PREVENÇÃO DA RECAÍDA
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PREVENÇÃO DA RECAÍDA (Marlatt-Gordon-Ribeiro)

Estudo ao respeito da adicção. Fundamentos, estratégias e estrutura para criar um plano de ação.
Published on: Mar 4, 2016
Published in: Education      
Source: www.slideshare.net


Transcripts - PREVENÇÃO DA RECAÍDA (Marlatt-Gordon-Ribeiro)

  • 1. PREVENÇÃO DA RECAÍDA G. ALAN MARLATT MARCELO RIBEIRO “s” UNIDADE DE PESQUISA EM ALCOOL E DROGAS (UNIAD) UNIVERSIDADE FEDERAL DE SAO PAULO
  • 2. INTRODUÇÃO
  • 3. CONCEITOS.
  • 4. UM PROGRAMA DE AUTOMANEJO QUE VISAA MELHORAR O ESTAGIO DE MANUTENÇÃO DO PROCESSO DE MUDANÇA DE HABITOS. PREVENÇÃO DA RECAÍDA SEU OBJETIVO: ENSINAR OS INDIVIDUOS QUE TENTAM MUDAR SEU COMPORTAMENTO A PREVER E LIDAR COM O PROBLEMA DA RECAIDA.
  • 5. UM COIAPSO OU REVES NATENTATIVA DE MODIFICAR OU MUDAR UM COMPORTAMENTO. RECAÍDA
  • 6. AUTOCONTROLE IMPORTANTE! ENSINAR A MUDAR
  • 7. MÉTODO
  • 8. PROMOVER O AUTOCONTROLE MÉ DO TREINAMENTO DE HABILIDADES INTERVENÇOES COGNITIVAS MUDANÇA NO ESTILO DE VIDA
  • 9. APUCAÇÕES
  • 10. APUCAÇÕES QUALQUER PADRAO DE HABITO COMPULSIVO MARCADO PELA BUSCA DE GRATIFICAÇÃO IMEDIATA.
  • 11. GRATIFICAÇÃO IMEDIATA IMPORTANTE! OS COMPORTAMENTOS DE USO INDEVIDO DE DROGAS SAO SEGUIDOS POR ALGUMA FORMA DE GRATIFICAÇÃO IMEDIATA, TANTO DE PRAZER. QUANTO DE ALIVIO DA TENSÃO.
  • 12. OBJETIVOS
  • 13. ABSTENÇAO TOTAL DO ENGAMENTO NO COMPORTAMENTO PROBLEMATICO 1. ANTECIPAR E PREVENIR A RECAIDA APOS O INICIO DA MUDANÇA DE HABITO. 2. LIDAR COM O LAPSO. ANTES DE SE TORNAR UMA RECAIDA. OBJETIVOS
  • 14. ABSTENÇAO TOTAL DO ENGAMENTO NO COMPORTAMENTO PROBLEMATICO 1. ANTECIPAR E PREVENIR A RECAIDA »os o mlcno DA MUDANÇA DE HABITO. 2. LIDAR COM O LAPSO. ANTES DE SE TORNAR UMA RECAIDA. OBJETIVOS 1. ENSINAR UM MODO DE VIDA MAIS EQUILIBRADO. 2. PREVENÇAO DE COMPORTAMENTOS MENOS SAUDAVEIS. FACILITAÇAO DE MUDANÇAS GLOBAIS NO HABITOS PESSOAIS E ESTILO DE VIDA
  • 15. ,í-ãGuix/ lEivlTí) TEÓRICO
  • 16. PREMISSAS REJEITADAS A FALTA DO CONTROLE SOBRE O USO
  • 17. O MODELO MORAL O CONSUMO É UMA ESCOLHA PESSOAL. E, w T N O V E D A Ç R O F E D m L A F A . E A S U A C A L A R o M A R m F R E T . A R A C M F_ G A R o C
  • 18. O MODELO DE DOENÇA ESSENCIALMENTE BIOLÓGICO ENFOQUE NA DROGA E SUA FARMACOLOGIA CRENÇA NA FALTA DE CONTROLE DO INDIVÍDUO (FISSURA > AUTOCONTROLE)
