgo nos astros. E transformaram este documento por eles chamado “bíblia” em um compilado de histórias agregadas, fazendo-a de representação da “História nacional judaica”, a qual fora originada a partir de apropriações e falsificações, com a figura de David, Salomão e Moisés representados como seres reais e judaicos, sendo que não o foram. Assim, a bíblia é o documento mais falso, mentiroso e venenoso que já tenha circulado entre os homens. E ela o é tanto no antigo quanto no velho testamento. Assim o viu também Lutero, o qual, em um de seus momentos lúcidos, acusou aos judeus de “bestas falsificadoras”. Os judeus apropriaram-se também da ciência do conhecimento de leis raciais arianas, da pureza de um sangue tido como sagrado; segredo este que era guardado pela casta de reis-sacerdotes e guerreiros, heróis e semi-deuses. Já involucionados, como conseqüência do desaparecimento de Hiperbórea e a destruição de Gobi, fazem o uso desse conhecimento com a pretensão de preservar um anti-sangue e uma anti-raça, um contínuo impuro. Por trás do “pacto renovado”, as leis instituídas por Esdra, Nehemias e a Grande Sinagoga são tão restritas para os judeus tal como o Código de Manu para os arianos da Índia – e regem por igual, do nascimento à morte. A mesma circuncisão origina-se na adulteração de uma sabedoria da Kabala rúnica dos arianos. No Talmud-Sanhedrin, à página 88, diz-se que “o nome de seu deus Schaddai encontra-se às entranhas do nariz; a palavra Daletg na curvatura dos braços, e Ain em seu orgão sexual, porém unicamente quando é cortado o seu prepúcio” – ou seja, circuncidado. Somente então o nome de seu deus penetra na carne do
  • 38. 39 judeu. Ao término deste estudo, veremos que agora pretendem eles, por procedimentos eletrônicos, introduzir na carne dos não-judeus o nome de seu demônio, que é Scheidim, com o número da besta do apocalipse: 666. São também alguns fragmentos dispersos no Gênesis, milagrosamente sobreviventes, os quais apontam a titilante luz nas sombras do mistério judaico. Haviam ali os Scheidim, seres estranhos e monstruosos, produtos de uma mescla entre humanos e animais, uma involução provocada – talvez uma idéia-variação atuando ao reverso, em um plasma de idéias. Vem a ser esta técnica algo que pôde, de forma correta, aplicar os arianos para produzir uma mutação bastante alta, que tende a gerar um segundo nascimento, recuperando algo que fora perdido: a divindade do homem-deus. Porém agora se usava, de modo maligno, para um pecado da espécie, gerando um misto de animal, homem e demônio. Sendo possível, a bíblia aponta para Sheidim. Mestiço não é um termo apropriado para referir-se ao judeu, pois assinala geralmente uma mescla de elementos que não são completamente opostos. Produziu-se uma junção de materiais similares. Mescla entre abrahamitas, semitas, mohabitas, idumitas ou idumeus, siriacos e turânios, além de amoritas. O semita original pode ter sido concebido a partir de uma mescla amarelo-negra; o autêntico, por sua vez, que é beduíno emigrado dos desertos da Arábia, referido já nos tempos em que os judeus faziam o uso da bíblia. Aquele que agora conhecemos como semita, conserva de antemão suas características de nômade – deve-se lembrar, contudo, que apenas uma parcela de judeus conserva em si o sangue semita. Cinco por cento de sua mazela compõe-se do Homo Siriacus, o hitita, de crânio redondo, branquicéfalo,
  • 39. 40 de “nariz judaico”, baixa estatura e rechonchudo; outros cinco por cento de Homo Arabicus, o semita, nômade cruel, de crânio alargado, delgado, alto, o qual dá as características predominantes no judeu. Dez por cento constitui-se de Homo Europaeus, o amorita, alto, branco e de olhos azuis; é ele um nórdico-polar, possivelmente um resquício da casta dos senhores da civilização de Gobi que desceu até a Ásia menor. Os egípcios chamaram a esses amoritas de Tamehu, reproduzindo-os em seus frisões e estelas. Nefertitis, por exemplo, era amorita. Outros oitenta por cento restantes da Cloaca Gentium compõe-se de uma mescla indefinida, com rasgos e qualidades contrapostas. Gottfried Feder, em seu estudo sobre o judeu, crê não ser possível voltar há dois mil e seiscentos anos atrás, em busca de provas seguras ou visíveis. Sem dúvidas, pelo que se sabe, suas características eram as mesmas há séculos atrás. São Nehemias e Esdras, junto com a Grande Sinagoga, aqueles que estabelecem há dois mil e seiscentos anos as leis inflexíveis que passam a reger a vida do judeu, do nascimento à morte. Leis “raciais”, em especial, que expulsam da comunidade, bem como da região geográfica, a todo o judeu que não as cumpra, ou que não as tenha cumprido com antecedência à obrigatoriedade que lhe fora imposta. Assim, até o presente momento, podemos dizer que os genes judaicos são sempre os mesmos; constituem algo muito mais complexo que um povo – seriam, no caso, uma comunidade sangüínea, uma família de onde os genes de Nehemias e Esdras seguem às veias de qualquer judeu típico da atualidade. É por ele que a Grande Sinagoga e o Kahal não necessitam transmitir ordens escritas para que todo judeu as cumpra, como consignas infalíveis e crê absolutamente que, por exemplo, houve seis milhões de judeus “gazeados” pelos nacional-socialistas; e prega a
