NARRATIVAS NOS FÓRUNS DE DISCUSSÃO: FIOS QUE TECEM ATOS DE CURRÍCULO EM UM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM NARRATIVES...
Pensando no que se quis tecer... Convido o leitor a pensar como quem deseja tecer. Mais ainda: para quemdeseja tecer j...
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Para tal, é necessária uma postura de mudança comunicacional dodocente, que migra, quando investe em uma prática educacion...
Criado em 1999, o CEDERJ apresenta como um dos seus objetivos “atuarna formação continuada, a distância, de profissionais ...
• Como se dará a transição do ensino da informática na educação online no contexto deste curso de pedagogia? ...
Entre os fios da trama. Nas entrelinhas das narrativas haviam duas preocupações recorrentes,uma vez que muitas apresen...
e amplificada do quanto estas mudanças tem afetado e ainda podem afetar não só trazendo benefícios que nos são obvíos...
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da FAEEBA – Educação e Contemporaneidade, Salvador, v.12, n. 20, p.287-97, jul/dez, 2003.SANTOS, E. O. Educação online: Ci...
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Narrativa uerj semiotica

Published on: Mar 3, 2016
Source: www.slideshare.net


Transcripts - Narrativa uerj semiotica

  • 1. NARRATIVAS NOS FÓRUNS DE DISCUSSÃO: FIOS QUE TECEM ATOS DE CURRÍCULO EM UM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM NARRATIVES IN THE DISCUSSION FORUMS: WEAVING YARN THAT ACTS OF CURRICULUM IN A VIRTUAL LEARNING ENVIRONMENT SANT´ANNA, Cristiane M. SEEDUC-RJ/UERJ-PROPED – cris_marcelino@oi.com.brRESUMOO presente artigo pretende apresentar a primeira etapa do projeto de pesquisaintitulado “A informática na educação no ensino superior: do currículo em EAD para ocurrículo em educação on line” (Mestrado em Educação UERJ/PROPED – LinhaCotidianos, Redes Educativas e Processos Culturais). O objetivo é o mapeamento deatos de currículo provenientes das narrativas dos sujeitos da pesquisa em fóruns dediscussão na disciplina online Informática na Educação (Curso de Licenciatura emPedagogia – UERJ).Palavras-chave: cibercultura, narrativas,educação on lineABSTRACTThis article presents the first stage of the research project entitled "Informationtechnology in education in higher education: the curriculum in distance education intothe curriculum in online education" (Master of Education UERJ / proped - EverydayLine, Networks Educational and Cultural Processes ). The goal is mapping acts ofcurriculum from the narratives of the subjects in discussion forums in online courseComputers in Education (Bachelor of Education - UERJ).Keywords: cyberculture, narratives, online education
  • 2. Pensando no que se quis tecer... Convido o leitor a pensar como quem deseja tecer. Mais ainda: para quemdeseja tecer junto, num trabalho de muitas mãos. O produto final, ainda naimaginação, precisa ser planejado. Que fios? Que cores? Para quê? Paraquem? E como se tece o conhecimento? Se tece sozinho? Se tece com o outro?Se tece para o outro? Como se dá a tessitura do conhecimento em umambiente virtual de aprendizagem? Que práticas podem contribuir para oprocesso ensino aprendizagem em um ambiente virtual de um curso deformação de professores na modalidade a distancia? O que é precisoensinar/aprender para que o conhecimento adquirido seja significativo naformação desses professores? Alves (2001), ao falar de como se dá a tessitura do conhecimento, diz que dois são os modos que, hoje, se defrontam/complementam quanto à maneira de perceber como o conhecimento e a subjetividade são produzidos: o primeiro é o dominante na sociedade chamada moderna, sendo representado pela metáfora da árvore; o segundo, sempre existindo nos espaçostempos da vida cotidiana, passa a ser assumido pelos setores econômicos,científicos e sociais mais dinâmicos, a partir da década de 50 do século XX, e que é representado pela metáfora da rede. “Tecer conhecimento em rede” é a forma possível para indicar como, sempre, o conhecimento foi criado nos vários e diferentes contextos cotidianos do viver humano, mesmo quando, para se fazerem, a ciência e o poder econômico precisaram dizer que os conhecimentos práticos só existiriam enquanto não fossem superados pelo conhecimento verdadeiro, aquele produzido pela ciência, pela burocracia e em outros lugares de poder. Inicialmente caracterizada por práticas de ensino aprendizagem detransmissão de conhecimentos, através de material didático por rádio impressoe TV, a educação a distância (EaD) surge com novo formato, impulsionadapelo advento da cibercultura. A cibercultura, cultura do digital em rede e potencializada pela mobilidade,possibilita que nos descolemos do PC (Personal Computer) e tenhamos a
