Trocas 3.0:
quando os desconhecidos
se reencontram!
Versão 1.0.1
05.06.15
YOUTUBE:
http://www.youtube.com/cnepomuceno
Slide Share:
http://pt.slideshare.net/cnepomuceno/
Minhas reflexões estão tamb...
Donald Stwewart Jr
“Quanto maior
for a cooperação
entre estranhos
maior será
a produtividade
e a satisfação
geral”.
Um individuo não
consegue resolver
tudo sozinho para
sobreviver.
Ele precisa do outro
para resolver seus
problemas.
Há um problema de
interdependência
entre os indivíduos.
O problema de
interdependência é
resolvido pelas
trocas.
Quanto menos trocas
houver, menor será a
qualidade de vida de
cada individuo.
Ou quanto mais
trocas houver, maior
será a qualidade de
vida de cada
individuo.
Há dois tipos de
trocas: a horizontal e
a vertical.
A vertical tem uma
maior taxa de
intermediação de um
determinado centro.
O centro torna-se
relevante para
garantir a Qualidade
da Troca.
A Qualidade da Troca
está diretamente
ligada à redução
redução da taxa de
fraudes.
A troca horizontal
tem uma menor taxa
de intermediação de
um determinado
centro.
O centro perde a
relevância para
manter a Qualidade
da Troca.
A Redução da taxa de
Fraudes ocorre,
independente do
Centro.
A Economia estuda
as trocas humanas.
Mas há poucos
estudos sobre a
interferência das
Tecnologias
Cognitivas nas trocas
humanas.
É preciso que
economistas se
empoderem dos
conceitos da
Antropologia
Cognitiva.
Trocas humanas são
mediadas por
Tecnologias
Cognitivas.
Ninguém troca com
ninguém se não há
uma confiança
prévia.
Esta confiança se
estabelece pela
capacidade das
partes em se
comunicar.
E por mecanismos
legais e sociais que
reduzem a taxa de
fraude das trocas.
A fraude das trocas
se dá quando uma
das partes não
cumpre o que
prometeu.
As trocas humanas
são feitas dentro de
Conjunturas
Cognitivas.
Uma Conjuntura
Cognitiva é o tecno
limite que uma dada
Tecnologia Cognitiva
permite para
estabelecer trocas.
Novas Tecnologias
Cognitivas
Disruptivas criam
novas formas de se
estabelecer trocas.
A reintermediação
das trocas precisa ser
eficaz.
Muitas vezes se quer
reintermediar, mas
as tecnologias não
permitem.
As tecnologias não
permitem reduzir o
risco das fraudes.
As tecnologias não
permitem por que a
taxa de fraude sem o
intermediador é
muito alta.
Só se reduzirá a taxa
de fraude se a nova
reintermediação for
eficaz.
Ou seja, só
abandonaremos um
intermediador se
tivermos confiança
que a taxa de fraude
irá cair.
A intermediação das
trocas, assim, é
condicionada às
Conjutunturas Tecno-
cognitivas.
Tivemos três
Conjunturas Tecno-
cognitivas de trocas:
Oral (1.0), Escrita
(2.0) e agora Digital
(3.0).
Como vemos no
gráfico a seguir.
O espiral tecno-cognitivo das trocas
TROCAS 1.0 ORAL
ESCRITA
DIGITAL
TROCAS 2.0
TROCAS 3.0
Novas formas de
trocas eficazes (com
baixa taxa de fraude)
entre desconhecidos
superam antigos
intermediadores.
Superamos antigos
intermediadores quando
desconhecidos passam a
poder trocar e confiar
em outros
desconhecidos.
A confiança de
desconhecidos em
outros desconhecidos se
dá a partir das Eras
Cognitivas.
Novas Era Cognitivas
marcam a possibilidade
de novas formas de
trocas entre
desconhecidos.
Toda a estrutura social
está baseada nos tecno
limites das trocas entre
desconhecidos.
