COMPORTAMENTO
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34 novembro de 2010
De Santa Catarina para o mundo
Pato nasceu em Blumenau, mas foi em Penha, cidade do lito...
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00 novembro de 2010
Para gravar cada temporada,os três passam cerca de cinco meses viajan-
do. Partem em bus...
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Nalu pelo Mundo

Published on: Mar 3, 2016
Source: www.slideshare.net


Transcripts - Nalu pelo Mundo

  • 1. COMPORTAMENTO 00 novembro de 2010 00novembro de 2010 otina definitivamente não faz parte do vocabulário dessa família: o surfista Everaldo Pato, Fabiana Nigol e a filha Isabelle Nalu viajam o mundo em busca de ondas perfeitas e cenários deslumbrantes. Entre os países que já fizeram parte desse roteiro estão Indonésia, Austrália, Papua Nova Guiné, Chile, África do Sul, Taiti e outros tantos que viraram episódios do programa Nalu pelo Mundo, exibido pelo canal Multishow. Além de revelar paisagens magnífi- cas, o programa, que já está em sua segunda temporada, narra histórias divertidas das aventuras e das descobertas dos três viajantes. Pato é um surfista apaixonado pelo esporte e divide com a esposa Fabiana as filmagens dos destinos que visitam. A graça especial do programa fica por conta de Isabelle,filha de três anos do casal e aventureira desde a barriga da mãe. Nascida nos Estados Unidos “em um dia de ondas perfeitas”, segundo o pai, a pequena se diverte em cada lugar por onde passam. O sobrenome extra que ela ganhou é mais um indi- cativo da forte ligação do pai com o surfe:“Nalu” quer dizer “onda” em havaiano. Aventura em famíliaPato, Fabi e a pequena Isabelle Nalu viajam o mundo em busca de belas paisagens e ondas gigantes Texto MARCELLE SOUZA R Acima, paisagem de Honolulu, no Havaí, um dos destinos visitados por Pato, Fabi e Isabelle Nalu. A família (à esquerda) registra belas paisagens pelo mundo
  • 2. COMPORTAMENTO 34 novembro de 2010 De Santa Catarina para o mundo Pato nasceu em Blumenau, mas foi em Penha, cidade do litoral Norte de Santa Catarina,que passou toda a infância.Criado pelo pai pescador e pela avó paterna, descobriu logo cedo a paixão pelo mar e aos 15 anos aprendeu a sur- far. Adquirida com dificuldade, sua primeira prancha pesava quase dez quilos. Foi com ela que Pato começou a surfar, durante o inverno – sem roupa de bor- racha e ficando até 8 horas debaixo d’água. Mas o esforço valeu a pena e, ape- nas seis meses depois dos primeiros caldos, ele chegou à disputa final de sua primeira participação em um campeonato. “E do primeiro dia até hoje, meu amor pelo surfe é exatamente o mesmo;sou um apaixonado pelo esporte.É a coisa que mais gosto depois de minha família”, declara. A muitos quilômetros do litoral catarinense, Pato conheceria sua futura esposa e companheira de viagens. Nascida em São Paulo, mas criada na cida- de de Santo André, na região metropolitana da capital, Fabiana formou-se em Publicidade e Propaganda, e foi sua profissão que promoveu o encontro com Pato.“Ela estava trabalhando em uma feira de surfe para um de meus patroci- nadores e foi amor à primeira vista”, conta Pato. Já casados, Pato e Fabi viajaram durante cinco anos para diversos países, e foi nesse período que ela fez cursos de vídeo e tomou gosto pelas filmagens. O resultado das primeiras aventuras juntos resultou no filme Nalu,lançado em 2008,ano em que também foi editado e virou o episódio de estreia do progra- ma no Multishow. Quando Isabelle nasceu, em 2006, além de buscar as melhores ondas, o casal percebeu que tinha outro grande desafio: aliar a aventura às necessida- des dos cuidados de uma criança. Sem babá, avós nem amigos por perto para dar uma ajudinha extra,aparentemente o dia a dia da família ficaria bem mais complicado...ou não.Isabelle viajou pela primeira vez quando tinha apenas 20 dias, e a pequena aventureira já conheceu mais países do que muita gente grande.“Quando recebemos o convite para o programa,a Isabelle tinha acaba- do de completar dois anos, então fomos nos adaptando juntos. Resolvemos encarar o desafio e deu certo. Está sendo muito bom trabalhar conhecendo o mundo com nossa filha”, explica o pai. Acima, Pato surfando na Califórnia e a pequena Isabelle. Abaixo, Fabi, que filma as viagens da família
  • 3. COMPORTAMENTO 00 novembro de 2010 Para gravar cada temporada,os três passam cerca de cinco meses viajan- do. Partem em busca de locais de ondas grandes e perfeitas, e então passam a gravar tudo o que acontece, desde a saída de casa, a passagem pelos aeropor- tos até a chegada ao destino, e os episódios giram em torno das ondas, dos novos amigos e da cultura dos lugares visitados. Boas ondas Para a segunda temporada do programa, Califórnia, Havaí e algumas ilhas da Oceania foram os destinos escolhidos. As filmagens começaram na cidade californiana de Rincon,onde Pato logo partiu em busca do famoso swell (ondulações em sequência) da região. No entanto, antes de encontrar esse “sonho de consumo”dos surfistas, ele se deparou com Kelly Slater, grande per- sonalidade do surfe mundial, e o bate-papo entre estes dois antigos compa- nheiros de ondas resgatou boas histórias. Também foram registrados momentos do dia a dia da família, dos mais divertidos – como aquele em que Isabelle dançou hula-hula em Maui,no Havaí – aos tensos, quando uma onda gigante quebrou no ombro de Pato, gerando uma contusão. Entre os lugares pelos quais passaram recentemente, estão as Ilhas da Oceania e Tasmânia, onde Pato superou um dos grandes desafios do surfe.“A Tasmânia me surpreendeu muito. Era um objetivo meu ser o primeiro brasilei- ro a surfar aquela onda tão pesada e cheia de degraus. E consegui!”, comemo- ra.Como se pode ver em cada episódio,o resultado só pode ser a descoberta de países curiosos e experiências únicas. Nem tudo são flores durante as viagens da família. Algumas “roubadas” atrapalham o roteiro.“Certa vez estávamos na Indonésia e pegamos um ferry boat que nos levaria à ilha da Sumatra.Essa balsa transportava pessoas e comi- das, e quando estávamos lá dentro percebemos que estava infestada de ratos e baratas!”, conta o surfista. Mas esse tipo de episódio não tira o encanto das experiências incríveis quecadaviagemproporcionaaPato,FabieIsabelle.Eéjustamenteporissoque o surfista nem pensa em parar.“Acho que nunca vou deixar de surfar até o meu corpo não aguentar mais! Seja trabalhando ou não,quero seguir viajando com minha família e surfando muito!”, diz Pato. Acima, pai e filha durante viagem na Austrália, e a família em Honolulu. Abaixo, o surfista em ação no Havaí

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