  • 40. 41 todos nesse sentido, como se tivesse sido uma testemunha ocular, porque, por fim, o judeu é um robô biológico que é imutável, programado telepaticamente para cumprir ordens dadas através da torrente sangüínea, pela Grande Sinagoga, ou pelo Kahal regional, para que ali se consolidem, de forma dinâmica, seu “anti-sangue”. E a “verdade”, assim ativa, será sempre uma “mentira orgânica”, a mentira de sua origem, de sua falsificação biológica e seu “pecado racial” que deseja impor a si próprio, como um contínuo impuro, para que assim possa adquirir expressão a palavra do Demiurgo, do arquétipo sombrio – Jeová. Nesta ciência, ou talvez uma tecnologia racial de uma “anti-raça” e um “anti-sangue”, deverá buscar-se a explicação e se encontrar um caminho ao segredo de uma sobrevivência de séculos diante da mescla abismal. Mas para que isso seja plenamente possível, o Arquétipo Demiurgo necessita destruir as raças puras, exterminar a raça ariana e com a possibilidade de transmutação, redenção e regeneração do homem e da terra, no único sentido que devem se entender estes conceitos: o etnológico e o racial. Por isso mesmo, a purificação da raça e sangue arianos vem a significar a morte e conseqüentemente a destruição do judeu, que acaba carecendo de toda a possibilidade de domínio mundial, elevando seu Golem através de seu contínuo impuro. Assim, alcançamos novamente o ponto chave, ontológico, do conflito imenso que há entre Hitler, o Avatar ou Messias dos arianos, e o Demiurgo Jeová, com seus representantes e robôs aqui na terra – os judeus de Sião. Onde outros povos mestiços predominam, aqueles cujo grau de mestiçagem é menor têm desaparecido na entropia fatal da mescla, onde a mesma raça branca parecera precipitar-se aos erros que a levarão à sua extinção; nisto, o judeu perdura, pela vontade demoníaca
  • 41. 42 de manter um contínuo impuro, por medo da disciplina tenaz da “ciência do sangue”, de um instinto racial que roubaram dos arianos hiperbóreos emigrados de Gobi – Ases e Nephelin. Apropriaram-se para alcançar justamente o oposto. Por vezes, o judeu deverá absorver sangue ariano, mesclando-se com mulheres não-judias, em proporção moderada, tal qual um drácula que bebe ao seu sangue, dissolvendo assim seu contínuo impuro sem jamais perder suas características transcendentes. E falamos em transcendentes porque nisso tudo há algo mais complexo que uma pura ciência biológica e materialista, não tendo o racialismo ariano nem o racialismo judaico nada material. É através do sangue puro a forma com que os arianos estabelecem um contato com seus deuses e escutam sua voz. Na mestiçagem, a impureza do sangue faz com que se perca a capacidade deste contato com seu mundo espiritual – o que Jung chamara de “Inconsciente coletivo” que, neste caso, vem a ser ariano – com os deuses da luz. E é através do já referido contínuo impuro que o Demiurgo pode se comunicar com seus acólitos, os judeus e também eles ouvirem sua voz – através do que o próprio Jung teria se referido como “Inconsciente coletivo judaico”. Ali estabelece seu tabernáculo aos deuses da luz e, portanto, não somente posto na terra. Trata-se de uma luta de altas potências, começada em um tempo imemorial, onde os representantes da luz – os filhos seus – caíram deste astro, entrando ao ouvido dos mesmos, ao “mesclar-se com as filhas dos homens”. Para tanto, o judeu estabelece com seu Demiurgo um Pacto Renovado e racial, racialista, de uma “anti-raça; e por ele é que deverá permanecer essencialmente impuro, de modo que não absorve mais que o necessário de sangue ariano, para que possa realizar a operação de sua magia negra, reversamente alquímica, que lhe permitirá seguir adiante, sendo ontologicamente impuro, ou seja, um
  • 42. 43 Sheidim – também em um sentido metafísico, bíblico. De modo que unicamente assim a comunicação seja expedida, cumprindo a promessa que Jeová fizera-lhes de entregar o domínio do mundo, junto com a destruição dos arianos divinos, os últimos Nephelin. Já o Führer Adolf Hitler teria dito: “O judeu talvez seja o mais decaído animal possível” – porque metafisicamente falando, Sheidim também o é. Um produto artificial de uma Mente, de um Propósito. É uma “anti-raça”, criada artificialmente, por meio de uma vontade e uma Nomocracia, ou seja, de um governo de leis. Ao compreender isso, é possível contemplar quão inferiores a esse propósito e a essa vontade se encontram os arianos nos dias de hoje, sendo materialistas, superviventes, adormecidos e covardes. Diante de uma minoria de fanáticos sionistas, acólitos de um super robô Golem, de um Demiurgo chamado Jeová, põe-se a tremer; entregam-lhes seus mais preciosos tesouros, para que os judeus corrompam, os destruam. Os arianos renunciam sua imortalidade; converteram-se em meros animais que se degeneraram. O judeu, por sua vez, os despreza com razão, sentindo náuseas estando em sua presença. Adolf Hitler tentou regenerar a raça ariana, por meio de uma estrita aplicação da Lei Racial dos Arianos, para salvar o que ainda era possível no imenso desastre étnico do verdadeiro povo eleito e divino. Teve, por isso, de enfrentar um conflito espiritual e definitivo com os representantes da “anti-raça”, do “anti-sangue” e do mal sobre a terra.
  • 43. 44 ILUSTRAÇÕES
  • 44. 45 Nicolas Palácios Jacques de Mahieu
  • 45. 46 Escultura lítica, em andesita, achada em terrenos de cultivo próximo a Mulchén, ao sul do Chile, província de Bío-Bío. É um nórdico, hiperbóreo. Claramente se distingue o Irminsul à frente e outros sinais rúnicos. Encontra-se atualmente no Museu Dillman S. Bullock, em Angol, Chile, sob o número 66-2, de sua coleção arqueológica. É um Ré-Ché araucano.
  • 46. 47 Página do "Taschenlexikon" do Exército da Alemanha Federal de hoje (1986), na qual é mostrado um OVNI. Revela-se que foi construído por cientistas do Terceiro Reich.
