ACIARIASITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA E OPERAÇÕES CRÍTICAS NO LINGOTAMENTO CONTÍNUO CRISTIANO FAUSTINO ALMEIDA
ÍNDICE PáginaPref...
ÍNDICE PáginaCap...
PREFÁCIO Este livro falará sobre os aspecto de segurança, até onde podemos atuarde forma segura com nossos equipam...
CAPÍTULO 1:OCORRÊNCIAS COMPANELA DE AÇO 2
PANELA DE AÇO 1.1 – NÃO ABERTURA LIVRE DE PANELASPRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS:• Sinterização da areia refratari...
PANELA DE AÇO 1.1 – NÃO ABERTURA LIVRE DE PANELAS Primeiramente tentar inserir a vara de oxigênio ap...
PANELA DE AÇO 1.2 – AVERMELHAMENTO - CARCAÇA DA PANELAPRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS:• Infiltração de aço no refra...
PANELA DE AÇO 1.2 – AVERMELHAMENTO - CARCAÇA DA PANELA Caso a área avermelhada ficar na parte superio...
PANELA DE AÇO 1.3 – FURO DA CARCAÇA DA PANELAPRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS:• Infiltração de aço no refratário;• D...
PANELA DE AÇO 1.3 – FURO DA CARCAÇA DA PANELA Verificar se a panela irá projetar aço em algum lugar o...
PANELA DE AÇO 1.4 – NÃO FECHAMENTO DA PANELAPRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS:• Infiltração de aço no sistema de Vál...
PANELA DE AÇO 1.4 – NÃO FECHAMENTO DA PANELA Cuidado no engate da bazuca na panela. A bazuca ao s...
PANELA DE AÇO 1.4 – NÃO FECHAMENTO DA PANELA Verifique o nível e a temperatura do aço dentro do distri...
PANELA DE AÇO 1.4 – NÃO FECHAMENTO DA PANELA É importante monitorar a rampa e a caixa de emergência durante ...
PANELA DE AÇO 1.4 – NÃO FECHAMENTO DA PANELA O operador da ponte rolante deve erguer a panela e aguardar...
PANELA DE AÇO 1.4 – NÃO FECHAMENTO DA PANELA Antes da partida da máquina é imprescindível observar se a ...
PANELA DE AÇO 1.5 – INFILTRAÇÃO DE AÇO NA VALVULA GAVETAPRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS:• Espaçamento excessivo ent...
PANELA DE AÇO 1.5 – INFILTRAÇÃO DE AÇO NA VALVULA GAVETA O operador da ponte rolante deve erguer a panel...
PANELA DE AÇO 1.5 – INFILTRAÇÃO DE AÇO NA VALVULA GAVETA Na seqüência a panela deve ser posicionada sobre a ...
CAPÍTULO 2:OCORRÊNCIAS COMDISTRIBUIDOR 18
DISTRIBUIDOR 2.1 – NÃO FECHAMENTO DO TROCA RÁPIDAPRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS:• Infiltração de aço entre as v...
DISTRIBUIDOR 2.1 – NÃO FECHAMENTO DO TROCA RÁPIDA Caso não seja possível efetuar o fechamento dos...
DISTRIBUIDOR 2.2 – INFILTRAÇÃO DE AÇO DO TROCA RÁPIDAPRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS:• Espaçamento excessivo entr...
DISTRIBUIDOR 2.2 – INFILTRAÇÃO DE AÇO DO TROCA RÁPIDA Para evitar infiltração do distribuidor a cada tro...
DISTRIBUIDOR 2.3 – AVERMELHAMENTO - DISTRIBUIDORPRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS:• Infiltração de aço no refratári...
DISTRIBUIDOR 2.3 – AVERMELHAMENTO - DISTRIBUIDOR Verificar se o distribuidor irá projetar aço em a...
DISTRIBUIDOR 2.4 – FURO CARCAÇA DO DISTRIBUIDORPRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS:• Infiltração de aço no refratári...
DISTRIBUIDOR 2.4 – FURO CARCAÇA DO DISTRIBUIDORFURO NA REGIÃO DA FRENTE DA MÁQUINA. Os veios devem ser...
DISTRIBUIDOR 2.5 – BASCULAMENTO – DISTRIBUIDOR/PANELAPRINCIPAL CAUSA PROVÁVEL:• Interrupção durante a operaçã...
DISTRIBUIDOR 2.5 – BASCULAMENTO – DISTRIBUIDOR/PANELA Ao inicio do operação é fundamental o...
DISTRIBUIDOR 2.6 – REAÇÃO DE AÇO NO DISTRIBUIDORPRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS:• Corrida oxidada dentro da pane...