  • 19. PREMISSAS PROPOSTAS OS COMPORTAMENTOS RELACIONADOS A DEPENDÊNCIA SÃO HABITOS ADQUIRIDOS
  • 20. TEORIA DO APRENDIZADO SOCIAL 'UMA CATEGORIA DE MAUS HABITOS SOCIALMENTE APRENDIDOS. POSICIONADOS AO LONGO DE UM CONTINUUM DE GRAVIDADEÍ r' PREMISSAS PROPOSTAS
  • 21. TEORIA DO APRENDIZADO SOCIAL 'UMA CATEGORIA DE MAUS HABITOS SOCIALMENTE HIPERAPRENDIDOS, POSICIONADOS AO LONGO DE UM CONTINUUM DE GRAVIDADE. ' PREIVIISSAS PROPOSTAS TEORIA COGNITO-COMPORTAMENTAL 'COMPORTAMENTOS MAl. ADAPTATIVOS. UM cIcLO vIcIosO DE COMPORTAMENTOS AuTOOEsTRuTIvOs, AOOUIRIOOs TANTO PELO CONDICIONAMENTO CLAS- sIcO. QUANTO PELO REFORÇO OPERANTE E OETERMINAOO POR EXPECTATIVAS E cRENÇAs COM RELAÇÃO A DROGA'
  • 22. TEORIA DO APRENDIZADO SOCIAL 'UMACATEGORIA DE MAUS HABITOS SOOIALMENTE HIPERAPRENOIOOS, POSICIONADOS AO LONGO OE UM CONTINUUM OE GRAVIDADE' PREMISSAS PROPOSTAS TEORIA COGNlTO-COMPORTAMENTAL 'COMPORTAAENTOS MALADAPTATNOS, UM CICLO VICIOSO DE COMPORTAMENTOS AUTOOESTRUTNOS. ADQUIRIDOS TANTO PELO CONDICIONAMENTO CLAS- SICO. QUANTO PELO REFORÇO OPERANTE E DETERMINADO Pa! EXPECTATIVAS E CRENÇAS COM RELAÇAOADROGA' PSICOLOGIA SOCIAL FATORES SOCIAIS ESTAO ENVOLVIOOS NAO SO NO APRENDIZADO, COMO TAIBEM NA MANUTENÇAO DOS COMPORTAMENTOS MAL-ADAPTATIVOS ADQUIRIDOS.
  • 23. EM SÍNTESE. ..
  • 24. l -". 'I= IPI, "I7l: |íI~ : I I IM
  • 25. DESENVOLVIMENTO DE COMPORTAMENTOS MAL-ADAPTATIVOS AQUELES LE VAM A CONSEQUÊNCIAS FÍSICAS, PSICOLÓGICAS E SOCIAS NEGA77VAS 1/ I - í I II _A , ' . . I › _ l' A. . ° ' A: V , ñ 'v r "-22 . S. I ¡ I E REsOLuÇAO DE , r** . A . - 7px* I Yx_ _, _, CONFLITOS M ; - ; EXPECTATIVAS 'E' ARY @a ' POSITIVAS . I -. -.-. à.. _I_. -:-°? “ APRENDIZADO SOCIAL l 'Iiál ei ^ = _ ' MODELOS FAMILIÀRES E . EIN. ..” . .J °
  • 26. CO lvl PARAN DO OS I/ IODELOS RESPONSABILIDADE PELO DESENVOLVIMENTO RESPONSABILIDADE PELO TRATAMENTO
  • 27. MODELO MORAL MÉDICO AUTO-CONTROLE DESENVOLVIMENTO RESPONSÁVEL NÃO RESPONSÁVEL NÃO TRATAMENTO RESPONSÁVEL NÃO NÃO RESPONSÁVEL
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  • 29. PREMISSAS BÁSICAS IVIODELO DO AUTOCONTROLE OS COMPORTAMENTOS SAO APRENDIDOS A PESSOA E CAPAZ DE AUTOCONTROLE OS OBJETIVOS DEVEM SER ESCOLHIDOS INDIVIDUALIZADAMENTE DISTANCIAMENTO DO COMPORTAMENTO PROBLEMA DA IDENTIDADE DO INDNIDUO ABORDAGEM VOLTADA PARAO TREINAMENTO DE HABILIDADES E REESTRUTURAÇAO COGNITIVA BUSCA DE ELEMENTOS COMUNS ENVOLVIDOS NAAQUISIÇAO E MANUTENÇAO DO COMPORTAMENTO
