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National geographic portugal - novembro (2014)
Published on: Mar 3, 2016
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Transcripts - National geographic portugal - novembro (2014)

  • 1. 5 N0 5l5[’Il'i[L’I40 dc ID. PEEDRG W NOVEMBRO IOI4 NAYIOIIALGEO-GRAPIIIGPT ' NATIONAL GEO GRA P‘-" PORTUGAL AP IMEIRA FAM LIA REAL DO BRASIL ZOMBIES E PAHASITAS NA NATUREZA 0 DRAMA DOS SHERPAS N0 EVEBESTE MACACUS DE GIBRALTAR
  • 2. OYSTER PERPETUAL SEA-DWELLER 4000 ROLEX LIIIOA, TORIII JOAI HIIIOQ - II? II‘! 000 LIIIOA, OUIIVKOAHIA PORTUGAL - II: I‘. GIG CAICAIO, TURNED JOALHKIROI ‘ IIO I30 I77 IOITO. AOUAVKIDI - III 037 III FDITD. DAVID ROSA‘ ' III OCI DUO Hhflllflfl, DAVID ROCAI - 1.! 70° ICC INACA, PINK‘ JOALNCIIOS - III IDI IUO
  • 3. NATIONAL _; -, GEOGRAPHIC 4 VOL II - N. " I64 ""fi%"""""”T7TT' "' 1"‘ ‘T _ ’""" " " ”T""__ . -A . ' V ‘ ' 7‘ . -' '9 ‘I ‘ I T-. . -_. -" _ . ‘. . _, a!‘_ . _»_ '1 . ' : _ - ' ‘,7. ' _ ~‘¢. '¢. ‘,§ 5-. _.. {.. ...144‘4:n. '.. .:| .‘5.'-.3: . ::, ".. ... sa. ..I. ..‘ .3’: 0 '4 . .~ 2.2 "" ‘F x‘£3:. z.~1 " '-L 11 *‘*. .L.2-.1 *' V-5 -11 W V L ‘ 1' W ‘"0 511 ‘V "' *7“ Lu; 3'. 3'. ‘H 2 21 0 email do Oom Pedro IV Hlstérins do xombloa no naturozn IORNAI. OFICIAL DA NATIONAL GEOGRAPIIIC SOCIETY
  • 4. Novem bro 2014 Seccées A Snafirro Editorial VISOES EXPLORE I: wa-s: 4 Méquina dc drrnga r_¢uEI; Tern: Ghlraes dvpolufgoo ». - '. L-J Aprlrm-In awpoflmzcdora Missdo do sahwmmto Tesamos suave llIlW"l"~ v3‘ “. UHTi--_-‘ I Um nu-rm par 20 cénllnos Abram alas parao mflha Grundu. -Angular 1:334 . '.: :=a: -j rial . ‘.' Irtsfintobdxico 4. r‘-. '.‘. ' , ~. P. " '1! 4,‘: .m-. r, ‘ 1'-. .‘a. ~'u, -;" rn‘r. ;. 4‘ H . :': r'«. ' Em ac; -an Na toln-is do Abbas? Prdximo mfiman flu anon I . n.4lIcn-19cc. ’-,4;mIL«. It-rm :5 as (4 an-gmwnugzl I. n:-»L»-: .x'. -Itccvnl ngpcvl ug . : '5.. ' ‘ nrru-: nalg-. --: -J aunc pl I IIIIIII I I 44 ? ., ‘! '> Crfinlca do umn fnoédia § ‘ ‘ _: _ . . ‘ ‘T»‘ L . 1'. /3* I “ ' * * ‘ ‘ ' ~«= «~. ‘r-2.--». I » 4: _ V"/ :3 EA. ‘-: "‘A__‘, r‘('§“(__'_""‘ ‘ V L I 1 J y A. 4 ‘-’. - 1-‘ fry , } , , y A‘ , i,-. ‘ _ ’ ‘,5 XL‘. 4 f ' ‘ . .- -. ‘ -_‘x ‘ ‘ - " ‘ L '” ' I H’ - '. 5 1 H v > . )I * - _ y . _ *, z- . »:' v 1 1 bu‘ : I v ‘ ~' L--— — 1 — . .1 . 7O Macacos do Gibraltar Ur “ U .1 I‘_‘‘ . < -. 80 O dllcma do: carnlvoros . , i . I '. .v, » I . Ansnnlurmz: T-~' '2! 433 70 36 E-ma. .35-: mnuv; .i«’__»'v‘-~; u M Rt. -daaoéo: Ye! 2| 310 4'. ’ (ID M00803: Ru Fn'I[: ~4.- Fc-‘qua. r. “ 40, A " mu—: r_ 1{w'I°-124 L-mo. » E-«MI: 1.4: u: c.ooQ‘: bAluv1IA*¢ pl lntolmi: vlninlnmrta-' m! n'a3q1.mh‘; [Il AAIJZ-4 IIUEV(| O)YOl‘-Z§, "$902020 H| OEflAOZ[| b) CDIYFII1. UIIIM H00‘
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  • 10. lnglaterro ‘ L -. -J-: <r'I ~'JJ| ‘.', ‘l"9‘3 v, fou do ‘Tc; urJ'I 01.1!‘ -1 (iUy'_[ [Hcm--rn C'. |fC| ]'VT1 l-V’! -r. r: -Zjl r. »4'rcc. rr'-3 trrn ($1 1.‘. qu: ~. 'O'1v'1Y. 'D{‘, __. -- -~ . , <: .I.1-: a,. I.i. ::. _ ndu pay». a. __ - V va: dcio-t_): :,r_1v. ~-; >_l; -‘nu / ’ 4: arame fa‘; :‘: :do o alrm _ . . _ p, .-/ “‘ rnlr ms: do con-zarmv. -.-‘. ~ ' 7 ~ - ~— > , /I '-. "-3 ; <5- -; 5 u‘w>'_-u‘v: - :1 | ','_I'D9 M: uJ: -:D. '‘ ".41 L _‘ W _ - ' 7 _ '. , nut: rqnuc: .7: _ . ‘ " _ _ '— v‘ ' _
  • 11. .. .. : ¢.. ... . mm 4.4 , . . F. . .. . 5%. . . .r, .. ! . ‘ . HEY: . ..v. s.. r.u. .Jfi : .. . A'1_2"‘. .. .. Ii} 4 I
  • 12. /I / _. Australia Mono depc- : do pamr o pt-zoo-; o nu no; -Jmca 1 daum ecrbulo oomurm Irma 6: ; «‘I: : lam, -So, -. --; !.e p-. ~“-zano Irmalorrnc-u-m numa nuluw. -zu-motla Pr-:1 vr: -nsforrmr ru 7;1g-Yam num quacro. 0 V~: >!£»§m1o produ- Zn) o: v=; m mag-: -m us. -av‘. -.'>o urna Ianlerna e um: bong: czxposv-; ;so Depots, repu- Icu a mono scu pram MIVAIDWEW ‘I; win main Imaoena oe Vrsi. ‘-:43 ca Terra em natlonalqooqgaphlcpl Z _ /
  • 13. I
  • 14. E)§PLoRE Moruos do um ano dopons do pcrdar :1 porno osquorda abaixo do iool no. em Abnl do 2013. no atomodo a Dombe da maralono do Boston, a oalanno prohosoonal d d Adnenno Hadot-Davua dancou novamomo a rumba Fa anudada poio proroup-o e do uma poms mcmca oroaocroda ospocmcamonto para dancar por Hugh Herr. ole proono cnplarnemo ampulado o pole aua equupe do Moda Lab do Insmuto do Tocnolooua do Massachusetts. Amauor vmtagom do pema rooouca oobno a protaso convenoonal 6 a flcmuhdado quo convert) a Adnanno Apoma tom uma dazaa do sonooreo duo roagom a mudmca do velocadac», mommonto do tonzao o pooicnonamonlo alravos do con: racc. ’.io ou rolaxzrnonlo da amculacfio do Iomozo- Io. Hum, mo também daoenhou protesos bu: -mcas opumozadas para carmnnada 9 cornda. ospora due a nvoangacéo poosa lovar ao desonvolvnmento do mom bros bncnncos capozos do adaotacoos a nowas cnrcunstan-cues em tempo real "Sou mans doatom-do do two anlo3"_ reourno Adrianne. duo saiontaquo. ao apronder a dancer com umo porno bidnnca. ganhou lembém uma porsoocuva valnosa da sua vlda "Soho-mo vatonosa anoo do actuar om pelco. " —Hoo‘de so. -me: OONTROLO HEFLEXIVO A pr. -ma boén-ca detach: nfor- ‘ moose 9 parm do ootpo 0 do PM 0° . (2:90. o o compubador calcula a “'3” ~. ‘ rosposta mecamca oorvo-:19 , _ 5‘ BAYEFIIA lntegrada na eeuulura do proroso para «mar mtorforisnom com o mo-nmomo TECNOLOUIA BLUEYOOTH Com reourso urm uploaqao para Androcd, ponrule muated wn recurso n cub-or. Afi‘l'ICUI. A¢lD ND TORNOZBLO Sarnula o Irnbntho do: rruflscfios do tomazolo oarnnio monmomo: 9.b| l$ 6 6$0$TIGO$ d6 danca lmpado no ado $AfwO: £AflANYMAWlI. lII noun: noon “Ill HY
  • 15. ‘ NATIONAL A GEOGRAPHIC ; CHANNEL .1-‘ ‘. '1' Com , ;_d A 4 * , ESTREIA 17 NOVEMBRO Segundas, 23.00
  • 16. ___ 4-U‘ A‘ ‘ A . ’ 3). ). ]‘ u, I 4‘ . ‘K ‘ ‘ ‘ I_ Y" ‘ _, * ‘ . . l 1 W . I .1 ‘ . " if ’ >; ' I - é. ‘ 2 = "“ No’ :3: ex»-ms‘- ' % ‘ ' - » . ‘ ' saw-Ir ' . v _ "“. ‘~, ;, ‘V, Plangta Terra_ V . I . . . , . _ . . ‘ . — '1; . ‘I I ) -' X.4- ' ’ , ' V I 1 | I . "' 17 ‘ If I ' ' - . V _/5 _. ' o 1 ' 3 )"£«' . , ‘ V A‘ Glutées ' ‘T ‘ ‘ V % , ., , * '. depoluigiio % , . "V ’ A 9' QL '*- I‘ — Em 2012. : .n -’~: <pcr. .uc: .'-o 1‘: -—' , —— pciuugao lot tee; -cnseruel _. v ) . pcr Lm-.3 em caca mo -‘ [Sp rnc-'1-as no mmom s»: -o: .n- ‘ do {I Crgznrn 2735:}-3 Mur‘-:1--:2! v ' de San; -zie Agcra_ arq-. u- —_~ _ tactoae czaenu, -3189 eatao ' J _ _ ' 2: cnsr punncadctes 1:30 gr: -.16-? '.1 como 0CIf| C|O'I~ Aha‘: -3, na verdade, -39.0 meyno 9-:1mc. Iv: -3 Manuel - ~ ~. j Gee Gonzalez. do Hoecc Ls’ ' f - da Cxdade do Méx-co (re ‘V " I m :3-; »;~m)_ 51:: £~'34‘: nl0u no -‘ an-3 paseado u'n "-; tutEa: > de pc-‘uI¢é3", uma techs- da cob-aria dc. » ducouoo c-2 mz'm: o (T103. um c: n:1hr~. -z- ' dc: qua pod-2- transformer X 1t__ 03 pclu-antes em cam pos- = ‘ :03 menus E| '€4}JdbC<E| l'3 I O plq-’. -:10 dz: {:1-: f‘: :v: i:n 1 ' n-3utre'nza 0'3 pclL. —:-ntea ongnna-2103 pelo ttéfego 6»? ma! carrots par :13 Eml: -om o pfxl mr‘. -31:: eats-gs nnziacoso q. :anto :3 czaacndari-3 do T10; pave elamunar a p-: -’. u-:60 : n'. n:c-. _x! (vt| c:_| :1 m''. 'ul glcbnI_ C| ‘E-$26 o nnterc/32:3 [I-6'0 terms A utrlzs-:2!-: v de (T103 em areas (:9 altos rwels { _ du p: IlLxiq: _‘>to do LCrvdH: -r: -;: j ' | ’ I“ I: for pc-"nco: -(3:13 :3. cm 2015, _ atnnré em Mlsoo Palazzo ‘ ‘Ir a H ’ f‘ 1-‘ V ,1 _ I nana_um ed: :oc: od~: -ems ‘ L v| I 5- I. ‘ . - zundzumts com um exlrmor _ ‘_f - — ‘ "de cumunto punncada do 7 ~"’, ,""“/ ;-‘_1‘, . , , s. ')~ 3 81'" — Iyf.1rk’J. .'«§. '~'a. «.f - “‘- ' ~ ‘ _ r————ue‘f7_-‘ ‘H _ "”"7 '-5'-‘ ~’~. ‘-'. r'''‘«‘ ' . . 1-». -
  • 17. ht; flifarca do Carrbénico Em C: ,11.l-;2lodn Fmivu. )'sl'1!C-fin Pzuzrfo. um unbgo munwo das m nas do Pqako, tom pot hobby ‘it has pedas Iodcrz os dc¢mngo‘3" W. -co he marinas palemtclogcos na becia camonl: -zvra do Dc-‘. ro, cc-mo -mo ma. -gn‘f-so oxemplur daimprrnss; -5'7 do uma manta corn cerca ct: 300 mulh-3:33 de anos. torogralzedo mma exp-32»; :§o na L| :m. n': c': ac: :1-:5: c-. .~ Ttea-03-Mcntea e Alto Douro. O pelecntcloqohnur _ S-fa rm: -Ia cue opmnmoniogoc-‘ogico dz: n; -9:210 ‘ esté a 2:1 invantsnaio 9 avdedo. 9 a Cérnz-ra Mu- mt pal duj: C:1'Exl«’, -Y-3 do P9.-‘. r-.1 1:’: docidlu -"inborn: um prcgecto para a cflacéo de um esoaco mu-aeoioguco para gates matenai 3 Trezemos milh: -93 63 anos depc-.3, asu. -1032:! de una pttnm camahsnle a um 1-no : :-zxu-'4 vzjai rn: 'a‘m: run ‘wt vnloriz-. -do % Fifsrs -v"%""= *
