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National geographic portugal - agosto (2014)
Published on: Mar 3, 2016
Published in: Education      
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Transcripts - National geographic portugal - agosto (2014)

  • 1. MW3 NATl0NALOEOORAPNlc. P‘l’ I aoosto sou. " cnufns aicmrss on CHINA POROUS nl-rsvtnnlcmos mm comm tcos on ammo: GUERRA um I-zxpmlcio no mo Ancnco nusso . 4. . « E ‘E S‘ 3‘
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  • 5. J / , ANOS Traga as suas pequenas feras para conhecer as nossas. IARDIM ZO. O._LQ. ;G'. (£ PELA PIOTICAO DA VIDA ANIMAL h'A'w. l00.pl
  • 6. Agosto 2014 13.’: — Econ dn Grnndo Guerra 26 - Despordicio do alimentos — Grulus giganlos dn China snaczcoras nu Grutas gigantes da China Uma oquipa do ospoloonoqos oonseguiu canoaralar com extraord-nario rigor uma pane dos cnormes sistornns do galcrias subtomlncas do Sul on China 1, ‘0;: ::‘", _m‘_ Nesta reqlao. exisle uma das maiovas concemracoes de cavidades hlmumz cmslcas do planom A Yaxto do McK¢-nzio Funk Foroolaluas do Canton Amy VISOES 50 Term dc Francisco losé Nos termorioa do latitudes mnis olavaaas 30 Krcluco. p: I—rIIcuIanno-nto no Torra do Francisco José. o desaperecimenlo abrumo do qelo proauz modilicacoes radicais nas cndoias .11-montnrcs o no oqunhbrio dos ocossaslornns Ume expedicao da National Geographic esmdou 0 local. mas Icvo dc onfrcntnr riscos trorncndos. intro do Darnd Ouanwnoo Fologmhns do Cory Rochnrds III‘; -<-. 'v: vrn «fr lul~om'. ~ Us rum do Iusn UIMXUM 4/.1 "IL-U’ 82 E605 dd Gmndc Guerra Durante a Prim aim Gmnde Guerra, .m2!r. i.lu os oxércrtos om combato cavaram labinnlos do lonois sob as T ulnchelras inimigaa Debaixo do solo. travaram-se balalhas m<, ,,m‘k, ,__m, nmpicdosas com rccurso n oxplosivos. lmagons médnns rm-clam 1:. 'mm_W as enuanhas desles mundos subterraneos esquecldos. "’ lotto do Evan Hnanngham‘ Foroglaflas do Jcrfn: -y Gushy V _ I. ‘.: pa~*. Lplvzmnnl-3: Arr.2t1I: ‘u . n [km I‘ubsr‘mu nmv. -rm Aulnnuru: Tn: 21433 7036 E-mu Auanmuvnaxswn r Hodoccboz Inc. 21 316 42 00 Ilorodo: Hun Fmpo Folquo. n' 40. 4.‘ Judy, I009-I2! usooa E-null: roaucnofirbaromu: El hum“: ‘. . . -. :.2 31- : n.1' nnnv u. L<r ma ‘mu: A Ilramnrml nu uv. .-Ar Iv r. u: AO: uI'I‘. AI . ’AD. ll| Al'OY1Il
  • 7. NATIONAL GEOGRAPHIC CHANNEL Enlru: -mar 54:-lvns dc-n5.1<_. , It-mpomturns negativns 9 gclo inconsmnto r. .io dcsnfios dijrios. .. Hazcn Audcljunto-so as tnbos mais sclvagcns do mundo numa tula pcla sobrcwvencia. . _ ~ .5 - $, ;*. «g; mwRi:2§**m$;1?g" '. .:‘: €<‘f—‘. - - , _ ' L - T ' -G I an 'k-. :‘£ 5W, ’i*. -;? » *iI'N "= . .1 ‘ ‘Vii {*1 . '- d . "I| ; Q fl. 'vI )’ | E .4 ; 19 -€,3,'. '.¢; 53¢; —. «g=
  • 8. FOBl| M A Sua Foto Dosdo quo a rovisla comooou a oublicar as lotografuas do loitoros no rubrica A Sua Folo. llco agradavolmonlo surproendlda com a qualbdade dos trabelhos selecclonedoa 00 None ao Sol. com uma onorrno vonla aos Aqoros o Madeira. lonho vislo oxcelonles lologralias do auloros amadoros. quo proouram captar as rnemores perspocuvas desle pals extraordlnarlo. Esta no altura do oornooarom a pensar om ostondor a rubrica para duos paglnas. Alvorads cosmica A roporlagem maravllhoo-mo | Abrlll. E lntorossanlo quo o mou marido adoro aslronomia como uma lormo do mentor in perspec- liva do quo as nossas vidas sac lrivlals om cornparaoao com o unlveroo. Para mlm. esles lextos oalivarn-me. pols levam-mo a lmaglnar o polonoial dosconho- cldo do nossa roalldado. quo podo tor um signlr-cado para la do noseo irneglneoao. ERICA UICERO Navo Mlmleo. Elli A reporlagem coloca a questao: "Vrvomos num multlunlvorso”? Do acordo com Carl Sagan. '0 cosmo o mod 0 quo oxiste, quo sompro oxistlu on oxistiro". Ao abrloo deals doflnloéo. néo podo omislir um cosmo inllnilo. olomo o. om flltlrna anallso, para la do cornproonsao hurnana. So 0 nos- so unlvoroo 6 so um num mum- univorso do rnundos inacossivols e sem ianelos. 80150 teremos (18 o acoitar corn base na to. Sagan ospoculou Que somoo luz danlro do um buraco nogro. Enquanlo Irtsvalu Lfioo maloria lislca. néo podomos escapar dosto univoroo. mas as nosaas montes podern. OARV OETITJAN Utlll. EUA Visoes do Terra Ouerla sgradecer a loloorella do Porno Velha do Molar, na Bosnia o Herzegovina [Aoril]. Rocordo-mo do asslstlr pola lolavisao a roaberlura doslo monumento roslaurado em 2004 o fiquol comovldo corn 0 oslorco para o reoonslruir flolmento. Em 2007. passoi urn dla om Master. Peguol e taxa do 25 euros ao clubo do rnorgulho do Moslar (o dlnholro dosllna-so a manutenooo do ponlo) o motgulhoi. Dom-oroi mono: do dola segundoo a descor cerca do 22 molros alo ao rlo Norolvo. mas forarn os dole aegundos mais longos da minha Vidal Nunca osquecorel a exporloncia on a boloza do unto cidado quo Iula para 88 reconstrulr depots do urna guorra Iorrlvol. FATHCK NOLAN HCHA. EUA J-ulllo $‘0lIl 0 povo do cavalo Porto do mlnha case no morgem sul do rio Spokaoo. oxlslo um monumenlo do podra. construi- do orn rnornoria do massacre do 700 oavalos indlanos em 1858 polo coronol George Wright [Anvil]. As nabilocoes Indies o oo cololros lorarn tambom dostrul- dos. Esta paglna vorponhooa do hlstorlo dos EUA lol dolxada do flora do raporlagom. Como os broncos tomarern posse do terra. quobrararn os lralados com os povos nallvoo quo oslarvam lnlcialmenlo dlsp-oslos a vivor om paz o harmonia. Olfllb ARMSTRONG waahlnucon. EDA Damasoo A aurora afirrna quo as ludoua slrioo ‘abandonaram o pals apos a fundaoéo do Israel. quando o oovorno comoqou a vo-Io: com doaconllan<; a' [Marco]. Duranlo soculos. iudous o outros nao-muqulmanos ne Slrle livotam lirnitos roslrilos do clrculeoeo e aceoso no emprogo o oslavam sujoitos e um irnposto ospeclal. Na decade do 1940. mulllddos lnvadlram os bairros Judouo Ouom podo lugi: para Israel dopoio do 1948 M40. DOIION UEIISLV ooaur-. an colnooooo uuoo you war. no u A logonda in: rcloroncu A Sound: Gvorro MUHIII. No rnllnndo. oonrln tor rnonclonooo a Prime-rs Orondo Ouorrn Ann. aou AuosuoA cosunu No grtllco do molomollo. a Idonmlcacaa dot olomoo do h-drooon-o a Mono out lrocada No use no: ’nrvnolroo m‘: oIoos'. ohollo ooh-orooonio aovor| arnurcom- posloo openos por provloos o nouhroos I-HAIL nalxonal a lcdimarovluu l IOIOIIICO RDA Remus Fbrtuoal. Run Flloo Folquo. ll‘ 40. 4.‘ I000-I24 Lisbon 3315311‘ aahflflllfltg n-nomlooooroorucpa For mouooo do otonco. as cam: podorlo tor odalodu YILIFO NATIDNAL (5!.0(ilAI'lII(I I AGCIJGTO 1014
  • 9. wsozsmsunruto ~ “ : % . x'. «": }m-t‘: 'A my‘. -.: "vurw'u-. “ 11'. ‘ r‘ ’-xv: ;:r, mI‘. .v . vr"" fa . ‘ _ " 3"-1» " , ucooca (M M OACCAO . Du: rl. .Flx in V Esltemoz. Portugal . Na lmgucsln. dn Com porln, em » ‘ plum) Rosorvn Natural do Esluouo do S.1do. |.m. : bcla ccgonharbranv ca doxowso totogramv om todo o sou esplcndor num: none quenlc O0 Vt-mo. com a Via Lacioa por clma do: 5:. Amantc de losoqraiia do nmvrozn 0 do astvofotooml-A. Ouurlc Fteue mic hesitou a cnpiou ostn Imngnm nspnntosa‘ <~— —~—-~<Tyy-_—-- lI¢«0UIADtlI| lOw€¢JAO . | ' . §. ‘ ~ Joaqu m 0? veivn . ; Pono. Ponugnl As Fesias Joaninas silo mo cmblcrnlmcas da Canada do Purio Que passa D0! ve-1-as doeparcer b. r.$o qua a w. -rdndr. -urn padroc '1: an cldaoo e Nossa Sonnora da Vandorna. Na colebraqéo dc. -slu ano. Jonqulm Ollvolra pro-cuiou urn Angulo (H«mn1fl a cameo. com umu c. -xplosaio dc car, a II| ‘l: CL'I como m, fc.1 .1 v-mos NATIONAL (iI'(D(iRAl‘lIl¢Z I AGKISGTID 10!. ‘
  • 10. Linn. homom cu trlboo Iocois guiam 00 tom cumulus nan uma lllll do 90810 an «anti: Arfibla swam Esta; amen move- dmu atom dunes om forma de meiuua, que se movem lantmnonla a podom mount 150 metros do anuta. uuu nun Air-at III unau
  • 11. "u. ‘.; ‘-, .
  • 12. hgmono Gnome Purser. do 77 mos» roan os gortnoos oolocadoo , ‘ - some um: cement: -in , - Iocomottva a vapor. Geotoe ' c adqulrlu o ongnnho hb 33 , mos por 100 down Amps g do an Iomar urn canlolro . do floral. 0 msqulna 1'06 ' uflllzndn pun dolxluv mlto 9 one oslormuv soio Culllnl uuflllolc Afit .5-‘Pf’ ~. v~' . ' ‘O. 4. I ‘-
  • 13. or V
  • 14. K Van anal: lmaoom do vasoes an Terra em nutlonalgeoorophlmm
  • 15. Golan Alacados, on Iowa-n-dam otwom-so nu polu Iruolru. ocenam as dinntniras o lennlam as an. revelando manchu nuqowvu om iorma do one. Etta dun Mmoas adultu. coda uma com monoo do 8 conumauoo» forum H5133 num campo do um potto do Nicosia. mun: noun
  • 16. fl0JE Antes da dentada Os dispositivos do dnssuasdo para aiasiar tubaroos. que podem Se! VBSIIOOS 8 emilem um nequeno compo cloctrico. I0rl"IilI'fln1'$0 mnis populnmta um vénos ponlos do mundo. Colocados no lornozelo ou cmbutidos na pranchn do sud (om cimu. o equlpamenlo desactlvado aepols de um teste). afastam os lubaroos som os rnagoar. O5 impulses elécmcos penurbam os pequenos sensores no 9m: 'uA1 5' n M: MAA ll0l. F.TIM Cl-'. l.IIS'l'E L~'s! ¢' nub. Id mt ulw. rm rvrlas parks do muudo / / I. ’ dc Agosto ‘ °/ . 0 ( Jnnu dc meta-ms Pcrsddas . 29 J1‘ Agosto W Nqauno mais pn. ‘-ximo do ‘l'¢. -nu rostro do tubarao que sao ululuzados no deleccéo do lraco campo cldctraco das pvosas vivas Esta ICCHOIOQI8 10! 1851808 110 lunarao-de-pontas-negras (2 no lutmraiorbrnnco " Sfno duas cspocics contra as quads precasamos de nos ptotegef. dlz o boologo Gootgc Burgess‘ O dcscnvolvimcnlo do investiga- cao com grandes pvedadores em oceano abeno apresonla dosafios. Urn doles é onconlrar cobaias humanas para esles Iestes. ~ Daniel Stone
  • 17. CZTJ NIIIINAX D . .. . ... . . . EM DIGITAL 3D E reC1L DD) 3D
  • 18. HUJE ‘, *}; r.. «': l-, ::: .:». «,-f'2.‘*. . Nu }'n: l§¢ru! l.l ca; -lulllr durmuu a mi: .ul: I 4/cl L-'~J3. pudc wr-. -4‘ tllIl['ltl4-3:31: lIl! (l'fI? :lu{ll so! -rt‘ u pnnwxxI'rl: l'. z, cl‘. -stun) c ra/ gel. rm mmm. ulu. 'r. ~l mm as n*_~rm apw rl_t; nmr. uvt uh‘ I917 (ca Pn: .' Rm’. -). ulrum rn. vq: u", l3>1 cl'. ‘Iaml- ll-I lrglrnnl l'rn5r': . n'mirm. '!u. A'| .”('1’'» ulr. -lg--nr m, 'vru. l’. : p. -In (alnmlu do I(( ll. ’ Lusu. l]ll(_fl; 'l u! r'. 'l: a.'. '/-; I pdu prinr<'r'nr ts‘: num pmj-'rlu cl’: lzrq: ::'ar. '.»gi. I. 1! O s usos -(1-0 Luso Na tardo do 24 do Abrll do 1917. no decurso da Prlmelra Grande Gucrr:1.o vcluiro ituliuno Bren. -u'mé Prof. Luigi viaujamn cnlrc o Reina Unldo e Génova. na lmportanlo rota quo llgava a Gra-Brotanha ao Mcdilmr; '1noo. I'~o largo do Sagrcs. a tripulaoéo dosconhocla quo dosdo as 6n3O um submarine Imperial alomao. o U-35. comandado por Lolhar von Amauld do Ia Pcriorc (1886~l94l)_ j. -‘n tinha alundado os vapores Nordsoen. Ton/ ore e Vllhelm Klag. Pouco depols. soou tam- bérn o loque do flnados polo Bionaimd Prof. Luigi. Os mas vapores loram relacionados polo lrwestigador Paulo Cosla com dostrocos all exislentos. mas lalta comprovar clentilicamento 0:22:41 rclacaio. O vcluiro ital-ano nfno loi ate‘: no momonlo localizado e o dléno do bordo do U-35 lndlca o sou alundamonto numa poslqéo cujo lundo so onconlru at gramdo prolundidudo. O5 dois uuloros. investiga- doros do Conlro do lnvestlgaoéo Naval da Marlnha Portuguese (CINAV). tontaram localnzar oslos doslroqos no dia 28 do Male. 21 mais do 650 metros do prolu ndldado. lnlogrando uma mlssao do oporlunI- dado por cortcsia da Estrulura do Missfxo para a Extcnsfio da Plalalorma Continental a homo do NRP Gaga Coutmno. Uliliznndo lccnologin do : :ond: :dom: : multilcixu c rccormndo pcln prlmelra voz na arquoolog-a porluguesa oo ROV Luso, as buscas revela- rurnvso por om inlrutllcraus : Ip<: :;.1r dz: locallizncilo do uma: czstruturu do madena. nmposslvol do rolaclonar com o velolro nesta lase. A campa- nha intogra-so num projocto mais amplo quo inclui ainda o municfpio do Vx'a do Blspo o a empress SUBNAUTA ~ Augusto Sn-lgado o Jorge Russo A‘-_. uL': _‘-[, lLl}l[In: -1'. -3I-juuju o, (l, -. u~_Il A_ gm tjrlt . uA pg. -.3; v. u 1 . l;l, lrllyAI
  • 19. HIIJE Testemunho alado A 6 do Junho do 1944. as tropes alladas Invadlram a Normandia na rnaiot operaoao mililat da Segunda Guerra Mundial. Um dos lntervenientes eats a set restaurado em Portugal: um aviéo Douglas DC-3. conhecido no moio como Dakota. que Ianoou péra~ -quedlslas none-ametlcanoa sobte Franqa no Dia 0. operou depois em Iinhas comerciais na Irlanda e Is- raeL acabando por chegar em 1967 as méos da TAP. Gracas ac grup-0 do volunmrios Vintage Aoro Club, a recuperaoao decorre no Museu do Ar. em Sintm. no ambito dos comcmoracoos do 70.° anhnersério da transportadore. em 2015. O DC-Jfivi um do: mm’: lit! " xm'4‘dI; ltI$ as-uh‘; da hisloriu modu- nm. N» aimbim do nu sepluagésimo am'wrm'n'a. :1 TAP am a mlupmr uma nrrmmw. n'; >inlum! o-a mm as toms 4‘ 1o_gilipo. ¢ dos srus pn'm: iras wms. ‘lodo 0 interior fob repintado. varios componen- tos rcparados. as assonios oslofados o o cquipa- monto de controlo no cockpit {oi dasmonlado para quo o rosulmdo final scja o rnais ticl possivol no oclglnal. O exterior ostenla o prlmelvo logoupo da TAP. tal como no tempo em qua os Dakota faziarn a Linha Aérea Imperial. Inaugurada em 1946, a mals longa ligaqéo no mundo feita nesles avléos. quo Ilgava Lisboa a Lourenco Marques [ho]e. Maputo]. em Moqarnbique. Esta modelo do aeronave toi. do longe. 0 mais labticado do sempre no historic do aviacdo do passageiros, com uma produoéo superior a do: mil unidados. - Antonio Luis Campos {Vs ViCi0 do QUCHO Ha uma nude porn 1: populnnaado do quouo: ale contém pequenas quanlidades do subsubndos que pol: -nclolmente cnusarn dependéncla. Algumas dessas subsuinclas provém do coseina, uma 4" ‘ _ ‘ pcoioma do loito one so concomm d-uumto a pvoducbo do ououos. O pvocosso _ 5. do dvoestbo humano decomo-6e o cast. -inn. origlnando substéncias quimocas , umolhnnloa A nsorflnn. Mn: min 6 Iudo. 0 9:09:50 lone pods nproumuv ‘ vosliglos do modinn produzlda no figooo do vacn. Provaw. -{manta nus drogas notuulia mo bonollcna pan: 0: bonnet. pols Mm um olono colmlmlo o lncenuvatwnos n mamot. —— A. R. Wmuns ANVOMEJ Uri! C4305 NIO VO’0| WHL "11". D‘Pl| ‘00 I lIU(fl§lV'Gl"7V “I554!