Os tecno limites das
trocas entre
desconhecidos definem a
necessidade de
intermediadores.
A necessidade de
intermediadores define o
modelo de Governança
da Sociedade.
Novas tecno
modalidades de trocas
alteram o modelo de
Governança da
Sociedade.
O modelo de
Governança da
Sociedade é alterado
pela nova tecno
possibilidade de
interação entre
desconhecidos.
O mundo digital permite
que desconhecidos
possam se comunicar
entre si em um novo
patamar.
O mundo digital permite
que desconhecidos
possam fazer negócio
entre eles.
Quando desconhecidos
passam a fazer negócio
entre eles se reduz o
custo do antigo
intermediador.
Quando desconhecidos
passam a fazer negócio
entre eles as trocas ficam
mais baratas.
Quando desconhecidos
passam a fazer negócio
entre eles as trocas ficam
mais eficazes.
As trocas digitais
permitem uma relação
melhor de
custo/benefício.
Uma relação melhor de
custo/benefício cria um
novo movimento
econômico emergente.
O novo movimento
econômico emergente é
possível pelo novo
Ambiente Cognitivo,
centrado nos algoritmos.
Toda a comunicação e
negócios digitais passam
a ser regulados por
algoritmos.
Os algoritmos criam um
Karma Digital dos
participantes que
permite o aumento da
taxa de confiança entre
desconhecidos.
Seguem três exemplos
de dados que são
gerados entre trocas de
desconhecidos.
Repare como se
estabelece novo modelo
de confiança ao saber
quantas vezes alguém já
vendeu.
Repare como se
estabelece novo modelo
de confiança ao saber
como foi a Experiência
de Consumo de outro
desconhecido.
Repare como se
estabelece novo modelo
de confiança ao saber
cada vez mais detalhes
de um fornecedor
desconhecido.
Esta Comunicação
Algorítmica permite que
haja um novo ambiente
social de trocas.
Este novo ambiente
social de trocas elimina a
necessidade dos antigos
intermediadores.
Este novo ambiente
social de trocas torna
desconhecidos menos
desconhecidos.
Este novo ambiente
social de trocas cria um
novo modelo de
Governança da Espécie.
Esta nova Governança da
Espécie se estabelece
sobre um novo ambiente
de trocas humanas.
Quando desconhecidos
passam a poder confiar
em desconhecidos
antigos intermediadores
perdem a função.
A função dos
intermediadores é
garantir a
Qualidade das Trocas.
Por fim, um novo
ambiente de trocas é
motivado pela
Complexidade
Demográfica.
Quanto maior for a
Complexidade
Demográfica mais
sofisticado terá que ser o
ambiente de trocas.
Quanto maior for a
Complexidade
Demográfica maior terá
que ser a intensidade de
troca entre
desconhecidos.
Como vemos no gráfico a
seguir.
O espiral tecno-cognitivo demográfico e as trocas
ATÉ 500 MILHÕES
ATÉ 7 BILHÕES
MAIS DE 7 BILHÕES
AMBIENTE DE TROCAS
DIGIT...
Vivemos hoje a
Reintermediação das
Trocas.
Estamos saindo das
trocais orais, escritas e
eletrônicas para a
digitais.
Os antigos
intermediadores escritos
e eletrônicos estão
dando lugar a uma
Reintermediação Digital.
A reintermediação digital
cria Plataformas Digitais
Participativas que
permitem a troca entre
desconhecidos.
Se reduz a intermediação
oral e escrita. E passa a
se experimentar
intensamente a
intermediação, via
algoritmos.
Os algoritmos permitem
que desconhecidos
possam fazer cada vez
mais negócios com
outros desconhecidos.
A geração de valor
emergente, portanto, é a
nova reintermediação,
via algoritmos.
Nova reintermediação,
via algoritmos permite
um novo patamar de
troca entre
desconhecidos, criando
uma sociedade humana
re...
Nova reintermediação,
via algoritmos permite
uma inovação nas trocas,
fortalecendo as pontas e
enfraquecendo o centro.