  • 47. 48 PARTE II
  • 48. 49 A ECONOMIA MÁGICA DO NACIONAL SOCIALISMO Através de tudo o que expomos até agora, pudemos dar uma visão mais ampla em uma perspectiva diferente em relação a conflituosas temporalidades, trazendo a compreensão de que nenhum povo da terra, que possua genes arianos, pode considerar-se estar fora desta grande guerra, a qual ainda encontra-se longe de seu término; neste sentido o Chile, tal como os demais países sul-americanos, também a vivencia. Comprometidos estamos nessa questão de vida ou morte, ainda que não seja comum reconhecermo-na com consciência diurna. A análise que agora faremos de outro pilar que sustenta a concepção nacional-socialista – seu sistema econômico – nos permitirá compreender ainda melhor quão vigente se faz a doutrina sua, à luz da situação desesperada que nossos povos têm estado. Para poder penetrar em profundidade ao sistema econômico e social do hitlerismo, faz-se necessário descobrir a hábil e sinistra trama com que o judeu se aprisionou ao mundo não-judaico: o interesse pelo capital – a usura, como dizia o grande poeta hitlerista Ezra Pound. Moeda, ouro e dinheiro foram elementos que a princípio serviram como um meio que facilitava o intercâmbio de produtos entre as sociedades humanas – deveria, nos dias de hoje, retomar esse propósito inicial. Pois bem, o judeu se apoderou primeiro do dinheiro, da moeda e do ouro para logo os transformarem em mercadorias por si só. Seguindo à tendência de seu Inconsciente Coletivo, convertera-o em uma abstração de matemática einsteniana, por assim dizer, em um objeto com vida própria que se reproduz graças ao interesse judaico. O dinheiro passou a ser a mais importante moeda com a criação do
  • 49. 50 mercado de capitais. De um intermediário que facilitara a troca de produtos – o que sempre deveria ter sido – transformou-se no centro da economia dos países, em algo de suma importância à vida dos homens e da sociedade. Com ele, a sociedade permitiu que o judeu exercesse seu maior dom, controlando toda a atividade financeira – primeiramente com o comércio, sendo intermediário e ao mesmo tempo diretor; e tão logo, da vida de todos os seres sobre a terra. Valendo-se do empréstimo com interesse da usura, logrou intervir, ademais, de modo arteiro, solapando a saúde da raça superior e envenenando o sangue ariano. Desde a mais distante antiguidade, o judeu pretendeu penetrar nas estirpes das classes governantes, de reis e senhores, endividando-os, aprisionando-os nas redes de sua trama de usuras para assim arrebatar-lhes os bens e introduzir a suas filhas junto da nobreza. O dinheiro – o interesse monetário – tem sido uma arma com a qual se destrói o inimigo adormecido, ingênuo. As violentas reações, frutos de uma indignação desesperada, sem método nem conhecimento, sendo momentâneas – pogrooms – não conduzem a nada efetivo. Pelo contrário, pois até o momento serviram bem ao judeu para que ele explore a sensibilidade dos arianos cristianizados em seu benefício. A trama da usura é uma maldição, uma manipulação de magia negra projetada desde as mais obscuras profundidades da sinagoga, por mentes rabínicas cuidadosamente preparadas para isso. Somente com o exorcismo de mentes lúcidas, através de uma magia branca, poder-se-ia ter êxito em desmantelar o efeito danoso, libertando assim o Prometeu hipnotizado que se encontra acorrentado pela serpente da usura, aniquilando-a de vez. Algo que viesse a realizar- se neste sentido seria, contudo, resultado de puro milagre. E a verdade é que realmente existiu uma operação esotérica e mágica, revelando os
  • 50. 51 feitos de um propagador do antídoto contra o veneno da serpente da usura, contra o interesse monetário – para isso existira um alemão, membro de uma sociedade esotérica germânica, a Thule Gesselschaft – Sociedade Thule – com sede em Munique. Foi ele, Gottfried Feder, membro permanente de tal sociedade, o expositor eleito para apresentar a teoria e o sistema que destruíra definitivamente a escravidão do interesse pelo capital. Feder era membro permanente da Sociedade Thule, sendo Rudolf Hess outro – podendo ser justamente o esoterismo que mantivera este em pé, durante tanto tempo, à prisão. Hitler, Dietrich Eckart e Rosenberg eram membros visitantes. Pode-se considerar a Sociedade Thule como uma inspiração secreta não somente para o Nacional Socialismo, como também para a SS – seu emblema compunha-se por uma Suástica Levogira e um punhal idênticos ao da Ordem Negra SS. Apenas uma ordem esotérica de magia ariana poderia ter combatido com êxito a outra, também esotérica, de magia judaica – magia negra. A raça contra a “anti-raça”, o sangue puro contra o “anti- sangue” impuro. E a aparição de um gênio da raça branca, dos arianos, um verdadeiro Messias, um Avatar. Isto também era de conhecimento dos judeus, como aponta “Os Protocolos Sábios de Sião”. E era certamente o que mais temiam. Acreditamos ter demonstrado quão estreitamente unidos os judeus mantém-se às suas práticas econômicas, usura e conspiração étnica. Estas práticas deu-lhes a possibilidade mesclar-se e, com isso, penetrar na raça ariana. A transformação do dinheiro em uma unidade cabalística, uma abstração matemática, um Golem com vida robótica, uma deidade poderosa, permitiu-se-lhe o dom de supremo sacerdote poder viver do interesse daquilo que se produz, sem trabalhar – somente a adorar seu deus, como ordena o Talmud e o Thora. Todos os
  • 51. 52 gentis do mundo, os não-judeus, trabalharão como escravos para o judeu, arrastando-se aos seus pés, abaixo do látego do dinheiro e da usura, pelo medo da fome e miséria. Por isso que o interesse pelo dinheiro é sagrado, santo, para todas as organizações, sociedades e países do mundo onde o judeu governa entre bastidores. Certamente não se faz necessário mencionar os Estados Unidos, o Banco Internacional, os trust financeiros Suíça e demais países europeus; temos também a Rússia soviética e os países escravos do comunismo no leste europeu: todos em absoluto respeitam o interesse monetário e não expropriaram nenhum bem pertencente aos judeus. Isso não teria sido feito com latifúndios nem propriedades agrícolas, se acaso o judeu os tivesse; porém, ele nunca foi agricultor nos países estrangeiros dos quais se apoderou. Somente como intermediário, banqueiro ou comerciante (controla a fabricação e o comércio internacional de drogas – "Mark", por exemplo, pertence à família Rockfeller) e apoderando-se da indústria de alimentos, ele pode controlar de forma brilhante a saúde física e mental dos arianos e demais povos não-judeus. Para o governo militar que derrubou o marxista Salvador Allende, também o interesse capital foi sagrado. Não é de se estranhar se reconhecermos que o antídoto preparado pelos conspiradores do Nacional Socialismo abarcara em sua amplitude uma extensão igual ao veneno judaico: raça, sangue e economia, sendo intimamente enlaçadas na política sócio-econômica e agrária de "sangue e solo" como fora chamada pelos alemães. Aboliu-se, por parte dos nacional-socialistas, a importância do ouro, substituindo-o pelo trabalho. E o valor do dinheiro que deixava baixo o valor das riquezas naturais e do trabalho voltava-se assim a ser visto como apenas um meio de troca de, como a mais vil essência de toda a economia humana