  • 20. Arnilmiu fitméfifafia a, &. esco% mm Memoria com miihées do anos para contar. a serra da Arrébida e o territério adjacente séo reservatérios do oonhecimento, patrimonio e histories por oontar. Tcxto do Paulo Jorgo C-nrmona Fotograllaa do Luis Quinta
  • 21. Aposar da olovada denaiaado popuiacionnl nn regmao. mnisto uma Anablda solvaoem. em tetra 6 [I0 mar. quo HO! tomato para o mundo pristine da sorta. do oaicario a on fiorostas.
  • 22. GRANUE ANGULAR zlrrliltfcfu ‘ ‘ ads: indicuvn quc a missile fuss: tio pcnosa. Mas forum muitas as (lCSCi- das ingremcs, as pcdms quc fnziana rcsmlar os pés. as subid-as quc parc- ciam obstziculos inconlom; 'wcis c a form dc bra- qm obrigam -.1 agarrar os mmos das airvores pom cvitar graves dcscquilibrios. A rcspiracéo ofcgan- tc naio cvitaw. . contudo. quc ate. -ntalssc cm perme- norcs marc-antes dos vcrcdas: a dcnsa vcgctasfito. uma orquidca aqui ou ali. uma fcndn dc rocha nun quc cstr-: it: w-.1 o caminho -2 quasc cscondia o SoL Por baixo dc uma pcdra. csprcitou um ca- mcol cmli-nlico. N0 at. 0 who dn so. -gunda maior borbolcta diurna d.1 Hump-.1 mnrcou igualmcntc prcscnqa. La‘: cm baixo. por baixo dos mcus pés. adivinho os passos do araltha mais pcqucna do Europa. com mcnos dc mcio milimctm. mcro grao dc pocira no gnmdc livro du scrr. . $6 mais um csforco c a rcdcnc-. '1o ficou :3 vista: A frcntc. o ztrcal c a imcnsidiio dns alguus dc trans- parencias azuis; arms, :1 cncosln vcrdcjantc dz} scrra. A mcsrnn visfno quc. hzl ntlllmn-s dc anus. os humanos quc ocupamna :1 Gruta dn Figucim Brava. uns mclros abaixo. tinham diantc dc si. Aqucla paisagcnt cm outrora vista com outro olh-.1r. Nessa época distantc. 0 mar cstava mnis longc du 4.-ntrada du gruta, cc-rcada ugom pcla ondulag-.10 rastcira. Toda :1 vasta planicic litoml era tcrrilério dc caga dos nossos anlcpassados. Elcs n-.30 podium saber quc aqua. -la re-giao fora um marco nn cvolus;5o da historia d-.1 'l‘crr. '1 — fora all quc cornc¢. mn :1 abrir-so o Atlimtico Nor- tc hi milhocs. dc anos. no inicio GL1 fractum do supcrconlincnlc Pangcia. ' 1 csdc os alvorcs da humanidadc quc :1 rcgifto da Arrébida fol ocupada. Hal ves- - _/ tigios dc artcfnctos sltribuiv-: is no Homo crcclus com ccntcnas dc milharcs dc anos. Nessa altura. a paisagcm e as condwoes clintéticzms cram complctamcntc dill-rcnlcs. Com :1 dcscida do ni- vcl do mar. 0 Homcm dc Ncandcnal rcfugiou-sc. hfi scnsivclmcnlc 40 mil anus. cm grutas natu- rnis. como sao os cznsos da lzxpu dc Samta trl: vrg; t- rida c do gruta do Figucira | ira'.1, comunicantcs atrawés dc galerias internals c ocupadas s: u.onal- mcntc por humanos c outras vcwss por animais NA‘I’I(!8Al. IEIKIGIIAPIIIC I A(u‘0$‘l’() 2014 sclvitgcns. l‘-oi nu scgunda quc foi cncontmdo material ostcolégico dc llomcm dc l'candcrtal. dc quc so dcstaca um molar superior. Ii em all. pclos contrafortcs da scrra. quc cslcs grupos dc catqadou-s-rccolcctorcs gnlvitamm. ermndo pelas praias, abrigando-so: nus grutas. cacando focas c mamulcs c rccolhcndo maris- co. “Apos o I". lc0llllC0 Médio. surge uma estra- nha lacuna". diz Carlos Tawarcs da Silva. um dos primciros arqucologos profissionais do pals c actual director do Ccntro dc listudos Arquco- logicos do Muscu dc Arqucologia c Etnografia do Distrito dc Sculbal. “Na rtczllidaclc. nao exis- tc qualqucr vcstigio do Palcolitico Superior. .. E um mistério! Sc clcs cxislcm por toda a Estre- madum. porquc nslo n.1 Arr-. 'bid;1?" Saltando csta lacuna. o lipipaloolitico tom 0 vs-sllgio mais cxctnplar no Causal do Mocinho, na rcgiéo da platafonna do cabo I-lspichcl. Como cxplicu Carlos 'l‘avarcs da Silva: "O homcm con- tinua a scr caqmlor-rccolo. *cior. Innis rccolcctor do quc ca¢.1dor porquc. com as allcmgocs climal- ticas. a caq-.1 grossa comegou :1 diminuir. " No Me- soliticot as ocupacbcs comcqaram a fixar-sc nas margcns dos cursos dc aigua c. com a cmcrgéncia do Ncolitico. surgcm as primciras comunidadcs dc ugricultorcs. Com: -ca-sc an criur gado. Por vol- ta dc finais do quarto milénio antes dc Cristo. o Ncolitico atingc. com a Rcvolucfio dos Produlos Sccundzlrios do Cri-. u;;1o dc Gado. o pcrlodo nui- ximo dc dcscnvolvimcnto. come 0 define ’l‘a'nrcs da Silva: “Considcro csta época t. ’1o importzmle como a rcvoluq. -lo indmtrial do século XIX! ” )—x MAM L'uvCv' I'.
  • 23. rm: 1%’ 1-1 Do Pottinho ca Anéblda (em clmal aos vundos martnhos. once a‘noa aoorcvlvem cavalos~manrvsos (em baixo). lode a tauna 0 nova osmo condicionados pole: geologia on Amm-"ca o polo chma Na lransicao para o soculo XX. 0 poota. jomnltsln o nrqucotogo Ianonche. -= Jumauc no er-crcvou: ‘Nuns colosssus contorcom-so no fundo. Como 5'-erpcntes olgantoscas. A wastésslma beta do Pomnho. so! ) a onormo abobada 60 con. osmaga-mo do grandam :3 mnioslaoof Iuuutuum
  • 24. GIIANIIE ANGULAR . rmlrnIu A criaqao dc gadu dcixou cntao dc scr a [on- lc cxclusiva dc alimcnlo. ()5 animals lorncccm a partir dc cntao la. lcitc c. sobro. -tudo. tracqao animal — c dai surge 0 arado. quc simplilica c impulsiona o dcs4:n'olv'uncnlo humano. “As po- ptxl-.1§4'>c5. aumcntam. crcsccm as c. 'ccdcntcs. mas subsistcnt rcgiocs pobrcs. quc so tém uma esca- patoria: o homcm tcm dc tornar-. sc gut-rrciro. A posse dc tcrr-as ricas era a ambiqfto m-. i:<ima. " Polo factor bélico, as populaqbcs tém tcndéncia para a fixaqan cm lu ga res altos. .'a Idadc do (Iobrc. os castros fortificados abrigavant grandcs popula- cin-. ~. Como Cltibancs c Outciro R: -domlu. datados dc ccrca dc 3000 a. (L 0 primciro foi abandonado. rcocupado na Idadc do Fcrro c nuvamcnlq: ocupa- do no pcriodn romano rcpttblicalto. Subindo no lcnto clcvador da historia. tam- bém us rom; mn. ~ dcix-ar. nn aqui marcos da sua prcscnqa. sohrctudo relatives in época republica- na (s(-culos II c I a. C.). la] COIIIU anlcriorrm: nlo: os ll-m'o; in. ~‘. c. pn. s‘tcrinrtnc: ntr: . us mugulmanos. "A Arrzllvida (- um mundo nu-ditcrrfutco. dc for- te inlluéncia fcnicia. Como cm (Iacilh-. L<. Sctlibal. Santarém o Castro Marim". di'1. Carlos Ta'art's da Silva. 'lbdas tivcr-am origcns autoctoncs. ma, /4 a intluéncia fcnicia ncstcs locals {oi muito marcan- to. F. com clcs. alias. quc surge a ldadc do Fcrro. pnis dominav: un a tc. 'x‘nica na pcrf-: is; ~.‘ao. “Sabin quc forum 05 ll-nicios quc inlroduzinun a galinha no llO. §§0 tcrrit(iriu? ". pcrgunta Com um sorriso. Ncm so dc ruinas vivc a rcgiito. 'I'od.1 a scrra é rica crn fauna c llora, comu atcslam us csludus dos l1.1lUI'; lllSl'.1S dos séculos XVIII c XIX. A ve- gclaqao é abundanlc. :1 llorcsta ccrrada c a flora zulaptotn-. v.' an clima. a mamsia e a o: .p: 'ciIlciv. I-axle: das falésias. (Tonccntram-sc ncstc tcrritorio ccrc-.1 dc 1.-I00 cspécics vcgctais. quo: Corrcspundcrn a -I0‘. ‘ii da flora portugucsa c mcnos do 1% da airvra vcgctal do pals. cxplicam a dincctora do lardint Botanico da Ajuda. Dalila lispirito-Santo. e o in- vcstigador do Instituto Superior dc Agronomia l’cv: lrn Arsénio. “Ha duas cspécics cmdémic-as. a (Ionmlvulus_fl'nmmlrsii (ou corriola-do-cspicltcll o: a Euphorbiu pcdroi (o Iruvisco-(I0-caplcllcl) quc. n-.10 scndo abundantcs. tém uma localizagao quc sc rn-string: a apcnas scis zonas da scrra, algumus cm aparcntc contracq-.30". clucida Pcdm Arsénio. . ’oI'lO. ’Al. Gliflt-‘IIAPIIIGI I AHDSTH 2014 ~. -.'- ' 'u. . C v . . ‘ 3 ‘cv - .0 — 0- __. - - - . ID “ I # f }. .'‘’ /8. 9 0 V? ‘ . O ‘ . .,. “M , .4ob= 4n Para salvaguardar 0 futuro. um-.1 das solugocs. nao as para a Arrabida. mas para todo o pals, pas- sa por “um banco dc scmcntcs. cri-ado cm 20I0. com o proposilo dc colhcr as scmcnlcs do lardim para manta-r a <olr: v.'¢. ’iu. té-las dispuni'ei. s‘ para trocas com outros jardins botanicos do mundo. c potcnciar a cotts4:r'a¢. ‘io dc forum a prescr- var :4 biodiu-rsidadc". diz Dalila Espirito-Santo. O Iardim Botanico «la Ajuda coordcna cslc ban- co. conscrvando as scmcntcs a 1 [963 do humidadc c a 5°C dc t«: mp«: ratur:1. o quc garantc um p«: n'o- do do o: on. ~‘a: rvagao dc mais dc cinqucnta anos.