DISTRIBUIDOR 2.6 – REAÇÃO DE AÇO NO DISTRIBUIDOR O aço do distribuidor deve ser coberto de palha de arr...
CAPÍTULO 3: OCORRÊNCIAS NOMOLDE E GUIA DO VEIO 31
MOLDE E GUIA DO VEIO 3.1 – TRANSBORDAMENTO DE AÇO NO MOLDE PRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS: • Interrupção fun...
MOLDE E GUIA DO VEIO 3.1 – TRANSBORDAMENTO DE AÇO NO MOLDE Troca de válvulas do distribuidor. ...
MOLDE E GUIA DO VEIO 3.1 – TRANSBORDAMENTO DE AÇO NO MOLDE Sempre que houver a necessidade de trocar um...
MOLDE E GUIA DO VEIO 3.2 – VEIO PRESO DENTRO DA MÁQUINA PRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS: • Falha nos motores da...
MOLDE E GUIA DO VEIO 3.3 – DESCONEXÃO PREMATURA - BARRA FALSA PRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS: • Quebra do pino de arraste...
MOLDE E GUIA DO VEIO 3.3 – DESCONEXÃO PREMATURA - BARRA FALSA Após saída do molde o veio estará apoiado na cabe...
MOLDE E GUIA DO VEIO 3.4 – REAÇÃO DE AÇO DENTRO DO MOLDE PRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS: • Excesso de óleo de...
MOLDE E GUIA DO VEIO 3.5 – FALTA DE ÁGUA NO MOLDE PRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS: • Falha das bombas do siste...
MOLDE E GUIA DO VEIO 3.6 – FALTA DE ÁGUA NO SISTEMA SPRAY PRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS: • Falha das bombas ...
MOLDE E GUIA DO VEIO 3.7 – PERFURAÇÃO DE VEIOS PRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS: • Falta de lubrificação no mo...
MOLDE E GUIA DO VEIO 3.7 – PERFURAÇÃO DE VEIOS As mangueiras dos maçaricos devem sem inspecionadas...
MOLDE E GUIA DO VEIO 3.7 – PERFURAÇÃO DE VEIOS Vazamento na Cabeça da barra falsa. O preparação ...
CAPÍTULO 4: OCORRÊNCIAS COMUTILIDADES - GASES 44
UTILIDADES - GASES 4.1 – FALTA DE GLP PRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS: • Falha no sistema de distribuição de GLP (...
UTILIDADES - GASES 4.2 – FALTA DE OXIGÊNIO PRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS: • Falha no sistema de distribuição de...
UTILIDADES - GASES 4.3 – FALTA DE AR COMPRIMIDO PRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS: • Falha no sistema compressores (...
UTILIDADES - GASES 4.4 – FALTA DE NITROGÊNIO PRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS: • Falha no sistema compressores (ta...
UTILIDADES - GASES 4.5 – VAZAMENTO DE GLP PRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS: • Falta de aperto em conexões; • Mangu...
UTILIDADES - GASES 4.5 – VAZAMENTO DE GLP Reguladores de pressão: Antes de serem instalados os regula...
UTILIDADES - GASES 4.6 – VAZAMENTO DE OXIGÊNIO PRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS: • Falta de aperto em conexões; • ...
UTILIDADES - GASES 4.6 – VAZAMENTO DE OXIGÊNIO Reguladores de pressão: Antes de serem instalados os re...
UTILIDADES - GASES 4.6 – VAZAMENTO DE OXIGÊNIO Máquinas de oxicorte: Quando a origem do vazamento fo...
UTILIDADES - GASES 4.7 – VAZAMENTO DE MONÓXIDO DE CARBONO PRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS: • Falha no sistema de ...
CAPÍTULO 5: OCORRÊNCIAS NAÁREA DE CORTE ETRANSFERÊNCIA DE TARUGOS 55
CORTE-TRANSFERÊNCIA 5.1 – FALHA NAS MÁQUINAS DE OXICORTE PRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS: • Falha no abastec...
CORTE-TRANSFERÊNCIA 5.1 – FALHA NAS MÁQUINAS DE OXICORTE Ao utilizar o maçarico de emergência deve se...
CORTE-TRANSFERÊNCIA 5.2 – RETIRADA DE TARUGOS - MESA DE ROLOS PRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS: • Quebra dos cabos do tra...
CAPÍTULO 6: OCORRÊNCIA DEQUEDA DE ENERGIA. 59
QUEDA DE ENERGIAPRINCIPAL CAUSA PROVÁVEL:• Falha na alimentação de energia do lingotamento contínuo.AÇÕES DURANTE A EMERGÊ...
QUEDA DE ENERGIA A panela deverá ser fechada manualmente através do acionamento pela emergência hidráulica. O dis...