  • 18. E2-FLCFIE fl Culture humane 188-/ J.~ BUU , U | -.v: r 2-31'-: ' «:13 ‘: _»-': -ca evacrrwa -:1u>: - r_~I. Ii‘é -:1: | *.~s«'. nrr limo au<2n-: -:- 33 tar-:03 2:313 u~: r«-'u-r‘1.s: - « : ‘-‘l al(. r; 114- . nh~ nv rn. 'r'I: n-~11" r--1‘_1- -w r v. Fm F‘. tll. ‘-’_}-I, -~ '. '.x rd 2 O escalab ((0120 v; £4-: u:! »:«~~: ~ra 9:4 : ;‘-3 7:’-1‘~ +1.3 12:: -: =3t. é:» an-: -'5: €4TI[Z-vZ4': "I: '1J33 ~: -"1 r~: «n:1_: ->:4ar mm- ’ x cm . ?.. :m. ,xr-Vrrn "l_‘rnvn -'_1‘: '_'. J1: Lid? ! I’r‘I-III‘: I‘_- qua 6313 .3 : - I '. -.1 : Eva F: a1u»: - . ‘-1~: «~»: «3, nnnrém M313 C-7 2.: _ 3 -“ Iv-nu-~ ~-‘u, :1_1‘. nr. a'. .;nr 11.! .r: . (un'. '~'-: ':. :‘ rn.1t: 1.'m-_~ 1ItZrg| n.-. .--- Iv'~z: Iv«r. f: r: '<. :'n . du-. .- Li- C I20’: /I-"$8-}: '¢ 2: >3 F64‘: VIII IZlJf. :‘fl'. ~3 CID-I CI F1‘! -E (‘H3 E¢'11I‘. IY. =I IZIC [Z-"ilk: -C [CI ‘CICI '1‘I'J': »E‘| .. Frulr-~ -: » -—'; u'ln -_ -$ . r‘: u-A-wt: -I: ~'; l-vr‘-1-«-1--5:47.: -1u¢1r. n-ix_ . - tr" xv} I CI.3FI‘I. .TI[-E-3 '3':1T| €‘f3||33': *3 DJ‘ f. 'iv"_. ’;. .) ‘Cu: -!1t1uj(. ;x an F1-: v-it zqr-:43 :33 ; «_= r!a1~fm 3:-J 3:-n‘ 7»: -:; in: II_ 'o; -; ; rnn~: ~;: -;1-: -;: u:-I3 I"I[-‘: ". 'v}H-; :'1C-~1;LJ~I~ «: ::r. -Iv. " ha ri;1v: v:t‘. ';: :lId: w;. -_1-: - rd»: -c»»: »nu: ‘~? n~: ua dc-r-: «1nu: v ~: m 1661}! — . _ ' up , rn = cuI»: ~nu:5:< »‘- um. ) yr»; an nit. -11' r-m'j. _1.rx. ;x C. ‘-’-rr--f: :1! . f: mg‘. -3-i rn ‘ ' % UM ANIVERSAHIO DIFERENTE. OK? rlx-»H1{ww' I= :>T‘“1'rI“- M"‘41[¢‘J! rl| “ : m1:! w-; .1 m<; '—r‘— r‘ L ‘mmrlww I“—l~ H-‘V: 3' xv » ‘W ‘ H‘l'H <‘~ I. ‘ wll —' = tI1:‘ wx: pl-~ l x~»1" IL IVUI ‘I1: ‘-1,; I- 4 Iw. t|'w1 :1“ 1 *4 1: 1n-‘. |‘. ‘1w.1:xz. ".II1‘. II>: x;. 1% I11‘ ' ‘H|1H"‘. ‘:‘Il. ‘ 1 M1l<l. ‘!‘]l-‘v. [|H ’n ‘x.1wW ». [M114 " | |H. - ‘H | - Al ‘H1 ‘. . I ! T“HH | '1"1]‘IL 11.‘ I ‘mi--NIL 1.: ‘, 1|1'1 ~H': w.! <:1|w': "I; '1 = ‘[-: ‘1“: ‘: :l -A rr~'fI[>| I'v | <w ‘ “s, "1' -~ ‘-. .v £«: :'-1-Jliuu J: -h: v must: :1 buy‘ -¥'( Cvu‘/ (I1 umnfv
  • 19. J7-1 i‘ NATIONAL . - ~. GEOGRAPHIC, «. -‘If, -:1 . r . --frv, ‘ ,1 . ‘ -I‘. .. :3. ‘ 1_ _‘—_, ’ N A 'ré‘d"i= F111:{ DA RELAT1111 DADE 0 espago e un1a questéo de tempo , .-. f‘; _ "fir. - '->. _'-. ~. '1 "r1 ’, .7-: .. ? ‘ Why "A31. ‘ . ~ 1 J’ . -. 15*’
  • 20. :2 F9 EIPLCR E ; -u, Mundos antigos * . *—*-‘-1 LL ‘. , _ _. .A , . _. ,,. ._g. . _-_. ._, _. ~44- - < a. . “ . ~‘t'. = ~ tv’ g , B ,5?-* Y. - ~ -A 4 ' - V‘ '. .q*: . _-" ‘ 1' ' . w ‘ ‘ ‘ -, ~ g. - A . _ - . ~ . $vw“. —- --n v 4 -'4"; "- H ""3 ‘ . . ‘ . ‘ ‘ . ma ’ J9 D A mais (miiga ave polinizadora H. '»c«~'-: :r)v4:'mL| hC-v1'»dn an-zral um a 3:-aquena a-we unno- cnzu om-: «:> nurna flcr para teber 0 n£~: Ier_ er-; -zlnu aqlc» m erar: -:-3 -:19 5:-f-le-n 9 mcrreu ; :-: -JL‘ 0 dupe -2; C13 1/, -J; r-_v: I.: ;:-: . res-22I«za3:-2. p-r-ze-:1‘. -ar. s«71 esaa [1|lI7rl. :Ic~f:1-:5) no - -: -.'. -kn 2): ). na-tau»: -le cu-3 >: « omaneanna-3 v-*: ’ignr: : do gm :1 mo qu-iv I. -vré u. =nepcna: ;$: : pale-n de ; :-‘. s,'ut. s em ; :4.: .'1I. a ‘E a Unuza er. -9 hf-2.’: -I cw- -2.: -;-'m: r: com cert»: 1.: op-; ~ tcx : :«: -Iwnuz. a~:1-: ta". dz Geral-:1 Muyr, d0ln'. lIlulO(1-* P-A -up '. a Er«b>: I.<: ) Sernzk. em Frarvl: tL. n_ I], l(‘I"', ".l, lOj| J 0 hf‘-; .r; a| ; x. ' we cescot-arts em 201.- c. r:nt-:40d-36 9:4:-'n air . 31-3 ccmun e. rureg: -31-3 tcraal Chandra as: -5-'~: «.: -am. 3aon-: -r- l!1.1l’r‘I«-. ’1ln~ -; ~m-snl-ea; u r--. :t: ;r. C53 petxe ‘ 3:» enetem prcuaa nzzur-: -«ztes ca "J3-: .~_r'»1a EN»? ;: -3- 1nI: .:x-:1t: «.; = rn. :u'_= .:1nhg: : ! r_‘. r,. ':n~; _ 03 C| €‘lf8-"C-’>. "3CCfl’ 30 mum: -:«s 03 aha: —- A R. W. -0.. :m: z ’. "lDI 1VAlND'. NEl'. OtlALI| Hfrnlrcf wovi-I_
  • 21. an-Lcae 0 future da alimontacio Farmmo dc. » Infc: rna: a-3'7 E15 alauns fa-:1-: -:5 retnarjos -53 m-: -nu score 05 d>. "381|CJG de alum entaca-3 do planets O PIEROSO AMENDOC M . ,,, , ; .,. ‘ . V 41 . . . ESTUDANTESFAMINTOS , . o on - oo o 0 man DIAS SAUDAVEIS . NOITSSCOMFOME M ~ _‘ ‘: u r ‘. v PHOYEINAS DE INSECTO AJUDAFI AS MULHERES . v '. ‘.v . ., .‘ “ ‘. ‘ ‘ , , . ‘ ‘, .. , ‘ ARK nun) VAAIOJ
  • 22. M isséo de salvamento A 093:9 :19 Anchorage. 03 arquecloacra acreasam-3-3 a salvar cs vesugnos de uma a1do; ~ua costeua ocupada pot eaqunmos yupuk onue 1300 e 1650 d C Conheczdo na actualocaad-3 como Nunalleq, 0 local em tempos congelado 9313 a oerre-tar 9 Va 3->ndo iY| '(l‘JI-‘X30 pm) eutzucia do mar do l3<mng Una uniowcncéo do cvtna, -rgc~ncu). Ian; -ada em 2009. recuoerou cerca de wnte mnl anetactoa prescra no solo pe¢ma— nenlemenle gelado O3 axemplztes evqu morz.2r. :a: $:>. 's mclu-am uma l'TIc’l7§CEl’EI cen- moman de madeqra an tamanno real, pomaa de arpao em mesa de r-;41a_ ponzaa dew aeta em aroésaa e was atgolars Inteclngadas ern marfnm 09 molsa ‘A eroaao desuuu :30 metros do Ioca dc-sde qua aqun cnegamo-3", coma o arqxologo Ruck Kne-ch! $33 rsacessénora mans cunco anos para compleaat o trabalno. excepto as as I-: -mpestades do: Invemo arraatarem 0 GI. » resia - A R. vwsarraea UOYEIVIM IIKRIDI DDR5} OOH lIlVClI2h; lO DC 000000! 7'. IO) ILAKA. I DA UIIPIIIQDADK DKAlG£¢D! ,C£a1IZ4
  • 23. ‘ acnons _, . O fuburo da nlirnentaqio ) 3 ' , , ~4 ) I ‘ ‘ 1 . , 3 —. ~ ) x. ,, . ) 3 ‘I .1 "_J) ; " ‘J J _ 3 J , ; ,3 .3 1533); ’ .1 * ' — ~ .4 ,9 Abram alasparaomtlho J . . '3’-j ‘ J‘: -. ' _, ‘ Paa mum passage. 0 malno-mando save pate pouco rnaado qua comma _ ~, ' 2 V ' . A -‘ ; ’v{ pas ave: . A plants 6 uaada pnncipannonto como ragao paraarimaisna 3 ~‘ ’ -T‘ ‘ . v Europe 9 nos EUA, mas. em algunas zones de China. da hula e de Amos. 0 ‘j '. , mllho-mlodo éumenmporcante tonte as proteins: . ) ' ' ~ Peta alouna mvestigadotea. eeta culture também podetia set decisive ' _ para a aumemacao da populacao global em expense. 0 mmo-mmdo : e- _ , " , 3 , sate Becca 9 ac celot eoaremo. o que 0 tame a culture Ideal pea um clnma ’ « , _ om mutocao. asaoura oospociama Hari Lpadhyaya. Nam do men. we ’ V, .- - ' . 5 V gran adaoroso cresce rqnldanonte e restate apreoaa. Tuoo 0 me precasa 6 . , . = , ,_f I -' 9' do ma‘: eocpoeicéo. dz Turn Larson. porla-voz dos produlotes dc n1iho- , : ‘ ' A 1 ~ -_ _ rmodo do Colorado. ‘sumo cue o seu memento estea chegar. ” N50 9 tscal ’ _ , ‘ ' 2 ~ ' . ~ ‘ , in lroduar novos alurnentoa na dicta modems. mas o rnilho-miado tam mais . _ ‘ ' ~ i — 2 _; uma vamaoem nao conzem omen. - cwmmzuuhrnvm A » . - . ‘ ‘ ‘f C’ - Mlik €&l IHILA %A El£o9lQOllIIIAO&3f. fl.A 0 C . I . . % T, " -2:. ’ " ‘t or I ' 4 ,3. I
  • 24. Porto Seguro Ha cede vezmasindlaoe do cue asbeledasv-comuns lazem dos Acoros a sua area do service no grands auto-osuoda ocoanica.
  • 25. A balsa-comum 6 o Begun-do manor animal dn Terra. A hequanoia do: was an . -Jnmenloe nos Afioros sempte sugeriu qae one rnnrnflevo us: 0 nrquupélago como Iocs do nlmentacao o alvez oomo memo do ortenlecéo. A inveeugmcao ca Urwetaadado doe Mace lam ptoduzido novoe dadoe some 0 term.
  • 26. (‘. ovI. «r. r.I-', .’n ' Grands Angular Twttu cf: -n: gm_'i4:a (Yr "U30 MAROUE8 uas balcias- comuns dcslocam—sc tranquilamente num rumo pa- ralelo 31 Costa. tal Como Paulo, o vigia. tinha previsto. A civilizacao hurnana mudou muilo, mas a sen- sacao de partilhar a égua com um desles gran- des mamfferos marin hos permanece inigualavel Em face dean. -s vullos, laoxncunsgrafidos compot- tam-se coma criangas. enlusiasmados perante 0 volume gigantcsco que sulca a égua. Nesta espécie, jzi se avistaram baleias com 27 metros de comprimento e mais de oitenta toneladas. Sao os segundos maiores animais da Terra e, debaixo da superficie. parecem enormes sub- marinos cscuros. NATIONAL GEOGRAPHIC - NOVEMBRO 2014 Quando avistou caduloles. hé quasc ccm anos e bem petto desta ilha do Pico onde estou, Raul Blandao nao resisliu a escrever: ‘E um expecti- cu lo majestoso enoontrar pela manha um bando de baleias. resfolgmdo pelasventns - é um espec- téculo do prindpio do mundo. .. Um pouco dc neblina - mar azul! ._ Lfwao com o dorso de fora c lauqando dc quando cm quando um csguiclno de {agua vaporiz. ada. " A descricao pareo: - me ade- quada a lodas as grandes baleias. Salto para a égua, mas as primeims tenta- tivas dc aproximaqao revelam«se infrutiferas. Os animais nao oedem com facilidade ao ptimei- to canto dc sereia que Ihes lanco. De regresso ao baICOs scguimos as baleias :1 velocidadc rcduzida
  • 27. c a uma distincia quc nio as coloquc sob prcssao. Duzentos metros depois elas pzuam e madam dc rumo. Avangam na nossa direccao. Por mo- memos sinto uma afinidade com os toureiros e com 0 momenta indescritivel em que a montanha animal de (‘Arne e mtisculo investe contra eles. Aproveitando a proximidade. Ianco-me no imcnso azul c nado silcnciosamcntc. Ao longc. um enorme vulto evolui a cerca de seis metros dc profundidade. Mergullto rapidamente e dei- xo-me pairar. obsetvando aenorme baleia que nada :10 men encontro. A mfiquina fotogrfifica dispata como se tivesse vontade propria e. em poucos segundos. estou novamente sozinho. I6 nao vejo, porém. o azul profundo quc todos os QII’LIIOIIICA$u. vAtluI'IIlflGCO¢l'$wuflflflunwfllfifiblfioihfiolfl ) <2 '_, f :6 . ->""' - (_ f, - ocgz. -mo I _ ATL/ LNTICO ' ‘, - NORTH . It AREA EH ~‘ DESTAOUE ‘I Resulmdoe pmiooe do um prqocto do Conlro do Imar as Umvotsndado 4' "NHCO dos Acorss cooroonado O 1 ' R773 poles boaogos Mon-ea stun Flo el-'-Iui Pneto. on maps: repreoontnrn tnjealos do balolamoomuwa marcaoas com 35. u; ,.. .; uransmisaoros de aaléme ~’~‘-.1-5:; nee Aconee. Peflo das uthss. as baleiss tern padre-as do A C O R E S movlmonlaczao comple- sum Mug» xos. sane! do quo 95190 cm buses do at-rmmo. mcrgulhadores associam as éguas dos Acorcs. A baleia deixam at: -is de si uma nuvem alman- jada que turvava a égua. Sorrio - o que. dado o contexto. parece abonar pouoo sobre :1 minha sanidade. Séo fezes. um sinal claro de que 0 ani- mal se tinlta alimentado dm-ante toda a manha. Distantes dos grandes centres urbanos e be- ncficiando dcssc isolamcnto. os Acotcs tém no mar um verdadeiro oasis de Vida. As {tguas sao muito ofundas mesmo a pouca distinda da Costa. pot essa razzlo que. em pouco tempo, qualquer observador pode ter contacto com uma das 28 espécies de baleias e golfinhos jé registadas. algumas das quais so avistfiveis em éguas tao fundas como as destc arqui pélago.