  • 25. O samuérlo do Nessa Sanhota do cabo calabrn um culto Inspirado no Ienda do u11 homem quo vlu uma grand: Iuz no topo an faldsln. Noun snnhom Inna sumac n Incur1m; .'1o lngmmn sc~n1.1d.1 no Como do um bum). A Iondn bobcu Insplmcéo cos 1: 110: do <1 «ossauro waives: na enooala e inlarprelados oomo peoadas do um burro. Pedro Arsénio rcmctc para outra caraclcristica especial da ArraSbida: "E111 Portugal. cxislcm sen- sivclmcnlc 45 a SS cspécics difcrcnlcs dc orq1.1i— dcas c. 11:1 Amibida. hé 30 com pnescnqa dcv1'd;1- mcmc rcgismda. E cxpmssivo do valor ccolégico da n: gi. ’1o”. A scrra 1‘: um mundo vcgetal 4: cssa dimcnséo néo podc scr csquccida. Apcsar da pm-ssao humana. da construcfio. da actividadc das pedrciras 1: da cimcnleim. alguns hectares dc mato tcstcmunham umn : rr: '1bida pristina, cfipsula do tempo j. ’1 passado e laboratorio vivo da cvoluq;5o :1 urna cscnla mcnsuraivcl. ‘ ” maginc-sc :1 bordo dc uma nave cspacial :1 orbilur :1 Terra e suponlm quc 1cm capacidz1- . - dc para rccuar 250 milhocs dc anos. A pers- pcclivn disponivcl scria dc umn massa lcrrcslrc uniforme que se enconlmva rodeada por mar c com uma baia gigantc - :1 'I'crr.1. cntéo. cm 0 supcrcontimntc Pangci-.1. 0 occano imico Pan- talassa. com urna cnormc bain - 0 mar dc 'l'étis. Aproximcmo-nos. facamos zoom sobrc a actual lbéria mas. .. nilo :1 cncontrnmos. Simplcsmenlc. cla "n: ‘1o exist: -'2 pclo mcnos tal como a conhcccmos. AIIIMCIIIDA
  • 26. Nessa época. encontmva-sc no corac-.10 do Pang; -ia c apcnas a actual costa sudcstc cspa- nhola cm banhada pclo mar dc Tétis. Nas ems scguintcs. :1 Terra foi construindo :1 sun propria historia: Pang; -in com; -cou a fracturar-se. os contincntcs formaram-sc c. :10 mcsmo tempo. i11iciz1r. '1m :1 derivn, z1l'.1st:111do-se e colldindo :10 longo dc milluocs dc anos. Ncstcs movimcntos. a "nossa" lbérin cstcvc umas vczcs colada no N01-1c de Africa. outras no sul da Europa. Iosé Carlos Kullbcrg. invcstigador do Dcparo tamento dc Cio. *nci~.1s da Terra da Univcrsidadc NAYIONAI. GIIOGIIAPIIIC I AGl)s‘l'0 3014 Nova dc Lisboa. continua :1 dcsfiar 0 lie 21 mcada: “A man de ruptum fez-seq11a11do :1 Pen£11sulaIbé- rica sc scparou do Labrador. no actual Canad. i." Além da progrcssiva scpar-.1¢: '1o. outno factor in- tcrfcriu ~ -.1 colisno da plac-.1 africana com :1 cum- -asiitica lcvou :1 quc 0 mar dc Tétis sc fossc fe- chando até format 0 actual Mcditcrrainco. Com todos estes movimcntos c rolacocs. inicia-se :1 abcrtura do Atlfmtico None c o fccho do mar dc Tétis: é aqui quc intcrvém a Arrdbida. “A so - ra comecou :1 erguer-se I131 cerca de I7 milhoes dc arms 1: o socrguimcnto dc tcrras dcu-sc por
  • 27. A Vida na Arnibidn dosomolvo-so cm oslroitn a:5oci:1¢5o com 0 emblems (100.00! vezes. assume estranhas rnodologias. como na fonda do Cruiro (:1 osquorda) Na: Yalésias. dosoonta a Eupfloloia pedrol. 0 tvovtsco-ooflsob chcl. cndomico da room) (no 1090). A5 quotas o 01:11:): cnmmocos usnm 11 vogotoclto Como wing-o O cnmcol Candndula seluoarensus (om oaixo) o oulao enoomismo ponugués. doscnto polo pnmmm voz n11 11:91.10. A1u1.11111n1
  • 28. GBANDE ANGULAR . lrnrlvr': la colisfio. lcvando in subida. para a supcrficic. dos materials scdimcnlarcs quc sc tinham fommdo em ambient; -s marinhos aquando do inicio da abcrtura do Atlfmtico Nortc“. cxplica. Hojc. é possivcl fazcr um rotciro dos acontcci- mentos quc marcnram a rcgiao: as 121525 (I2 mag- matismo. a fcnda do Crciro. o afloramcnto da praia dn Foz da I‘-omc c a bavcia do pr-. ‘-‘I1-jo. Em tcrmos gcolégicos. nnda r. ‘ o quc parccc: "Antes. o Tcjo tcmtinava cm delta. cm uma airca imcnsa quc atingia -.1 lagoa dc Albufcim. c foi as ¢lc'a! r;z0 da Arrébida quc provocou a scparaqaio dos cur- sos do gmmlc rio iln’-rico e do Sado. A at; -star .1 intponaincia gcologica da scrra. rcfira-sc quc trés dos sctc monumcntos naturals dc Portugal cncontmm-sc na rcgiao: Lagostciros. Pcdrcim do Avclino c Pcdra da Mun. Mas 11- na pcdrcim do Iatspc. com :1 “onda" da Serra do Risco Como guardi-J1. quc olhamns a falési-.1 calcéria mais alt-.1 da Europa (380 mclros). Dcbaixo dos pés. cstao milhocs dc amos zlcumulados; cm frcmc. ts-mos o palco do cnccrnmtcnto do mar dc '11-tis c a aber- tura do Atlantico None. Todo cstc conjunto dc riqucms acabou por nio scr axprowulo aquamdo da c. mdidatur. a I’.1trimo- nio Mundial pclos re. -spons; ivcis da UNESCO. o quc dcfmudou as cxpcctativas da ncgifio c dc toda a equips quc -.1 claborou. c dz) qua! lo-.30 Afonso. rcsponsdvcl In’-cnico da : ssociac; ;'no dc Municipios da Rcgialo dc Sctdbal (AMRS). foi ports: -voz: “Foi NATIOSAI. (EIIDGIIAPDIIC I AGOSTD 2014 um trabalho notiwcl c uma uniaio dc vontadcs da Rcgifio dc Sctitbal c. cm particular. da AMRS. dos municipios dc Palmcla. Scsimbm o: Sctdbal, do ICNF. nus também dc cspclcologos. arquoo- logos. gcélogos. botainicos c. ainda. dc qucm in- tvzrvém directs) ou indircctamcntc no territorio. I-‘oi toda a comunidadc quc sc cnvolvcu. ” Apcsar do baldc dc zlgua fria. produziu-sc mais trabalho cicntifico do quc alguma vcz tinlm sido prumovido cm aircas I30 divt-rsificadas na ncgifao. O tmbalho ajudarai agora no pI.1nv: .1m-zmo c or- dcnamcnto do to. -rritorio. alé porquc os cstudos dzt capzrcitlaulc dc cargo d-as pmias c da scrm para fim‘. turisticos forncccram um scntido dc prescr- vacao daquilu quo: a Arrinbida podc pnuporcionar c suportar. “’;1mos cominuar a caminhar". :Lw: - gurn lofio Afonso. quc nio {echo a portal .1 futuras camliduttums c ccrtifimcocs internationals. Eshaforido mas fcliz na fcnda do Crciro. o| han- do para as vcrtcnlcs vcrdcjantcs c para 0 mar cm l'rcntc. rccnpilulo as pontos dc rcporlagcm quc. a pouca distfmcin cntrc si. l<: v.un av conhcccr cu- dcmismos dc fauna c flora. sftios arqucologicos imparcs c monumcntos naturais Linicos. E cssa at forqa d-.1 ncgiao d-.1 Amibida: -.1 conccntr-. x¢a‘: o dc patrimonio Linico cm cscassos quilémctros qua- dmdos. loiio Afunso digs; -ra-nos cut Scltibal. a pmposito do dossier da UNESCO: "A Amibida nio mi parnr. " Dcpois dc uma pausa. acrcsccnlou: "Na vcrdadc. cla nunc-.1 cstcvc p;1mda. " A arqut: o'o-q a on-quanta dlsclpltna cdemmca deu alquns dos primuiros passos em Portugal mu Am1l><1.1 Os hvpogous dn Quinta do Anjo (in nsqu nldn) lornm unaccom- [03 no m§ot. 'o XIX. A uuruila. n grutn do Fmdn. mnmvuhn aubturmnoa o tcvstomunho cxuboruntc do como a Cxgun a n qulmicn moldmn n pmsnaorn. lt. lhl"l'. FFIV| '-VY ~awurA. 'An - uu
  • 29. . tlkanl ‘ l . .. . IL"
  • 30. ‘Dv_': .purr. mdU O Inf; -.' NATIONAL GEOGRAPHIC Aflntlornlooo-goaphlcsoetuyn; v_. ~.1T. : . "- vL‘ 'jn'1.‘l ' t - - 'Vl " ‘. ,l4_'r, t‘ Uh Luv’ 7:1’-JIK w v’. ~4‘rAhv-: vulva. ‘-. n_d-Y/ AT CIONCALO PEREIRA. Director TIHTSA YSMATGI : , Omvccin ob Ada HELENA ABREU. Coordvnadou Euro: -x. ‘ JOSL LU|5 FIOOGIGK. Ll. Tr. ::. .-v-w to an mug. -In CONIILNO DI? IRKCGIO Ann 9?». n 1- Au». D-AI Iona CONIILOIO CIIIIVIFIBC A ‘IE5 BARNOS. RM 9 0-«Ir-. I~L£KANC>'tE 0UNYaIl‘¢LNk Er. -bgu | "v"'60o do Co’-mltrc Fur Ilru-: ':n us: tmwro» do has; CA5|L0$ KAEHIO. A4‘-. ~:r~: v:v. —I c. u«vu. »o ncomou. v~: s -In-~o_; uu. <' cLA1J:4o tour :5 An,1m: A:gu 1 nmuctsco Aw! I. Ansu-: v>3J. a| ~4:. r,: . VRAHCISOO F'ETF J06!-FOIISECA. Z->o| '0-' GALC-hvl CE CM'<vALD~O. Orofixp-A JOAO OE P «A CALMAL. 4n"'O-il'g-A .5-)-: -A‘ Joto o-AuLo oLr.1'~u & CGSVL Muir: d: Ln: u'1.| n mcanoo srmzlo r. Au1o'. T rump . Cnny-vb-V-51-‘ 1- Mun-do ‘MLOUQ t'N3.t! .-"-'v; .1 : .u3A-. . Mnos vvsms. A-uupc«. ~,~. sumo ‘NF . '3.A tAl'nO‘ A_I‘_'nm1I'n) VANCM SANTOS. Pal. -¢vnu; ‘,. ;. ' mA10 3-0|| CMLh>v0MM'<Z). Jl. :-T Amt-h: -r. u V>£lDtt HLI-‘JO IOIUAL Vvcnnclo-3-I UL‘ V: InAoucAo ¢ uunuo In-. .von kn Mao»-s-A Cxxmvtona-; Ju: : no Ymrugln, Ia-. -.-no . '.| K-noon-n, Imu cu C. n!u in AW: n LL. Fm-ms rla u, J-), Em. O4)4Iv‘. uNvv| .Rcv1w‘-1 COIAIIOIARIM NKSTA IDIQIO Raw unfit h. v*+w. ~ A-sun! -av V-‘L Ariana La: CA‘npc» A4wu'.2 51.43.-ao_ It-dnt ~; .ln Aw-gnu do L. I.v. '.ur-sun - I uvuax. J: ~'1:~ Pu)-1: Mama, Jory». It-nsu mac bk--an AIOAOGLO 9.. . 7-‘. [-0 r. A. ..-Tm an 4‘u-141 sot. -}t2~l Kuhn: n- L1’-I)2I . )u. dz'-7 Era‘ VH'l(1‘nt)q-v: {Aj'~I:0. ;‘ ttnvvvalnut A8$| NA7IIRAI (MM nu-(nu .14 coo--I .2’. an-. .vm VASPIN-u». .nI foo’ (JZN 9! £1) 70 SM Emu nxvuvwn ‘vuunl DIPANI’-IMINTO EOMIHCILI. Pat“: 4 A| EAQ4nP34d, Ch-Iv do l4t~'-cnfaoo 0 L-«)9-cove l-Dmamslosl; -I gal‘-I cu; -nl. Iu F-. lX. :yhl 3L (Ln-rm-an | '.~'vK. :l Dan'oocJa V455‘, SA 5». -V .5; 0.‘. ..-. ... .c. : mm . .u, .., n . ,I (.190 SIOA-NO! Illlfllll KM «'05 / u.-nr. .}v-. ,;: ;,: A.‘c pt ya . ~u " ' ‘H: -bu-. A r. v:-umwxvlu v. ’ V. -. -u. -nv-x. - -1 Ldll dj Iutrnu. :4 -fn‘)JlVu‘ HA2)? -«I n ma. .- c. ... 5.. ... . agaqpu, n'Ilnv. I (cu-1 1 I I ‘J .4 -. - g_--. .. u . .u. ... . . .,. 711:»: u. .. ~. .., . . -L 4): . .1. . , can-—n hut». N vi A. ». .». .w-. n-s-<I4l. .4.. Imwu-n A350: 1. it 'In-' An. ‘ ‘ Alumna: r‘-41o~. —v. . . turn I. '. nun»: 7v '. ’r. -r. can Km gown‘ 94-. - cncoq lv ' - Illll “ f n- h>~ .1‘ '1 l‘| VIA-Cl l . ' K’. ' - n- -I orefiuak ‘A I on-nun ll rm’ T. » our“ '7': Ian nu-nun '-». .- . 'u . . I~(nA‘u -‘. . w -u. u-nonu-A. .1- / oi. n- nun. n. .v. - —u. "NJ ‘J. ~>T nun: »-T- Iu ! v-nun nu- -- uviwvv-uv. oqc—nv~-ntl IV-1!‘ v av. . , . .-. . .». .-. um -(A 5 ‘ ~-- L-"¢ urvu lv<'hL Ln-«anal am. _. ~ r. .u u, -«T-nu Lu . _ Ava. - vurvwuuun onus» I» ~ 'u-- Ib—ID I. «cannot D. VIQII V. , annual gt‘. .31,-~. 'n . , 1,. .. 5.. . : .:. u ; .n. '.l . : ; >.'orccc. zo (J0 o'. mu. '.: ' :4.. . . ... a. p,: ,;u. .u -“pa. . . ... ».. .u . u. :.. .. '.. .'u -1 4 » u u : .— A .1 PA Inn A’- -. V-- . .. 1.. ., rv r. 1-—x . ¢.. num VI ninth’. in . I A4 Ahlvl. ‘v¢|1'-Oak -1.. ..«. V. F, A-. r .1 fr»! r. .—. u 1. a H um : l.. ... ... T. .. I'~*2,r-r '7! : l~‘hut C’ ' ~. nu: -.4 I --um -or an amm- -nu-s. <.: ~u -not urw I! an I)'. "‘ . v- —y-1- . ..—. . n -- I. l . -~, . -.y--V. _. ... .--. ~.. ... - . -.4 . - L, .- . g.«I. u. .:L. .. _ -. y.1,-«. r.. 1: _: ... ,J. —.w~. u v. ... .-L. ~-3.. .‘. . .. ... ... .. . .,‘-u pm. .a I-. -' A I»: ma. .. . no-nvnl ». .—. o. x. .. a I" (-‘wt _ A. » . r 5‘. --.1.-.1 A urn -so un. :au-nu c: -«mun : op1u»o : u~. . : - II . A v. . .1 mavupx . rToy- V 1r . ~.. ~. n-.1 - r-T . .. 7: . . - um l_. ... .A : _v. r. - H. -: m,r . .n. v-- L T JJV C. ‘Ln. ‘(mh A, -' V. '- -, | , in . saw’ n V. Iunnawiu -. -nwua v Hutu . »gL. . N : L. m, -. . . , »g. 1.. .. _ . , I. -. . . L CT. .. /9 : v:u-. .. n. .C. --. ;utv‘-« $7‘-7' . -. . .~ -. v . vT| r.»; -1.-r. nun. .. rt‘ : »n mu Vi’; . -.- Vv -. n» - REA. -.~. .-H». GRUPO R H A Ft-CAF 30 F 3000. r-ra-1-vv-s ENWO1. E »0L. £S A3. A-_~uw. I~ now av-rm-.1: AKA P6359100 E MARI CAFHJEN CCHOMAST D. -n: t:au n »; .-u. I VIDA NIVIBTGS PORTUGAL YKNZSA VERA MADAUIALS Dmcrnu-para‘ $1.4 Furs: F‘-Ag. » n‘ «J. 4': nr1u 10(1)”! Ln! -(H V-< tn: -V)? ! ; )l(»l2(D 1 «-. - lb-: *<: V‘. -)1‘ v-. -vmm-n :4 Cnrrrbontn 1-. ‘ £07 (D7 .15‘. L~'w. ;. on hat-vul Cu-n; r.I[. inr. .‘K. x.. ~ty Ovl-31-4:‘: L-vun n ' u. u)2¢2.>I 21'» ? !(I2»’-49) nu; «ma -: v-1» cum on Cov-uncnclo 2'-ocul : o— n H‘ IRJIHI do SOOJITIIDI O mp IJIFIIENYA A arc-mt: -.. -;. o tit’ Yl'XYCI's I’ IMAIAFMS