Nova reintermediação,
via algoritmos permite
uma melhoria da
Qualidade de Consumo.
A melhoria da Qualidade
de Consumo vem de um
novo ciclo competitivo.
O novo ciclo competitivo
surge, pois há uma
reintermediação que tira
valor do antigo
intermediador.
O antigo intermediador
gerava valor, pois reduzia
a taxa de fraude.
A taxa de fraude é
reduzida sem o
intermediador, através
de um novo modelo de
troca entre
desconhecidos.
Criamos, assim, um novo
ambiente de trocas entre
desconhecidos mais livre
e competitivo.
Esta é a macrotendência
principal do novo século
que mudará
profundamente a nossa
sociedade.
Existe, porém, uma parte
das mudanças que é
possível ser feita, via
novas tecnologias.
Porém, existe um
conjunto de leis que
foram criadas para
consolidar o papel dos
antigos intermediadores.
Uma mudança social,
assim, terá dois braços: a
Inovação Tecnológica
disruptiva e a Inovação
Legal.
Como veremos no
gráfico a seguir.
Limites tecnológicos
das trocas entre
desconhecidos.
ANTES DE UMA REVOLUÇÃO COGNITIVA (SURGIMENTO
DE NOVAS TECNOLOGIAS COG...
Novos limites tecnológicos
das trocas entre
desconhecidos.
DEPOIS DE UMA REVOLUÇÃO COGNITIVA (SURGIMENTO
DE NOVAS TECNOLOG...
Limites legais
das trocas entre
desconhecidos.
ANTES DE UMA REVOLUÇÃO COGNITIVA (SURGIMENTO
DE NOVAS TECNOLOGIAS COGNITIVA...
Novos limites legais
das trocas entre
desconhecidos.
DEPOIS DE UMA REVOLUÇÃO COGNITIVA (SURGIMENTO
DE NOVAS TECNOLOGIAS CO...
Novos limites tecnológicos e legais
das trocas entre
desconhecidos.
DEPOIS DE UMA REVOLUÇÃO COGNITIVA (SURGIMENTO
DE NOVAS...
A Inovação Legal virá
para criar novo ambiente
para que a troca entre os
novos desconhecidos
seja possível.
Os movimentos políticos
do novo século que terão
eficácia serão os que
alinharão Inovação
Tecnológica, com
Inovação Legal.
Eficácia = o que dura
mais tempo, não é
imposto pela força, mas
pela capacidade de
garantira e melhorar a
qualidade de vid...
A inovação tecnológica e
legal é a base do
Liberalismo 3.0.
O objetivo do
Liberalismo 3.0 é
permitir que os
desconhecidos ampliem
sua capacidade de troca
com outros
desconhecidos.
Um breve portfólio:
Como posso ler mais sobre as
ideias de Nepomuceno?
Leia o livro.
Recomendação do livro:
YOUTUBE:
http://www.youtube.com/cnepomuceno
Slide Share:
http://pt.slideshare.net/cnepomuceno/
Minhas reflexões estão tamb...
Trocas 3.0: quando os desconhecidos se reencontram!
Trocas 3.0: quando os desconhecidos se reencontram!
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Trocas 3.0: quando os desconhecidos se reencontram!

Published on: Mar 4, 2016
Published in: Economy & Finance      
Source: www.slideshare.net


Transcripts - Trocas 3.0: quando os desconhecidos se reencontram!

  • 1. Trocas 3.0: quando os desconhecidos se reencontram! Versão 1.0.1 05.06.15
  • 2. YOUTUBE: http://www.youtube.com/cnepomuceno Slide Share: http://pt.slideshare.net/cnepomuceno/ Minhas reflexões estão também no meu blog: www.nepo.com.br Twitter: @cnepomuceno Email: cnepomu@gmail.com Facebook: https://www.facebook.com/carlos.nepomuceno
  • 3. Donald Stwewart Jr “Quanto maior for a cooperação entre estranhos maior será a produtividade e a satisfação geral”.