  • 28. Grando Angular (: cnurv. :¢. m Aqui acorrcrn com frcquéncias varias cspé- cies do balcias dc barbas. assim chamudas devido as places de qucratina com numerosas cerdas utilizadas para filtrar o alimento da aigua. Estas baleias sio muito timidas e permanecem a su- pcrficic apt-nus por braves mom; -ntos para res- pirar. Deslocam-se a grande velocidade. o que dificulta a aproximaqéo humans. Os biologos Monica Silva e Rui Prieto con hecem estes factos na ponla da lingua. Invcstigadorcs do Ccntro do Instituto do Mar da Universidadc dos Aqores. dedicam-se hé vdrios anos 5 determina- cao dos factores ambientais e individuais quc rcgcm 0 com- portamento dc trés cspécies de baleias que frequentam os Agores e que servem de indi- cadores: a baleia-azuL a baleia— -sirdinhcira c it balcia-oomum. A colocacao de transmissi- res do satélitc ncstcs animais permitiu-lhes estudar em pormcnor os scus movimcn- tos. compreendendo quc as baleias-sardinheiras passam menos tempo no arquipélago e registam padroes Iineares de migracao. enquanto as outras duas rcgistam padrécs complcxos c pcrmancccm durante mais st-mamas nestas ziguas. 0 case dos balcias-comuns é exemplar. Sabe-se muito menos sobre o que se passa debaixo de égua e sobre a movimentagalo dos grandcs animais marinhos do quc sobrc as rotas de migraqio da maioria dos mamiferos tcrrcstrcs. Existcrn por isso varios prcconccitos e lacunas no conhecimento. “Se consultar um guia dc idcntilicaqaio. vai lcr quc clans passarn o Invemo cm jej um mm; was zonas dc reproduqlo a que. no final da Primavera, iniciam uma mi- graqao que so pom em {aguas subpol-ares. onde se banqueteiam durante vfirios meses. O nosso lrabalho dcrnonstra quc as coisas nfio sc passam sempre assi m’: diz Rui Prie to enquanto observa- mos no monitor do sou computador um mapa pontilhado. correspondendo as posiqoes das baleias obtidas com os transmissores de satélite. prcsns. " NATIONAL GIZOGIIAPIIIC 0 NOVIIMIIIIO 2014 “. =s l): Ilcl: l:~‘ ujustuni :1 prnfullclidutlc (ins 1nc1‘_<. *11l|1os para lira r ])2ll‘ll(l() dz: Inaixilna (llS| )0llll)lll(l; I(lL‘ dc Vcjo as rotas das balcias-comuns marcadas nos Aqorcs c os padrflcs silo sugcstivos: as ba- leias permanecem vérios dias. por veus sema- nus, em t‘{. ‘(l0l' das ilhas. movimentundo-so em ziguezague. Para os investigadores. estes movi- mcnlos co mplcxos sugcrcm quc osanimais po- derao desenvolver procuras activas de alimento. Ao sairem da virjnhanqa das ilhas. as trajectos tomam-so mais previslvc-is, demonstmndo que cstio em migraqao. S6 quando clu. -gam as éguas mais frias. ondc so cncontram ‘nouns dc alimen- taqzlo jé conhecidas. é que os movimentos intrin- cados voltam u scr rcgistados. “As baleias-comuns podem altcrnar pcriodos dc migraqiio uclivu com pcriodos dc utiliza- qio intensiva cle habitats espe- cilicos ao longo das suas rotas migmt6rias'I escreveu Monica Silva. primcira autora dc um artigo recentemente publicado na revista “PLoS ONE”. onde a hipotese do uso do arquipélago como local do alimcntacéo dc grand: -s balcias foi dcfcndida. olto a pcnsnr no men 4.-ncontro com a baleia-comum e na grande mancha de fczcs quc csta dcixou a sua passagcm. A cor alaranjada deve-se ao pi gmento dos [reque- nos crustéceos parecidos com camaroes. que sfxo conhecidos como krill (Megcmycliphancs norvcgica). Estes peqm. -nos organismos pc rma- ncccm a grandc profundidadc dumntc 0 dia 4: mi gram para éguas superficiais 5 noite em busca do: ulimcnto. Dc madrugada. voltam a desiccat- -32 para éguas mais pnofundas para evitar os pre- dadorcs. Dc forma cspanlosamcntc cquilibrada. essa migrac; -Jo vertical diéria do minfisculo krill parece in fluenciar o comportamenln das gigan- tescas baleias. como um baile sincronizaido entre dois parceiros harmoniosos. No fimbito dc um projccto financiado pclo Governo dos Aqores (o MAPCet) e que se estenderé até Margo do proximo ano. a equi- pa do Monica Silva vs Rui Prieto tem colocado aparclhos sofisticados cm balcias-comuns para
  • 29. lO! fl6 13%? 18529 A’ register o seu comportamenlo de metgulho. ‘Durante 0 dia. as baleias-oornuns mergulham entre 150 e 200 metms. enquanlo ah noite a maio- ria dos rnergulhos nao ultrapassa 70 metros. As balcias ajuslam a profundidadc dos morgu- lhos para lira: partido dn méxima disponibi| ida- de de presa com o minimo dc esl'orco’Z condui Monica Silva. Parece um sinal claro de que as baleias param nos Acores para se alimentarem antes de oominuarem a migracao, mas os mer- gulhos sao apenas mais uma pisla. E uma ptova circunstancial nao é suficicnte para construir a argumemagao que, mais tarde. sen’: fornecida aos decisores para definicéo dc estratégias dc oonservacao mais precisas. “Temos dc obler dados segums para pmvar a teotia'2 diz Rui Prieto. E pot isso que também se recolhem amostras de gordura e fezes no pro- jcclo MAPCcI. As presas dcixam normalmcnlc fiufl. Ilfifi Ssfl I IIIIIIIYO CDIMODOIIIAI DA UUVKBGDI 00$ ICQIS UM DIA NA VIDA DE UMA BALEIA Marcos do wow: almonlar dns bralotnzs-oomuns (om Damn) um aglomondo de (ems do baled: e um rnnlflsculo eutcnplnr do krill. urn doe suns ulmenlos 0 gvehoo teprosenla o cido do mergfihos do uma bales-comm so longo do um die nos Aoorec. Os dado: sugetom qao 6:1: ospbcao margins 11 macros ptofun-adados darar-to 0 da, Iimilando o alcanoe do: rnetwlhos E none. 0 cido podera set expiioado pain movmenlacéo do him no ouvzo ooluna 4:» aqua. 7hl9 ‘asinatu i-as" bioquimicas que podem set detec- tadas na pale. na gordura dos animals e lambérn nas suas fezes. Eskimos em Iun ho num ano que se moslmré exccpcional para o avistamcnto dc baleias dc barbas nos Acores. Alguns opemdores comer- ciais dc observacao de cetéceos deram conla de um aumenlo substancial dos avistamentos de baleias-comuns no arquipélagu. com o qua- drdplo ou mesmo o quinuiplo das observaqoes relalivamenle aos anos antetiores. E o aumento estatislico nao sc limitou a csta cspécic. Dc facto, num finioo din. observe oilo baleias (enlre ba- leias-comunse balcias-azuis) e refliclo sabre as palavras dos biélogos. ‘A ciéncia é oomo um Iri- bu nal. lemos dz fazer prova do que sugerimosi referem com alguma frequéncia. A vanlagem decisiva é que o mar dos AQOI6 é um verdadeiro laboralorio vivo.
  • 30. D NAIIONAI. crocamnc 'Do: ponnndo o Intorosso para a provocclo do plume‘ Allniomlfiooonohio Sociuyvc-u uma; :1: cm washings: -rt DC. com-3 uma In: !.m. o9bD cm-nun ca 2 cducanva mm h M lucurmz-2 Undo ! ULl. l, a S-ocooodo apou; -4 m ms oo I0 (00 aiploraoom o plow»: -1:-s do >nros1iaao: o_ mnlrlbu rv): Data rm. -hast 0 0:-nheclm 1010 do IGHJ. do ma! 4- do cstnoo MIDCAA G000!! !‘ Ifihl 0°C! !!)ll- GONCALO PEREIRA, Dhodor TEKSA ESMKNE8. amccao do AIM HELENA AB§U. cowvcuoau Eoltoaul . .IOS£ LUIS noonfotsz, fmulnoco on rnupaen counuio OI oinccno ho Cuaoko 0 Anna on naiv cousruio cmnmco mu nnoos. humus. » Arbumoan OIJMYAOIILNA um. rm-aeco do on-nnmu to Ruonrch and Dvlwubn a MB). CARLO: undo. drove: -bu C-IRVALNO IIO0FIIOJr£. Atoapn: al cuuoio TORIIJ, Anznoohpl rnnocisco ALv| '.s. Ara-2:95;. mam FRANOSOO 9¢lRJO¢tPOM$£fl. Z»bu OALOPIUI OE CAINALNO. Oooloal JO! -0 OE PIN-I OBML Anoa-wou so-av JOIO PAULO OUVIUIA I 00510. mm: a flwulo WCMOO semlo snares. 860900 0000-UQFOOCO o uumvo SALOME PM$. BovlAea SLKSANA MAlQ$ vuzoxzauopoiq-n sou» IEBESA M00, urn»-emu VANDA smtos. fiuommw-3 vtfltflo &OROMENNO- MIROLGS. Amount! vncvon HUGO FOIUAZ. Vmonaobpu ofltfll. Oflflllol I$l. b‘ uuoaun cu-no sun-roofing oeuuvuuu lulu IIAOIIQIO I IIVIIIO Bunnrooséuogaovu. caovoenwlao no tmmlo; Bur-unoosiflomcrq Enaoacmm ououotoo FVIO. Yndnglo, Hal do-nsahn. r.lI-vulo cotuouluu NESIA IDIGIO Nor-9|» Pmuana on Mumumrrno 0 button; Hugo mvowxmo Now ¢ 60a. Jolo F900 Mum Mans Moon sou-u). Jous4n¢<a. Mmnebo on ling Inna nuu, Ibnaflo lhclo ASIIIMIUI I8 YASPPIIKIOUM no ass) 2: an was uuvcvufinuppv IIIIIIIIO nuoauan SL (avuuu Dana} DICIB IIIIIQAO VASP. $4 M. h- Mica Loos»: Put our. do agar 2139-5! I Mam ‘ (mam rot; (550 104 337 000 how on oomnlm (VA manta») 9.60 hrbddua moan! sun-nos VAIIEI ll runaway-no-Vchcyl moo-ook<an/ vw-00.13; ’ numv. <«v-Imav-amw -rm» cunmovaowr rawwuswuo bunch lzu-vets’? --lmvdlo I69.lnMn¢>o-IO. Jams-eeefiav-so 33355311 all 1130803 310% urn-mun ouhnoC: DIunvHI: tx'-| knnuvuII: ~inn¢nI. knn$an omo-I uowuun-ct--am uni. Fol: -Iunnos Shsuiuaooo uma: nu: ahndorrulhuhm Ian: Subdirdm £3-WM 5V'l| '7'V"l3 lflltiltfll %hINfl0mlK VIN! nun luau sumo-ux nan» Knvwnvovvvnv can &VIuo con uuoo Pr: Otlnn Iavlllaaoetc cow Elnokatnm nun Iafitlllflhlhlti nut: hnnOID1Mwur. I onus: Lanlnhn our-rt Rruavn nus: cc-«ma-um -us-on wnuvuu coo no-mveuain-ro Iocvalu Olllltaayknun aux hauls: nu mmcama . -an aunoluau uma uamovu wmnna lhcbomanxnat innoun Otlzmlwlnhlfl -crnriuuuuonwu nnltiooqn Inn: oanrnuu Di-nann tuna umnnwoztcwun norm-n omonohen vo-nn cmvmurtv tuna bunrlsraex Inn oak: nu-you tuuuolik nut bgcabb nun Vuuullhlz unnao Ihulllnntvunvo utnn uncanny uvuu Oonvaummo nu-out uoeeo on-g¢. nuI -unr - auuun-nu - nu: -u can-cuuaunm luvrboncu Ifltli: dflfiutfifi nun-unauvr THFIIA. $&h cannon IXOA WU? UIICIIQOIM W. ‘ IIIIOC wan-anus-avwhkloocuhfluto ¢nnu: n4r, mu. - lbaoéq vcauu: n¢r, u:n: nou unadul- Qllhoardnhllonunrlnmlflyiuaor Dunn hh¢. hMIvLu. |Ia: MlohII'. On: Suhm outrun-iron-I ‘CI fixbt B@ lab nap a manic: on-an-u 1: Eli; W. “am §‘é‘; .;sw. z.t. r~: ..: .z-. s;. .~w"‘$7a-‘rs :2: o%uu1K%G w¢Iouhou. HoN. lC%Is hub Io| et. Iu-ull$BuAO4:hA¢hanvuLI-‘on Chnnl Inn-II . <&vI= &Ln&‘J¢n: In ASJI. I: nL5Irlh¢'ualSnIh emoouc-ooauou-cc that I "Inns 9 3°53 nu. .."-‘a. %: ..u. .°o. "’. .‘%'2'i. .!. ’.‘. £ mu-Mnuev. floooIpuoo. &-M snnsnau-vac: 0wy@lO’)M Mluulojnz kin hm-oo tau eaenuoo mama to r*'°~. ... °‘3*a; zzaacz. ., A Ion! Uh uh an In “I: noun» I-I §A~nmn. OIIEOVOMOEAAL lama Von ollouslu C30! OE Pt. II. I¢0AI>( Fania; Mwoumuo Nvrhwwunmvoounuuuav 1.5100"! Ricardo %dlv¢ OOMNIS MADOR-OEILGIOO lfibfl htlslu DIl¢G| ‘OIU&-OIRAB Ana Rodrigo 0 am Cuwnncovuu: ! I OIIISVAIIAICDIIOIA unnmmcnouounucoau 1€| &(IIH. IC has five Man II. ‘ no, (‘adv oooom Matron nu, Luann Jiuzoo mun-«no-Quinn-usuai mr (or or 3“ Lucas: in Ildunnl Oroguahe 39:01; D¢6Mo Loud n‘ 1$? G2.0I LSSN ? l&~$l6D flognuo no Iranmo do Oomultasluo Scan! con 0 n' 12.3! I on woomou Iupn mid; 42500 uracil: A RGHIOOUOIO DE 191'! “ E maniacs
  • 31. E-Jr-an 1| Sherpas 6 Depots da avalanciza Na manhil do dia 18 de Abril. um gmpo de sherpns e de montanhistas nepo- l(-scs iniciou a tmvcs. -.<i.1 do c: :<cnl: I do g: -lo do Khumbu, um lzlbirinto in>. -1:i- vel de tomes de gelo e lendns que muitos consideram o tmgo mals manife- ro da rota dc escalada entree acampamento-base e o cume do Everest: -. Mil mt. -(nos ncima, um glnclnr com cerca do I3 milhoc-3 dc qullogmmns ____ _ ______‘_______________. rnngeu, mexen-so L-cniu montzmhn abnbw. "f Fm poucos segundos, l6 pessom morremm. enterm- "J this sobblocos dc» gain do tzunzmluo do cum ioos. I): -rrnzn. -< de outrm ncamm felidm no pior desastne dahistoria do monlanhismo no cumc rnais alto do mundo. . . ~ {(5 mm a reportngem deste mu’. -sgojornnllstn Chip 3 _ ‘ _ . ‘-Q? ‘ ‘ Brown viajou com o fotogmfo Aaron Huey até Ens al- l 44 '" - ‘ deias shr. -rpas em redor do Everc-sic e comou a h lstéria ‘ , _ ~< ’ datragédin. A nossca equips: dc rc-poring: -m procux-on modiro impacte do acidente atmvés do mimero de cliancas que perdemm o poi (28). do cancelamento de uma tom pomdn dc c-. <r. ul: Ida c, lnlvq-1, zllé do urn :1 nmdzmqa pennanente nas préticas no Iwereste. "Exlsda uma forqa dc lrabalho que foi mmantiznda e. an. ‘ ct-no ponto, expIorada', argumentn Chip Brown retaliatio- -se 30-; sherpas que apoiam os Inontzznhi-mus I128 mais de menu nnos " . ‘-ins 1| 1-normidadc dc->1: ncidenlc uni tomzlrimpossivel ignomros erros do sistema. ’ Aaron llm-y, profund: mu-nlo comoviclo polo aci- dente. aj udou a olgnnizar uma angnri: u;5o dc iundos pom o. <shcrpcIs. ,vcndr. -ndo imngcnsdc 13 totogmfos que cobxiam actividades nos Himalnla. I-‘omm unga- liadosc cercn de 358 mil euros. A reportagem npmsenta aesim o mais recenle capitulo da atencfio que dc-clicmnos no Ev: -n-stc dude que, peln prime im vez, a rwislzl tocou o sou olhar no gigante montanhoso do Asia. Depois de ler a hisroria e de ver as foto_x{r':1l'n: n:<, p:us. -a«-1:unlx‘m polo nosso site . 'm(s'o.1al_r, vso_qmpha'c. pt, ondr «upli- camos de que forum as imagsens de satélile ajudamm :1 National Geographic :1 d('I('l'lI'Ii nnro mmanho do bloco do gt-lo do gnmdcs dimcnsocs, tio g-nndt: como um cnmpo do banquet: -bol, que se mmpeu r: provocou :1 avnlancha. A histéria publicada nests ediqiio é uma d: IqueLts que gostariamos nunca tcrde conmr, mas é umarollex! iolmpor1:| nlc, r|goroe: a e comm. -ante sabre um acontecimento tnigjoo, cujas cousequé-ncias ainda so farso sentir. 2=¢«= -/~w= £,«4Y_. Suiifl Gt! -Jb. vg
  • 32. . -7 , ,.. , El _ ,
  • 33. ’ T -T ”‘Ibrlus, u.§‘_(Ir'n. ~'. .»1:': rzq: u.' ningumm o, ,- "” " pc7t'm'>:1. ar'EjE2«? rfi! c{:3o§_gsrrz van: _ czzzmzdas da }'u'. s*fm'ia da Ea? fzzdc. z!«; ___ _ Sgm Pczuio. Yimlo clrmnrmm pc(a$ -‘R ’ rccctzfcs dc uso donrcsrim (OHIO I/ Iunn. 1 In n-no . L- Itxa-v Ill Hm avuar-nulnuu ta)» nun II} IN-on ; I_ I ll kI IN -1 "(null
  • 34. 3
  • 35. Dom Pedro N to! o DlOl'rJ(lOn| '.>l: 'J do onto 00 Iplranga cm 1827. mcusando rngrossm ii Porlugal como me rnandava 0 pal, Dom Joéno VI. Essa fol o rnornonlo tundoatlor (Ia Inaopundmwclwn l)f{18||0lI& ! l)l"T<LNlNlLI'. '»
  • 36. ; As lunduqbeb de uma cow (em bulxo) sumem duwnie ; as ns(‘i, .vncons om Phlwltoe-. motwaaas pot uma ohm i publica do r9vllal|11aQéo. Ate;1lao abtigou urn dos 1 pclmullos alamzrnontos (1)3 cluado. om 1560. E | " '- J . . 1 _ _ L ‘ _ 4- _. . n _ . —. " _ . . _ ‘ . - _ . " . ._. .~ . ,- , _ _ . __ _ , ‘ _ . V‘ o n '_ ’ I 1:-4 w I. _ . _. - : " _ -‘ 1 1‘ . ; ‘-. ‘ ‘ . ° ' VI 7 ' ‘ . 4‘ sq “‘. I: . wv ‘.5 ' ‘ ' 4 ' ‘ . .. . ' . 7.. ..-.5!-. |. ‘
  • 37. '11‘! ~". .i'. u'v“‘ . __V_ , . C
  • 38. J-o~= '-; ——§ _ V‘ " ““'t-’ -.