  • 31. EDITORIAL Bcrqério da ciéncia Poucos territories naturals loram téo ostudados om Portugal como an Arrablda e. no entanto. ela guards alnda lncontavois sogredos 0 tom 0 podor do contagi. -xr o visitanto. tornando-o viclado nos seus pequenos mlstérlos. Na alvorada dos ostudos naturals nacionais. muitos dos grandes naturalis- tas europeus dos séculos XVIII e XIX ocupamrn-so da ldontiflczrqéo da flora da Arréblda. Féllx Brolero leré aqui leito colheilas; Tournefort. Hoffmannsegg 9 Link ostudarantmzr pun: oscrcvcr 'Floro Portugualse". tel como Wlll-comm e Lange. autores do “Prodromus Floraa Hispani- cue‘; r‘-dollo Mollcr colheu materials na Arra'bida. quo lhe foram uteis em Cofmbra: Sophia Ribeiro da Silva 12 Joao Barros e Cu nna loram plonelros na herborizaoélo da serra A Iista prossaguo. compilada por outro grande botimico apalxonado pela Amiblda. José Games Pedro (l9l5~20I0). quo doscreveu em 1947 um endomismo das bacias do Sado e do Tejo e a quem Molero e Rovvlra prostaram a mail; bola homonagom. dedicando-Ina em 1997 a Euphorbla podrol, endamisrno absoluto dos encoslas da Arréblda. Tumbém da gcologia so podora dizcr quo zl Arrixblda loi borcério do lnvostigadoros e toorlas. do goologos e paloonlologos. come 0 compro- vam os trés monurnenlos naturals classlllcados ern téo oxlguo tarritorlo. No caso da arqucologia. a inlluéncia fol alnda muis cvidcnlo. Reallzararn-so na raglao as Arréblda as prlmelras campanhas arqueologlcas sistematizadas. om term a no mar. do nosso pals. Fol aqul lambém quu cmurgiu o primoiro vosliglo ostcologlco do Noandortal. tostomunho notévol da roslstoncia dosta ospoclo na Peninsula loérica E a historia. .. da pro-hlsloria rediglu aqul os primeiros dellclosos capltulos de engenho e sobrevrvéncla. E csto torritorio. boroo do ciéncla 0 do palxfio. quo o corwidarnos a descobrir na reportage-m e no mapa-suplemenlo deste mes. n-; --alt Os sogrcdoa da ovolucao no Ammblda catlvam os bolainlcos no 1103 soculos. II‘l'l‘n'. lIAI| A rd l~n| GIl5I'l '- gun! 1»: AMA: -; A- I’. -r. ' us! u-; ~t'. l'l , ---; -
  • 32. I 724 5.’ ——np. _
  • 33. Um dia, hé muito, muito tempo, cerca de 3200 a. C., os agricultores e pastores Clo arquipélago escocés das Orcades decidiram construir algo grande. .. As Pedras do Stenness deverao ser o c‘rculo do podra mars amigo da Gra-Bratanha_ 3
  • 34. A V / I *. ~ 1 I , '.. I’» -—‘ 7 '4 _. __. c ,7 — ‘ - ¢' ’ ‘ . or V. , 4-—— . _ _ " . -1: 9.. - : ~—-- —. : ' - - . ' "’ | -- , _-‘ . ‘ r .1— T’, I . /V C - . _.. . . - . . . - _ F I 4 ‘ _‘. ~ x 9' " r, ; ; . ‘r‘t, .A.1 ' ' _ o _ J 4‘ ' ‘ . _‘__, ~-A -or
  • 35. A vida nas Orcades da ldade da Pedra era roqulntada As casas bom oonstruldas do Skara Brae. a aldola ncolitica mals con-lplota da Europa. lnctuiam larolras. camas o armérloo do pedra. Hal’-ft‘. I N“! ’lC‘lD'~ l09)0IAIlDO'- EOCI A LJVCl“IhQ‘O El. O¢I’0’lC WTOVKIND
  • 36. . . --~', ,-) 3" — _I Id. . - L» f*‘« . Vs‘ ‘ ‘ ‘ -. . ---"no; .. _ ". , . I'~ ‘ ‘~~ l — — —~- - V. ‘ . _Z_ . .. ... .fl. . , . II L , “ jg. . . ' '1 —‘_ ’ ' s. ‘V . -1* ‘ —— —~; -; :~. .~: ,/I __ : - P- : ‘ " -7 - I . . V . . , , , . 5 - I. . . .—- [I ~ ‘ A I- I ~. , .
  • 37. H Abonqoadas com solo lértll o cllrna amono. as Orcodes oram torritorlos do abundllncia para os ngrloultorcs do Ncolltlco. A rlqueza agrlcola contrlbuiu para a Ilberdade quo permttlu ooncrotizar grandlosos sonhos arqultoctonloos.
  • 38. ’Ii: xto dc Rafi’ Smith I Fotografias dc Jim Richardson A tecnologia era da [dade da Pedra, mas esta sociedade tinha uma viséo avangada. Hzi cinco mil anos, os antigos habitantes das Orcades, um arquipélago fértil a norte (la actual Escécia, ergueram um complexo de edificios em nada semelhante a qualquer outra construoéo jé tentada. Extralram da pedreira milhares de toneladas dc arenilo fino. talharam a pedra. afeiqoaram-na e. depois. transportaram-na ao longo de vérios quilometros ate uma area pantanosa através de uma lingua dc tcrra cntrc dois lngos. As muralhas imponentes que construlram teriam impressio- nado até os ccnturiocs romanos quc. ccrca dc 30 séculos mais tarde. construlram at Murallia dc Adriano noutra regiiln da Gral-Bretanha. Enclausurados no interior dcssas muralhas exist inm dezenas de edificios. Um deles teré sido uma das maiores estrutums cobertas alguma vez construldas na Europa do None da époal pré-his- lorica. Tmha mais de 25 metros dc comprimen- to e I9 metros de largum e paredes com quzttro metros dc cspessura. Do complcxo. faziam parte pass: -ios pavimentados. cantaria entalliada. factua- das coloridas c ate telhados com laje. Em modo répido. avancemos cinco milénios até uma tarde de Verao amena num promonto- rio piloresco conhecido como Ncss dc Brodgar. Enconlramos aqui uma equipa ecléctica. consti- tulda por arqueologos. pmfessores universitsirios. cstudantcs e volunttirios. quc traz é Iuz do dia um conjunto dc grandiosos edilicios sepultados sob os campos agricolns durante muito tempo. Segundo o arqucélogo Nick Card. director de es- car.1«; oes no lnstituto dc Arqueologia da Univer- sidade das Terras Altas e das llhns. a descobcrta dcstas rulnas estai a revoluclonar o conheclmento da Pré-I Iistoria mas llhas Britainicas. “Este lug-ar tem o tamanlio aproximado de al- guns dos grander. locals cltissicos do Mediterréneo. como .1 Aeropole gre u. so que estas estrutur-as tém ma‘Ls 2.500 anos. scmelhanga dn Acropole. fomm construldas para que se impusessem sabre 8 NATIONAL GEOGRAPHIC I AGOSTO 1014 a paisagem: para impressionar. maravilhar. ins- pirar. talvcz ate‘ para intimidar qucm as vissc. Os construtores tlnltam um piano. 0 seu propo- sito era deixar uma marca. ” Que marca era essa. e qual o scu destinatzirio. é um m istério ainda por esclarecer, bem como a finalidadc do préprio complcxo. Embora gem]- mcnte ldcntificado como um tcmplo. é provslvel que o complexo desempenhasse diversas fungoes no Iongo dos mil anos cm quc esteve a uso. Toma- -sc cvidcnte quc muitas geracoes reuniram-se alqui para celebrar rituals sazonais. organimr festividades e cfcctuar trocas comcrciais. O admdo é ainda mais intrigantc porque as rui- nas for-am descobertas no comqrlo de um dos mnls dcnsos conjuntos dc monumentos d-.1 Gr: 'l--Breta- nha. Esta regiao é invesllgada I111 150 zmos: primei- In. par antiqutirios do épom vitoriana: dcpois. por nrqucologos. No entanto. ncnhum teve :1 mcnor suspeita do que exlstia debalxo dos seus pés. Quem hoje visits "0 Ncss” facilmcntc avista as diversas estruturas iconicas da ldade da Pedra quc integr-am o ntlcleo central de um sltio conhecido como o Curacao das Orcadcs Neoliticas c classi- ticado como Patrimonio Mundial. A um quiIo- metro dc distfincia. sobre uma colina coberta de urze. ergue-se um gigantesco circulo conhecido como Anel dc Brodgar. digno dc Tolkien. Um segundo circulo cerimonial. as famosas Pcdras de Stenness. é vislvel no caminho quc conduz .10 Ness. E an quilomctro e meio silun-se um monte I'~. mt-asmagtfirico denominado Macs Howe. um tu- mulo com cflmams interiorcs construido hé mais de 4.500 anos. A entmda fol allnlmda de modo .1 rcccber. na tardc do soL-iticio de Invemo. os raios do Sol poente que iluminam a cémara interior.
  • 39. Atquooloqos escavando no Noss do Brodqat dascobrimm o mats rioo conjumo do ar1o neolitlca aiguma vez encontrado na Gra—BreIanha. inciulndo esta pedra decocauva grarvaoa com um molivo geomémco. Macs Howe também esla alinhado com o cixo central e a enlrada do templo reeém-descoberto no Ness. circunstancia quc nio pan-cc acidcnlal para os arqucologos. liles suspcit-am quc as rui- nas recenlemente desentcrradas ser-so uma peqa csscncial de um quebm-cab: -gas muito maior dc cuja existéncia ninguém sonhara. Ila‘: apenas 30 anos. o Anel dc Brodgar. as Pedras dc Stcnncss e o uimulo dc Macs Howe cram considerados monumenlos isolados com historias separad-. L<. "O Ness cont-.1-nos que esla é uma paisagcm muito mais intcgrada do quc imaginaimos". alirma Nick Card. "Todos estes monumemos estao incxtricavclmenle ligados por um lema grandiose sobre o qual podemos III $5 DI IIDOOGAI I-JYEITIAIADO (CM 41.70" ILCIO C-3 DGYITUYIZI In! AAIIJCKCVIJA t}c'vYldCAC( (M1 Vflflki AHA! I DA! KPIAJ (§IIIZIC.1A apcnas especular. E o povo quc conslruiu isto formava uma sociedade muito mais complex-.1 e capaz do quc a hisloriografia Rem rcconhccido. " MA . n:1'ro QUE AS ()R(IADliS silo xsarcmmsas para os arqucologos. gracas ; ‘1 antiguidadc da prcsenqa human-a n-as ilh-as e an facto dc quase ludo no arquipé-Iago ser conslruido em pedra. Exisiem Iiteralmenle milhares de sftios. M 511;: maiurin intaclos, espalhados pelus ilhas. No seu crmjunto. abrangem uma emnologia muito vas- ta. dcsdc acampamcmos do Mcsolilico e pox’ - dos da [dude do Ferro a vestigios de salocs dc fcsta dos norsos amigos e pal-. icios mcdicvai. -a arruinados. ANTES DI‘. SYONHIIENUE 9
  • 40. A alum Jessica ‘Jo’ Houpol oscavn uma caboqa do machado do podra pot-da. Nick Card (in esquerda). o director at: escmracao. oonstdera-a ‘a rnemor que 1:5 vi dascobena no campo'. “lo ouvi chaman. -m a caste sitio o Egipto do Nor- te". cont-a -.1 arqueologa Iulie Gibson, quc chegou as Ortades hi‘: mais dc trinta anos para cscavar um cemitério viking. “Se virarem uma pedra aqui. t‘: provdvel quc ertcontrem um novo sitio. " Por vczes. ncm isso é preciso. Em 1850. um vcndaval violcnto csvcntrou algumas dunas na baia dc Skaill. no flanco ocidcntal da ilha Main- land. expondo uma aldcia da Idadc da Pedra surprcendcntcmentc hem prescrvada. Os ar- queologm: dataram a aldeia Sknra Brae de cerca dc 3l00 a. C. c crécm quc tern‘ sido ocupada dumntc mais de seiscentos anos. Skara Brae deveria ser acolhcdora no scu tem- po. Habitaqocs dc pcdra cm forma dc losango IO NATIONAL GEOGRAPHIC 0 AGOSTO 201.] ligadas por passagcns cobcrtas aninhavam-sc umas n-as outr-as. protegendo-se dos invernos agrcstcs. I-Iavia larciras no interior c os cspaqos cs- tavam mobilados com camas c armdrim dc pedra. Mesmo passados milhares dc anos. as habitaqoes parccem sugestivamcntc pcrsonalizadas. como sc os sous ocupantes tivessem acabado dc sair. A qualidadc cénica das casas c o vislumbrc quc nos ofcrccem da Vida quotidizma do Neolltico. para nio mcncionar a forrna Icatral como foram rewladas. tornaram Slmra Brae a descoberta mais cspectacular das Orcades. Ate‘ agora. 0 Pnmrzmo mnfclo DI-1 QUI-2 I-LXISTIA algo impor- tantc debaixo da term no Ncss surgiu em 2002.