  • 30. O MODELO DO AUTOCONTROLE E O PROCESSO DE MUDANÇA
  • 31. PONTO DE PARTIDA '_ ÍI ' "II- . ¡I LJ a; .. x -N. III! _» _JINKI OS COMPORTAMENTOS DA DEPENDÊNCIA SAO PADRÕES DE HABITOS ADQUIRIDOS QUE PODEM SER MODIFICADOS POR MEIO DA APLICAÇÃO DE PROCEDIMENTOS DE UM NOVO APRENDIUDO. OS INDIVIDUOS PODEM APRENDER A MUDAR E PODEM ACEITAR A RESPONDABILIADE PESSOAL POR SUA PRÓPRIA RECUPERAÇÃO.
  • 32. PREIVIISSAS DO TRATAIVIEIVTO
  • 33. O OUE DESENVOLVEU A DEPENDÊNCIA E O PROCESSO DE MUDANÇA PODEM SER GOVERNADOS POR DIFERENTES FATORES E PRINCÍPIOS DE APRENDIZADO. PREIVIISSAS DO TRATAMENTO
  • 34. O QUE DESENVOLVEU A DEPENDÊNCIA E O PROCESSO DE MUDANÇA PODEM SER GOVERNADOS POR DIFERENTES FATORES E PRINCIPIOS DE APRENDIZADO_ PREMISSAS DO TRATAMENTO COMPROMISSO E MOTIVAÇAO 0 PRCESSO DE IMPLEMENTAÇÃO MUDANÇA PASSA DA MuDANÇA POR 3 ESTÁGIOS MANUTENÇÃO DA MUDANÇA
  • 35. MODELO DE PROCHASKA & DICLEMENTE RECAIDA MANUTENÇAO AÇÃO DETERMINAÇÃO CONTEMPLAÇÀO PRE-COMTEMPLAÇÀO ESTÁGIO 1 COMPROMISSO 8. MOTIVAÇÃO CONSCIÊNCIA DOS EFEITOS NEGATIVOS FRACASSO NO USO DA DROGA CONTATO COM EX-DEPENDENTES CRISE ESPIRITUAL OU EXISTENCIAL MUDANÇAS NO ESTILO DE VIDA PREOCUPAÇÁO COM O PALPÁVEL MELHORAR O COMPROMISSO COM A MUDANÇA
  • 36. MODELO DE PROCHASKA & DICLEMENTE ESTÁGIO 2 IMPLEMENTAÇÃO DA MUDANÇA (FASE BÁSICA DO TRATAMENTO) ABANDONAR A DEPENDENCIA E A PREOCUPAÇÃO CENTRAL SAIR DE CASA PELA PRIMEIRA VEZ PARA UMA LONGA JORNADA RE°^I°^ APENAS O PRIMEIRO PASSO MANUTENÇÃO AÇÃO DETERMINAÇÃO DETERMINAR FATORES DE PROTEÇÃO E RISCO CONTEMPLAÇÃO NAO ENFATIZAR EM DEMASIA o PROCESSO DE MUDANÇA PRE-COMTEM PLAÇÁO
  • 37. MODELO DE PROCHASKA 8x DICLEMENTE ESTÁGIO 3 MANUTENÇÃO DA MUDANÇA (O ULTIMO E MAIS IMPORTANTE) LUTA PARA MANTER O COMPROMISSO DE MUDANÇA MÚLTIPLAS TENTAÇOES. ESTRESSORES E A PRESSÃO DE PODEROSOS HABITOS ANTIGOS. REC^I°^ O FRACASSO EM ANTECIPAR OU LIDAR COM MANUTENÇAO TAIS ESTREESORES PODE LEVAR Ã RECAIDA PRECOCE. AÇÃO FISSURÁ: RESPOSTA A VELHOS ESTRESSORES E SIN/ LIZ/ DORES DO USO DA SUBSTÃNCIA. DETERMINAÇÃO CONTEMPLAÇÃO pRE_CO¡_A_TEMpLAÇÀO PACOTE DE AUXILIO OU TRATAMENTO MULTIMODAL (AMPLA, ABRANGENTE, 'ABORDAGEM DE BOMBARDEIOÚ VEJA A SEGUIR. ..