  • 4. Um individuo não consegue resolver tudo sozinho para sobreviver.
  • 5. Ele precisa do outro para resolver seus problemas.
  • 6. Há um problema de interdependência entre os indivíduos.
  • 7. O problema de interdependência é resolvido pelas trocas.
  • 8. Quanto menos trocas houver, menor será a qualidade de vida de cada individuo.
  • 9. Ou quanto mais trocas houver, maior será a qualidade de vida de cada individuo.
  • 10. Há dois tipos de trocas: a horizontal e a vertical.
  • 11. A vertical tem uma maior taxa de intermediação de um determinado centro.
  • 12. O centro torna-se relevante para garantir a Qualidade da Troca.
  • 13. A Qualidade da Troca está diretamente ligada à redução redução da taxa de fraudes.
  • 14. A troca horizontal tem uma menor taxa de intermediação de um determinado centro.
  • 15. O centro perde a relevância para manter a Qualidade da Troca.
  • 16. A Redução da taxa de Fraudes ocorre, independente do Centro.
  • 17. A Economia estuda as trocas humanas.
  • 18. Mas há poucos estudos sobre a interferência das Tecnologias Cognitivas nas trocas humanas.
  • 19. É preciso que economistas se empoderem dos conceitos da Antropologia Cognitiva.
  • 20. Trocas humanas são mediadas por Tecnologias Cognitivas.
  • 21. Ninguém troca com ninguém se não há uma confiança prévia.
  • 22. Esta confiança se estabelece pela capacidade das partes em se comunicar.
  • 23. E por mecanismos legais e sociais que reduzem a taxa de fraude das trocas.
  • 24. A fraude das trocas se dá quando uma das partes não cumpre o que prometeu.
  • 25. As trocas humanas são feitas dentro de Conjunturas Cognitivas.
  • 26. Uma Conjuntura Cognitiva é o tecno limite que uma dada Tecnologia Cognitiva permite para estabelecer trocas.
  • 27. Novas Tecnologias Cognitivas Disruptivas criam novas formas de se estabelecer trocas.
  • 28. A reintermediação das trocas precisa ser eficaz.
  • 29. Muitas vezes se quer reintermediar, mas as tecnologias não permitem.
  • 30. As tecnologias não permitem reduzir o risco das fraudes.
  • 31. As tecnologias não permitem por que a taxa de fraude sem o intermediador é muito alta.
  • 32. Só se reduzirá a taxa de fraude se a nova reintermediação for eficaz.
  • 33. Ou seja, só abandonaremos um intermediador se tivermos confiança que a taxa de fraude irá cair.
  • 34. A intermediação das trocas, assim, é condicionada às Conjutunturas Tecno- cognitivas.
  • 35. Tivemos três Conjunturas Tecno- cognitivas de trocas: Oral (1.0), Escrita (2.0) e agora Digital (3.0).
  • 36. Como vemos no gráfico a seguir.
  • 37. O espiral tecno-cognitivo das trocas TROCAS 1.0 ORAL ESCRITA DIGITAL TROCAS 2.0 TROCAS 3.0
  • 38. Novas formas de trocas eficazes (com baixa taxa de fraude) entre desconhecidos superam antigos intermediadores.
  • 39. Superamos antigos intermediadores quando desconhecidos passam a poder trocar e confiar em outros desconhecidos.
  • 40. A confiança de desconhecidos em outros desconhecidos se dá a partir das Eras Cognitivas.
  • 41. Novas Era Cognitivas marcam a possibilidade de novas formas de trocas entre desconhecidos.
  • 42. Toda a estrutura social está baseada nos tecno limites das trocas entre desconhecidos.
  • 43. Os tecno limites das trocas entre desconhecidos definem a necessidade de intermediadores.
  • 44. A necessidade de intermediadores define o modelo de Governança da Sociedade.