  • 3. internet nas mãos, tendo, desta forma, a liberação do pólo de emissão comouma de suas características. Assim, todos têm a possibilidade de produzirconteúdos e socializá-los, abrindo espaço para novas autorias e, quem sabe,coautorias. Acerca do tema, Santos (2009) diz que isso faz do computador online não um meio de transmissão de informação, como a televisão enquanto suporte altamente utilizado em educação a distância, mas espaço de adentramento e manipulação em janelas móveis, plásticas e abertas a múltiplas conexões entre conteúdos e interagentes geograficamente dispersos. Contudo, habituados a uma dinâmica educacional cartesiana, centrada noprofessor, numa perspectiva um-todos, alguns projetos educacionais onlineainda subutilizam o digital. Lévy (1997), tomando como exemplo a inserção dainformática nas escolas da França, já dizia que Apesar de diversas experiências positivas sustentadas pelo entusiasmo de alguns professores, o resultado global é deveras decepcionante. Por quê? É certo que a escola é uma instituição que há cinco mil anos se baseia no falar/ditar do mestre, na escrita manuscrita do aluno e, há quatro séculos, em um uso moderado da impressão. Uma verdadeira integração da informática (como do audiovisual) supõe, portanto, o abandono de um hábito antropológico mais que milenar, o que não pode ser feito em alguns anos (p 08). O ciberespaço, que é um ambiente virtual, pode se tornar uma ambientevirtual de aprendizagem, se lançarmos mão dos inúmeros recursoscomunicacionais existentes, aliados a um desenho didático. As práticas de interatividade, autoria e coautoria, quando em curso,indicam caminhos que diferem das tradicionais. O docente desse tempo, aoutilizar a internet ou um ambiente que agrega várias interfacescomunicacionais, como fóruns, chats, blogs, entre outros, desenvolve projetosque articulam mídias, softwares e interfaces em Web 2.0, objetivando aaprendizagem como resultante do exercício da autoria do aluno. (SANTOS,2007). Portanto, pensar a tessitura de conhecimentos em tempos decibercultura é pensar a construção em metodologias que favoreçam aconstrução desses conhecimentos de forma colaborativa.
  • 4. Para tal, é necessária uma postura de mudança comunicacional dodocente, que migra, quando investe em uma prática educacional no modelotodos-todos, da posição de mero transmissor a mediador e provocador desituações de aprendizagem. Para isso, ele deve estar atendo as falas dossujeitos praticantes (CERTEAU, 1994). São as narrativas desses sujeitos queapontam para as possíveis intervenções, colocações, contribuições eprovocações dos mediadores.1 Logo, concordando com Okada (2003), fóruns e chats sãos dispositivosde pesquisa, pois podem indicar conceitos, idéias, desejos e intenções paraalém do tema discutido, possibilitando a cocriação de atos de currículo. O autor diz que “atos de currículo, como noção, levando em conta apráxis curricular, são um conceito-chave, um gesto ético-político, um potenteanalisador da práxis curricular formativa” (MACEDO, 2011). O envolvimento de diferentes sujeitos implica no registro de biografiasdiferentes, que por sua vez influenciam a tessitura de redes de conhecimentodiversificadas e particulares, ainda que debruçadas em um mesmo tema. Logo,ao conceber etnométodos como procedimentos constituídos na cenapedagógica em um mesmo ambiente em um mesmo desenho didático,concluímos que diferentes sujeitos podem gerar diferentes etnométodos e,portanto, diferentes tessituras. Nesse contexto, e lançando mão dos princípios epistemológicos emetodológicos da pesquisa-formação, o trabalho em sua primeira etapa utilizacomo dispositivo os fóruns de discussão da disciplina Informática na Educação,do curso de Licenciatura em Pedagogia (CEDERJ-UERJ).O contexto O curso de formação de professores escolhido como objeto de pesquisa éo de licenciatura em Pedagogia da UERJ (Consórcio CEDERJ).1 Como estamos considerando um processo interativo, todos os sujeitos inseridos no processo sãomediadores em potencial.