  • 39. IL. TEXTO DE RUNALDO RIBEIRO FOTOGRAFIAS OE MALJ RllC|0 OE PAIVA '0 bulicio dizirio de uma cidade Como S510 Paulo, nio é improvével que um acontecimento que pode mu- dar a histéria ocorra no subsolo. Agora. Sem um —« — Na véspera do ferindo da Péscoa de2012.o caoc do trfmsito paulistn material izou-se logo no infcio da turd: no bairro do lpimr. -ga. sobretudo em redor da praca quv: cimmda o monum-. -:r. o -. -rguirlo nus imediaqoe: do riacho onde. em 1822. Dom Pedro IV (Dom P-: dro l. do Brasil) prod amcua ind«. pr. -n- de°. -ncin da nova nacho. Pct: -zos mbem. mas o impe- rador a inda Ii esté, ce rca de dez metros abaixo da rm mum mr. u.1sr. alr? u dc: poredes de m. ’muor-. > negro. Repousa ao lado das: was duas: esposas. Lecpoldrna d-: Habsburgo c Am-Elia d-. - B«. ~auharmis-1.u.1ch- tenberg, Hoje. :1 cripta imperial estfi fechadn para urn ritual : ;o| cnv: . P3933 das 15 hows quzmdo dois pa(lt? 'S carmelitas comegzam :4 rent 0 pa i-noss em latim, dianle de cienti: -1:13 e repnzsenlantes da famflia mu]. Perla prinwira vezerm 180 : moc: ,os ms- tos d-2 Dom Pedro semo exuma do; 0 corpo -rslfi -; -nvolvido cm trés caixoe; -s. O externo. de pinho. tem fermgens de pmta com r-. p11:: ;-sllla-; 'r’§c: ; dv: dr! gr)-:5, -spudas 0: 0:; br: r:;6»: :: do Brnsil e Portugal — éum sinal da ideologia de 1972, apressa-st: alguém na :3]: 1 argurnentar, poi: ease foi 0 mo em que 0 ca ixico foi envircdo para 0 Brazil numa manifestagéo de afinidade o; -ntrn: os dois pa. (cu; -r. No inlu; -rior. his uma. uma de chumbo nmassada e. por flm. esté 0 ca ix. ‘ao. dc mzldc. -in rudiln-: nt:1r. qua: cnccrra as osm- dns. Moira: pensc-as usam mfssca ra para evitar a inalaqiro dc fungos. Quando o {ultimo caixfio EM CASA Nascida no Dario do lpranua. 3 aquedoga Valdlrene Amblel sogura o crsnlo de Dom Padro IV ‘Serrpm lul fa-zclnada pela cllpta imperial. E urn nnzur que mzrcou a minha Vida” anfmcio prévio. Sem nada que o possa distinguir. é enfim aberto. Dom Pedro ressurge no Brasil numa versico seam retoqa-is nem nobrrrzrx. Sem gfamour. O esqueleto tem a nuca for: do lugnr u: a cab-. v;a volts da para a din. -its. Um boraco nu base do cr: 'a nio ntestn um procedimento re; -«li7.1do apés a morlc, cm 1834, pan or: rclitaro ca. ’-n. -bro Os pres antes obs ervam, om de cada vez, zstup-: - factoa. Sou convidado :1 espreitartambém. Boa parte dos osscn; ca-: t;'s subnlerm numa montanha de cinzn etecido: -: decompoaos e noto que 3e as- scrm-llmn :1 uma mistura ixu. -élita dc: C:1:; r.‘2J: ; dc zlrvore Cobeltas por acticar. A misc: rs sulocr-nu: c 1:. -uho d-: sairpara l'L"'- pirar. Na run. Sm Paulo prossegue com indife- renga: um pntica nte de skate qunse mo: atropela ssim que saio do monum-. >nto. Adolescentes jogam 5 bola na pmga cu conversam pelo tele- movel junto dz: figura do: bronze do imp-rrador no seu cnvalo. empunhando n espada a grim ndo pda ind-: pa. 'ndC'nci:1. A Vida flui com ligcir-.23 nests L1 rde do véspem de feriado. Creio que o impemdor ficaria fdiz ao vislumbrar. quase dois séculoe; depois. opal: que ajudou :1 criar em I822. O ITIQSITIO 300 EU‘! q. l8 S8 TECLISCLI 3 VOlt3.fP3l'8 Lisboo (' Fi: :o'. ta; -r. ’1 dito) r: em qg-1 ooltou o crflc; -bn: grito do lpim ngn. Na cripta, 3 sua mu. -Inérin cc-:11-5;: :1 sur n: -.: p,-. ut: u- dz: 2 :2 emoqno toms coma do nmbiente. Valdirene do Carmo Ambicl r. ‘ historiadora c arqucologn. Coordem a cerimonin como uma anfrria do no- breportugués epede a palavra. "Dom Plzdro I foi o ma ior dos Bra gzmqzua Fo rmou um pala, foi um paiexcderte e um miltar exemplar’. diz. ‘Agora. finalm-: ntn: , csté -: m ca 3:1. I3 vamo: train r dc. -l-. -.' 0 IIRAXH. lH- D0!/ I PliDll0 IV 9
  • 40. US AROUEDLOGOS URBANOS LIDAM COM OBJECTOS OUE EXPLICQM COMO SE VIVIA "E 0 RESTO DA CAMA. D0 BUTAO DA ROUPA. D0 PRAIO ONDE SE COMEU. ' A croaors ma s/ ‘to PAULO Nxo £2 COMO ROMA ou Lisbon. rcplctas dc catac umbas milcnares. ncm Paris. com a sua redo dc galcrias subtcrrilncas. ou muito menos in Cairo. no Egipto dos faraés. Aos poucos. porém. a maior melropole do he- misfério sul descobre uma conesc-Jo com o seu subsolo. numa actividadc que come. -gt a Inncar luz sobre episodios. personagens e lugares obscuros. Os arqueologos estfin por todo 0 lado. Dentro da cripta imperial. pmcurando entender a historia dc urn pcriodo dccisivo de Portugal c do Brasil. numa invv. -slig:1§'. ’ro f0f('l'I$L‘. Ou nu ma. da: scor- tinando os hfibitos domésticos das famllias que viviam neste territorio antes do inicio dos gmndcs obr-as urbanas. Ouescavando sitios pré-historicos surprccndcntcs - um dos quais com vcsligios dc milhares de anos no luxuoso bairro do Morumbi. A nova arqueologia urbane desfaz uma carica- tura. “Na maior parte dais vezes. at matéria-pri ma da actividade é o objecto. Por isso. tanto se pode cncontrar um arqucologo no interior da Amazo- nia como na mna urbana. pesquisando uma rode do drcnagcm do csgotos’Z define Paulo Zaneltini. um dos mais experientes arqueologos brasileiros. "O nosso lmbalho é idcntificar algo que jé nip cslé visivcl. Iixpor aquilo que o tempo cncobritfl diz. “Longe das figuras de Indiana lanes on do Lara Crolt. que procunun cidzules perdidas ou lesoums que levarsfro para museus. o que nos interess: 6 saber como era a socicdadc c come so transfor- mou. Lidamos com objectos do quotidiano. que explicam como as pessoas comiam. dormiam ou educavam os lilhos. E o reslo da cama. do botslo da roupa. do pralo onde se comeu. " “Na cidadc. a armada dc asfallo é. em tcoria. 21 (iltima de um grande e despemcebido sitio’I explica Rafael do Abreu c Souza. cnquanto caminha a men lado. diante do mais bem acabado retrato das transformaqocs paulistanas quc alimcntam o trabalho do arquoologos como clc. Olharnos para o alto. O tecto de um vfio livre com -10 metros de largura rellectc. em espelhos azulados a 20 metros do chao. uma modesta casinha colonial do século XVIII. agora inlcgrada no jardim dc urn novo projecto empresarial no bairro do ltaim. A cena intriga peées e condutorcs e é um elo entre dois mundos. Enquanto um exército dc operdrios li- IO NATIONAI. Gl£0(HIaVIllC ' N('l'VSMIIR('l SOL] na liza o acabamento desse monumento no future» um punhado dc jovcns cmpunha pits. cspétulas c pt-nciras para procurar no solo rcsquicios dc ocupagoes do lugar. No coracao alesla siren nobre. 0 lerreno foi negociado por duas vezes por valores recordes: an (rltima. cm 2011. cmrolvcu 195 milhocs do cu- ros. na maior transacdlo deste fimbito no muni- cipio. O empreendimento que se ergueu all fez jus nos valores: o edilicio Patio Bamdeiras possui duas torrcs do 19 andarcs intorligndas por outra do ll pisos. as lrés alinhadas na cobcrlum por uma laje de cinco mil metros quadrados. Abriga a soda do Google e do bancos do investimento e 46 o endereco comencial mnis caro do pals. MUITOS slrros Mtouaoroorcos de Silo Paulo foram estudados com o impulso das chamadas “operaqoes urbanas'I inslrumentos legalmente consolidados em 2001. através dos quais o po- dcr pfiblico invcstc na rnclhoria das inl'ra-cs- truturas para a chegada de empreendimentos privados. Em tesc. serviriam para revitalizar {areas decadentes. mas os crlticos acusam-nas dc scrvircm mais o mcrcado imobiliério do que a rccupt-r: i;; a’ro patrirnonial. “Apcsar do algumas contmvérsias. as operaqoes trouxeram a arqueo— logia it rotinn do cidade'I comenta Paula Nishidu. coordenadora do Centro de Arqueologia de 8:10 Paulo. "A cxpando do construqéo civil pcrmiliu o estudo e o acesso aos locais. “ Desde o fim do 2002. todos os empreendi- mentos de médio ou grande porte em areas do relevéncia historica e “capazes de afectar 0 pa- lrimonio arqucolégico" passamm a ncccssilzir dc licenqas. A chamada “arqueologia de contrato” criou um mcrcado do trabalho. atraindo ao sector uma legiao de recém-formados n-as {areas huma- nas. sobrctudo do histbria. Os jowns. dcsdc coda; traballmm sob prt-$530. pols ho conllitos frequen- tes entm a urgéncia dos construtores e o ritmo dos investigations Nem sempre o embargo do obra é feito a tempo de impedir per-das irrepa- rzivcis. “N30 podcmos contontar-nos cm scrmos mems emissmes de licencas. sem antes entan- dermos a histéria oculta dos sltios. Néo se pode desumanizar o esp-ago’: critica Rafael de Souza.