  • 45. Novas tecno modalidades de trocas alteram o modelo de Governança da Sociedade.
  • 46. O modelo de Governança da Sociedade é alterado pela nova tecno possibilidade de interação entre desconhecidos.
  • 47. O mundo digital permite que desconhecidos possam se comunicar entre si em um novo patamar.
  • 48. O mundo digital permite que desconhecidos possam fazer negócio entre eles.
  • 49. Quando desconhecidos passam a fazer negócio entre eles se reduz o custo do antigo intermediador.
  • 50. Quando desconhecidos passam a fazer negócio entre eles as trocas ficam mais baratas.
  • 51. Quando desconhecidos passam a fazer negócio entre eles as trocas ficam mais eficazes.
  • 52. As trocas digitais permitem uma relação melhor de custo/benefício.
  • 53. Uma relação melhor de custo/benefício cria um novo movimento econômico emergente.
  • 54. O novo movimento econômico emergente é possível pelo novo Ambiente Cognitivo, centrado nos algoritmos.
  • 55. Toda a comunicação e negócios digitais passam a ser regulados por algoritmos.
  • 56. Os algoritmos criam um Karma Digital dos participantes que permite o aumento da taxa de confiança entre desconhecidos.
  • 57. Seguem três exemplos de dados que são gerados entre trocas de desconhecidos.
  • 58. Repare como se estabelece novo modelo de confiança ao saber quantas vezes alguém já vendeu.
  • 59. Repare como se estabelece novo modelo de confiança ao saber como foi a Experiência de Consumo de outro desconhecido.
  • 60. Repare como se estabelece novo modelo de confiança ao saber cada vez mais detalhes de um fornecedor desconhecido.
  • 61. Esta Comunicação Algorítmica permite que haja um novo ambiente social de trocas.
  • 62. Este novo ambiente social de trocas elimina a necessidade dos antigos intermediadores.
  • 63. Este novo ambiente social de trocas torna desconhecidos menos desconhecidos.
  • 64. Este novo ambiente social de trocas cria um novo modelo de Governança da Espécie.
  • 65. Esta nova Governança da Espécie se estabelece sobre um novo ambiente de trocas humanas.
  • 66. Quando desconhecidos passam a poder confiar em desconhecidos antigos intermediadores perdem a função.
  • 67. A função dos intermediadores é garantir a Qualidade das Trocas.
  • 68. Por fim, um novo ambiente de trocas é motivado pela Complexidade Demográfica.
  • 69. Quanto maior for a Complexidade Demográfica mais sofisticado terá que ser o ambiente de trocas.
  • 70. Quanto maior for a Complexidade Demográfica maior terá que ser a intensidade de troca entre desconhecidos.
  • 71. Como vemos no gráfico a seguir.
  • 72. O espiral tecno-cognitivo demográfico e as trocas ATÉ 500 MILHÕES ATÉ 7 BILHÕES MAIS DE 7 BILHÕES AMBIENTE DE TROCAS DIGITAL (3.0) AMBIENTE DE TROCAS ESCRITO (2.0) AMBIENTE DE TROCAS ORAL (1.0)
  • 73. Vivemos hoje a Reintermediação das Trocas.
  • 74. Estamos saindo das trocais orais, escritas e eletrônicas para a digitais.
  • 75. Os antigos intermediadores escritos e eletrônicos estão dando lugar a uma Reintermediação Digital.
  • 76. A reintermediação digital cria Plataformas Digitais Participativas que permitem a troca entre desconhecidos.
  • 77. Se reduz a intermediação oral e escrita. E passa a se experimentar intensamente a intermediação, via algoritmos.
  • 78. Os algoritmos permitem que desconhecidos possam fazer cada vez mais negócios com outros desconhecidos.
  • 79. A geração de valor emergente, portanto, é a nova reintermediação, via algoritmos.
  • 80. Nova reintermediação, via algoritmos permite um novo patamar de troca entre desconhecidos, criando uma sociedade humana renovada.