  • 52. 53 tradicional. O dinheiro, a moeda e o ouro voltariam a ocupar suas funções primordiais, representando um meio de facilitação de trocas, de intercâmbio. Uma vez no poder, Hitler se negou terminantemente a aceitar o interesse monetário. A Alemanha não possuía meios de pagá-lo; dispunha unicamente do trabalho de sua gente, sendo ele o único meio de gerar carbono, aço, etc. O valor da moeda alemã equivaleria exatamente aos produtos do trabalho. Além disso, o mais importante seria o fim da usura. Ao mesmo tempo, tem-se início a regeneração racial, impondo-se uma Imagem-meta, o Ideal-meta do ariano puro, do nórdico-polar. E à lógica da carência financeira para pagar suas dívidas, acumuladas por interesses gigantescos, pensou-se em declarar a quebra do Estado. Isto significaria uma ação racional que, por fim, representaria a destruição do Nu Gordiano da escravidão ao capital judaico internacional. Um país em quebra não pode ser metido na prisão, tal qual um indivíduo. Somente a ele pode-se declarar a guerra mundial. E foi isso precisamente o que aconteceu com a Alemanha nacional-socialista, ainda que não tivesse declarado sua quebra. Como Hitler e seus seguidores previam que essa seria a ação final do judaísmo, começaram a preparar-se para a guerra. A tragédia foi que ele não dispunha de tempo suficiente, menos ainda a Europa ou a raça branca, com o mal já muito adentro, no sangue, ossos e coração. Não poderia vencer materialmente aquela guerra planetária, mas espiritualmente, o que fora inevitável também pela lei cíclica que resultaria em seu triunfo material, muito antes do que se pensa. Através da espiritualidade será dado o retorno do Führer, bem como do hitlerismo triunfante. Mas, para tanto, o judeu está consciente de suas ameaças. Para tentar retardá-lo em sua configuração terrestre, inventou
  • 53. 54 um truque emocional do Holocausto de seis milhões de judeus, dos crimes raciais e genocídios do nazismo. Porque ante ao fracasso estrondoso de seu sistema capitalista e marxista, os povos escravizados pelo interesse do capital, da usura e o terror constante, diante da possibilidade inexistente de uma guerra atômica1 , podem abrir seus olhos para ver a única apropriada para o não-judeu: a recuperação do valor do trabalho, a declaração de quebra, o retorno aos princípios de uma economia ariana e a destruição da escravidão do interesse do dinheiro, além da limpeza do sangue e da raça, ou seja, retomando os pilares que foram e são do sistema nacional-socialista – o único honesto, com uma solução justa para os não-judeus sobre o planeta. O golpe era dirigido ao coração da Grande Conspiração universal contra a raça branca, contra o homem ariano, contra o não-judeu. Do lucro afastou-se totalmente o sistema nacional-socialista, por convicção e exemplo; não pela imposição da força e violência, enfraquecendo os poderes do vírus judaico, destruindo o câncer destinado aos não-judeus. E, por fim, o judeu desapareceria, devorando a si mesmo com o furor impotente de seu desespero. Voltaria seu ferrão contra si próprio, algo que sempre faria se o pudesse. "Porque unicamente como um parasita de outros povos é que se pode seguir adiante", afirmava Hitler – pense- se que o próprio Estado de Israel, por exemplo, vive do dinheiro, da especulação e do trabalho do resto do mundo, além de extorquir a Alemanha. De nenhuma maneira teria sido necessário aniquilar 1 Não existem bombas atômicas capazes de ser transportadas ou lançadas em projéteis. Houve somente cinco bombas desta espécie e todas foram de criação alemã, as quais Hitler não quis usar e que por fim caíram às mãos dos judeus norte-americanos. Uma foi utilizada experimentalmente no deserto de Nevada, duas em Hiroshima e Nagasaki, e outras duas se reservam para ser usadas contra a Alemanha em uma próxima guerra. Somente os hitleristas foram capazes de produzir o urânio enriquecido verdadeiro para a bomba atômica transportável, porque eles dominaram a ciência da Implosão. Os outros países podem apenas realizar a explosão de uma bomba atômica in situs, abaixo da terra, porque dominam somente a técnica de Explosão.
  • 54. 55 fisicamente o judeu, em um genocídio ou Holocausto que nunca foram contemplados pelo hitlerismo. Hitler quis somente asilar os judeus em Madagascar, mas a guerra interrompeu esse plano. Ante ao imenso perigo, chegou ao judeu o momento de aplicar o seu Protocolo V de "Os Protocolos Sábios de Sião". O instante crucial do destino, do Eterno Retorno vivenciado, nesse fatídico e profético documento. Hora definitiva dos tempos, trata-se de um acontecimento estelar que marcará a história do universo e com a raça dos divinos e da "anti-raça" do Demiurgo, até o término de uma era. Protocolo V: "Somos demasiado poderosos; todo o mundo nos obedece. Os governos não podem fazer nem sequer o menor tratado sem nossa intervenção secreta. Per me reges regunt – os soberanos reinam através de mim. Lemos na lei dos profetas que somos eleitos por Deus para governar o mundo. Deus nos deu a capacidade para realizar esta obra. Se no campo inimigo existir um gênio que talvez pudesse nos combater, seria, no entanto, um recém-chegado ao poder que conseqüentemente não poderia competir com os velhos experientes como nós. E o conflito entre ele e nós tomaria um aspecto que o mundo jamais teria visto antes. Mas o momento de agora já é demasiado tarde para o surgimento de um gênio dos gentis". Trata-se de uma profecia que, no mínimo, é assustadora. Protocolo VII:
  • 55. 56 "Devemos nos colocar em condições que nos traga a possibilidade de responder a toda oposição com uma declaração de guerra ao país que tenha a ousadia de cruzar nosso caminho; e se tais confiantes se decidirem por unir-se contra nós, devemos, contudo, responder com a declaração de uma guerra mundial". Isto foi planejado muito antes da Primeira Guerra Mundial. Imaginemos o que se sucederia nos dias de hoje, se todos os países sul-americanos, endividados e escravizados ao interesse do dinheiro e do Fundo Monetário, se pusessem de acordo para não pagar mais e declarar-se em quebra! "Porque nossos quartéis generais são perpetuamente desconhecidos do universo". Protocolo IX "Se nos advertem de que as nações poderiam insurgir contra nós toda vez que nossos planos resultarem prematuramente descobertos, não nos preocupamos; nós iremos nos antecipar a este momento, pois estamos seguros de que teremos em ação uma força tão formidável que irá tombar até os homens mais valentes”. Eles mobilizaram 120 países contra a Alemanha nacional-socialista na Segunda Guerra Mundial, uma guerra que eles provocaram e prepararam com muita antecipação, porque já tinham em vista o aparecimento do gênio dos gentis que se revelou.
  • 56. 57 "Teremos sob o nosso controle todas as cidades do mundo" Situação que também esta preparada para o inevitável ressurgimento do hitlerismo.