  • 5. Criado em 1999, o CEDERJ apresenta como um dos seus objetivos “atuarna formação continuada, a distância, de profissionais do Estado, com atençãoespecial para o processo de atualização de professores da rede estadual deEnsino Médio”. O consórcio entre as seis universidades públicas do Rio deJaneiro nasce com o propósito de ampliar o número de licenciados e suprir anecessidade de formação de normalistas conforme Lei de Diretrizes e Bases(LDB) (Lei 9394/96 – LDB), que em seu artigo de nº 62 diz que “a formação de docentes para atuar na educação básica far-se- á em nível superior, em curso de licenciatura, de graduação plena, em universidades e institutos superiores de educação [...] em nível médio, na modalidade Normal.” (BRASIL, 1996). Os cursos disponíveis são todos na modalidade semipresencial,oferecendo aos alunos o apoio de tutores a distância e tutores presenciais emgrande parte das disciplinas, material didático impresso ou digital em umambiente virtual comumente denominado plataforma. No primeiro semestre de2012, o CEDERJ migra sua interface para outra, com uso do software livremoodle. O primeiro curso de pedagogia tinha um público alvo específico:professores que atuavam nas séries iniciais. Em 2008, é criado o curso delicenciatura em pedagogia, que objetivava capacitar pessoas a atuarem não sóno ensino fundamental, mas também no Ensino Profissional, Educação deJovens e Adultos, Ensino Médio (Formação de Professores) e Gestão(Administração, Supervisão e Orientação e Espaços Não formais de Ensino). Destaco aqui outra mudança significativa no que diz respeito à disciplinaInformática na Educação, na qual atuo como docente online e que ora seconstitui como meu objeto de estudo. A coordenação da disciplina, observandoque as práticas dos docentes online ainda eram baseadas no modelo daeducação a distância tradicional, e não numa prática de educação onlinesegundo as suas orientações, optou por terminar com a tutoria presencial eapostar em um novo desenho didático. Neste contexto de mudanças e diversidades é que se encontram osdilemas que estruturam a pesquisa:
  • 6. • Como se dará a transição do ensino da informática na educação online no contexto deste curso de pedagogia? • Que práticas pedagógicas poderão contribuir para o processo de produção de conhecimento com autoria? • Quais dispositivos de pesquisa, além dos já existentes no ambiente como fórum, poderão ser usados/criados para mediação de narrativas? • Como pensar novas práticas, especialmente na educação online, em um contexto em que persiste a unilateralidade, centrada no professor/tutor/coordenador?Agrupando fios: o processo de tecelagem coletiva O primeiro fórum de debates tinha como tema central a cibercultura esuas implicações na educação. O material disponibilizado é oriundo de umprograma da TV Escola denominado Salto para o Futuro. Os fóruns foramdivididos por programas cujos títulos são: Ead: antes e depois da cibercultura A docência online Currículo multirreferencial Outros olhares sobre cibercultura e educação Cibercultura: o que muda na educação - debate A discussão iniciada pela coordenação conta com a mediação de cincotutores a distancia que, durante o processo, provocam os participantes a seremtambém mediadores/colaboradores desse processo de ensino-aprendizagem. Observou-se que, talvez por ser o primeiro fórum e, quem sabe, aprimeira experiência nesse tipo de abordagem intencionalmente interativa,algumas postagens buscavam responder ao post inicial do coordenador. Com as mediações, as postagens com formato de questionário passam adar lugar a textos dissertativos, construídos a partir do material didático e dosconceitos que emergiram nas falas.