  • 38. DE , Í EXPECTATIVAS ~ POSITIVAS l/ t Í cv 'w . r u - 5, n. RESOLUÇÃO DE _yçk __ - CONFLITOS âyw. ç_gyj ' , Jíí- _ - __x, _ g' ' APRENDIZADO SOCIAL a. " _ . , ' a( "x. a < v** (v , w El. " F1 m. . -á ? MODELOS 'j' 7?» ; ink FÀFMILI/ KRES c 'Í'. › , , “fx
  • 39. AVERSÃO X APRENDIZAGEM t. «E 'NOVA CAMADA DE VERNIZ' 'N°V° ^PR5N°'Z^°°' TENDÊNCIA Ao DESGASTE “NS WR^°°UR^ NOVOS HAarros (ADAPTATNOS) sAo APRENDIDOS E ANTIGOS (IML-ADAPTATNOS SÂO ABANDONADOS) "Aprender a dirigir na Inglaterra” Ao contrário do modelo aversivo, o pior está no começo
  • 40. * DE lNGtSTAO Al COOLJVA HAS-i' A 'OO UD IEPAJWI S DE M B-RSAO › AVERSÃO _, J_%, , _. ._. _J l is . MESES POS O TRATAMÉÀTO »- na Lscssrm . ucoouu Malu ruvtnç Ao n¡ RELÀIDA ° f m r 'v0 . o L cownou: A X PREVENÇÃO n: RILAÍDA ks _ 7 _ ¡ _ , _A o A¡ 0 3 ¡ I? &ESES . APOS 0 TRATAMENTO
  • 41. 2. QUADRO COMPLETO
  • 42. ' '““§; Í-Ii”-); $í§I'›íEàI¡íEJ§_! .-g~. e** _›= ::. .¡: ;:rg; si1aiu9; › *véTx u ' . . g. ü'. »Ã O N32¡ › “ k. ' q! _. ¡ v' . i” A# : x f . e '. ?Í . fãs n O. . k y ; v Z. P "P3 É -. .y E 'O * " *- àêáiiliilílà! " , . , “WÉVIDJPÊÊFAE . w * “E A: :vii A' A IUPY-'Jàfi PEÍÀ°"Í°LJCÍA . s. _. ;
  • 43. COMPONENTES DA ABORDAGEM CENTRADA NO AUTOCONTROLE
  • 44. EFICÁCIA DE LONGA DURAÇÃO MELHORAR E MANTER O INDNIDUO AS EXIGENCIAS DO PROGRAMA TECNICAS COGNITIVAS + TREINAMENTO DE HABILIDADES + MUDANÇA DO ESTILO DE VIDA = MELHORAR O ENFRENTAMENTO CÔIVIPONÉIVTÉS DA ABORDAGEM CENTRADA NO AUTOCONTROLE AUMENTAR A CAPACIDADE DE TOMADA DE DECISOES SUBSTITUIR PADROES MAL-AOAPTATIVOS POR HABILIDADES ALTERNATIVAS AJUDAR O PACIENTE A LIDAR COM SITUAÇÕES PROBLEMATICAS AJUDAR O PACIENTE A LIDAR CO SITUAÇÕES DE FRACASSO MELHORAR O USO DOS SITEMAS DE APOIO DO INDIVIDUO.