QUEDA DE ENERGIARETORNO DA ENERGIA. Caso seja uma queda geral a prioridade de liberação é da PR 75 para quea(s) pa...
CAPÍTULO 7:CUIDADOS GERAIS E INFORMAÇÕESCOMPLEMETARES 63
CUIDADOS GERAIS 7.1 – CONTATO: AÇO X ÁGUA Quando pode? Quando não pode? E por que? A formula da água é H2O...
CUIDADOS GERAIS 7.1 – CONTATO: AÇO X ÁGUAPor que não pode? Não pode haver contato quando o aço esta líquid...
CUIDADOS GERAIS 7.2 – COMBATE A INCÊNDIO EM EQUIPAMENTOS Quando se fala em acidente com metal líquido logo se ass...
CUIDADOS GERAIS 7.2 – COMBATE A INCÊNDIO EM EQUIPAMENTOS Condições das mangueiras e hidrantes. Na extensão...
CUIDADOS GERAIS 7.2 – COMBATE A INCÊNDIO EM EQUIPAMENTOS Desligamento da rede elétrica do equipamento. A...
CUIDADOS GERAIS 7.2 – COMBATE A INCÊNDIO EM EQUIPAMENTOS Resfriamento de metal líquido no piso e/ou equipament...
CAPÍTULO 8:PLANO DE EVACUAÇÃO DA ÁREA DO LINGOTAMENTO CONTÍNUO 70
EVACUAÇÃO DO LC PRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS: • Vazamento de CO atingindo a plataforma de operação; • Incêndios fora de con...
EVACUAÇÃO DO LC Evacuação da Ponte Rolante 75. Se não houver a possibilidade do operador da PR 75 sair pel...
CAPÍTULO 9:OCORRÊNCIAS EACIDENTES REAIS NOLINGOTAMENTO CONTÍNUO 73
ACIDENTES REAIS - LC Transbordamento do distribuidor pela frente da máquina: Dados do acidente: • Equipamentos ating...
ACIDENTES REAIS - LC Quebra do munhão da panela. Dados do acidente: • Equipamentos atingidos: Panela de a...
ACIDENTES REAIS - LC Não fechamento da panela. Dados do acidente: • Equipamentos atingidos: Panela de aço...
ACIDENTES REAIS - LC Infiltração da válvula gaveta da panela. Dados do acidente: • Equipamentos atingidos: ...
ACIDENTES REAIS - LC Furo na carcaça da panela. Dados do acidente: • Equipamentos atingidos: Carcaça da p...
ACIDENTES REAIS - LC Reação de aço na panela. Dados do acidente: • Equipamentos atingidos: Carcaça da pan...
ACIDENTES REAIS - LC Perfuração de veio com sistema de troca rápida em manual Dados do acidente: • Equipamentos atin...
ACIDENTES REAIS - LC Transbordamento de molde. Dados do acidente: • Equipamentos atingidos: Molde, tampa ...
ACIDENTES REAIS - LC Tarugo cortado com o comprimento maior que a mesa de transferência. Dados do acidente: • Equipa...
ACIDENTES REAIS - LC Perfuração de veio com canudo no molde. Dados do acidente: • Equipamentos atingidos: ...
ACIDENTES REAIS - LC Reação de aço dentro do molde Dados do acidente: • Equipamentos atingidos: Molde, ta...
ACIDENTES REAIS - LC Desconexão prematura da cabeça da barra falsa Dados do acidente: • Equipamentos atingidos: ...
CONCLUSÃO Gostaria de deixar meus agradecimentos aos técnicos operacionais etoda a equipe do Lingotamento Contín...