  • 57. 58 O LIVRO DAS PROFECIAS E A AMÉRICA DO SUL Vários livros têm sido considerados proféticos no curso da história humana: as “centúrias” de Nostradamus; os “Hexagramas” do “I-Chin”; dentre outros. Em sua totalidade são dotados de certa obscuridade, onde estamos susceptíveis a depender das técnicas usadas para consultá-los, além, é claro, da boa fé de quem os consulta. Ou seja, trata-se do que em inglês costuma-se referir como wishfulthinking – do que se crê estar lendo, ou do que se quer ler. Porém, há um livro muito claro e direto, que sem rodeios nos diz o que nos sucederá, aportando um sentido, adiante, ao que já se sucedeu com eficiência. Suas profecias se cumprem sempre, ainda quando aquele que consulta não deseje, ainda que cubra seus olhos para não vê-lo. Este livro é “Os Protocolos Sábios de Sião”, sobre o qual tanto se escreve com um caráter polêmico, sendo assegurado como falso por parte da comunidade judaica, ainda que nunca tivessem como provar. Trata-se de um livro cuja origem é desconhecida, mas cogita-se a idéia de ter-se infiltrado em um Congresso Sionista-Maçônico, efetuado na Basiléia, em 1887; ou, talvez, através de uma reunião paralela na Loja judaica B’nai Brith. Sua primeira edição fora feita por Sergei Nilus, na Rússia czarista. A veracidade do livro vem sendo provada pelos acontecimentos da História antiga, como Henry Ford tratou em sua obra famosa “O judeu internacional”. E tal como nós mesmos estamos fazendo neste sentido. Para destruir as últimas dúvidas de aqueles que não querem ver e nem crer, os acontecimentos atuais do chamado “Terceiro Mundo”, em especial no Continente Sul-americano, deveriam bastar. Porque nos “Protocolos Sábios de Sião” são revelados, minuciosamente, a política que o judeu seguirá para com as nações, uma vez que haja assegurado
  • 58. 59 seu domínio sobre elas. Para nossos povos, constitui a profecia mais sensacional jamais vista. Neste sentido, aconselhamos a leitura do texto recém aparecido, chamado “Los Protocolos de los Sabios de Sión y su Aplicatión em Chile”. No caso do Chile, tal obra consiste em uma prova clara, irrefutável. Durante o governo judeu-socialista-maçônico de Salvador Allende Gossens (judeu de lado materno) e antes desse governo, durante a democracia cristã de Frei e seu Ministro judeu, Chonchol, também hoje com o governo da Junta Militar de Pinochet, a aplicação e o cumprimento dos “Protocolos Sábios de Sião” é claríssima, visível, irrefutável. O governo de Pinochet impôs nesse país o Sistema Monetarista da Escola de Chicago, do judeu Milton Friedman, terminando de destruir a agricultura tradicional que Frei e Allende começaram, mas que não chegaram a consumar. Destruiu-se, adiante, nossa incipiente indústria nacional. A dívida com o Banco Judaico Internacional alcançou cifras de pesadelo, ainda que sempre sejam menores que os índices de países como Argentina, Brasil e México, por serem estes países maiores em número de habitantes e em sua dimensão geográfica. A dívida externa latino-americana alcança hoje a trezentos e sessenta milhões de dólares. E é uma dívida aumenta com novos empréstimos, destinados a pagar exclusivamente o empréstimo inicial, que nunca será a mesma quantia emprestada. Em outras palavras, o que temos referido aqui é de uma certeza incrível alucinante, pois representa a revelação do que fora planejado com um século de antecedência. Ou, melhor, dizendo, em apenas um século este plano sinistro se infiltrou, como um milagre, ao conhecimento de um público em sua maioria incrédulo, embrutecido. “Os Protocolos Sábios de Sião”
  • 59. 60 é, sem dúvidas, a mais sensacional profecia de toda a história, de todo o mundo. Não é necessário que passemos a descrever o Sistema Monetário judeu, por ser de todo conhecido, infelizmente, por sua grande simplicidade. Adiante, temos dito: trata-se de dar preferência ao Mercado de Capitais, a especulação do dinheiro, mercadoria essencial que passa a desprezar a todas as outras em um supercapitalismo que "Irá reger por suas próprias leis, da oferta e demanda". Tudo de forma aparente, já que "Nada conhece o lugar exato dos quartéis generais", desde onde o verdadeiro amo do dinheiro o dirige por completo – os bancos e as financiadoras se transformam em templos onde os fiéis pagam seus tributos em dinheiro (interesse) ao "Povo Eleito", ao Bezerro de Ouro, ao Deus Obscuro, obtendo a câmbio os benefícios de um interesse momentaneamente alto, ainda que ilusório. Deste modo, consegue que a indústria, o comércio de sã consciência, além da agricultura, deixem de ser rentáveis, ante à miragem de um interesse usuário, lucrando sem trabalhar, até que tudo termina na quebra das financiadoras, dos bancos e dos financiadores crioulos, que sacaram há tempos seus capitais ao exterior, o que também é ganho pelos verdadeiros senhores de todo o jogo, que manejam as linhas desde seus quartéis secretos. Os financistas crioulos vão parar no cárcere, de onde estarão prontos para gozar de sua liberdade. O governante não-judeu que aceita cair nesta trama, o faz por três motivos: é um ingênuo, que crê na bondade do Sistema (se tivesse lido Palacios, saberia que "um sistema propiciado por um judeu será necessariamente danoso, prejudicial a um não-judeu); ou acredita-se estar pronto, a crer que, ainda o aceitando hoje, amanhã apresentar-se- á uma situação milagrosa que lhe permitirá mudar o rumo e safar-se da
  • 60. 61 escravidão; ou ainda, é um calculista ambicioso, enfermo do poder, típico ditador latino-americano, intui-se que somente poderá conservar- se a mando ao se entregar de corpo e alma à servidão de interesses e desígnios do Capital Internacional, ou seja, ao judeu internacional. O judeu se manterá no poder, enquanto o tiver em mãos [o governante não-judeu], e o expulsará miseravelmente, como a uma marionete, uma vez que estejam cumprindo seus planos e seus fines. Qual será o caso do Chile, pouco interessa averiguá-lo, quando o país tem-se destruído entre as garras do monstro monetarista, material e espiritualmente, e cabe novamente ler o "Livro das profecias" para procurar conhecer o que se tem reservado ao Chile e à América do Sul, na estratégia mundial do sionismo. De seguro à miséria, como o caldo necessário para fazer triunfar o câncer da revolução marxista, a escravidão, que o judeu prepara para esta parte do mundo, através da Igreja Católica, principalmente de cunho marxista. Aclamo aos povos para que despertem o mais rápido possível, e que tratem de aplicar o antídoto do Nacional Socialismo, ainda que isto nos conduza ao sacrifício. A ação heróica e extrema sempre será preferível frente a escravidão. E ainda que o judeu esteja a dispor de seu poderio material, seu plano terá fracassado. Pois, afinal, teria perdido outra guerra – a guerra ideológico- espiritual. Os povos teriam, enfim, despertado, fazendo com que o triunfo judaico não se realizasse por completo. Como um modo simples de sintetizar a situação atual das nações sul-americanas, ao mesmo tempo em que se pode demonstrar o quanto é vigente para este continente a solução Nacional Socialista, vamos transcrever alguns trechos dos Protocolos Sábios de Sião. Pode-se assim comprovar que a Escola Monetarista de Chicago não é nada mais que a realização de um dos objetivos centrais dos Protocolos. Milton
  • 61. 62 Friedman, ou qualquer que seja o seu verdadeiro nome (pois, por exemplo, o nome verdadeiro de Kissinger é Abraham ben Eleazar) não faz mais do que colocá-los em prática no Chile, na Inglaterra e em outros países de goyms, dos não-judeus. A Milton entregou-se o Prêmio Nobel da Economia. Protocolo VI: "Com o intuito de arruinar a indústria dos gentis e favorecer a especulação, alimentaremos o amor ao luxo desenfreado, o que já demos o primeiro passo. Debilitaremos de forma estagnada a base da produção, semeando germes de anarquia entre os operários e alimentando-os a prosseguir no abuso do álcool. Ao mesmo tempo, ampliaremos todos os meios para lançar para fora do país os gentis inteligentes.". No Chile, produz-se um grande êxodo de inteligências. Protocolo IV: "Para que se arruíne completamente a vida social dos gentis, temos que colocar o comércio sobre uma base de especulações. O resultado disso será que a riqueza da terra, que se recorre por meio da produção, não cairá em mãos dos gentis, mas sim passará pela especulação de nossos caixas fortes.".