  • 41. O objective (lest. -.1 vaga de iumvestigacao é entan- dcr o proccsso dc ocupaqio dc Sao Paulo. Mas a intcracqiio com um sitio muitus W. "£L'$ associado nos bandeirantes (embora nem sempre se com- provc a sua ocupaolo de uma casa historian) ldl’t'2 também sirva para uma revisao da controversa imagcm clcstas pcrsonagcns — as vczcs rctrata- das como audau-s desbravadones. :33 vezes como crépulas que investiam no mcrutamento dc mic- -de-obra porn 0 trabalho nus plantagbes de trigo do planalto paulista. Para obtcr lucro. vcndiam o cxcodcntc — cscravos ou trigo. "Urn grupo dc meia dfizia seria acompanhado por legides de indlgt-nus. que também be-ncliciavam dcssc cs- quema do apresamento de tribos inimigas". co mt. -nta o arqucélogo. '05 bandcimntcs tcrfto sido pnotocnpitalistas. “ l-‘a7iam negocios que pareciam correctos na ética da época. “Talvez néo fossem muito diferentes de nos. " Pam Valdirene Ambiel. que usou técnicas fo- rcnscs para invcsligar os corpos da famllia real. :1 histéria do Brasil muitas wens produziu-so em lorno do rumores que. rcproduzidos no longo dos séculos. tornar-am-se gradua lmente verdades. Dispondo dc método s c técnicas modcrnos c com capacidadc paw lidar corn fontcs difcrcntcs das utilizadas pelos historiadores tradicionais. :1 ar- quuologia “ta. -ma oportuniclade dc. por lim. eluci- dar a biografia de muitas persona gens historicasf avalia. “Podcmos invcstigar pcssoas c qucstécs com centenas de anos ou produzidas hé apenas um minuto. Em vérios paiscs. a arqucologia fo- rcnse serve para resolver cusos criminals. ” Uma das questoes que a incomodam. na verda- dc. é quasc um (2150 do pollcia na cone: a hipélcsc de que a mono de Dona Leopoldina ( l 797- l82fi) possa tor tido como causa indimcta um confronto com Dom Pedro IV. Algumas biografias reduzem o impcrador a uma pcrsonagern truculcntn lanto na forma de govcrnaoiio como no trato com as suns esposas. Essas descriqbes culminaram na len- da dc que um pontnpé teria precipitado o aborto que levou a imperatriz £4 morle. nos tiltimos dias dc 1826. “Dizcm que cla rcbolou pclas cscadarias do palécio na Quinta da Boa Vista. no Rio de la- neiro. ondc viviam. No Museu Nacional. ainda hé quem acredite que vé o seu fantasxn-. fZ div. Em buscu dc respostas. no longo dc sete meses. dc I-‘cvcrciro a Sctcmbro dc 2012. Valdircnc fez da cripta an sua st-gunda casa. coordcnando uma equipa de cientistas num projecto multidiscipli- nar pioneiro ~ flsica. qulmica. div; -rs-as are-as da medicina para anélises dos trés corpos reais. A invcsligadora dcfcnclcu a sua disscrtaqio dc lhL'Sll'id0 no Must-u dc Arqucologia c Etnologia dn Univcrsidndc de Sac Paulo prccisamenle sobre essa questfno. Na arqueologia forense. pretende- -se identificar tudo o que ensolveuo obito (desde a causa aos ritos funcrérios) para prcscrvar os restos. Por isso. um amplo espectro do trabalho bascou—sc na Lcntativa dc cntcndcr mlo apcnas as circunst-. 'sncias do ébito mas os processes usados para 21 conscrvaqito do corpo c os agcntcs da sua dccomposiqito. '0 men projcto tumbém foi um estudo da morte. das suas consequéncias e dos st-us 4;-l'citos'I diz esta invs~stig; .1dora que prossegue o seu tmbalho. agora no ilmbito do doutoramen to. us: Faculdadc dc Mcdicina da Univcrsidadc de Sao Paulo e que planeia no futuro investigar os cscassos restos mortals remancsccntcs dc Ti- radentes (1746-1792). pioneiro do movimento independentista brasileiro. condenado it morte por Dona Maria I. A MONTE sunmuzrzuonu 'roDos com um rosto contundente: para esponto dos cientistas. Dona Arnélia (1812-1873). a $4.-gunda csposa dc Dom Pedro IV. cstava mumilicadu. com cubclo. pt-le. cflios. unhas e vérios érgéos internos preserva» dos. Descrita como um mulher do gmnde beleea e parents do eximperador fmncés Napole-. o Bo- naparte. casou-sc por contrato com Dom Pedro em 1829 — tinha 17 anos. e ele. 3|. Viveu menos de dois anos no Brasil. antes dc acompanhar o marido no seu regresso it Europa. em 1831. ‘No Portugal do século XIX. os médicos aplicavam um tratamcnto apt-nas para impedir an dccomposicao até no fim dos funerals. que duravam trés dias. Mas o cmbalsamamcnto dcla pcrdurou'I comcnta Valdirene. Além disso. um novo tratamento foi dado no corpo 21 data do sou cnvio dclinitivo par: 0 Brasil. cm 1982. A0 abrir agora :1 uma. os clen- tistas puderam sentiro aroma da cénfom. uma das subst-.3nci-as usadas. (Continua na pdgina I6) 0 llIh5lI. DI; DOM PISIIIIO IV 11
  • 42. TEMPURADA NA CRIPTA “O utquoolono modorno 1.1 nélo lwbulha sculnho. Ha umu sévlo do dlsclpllnas ass-o(18d£: s". dlz Valdlrono Nnblol qua cooulcnou 0 ostuno dos oomoo Impr, -rials Para oallar a conlamlnaqéo, os dontlslas do lnslllulo do Posqulsas Enorgéllcas o Nuctoaros (IPEN) 0 do Inslllulo (Io Clonclas Blomoaloas (| CB)£1n&li; v_‘1!8m cases 0 fungus oontldos nos aalxons. cc-mo 0 do lrnpnratllz Lac-poldlna (om bzjxo). A lluotosconda do mos X pomliuu a Idonflllcacixo dos alomontos qulmloos nos rastos. (om b; =txo_. »‘= dlmltx-. )‘ it oxcopoandas tornogratlaa loan 0 lrahnlho lot telto nu criplu sob o rnonumonlo (la lndopondoncbu ca (llIallu), (:I. Ii. uIIumlde1tle oomlitulu sorrow urns: ammqa 23 mnsorwmao dos onrpos. I2 N. Tl0N. l. (il20(‘o| llI| ’HlC - NOVIZMIIRO 3.0!-t
  • 43. .. . ‘ii 13 01!-HASH. DI: DOM l‘lll‘Hl0 IV
  • 44. Urns: lomogralla Iovolou que Dona Amélla - onlumm-1'1 tom‘: vosllda do ptolo 9 com um cvucl "o nas mans Uma dos hlpolosos (2 a do que gualdou Iuto pot Dom Podloulé nwuet. aos 60unus. om I873
  • 45. fl, I.HflJ ‘
  • 46. PRIMEIRA FE um padre proau duranto uma oorlmonla no tomplo rnals unllgoda ddaao. Eroulda. om 1622. por Indlos oualanasoaa Canola on Sao IJIInuc~l Armnjo (om balxo) lol domotida em 1938. Urn projoclo quo durou solo anos o lorrnlnou om 2011 rocmorou pearotlos o plnluras (om balxo o :3 olrolla). Em operaqoes sccretas. pela calada da noite. os trés corpos reais foram levados para a Faculdade de Medicina da Universidade de Sao Paulo para examcs irnagiologicos. Com as tomografias. os especialistas pudemm ezmminar cada item em scparado — o caixao. o corpo c as vcsu. -s. Desca- bri u-se que o vestido e :1 faixa com as qnais Dona Ieopoldina foi enterrada sao os mesmos que usou na coroacao de Dom Pedro. documenmda num quadm do pintor neocléssico franoés lean-Baptiste Debret, que viveu no Brasilenu-c1316 e 1831. ‘O westido. para nos. surgiu como se fosse o bilhete de idcntidadc da impcrau-iz'Z wcplica Carlos Augusto Pas-qtlalucci. médico e professor de potologia. Técnicas dc fisica atomica c nuclear, como a fluorescéncia de raios X. permitiram, pela pri- meira vez no Brasil. analisar con tami nagoes em renlanescentes humanos e nmteriais associados. ‘Nos restos do Dom Pedro. havia elevadas con- CIL’I'| U’8(OC$ dc chumbo, provcnicn us do caixao, 16 rc. u'Ior: .u. mxocnavmc . zuovizsuuto zou 5 <-¥. ?.': :‘33!! gl I ( Y m v. ‘ ""-'5-‘Zap? ’-‘? "_'7_"u“‘I""I'/ ,?(g. <sYv-VT: Vjvfi'Tl‘ nv-4', ‘ v- —--», além do cobra e zinco. Pokivelmente do objectos do vestuério. como botoes e esporaf. diz Marcia Rizzutto. do Instituto de I-‘isica da mesma univer- sidade paulista. Urn acclerador dc particulas foi usado para certificztr que as medalhas do impe- rador forarn fcitas com uma liga dc ouro. prata c cobre; :1 tecnologia é conhecida por PIKE (sigia, em inglés. para 'emiss. ao induzida dc radiaqao X por partlculas”). ‘Silo métodos nao destrutivos do anélise. ustdos para aferir :1 auten ticidade em obras de arte. como pinturas. No nosso caso. se- rao importnntes para a presennqao dos anefactos rt‘-ooll| idos'Z complcta Valdircnc. De cabelo cuno, olhnr melanoélico e gestos sua- vcs. a arqucologa prescna conviccocs rnonérqui- cos e prefers mo discutir se Dom Pedro IV foi um heroi on vilao na historia dosdois palses. como su- gerem oertasbiografias. Interessa-llle mais a figura humana. Nascido em Portugal e criado no Brasil. 0 jovcrn he-rdeiro da casa real dc Braganqa nao
  • 47. desfrulou da mesma forrnacao fina da sua esposa Leopold)’ na. uma Hzibsbu I30. das dinastias mais nobres da Europa. "E| e mo foi educado para ser monarca. Muito java‘-m, accitou :1 rcsponsabilidade de construir uma mqao. sem estrutum emotional u iutclcctual para isso. E Lew o azar dc pa. -rdcr coda Leopoldinn. que fora preparadn para governar e que (lava todo o apoio ao marido". diz. Elevado A posicao de prfncipe regente num periodo polilico turbulenlo. apés o regresso de Dom Ioao V I a PorlugaL em 1821. 0 herdeiro do lrono pormgués — cujo name complete é Pedro de Alcézilara Francisco Antonio 1030 Carlos Xavier de Pau L1 Miguel Rafael loaqnim losé Conmgn Pascoal Cipriano Scmfim dc Bragancac Bourbon — incorporou o espirilo liberal que culminou na independéncia do Bra: -iL enfrenlando a raisténcia de lropas leais :1 Portugal e os movimen tos de se- cesmo em regioesisoL1dasde um pais que nasda cnonnc, pobrc, analfabcto, cscravocrala c rclérn da economia agréria do lalifiindio Formou exérd- los batalhou pela inlegridade territorial. promul- gou du.1s Conslituiqoes ousadas — :1 primeira. de 1824. permitia, por cxcmplo. Iibci-dado: rcligiosa — e defendeu :1 sun causn ideologici pemnte os ab- solulislas. como o scu imiao Dom Miguel. contra o qual decidiu combaler em Portugal. abdicando do Lrono no Brasil em Abril dc I831. Era baito para os nossos padroes: media emre L67 e 1.73 metros. segundo atestam os estudos rla cripta. Gostava dc exemcicio fisico. caqa e marce- nari: L rnfi aventurou-se na miisica; compos até missas. diz Valdircnc. A cquitaqao (oi um hobby e. em pane. o seu calvzirio. A tomogmfia revelou fracturas cm qualro costclas do lado csqucrdo. com sequelas graves num dos pulmoes. prove- nientes dc acidenles equestres — um deles de car- ruagem, quando estava na compcmliia dc Dona Amélia e d.1 filha Maria da Gloria (mais larde. Dona Maria II). cm 1 829. 0 ILIASII. DI: DOM VISDIIO IV 17
  • 48. 3 W, ,x. ’l‘-~. ..’-_: i‘. --1J. ..£"1‘. - _, «=34, asa. ' -4 ° / * '. ..4<-l¥-'-. -E-7. -’ ' »; tgLr—- gén ; r‘ ,4’ , .--— —~ n ~ ‘ , . ’ § ,7 ’ ' . 1 __, ,.. —"’ J __-xr"F , ;- __ la __, , __, /,7? ‘ A, —-—’ ___.4/K . ;_-f: ::. z”"EbD9lllD uaz» l'l'lU(ldnQJ_lb: a mu: Iklntlfilllblzl do llulm. , —’ ‘ ' ‘ ~ if _‘i1o safculo XVIII. mllncmvso no alto do vao llvro do um ‘1 ‘ “' 7 ‘_ , ../ ’ novo prédlo oomorclal, O leneno fol otieclo de um _’, —~ * g. ... ?‘ M moi-Jclo cmiuoolonl-co an saalvanuerila. ;_ *" , ,x, ’j ‘ in ‘ {'47 1"’ , :v"‘ J , .——""A—> L V ____ W. ,~’" ¢ 1 > i, ‘ ‘ll . —. 4 l‘ (‘I '1 ll
  • 49. As lesoes. cogitarn os especialistas, podem ter 3gT: ‘lV'. ‘I(l0 :1 tuberculose, que o vitimon. nos 36 mos, em 1834, cm Queluz, precisarnente no quarto Dom Quixote. onde naseer-.1 a que. por coincidénda. o Palécio National dc Queluz acaba de apresentar ao p1'1blico. j:i restaurado. Ao abdicar da coroa trés anos antes. Dom Pedro nao desfrutava do mesmo prestigio. Pres- sionado por problemas politicos. em conden ado na opiniao pflblica pela sua lvuliqosa Vida senti- mentnl: teve I8 filhos. com as suns dun. -2 esposas e vérias amantes — a mais famosa dds quais. Do- mitila de Castro Canto e Melo. a nmrquesa de Santos. Nenliuma insignia brasileira estawn entre as «into medallias encontradas junto dos restos mortais do rei. As suas roiqms tambérn nao fazem refereiieia ao irnperio dos tropicos que ajudou :1 conceher. O primeiro iniper-.1cloi' do Brasil foi enlerrado como Dom Pedro IV dc Portug1l. corn botas de eavalaria. aboto.1dur.1s esporas e botoes da farda tipicos de um general "Ele nito queria de'L'ar o Brasifl comenta Valdirene. ‘0 seu tem- peramenlo n.1o era de portugués mas de bmsila'- ro Iriclusixzuriente no defeito de ser rnullierengo. " A investigmlora nceitn .1 hipélese de que Dom Pedro tinlia uln historico dc viol{-iida dorm’-slica — tolerrivel n-.1 sociednde p: itri.1r-: :3l dn época -. mas os rcsultados dos cxames rcforqani, agora. a con'ic. (ao de que nzlo existiu qualquer atentado contra .1 Vida do sun primeira mulher. A tomo- gralia de Dona Leopoldina nao rev‘-lou niarcas de fractura. A arcada dent-. iria e. <t.1v: i pr¢>. <erv.1cl.1; apenas urn dentc nao foi localizado. ‘A impera- triz : iIr: ive. <s. w.1 um momento psicologico dificil. Eslava Lristc pelo tratamcnto dado pelo marido E1 marquesa de Santos. A traiczio tornou-se ptibliea. Além disso. ela teve gestacoes sucessivas 2 mm- ca se adaptou ao calor do Rio de Ianeiro Iistava deprim ida. graividn e fr-.1gili7m‘l: r". diz Valdirena. As datas tambem ajudam :1 defender Dom Pe- dro IV. argunienm .1 rarqueéloga. que investigou docurncnlos do Muscu Imperial, cm Pclropolis. O imperador saiu do Rio em viagem ‘a convul- sionada provincia de Cisplatin. '1(l1oje Uruguai) em 23 de Novembro de 1826, mas a esposa so lave :4 gravidez interrompida :1 2 de Dezembro. Com um pontape ou outra agnssao, ela alvortaria 20 N. Tl0N. ll. Gll()('v| la| l‘| H(Z - NOVIIMIIRO ZOI4 numa questao de horas e nao nove dias depois ‘O aboi-to o easionou febre alta e eonvulsao ate resultnr no obito. no din l I. Qiml -.1 cmrsa exacta? Se o corpo estivesse tglo preservado quanto o de Dona Amélin. teriamos mais recu rsos para amber’: arialisd. ‘Mas podemos alinnar que a mono dela ndo foi pmvocada por nenltum acto de v1'olénci: L" A ARQUEOLOGIA. A05 Poucos, revela os miste- rios de Sao Paulo e as suns personagens. Mas a liistoria oticial nunca o; '- o limite. Mesmo os pri-