Prevenção de acidente lingotamento contínuo
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Prevenção de acidente lingotamento contínuo

Published on: Mar 4, 2016
Source: www.slideshare.net


Transcripts - Prevenção de acidente lingotamento contínuo

  • 1. ACIARIASITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA E OPERAÇÕES CRÍTICAS NO LINGOTAMENTO CONTÍNUO CRISTIANO FAUSTINO ALMEIDA
  • 2. ÍNDICE PáginaPrefácio............................................................................................... 1Capitulo 1 – Ocorrências com panelas de aço................................ 2 1.1 – Não abertura livre de panelas................................................ 3 1.2 – Avermelhamento da carcaça da panela................................. 5 1.3 – Furo da carcaça da panela.................................................... 7 1.4 – Não fechamento da panela de aço........................................ 9 1.5 – Infiltração do sistema de válvula gaveta da panela.............. 15Capitulo 2 – Ocorrências com distribuidores ................................. 18 2.1 – Não fechamento do sistema de troca rápida ........................ 19 2.2 – Infiltração do sistema de troca rápida de válvulas.................. 21 2.3 – Avermelhamento da carcaça do distribuidor.......................... 23 2.4 – Furo da carcaça do distribuidor.............................................. 25 2.5 – Basculamento do distribuidor na panela de aço..................... 27 2.6 – Reação de aço dentro do distribuidor...................................... 29Capitulo 3 – Ocorrências no molde e guia do veio........................... 31 3.1 – Transbordamento do molde.................................................... 32 3.2 – Veio preso dentro da máquina................................................. 35 3.3 – Desconexão prematura da barra falsa ................................... 36 3.4 – Reação de aço dentro do molde ............................................ 38 3.5 – Falta de água no molde........................................................... 39 3.6 – Falta de água no resfriamento secundário............................... 40 3.7 – Perfuração de veios................................................................. 41
  • 3. ÍNDICE PáginaCapitulo 4 – Ocorrências com gases................................................. 44 4.1 – Falta de GLP........................................................................... 45 4.2 – Falta de Oxigênio.................................................................... 46 4.3 – Falta de ar comprimido............................................................ 47 4.4 – Falta de nitrogênio................................................................... 48 4.5 – Vazamento de GLP................................................................. 49 4.6 – Vazamento de Oxigênio.......................................................... 51 4.7 – Vazamento de monóxido de carbono (CO)............................. 54Capitulo 5 – Ocorrências na área de corte e transferência de tarugos. 55 5.1 – Falha nas máquinas de oxicorte............................................... 56 5.2 – Retirada de tarugo – mesa de rolos.......................................... 58Capitulo 6 – Queda de energia............................................................. 59Capitulo 7 – Cuidados gerais e informações complementares........ 63 7.1 – Contato: aço x água.................................................................. 64 7.2 – Combate a incêndio em equipamentos..................................... 66Capitulo 8 – Plano de evacuação do Lingotamento Contínuo........... 70Capitulo 9 – Fotos de acidentes reais em LC...................................... 73Conclusão............................................................................................... 86
  • 4. PREFÁCIO Este livro falará sobre os aspecto de segurança, até onde podemos atuarde forma segura com nossos equipamentos conhecendo suas capacidades elimites nas mais diversas situações dentro do lingotamento contínuo. Tenho convicção que é primordial a prevenção das ocorrênciasdescritas respeitando procedimentos e padrões. Mas também acredito quedevemos praticar o melhor e nos prepararmos para o pior. E esta foi minhaintenção ao escrever este manual. Reconheço que as questões de conhecimento técnico são de extremaimportância, mas acredito que o caminho para o “acidente zero” esta naconscientização das pessoas para as praticas seguras. Em minha carreira dentro da área de lingotamento contínuo conheci umgrupo especial de pessoas ao longo do tempo, um grupo de pessoas quepassaram vinte, trinta anos de suas carreiras dentro de uma aciaria e nuncativeram nenhum acidente. Este fato sempre me intrigou e quando analisei cadacaso que me defrontei fiz