  • 45. RECAIDA
  • 46. L CONCEWO
  • 47. .MODELO MEDICO VISÃO DICOTÓNICA CURA x REC/ DIVA PRESSIMISTA VIOLAÇÃO DA ABSTINÊNCIA EST/ ICA ZERO PROFECIA DO FRACASSO IGNORA FATORES SITUACIONAIS CONCEITO
  • 48. MODELO MODELO VERTER. VISÃO DICOTÓNICA UPRIAOÍRAOSUE SRUECUMBIR CURA x RECIDIVA ' PRESSIMISTA › OTIMISTA VIOLAÇÃO OA V'°L^Ç DA BEMIQI* AO ABSTINÊNCIA ABSTINÊNCIA ESTACA ERC PROCESSO TRANSICIONAL PROFECM DO FRACASSO CHANCE DE APRENDIZAGEM 'GN : FATORES CONSIDERA OUTROS FATORES SITUACIONAIS
  • 49. PROCESSO
  • 50. RECAÍR A REGRA.
  • 51. ~ 11? XEiSTI-Iíh : s Êxrrn. 11s¡ | ÍL'°L“ [JEI P! ! . LDÀS CV LWLÀI) 1K¡ 1315.10 IIEKÚINÀ Aí¡ IAUÀFO Oí-O . NLVVÉN x . q, ..- - . c. 234'›67b 'JESES 910111?
  • 52. ;SÍij›; *1c! Íl1“ã; “11*%1;i>Íê13~1. 'Í Í N x
  • 53. DETERmlíd/ íxidTEs | MED| ATOS ESTADOS EMOCIONAIS NEGATIVOS 35% CONFLITO INTERPESSOAL 16% PRESSÃO SOCIAL 20%
  • 54. PROCESSO "CT . .) “ÉS SlJEÍ; SíÉ(“›í; §;1~'"1'i Controle percebido & situação de alto-risco
  • 55. htmbxkdadc dm a 111d¡ dr : mui: : Into : :uma : Lmcruhwd: Htspm: de rnírml. . mw "rumo ou NADA" EIN¡ LIC n¡ Ligia¡ c. . umllrm L›)1:| f'_¡I ¡bs! mr. : HnInyI' LJ' mpeg” dc 1¡ .11111r:1'. '«1¡ n_¡¡n¡¡_¡. ¡n¡¡_ subnunm C1¡*"1›0r dt L". ›:<, I¡¡'I< L¡ t M2433 . n11 Hi1?) 1 pa¡ Im ¡ur ; rm-ppm : Ir prntnhnnwncj Um 1t1odclo cognll1vo-ro111por1an1cnlal do processo dc recaída.
  • 56. EFEITO DE VIOLAÇÃO DA ABSTINÊNCIA FRUTO DA EXIGÊNCIA DA ABSTINÊNCIA TOTAL TUDO OU NADA O ERRO NAO PODE sER DESFEITO MODOS DE OCORRÊNCIA 1. ANTES DO PRIMEIRO LAPSO COMPROMETIMENTO PESSOAL COM A MUDANÇA 2. APOS DO PRIMEIRO LAPsO DISSONÂNCIA COGNITIVA (CONFLITO E CULPA) EFEITO DE ATRIBuIçAO PESSOAL (CULPAR-SE A sI MESMO COMO CAUSA DA RECAIDA) FENÔMENO MODULADO GRAU DE JUSTIFICATIVA EXTERNA. FORÇA DO COMPROMISSO ANTERIOR. DURAÇÃO DA ABSTINÊNCIA EM CURSO. APOIO SOCIAL, INTERPRETAÇÃO DO LAPSO.
  • 57. .x 1 -iur . Fax, [M] , zi- ' 0-; , vv 'cw ~ f' 'Wap "l 4 ' ; CI "o _ I 4 É ' a IÇOIIMIIE pega de 4990 “IO Íí-í' “ j; ' cOmIOIe | _COIII(; '"Ç 10'¡ 4 . ' g g ¡'. é( R a: q. Porto de aqunlnbf-O '› 'A g u' x -E __ . I o- . p s¡ cOuScIe IIZHÇdO Aro ~' rualyhoadcs ; v "o 4' . g . . N, opção . Cp 'I'm-Hu . nl-o y x u. â Jcpjlvt *O ma_ H ¡CQTQÚ Rcc-anda L- oscilação do controle pcrccbido.