  • 41. p45‘! ;. ‘-(. .Vf. ‘,y . ‘-"Jrfh 7.: ->1 1‘v1‘. -,. '.r? ‘-'r. [:lw-ml O Orcades neoliticas 1' . _ Polvilhadas dc meg: 'aII- . . los. pcwoacoos o lomulos. as Orcadcs da made as Pedra ostarvam '- . ligadas no toxic do mundo. A lntluéncaa cultural dcsle cornplcxo . ‘ rellgloso e do pereqrIna- “‘ “'— U“-‘”'-’-" ': ‘L‘~‘ ' cino cslc-ndcu~: sc para ‘ lé das suas cos1as_ . ‘.L_u; ‘-w-an’ . U . Col-'u Ward 8-‘Nos mosiucos 1‘; « conhociooa nos Orcwoa Pamndo , - Yovnulo ‘ s. « ,0. Local cenmor-.1! 'Thuno TERRAS ALTAS Slromn-Au L’ A . ‘.Iu~« [Imu- I! O A . fi‘. 'r: ;1 AREA u. —.. .,» E11 DE: DOUE ' C] . SLILL‘ 0' Av. -'3.-'d; '.I. y' Escocn, -. 0‘ I'u:1': < 3. (Jan . 's, .'_uu: [.51 dz A. » . -. IRL/ N0r' N. ~-1 RENO UNIDO IRLANDA GALES ’_ 2' Ednmbnrgr) IN SLATERRA If ', ;, ,. , ,,, , a roar N rrn-urn lfitlli urn ta-r. h'? m,". r7 rr may -nnnu l. N‘17l| '.l‘. A!r nu ‘wt--an Ann 1 nu n-A-. 7 war; run, In wr-cuau at. -.-1, I-I II41uv’V0 K-r AYOJ DLOISAA Lu . r n-. ::AI-' D! AM H24. ('4 ‘. -1-mud») INA‘ II41,A cu. u-; u._mus. ‘.: .-, a-(-1.: --I A~1v_‘. u pant‘. [u "V31, 4 quando un1lcv. m1amcnlo gcofisico rcvclou :1 pre- scnqa no subsolo dc gmndcs anomalias anificiais. Forum fcilas sondagcns c iniciadas cscavacécs cxplorauérias. mas so cm 2008 05 arqucélogos comcgaram a pcrccbcr a cscala daquilo cm quc linham lrupcqado. Na actualidadc. so I09-3 do Ncxs cstai cscav-ado. mas mconhccc-sc a cxisténcia dc mais cslrulums dc pv. -«Ira nos arrodorcs. deb-aixo da turfa. No cu- tzmto. csla pcqucnu amoslm do local abriu uma jancl-.1 incslin1:i'¢l para o passado c prv: scntcou- -nos com milharcs dc artcfactos dc valor incalcu- Iaivclz caba. -¢as dc bastocs ccrimoniais. machados dc pcdra polida. facas dc silcx, uma figurinha hu- mama. vasilhas dc barro cm min iatu ra. cspmulas dc: pcdra xnatgliificmncnlc lalhadas, ccrahnicu co- lorida mais rcquint-.1a: la e dclicada do quc scria de prrvcr para csla época c mais dc 650 pccas dc art: ncoliticn — dc longc. a maior colcc¢.1o alguma vcz cncontrada na (Era-Brclanha. Anlcs dc visilar o Ncss. a minim ts-ndi-ncia era olhar para os sltios d-.1 Idadc da Pcdra com pouca curiosidadc. As vidas dos habitanlcs des- la época pucciann-me dcmasiado distant: -s c calralihas. Mas :1 arm proporciona um vislumbrc da mcnlc e da inaginaq:1o das pessoas quc a criaram. No Ncss. dci por mim a olhar para um mundo quc conscguia comprcender. apcsar de 05 scus tcrmos scrcm radicalmcntc difcrcntcs dos mcus. (Comimm rm E3. 20) ANTIEE DI. !iT0.VIi| ||. N(3h II ‘Londrm
  • 42. Ness de Brodgar Descoberto ha pouco mais de uma década. esle mistenoso comploxo do culio tori: sido o opiccntro do quo outrora toi uma vnsla pansagem ntualisnca. O planeamento. 8 qualldade de construqgio e a histéria milenar do sitio motivaram uma reinter- prelacfio do conhecsmento some a Gris-Brelanha neolilica. __ J" ~ ‘ ‘ 1' . ‘.3. — -’-- 1' . . . ' <b—‘ - _ ‘ ' ' , » 10- ‘ 3. _-- _ _ . .. __ v . _ . §_, “ ' r - « . .a: :.-12$‘ . , - _ _ ' -. . y _ _ . _ fig‘ 1"’? ' ' ‘ 2 nmms"$o:3fi: vn£~"' : ‘ CER-CA DE zaoo Ac. ( 69 Mhaoozs sugouam ’ ~- A can“ 80”‘ - quc :15 pcssoa* mic ‘ rcirulada rnostra wvmm MM dwjmm 0 N033 do Brodgnv , ’ no 5°“ apuacu V (Odo 0 arm. V5. . a~2um o 0 com ‘mm m‘ ' I , '- ’ local p.1m 1.12m ninrnn p . ’ ' das. cur-no pane do urn u. -conslvudo vzéruas r . s rum. -nl quo alrn-mr. .-. n'. '.1 wvm: n avnlulu ' ' 4 ' « . -3 cnompleuo 0 03 conslanlarm. -nle av I ' _ our mmcros . . . . Kongo dos mll arm. -. mm °’""“"’ “ "“° I. uurauo umco Dururnu o No. -olihco, o< nlvms an ngun amda csluvam .3 war dazdn .1 ulhma glar cannula. por inc a coma aprnsaninvnrsc . |.OO~ mum-to -umxu --; -:2-1 IGVBSRIOB D01 tulle» Aw: :n. u¢ cu-.1 num mm ’is 0 D; -ufianos ' A ‘J7’ P. -‘A I‘L‘I' HWY‘? '14‘. TI INA? ‘-V| ‘1‘v’4A . . ,1"-. -.. -.1 ran -mun nu-. y.'u. ‘.u-.14.-. -.1 4
  • 43. 3. CIRCAOO non ROM Com cerca do In}: metros do nltun 0 ma 5.5 metros do lavgum. nstns rnuroa peo- -Iaislorlcos contam-so cntro on mm: altos: nlcumn voz uncomm- do: no Gr. ’x-Btotanha. IDCAIS S 0 And do Brodgor. o Nose do Brocloar. as Poor-.3.-. do Stamens o: - Macs Home tonna- rlam um oomplmun nuiol, inwzrzgudo pot rituals re’. qiouos. sonococtuca Ianasssuoomwu No conlto co local 0 da dOpN. ‘§‘.6iv0 no lcncno om snu rodor. esta pocra algada n’ nhava-so com 025 om-noclos do Prtrnuvuru e do Outono o poomin tn: run-clomsdo como nlxo . -.lrr-bow co do arbculocéo ontm 0 con 0 .1 Iorm Logo Hnnuy Anal do Brodzu Logo Slrnnr-nu 5.1'tcmcAs BOFISTICADAB 0 Noss tomoco as ptimalms ptovas um Oonlnxlo ouroptru do tohados (to laws roctnngulares cauda- dosnrnenlo ta| ruI<! .1.$ Achndos n. -canto: loo cam quo News muros podoriam ostav docomdos corn piornontos natururs o pcdms colondn. -.. Non do Btoclgu ll Pedru do Sznmu: 0. mus oo Om: uxo Com mais do cinco metros do nltuw. ostu conchoito 6 0 molar otrscobnrlo no Gm-Bvemnna neoliticu e podcré tor comp! -do run- coo: corlmonlals nmotvondo tumu- dodo o ciclou do vlda n mortn. dooomposlqflo o tonovncho.
  • 44. Esta pequena tigura é a male antlga representaoao de um tosto humane na Ora-Btetnnha
  • 45. Allinotes do osso e haste podem ter senrido para prender uma cape.
  • 46. 0 local do oscavacao do Nose do Brodgar era o qulntal de um agricultor até ha poucos anos. Actualmonto. ostzio expo-stos on alloemes do 25 estruturas. embora apenas 10% do sitlo so oncontro a doscoborto. r«»o«LucAcOu-xtxulcot 5.: -. num -u ' , _.. ,
  • 47. .x‘ '‘ ‘I l fa ‘ . ‘-1 ‘; ' -1 x -s . .x -, >. _~ .
  • 48. L: -J. ‘ ‘
  • 49. Moos Howe. ‘ esté allnhado ddmodo o oaptutar as ralosdosolpoentoaoflm cl-l lardonbdiado. . eolsticlo do lnvemo. _‘A$ Orcadessao essenclais . 1 oomproo'n_dqr o; rellgléo_nooIifica'; dlzvN_iclt Card. ' 7uu>iJw(; J coutv no rofl :1 t: uutum J - = —-- any-n. -.4,': j
  • 50. Dc que modo estc conjunto dc ilhas :1 nortc da Escécia se tornou um centro tecnolégico, cultural e espiritual? Em 1958. oscavando cm busca do lanes, um agricuttor doscobriu acldcntalmonto o Tumulo das Agulas. com cinco mll am: No interior, ha»-ta majs do 16 ms! ossos humanos mlstuvados com games do plgsrgo. itu cxistc Innis ncnhum sitio «la Gr. ’t-Brct; t- nha on da Irlgmda com casas ncolilicas dc pedras tin bum prcscrr.1d;1ss", cumcnta Antonia Thontas. arqucologn do Univcrsidado: das 'I'crr. s Altos c das llhas. “E cxtraordinario conscguirmos -.1n.1lisar cslats cstruturas c furmas dc artc c obscrvarntos. dc m-.1ncir.1 t; n dirccta c pcssnal como as pcssoas t: l'l‘lbt. 'lL"l. '.1'; ll‘ll 0 scu «: spas; o." Um dos acltzulos nmis surpnm-mlcntr: s Icm sido a prC>t'Itg‘; t dc vcsligios <lisccrni'v. -is dc pigmen- tos o: olnriv. los cm algttns t. ‘Xt. ‘llpl'. lt't. ‘$ dc czmtaria. "Scmprc suspcitci quc a cor dcscmpcnlmria um papcl important: nu Vida das pv: ss0~. t.s". diz Nick (lard. “'I‘inha 0 prcsscntimcnto dc quc clcs pinto- vnnu as para-dos. nuts . -tgora tn-mos .1 c4:rta: z;t. " vl_u_U: - Ins Anuos Com ell-itu. uma das cstruturas pan-cc tcr sido uma cspécio: dc oficitm dc pintura. complct-.1 com pigmcntos ainda cntpilltados sobrt: 0 solo: pas dc: hcmatitc (vcrtnclhos). ocrc (amarclos) c galctm (br.1ncos). juntamcntc com alnmfarizcs c pildcs. Forum iguztlntcntc cncontrztdos no mcio das ruinas pmdutos conlcrciais valiosos como vid ro vulc'. 'mico. oriundo dc luc. '1i. s tau dislanlcs como a ilha dc Arr-. m. na rcgiiu. » ocivdcntal «la Iiscociat. 4: [. K'tlt. 'I‘llt. ‘lI‘3.I dc alta qtnalldudc provcnicntq: dc (min 0 ztrquipélago e do: tcrras mais dislanlcs. Estes artcfactos indicam quc .15 C) rcadcs sc situav.1m numa rota contcrciul bcm cstabclccida c quc 0 complcxo rcligioso no Ncss podc tcr sido um local dc pcrcgrin.1(€to.
  • 51. Com mals do soto metros do nltura o 35 metros do diémotro. Moos I-lowo oxlgiu mllhnros do horas do trabalno a uma socledacle dlsclpllnada do atquitectos. angenhelros e operérlos. Para cs arqucélogos. fmgmcntos dc ccr-. ’1mica com o mesmo tipo de colomgao presents no Near c noutros locals sugercm que o cstilo caractcn's- tico dc ccntmica entalhada quc sc tomou quasc universal por toda a Gri-Bretanha neolitica teve origcm nas Orcadcs. E bcm posslvcl quc tcnham sido om scus ricos c sofisticados lmbitantes a criar as modas do sen tempo. ‘A tcsc comradiz completamcmc as creneas an- tig-us dc quc todos os produtos culturais dcvcm tcr vindo do Sul requintado para melhorar o Norte birbaro". diz com uma gargalhada Roy Towers. um espcclalista escocés em ccralmica anqueolo- gica. "Aqui parece tcr acontecido exactamcntc o contrzlrio. ” Os liéis também rcgn. -ssavam a casa com recor- daqoes do complexo dc culto que tinham visto e idcias para celebrar locals cspcciais do paisagcm. Séculos mats tardc. cnoontramos a exprcssao ma- xirna destas ideias em Stonehenge. MAS 0 our. TORNAVA ESl'liClI| lS as Orcadcs? Dc quc modo cstc conjunto dc ilhas dispcrsas no lar- go (1.1 cxtn. -midadc sctentrional da Escocia sc tor- nou um ccntro tccnologico. cultural c cspiritual? ‘Temos de pamr dc pensar quc as Orcades sato isoladnsf diz :1 arqucologn Caroline VlfIckham-Io- nes. “Do Neolltico z Segundo Guerra Mundial. as Orcadcs foram um importante centro maritimo. um local no caminlzo dc tudo. " ANTIES DI. STOXEHLNOE. 3|
  • 52. .. _-. _ _. . . .-dI. (- . ._'_.4.. ' 7.-. .‘-. _.. .. Aproximadamente no ano 2300 a. C., por razées ainda mal conhecidas. tudo cliegou ao fim. . ... ;.. _- . . _. .‘- . ... ..4¢_, v . . Ovcllms poslam no mcio das Pcdros do Slcnrlcss. quo podcrtio tor sido um modclo para Slonchongo. Em 1814. um agricultor tentou remover as podras anligas para lacilitar o trabalho nos sous campos. Também for-am abcncoadas por alguns dos mais ricos solos agrlcolas do Gr-. l-Bretanha e um clima surprcendentementc amcno. gracas aos cfcitos da corrcntc do Golfo. Amostras dc po- len rcvclaram que por Volta de 3500 a. C., data apnoximada do prime. -iro povoado das Oncades. grande parte das -. weleir.1s e bétul; L< quc cobriam originalmente o local linham desaparecido. “Part: -sc do principio de que as lloreslas fo- ram abatidas pclos ugricultorcs neollticos. mas. cmliora ns primeirm agricultores possum tcr pm- Vocado dcsmatagfio parcial. ha zonas onde grande pane do niata jal tinha desaparccido em 5500 a. C‘1 diz a paleoecologist-.1 Michelle Farrell. quc estu- du a utilizaqfio do solo e as alteraqoes ill"l'llJl1.‘l'lliIlS 12 NATIONAL GEOGRAPHIC 0 AGOSTO 20l. | do passudo. "Part-er: tcr sido urn acontccimento pmlongado 9. cm gmnde pane. C-.1tL<-ado por pro- cessos naturais. ” Uma Coisa é cert-.1. diz Michelle: "A naturcza aberta do paisagem teria facilitado a Vida desses primeiros agricultorcs. Podc ter sido uma das m7.o-2s pelas quais elcs for-am capames dc dedicar tanto tempo é construcfio de monumentos. " E igualmentc cluro quc tinli-am muitas malos dispostas a traballmr no sorVi¢o do causa. As cstimativas dentngr-. il‘u: -.15 para as Orcadcs no Neolitico mscendem a dez mil pcssoas (cerca dc mctade do nomero dc residentcs actuais). o que ajuda a explicar a densidade de sitios arquco| o- gicos nus ilhas. Ao contnlrio dc oulras rvcgioes da . »u. ‘n. ‘s». ‘.. ... #4.. -.” -c-_> _. . _. .