  • 62. 63 Hoje, os velhos prédios agrícolas chilenos, todos endividados com o banco judeu, trabalham unicamente para pagar apenas ao interesse das dívidas contraídas, que se insistiu em adquiri-las. "A luta pela supremacia e especulação no mundo dos negócios produzirá uma sociedade desmoralizada, egoísta, sem coração. Esta sociedade será completamente indiferente, até inimiga da religião, desgostosa da política. A luta pelo dinheiro será seu único caminho, fazendo um verdadeiro culto aos prazeres materiais que se pode procurar.". Que retrato mais fiel do Chile, da sua última década, tendo sido alimentado pela imprensa, pela televisão e pela propaganda controlada pelo judeu, ou por seus lacaios enquistados nas alturas. Protocolo VIII: "Circundaremos nossos governos de um exército de economistas.". Com a Escola de Chicago, no Chile, junto do governo cristão- democrata de Frei, faz-se um acordo inter-universitário com a Universidade de Chicago, convênio herdado e respeitado pelo governo de Pinochet. "Tal é o motivo porque aos judeus se ensina principalmente as ciências econômicas. Estamos rodeados de economistas, banqueiros, comerciantes e, o mais importante, de milionários, porque na verdade tudo se decidirá através do dinheiro.".
  • 63. 64 Protocolo XX: "Os empréstimos contraídos no exterior serão como uma sanguessuga, que não se consegue separar do governo até que caia por si só, a menos que exista a possibilidade de se livrar dela. Porém, os governos dos gentis não desejam quitar-se sobre toda essa sanguessuga; muito pelo contrário, aliás. Aumentam seu número e este é o motivo pelos quais seus estados estão condenados a morrer sem sangue. O que é, pois, o empréstimo feito ao exterior, senão uma sanguessuga?". Que revelação mais extraordinária, feita há quase cem anos, pelos verdugos às suas futuras vítimas, os povos americanos! E que criminosos e ignorantes demonstram-se nossos governantes, frente à realidade e seus manipuladores! Quem, de fato, está por trás de toda a estrutura do Fundo Monetário Internacional e seus empréstimos externos? "Todo empréstimo demonstra a debilidade do governo e a incapacidade de compreender seus próprios direitos. Todo empréstimo, como a Espada de Damocles, pende sobre a cabeça dos governantes que, com sombrinhas nas mãos, recorrem aos nossos banqueiros.". "Todas as crises econômicas que nós temos organizado com tanta astúcia nos países dos gentis, foram ocasionados retirando dinheiro de circulação.".
  • 64. 65 No Chile, tem-se feito por recomendação expressa do Fundo Monetário Internacional. "O Estado se vê obrigado a recorrer aos empréstimos. Estes ocasionaram árduas obrigações aos governos, obrigando-os a pagar interesses e assim vieram a permanecer atados de mãos e pés.". As recomendações do Fundo Monetário ordenado, pelo Governo Invisível, estão sendo dirigidas com o fim expresso de produzir a dispensa de funcionários, rebelião social e, ao final, caos, destruição e escravidão judaico-totalitária, estilo Kahal como diria Henry Ford. "A concentração da produção nas mãos do capitalismo esgotou as forças produtoras do povo, assim como a riqueza do Estado. Nos momentos atuais, a moeda não pode satisfazer as necessidades da classe operária, porque não basta para todos.". "Convém considerar as crianças como consumidoras de moeda desde o dia de seu nascimento.". Este deveria ser o lema da Escola Monetarista de Chicago. "Os informes de nossos seguidores, a quem se enviava como 'experts' (cada governo sul-americano tem um, enviado pelo Fundo Monetário) foram redigidos por nossos agentes. Resultaram sempre gratos às mentes pouco avisadas, porque iam acompanhados de recomendações para realizar economias futuras. Eles poderiam nos ter
  • 65. 66 perguntado se era possível realizar economias aplicando novas taxas... Porém, eles não o fizeram.” "Vós sabeis em que condições de caos financeiro têm-se caído por sua própria culpa e negligência. Terminarão por fracassar, apesar do sacrifício de seus governados.". Até aqui as citações dos "Protocolos Sábios de Sião", escritos ou preparados com quase um século de antecipação para serem aplicados agora nos países da América do Sul. Pareciam, sem dúvida, estarem sendo redigidos hoje, como para dar argumento a um escritor hitlerista que deseja fazer uma crítica aos governos irresponsáveis e nefastos, entregues de forma submissa a cumprir os maquiavélicos fins do judaísmo, que os mesmos judeus expuseram criticamente frente a seus olhos, de modo que poderiam combatê-los, se na verdade amassem a suas pátrias e aos seus povos.