uma analogia e todos tinham basicamente duas coisasem comum: Conhecimento e disciplina. Assim sendo transformei meu conhecimento em informação, para queeste conhecimento sejam de vocês cabe a cada um que tiver acesso a esteconteúdo estudar, criticar e assimilar para sedimentar os conceitos das praticasseguras aqui citadas e ter a disciplina de aplicá-las no dia a dia. A segurança é uma questão de princípios e existe uma ordem de valorese prioridades quando se trata de prevenção de acidentes. Os valores dasegurança devem seguir uma ordem: 1º O homem – Respeitar e priorizar a integridade do maior patrimônio daempresa, seus colaboradores; 2º A máquina – Respeitar os limites dos equipamentos e manter estesem perfeito estado de conservação para um bom funcionamento. 3º A produção – Quando respeitamos os dois valores anteriores aprodução ocorre naturalmente, por conseqüência. Acredito que é possível simchegar ao “acidente zero” porque: “Segurança é a gente que faz”. Cristiano Faustino Almeida. 1
  • 5. CAPÍTULO 1:OCORRÊNCIAS COMPANELA DE AÇO 2
  • 6. PANELA DE AÇO 1.1 – NÃO ABERTURA LIVRE DE PANELASPRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS:• Sinterização da areia refrataria;• Queda de material no canal de vazamento da panela;• Areia refrataria adicionada fora da posição;• Temperatura muito elevada no vazamento da corrida;• Má qualidade da areia;• Limpeza deficiente no canal de vazamento durante a preparação da panela;• Alto tempo de espera;AÇÕES DURANTE A EMERGÊNCIA: Após tentar efetuar a abertura através da botoeira de acionamento da válvulagaveta, caso a abertura livre não ocorra deve se efetuar uma abertura forçada utilizandoum sistema de oxigênio para esta operação. Em toda inspeção das lanças deve ser observada a existência de válvulascorta chama e também as condições das mangueiras. É de extrema importância que o sistema de abertura forçada seja sempre inspecionado através de um check list deve ser realizado antes de cada partida de máquina IMPORTANTE 3
  • 7. PANELA DE AÇO 1.1 – NÃO ABERTURA LIVRE DE PANELAS Primeiramente tentar inserir a vara de oxigênio apagada, caso a panela nãoabrir utilizar um maçarico para acender a vara e introduzi-la na válvula gaveta. Após inserir a vara de oxigênio acesa na panela pressioná-la contra a válvulagaveta. Por questão de segurança devem ser realizadas 10 tentativas de abertura nomáximo, caso não a panela não seja aberta retornar a mesma para possívelrepanelamento ou descarte na baia de escória. Programar a parada da máquina. Poispode ocorrer um arrombamento das placas da válvula gaveta por excesso da utilizaçãode oxigênio e caso a panela venha a ser aberta nesta condição existe o risco da mesmanão ser fechada. É de extrema importância que após a tentativa de abertura a vara de oxigênio seja retirada acessa para evitar retrocesso de IMPORTANTE chama podendo causa um acidente. 4
  • 8. PANELA DE AÇO 1.2 – AVERMELHAMENTO - CARCAÇA DA PANELAPRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS:• Infiltração de aço no refratário;• Desgaste excessivo linha de escória;• Queda dos tijolos da panela;AÇÕES DURANTE A EMERGÊNCIA: Solicite ao operador da Ponte Rolante que engate o gancho principal napanela e aguarde novas orientações. É de extrema importância que apenas uma pessoa entre em contato com o operador da ponte rolante pois as orientações devem ser realizadas apenas por uma pessoa para IMPORTANTE evitar manobras erradas e falhas na comunicação. 5
  • 9. PANELA DE AÇO 1.2 – AVERMELHAMENTO - CARCAÇA DA PANELA Caso a área avermelhada ficar na parte superior da panela a tendência édiminuir conforme a altura do nível de aço da panela vai diminuindo durante olingotamento por isso o acompanhamento com pirômetro é fundamental.Verificar se o avermelhamento esta aumentando. Caso esteja aumentando solicitar a retirada da panela imediatamente . Caso existe o risco do aço ser projetado para alguma linha de gás fechar aválvula de entrada de GLP localizada acima da porta de entrada da cabine dolingotamento contínuo. VÁLVULA DE ENTRADA GERAL DE GLP DO LINGOTAMENTO Em caso de painéis elétricos deixar o eletricista a postos para desligar a fontede energia no caso da panela furar. Se a panela for retirada do lingotamento deve ser repanelada imediatamente, se isto não for possível bascular a mesma na baia de escória até que o nível de aço fique abaixo da IMPORTANTE área avermelhada evitando um acidente por furo da carcaça. 6
  • 10. PANELA DE AÇO 1.3 – FURO DA CARCAÇA DA PANELAPRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS:• Infiltração de aço no refratário;• Desgaste excessivo linha de escória;• queda dos tijolos da panela;AÇÕES DURANTE A EMERGÊNCIA: Solicite ao operador da Ponte Rolante que engate o gancho principal napanela e aguarde novas orientações. É de extrema importância que apenas uma pessoa entre em contato com o operador da ponte rolante pois as orientações devem ser realizadas apenas por uma pessoa para IMPORTANTE evitar manobras erradas e falhas na comunicação. 7