  • 50. TERRA DE NEGOCIOS Rulael do Abnau 9 Souzu pence-no um coneuut pteseuvmio mas mhtlms Mi-. Yr‘1ri-.7 70 0mm Iuamlm 0 F. I(| UI)('l‘OQO domntlo F-. poslqeo rm Sean Patio oomo Impommle cenlro eoontxnlco (195419 0 soculo XVI "A industria é ape- I'vf1$ uma | )i1l1t} (lo urn Iongo (uamlnho no rum<23nIilIza3 :0 (10|)l, l‘| ':fsll0|)If: lIifs1»f1". (NZ mciros colonir 1dorc~5 da cidndc. no século . v;1lcr;1m - sc dc cstrulurus Iwrdadas dc ocupugocs p-.1<<; u‘l; a.'x Os vnles em que corren1 os nctunis rios Tia-lé c Pinha. -ims cram ocupadus por uldo. -ins . ‘]ispeI'. -ms. ligndns pm‘ uma rede de caminhn. ~'. . "Algtllxms das ruas dc Sao Paulo 5.10 lrilllos que 0:: indies ab: imm (4 dos qnais as | T0l‘YI)gll('S£'$ se- apropriararn". coma Paula Nishix .1 Fundada por p;1drcsjcsui1:1s cm 15:11. :1 Vila ganhou import. inci.1 pela sun posigno gs: gréfica u>lr; !l('gi‘. ‘1. f0>sc por u-Mar nu rota dc n1incr;1do- res on pelo conlrolo dc vias fluviais. No sécu- lu XIX. ("oi COII'<‘l‘lid:1 cm capital dc provim‘i:1 gaanhou = .1 sun prinmlm Fnculdade de Direilo. no Largo dc S30 Fr; mdsco. conlribuindo para a nfi rnl-.1(.1o politi»-.1 6'. intelecnml dn cud. -Me. (Iom 3 c;1Icicu1lur.1. quc lroLLu-n1il|1;1rcs dc inxigranlus pma lmb. -1lh;1r nn | ;woum 6', di'])Oi$. no <: -Inc‘-: g:: -n— lc parquc industrial. .1 popula .10 do; -u um sallo iu': prcssiomum': 11631.3 mil lnutntanlcs cm 1372 para 580 mil em 1920 e mais de dais n1iIhor: s n.1 dug ada dc 1950. (I IXRAVII. Hli HUM PIIDIIO IV 1|
  • 51. RESTAURO E RUINA Tran-oaunles passurn pelosoleu den Muquezsa de Santos (om mlxo). rosltlnncla (Ii: rams barnosa nmanlo do Dom Pedro IV A lvlfllncaio lbl escavada anlre 2608 e 2010. A dilella. uma das Ieptesenlaqoas mals conheddas (Io rnoniu(: :3 quo loi l0| (lo Porlugrial 0 (I0 t’-mail. Em ccrlos bai rros. cssa slibila cxpmusao ficou nulrcada no subsolo, onde lodos as dias surgr; -In novas pigas sobre o quolidiano de quem ocupou C310 aspaw o: dc como vivia. (3 :1 p;1is. ‘1g«. -n1 do arqueologo urhano. ‘Algumas vezes. depois de suit dc uma a. -scamqao numa zirca central dc S30 Paulo. sinto que os Imnseunles o| h;1m- me com pcna :2 mode. Parcccm pcnsar: pobrc rapariga dc classe m c’-din, loda sujzl de barre; tomon -se men- diga on viciou~se em drogas e acnbou na run". brinvta Paula Nishidu. Pot <-nquanto, 0 arquo. -o- logo é uma cr i.1tum invisivel n-.15 runs do cidnde. an conlr. '1rio do advogado dc lino :1 c. 'uninho do escritm'io, do médico dc-. |'u‘-an-zux do estlldnnte dc mochila is coslas ou do cstafcla aprcssado. "Nexus ocasioex jzi dei por mim :1 pensar como seria se 0 Indiana lanes tivesse de sobreviver em Sao Paulo". diz cla. ‘O heréi do cin<-ma pu-rdido no metropolitano. enfrenlando 0 cans do trén— silo. surprca. -ndido por um tcmporal dc Vcrao 11 N. |T|0N. ll. (ilIO(‘y| llll‘lH(Z - N0‘v‘lZ. IllR0 IOI4 ou mcsmo assaltado cm plcna ru.1 Scria. com ‘‘('rl('Z: l. :1 sun maior avenlur:1." De regresso ao século XXI. lerminamos em Qua: luz_. ondc na wrdzulc ludo C0l| k'‘0U c uc1bo u para Dom Pedro l-C Com pompn e cirmnstfandn. o P.1l; icio Nacional aprcscnlou so ptlblico 0 re. -slauro pmmovido no Qunno Dom Quimte. que permile obsuvar, com I’cllOV. ldD brilho, as clqnnlcs pinlu- rm 0 nmbilisirio e lustre tecupemdos ’; ifi:1s (E1135 d.1 ohm de Cervantes e do seu heréi improwzivel torna: n-sc :1ov. nm-nl¢- p;1lp; ivo: is ap<s-ar do dcsgas- te e do incéndio de I9?»-I. F. imp<m<ivel opts mo assodar 0 pcrcursu av; -nluroso dc Dom Pa. -dm no de Dom Quixote. Rei por morte do irm-Jo Innis vclho, foi forgado :1 lomar purlc cm ; N¢-nluras nas quais nunm 5»; -.in1aginara enquamto dotmiu entree aquelas parades. Fundou urn império. foi rei dc dois pa1’s<-$1. promulgou conslituiqocs ousadas oz abriu a porta in regenerag-no da monarqllia De- ! iniliv'. um1Ilc. Dom Pedro IVn;1o sa: saiu ma]. 0
  • 52. cnonotocm I708 I80! I9!’ I921 I822 H N) 2 to -: ‘n Ouoluz 9 ml : m'. - (: .;. m 9.3510 D. -an L: -;t-c-2 c ‘n 0.-: I.n. ;. Jo Bvzrnl kt corn -. cum. -_4 L. ag. -o‘»; I-n. O-: -rn Jo. 'n: - '-'l r-‘~gr_-‘-:51 3 P rfugal Uc-'n Fcdto I: r --guru! » do Era-.1 Hccuzz pend par; Lrzboa Em '3«:1., <'r»: =ro. woe I-. m:. no--, '.-. ru: o'-ncu fibdlc 2 0:: cc-ma por! -.1-3.1.-:2 urn law: -I on hlrm Marlo L-ropc-$21 no, 3 :4.” num» w rrul'1.. -' Dom M 5-4. I p(oc'm'uar1u to: d-: - Ponu-Jal C. ~. .¢ um . ;)u'u1»« r‘n'. p:: .<~¢ Cr. -'11 ['. .~m. u Am-‘-In. - . -'-Dunc 2 on cc-rc-3 do Urn: I um h. «r. -n. ~»: - 5:‘ him». 0.: -m F‘. -1 . _. II J‘. :5 mm. .. 1. gang . c-; : vvc-no a-- ‘: 'x""La-J37 na rr--r-prudadr d-- CI-zvn. ) Man; II N4;-nu . m on-VWHZ. no In. wv‘O quarto -, ~'n qu-, ~ naac-: -J
  • 53. I It-Ks-: -3 : :c~. r:. can v'cr.1¥nJ: L -ru u: r.'v, 'r-: I- J5. gt; -n -.11: HA un mundo blzauo once as panasihas olnigam oso sous Iuospodeinos}-a cfiimrij‘ N otdons. Um cerannuoio macho inloctado pot um potoobo uanslomuvso. |ilota| Inot_I| §3.« um lémor: M20 dossonvnlvu pinqass o 0 son abdomen almga uL~’-ndo um ‘lil0l0" que shin‘: - _, . amogmk: com un. -«. balsa’: coma: ptolo (lo pm. »-. sailu IWl1I4:lIh1(I0!6pDIO c2au': nguojo_ 62:‘-. _~ . V ~ ‘ ‘ _ oms ododom Miheres do novoe percebes dispetsamso o infeclam no-vos hosoodoiros, . . _I , ~ -KO vs-. l‘.7r--'V1A(C“ ? tn’A II1u| Iv. I:¢co_ In fill-'31‘ AInAurw»A
  • 54. . n ; ' “ a - »rv, ..‘_,
  • 55. NI-r11.—u1cun1nrtn Fu. :9or.1'-4*. mt. ‘-J-‘. (‘.1-lo dm1«L~: zIIr. r,- Anlwu -Ju. vn. .4.: ‘L'u- 0 uilo perde vonlade préprie e a: nIu, ;_: n . '-. vidu no nomzalomovlo As Lewes do penasila inlil tram-so no grilo quenoo aste in-gore In- soclos motlos o uosoom no sou interior. 0 gnilo 6 lenostra. mas a Vase aduna do cido do Vida do vcuno downroha-so nra c‘-. gua For isso. quando o Vanna eshé pronto para emetgir. allele 0 oémbxo do luorapmlnito. incibsndo o 9 lilo a abandonar a sea uranqa do lotto num zaollo para o oorpo do égua rmis pléuimo. Ouando 0 mile so close. omomo urn votme eduto. por vozos com (D oonlinolross do oompnimcnlo (-0! «MILK want’: 010! D0 in-Irv) IIEIIC-Zr
  • 56. .1. . , .5‘-"»", '.'_-’a’. ->*>°. '=': - r, «:_. ~ , -a u
  • 57. It-xlo dc Carlzimmcr I-‘otografias dezlnand Varma Novelagrrifica deivarthcw 1vombb. - V-'~= .pn p. :r. m:Ir. .x D ‘. '-: n;: impu 2 c. :-:5‘: -:' :0 Jo zxnl nhn C-: r-zc-mm,1‘. n nu: 4.4m U 'O1l‘1D. '-, A"): |>l'Hl( on «, Uutl »CiK( Kit IIv: u1v : AA. IQ 0s])a11t0so, nms tristo, 0l)s0r "ar (? ()]1’I() u1m1‘j0aninl1z1 so pode t1'z1nsI"()rinm° num z()ml)ic. Por norrna. as joaninhas silo prcdadores sofisticados c vorazcs. Um énico individuo pode devorar varios milharcs dc afldios durantc a sua vida. I’-ara descobrir uma vitima. comeqam por abanar as ante nas para de- tector as subsulncias quimicas libcrtadas pclas plantas quando sio atacadas por inseclos herbivores. Depois de localimrem estes sinais. activam um radar sensorial para procurar moléculas libcrtadas cxclusivamente por afidios. E entfio que se aproximam e atac-am. desfaru. -nclo a presa com as was man- dibulas farpadas. As joaninhas eslfio igualmcnte hem protegidas contra a maioria dos sens inimigos. A sua carapagn vermelha e negm :5 cm rigor um aviso contra potenciais predadones: sugere que eles se arnependerao se atacarem. Quando uma avc ou oulro animal invcstem sabre ela. a joaninha sangra vent. -no através das articulaqoes das patas. O agressor pnova o sangue amargo e cospc :1 joaninha. Os prcdadoncs aprendcrn a inlcrprctar as asas vermclhas e negms como um aviso para 5»: manterem it dislancia. Sendo um predador protegido contra outros predadores. a joaninha pod; -ria levar uma Vida de insccto perfeita. .. sc nao fossem as vespas que poem ovos dentro do sen corpo vivo. Uma destas vespas. a Dinocampus ccxciricllnc. tem o tamanho aproxi- mado de um grénulo dc chocolate. Quanclo a ft-mea pousa junto de uma joaninlu. insere rapidamente o ferrlo no abdomen desta. injectando ali um ovo acompanhado dc uma mistura cle substancias quimicas. Quando o ovo eclode. a larva alimenta -se dos liquidos da cavidade corporal da liospedeira. Embora a joaninha seja gradualmcntc dcvorada. por fora parccc com- pletamente inalterada. Continua a entregar-se a ca¢a de afldios com des- preocupaqao. No entanto. depois dc digerirem as pres-as. os parasilas no seu interior alimc ntam-so dos nutrientes dai resultantes. do senvolvendo- -se. Passad-as cerca de mes semanas. :1 larva dc vespa cresceu tanto que esta pronta para deixaro sen hospedeiro e transformar-so em adulto. Rasteja até ao exterior alrax-L’-s de uma aberlum no exosqueleto da joaninha. Diz-so que es ioaninhae oao sorto. rnas urna ioa ninha infoctada not (rate maps 6 due ‘umlamunlu aramdu. no pica: a joaninha. a vi. -spa deixn minis dc xi urn onion ovo. Ouando o ovo eclode. a larva comooa a comer o seu hospedeiro. do dentro para Iota. Depois. emerge e lace um casulo ant re as patas do ioaninha. Embora o sou como r, -slcja ugom livro do alormonladot. 5| ioaninha continua cscmvizada por ole. perms neoando sobre o cesuio e prolegenclo-o dos predatsores Mgu mas ioanin has sorludas consoouom sobrovivor a caste tonobrosa provacbo. PARA! “ TA25 19
  • 58. Embora o corpo da joaninha cstcja agora livn: do pamsitam sun menu: permanece cativa: -.1 joanin ha pennanece imovel enquanto. debaixo de si. a larva constréi um casulo de seda. Aninhada no seu casulo. uma vespa D. coccinrllac em fase de cresci- men to e altamente vulnenivel. As larvas de Chrysopa e de outros insectos ficariam satisfeitissimas por devoré—Ia. Mas se algum destes predadores se aproximar. a joaninha abanara as was patas. assu stando 0 agressor. Com efeito. a joaninha tornou—se o guardarcostas do parasita. E continuara a dcsernpcnhar ficlmcntc eslc papcl durantc uma semana. ate a vcspa. ja adulta. rasgar uma abertura no casulo com as mandlbulas. rastejar para o exterior c voar para longe. S6 entao é que a maioria d-as joaninhas zombies morrem. uma vez ter- minado 0 service pnestado ao seu suserano parasitico. sta cena sinistra nao fol imaginada por um argumentista. Em grande pane do territorio do continente norte—americano. as vespas transformam as joaninhas em guarda-costas zombies cm quintais e Iotes de terneno vazios. em Campos agrlcolas e bosques floridos. E a joaninha sarapi ntada nao 6 a (mica. Os cicnlistas tém vindo a descobrir que o mesmo acontece a um vasto mimero de espécies ho spedeiras. desde insectos a peixes e mamiferos. liles mantém-se ao serviqo do parasita. mcsmo que para isso tenham literalmenlc dc atirar-sc para os bracos da morte. E em todo o mundo natural. surge sempre a mesma pergunta. vezes sem conta: o que leva um organismo a fazer tudo o que pode para assegurar a sobrevivencia do seu torturador em vez de lutar pela sun. ’ A acgao como guarda-costas nao é o Linico service de protecqao pres- tado pclos hospedciros aos parasitas. Uma mosca que infecta zangaos obrigzros a enfiar-se debaixo do solo no Outono. pouco antes de a mosca emergir para formar uma pupa. Uma vez no solo. a mosca fica protegida nao so dos prcdadorcs. como do frio do Invcrno. Na Costa Rica. a aranha tecedeira Leucauge argyra adopta um com- portamcnto cxtruvagante para satisfazer as neccssidades da Hymcnoc- pinwcis argyraphaga. outra vespa oportunista. A fémea cola os ovos ao corpo do hospedeiro. Ao ernergir. a larva perfura alguns orificios no abdomen da aranha e suga-lhe o sangue. Passadas algumas semanas. quando a larva atinge 0 lamanho adulto. a aranha atribui a si mesma a tarefa de desfazer a sua propria teia e tecer uma nova. com uma forma radicalmenle diferente. Em vez do padrao dc fios n-uiltiplos elaborado para capturar insectos voadores. a nova teia é composta por apenas es- cassos cabos grossos convcrgindo num ponto central. Dcpois dc sugar 0 hospedeiro ate 0 deixar seco. a larva tece 0 casulo num fio pendurado na intersecqéo dos cabos. Suspense no ar. 0 casulo é praticamente inal- canqavel por potenciais pred-adores. 30 NA‘I’IONAI. GSOGIIAPIIIC 0 NOVSMBIIO 30l4