  • 7. Entre os fios da trama. Nas entrelinhas das narrativas haviam duas preocupações recorrentes,uma vez que muitas apresentaram um caráter de denúncia em relação aotema: como fazer uso dos potenciais da tecnologia na educação, destacando ainternet, diante da baixa qualidade ou falta de recursos na escola? Comoformar professores para que sejam docentes online, se esses se sentemexcluídos digitais ou vivenciam realidades excludentes em seu trabalho comoprofissionais da educação? Uma análise das falas apontou para que os novos atos de currículopudessem anunciar, não respostas para as questões, que em alguns casosdemandam repensar, implantar ou criar políticas públicas, mas práticasautorais possíveis e com tecnologias de fácil acesso. Destaco aqui algumas narrativas de um dos sujeitos que durante toda adinâmica dos fóruns da disciplina, enquanto todos apontavam para asmaravilhas e potencialidades das tecnologias esse, sempre com letras emcores berrantes e de um tamanho superior ao que usamos para texto,descrevia sua preocupação com uma inclusão para além do digital, umainclusão social: Minha pespectiva acerca das mudanças ocorridas em virtude da Cibercultura são relacionadas a forma como poderemos incluir todas as camadas da sociedade em tão pouco tempo, já que a velocidade com a qual ela tem avançado por meio dos mais diversos caminhos, e assim adentrado a todos os instantes em nossos lares e locais de trabalho, sem que ao menos tivessemos tempo de analisar suas consequências as nossas relações, não só as educacionais mas também as sociais e até mesmo as familiares, uma vez que "todos" podem comunicar-se, fato este que origina minha maior dúvida: Como poderemos incluir de forma linear a "todos" os componentes da sociedade independente de sua colocação na mesma? Acredito ser este o maior desafio para a democratização da Cibercultura e da utilização desta em todos os níveis escolares, sem que para isso tenhamos que excluir uma parcela da população que além de analfabetos digitais, são também analfabetos funcionais e por vezes analfabetos de "Pai e Mãe". Em nossos estudos deveriamos dar um enfoque preferêncial nesta condição de exclusão, visto que será de grande valia para o aprendizado dos componentes desta jornada, a obtenção de uma visão mais clareada
  • 8. e amplificada do quanto estas mudanças tem afetado e ainda podem afetar não só trazendo benefícios que nos são obvíos, mas também por proporcionarem aos menos favorecidos a total exclusão destes do "novo mundo" que já anuncia sua chegada. Sei que talvez tenha desvirtuado o enfoque principal deste texto, todavia faz-se necessário que estejamos dispostos a verificar todas as possibilidades para que com isso estejamos comprometidos com a expansão de uma educação com fins na formação de cidadãos críticos e autônomos, além de totalmente capazes de interagirem com seus pares em qualquer situação seja ela no campo fisico ou virtual. (Texto retirado de um fórum sobre a Cibercultura na Educação onde as letras, no original, estão em vermelho, fonte Arial 18, negrito e itálico)In(Conclusões) e desdobramentos. A partir dessas questões que emergiram da fala dos sujeitos praticantes(CERTEAU, 1994), novos atos de currículo (MACEDO, 2011) foramconstruídos, gerando, portanto, novos dispositivos na pesquisa-formação(SANTOS, 2011). Após uma discussão sobre inclusão digital, inclusão social eo papel da tecnologia, foi proposta a elaboração de um vídeo, cujo temadeveria ser escolhido a partir dos pontos discutidos. Uma webconferência(utilizando a interface web 2.0 do site livestream) foi transmitida, buscandoprovocar a