  • 11. PANELA DE AÇO 1.3 – FURO DA CARCAÇA DA PANELA Verificar se a panela irá projetar aço em algum lugar onde existe risco deexplosão. Caso existe o risco do aço ser projetado para alguma linha de gás fechar aválvula de entrada de GLP localizada acima da porta de entrada da cabine dolingotamento contínuo. Em caso de painéis elétricos deixar o eletricista a postos paradesligar a fonte de energia no caso da panela furar. Retirar a panela do carro do lingotamento. Quando retirar a panela do lingotamento de atentar para que a área deprojeção de aço do furo da panela fique dentro da baia de escória. Caso seja necessáriofechar a panela antes da mesma ser retirada do carro. Antes de solicitar a retirada da panela do carro do lingotamento deve ser observado se não existem pessoas próximas ao trajeto da panela para a baia de escória. Projetar o jato IMPORTANTE do furo da panela dentro da baia de escória e evitar projeção de material nos aquecedores de panelas. 8
  • 12. PANELA DE AÇO 1.4 – NÃO FECHAMENTO DA PANELAPRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS:• Infiltração de aço no sistema de Válvula Gaveta;• Desacoplamento da bazuca durante a operação;• Problemas no acionamento por falha no sistema elétrico e sistema hidráulico;AÇÕES DURANTE A EMERGÊNCIA: Após tentar fechar pela botoeira realizar uma tentativa pelo acionamentodo sistema hidráulico localizado ao lado da sala de operação. Solicite ao operador da Ponte Rolante que engate o gancho principal napanela e aguarde novas orientações. É de extrema importância que apenas uma pessoa entre em contato com o operador da ponte rolante pois as orientações devem ser realizadas apenas por uma pessoa para IMPORTANTE evitar manobras erradas e falhas na comunicação. 9
  • 13. PANELA DE AÇO 1.4 – NÃO FECHAMENTO DA PANELA Cuidado no engate da bazuca na panela. A bazuca ao ser encaixada no sistema de válvula gaveta da panela tambémdeve ser conectada a estrutura da panela e os contra pinos de proteção devem serencaixados. Os contra pinos do munhão da bazuca são responsáveis pelo travamentoentre a estrutura da panela e a própria bazuca realizando a abertura da válvulagaveta. Caso exista uma desconexão a bazuca perde o ponto de apoio paraforçar o fechamento da panela e assim fica movimentando livrementeimpossibilitando o movimento do sistema de válvula gaveta. 10
  • 14. PANELA DE AÇO 1.4 – NÃO FECHAMENTO DA PANELA Verifique o nível e a temperatura do aço dentro do distribuidor. A vazão da panela para o distribuidor será maior que a do distribuidor para osmoldes e a temperatura do aço dentro do distribuidor poderá subir 30ºC aprox. durante aocorrência podendo perfurar os veios em operação. Se certifique que a bica esteja em condições para escoar o aço dodistribuidor. 11
  • 15. PANELA DE AÇO 1.4 – NÃO FECHAMENTO DA PANELA É importante monitorar a rampa e a caixa de emergência durante aocorrência. Se a bica do distribuidor estiver obstruída mesmo que parcialmente o aço poderá sair pela frente do distribuidor podendo queimar algum operador, por isso o operador da válvula gaveta deve monitorar o nível de aço constantemente durante a ocorrência. IMPORTANTE 12
  • 16. PANELA DE AÇO 1.4 – NÃO FECHAMENTO DA PANELA O operador da ponte rolante deve erguer a panela e aguardar que sejasolicitada a retirada da mesma. Assim que a Panela for posicionada na baia de escória o operador daponte rolante deve abaixá-la ao máximo, minimizando a projeção de respingosdurante a ocorrência. Antes de solicitar a retirada da panela do carro do lingotamento deve ser observado se não existem pessoas próximas ao trajeto da panela para a baia de escória. IMPORTANTE 13
  • 17. PANELA DE AÇO 1.4 – NÃO FECHAMENTO DA PANELA Antes da partida da máquina é imprescindível observar se a caixa deemergência esta limpa e posicionada de forma adequada abaixo da rampa. Apanela de emergência deve estar posicionada sobe a bica da caixa de emergência. A rampa de emergência deve ser limpa todo sazonal e seu revestimentorefratário deve ser reparado toda sexta-feira ou caso exista um extra vazamento deaço pela bica do distribuidor. Placas usadas do sistema de válvula gaveta dapanela devem ser utilizadas na região da zona de impacto da rampa para evitarque a mesma venha a furar durante uma ocorrência. A tampa de panelas nunca deve ficar sobre a panela de emergência e o revestimento refratário deve ser inspecionado e reparado caso aja necessidade. IMPORTANTE 14