  • 59. Os parasites também poclcm coagir urn hospcdciro a protcgé-lo en- quanto vivem no seu interior. Antes de infectar um hospedeiro humano. o protozoério que causa a malaria. denorninado Plasmodium. passa as primeiras fasesdo sou ciclo de Vida dentro de um mosquito. 0 mosquito precisa dc beber sangue para sobneviver. No entanto. ele pode ser esma- gado pela mao de uma vitima humana irritada. pondo desse modo firn 5 oportunidadc do 0 Plasmodfrmr transitar para a proximal ctapa do sou ciclo de vida. dentro do ser humano. Para reduzir este risco enquanto ainda csté a dcscnvolvcr-so no mosquito. o Plasmodimu torna o sou hospcdciro timido. procumndo menos vitimas para sugar todas as noites e desistindo mais dcprcssa quando nio cncontra uma fontc dc sanguc. Depois dc atingir a n1aturidade. j.’1 pronto para infectar um hospedeiro humano. o Plasmodium manipula o comportamento do mosquito no sentido inverso. O mosquito torna-so entéo sequioso e temerério. procu~ rando em coda noitc mais humanos e picando-os repetidamente mesmo que esteja cheio. Se morrer sob a mac de um humano. ja nao haveré conscquéncia — o Plasmodium scguiu o sou caminho. Enquanto o Plasmodium altera o comportamento normal do seu hospcdciro para transitar para a ctapa scguintc do sou ciclo dc Vida. ou- tros parasitas provocam alteraqoes mais raclicaise. frequentemente. com resultados fatais. O killie. por exemplo. é um peixe que costuma mantel‘- -sc longc do supcrficic da agua para cvitar a captura por ax-cs aquéticas. Qttando infectado por um verme achatado do filo Pfatyhclnrinthcs. passa mais tempo junto da superflcie e. por vans. rebola. expondo a sua barriga pi-at: -ada dc modo a brilhar com a 11:2. Um kills’: info. -ctaclo tcm muito mais probabilidades de ser capturado do que um saudével. E isso acontece por- quc o intcslino das avcs 6 0 local ondc o platclrninta pmcisa dc alojar—sc para alcanqar a maturidade e reproduzir-se. O mais conhecido dos parasilas “manipuladores” executa uma opera — qéo scrnclhantc cm tcrra. luntamcntc com outras cspéc ics dc mamifcros. os ratos e as ratazanas podem ser infectados com ‘Ibxoplasma gondii. um protozoério parcntc do Plrasmodium causador da malaria. O parasite pode format milhares do quistos no cérebro do seu hospedeiro. Pa r-.1 dar o passo seguinte no seu ciclo de Vida. o Toxoplasma tem de entrar no intcstino dc um gato. O Tbxoplasvira nao tom meios para so transportar a si proprio do cérebro de uma ratamna para 0 intestino de um gato. Mas se a ratarana hospedeira For devorada por um gato. o parasita pode l'l‘pl'Odl. lZil'-$4.‘. Os cicntistas dcscobrimm que as ratazanas infccladas por Tbxophmma perdem o medo que normalmente sentem do odor dos gatos. Na vcrdadc. algurnas ratazanas tornarn-so cfcctivamcntc muito curiosas quanto no odor dn urina felina. transformando-se em alvos faceis para a patada do gato c aumcntnndo assim as probabilidadcs do 0 Toxoplasma progredir no seu ciclo de Vida. PAIASI ‘l'A8 3|
  • 60. «Mu I: -,'>".1 '4 - AW - . -mu nt {.1 1441A m -. u Aux. ’ {A A'- An I’: H1 HA’! .-1". (, 'A'Ill’ _. ‘ A u 5 ~>. .$ All. "/I. ~4 ‘. l.l'v1l up LA: 5.341.; ---. ' A1‘ _ ‘I pfl Li ‘ I Fafv VA ‘J mu M .4 v ~ A: Arm an ‘~§'T. A I -I may 1 r. .»n: A<A A .1 . H ’1-V-A”i‘~“*"Jj&71‘( Ht’ -EU-7 5153'. » 4 0 1; . ‘.1m; ..; .;. (:41 __ n, _1_ L’. ('ol'»1l A'. l1~1Pvk I 1,l. -|. '.v‘A$'~&. ’7JA'- -‘I H ‘-h'. |'. (IA'I ‘IT! ' 4 I. J sf! 05.3 1! ‘.1.-I , V -, ' ' _ ma-9 5'45. 1Z‘, 'l. 'I. |-401", ’ r IA-3,’: vzt-'. ~,-an ' m n um. -.. .x. um-m; ,g.5mco“gl_ fin. , '7 : T&. !I'I-'- '4' g'§L1f (_'. -fa‘. -_ u_A_-'. I ‘I 3: ‘V K’ . t.'. i 1)! .’§1lA'. K :1 . ~.{, »u' M | _~ :3 r) V new ml I. h.'v'4l C‘ 51.701.-K -,1: -an 7 j»t~&- .1, ILLHIV-. -1!
  • 61. .4.-«. ~_'1~ a. - up U‘v_, ya, r -, .r. :«. .}, ;.‘ . _,y, .4., u. ~(. ,p-u. .n, ,: - xq. ‘ 1.. ‘uI a . .'o. 'z I -. '»‘>, -,2 u A‘ - . :': 1 a -“l. 'L", ‘l -w'. v'. u-. u . _-- = - 4 v» u". "‘{1.-Mu H". 11- v‘ 7 'y 'n A'a_’2 r. ml. ‘ 4': f Luz. u- /4 -. ‘n; .'; OVQ_I‘yy-4“ -.4_~ . uv av‘ r n-»o. t~- 1- we-: .I~o: ~ cp. }.-. ; a_- o-_I'-'_u. - Mr Ian“, ‘-. :u-. '_». my gun‘: - RH" N: /IPA‘1--u>4«: '~'. --£k‘. ‘H ; -,-- '. 'A. '_A¢. 'o. ~». :n -m -'w M» -, V. ‘ -, - 13,; If . I, ‘ v, ', Ll‘LH'| L,‘xo. '4I A u‘ of _o, -14 ~'4.I -3-‘I. ’-K‘ 2.7‘ 1. : _>. n,u‘ 4 nun ~_1.1n-. ~‘. « yl. "‘. l_" l IvA'fiv. “;1IA". ‘: 1 2 Q. 1 pa nruxg -'_w as. ‘ w. _'n. .'. '~. ,.—u . ' um nut . yun; _. ; -_‘. .r‘ ». -NA wa »».1-'. _u; '| 'u~,1AA»'.4., -- VAR. |$lT. .'v
  • 62. maneira como as mutaqocs c a sclccqéo natural déo origem :1 cs- tes poderes arrepiantes é um enigma particularmente intrigante para os biélogos especializados em evoluqfio. O biologo Richard Dawkins. autor da ohm ale releréncia ‘'0 Gene Egoista'I apresentou um conceito titil para a sua interpretaqao. Nesse livro. Dawkins arguments que os genes evoluem com Vista at multip| i<: rrcm—se com mais sucesso. Do ponlo dc vista dos genes. os nossos organismos nao sao mais do que meros veiculos utilizados para chcgarcm incélurncs h gcraqio scguintc. O conjunto complcto dc genes que nos compoem. a mim e 1: si. leitor. denomina-se genétipo. A soma total do todas as componcntes e funqoes do organismo que o nosso ge- notipo cria para levar a sun causa adiante chama-se fenotipo. Dawkins lembrou-se que os fenotipos podem também incluir os comportamentos induzidos pelos nossos genes. Os genes de um castor coclilicam os seus ossos. mtisc ulos e pelo. Mas também codificam os cir- cuitos cerebrais que levam o castora construir represas. Se a mutagao num gene dcrorigcm a um castor capaz (la: con slruir rcprcsas ainda mclhorcs. o fenotipo desse Castor em particular podera ter maior prob-abilidade de sobrcvivéncia 1:. cm media. mais cries. Com cssc rcsultado. a rnutaqiio tornar-se-G mais comum de ger-ac; -.10 para geraqao. Do ponto de vista evolutivo. a repnesa e ate a lagoa que se gera é tanto um prolongamento dos genes do Castor como do sou proprio organismo. Se a forvga de um so gene consegue chegar ao ponto de manipular o mundo fisico. ponderou Dawkins. seré que néo pode chegar no ponto de mzmipular outra criatum viva? Dawkins defendeu essa posibilidade. apontando os parasites como principal exemplo. A capacidade de um pa- rasita para controlar o comportamcnto dc um hospodciro csta codificada nos seus genes. Se um destes genes softer alteraqoes. o comportamento do hospedeiro também mudara. Dcpendcndo do forma como ocorrcu. a mutaqio podcré ajudar ou prejudicaro parasita. Uma mutaqao de um parasita que altere o comporta- mcnto do hospedciro para melhor tomar-se-é mais comum. Se uma vcspa adquirir uma mutaqao que obrigue a joaninha hospedeira a comecar a comportar-se como sua guards-costas. por exemplo. os seus descendentes possuidores dessa caracteristica (mutaqao) prosperarito. porque menos deles serao mortos por predadores. 0 min Iisculo aniipoda viva na oscurideo do lundo lurvo dos laaos a doe charcoo. Vonno cmoepto so tor ‘rwmlido pula larva do um Pam-Lutoooryrnosoma conslrictmr. Ouando “5‘-Wit‘->€~'Y">40'"0 a larva atinne a maturidade. o anflpoda abandona o seu lat aeguro 9 node ern di- °°"""°”"’ n: c<, -«ho in mg rtu supmliciu. LI: um cinm. agmmlanm-no pntoer «: out nus tmzs linsioonls ‘H9040 por comer oe antlpodas asairn que ales aorgam é auperflcie. Mas para o parasite ""’°"" “'°" talnlanjado por pigmentoa rou bados so tacido do vilima). isso iaz pane do piano. uccnl asqsmcm ucsoooua K‘ (‘fill Ffilfl, lPI'Yl‘IK‘»JCC Estes vonnos so podom alcartgar a rnaturidado no iraostino dos awn aquéticaa no -«mm 34 NATIONAI. GBOGIIAPIIIC ° NOVSMBIIO 30!-O
  • 63. vonno oehcndo pondtlco Rube Vol own {file R6-loco-Ivrunoene Lumooa dos canes Dmnrus UOCl| A'OVIO P("! l| JO¢flS(N | .N¢¢| ¢CoID¢ DC CIZMCAADO Dawkins dcscnvolvcu pela primcira vez cstas ideius na obra '0 Fe- nélipo Ala rgado”. Na decade de 1980. os cientistas nao tinhnm estud-ado muitos exemplos de parasites capazes de manipular o comporlamento do seu hospedeino. Conludo. sc :1 hipélese eslivesse correcta. leriam dc existir genes dentro dos parasilas que vencessem os genes dos préprios hospedeiros. em princfpio responsdveis pelos sens actos. Agora. us cienlistus comccam :1 peroebcr 0 processo dc conlrolo mental exencido por parasitas. Frederic Libersat. da Universidade Ben—Gurion. e oulros col: -yrs cstéo ncstc momcnlo a dissecar os nlnques sinidros da Vespe- -jéia (Ampulex compresa). A vespa pica uma barala. transformsmdo -a num zombie passivo. Toma-so enlio possivel que ela arraste a vitima drogyada alé uma toca puxando a bar-ata pelas antenas. como um ciio puxado pela lrela. A vespa pée um ovo na barriga da barala e esta nao oferece resislén- cia enquamo a larva emerge do ovo e escava um buraco no seu abdémen. Qual o poder secrete que :1 vc-spa delém sot-re :1 sun vitima? A equipa de Frederic Libersat descobriu que a vespa insere o ferric no cérebro da bamla. senlindo o caminho ale £15 zones responsévcis pelo movimenlo. A vespa adormece os neurénios com uma mistura de neurotransmissores dc cfcilo semelhanle ao das drogas psicoac lives. Eslas cxpcriéncias suge- rem que os neurolransmissores inibem a actividade desenvolvida pelos neurénios que. por norma. rveagem ao perigo e incentivam a barala a fugir. comunidade cientifica Iem documentado a neurocirurgia da espa- jéia. mas esui longe de conhecer a histéria complete. 0 seu vene- no est. ’: carreg-ado dc diversas subsulncias qufmicas e Lib: -rs-at «. - os sens colegas ainda nan perceberam quais afectam o comportamenlo da bamta c como o fazem. Ale a data. :1 sun invcsligacéo tern-so rcvelado compativel com a teoria do fenétipo alargado de Dawkins. Os genes que codificam as moléculas cle veneno recrutam a barata para o piano de so- brcvivéncia da vespa. criando urn bcrqério ideal para os juvcnis da vcspa. Em alguns cases. 03 cienlistas identificaram 03 genes do pamsila que conlrolam o comporlamcmo do hospcdciro. Os baculovfrus. por exem~ plo, infeclam as Iagartas da mariposa-cigana e omr.1slr.14;as e borbolet-as. 0 virus invade as células. Iev-ando-as a criar novos baculovfrus Vista de fora. a lagarla parece normal. Porém. 0 alimenlo ingerido nfio fonna novos le- cidos para a lagarta. I-‘orma novos baculovirus (Continua rm pg. 42) Depoia de um varme achaiado se reptoduzlr seutualmeme denno de um caracol. as suas larvae ptocuram um uitino do ta-louroamcticana 0 cscavam um orilicio na pale. lormando quislos em redo: dos membcos em desemulvlmenlo Com per- nas a mais ou a menos ou com os movimamos cornprometidos. a vltima dosaiei- tada Irnnskunram: um presa liucil para mus como a garqa. uma war no interior «Ia mu. 0 pmusilu wptoduz-so wxuaclamcmrg Os scus mos mllam a count nu {Ia um quando a am deieca. inleclando novos caraoéis a dando inlcio 1: nova ciclo. wmuvraus 37
  • 64. ‘| A5 "v".4|. $J “ LUZ)": '. «‘vf -I A . r. aLA (.1 up rs ‘,1-tr: I r -‘ , , , rl'. ‘.“ "RC4 V £'t"i'. ’%‘ ‘N . ‘-(L3 Mk , &,"j. Vivi? ’ L4‘ U‘-'. .4I~’. A .3 o.5«§. rim 1:. 1, u_A_-. nu . jm. .;Ag. ‘. .7"-. .-_r: .- '-'. .;-, -sr ii’-. '-_ riflfl II. " '_ V ‘ H D}! 0‘l. ’l ‘.1 1' 1 u‘-. '-' Vat! we 1.1.1113 Mu 1_o. : GhiI¢'_‘, _‘| . H'_&| I_—'o<jn_, l.AI)_’. _‘>~j u. -»‘. U-‘. kf'J_-4 « * v; <;«l. k -¢ -H Aw . -«-a m. -: : _-.1 H1.“ 11,- um’. -: ‘-L‘ LI. H -_- . A:)LAuL» I’. -.1 r If A-v~ ‘v A‘; (. (1.'<1“ -. . as . V in’ (. lI. "‘}X 11 w, Ln 1 puzva w ‘1 F} nfb‘_"h'_h[1_‘(§ Aug! pf hVI. ‘:_| :'_‘| l_A' l[‘. >‘n ; ,l1_’o CI mam; Owflfifi 5!. ‘ 9.1! C‘. IA A but . -Hut‘. L1‘ VuJ'HLv. ~1/$11.: :-, LIp1.J». ygv '-I v~ ~ «' A A‘ 72417‘; 1! Am‘ . u v .4: -, u,{; ,A av 1- -'<w~: :r_ 152' ‘I-"fHT“I'
  • 65. A A‘9'l.7‘.7.‘ Off C‘ ERH J CF‘: -CE T if v; .‘_Au_ «j. y.g‘ OlV¢. '_§ g_ _ _ > s: fv. 'C. NM 0, v—, ‘.-_-» '-: :Af. i:- -'; v~1vf'l I’ : -2.4:: L’-i-"‘~'. “~’! '!. L‘, N-‘L v - i . '| '» L‘ Inn; -: rrr‘I A3,’. -~ ? ., } ‘ . p r - . p , ,_g r‘ ‘ — 7-‘, - 4 . rm. ‘- ~ 1. . ~ . j— — V ‘ ~ g“ . ' f’ 7’ : "' 7 '-'3"'. ."''-"57IH'3"' . - " ‘= _ 7 ' . “" _ . .'. —‘ ’ ' I, .‘ 3 ‘ Q‘ 1'‘ '. ‘v(. , ‘ Ir, ‘ “. ‘ 6:"-: A'n. A’; H 41.50.’-. :'a. _ V 11 in 1,117‘-C'11}. ’-"‘I_v‘. 'o n. -r4un. nr- ‘ ‘ - , 17.1:-nu. ’-I v" ' “ -‘ (.2 ‘»' ‘. m‘: - V‘. ‘,1 I 1 en: ' 3 (1 an , ,lf£L£‘H. .{'. . 1 2 ‘,4; ft, (.4 M I1.~-urn; -3;. x 1 r: --: .- v1.I PM! » . --. .A-» H . ~ ~- rzu: -. . /‘. J1 o-0-. ‘.‘_u: L! -1’ =1": xv. -:1 -1 D. ‘ I 1" ' "T‘Tl“fifi ? fifE§iTK' '. ‘fl"‘. "l. .“ii-‘E".5“'. '¢' ' “" ‘“$E£‘''''' - ‘
  • 66. ct.