  • 53. Gri-Brctanha. ondc foram construidas casas dc mad-: ira. colmo c outros materials. nas Orcadcs cxistcm abundanlcs afloramcnlos dc arcnilo 6110 c facil dc trabaihar para constmir cslrulurns ca- pazcs dc rcsistir durantc séculos. Os agricullorcs e pionciros quc colonizaram as Orcadcs sabiam o quc cslavam a fzuwr. “Os agricultorcs das Orcadcs foram dos primciros na Europa n eslrumar delibcradamenle os sens Campos para mclhorar as collmitas". afirma lane Downcs. din. -clom do lnstilulo dc Arqucologia da Universidade das Terms Alias e das llhas. “Milita- res dc anos mais tardc. os camponcscs mcdicvais ainda beneficizwam dos tmbalhos feitos no solo pclos agricultorcs do Ncolitico. ” Também importaram vacas. ovclhas. cabras c. possivelmenle, vendos. Iransportando-os para o contincntc cm canons dc pclc. cnfrcntando qui- Iomclros dc mar abcrlo c corrcntcs lraicociras. As manadas c rcbanhos cngordaram nos paslos ricos da ilha. Com cfcito. aindn hojc :1 came dc vaca das Orcadcs «S :1 mais cara do mcrcado. Qunndo sc lancaram no seu projccio dc cons- trugsio mais ambicioso. no Ncss dc Brodgar. os agricullorcs das Orcadcs cstavarn prospcros c hem inst-ulados. lendo muito por quc dnr gragzis c scntindo um forte vinculo cspiritual 5 term. nun. ‘. 'rr. Mu. ANOS, o complcxo dc culto do Ncss dc Brodgnr manlcvc a sua influéncia sobrc a pai- sagem — um slmbolo dc riqueza. poder e energla cultural. Conludo. aproximadarncntc no ano 2300 a. C., por mzocs ainda mal conhccidas. ludo chegou ao fim. As alteragocs climatic-. Ls podem ter dcscmpcnhado um papcl. l-lé indicios dc quc a Europa sc lornou mais frla c hmnida no final do Ncolilico c cslas condiqocs podcrao tcr cxcrcido um cfcilo negative in agricullura. Ou talvcz tcnha sido a influéncia pcrturbadora dc um novo material para o fabrico dc l'crra. rncn- las: 0 bronze. A liga mcliilica nalo so trouxc me- lhon-s fcrramcntas 1: armas. como novas idcias. novos valorcs e. possivclmcntc. allcraqoes da ordcm social. ‘Até ; data. ainda niio encontr. ’1mos artefaclos dc bronze no Ne. -as". diz Nick Card. “Mas uma socicdadc tfio podcrosa c bcm rclacionada como csta tcria ccrtamcntc conhccimcnto das madam- ¢.1s profund-as quc sc avizinltavam. Talvcz lcnh-am fcito part: dos rcsistcntcs. " lndcpcndcnu. -nu-me da mzfio. o tcmplo amigo foi encerr-ado c parcialmcnte dcslruido. dc fonna dclibcrada c simbolica. Antes do abandono. foi dcixada para Ir-.55 uma Lillima surprcsa para os arqucologos: os rcstos dc um giganlcsco fcstim dc dcspcdida. Mais dc quatrocc-mas vacas forum mortas. Era carnc suficicntc para alimcntar mi- lharcs dc pcssoas. “Os ossos pareccm provir dc um (mico even- to". sugcrc Ingrid Mainland. arqucozoéloga cs- pecialista em gado amigo. Ingrid (em analisado as pilh-as dc ossos quc foram dclibcradamcmc dispostas cm rcdor do tcmplo. Curiosamcnlc. do bnnquele final, so resmram canelas dos animals abatidos. "Qual scria o significado da tibia para clcs c ondc sc cnquadm cssa informacao ncsla historia? ". pcrgunta cla. Outta incégnita é o impactc quc o abate dc tanlas cabcgas dc gndo tcvc ncsla comunidade agricola. “Estariam. propositadamcntc. a elimi- nar a pmdutividadc futura das suns manadas? 'C int; -rroga~sc Ingrid. “V50 sabcmos. " De-pols dc abertos os ossos para cxlrnir o nutri- tivo Iutano do scu interior. cstcs foram dispostos em pilhas complexas cm redor da base do lem- plo. Dcpois. foram coiocadas carcagas dc vcados inlcims sobrc as pilhas. prcsumivclmcntc como ofenendas. No cenlro da dlmanv. foi depositado um crimio do men c uma pcdra grandc gmvada com um molivo quc cvoca uma Inca. Scguiu-sc o acto final dc encerramento. “Elcs dcmoliram dclibcradamcntc os cdificios e cntermmm-nos sob milhares de toneladas de cscornbms c lixo". cxplica Nick. “Estariam a tcntar apagar o sitio c a sun importfincia da mcrnorin. talvez para assinalar :1 intmducalo dc novos sis- tcmas dc crcnga". sugcrc. Nos séculos quc sc scguiram ao abandono do Ncss. o tempo c os clcmcntos cxcrccram o scu efcilo. As pcdms dos muros amigos quc perma- ncccram visivcis foram lcvadas por agricultorcs para utilizadio nus suas casas e quinlas. Agorn. era a sun vcz dc vivcr a historia no palco mrrido pclo vcnlo das Orcndcs. D ANTIEB DI. STONEIILNOE. 2}
  • 54. Ultimo dos grandes monumcnlos conslruldos no Mess. 0 Anal do Brodgar maravllhou as pessoas durante 4500 anos. como oscrovou o poem csoocés George Maclcay Brown. “a lmagIna¢5o das Orcades 6 assombrada pelo tempo‘.
  • 55. Como alimentar m 9.000 milhoes Em 2050, teremos mais dois mil milhées de bocas para alimentar. Ao longo dos proximos meses, uma série de reportagens analisa a maneira de conseguir este objectivo sem sobrecarregar o planeta. Podemos salvar o planeta Se pouparmos os nossos alimentos’?
  • 56. Dos quintas 61$ lojas, passcmdo pelcz mesa das nossas casas, um tergo do alimento que produzimos perde—se ou é desperdigado. Temos muito por onde melhorar. 'l'c. 'lo dc Elizabeth Royte
  • 57. v ) ‘:41 ’~ --. 1- . . - . -rs . 4 — . _ ~' _, - V. .‘ -. _)A; .. ‘L -: -'. -'. ,‘_- 9 "V 3. y _ — — *1 __x. J _, .,-. €;§". _‘_f; ‘ '. j.. .‘. .; ,-.1.. ,'‘*$: ‘,'«-. 4 . 4‘ ‘ 04‘. I I 7 : ‘ ‘ . 1 , - -s _' ' . H: ’ , 3 4 = — ~ , _- -V. ‘r’ 4 " 2 -_ . _ ,3-— . -¢-. .aou—~. - *6 . ’ % 0- _ ’ ‘ l. -s_ . ~ g Os alimentos aespemicados por uma famine tipioa amaricana do quauo membros pesam. ao Iim de um ano. meia loneiada compilados na sala do estar dos Waldt. do New Jersey. sales pvodutos represenlam cs 1.2 mimoos do calorias qua uma lamllia dospardlga to-dos as anoa - mals do que o sulicienle para allmenlar o-ulra pessoa.
  • 58. acorn‘ cur-1 H-.4 . -_>-. - '1 «. : -.1‘-‘~. *‘’*'’‘''‘. ‘?'? ~'. -‘’3?’’4~*'''‘vr~‘**‘c. x .7 . ‘ 1 ,5 .5 . 2“: » L 39
  • 59. From a hortalioa aguardam por comprador no mercaao do Dodoma. no Tanzania. Em Africa. a peraa do afimenlos produz-so nos primoiras loses da cadoia produtiva e devo-so. calm oulras causas, aos deiiclenles slstemas do armazenamenlo e transporte.
  • 60. -Turf Au I’-nflilldlll-I-nu : ‘.~. —.‘-flu . r H , I W“ n 0 H . ... = . _ . « H . .. . _. .. np. .,| ... |.*—_a‘- -Ina", iii ' ' 4.. .:
  • 61. Estamos no época do alface no vale de Salinas, uma regiiio no centro da California que produz cerca de 70% dos legumes defolha verde vendidos nos EUA. Numa manhii tipica de nevoeiro, uma procissdo de veiculos carregados de plantas sai das unidades transformadoras e dirige-se para norte, sul e leste. Entrclanlo. 11111 camiao cnlra lcinainenlc na cstaqéo dc lransfcréncia dc Sun Street. pcrto da baixa dc Salinas. O condutor dctém-sc sobrc: uma balanga e. do scguicla. posiciona a caixa amolga- da do camiao sobre uma plalaforma de In-lao. Dcpois dc manobrar uma alavanc-.1. ouvc-sc um silvo pncumatico c ccrca dc I 5 metres cubicos dc alface e espinafres silo descarregaclos no solo. Acondicionados cm caixas c sacos dc pléslico c empilhados a dois metros dc allura. os legumes parcccm frcscos. rijos c incolumcs. M-as dcvido .1 vérios pcqucnos crros. iréo cm brcvc scr con- denados ao alerro sanitairio: as suns en1balagens foram irrcgularmcntu: chcias. rotuladas. vcdadas ou cortadas. Qualquer observador diria que esta monlanha do tamanho dc dois clcfanlcs africanos represen- ta um dcspcrdlcio horrivcl. talvcz mcsmo crimi- noso. Mas isto nao é nada. Ao longo dcssc mcsmo dia, :1 cstacziu dc lraiisfcréncia rcccbcra mais dcz -.1 vintc carrcgamcntos dc legumes pcrfcitanmntc comcstivcis. provcnicntcs dc agricultorts das re. -dondczas. Enlrc Abril c Novcmbro. a Auton- dade para os Rcslduos Alirm-mares do Vale dc Salinas cnvia para o atcrro saiiitario dois a qualro milhocs dc quilogramas dc legumes frcscos vin- dos dos Campos. E é apcnas uma dc muitas esta- qocs dc transfcréncia quc prcstam scrviqo aos Vales agricolas da California. 32 NATIONAL OEOGIKAFIIIC 0 AGOSYO 10I. | A Organizacao das Naeocs Unidas para a Agri- cultura c a Alin1ent-.1(; o (FAO). quc manténa sob vigilzincia tudo o quc é cultivado c consumido como alimcnto cm todo o mundo. calcula quc. todos os anus. urn lcrco dos géneros alimentarcs produzidos para consumo humano no plancta pcrdc-so ou é dcspcrdiqado ao longo da cadcia quc ml das quim-as its u nidades 1ransl'ormz1doras. aos mcrcados. aos pomos dc vcnda. aos restau- ranles e as nossas cozinh. -1s. Rcprcscntando L300 milhocs dc toncladas. cssc total scria suficicntc para alimcntar trés mil milhocs dc pcssoas. O desperdicio é gerado em lugares diferemes por razors difcrcntcs. Em gem]. os paiscs indus- trializados dcspcrdicam mais alimcnlos mus fascs de retalho e consumo da cadeia alimenlar do que os paiscs mcnos dcscnvolvidos. Nos paiscs cm vias dc dcsenvolvimcmo. quc muitas vezcs nao possucm infra-cstruluras para distribuir todos os scus gel-ncros alimcntarcs cm boas condicécs. as perdas ocorrcm. na sua maiori-.1. durante as fascs dc producao. pos-safra c transformagéo. Tomcmos Africa como excmplo. Scm insula- (ocs dc armazcnagcm ncm lransportcs adequa- dos. I0 :1 20% dos cereals produzidos 11:1 rcgialo subsaariana do contincntc s: '1o clcstruidos pclo bolor. por inseclos e por roedores. lsso represen- ta 2.9 mil milhocs dc curos cm alimcntos. sull- cicnlcs para nutrir 48 milhécs dc pcssoas
  • 62. ‘Tomes do par-ar do dospordiqar allmontos n osla cscala‘. diz Ttistram Stuart. oxploradoc omorgonlo da Malia- nal Geographic. do pa em clma de uma puns do alimonlos doitaoos para 0 Into om Londroa A sua can-npanha do oonscioncializaqfio ajudou a roduzir em 21% o dospordicio do cornida no Roino Unido ontto 2007 o 2012. durantc um ano. Na auséncia dc rcfrigcragéo. os pnodutos l. ’icu-os zmadam c o pcixc apodrccc. Sc nao existircapacidade para fazer conservas, enIa- tar. sccar ou cngarrafnr os cxcedcnlcs dc produtos pcrccivcis como quiabos. mangzis c couvcs. n-.10 é possivcl transformfi-los cm géncms alimcntarcs com um prazo dc mlidade accilaivcl. As mas con- diqocs do transportc rodoviério c fcrroviério tornam lcnlo o pcrcurso dos tomalcs dcsdc a quinta an. ‘ no mcrcado. Nos paiscs dcscnvolvidos. as Pl‘«’IliC«'I§ agricolas cficientes. :1 abundancia dc rcfrigeragzlo c a dis- ponibilidadc dc cxcclcntcs mcios dc trnnsportc. armazenagcm e comunicaqbes asseguram que os géncms alimcnlarcs cullivados chcgam as lojas (apcsar das pilhas nu cstacfio dc tmnsfcu‘-ncia dc IF. -'-34) MAENOO Sun Slrcct). Mas é a parlirdai quc a situagéo pio- ra. Segundo a FAQ. os paiscs induslrializados desperdicam 670 milhbes dc tonelada-2 de génems alimcnlarcs por ano. um volume quasc equiva- lcntc no total llquldo da produc; -.10 dc géncros alimcntarcs na Africa subsaariana. Dcspcrdicam-se calorias nos reslaumntcs ondc sc dcita mdo para o Iixo is hora do cnccrramcnto. mcsmo quc os alimcntos tcnham cstado sob a vitrina dc pron-c¢.1o apcnas du rantc cinco minu- Ios. Os opcradoro. -s dc rcmlho alimcnlar dos EUA cesium-am rcgistar, dcntno das suns lojas. pcrdas dc 19 mil milhécs dc quilogramas dc géncros alimemares por ano. Os gerenles de loja (em por rotina cxagcrar nas cncomcndas pnr rcccio dc quc sc csgolc dctcrrninado produlo. nus: -mmlcno on AIJMIENTO 33