autoria de vídeos criativos e com poucos recursos. Mesmo sabendo que a cibercultura é a cultura do digital potencializadapela internet, e hoje mais ainda com a cultura da mobilidade (LEMOS, 2009)trazida com os dispositivos móveis como celulares e smartphones, a questãoda inclusão/exclusão digital faz com que a defesa das tecnologias deinformação e comunicação (TIC) como potencializadoras da aprendizagempareça só um discurso. Grande parte das narrativas apresentavaquestionamentos quanto a este ponto. No decorrer da pesquisa, foram propostas atividades que lançavam mãode recursos para além dos disponíveis no ambiente do CEDERJ, como o usodo Youtube e de um blog colaborativo. Contudo, uma atividade de transposiçãode práticas da cibercultura - gerada por um praticante fora do contexto do
  • 9. curso, mas a partir de um dos produtos gerados nas discussões -, demonstrouque, mesmo não estando conectados, mesmo não tendo acesso na escola ouem casa à internet e a outras tecnologias, vivemos uma inclusão espontânea(LEMOS, 2011). Logo, como oportunizar novas experiências de transposiçãoque possam ser significativas no contexto acima descrito? Agora, na segunda etapa da pesquisa, a partir da repetição do desenhodidático, pretendo investigar se a metodologia proposta como Educação Onlineefetivamente privilegia a colaboração e a autoria, apresentando-se como umapossível alternativa para futuras mudanças de paradigmas no que diz respeitoao ensino da informática na educação. Para tal, tomarei como norte asnarrativas que emergiram, as avaliações dos praticantes e o mapeamento dosrastros desses sujeitos em outras redes.ReferênciasALVES, N. Decifrando o pergaminho - o cotidiano das escolas nas lógicas dasredes cotidianas. In: Pesquisa no/do cotidiano das escolas - sobre redes desaberes. OLIVEIRA, I.B; ALVES, N (orgs). Rio de Janeiro: DP&A, 2001.BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei 9394/96.Disponível em <<http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/ldb.pdf>>. Acesso em 28ago. 2009.BRUNO, A.R. A mediação partilhada em redes sociais: (dês) territorialização depossibilidades para a discussão sobre o ser tutor e a tutoria em cursos online.In: Práticas Pedagógicas, Linguagem e Mídias: desafios à Pós-graduaçãoem Educação em suas múltiplas dimensões / Helena Amaral da Fontoura eMarco Silva (orgs.). Rio de Janeiro: ANPEd Nacional, 2011.CERTEAU, M. A invenção do cotidiano – artes de fazer. 3.ed. Petrópolis/RJ:Vozes, 1994.LÉVY, P. Cibercultura. SP: Editora 34, 1999.MACEDO, R.S. Atos de currículo formação em ato? Para compreender,entender e problematizar currículo e formação. Ilhéus: Editus, 2011.OKADA, A.L.P, SANTOS, E, O. A imagem no currículo: da crítica à mídia demassa a mediações de autorias dialógicas na prática pedagógica. Revista
  • 10. da FAEEBA – Educação e Contemporaneidade, Salvador, v.12, n. 20, p.287-97, jul/dez, 2003.SANTOS, E. O. Educação online: Cibercultura e Pesquisa Formação naprática docente. Tese de doutorado. FACED, UFBA, 2005.SANTOS, E. O.; SILVA, M. Desenho didático para educação on-line. EmAberto, v. 79, p.105-20, 2009.SANTOS, E.O. A Cibercultura e a educação em tempos de mobilidade e redessociais: conversando com os cotidianos. In: Práticas Pedagógicas,Linguagem e Mídias: desafios à Pós-graduação em Educação em suasmúltiplas dimensões / Helena Amaral da Fontoura e Marco Silva (orgs.). Rio deJaneiro: ANPEd Nacional, 2011.SILVA, M. O professor online e a pedagogia da transmissão. Disponível em<http://www.saladeaulainterativa.pro.br/texto_0002.htm> Acesso em 01 set.2010.

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