  • 18. PANELA DE AÇO 1.5 – INFILTRAÇÃO DE AÇO NA VALVULA GAVETAPRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS:• Espaçamento excessivo entre válvulas;• Desgaste excessivo das placas;• Arrombamento das placas por abertura forçada;• Fadiga das molas;• Operação sem refrigeração no sistema;• Falha na montagem do sistema de válvula gaveta;AÇÕES DURANTE A EMERGÊNCIA: Analisar se a infiltração esta entra as placas ou se ocorre no mecanismo,caso a seja entre as placas tentar fechar a panela. Caso a infiltração seja no conjunto solicite ao operador da Ponte Rolanteque engate o gancho principal na panela e aguarde novas orientações. É de extrema importância que apenas uma pessoa entre em contato com o operador da ponte rolante pois as orientações devem ser realizadas apenas por uma pessoa para IMPORTANTE evitar manobras erradas e falhas na comunicação. 15
  • 19. PANELA DE AÇO 1.5 – INFILTRAÇÃO DE AÇO NA VALVULA GAVETA O operador da ponte rolante deve erguer a panela e aguardar que sejasolicitada a retirada da mesma. A panela deve ser retirada em linha reta para o sentido do FEA ou sejamovimentada apenas com a translação da ponte rolante até que a mesma estejacentralizada com a baia de escoria. Desta forma o jato de aço passará sobre arampa, caixa e panela de emergência minimizando a projeção no chão e nasestruturas. Antes de solicitar a retirada da panela do carro do lingotamento deve ser observado se não existem pessoas próximas ao trajeto da panela para a baia de escória. IMPORTANTE 16
  • 20. PANELA DE AÇO 1.5 – INFILTRAÇÃO DE AÇO NA VALVULA GAVETA Na seqüência a panela deve ser posicionada sobre a baia de escóriamovendo a translação do trolley. Assim que a Panela for posicionada na baia de escória o operador daponte rolante deve abaixá-la ao máximo, minimizando a projeção de respingosdurante a ocorrência. 17
  • 21. CAPÍTULO 2:OCORRÊNCIAS COMDISTRIBUIDOR 18
  • 22. DISTRIBUIDOR 2.1 – NÃO FECHAMENTO DO TROCA RÁPIDAPRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS:• Infiltração de aço entre as válvulas no sistema de troca rápida;• Travamento da válvula trocável;• Falha no sistema hidráulico do sistema de troca rápida;AÇÕES DURANTE A EMERGÊNCIA: Verificar se o cilindro do sistema de troca rápida avançou após ocomando. Caso o cilindro tenha sido avançado e não efetuar a troca de válvulas utilizar otampão de cobre para efetuar o fechamento do veio. É importante sempre que partir a máquina ter no mínimo 6 tampões adisposição. Caso o cilindro tenha avançado e a válvula não trocar, evitar continuar acionando o mesmo pois a válvula pode travar no meio do curso e causar uma infiltração de aço entre as IMPORTANTE válvulas. 19
  • 23. DISTRIBUIDOR 2.1 – NÃO FECHAMENTO DO TROCA RÁPIDA Caso não seja possível efetuar o fechamento dos veios com o tampãoretirar o carro do distribuidor em emergência . Verificar a possibilidade de retirar os cilindros do sistema de troca rápida dosoutros veios em operação. Os veios deve ser colocados em final de lingotamento para evitar que osmesmo fiquem presos na região curva da máquina. Todos operadores da plataforma devem se afastar do carro do distribuidor antes do botão de saída de emergência seja acionado, pois as mangueiras do cilindro do veio infiltrado IMPORTANTE irão arrebentar durante a movimentação do carro podendo causar um acidente. 20
  • 24. DISTRIBUIDOR 2.2 – INFILTRAÇÃO DE AÇO DO TROCA RÁPIDAPRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS:• Espaçamento excessivo entre válvulas;• Baixa velocidade do cilindro na troca;• Sujeira de respingo nos trilhos do sistema;• Falha no sistema hidráulico;• Regulagem do curso do cilindro fora do padrão;• Válvulas fixa e/ou trocável com desgaste excessivo;AÇÕES DURANTE A EMERGÊNCIA: Encerrar o lingotamento dos veios e retirar os cilindros dos outros veiosem operação. Acionar a saída do carro do distribuidor em emergência e tentar efetuar ofechamento do veio por cima com o auxilio de um tampão de cobre. É de extrema importância que o botão de saída em emergência seja acionado somente após a verificação de que não existam operadores sobre o carro do IMPORTANTE distribuidor e fora do trajeto até a caixa de emergência. 21
  • 25. DISTRIBUIDOR 2.2 – INFILTRAÇÃO DE AÇO DO TROCA RÁPIDA Para evitar infiltração do distribuidor a cada troca de válvulas énecessário fazer uma inspeção na válvula retirada, caso exista formação de laminaem excesso após o veio ser finalizado não deve ser reaberto. Programar paradada máquina e a troca do distribuidor. A quantidade de abertura de veios deve ser controlada, assim como apressão de oxigênio das lanças de abertura, pois existe o risco de arrombamentoda válvula interna do distribuidor devido ao desgaste da zircônia podendo originaruma infiltração. 22