  • 63. Desperdlcio alimentar na Europa 09 pulses lndustrlallzadoe despordlcam 670 mllhbos do tonelodas do génoroa allmentaros por ano. um volu mo quaso cquivalonlo ao total liquido do pcoduoao no Alrica subsaoriann. com- pamdo com os restantea pulses eumpeus. Portugal Mo and emre as mature: desperdl¢ado- res. Essa poslqoo pouoo involtvol who no Chipro. O Holanda o In Estonia Em Portugal. :1 siluacéo nio é muito difereme. 0 Projccto dc Estudo c Rellcxslo sobre Desper- dicio Alimentar (CESIUNL) npurou quc I796 da eomida produzida no pals é desperdicada antes dc chcgar £1 mesa do consumidor. Do milhéo dc toneladas anuais dc comida dcsperdicada cm Portugal. 0 pmjecto apurou quc 324 mil perdem- -se cm can dos consumidorcs. Na verdade, os consumidores sao cumplices: compram produtos a mais porque ha alimcnlos atraenlemenlc embalados e baralos ao virar dc quase todas as esquinas. Guardam os alimenlos dc maneira desndcquada: interprctam In lctra as dams dc validadc. cmbora as ellquelas tenham sido conccbidas para indicar a data de mdxima fnescura e nao a segumnqa alimentar. F. squecem- -5: dc comer os restos da rcfeicfio. csquccem-se dos sacos com restos nos nestauranles e 530 pou- co pcnalizados (ou min o 530 do lodo) por dcilar pan 0 caixotc do lixo alimcntos comeslivcis. 34 NATIONAL GEOGRAPHIC 0 AGOSYO 3014 Dolootdleio tout onimndo do alum-not no Unllo Europolo. 2010 Em omlogramas par Iaablunla - monoo do 1w I do icon no I ausonoe I eoaoooaso I make do 250 I an dado: lndependentcmenle do local ondc ocorra. coda despcrdicio rcprescnta uma oportunidadc perdi- da dc alimcnlar sercs humanos. E nos EUA o desperdlcio cusla muito dinheiro. uma em cada qualro familias amcricana. -5 dcita fora. cm média. 1.089 euros dc alimcnlos comcsliw. -is por ano. 0 desperdicio dc génems alimenmros provoca o despcrdicio dc enormes quantidadcs dc combus- tlvcis. produtos qulmicos agricolas. agua. term e mic-dc-obra ncccssérios para produzi-los. Em 2007. 1.400 milhoes dc hectares. uma superficie maior do quc 0 Canada. forum Iavrados para pro- duzir géneros alimentarcs para animais dc criacéo 01.: para dar apoioa produqaodelacticinios. .. quc ninguem acabnria por comer. Para agravar a situa- gao. os alimentos enlerrados nos espaqos anaero- bicos das Iixcirns geram mcmno. um gés com efeilo dc eslufa mais potenle do quc 0 dioxido de carbono. Sc 0 despcrdicio mundial dc géncros alimcnlares fossc um pais. scrim o tcreeiro maior noun no our-no asvivuvo-no-at-u o¢ cooauoo mcweuccoo. ms nu» uavl room rrcu-vaoov on-ans ma Iunuo tau nu: -vuonrl wvuut-4IoIuooo1u. vIuflo~oe< owoou co-uv-an I | lOo(I00I<Al (arc-i
  • 64. responsaivel pela emissao de gases com efeito de cslufa do mundo. logo a seguir in China e ans EUA! A regra de que os alimentos que produzimos devem ser ingeridos parece uma equacio simples e um requisito prévio para um sistema de alimen- taqao sustentavel. No entanto. a logic: economica nio gosta das solueoes simples. E evidcnte que. quanto mais iogurtes os consumidores cleitarem fora depois de lerem a data de vnlidnde. rnaiores ser-Jo as vendas dos retalhistas de iogurtes. Para os supermcrcados. talvez faca mais senlido deitar para o lixo os cxcedcntes dc maeis do quc: baixax o seu preqo. o que faria diminuir as vendas das mneés n preqo nio reduzido. Apavorados com a possibilidade de nao terem quantidade suficiente para abastecer os supemtercados. os grandes ope- radores da agricultural comercial costumam plan- tar 10% de excedentes. Os agricultores tambem deixam talhoes inteiros de fruta ou legumes nos pom-ares e nos campos por ncceio dc inundarem o mercado e famerem baixar os preqos. Por vezes. o custo da mfio-dc-obrn para fazer uma colheita supera o valor cla sua venda. E verdade: a tecnologia as-ancada disponibiliza uma quantidadc de generos alimentares cada vez mnior no mcrcado. mas o abundéncia dai resul- tante que mantém os preqos dos alimemos baixos so incentiva mais desperdicio. Ha uma dimensio positiva no escandalo do desperdicio mundial de génems alimentares: ele gem diversas oportunidades para melhornrmos. Nos pulses em vias de desenvolvimento. por exem - plo. as organizaciics dc assisténcia fomecem aos pequcnos agricultores silos dc arrnazcnngcm e sacns multicnmadas para guardar cereais. ferro- mcntns para secar e preservnr os legumes e :1 fru- ta e equipamento tecnologicamente pouco sofisticado para arrefecimento e embalagem dos produtos. No estudo dc case do tomato: no Ale- ganist-. o. as perdas diminuiram de 50 para 5%. Os agricultores também estéo a aprcnder a tra- tar ou embalar a sua safm para ganmtir um anna- zenamento mais longo. ‘Em lennos historicos. os agricultores com qucm traballiamos In Africa Oriental nunca registarnm cxcedentcs: elcs comem tudo o que produzem no espaco de tres mescs'I afirmou Stephanie Hanson. vice-presidcm to senior para as politicas publicas e parccrias da organizacao One Acre Fund. sediada em Africa. “Agora quc tém capacidade para cultivar mais alimentos. precisam dc aprender novas técnicas de armazenamento. ” Depois de a FAQ ter dispo- nibilizado I8 mil pcqucnos silos metalicos aos agricullores no Afegnnistiio. a perda de cereais e de leguminosas diminuiu do 15 a 20% para menos de 2%. A armazenagem de cereais e leguminosas tarnbém perrnite que os agricultores possum ven- der as was colheitas an um prveeo duas ou trés veu-s superior :10 do época da safra. durante a qua] os mcrmdos se cncontram salumdos. Nos EUA. a vigilancia do desperdicio alimentar por pane da comunicacao social. dos organismos publicos c dos grupos ambientalistas tem incen- tivado um numero crescente de restaurantcs a calcular quanto deitam para o lixo. um primeiro passo decisivo para a reducao do desperdieio. Noutros pontos do mundo. alguns restaurantes fomm ao ponto dc experimcntar proibir que os clientes deixassem restos no prato sob pena de lhes cobrnrem mais dinheiro por isso. Mais a montante na cadeia alimentar. os fruti- cultores colaboram com os produtores e cmbala- dores dc sumos para desenvolver mais mercados secundzirios para a fruta imperfeita. A inovaeio tambem estai a poupar ows. Durante muitos anos. a cadeia Walmart considemu mais pratico deitar fora uma embalagem inleira de ovos se um esti- vesse rachado. em vez dc substituir esse ovo por outro dc igunl frescurn. Agora. :1 empresa laneou um programa-piloto que utiliza um sislema de laser para gravar cm cada ovo informaczlo sobre o produto. pcrmilindo quc sc possa facilmente substituir eada ovo por outro com as mesmas especificacoes. Se 0 sistema for adoptado em toda a rede. at Walmart ere que podera impedir o des- perdicio de cinco mil milhoes dc ovos por ano. Vislumbmm-sc oulras solucécs sistémicas. No Rei no Unido. onde o governo adoptou a reducao do desperdicio alimentar como prioridade. a orga- nizacao Feeding the 5000 reeolhc em exploracoes agricolas e embaladores produlos dc qualidnda: elevada rejeitados pelos supermercados e cozinhzv -os. transformando-os em almoqos sofisticados que servem para alimentar gratuitamente cinco mil felius comensais. como meclida de sensibili- zneéo e de promoeio dc sol uqoes criutivas. DIESPEIDICIO DE ALIMIENTO 35
  • 65. Tristram Stuart. fundador desta organizaqao. lancou um apelo as merccarias para fazerem des- conlos nos produlos proximos do fim do prazo. partilhando com os forno. -ccdores dc maneira justa o cuslo das suas encomendas excessivas. Pcdiu lambém aos transformadorcs c rclalhislas para divulgarem ao piiblico os valores em tone- ladas do seu desperdicio de alimenlos. Moslran- do-se xi altura desk-s desafios. a Teseo diminuiu as variedades de pao disponiveis. retimu as datas dc validade da from c dos legumes. pendurou as bananas denlro dc nedes protectoras e comeqou a comprar mais frula dircctamente nos produlo- res, o que prolonga o tempo dc prateleira. MaL< recentememe. Tristram lanqou “'lhe Pig Idea" para pressionar a Uniaio Europeia no sen- tido de levamar a proibieao dc alimentaeao dos suinos com reslos dc géncros alimentares. impos- ta apos um surlo dc febre aftosa na Gm’: -Brctanha. em 2001. ter sido associado £1 ingestao pelos por- cos de residuos nio cozinhados. Segundo Tristram. a recolha c esterilizacao dc residues alimcnlares comenciais baixaria os cus- tos das ragoes para os criadores. impediria quc vastas exlensoes de floresla tropical fossem aba- lidas para plantar soja ulilizada em raeoes dc suinicultura e pouparia as empresas o custo dc eliminacao dos residuos alimenlares. O uso dos nossos excedentes para alimemar os animais faz sentido cm lermos economicos e ambiemais, mas o melhor destino para os géneros alimentarcs em cxccsso é. evidentemcmc. a sua canalizacao para as familias t'amin1as. cujo m’n'nc- ro se eleva a 842 milhoes dc habit-antes em todo 0 planeta. Nos EUA. a inscguranqa alimcntar afecta. segundoas estalisticas oficiais. 49 milhoes Como allmantar 9.000 mllhbu III IDQAO DI SITIIDHO Alounu pomos dolondom quo dcvovlomos nllnonuwlos COMO 00 IOFOC humanoo 00 ldado da Podra. AL': Iu: ‘:1.r1rir A Icvlsin agmdocv 0 Furuucbo Rockelcflev 0 nos mombros do National Geographic society pelo gem. -mso apcuo I can série do n. -paragon: 36 NATIONAL OEOGIKAPIIIC 0 AGOSIO IOI4 dc pessoas: cslas. por dcfinieao. nem sempre sabem como vac obter a proxima refeieslo. Em 2014. a organizaqao de beneficencia Feeding America prcvé distribuir cerca de dois milhoes de loncladas dc géneros alimentares. a maioria dos quais doados por fabricanles. supermc. -rcados. grandes produtores e adniinistracao federal. A nivel de base. equipas de volunuinos perten- cenles a uma organizaeao de recolha esquadri- nham os Campos agricolas na época de cullivo. colhendo milhoes dc quilogramas para baneos alimentares. canlinas e despensas dc alimemos. E em algumas grandcs exploraqées agricolas da California os traballiadores rurais acondicion-am o produto ideal em emhalagens deslinadas an mercado. no mesmo tempo quc empacotam o produto com aparéncia imperfeila em embala- gens cncaminhadas para bancos alimentarcs. Mesmo assim. scgundo o inlermediario dc Ron Clark. pioneirodeste programa no vale dc Salinas. os géneros alimentares rccupcrados por meio dcslc processo silo uma gota dc agua no oceano. O primciro passo para redutir o desperdicio alimentar e a perda de géneros alimemares con- sisle em levar as pessoas .1 compreender a exis- léncia do pmblema. A negacao reina sem con- tcstacao. Mas as atitudes mudam lcntamente. in medida que o pr; -co dos gs’-neros alimenlares vai aumentando e an medida que tomamos conscien- eia. por um lado. das imimcrns maneiras como as alteraeoes elimalicas diminuinlo a produeao de alimcnlos e. por outro. do imperativo de extrairmos, dc forma sustentdvel. um volume cada vez maior de ealori-as do solo , =.s culliv-ado. O problema da producao cxccssiva dc alimen- tos parecc uma situaeao irrcal. lipica das socie- dades induslrializadas. Em contrapartida. 0 preenchimenlo dc alcrros com uma abundaincia quc nao sera consumida por ninguém é algo que o mundo ja nio pode lolerar. Custa dcmasiado dinheiro c enche o planela dc lixo. ao mesmo tempo quc milhocs de pessoas passam fome. ‘O desperdicio de alimenlos é um problema esta- pido". reconhcce Nick Nuttall. do Programa das Naeoes Unidas para o Ambiente. "Mas as pessoas adoram pmblemas estiipidos. pois sabem quc podem fazwr qualquer coisa para resolve-Ios. " D
  • 66. SILSICNAS Do I ll 2 Gun OVOS Dan 2'! an 35 dun ESPARO05 09' II) II 7U dun-x PHESUIJTO Do 5 n 7 am: ALFACE5 Do I4 A 21L'IAII FIIMBHE ‘I4 das (a-um ulxul do 3 o 3: (11.11 lab¢-‘.01 TORINJIS Do 23 A 4? max AIPOS FRAMDOESAS On 3 In 5 thus Do I . l I’ max HACKS BACON Do 90 a 2-IE1 6.)! I4 mas [R-m aura) 7 ans lazmrla) LNA3 IXROCOLOS Ileblinluodus Dolcaudsas CENOUCIAS VACA. VIYELA. U0 2!! a I215 mas PORCO E OORREGO Do 3 n 5 Guns CARNE PICADA CEREJAS 00 I n 21:41 (‘AI 10:1 2! I342: MOVIANGOFE Dobafdsas Quando caduca um alimento A oonrusao lrequenle ontro as conceitos do "data do vaIidade" o ‘consume preferencial‘ na euqueiaaem dos allmemos pnovoca um grands desperdido de comma. Hé allmenlos que rapldamenle so delcriorzun. mas muito: agucnlnm. E ossoncial quo o consumidor soiba quanto podo durar o pcoduio quo cornpra para aaramir a sua méxlma durabmdade. Mas Iambém devornos saber armazenar correclamcnle cs nossos alimenlos. A reducao do lemperaiura no lriqorifico e no congelador. por oxemplo. aumenta a durabilldade dos ptodutoa. E o condlcdonamento de mullos produtoe na despensa om locais socos 9 fresco: tarnbérn. 0 Departarnonlo do Agricultura dos Eslados Unidos recornonda uma data de validade especlrnca para cada um destes ptodutos alimentares (consorvados a uma temporalura lgual on interior a 4.44°C). suurvucwxn Iunu cxuuuuutnloixt M'au:1AInm-hutlu--tu(u-uAA«: mw mu | )|§§P§| |)Ic| () | )|<‘_ A| _|M| iN]’0 37
  • 67. IMPERIO DA » . . ROCHA Ferramentas digitais permitiram investigar as grutas gigantes da China e encontrar um mundo novo. 38
  • 68. ' ~4 L 1 .4 V ‘ , o ' V ’ " . a ‘ . -4 _ _‘ V v ‘ ’ I , 4 . ', . ' . I I j l . - - t I . _ p 1» ' ‘ . I . . ’ ‘i K I ‘ '17.? ‘ v . r . 1 1‘ v 4 , ' . ' ‘ 1 ' . . , - . ' “ 1 ~ . , . ,_ , .~ ‘ V V _" '. * , - ~. r ~ V , . ~ _ _ ; — If I Emily Harrington opta pola via male dlticll na . ‘ A 3 » ‘ - e ,1 ' , cscaladu da Moon um. no Sulda China. urn ‘ ' . ‘ . " I arco resultante de uma gruta que oolapsou. -, Os visltantes térn uma opqfio mais lécil: um _~ _ r passedioo alé um rntradouro sob 0 mac e. , ' ’ ~ depots. urn trilbo até aotopo.