  • 66. 67 O NACIONAL SOCIALISMO COMO A ÚNICA SOLUÇÃO RESTANTE Demonstramos, até o que foi dito agora, que a única solução capaz ainda se salvar nossos povos sul-americanos e também o resto do mundo é o Nacional Socialismo. Mesmo para o Chile, um país pequeno, mas dono de uma tradição forte e sadia, os valores do Nacional Socialismo seriam significativos. Este país se edificou desde seus princípios sobre o conceito de um Estado forte, ordenado, que por suas pessoas é chamado de Portaliano, referência a um grande ministro chamado Digo Portales.Assim analisou nosso amigo, o historiador chileno Mário Góngora. Mas, nos últimos anos, com a aplicação dos “Protocolos” já expostos, valendo-se da doutrina judaica da Escola de Chicago, de Friedman, o Estado tem sido debilitado e seu conceito destruído, até ser inoperante. O que nos guarda o futuro? Para achar a resposta, basta que consultemos o fatídico livro das profecias, ou seja, “Os Protocolos Sábios de Sião”. Sem dúvida alguma cremos que este livro está sendo revisado e ampliado, adaptado novamente por um círculo de pessoas que estiveram em contato com aqueles que elaboraram sua primeira edição, em 1887. Deverá ser aplicado às condições do presente.
  • 67. 68 O DINHEIRO ELETRÔNICO E O MESSIAS DE SIÃO Em 1985 se levaram a cabo, na Basiléia, cidade suíça, em Viena, na Áustria, e em Jerusalém, três reuniões do mais alto nível e importância, destinadas inquestionavelmente a fazer um balanço de coisas que já foram obtidas ao longo do século, por trás das duas últimas guerras mundiais; ao mesmo tempo, traçaram-se planos para os anos seguintes, tendo em conta a necessidade de adaptá-los ao desenvolvimento científico e tecnológico – de uma ciência e tecnologia que correspondem à expressão do Inconsciente Coletivo Judaico. Com um telão de fundo onipresente, levantava-se a figura cada vez mais real e materializada, cada vez mais próxima e aterrorizante, do Messias judeu; e o último objetivo da aplicação dos “Protocolos” poderá ser dado através de um indivíduo qualquer, um governante planetário ou um ser coletivo, um polvo mecânico com um milhão de braços, um robô com mil cabeças, um cérebro eletrônico, um gigantesco computador, controlado pelos Sábios de Sião. Em suma, um Golem, materialização de outro Golem-Jeová. Na Basiléia se reuniram os presidentes dos bancos das mais importantes nações industrializadas do mundo, ou seja, o Banco Mundial Judaico; em Viena, os dirigentes das organizações sionistas internacionais; e em Jerusalém, o Conselho Mundial de Sinagogas. Existem indícios de que o Tratado na Basiléia, realizado pelos mais altos representantes do Banco Mundial Judaico, teria relações com a substituição do dinheiro em papel e plástico por um eletrônico. E este é um passo definitivo na direção objetivada pela internacionalização judaica, culminando em um controle absoluto do mundo em poucas
  • 68. 69 mãos, através de um governo invisível a comando dos Sábios de Sião. Entre as conseqüências dessa consolidação, haveria a formação de grandes zonas escravas no planeta, subdesenvolvidas, miseráveis, endividadas sem possibilidade de redenção. E o resto do mundo também estaria sob o seu comando, como prescreve o “Protocolo XIII” de “Os Protocolos Sábios de Sião”. A escala progressiva na qual o judeu controla o dinheiro através dos séculos é a seguinte: destruiu o sentido vital e natural do dinheiro, a moeda e o ouro que outrora eram usados para troca, substituindo-os por bilhetes e cheques bancários. Logo, veio a substituí-los pelo dinheiro- plástico – o cartão de crédito. Dentro de pouco tempo, fará desaparecer também o dinheiro em papel e plástico, dando passo à imposição de um dinheiro eletrônico (Electronic Funs Transfer – EFT). O Banco que na atualidade está promovendo com maior celeridade o sistema de transferência eletrônica de fundos é o Citybank, autodenominado "Banco popular" justamente para poder alcançar assim o maior número possível de indivíduos. E é importante fazer notar que sua casa matriz, localizada em Nova Iorque, está posta na rua de número 666, junto da Quinta Avenida. O 6 é um número judaico por excelência, constando tanto na estrela de David quanto nos 6 milhões do pretendido Holocausto. 666 é o número da Besta Apocalíptica. No capítulo XIII do “Apocalipse de João”, diz-se que a besta (que nos dias de hoje vem a ser o Grande Computador e aqueles que o manejam) "terá poderes sobre os libertos e os escravos, os grandes e pequenos, ricos e pobres, para marcá-los em sua mão direita, e, sem cuja marca, nada poderão comprar ou vender". E complementa: "Aquele que tenha sabedoria, que faça os cálculos, porque o número da besta é o mesmo do homem: 666".
  • 69. 70 Agora bem, sabe-se que os três primeiros dígitos do código de ingresso ao Sistema Mundial de Transferência Eletrônica de Fundos seriam 666, desta forma: Código internacional Código do país Código da cidade Código pessoal 666 210 460 (Imaginado) 999999999 (Imaginado) O chamado "Apocalipse de João" é um livro demasiado estranho. O escritor inglês, simpatizante do Nazismo, D.H. Lawrence, escreveu sobre ele uma obra extraordinária, quase desconhecida nos dias de hoje. A chave do Apocalipse seria dita através de números do alfabeto grego, língua na qual fora escrito. É uma Kabala numeral órfica, pitagórica, de números arquétipicos, posto que fora criado com base nas Eddas, especialmente no "Crepúsculo dos Deuses" ou Ragnarok, o livro da Voluspa, da profetiza Völa. Por ela, os cátaros e templários somente aceitavam o chamado evangelho de São João, ainda que não em sua totalidade. Para Lawrence, o Apocalipse foi um livro tântrico. Os sinais indicadores de que nos acercamos à encarnação do Número da Besta, a Transferência Eletrônica de Fundos, estão sendo dados em certos acontecimentos premeditados. David Rockfeller, judeu, deixou a presidência da Shase Manhattan Bank para ocupar o mesmo cargo na Advisory Comitee. Esta é uma entidade independente, que dirige estudos políticos e fluxos entre as nações, organizações financeiras e bancárias internacionais – uma superestrutura do Shase Manhattan Bank. O Diretor Conselheiro Principal dessa entidade