  • 58. IIÍI" 7 9' I- v. 'MTP “1'í: ~«; .›. '~. -.1I _I - 1, &Iatêgâ si¡ ' g1 Eíñgfàm; V aí*- : Iaàíiá
  • 59. COmpLISÍIS c-u fumus «admin por nptrlanxáns dc tICIIm . .IIKIIJTA da wbdannn "hííuIIíW Dtx-qnüñmn no ñ! _Í I dt 135.1 Idntrrs › drvyai Flkm 1 111-'11 Int-mm um IXÍJIAI II. c1111L1'. J.-~; .¡1. mg. - ; .'11 c aus Idanha apsrrrfcxrtlur lnfIfYaíVñI Antecedentes cncobcrtos de uma situação de recaída.
  • 60. VISÃO GERAL DOS PROCEDIMENTOS
  • 61. ABORDAGEM GERAL ° PACIENTE IIAO E PASSIVO NO TRATAMENTO ° PfxRTlClPjtÇ/ «O ATIVA - RESPONSABILIDADE PELA MELHORA VISÃO GERAL DOS PROCEDIMENTOS ESTRATÉGIAS DE AVALIAÇÃO E INTERVENÇÃO ' ESTRATÉGIAS ESPECÍFICAS DE INTERVENÇÃO 'ESTRATÉGIAS GLOBAIs DE AUTOCONTROLE
  • 62. Coulma pm Iuutar Auhvumvacamazlo À (XIUKIO do u›o I . I-. ;.? ..Iç: '«u mmptnznnmIInI (por cxmçh_ lute dt toIrpc< ! Erwin NIIUIITICTLII] TInIIIIIIL-Ido dr ITI. L: I.'IIr1I'o. mmcju do eslmst o uso O ÍÍIÍIÍIITICIIKIIIÍIC (o qnt LVL-r d. : 1m1;_n.1;: ã~u pur. : ; IIInrIIo da : Ira-ru q1I. .núII0d(017Ic'«tI; I:II.1p~uI AIIIDII EPL¡ . NmIIIIITD W T1141¡ [Sw znicu? [Into dt ! uma de d: vIL›I: .;. '›a da cnIrmInmcnSo apmtamasd: subslaxm¡ ¡bsIIMIIL-'LI regulado WHIIIXII ECIIKJQQU wbrr damn Irnctíut-: Is Tmr. Inntxzro ¡QGUHPQÇJO FarIInms É RÊJIÉI d¡ hgwoidñ A . ., . -- 1¡ - 1 g o , X rrhnrduziñ das T1:: 'xmãá drscmics de : unidas “N a d¡ subsIÇIrr-as; Tm de _Ylígeáj x ; ' M PLN! !! ààwsi" nrxImII ; mn 11.6 INA ILÍII Prevenção de recaída: estratéglas especIIIcas de Intervenção.
  • 63. !nd . '51 ms xnInttuln “Ipn fdrv; s' »iqluñnn rudnrtamx d. : nanda ¡Tnkínb t um: É¡ m'rç. .í'¡1..1.x ! rmvb "mu. 5"” Onix: I'm' (kun Ipvrnf' $191 f( 117611_ Ir) m . T x_ ; ~s dr »Ima Rinçen pgñm¡ 'px um “Í, (AT 'u' "IV , "fibra ; ~IJ ur-Iwí Prevenção de recaída: estrategias gIobaIS dc autoconLroIc.
  • 64. ¡MRLATT 8: GORDON )I'/ 'I / 'I BRAND! ! I mau/ mudo Ivo mamona nc con-Panama¡ . Internos . á Í 7 . x »I V y¡- QM_ ' « a , m2 N Ilâ KOQS I¡¡ ' I _xe ; À7 à: II; fi 33:. . u 9 4-"" " A* x.