  • 69. ,. As laws do fotbgrafo iluminam o no esverdeado do Getu He na gateria Mlao. a xcgunda maior do mundo. cm area
  • 70. , . . . , . _ . _ . , , .. _ . :.I: l,. +.. .r.14,n. (.r, r., . .U. ..f . . . . . ,. i.. ir. $u<. :m. ... .. . _ . . r . W. . .. . . . . ., . .. . . , . , . . . ro. ¥. ... «i i. ._ow.1.. u., r2.. ..t . ... ..fi I. m.. . . . 5.12:. .. . ..4I1.« . .. .91.. .r. ¢r. / «. at 5:4» W f. .01! . r _
  • 71. I A I-‘torpsta do Ppedr-.1 é um mundo Iabirintico do éalcérld erégida a_ dlssolvldo junto A __ cidadé dc‘Kudrning. Os primoiros visitantps "' baptlzarani as tormaooes com nomes como 'rinoco ' ntoodmirando :1 Lazy‘ c ‘pi-. dra cantand (Notes pt‘upuras‘. ' I
  • 72. .-. . . . :9 . _ o€. . / . .4 . 3 . .4r. ... 1 Is» .4 _ ~ . .. .. .1’! _. «J I a . . . .. n. ., . . } v a 4 I p. p x x . fl. n. / V
  • 73. TEXTO DE MCKENZIE FUNK FOTOGRAFIAS DE CARSTEN PETER T cocorados sobrc o solo larnaccnto dc v uma das maiorcs gnk-rias c>‘pclc0|6- _7 ‘u_ gicas do mundo. nio conscguimos ouvir nada para 1.’: da nossa res- i I ‘i i . . n . piraqfuo c dos pingos da dgua no longc. N30 conscguimos vcr para la do vazio. Vollarnos assim an atenqao para o ecr-.1 de um computador portétil ligado :1 um digitalizador a laser. A galcria dc Hang Mcigui rrvcla-sc. Flu- tuamos até no sen tecto. que forma um arco 290 metros acima da lama rachada. no local ondc nos acocoraivamos para cvilar o fcixc do digi- talizador. Pairamos sobrc um Iago. Atcrrumos sobrc uma praia no lado oposto. “Parccc o Googlc Earth”. cxclamo. "E muis parccido com 0 film: ‘Matrix’; rebate Danicla Pani. a gcéloga da Sardcnha quc manu- scia o compulndor. A vcrsa'io digital da grutn a'- Inalis real do que a rcalidadc. As grutas vcrdadciras 5:10 cscuras. Extrcmamcntc cscuras. Mcsmo equipados com modern-as lantcrnas LED r. iri~. L< vows muis lumi- nosas do quc as antigas. uma galcria dc grandcs dimensoes apresem-.1 visibilidzide maixima dc ccrca dc cinqucnta metros para a frcntc on para cima. A ncblina. on o mzio. cncubn: o fcixo: mais luminoso. F. natural quc quciramos vcr mais. Andy Eavis quis vcr mais c por isso vcio para a rcgialo meridional da China ha mais de trinta anos. Aqui. no pals cm-. 'ao ainda cnclausurado. situava-sc an maior conccntraqfio do lopografia cérsica: dolinas. tnrncs dc pcdra. pinflculos Ilon: s- tados c rios quc foram dcsaparcccndo ao longo dos sci-culos. ti mcdida quc .1 aigua «Ia chuva dis- solvia um lcito rochoso gcralrncnlc dc calcairio. Fscondida no interior c por baixo dcsta paisagcnn montanhosa vcrdcjantc (o mcsmo ccnério cm- l>lem. ’itico quc vcmos nas pinturas tradicionais chincsas). localimva-so a maior conccntragfto dc grutas do plancta ainda por documcntar. 44 NATIONAL GEOGRAPHIC 0 AGOSTO 1OI. | I-‘oi por cssc motivo quc Andy rcgrcssou mais uma ’t'I. at China. destn ll-ita carregzmdo sacos dc cspclcologia cnvclhccidos pclo uso. rcplctos dc compuladorcs. batcrias 4: urn digilalizador 3D :1 laser. Dcntm dc uma grutn, :1 tccnologia consc- guc captar informacéo indisponivcl para o olho humano. 0 piano dc Andy era passar um mes cm pclo mcnos duas das maiorcs galcrias do mundo. lignr o digilalizador c cartografii-las com exac- tidaio pela primeirzi vez. Esto: inglés com quase 70 anos dc idadc é frcqucntcmcntc rcconhccido como a pcsson viva quc dcscobriu maiis quilts- metros dc tcrritorio. .-ts cxpcdigocs quc lidcrou documcntaram S30 quilomctros dc passagcns novas. “E por isso quc pratico cspclcologia”. diz. "Pam explorar. Nu cspclcologia, pod: -mos set 05 primciros. Sc ainda cxistiscnt paiscs ou conti- ncnlcs por cxplorar. cu cxploraria. " Actuzilmcntc. Andy pftltiidi. ’ -. Associagaio Briténica dc I-Ispclcologia. Em I982. visitou pcla primcira vcz an China. Dctevc-sc entao em Guilin. a capital chincsa do car. -so. no Sudcstc distanlc do pais. mas nio dispunha dc muito tempo antes de iniciair o regresso a casa. apés uma cxpcdigéo £1 lndonésia. A cidadc rodcada dc cumcs c an rcgifio adjaccnla: dc: Guangxi cram en- talo muito difercntes: havia biciclet-as. ‘has pou- cos automévcis. camponcscs. acompanhantcs oficiais para os estrangciros. Andy c 0 sea colcga conscguiram cvitar 0 program: luristico 1: con- 'cr. s.1mm com funciomirios do Instituto dc Geo- logia Carsica. marcando o in icio dc uma rclacfio quc lcvarin cspclcélogos brildnicos 1: chines; -s a cxplorar 0 calcairio nus trvl-s dd-cadas scguintcs. O ritmo das dcscobcrlas foi fcnomcnal. Matt. Cedar e Emiry equllibram-sa num pinéculo na Floresta dc Rsdr-.1 Deposmdo mm that de um: prolmdi- dade ha 270 mulhoes (19 anos. o calcério fol dosgastudo por tortcs chuvadas troplcais.
  • 74. Destn W1. Andy encontra-se em Guilin acom- panhado por dcz cspclcologos intcrnacionais. Quando cltcgamos. somos rcccbidos por um zunido dc téxis 1: motorizaclas numa cidadc a transbordar. com quase um millulo dc habit: m- tcs. A nova China :3 surprccndcntc. sobrctudo para dois rncmbros da cquipa. Richard Walters c Peter Smart visitarmn Guilin com Andy cm I985 c 1986. ms primcims dc duns dczcnas dc expe- diqocs quc viriam :1 transformar-so no pioneiro Projccto das Grutas da China. Ncnhum dclcs regressara aqul desde entaio. Richard é cmprcsério dc tclccomunicagocs c tcm a missao dc ajudar at manuscar o digitalizm 46 NAYIONAI. GEOGRAPHIC 0 AGOSTO 201-I dor com Daniela Pani. quc em nnssocs anteriores dcscobriu dcstrocos dc navios da S4.-gunda Guerra Mu ndial no Mcditcrnlinco c colaborou na forma- qéo dc astronautas nas grutas da sua Sardcnha natal. pt. 'l€I’ é um Cl€l‘Ill$l2I dc rcnomc. um especia- lista cm carso quc sc rcformou dn Univcrsidadc dc Bristol cm 2009. Usa uma barba profissional c tcm oculos pcrpctnamcntc tortos. Nesta cam- pzmha. mostra-sc cntusiasmado com a inovacao da digitalivng-.10 a laser. porquc dc outm forum '21 cspclcologia é como olhar através dc um vidro cscuro'Z Ape-sin‘ dc todas as niudancas acontecidas na China. in modida quc avanqamos para ocstc dc Guilin. cm dirccqfio as maiorcs galcrias. dcscolJri-
  • 75. Y; ‘mg: ’;huo tern umia : ’:ldm. ": pm in duas décadaa antes de as formagées rochoz . T- g; tnh. Ttrr_2m lrtmu mttnrltnl Ac1uaImente. ostunstas chineses tillrnpnztsztm lnrgztmontc 05 nzzlrzingciros mus quc a tlL‘$Cl’lg'. lO da pnisagctn {cit-.1 por Peter Smart ainda sc t'n: tntC'r'n . 'tdcquad.1: "'i. xt; itlccim.1. p. irv. 'cc uma c; tix.1dc ovm”. div. I'st-I. t:L'I. ,. 1oTs‘ Qur A ll. -l, I‘l-(IA ill. Il0.‘l} . 1|‘ll}l'| . a primcira quc tcm: ion-.1mos digitalivar. tcr. i 0 t. - m.1nl1o J}rt), ’ll‘lm(l0 dc oilo C'. |l‘ll[. ‘|0s dc futclaol. n uitnva nminr gals. -ii~. t (tlnllt‘Cl(lil do mundo, numa ltsltt t-| '.tbor; tdu cm 2012. c C5PL'l1llllU> rt-sol vcr .1 sllal <l. iTssillc; tu; {tu cm tcmms dc vulmnc cum .1 nossa c.1mp.1nh.1. A base para .1 primcira fasc «la c. pctlig. 'm min 4- um ; l(‘. tIlp‘. IltI¢ll0 >tIl1lt'rt“. lllt:0. m.1:~; um hotol antign dc ttnnonlm industrial na (l(l. l(lk' dc lxyc. quc tmlm cinco mil h. tlut'. ttttcs . tqu.1ndu da primcira incut'. ~'. (1o do l’miccto d.1.~'. (irutzis d.1 (Ihin. -I. A pnpiil; t§. ‘m ;1u; tti; tl L" '&l! lil 'L'ZL‘1'o supcrior. Agora. chcgam tnais dc 160 mil lUt‘| ltlT por min p. ir. i ‘l. lli| |" AI vwinlia l); t.~hiwt'i 'l‘i~. mkcng. uma dolina com (:10 tnctrns dc lar- gurgt c (all) metros dc proluttdidatlc. dcscobcrta pi. 'lu. cicnli. t. t.s do Instilttltv (T; itiCu cm I993 c cxplor. td. t PL'll) l’rojccto dois A1105 dcpois. 0 mu- wu local mostru uma lbtttgratlin dc Anal)‘ l‘, n“t. ~. Todos ns dias vi~. t,i-mnns dc = .nttoint‘o'cl .1té Hung Mcigui. tlcixattdo 05 carros num parquc dc cata- Cl(Nl; llIl¢. 'lll(lH510lllllllnlUllgL'(l. l(lllil(lC. (VIll. lUI105 vcstimos c nos cquipamos com arncscs, c.1p.1cc— tcs c l. mtcrnaT~ dc capatu-tc. (I; nmnlt; tnto. s tlunnttc um nu dois minutns ate uma abcrtum dc . L'Pc£lu l'l. ll1;Il na cnco: -ta tlorcstada. llcpnizs dc p; tss. ir- mm por tun-.1 ci. stcrn: t dc lwct-Sm. lllllllilllzl pclm agricultnrcs para arnuzcttar n {tgua quc ping. w.t dc um tcclo sttlicntc no alto. J grutu torn. t >0 su hitamcntc mais l’ri.1. mais. ingrcntu 4: m-. ti. ~. c. ~;cur. i. l-Im pouco tempo. cstamos nuutro mu ndo. Duns ctirt-as dt: scid. ts cm mppcl t'or. tm pre- viamcntc prcpuradzts por Tim Allen c Mark Richardson. 0 rcsto do pcrcurso I-.17.-st: a pt}. Du- rantc quasc uma horn in primcira dc. scid. t. sigo u mullicr do: Tim. lzmc Alli-n. uutrzt c. pclci'alng; i cxpcricntc. por uma csc. td.1ri: t dc Ltgos q uc relu- zcm sob u Iuz d;1T~l. nttcrn. t.s c por uma p;1Ts. tgt-tit msinclltantc a um tuba ondc -.1 sup; -rlio; ic parccc — c por vczcs ccrtatncntc 6 — um rio dc l. tm. t. Scttlitnux w. -rlig<'n. ~ 4: lLtn1i| r.trul; tdo. ' no cnlrnr cm Hung Mcigui. (Iunsigo vcr quc é grand-: sim- plcsntcntc por nito comq: ,ttir vcr tnuito: .1 minlm luz j; i n;1u(- rcllcctidai pclu tcclu nu pg-l.1sp. trctic. '. l’. trticul.1s llutuam no ar. pois twin 0 'cnlo con- wgtac uqui Cllcgtlr. Um rotltcdo do tsinnmltu dc um c. tmi. 'tu duxpcnltou-so aqui. caidu dc um local drmn.1ti<. nncntc alto. c .1 sun cmtcrn Cl1'0lIll’;1-‘~‘L' dchru. nl.1 por uma ond. i dc clinquc dc l. tm.1. A cquipa ch.1m.1-lltc "0 mo. -tcoritu'C Algurcs do outm lado d. i dttttamt. ‘£'-. Tw l'J; ll0llI, ‘dl' o fctxc dc lu/ d. t Ltntcrna dc: outro colt-ga. so quamlo cont; -go ".1 . lll)ll‘ uma cn¢ul. t dc C‘. l.C; Illl0 ltlL'llllllL‘u in win. .-tcmlcndo no t. nn. ml1o d. t cncosta. it lcntidltn .1 quc u'uiigmiinT- &'ilU. il(l(lL'l1l'. do tcrrcnn. part-cc quc cstou n cscalar uma munt. mh.1 numa noitc sent ct-ztr-. 'l. t.~. out I A» IDA (I| llN. .3,- (Conlmmt ma pg. 52)
  • 76. RENO SUBTERRANEO DA OHINA No sul do Chino. locollzaroo a molar concontroolo munfil do carso. Durante rnols do 800 mllhoos do once. «to rootbo ouovo oobono por um mu 0 ammu- lou comodas do sodlmcnloo (incl: -‘ndo calcirio) com qullomotroo do osoouura A olovoclo 0 o orouo do lonnocao goologlca cviaram as grutas do octuaidado. A monuhmcdo 30 -ovclou uma passage-1| oowonhocloo o ouuu cnroczorisbcn -mioloclmvolu no Isaac Ounmo o uncle ch wooa. um riooro cont polo ctmoro. oumootUI¢o~Cho o pmfundldado o onunnoo as tocnan colon Pot vonu. o bguoolo-to-ooalrovoooo um pooono solo eatauguumuusmooquoouun I. 3 dnonuaolsuoomundoshoiollll oombauloaoodoarnua Galoria Miao Puquo Noclonnl do loyun Gotu No Cr-uanoono. ll mavcnca do Guzman DA CHINA sob uma paisagem do picos. arcos e plnéculos no sul da china. as irwestigadotes descobrlram algumas dos maloros galerios subterttneas do mundo. Em 2013. who expodlodo chalioda por brltanloos ulmzou um dlgllallzador a laser do dltlrna geracao para rnodir vfitios sistomas do grutas com urn nivol do pon-nonor sem procadonlos. inoluinoo Gnome. cuja galorta Miao (aqul modelnaa a porn! dos dooos a laser originals). com uma altura maxim: do I91 metros. 6 a seounda malor galerla conheclda do mundo.
  • 77. Slslema do 9!lL'm Gnballfl ‘ / ' 0 no am ung Ha ~ smmorno. _ p'~—- DlG| "|’Al. lZA¢lO DASGALERIAS q-’_ wow: Mm) , ‘” “N sumcma : ;.-quma rnmsr . _ ‘J . H; .. _ Ellllvfll iulfldn 0 {nut 30 firm-lou dulrilot G‘ 641*. » >‘ ‘R "--_ ‘J. ,''‘ ‘ '__ 'sornbras’. na5 torus bamomo-. nngrna. que-. onVaesto-1n- xi’ — . I fnc4~': .*vms : .odlc-ml» do: pvn l: OfnD1m‘I'dnflDO1 nu P-01 .1 "~—. ,d ‘ . "‘ _ (.1410! ll lmom learn como .1 9:. ‘--nu z- v-xpn'Kl. - “u, _ V _. _ I ‘ _ I y W J * , .; ‘ , , rrmlruw lzuzu)'lI65_ L- _ ‘ __ I » »_ . ‘__> '_ , A "s. ‘ ‘ “ {ti} 3 T'. |l f’’. .} _. ., 5; ‘ ‘ . :._‘ .5 _. . cf "‘~ 1 ' - t ; . ‘ -. , o ‘ X . ’ W. ‘~ K“ ‘__. -a-? , I u! 7‘ ‘ “ _ 4- . ..", .. l -? K. ’ ' ‘ ‘ . .V I, >. . 801: ng 747 ‘. ~ ' ' ' ' (lvDV('54‘1ILAUO - ,5 , , ’ ' Lcovno c-. c:: I:. ;. ~ 4 1., l‘ } I — fl‘ 3 , ' . . vi! ’ - . _-~ ‘ '* l-‘. -.~ '' :8‘ _ ‘ '5. ‘ ‘ ~ ‘ Ox c-spa-looloqox 2-lrrlwwsarnm V - - _ '1 do bavco um Iago cnzxuo no ontr: :d.1 o_ yaw‘ ‘ du (]I'u'.4I por r. —n. u bmmpmn . ‘ . " ‘ 1)‘ _. ‘ ‘ ~— —_ » ‘J A, ‘ , ~. ___ __ . _ A . —- _. - ‘ ~ '3 '1 1 . . . __ " _ .1 _~ . _’_ 7 -k . » . . .> L T ‘ . - - ' . _ ' ‘g h . - . ~ ~, , V mmuso nos ESPELEOLOGOS Noumea: das maiores grutas do mundo sltuam-so na . 4» -' A carnad-a ca1»c: 'irla dnsta «igloo (moon, 3: osquorda). Numa das extremldadas do sislema do grutas Gebxvve. teen :1 galcria Mnao. pa. -1o do urn grando curzo flu-rial aubteuaneo. que 6 a seounda male! oaleua conhecida do mundo. dopois do Sarawak na Malasla '1 nu V-. Gama own (an duuqu-I, an hallo)
  • 78. ~ ‘. - ' . — / M * w-”‘‘». '.: .rs2.74‘’''%''. .‘‘’*~'5- ~-»— ,1 d. .. « -1,. ‘ ‘nail ‘ ‘A 4 At. ‘t A ; _f_ I , ( up sJ~—‘