  • 70. 71 superior é Henry Kissinger, cujo nome verdadeiro é Abraham ben Eleazar, excomungado e logo perdoado pela Grande Sinagoga e o Kahal, sendo ele uma das pontas visíveis do internacionalismo e da "Comissão trilateral". A intenção é poder concentrar em poucas mãos o controle de todos os Bancos mundiais e privados, e por meio desse organismo chegar, enfim, a um Banco único; tudo isso com anuência e direção do Banco Internacional de Pagamentos, cuja sede se encontra precisamente na Basiléia, Suíça, e que é algo assim como o Banco Central das nações mais industrializadas, que controlaria a todos os Bancos centrais nacionais que, por sua vez, controlam os menores, privados. O Fundo Monetário Internacional passaria a ser, pelo momento, algo assim como um guardião do sistema, com ação sobre os países pobres do Terceiro Mundo. Este Fundo Monetário será sempre controlado pelas mesmas mãos dos países mais poderosos, onde se encontram alguns dos quartéis generais do governo invisível dos Sábios de Sião. Agora, e isso é o fundamental: como um meio de fazer com que o Banco Internacional se encontre todo em uma ordem linear, em um prazo máximo de seis anos, todo o sistema será controlado por um grande computador eletrônico, cuja sede já se encontra em Luxemburgo. Para o qual é imprescindível chegar o dinheiro eletrônico. O que isso representa? Trata-se de algo assim como o Código Universal de Produtos, já existente nos supermercados dos Estados Unidos, onde bastava passar o produto comprado sobre um leitor eletrônico, para que a marca feita, através de um código, seja lida por um sinal infravermelho, revelando o seu preço. Assim, cada indivíduo terá também uma marca em seu pulso "da mão direita", por exemplo, como
  • 71. 72 indica a besta do “Apocalipse de João”. E será passada através de um computador bancário, permitindo ao Grande Cérebro de Luxemburgo, ou qualquer outro, negar ou não o crédito a esse humano já computadorizado, robotizado, escravizado pelos Sábios de Sião. Não se necessitará mais o dinheiro em papel, à exceção das compras menores, nem aquele em plástico. As pessoas serão marcadas a nível subcutâneo, em seu pé, tal qual um código genético, desde o momento de seu nascimento – considerando-os desde pequenos como consumidores – e esta marca estará registrada no Grande Computador; será ali lida pelo leitor infravermelho, que dará as ordens de pagamento, ou melhor, que permitirá ou negará o consumo. Será o controle e a escravidão total do mundo. Tudo isso corresponde a um Arquétipo Judaico cada vez maior, tornando-se tal qual uma matéria do planeta. Isso se comprova no "Talmud", onde se fala a respeito de um feiticeiro que realizou uma profunda incisão no músculo direito para introduzirem-se ali as letras IHVH, que correspondem ao nome de Deus, Adonai; vem a ser Jeová, que se traduz em números segundo a Cabala numeral judaica. O Demiurgo, penetrando na mesma carne e no mesmo sangue, por meio de um procedimento de magia. Do mesmo modo hoje, os não-judeus passaram a ser controlados por ondas eletrônicas, introduzidas no sangue, bem como em seu código vital. Pode-se visualizar assim, que o destino de países como os nossos, que não dispunham da possibilidade de ter acesso ao centro do Grande Poder Eletrônico, será a escravidão, o terror e a miséria. Tudo isso preparado oportunamente durante a Era do Dinheiro de Papel, por meio de empréstimos sem possibilidade de pagamento, da Usura legalizada, como ocorre no Chile, e o aprisionamento ao interesse financeiro. Para
  • 72. 73 chegar a ter acesso ao dinheiro eletrônico, ao crédito eletrônico, a atitude não somente deverá ser humilde e obediente, mas rasteira, tal qual um suplício pela vida. E o mundo se terá dividido em zonas hierarquizadas, em maiores ou menores proporções, com a cúspide incansável do Monte Sinai, onde será instalado o "Messias-Robô" e sua corte secreta. É um caminho que se segue de abstração em abstração, até chegar ao manejo de "números imaginários"; representam quantidades enraizadas, avém-se com o Inconsciente Coletivo Judaico, perfeitamente expressado pelo judeu Einstein e com a Cabala numeral judaica, com a destruição de todo o ser vivo, de todo o ariano presente no Universo visível, do sangue puro que é o veículo dos verdadeiros Homens-Deuses, dos Mensageiros e Guerreiros da Luz. Fazemos um apelo aos povos arianos, aos países sul-americanos e a nossos camaradas, para que não caiam na última trama mortal, que não se deixem enganar pelo dinheiro eletrônico, que não permitam serem marcados na carne com o número da Besta Apocalíptica, ou do Demiurgo Jeová, chegando a ser escravos do Robô-Computador- Messias dos Sábios de Sião. A solução está no retorno ao padrão de trabalho, do dinheiro como troca e resultado de trabalho, em uma economia descentralizada auto-suficiente, autárquica, artesanal, não concentradora, junto de comunidades racialistas, apartadas, de guerreiros-agricultores que, empunhando suas armas, resistem à tentação e aos ataques do Inimigo Internacionalista. E que estejam dispostos a sucumbir heroicamente antes de entregar-se maniatados, "marcados em sua carne e sangue" à sinistra escravidão planetária final, que hoje se realiza desde os desconhecidos quartéis generais do Governo Invisível dos Sábios de Sião.
  • 73. 74 Somente a implantação do Nacional Socialismo, assim entendido, poderá salvar o mundo de sua escravidão, animalização, bem como do fim da humanidade.
  • 74. 75 O SIONISMO E A PATAGÔNIA Em uma reunião sionista realizada em Viena, bem como uma feita em Jerusalém no Conselho Mundial de Sinagogas, fez-se um tratado da vinda do Messias e sua instauração no mundo "sobre a colina de Sião". Nesta os rabinos haviam apontado sinais premeditados do advertimento. Um rabino, cuja sede está no Chile, havia apontado o caso dos araucanos, através dos quais fora possível reencontrar a rituais secretos dos marranos, judeus convertidos, praticados em comunidades ao sul do Chile, próximo a Temuco, no começo do século e que foram conhecidos como "Cabanistas Sabatistas". Os rituais teriam chegado a ser conhecidos pelos Machis araucanos, porque foram representados e praticados pelos Culcu, feiticeiros negros por aqueles combatidos. Nem sequer à chegada dos espanhóis existiam araucanos-frisões de raça pura dos Ré-Ché. O Culcu corresponde a um bastardo mongol; trata-se de um mago negro que atua sob efeito de bebidas alucinógenas em busca da possessão por parte de um espírito mal, um Huecufe. Então se crê ser artificial – um Golem – aquilo que dá forma ao Huichalalwe, de ossos brandos, que marcha em um movimento rotatório, contrário à Suástica Levogira; um ser maligno, que o Calcu envia à distância para causar danos. Contra os Calcu e seus Huichalalwe opunha-se a magia branca dos Machi autênticos de Arauco. Foram aos Culcu que hoje os judeus entregaram a direção de um Templo Judaico, em Pucón, com o nome de "Igreja Israelita do Novo Pacto". Nele há a prática de estranhos rituais, entre eles um que chamam precisamente de "Cabanas", que é realizado nos Sábados e consiste em instalar à volta da igreja um número determinado de carpas, que eles chamam de cabanas, capazes de ocasionar efeitos malignos

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