  • 81. Nova reintermediação, via algoritmos permite uma inovação nas trocas, fortalecendo as pontas e enfraquecendo o centro.
  • 82. Nova reintermediação, via algoritmos permite uma melhoria da Qualidade de Consumo.
  • 83. A melhoria da Qualidade de Consumo vem de um novo ciclo competitivo.
  • 84. O novo ciclo competitivo surge, pois há uma reintermediação que tira valor do antigo intermediador.
  • 85. O antigo intermediador gerava valor, pois reduzia a taxa de fraude.
  • 86. A taxa de fraude é reduzida sem o intermediador, através de um novo modelo de troca entre desconhecidos.
  • 87. Criamos, assim, um novo ambiente de trocas entre desconhecidos mais livre e competitivo.
  • 88. Esta é a macrotendência principal do novo século que mudará profundamente a nossa sociedade.
  • 89. Existe, porém, uma parte das mudanças que é possível ser feita, via novas tecnologias.
  • 90. Porém, existe um conjunto de leis que foram criadas para consolidar o papel dos antigos intermediadores.
  • 91. Uma mudança social, assim, terá dois braços: a Inovação Tecnológica disruptiva e a Inovação Legal.
  • 92. Como veremos no gráfico a seguir.
  • 93. Limites tecnológicos das trocas entre desconhecidos. ANTES DE UMA REVOLUÇÃO COGNITIVA (SURGIMENTO DE NOVAS TECNOLOGIAS COGNITIVAS DISRUPTIVAS) – LIMITES TECNOLÓGICOS
  • 94. Novos limites tecnológicos das trocas entre desconhecidos. DEPOIS DE UMA REVOLUÇÃO COGNITIVA (SURGIMENTO DE NOVAS TECNOLOGIAS COGNITIVAS DISRUPTIVAS) – LIMITES TECNOLÓGICOS
  • 95. Limites legais das trocas entre desconhecidos. ANTES DE UMA REVOLUÇÃO COGNITIVA (SURGIMENTO DE NOVAS TECNOLOGIAS COGNITIVAS DISRUPTIVAS) – LIMITES LEGAIS
  • 96. Novos limites legais das trocas entre desconhecidos. DEPOIS DE UMA REVOLUÇÃO COGNITIVA (SURGIMENTO DE NOVAS TECNOLOGIAS COGNITIVAS DISRUPTIVAS) – LIMITES LEGAIS
  • 97. Novos limites tecnológicos e legais das trocas entre desconhecidos. DEPOIS DE UMA REVOLUÇÃO COGNITIVA (SURGIMENTO DE NOVAS TECNOLOGIAS COGNITIVAS DISRUPTIVAS) – LIMITES TECNOLÓGICOS E LEGAIS – ÁREA DE INOVAÇÃO ÁREA DE INOVAÇÃO
  • 98. A Inovação Legal virá para criar novo ambiente para que a troca entre os novos desconhecidos seja possível.
  • 99. Os movimentos políticos do novo século que terão eficácia serão os que alinharão Inovação Tecnológica, com Inovação Legal.
  • 100. Eficácia = o que dura mais tempo, não é imposto pela força, mas pela capacidade de garantira e melhorar a qualidade de vida da maior parte sociedade.
  • 101. A inovação tecnológica e legal é a base do Liberalismo 3.0.
  • 102. O objetivo do Liberalismo 3.0 é permitir que os desconhecidos ampliem sua capacidade de troca com outros desconhecidos.
  • 103. Um breve portfólio:
  • 104. Como posso ler mais sobre as ideias de Nepomuceno? Leia o livro.
  • 105. Recomendação do livro:
  • 106. YOUTUBE: http://www.youtube.com/cnepomuceno Slide Share: http://pt.slideshare.net/cnepomuceno/ Minhas reflexões estão também no meu blog: www.nepo.com.br Twitter: @cnepomuceno Email: cnepomu@gmail.com Facebook: https://www.facebook.com/carlos.nepomuceno

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