  • 67. Ouanao oa eaporos do lungo eterrem neata formiga, pene- tram no aeu eozosquelelo e poalenorrneme no seu oérebro. oorigenoo o hospeaeiro a den- xar o sou habitat no solo ca uoreaxa 0 3 escatar 11113 flrvde nas prowmiclaooa. Cheia do to ngos are rebenlar. a tormnga monbunda prenoe«3e a uma lolha ou a qualquer oulra au- perflcae. Os taloa dos Iungos irrompem para carapace on for- miaa 9 oz espotos caern some as forrnigas do aoto. rein iciando 0 pcoooaao AIDIAfl% %0 lllfiflli I-IVCISOAK Lflhfilkfl Kuilflufl *1‘. .. ._,
  • 68. Quando 0 virus esté pronto para abandonar o hospedeiro. as lagartas passam por uma mudanca radical. Agitadas. alimentam-so: sem descanso. E depois comecam :1 subir. Em vest de se deterem em locais segnros longe dos predadorcs. as in fccladas sobcm cada VK2 mais alto nas érvorcs. Os baculovirus trzmsportam genes para varies enzimas Quando esuo prontos para abendonar o hospedeiro. certos genes tornam-se ectivos nas células dn lagarta. pm duzindo uma torrente dc enzimas que dissolvem 0 animal Enquanto a Iagana se disolve. aglomeredos devi rus escorrem pelas follies abaixo, promos para sewn ingeridos por novas lagartas ltospedei tax. 0 oompormmento dns lagnrtes pnro: eu um arcelente exemplo do fenotipo alargado para Kelli Hoover. David Hughes eoutms oolcgas. Para tcstarem a hipotese dc Dawkins. acaminaram as genes de baculovirus, numa tentative dc descobrir um gene que controlasse :1 esealada dns lagartns. Quando desec- timrarn um iinioo gene do virus. ele continuou a infectar células das lagrtas e a repmd1rzir- se como (lZIIIl. t$. ll1Cll. ISiV<].1Il: ?l)l€ umisforriiando as lagartas em gehtina. como antetiormenle o fnzja. Mas as bncnlovirus sem : i copia funcional do gene nao conseguern lever as Iagartas a trepar 3 érvores. O cornportamerrlo de um animal é normalmente influenciado por wirios dos sens pioprios genes cede qual com um contribute para o desfecho. Pot conseguinte. é provfivel que muitos parasites precisem também de active: vzirios dos sens genes para controlar os rapectixos hospedeiros. o que dizer da D. mcciazdlae e d.1 sua desaforttrnada joaninha hos- pedeira? A0 tmnsformar avilima num guardri-castes cooperante. a propria vcqaa pode cstar a comporlar-se como fenotipo enlarge- do de outto organismo. Os investigndores descobriram que quando uma vespe injecta um ovo numajoaninha. injecta igualmente uma mistura de substzlncias, qu imicas e ouu-as — incluindo um virus que se reproduz nos ovérios dn vespa. Os genes do genotipo do virus motivam ajoaninha a irnobilizar-se, protege-ndo o casulo da vespa dos intrusos. 0 virus e :1 vespe partilham os mesmosinteresses evolutivos: no transfor- marem a joaninha cm guamda-costas, produzem mais vi. -spas e maisvc-spas geram mais virus. E assim que os seus genes trabalham em oonjunto para fazerem dajoaninha o seu fantoche. A vespa D. ooa: irr¢: lla¢: telmz nao controle a marioneta teo bem como em tempos se pensou. Na vetvdade, ela propria é uma marioneta do parasite seguin te. El A semohanoa as ioanhha. e Bgarta (H boibolelsbrence-ch-come toma—se guar- do-ooslos do llfl parasite A vospo iriocle no Ingnrlo uirins dozonns do ovos. As lerves eclodem. alirnenlamse. aescem e paralisem o seu hosoedelro ahda viva. roondo—o e abrhdo mirimo alé eo exterior, Enquento a Iegarte despena. as hives teoem casulos sob ole Em voz do as deixer ontroauose si propries. o hospodoio esciavizedo loco uma aarnada edlcionel do soda om redo: dos aasulos o dopols manta ouerda some a ninhada, ebanendo e cabeoa para efeslar os prededores. 41 NAVIONAI. GIJOGIAPIIIC o NOVBMIUIO :01-0 I MAIS NA INTERNET 3 . Jl, -: _r I. -_| l"; l|_! I_‘. s'_}‘ 41;} ur; pt Ufl)1&lI‘. ‘x‘1r3 no-wsla yanca cane a russfina rmacebra da vospe-iotn a da sue viirns, a bat-are amaraaana Local Nova Caoddr-:1. no l>: -cmoo S01 LI»; 303 qnror-ior a onalr-Idade ca natureza nao rem hmli-5 WDEO ". -‘Ln: irn: Ig1-I1.s- rm 1111-u «rd urine-«qnmin .1 (I : u Iql r III}! 19:21 nwntc rm smn (In rnI'u: i(. -a 0. (lo neponte. use lmm ldela. “ — ammo vnnwx Veope percomce Colon’; you-ncnfn Borbolete«bcanca— -dnecouvo Fio-is music no up: -Mvono luv uwtv. us? » wro nc-uulvcs or ucoic-on
  • 69. Uma trdgica avalanche matou 16 membros de uma expedigéo no man te Evereste e mudou para sempre a vida na monlanha. Con/0-; ~ oa: nIu: mIzm vonlo onquanlo LiJk| )1.'1 SIIOIDZL num 9 done do uma . __ - omprosa do oxpodIQoos_ Ia: uma palsa para 0 one o um mc-monlo do rofloxao sobm n vtda am 19013, onlro os. curnos junto (I0 Evmoslo. 45
  • 70. osc-avam a c-asoata do aolo do Khurmu om husca do soDro~'lvon- tes anlre blocos do gelo do lamarho do casas Passavam has horas GOOOIS (18 amlancna. 01120 (183 16V1lIm8$ morroram num thloo local, no canto superior esqualdo des1a foiografla. MDIWSON m m M w W m M. M. 4 1 0 2 e d M M 8 1
  • 71. NOMES DOS1GMORTOS: ' ' ‘ ' ‘ ’l‘r_= x!o do Chip Brown Fotografias do Aaron Hzmy N 0 dia mais sombrio da hist(')ria da montanha mais clcvada do m undo, Nima Chlliring, um Sherpa do 29 anos da aldcia de Khumj ung, com as faces qucimadas pelo sol e um lufo dc cabclo prclo, marchou alé ao scu local dc l. ral)a| ho as 3 horas (la madrugada. Transporlava uma bolija dc gés com 29 quilogramas. Dcixara para lrzis a aldcia lcn1p01'z'11'ia do acampamento-base do Everesle, onde os membros de cerca de quarenta expedi<;6es internacionais dormiam nas suas tend-as on se remexiam, inquietos, sob 0 ar rarefeito a 5.270 metros dc altitude. Acima dcle, uma fila dc capacctcs com lanlcrnas tremeluzia na csctwidfio, all mcdida que mais dc (luzcnlos shcrp-as c oulros tral)alh-adores ncpalcscs alravcssavam, cm fila indiana, a cascala dc gclo dc Khumbu.
  • 72. Considemdo um dos troqos mais perigosos dc qualqucr montanha cscalada com rcgularidadc. a cascata dc gclo é um labirinto lngrcmc c cm pommanente mudanqa de seracs instéveis. fendas c gelo contorcido que $t‘dt‘1’t‘tIJ11tl por 610 metros numa garganta entre a vertente ocidental do live- rcstc co Nuptsc. 0 pico dc 7.861 metros que paira sobrc o acampamcnto-base. Muitos dos colegas sherpas de Nima Chhiring jai tinham cntrado mais ceclo no cascata dc gelo nessa manha de I8 de Abril. Tomamm o pequeno- -ulmoco habitual. composto por ché c uma papa de farinha de cevada chamada tsamba. e puseram so ombro as cargas embaladas na noite anterior. Alguns tnmsportavam cord-as. pas para -.1 new . éncoras dc gelo c outros cquipamcntos quc scrinm utilimdos para construir um corrimfio du: cordas fixas até ao cume do Evereste. a 8.850 metros de altitude. Outros carregnram o equipamento com que montariam acampamentos intermédios em pontos mais altos do montanha. Alguns shcrpas aprcsr. -ntavam vcstfgios dd fa- rinha de cevada torrada espalhada no rosto uns dos outros durante as cerimoni-as do di-.1 anterior. quando pediram a lomo Miyo Lang Sangma. a dense: que vivc no Evert-stc. uma passagcm segura e “Vida longer‘: Alguns dos montanhistasjé tinham feito vérias viagcns do ida c Volta dcsde que a rota fora aberta no inlcio de Abril pelos especialistas shcrpas conhccidos como “Doutorcs da Cascata do Gold‘. A linha dc cordas fixas c cs-cadas dc alu- minio atravessando penhascos e falhas no gelo nao era muito diferente da rota ale temporadas de escalada recentes. embora ficasse mais perto do vcrtcntc ocidcntal. fustigada por avalanchas. onde um glaciar suspenso sobressaia de forma ameagadora trezentos metros acima. Mesmo transportando cargas com 45 quilo- gramas. a maioria dos sherpas encontrava-se apta para complclar a cscalada dc 3.3 quil6rnc- tros até ao acampamento l em trés horas e meia on menus. Uma hora acima do acampamcnto- -base. Nima Chhiring, que trabalhava para uma cxpcdiqéo chincsa. chcgou A {Area conhccida como Pipoca. ondc a rota so tornava mais (ngremc c atravessava uma zone dc gelo partido e as escadas cram numerosas. Mais adiante. numa {area plan-a conhecida como Campo de Futebol. os monta- nhistas faziam frcqtwntcmcntc uma pause para descanso e era comum ouvir-so 0 gold ranger. en- quanto o glaciar Khumbu avanqava 5 volocidade de cerca de um metm por din. For cima do Campo de FuteboL havi-.1 outm zona particularmente pe- rigosa. com blocos do gelo do tamanho de casas e torrcs prccérias. apés as quais a viagcm dc Nima Chhiring seria mais féciL 5 medida que o glaciar dc Khumbu nivelassc. dcsembocando na enorme planlcie branca conlwcida como Cwm Ocidental. Aproximadarncntc és 6 horas da manhi. por cima do Campo dc Futcbol. Nima Chhiring antin- giu a base de um pen hasco de gelo com cerca de I2 metros do altur-.1. Comeqou a tentar subir trés escadas de aluminio presas entre si com a pemda cargo its costas. crampons nos botas e um ascen- sor na moo que tinha dc fixar e soltar it mcdida que passava pelas éncoras do corda fixa. Quando chegou ao topo. ficou desol-ado por ver numero- sos trabalhadores da montan ha recolhidos num-a platafonrm dc gclo inclinada c minfxscula. Outros estavam em filo. aguardando vez para descer dms cscodas até uma vah. O movinwnto do gclo soltara as ancor-as do extremidade inferior das escadas. cauznndo urn cngtrrafamcnto. Os que tinlum che- gztdo a csta zaona as 5 horas dcparnram-sc com atra - sos longos. apesar do a escada jé estar novamente Quando Nima Chhiring lo chegou. uma hora mais tarde. as atncoms estavom soltas mais uma var. “/ tcho que havia mais dc com pcssoas ali para- das. muitas :1 destrepar. agarradas é corcla Demo- raria meia hora a passar o cngarrafamento. Nessa altura. fiquei com muito medo'Z contou. “O men ouvldo estcf a charter” o NEPAL. AS PRI~: Mo2~n¢OEs DE perigo 5510 por vezes sentidas sob a format dc urn zumbido agudo. um fenémeno de no~ minado kan num. ou ouviclo a chorar. Nima Chhiring. que jzi subira trés vczcs no cumc do Evcrcstc. jé ouvira cstc choro antes 4: sabia que néo dcvia ignoré-lo. $entiu—se atormentndo pela indeciséo: deveria prosseguir zclosamente até ao acampamento I com a sua carp ou seria melhor depositar a lsotija dc gés no local ondc chcgara c dcsccr imcdiatzr rm. -ntc? Tcntou contactar pt-lo r-Julio o sou sirrlar. que se encontrava no acampamento-base. mas o potr-(to font até ao Baur Namche recolher merca- doria e Ni ma Chhiring so conseguiu contactar o cmdnhciro do acampomcnto. Nima Chhiring dissc an com’ nheiro que tinha o ouvido a chorar e que irla abandonar a cargo e descer. Outros sherpos perguntaram - [he o que est-ova -.1 fazer. AVALANCHA N0 B‘IHlE! l'l'I3 49