  • 26. DISTRIBUIDOR 2.3 – AVERMELHAMENTO - DISTRIBUIDORPRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS:• Infiltração de aço no refratário;• Desgaste excessivo linha de escória;• Queda dos tijolos do distribuidor;AÇÕES DURANTE A EMERGÊNCIA:Verificar se o avermelhamento esta aumentando. Caso esteja aumentando fechar a panela e esgotar o aço do distribuidor .Verificar área de projeção do aço caso o distribuidor venha a furar A região do avermelhamento dever ser monitorado constantemente com o auxilio de um pirômetro e verificado também o tamanho da mesma, caso de aumento da região IMPORTANTE avermelhada é um indicio de um possível furo na carcaça do distribuidor 23
  • 27. DISTRIBUIDOR 2.3 – AVERMELHAMENTO - DISTRIBUIDOR Verificar se o distribuidor irá projetar aço em algum lugar onde existerisco de explosão. Caso existe o risco do aço ser projetado para alguma linha de gás fechar aválvula de entrada de GLP localizada acima da porta de entrada da cabine dolingotamento contínuo. VÁLVULA DE ENTRADA GERAL DE GLP DO LINGOTAMENTO Em caso de painéis elétricos deixar o eletricista a postos para desligar a fontede energia no caso do distribuidor furar. Caso a área avermelhada ficar na parte superior reduzir a vazão de aço dapanela abaixando o nível do aço para que o mesmo fique abaixo da zona avermelhada. Monitorar a área avermelhada terminar de lingotar o aço da panela eprogramar a parada da máquina para troca do distribuidor. Caso o avermelhamento estiver na região do aquecedor de distribuidor em caso de furo da carcaça não levar o distribuidor para a caixa de emergência. IMPORTANTE 24
  • 28. DISTRIBUIDOR 2.4 – FURO CARCAÇA DO DISTRIBUIDORPRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS:• Infiltração de aço no refratário;• Desgaste excessivo linha de escória;• Queda dos tijolos do distribuidor;AÇÕES DURANTE A EMERGÊNCIA: Em caso de furo do distribuidor independente da região fechar a panelaimediatamente. Caso não seja possível fechar a panela retirar a mesma com a ponterolante.FURO NA REGIÃO DAS VIGAS DO CARRO PANELA E CARRO DO DISTRIBUIDOR(REGIÃO DO DELTA DO DISTRIBUIDOR) E LATERAIS Após o fechamento da panela o aço do distribuidor deve ser esgotado pelosveios e a viga deve ser avaliada constantemente durante a ocorrência. Caso exista risco de queimar o oscilador pelo vazamento de aço na lateral damáquina retirar o carro imediatamente para caixa de emergência. 25
  • 29. DISTRIBUIDOR 2.4 – FURO CARCAÇA DO DISTRIBUIDORFURO NA REGIÃO DA FRENTE DA MÁQUINA. Os veios devem ser finalizados imediatamente no caso de furo dodistribuidor na frente da máquina. E o distribuidor deve ser retirado ememergência para evitar que o aço venha a atingir os motores e cilindros dasEUD’s. Caso não seja possível finalizar os veios pelo POM (painel de operação domolde) mudar no supervisório o comando para MCC e selecionar o modo final delingotamento. Caso seja possível passar o comando do MAG-QC para manual isso fará com que o aço caia dentro da caixa de emergência minimizando os danos pelo aço vazado pelo IMPORTANTE furo da carcaça. 26
  • 30. DISTRIBUIDOR 2.5 – BASCULAMENTO – DISTRIBUIDOR/PANELAPRINCIPAL CAUSA PROVÁVEL:• Interrupção durante a operação do Lingotamento Contínuo;AÇÕES DURANTE A EMERGÊNCIA: Verificar as condições da bica do distribuidor. Utilizar as correntes de comprimento igual acopladas a cangalha daponte rolante Centralizar o distribuidor com a borda da panela. É de extrema importância que apenas uma pessoa entre em contato com o operador da ponte rolante pois as orientações devem ser realizadas apenas por uma pessoa para IMPORTANTE evitar manobras erradas e falhas na comunicação. 27
  • 31. DISTRIBUIDOR 2.5 – BASCULAMENTO – DISTRIBUIDOR/PANELA Ao inicio do operação é fundamental observar se existe cascão na região do delta do distribuidor pois o mesmo pode agir como uma barragem e vir a romper durante o IMPORTANTE basculamento liberando o aço de uma vez causando um grave acidente. Manter a vazão do bica o mais constante possível para evitar formaçãode cascão durante o basculamento. Observar que se o aço do distribuidor estiver com baixa temperatura afluidez do aço irá cair dificultando a operação formando cascão na região da bica. Ao termino do basculamento observar as correntes presas no distribuidor pois as mesmas podem afrouxar e sair dos munhões do distribuidor podendo deixá-lo IMPORTANTE suspenso apenas pelo gancho auxiliar. 28
  • 32. DISTRIBUIDOR 2.6 – REAÇÃO DE AÇO NO DISTRIBUIDORPRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS:• Corrida oxidada dentro da panela;• Água dentro do distribuidor;• Secagem e aquecimento do distribuidor ineficientes.• Espessura da massa de projeção fora do padrão;AÇÕES DURANTE A EMERGÊNCIA: Esta ocorrência tende a acontecer nas partidas de máquinas em que odistribuidor foi secado e/ou aquecido de forma inapropriada, porém podemocorrer com corridas oxidadas também. A panela deve ser fechada imediatamentee deve ser jogar rolos de alumínio dentro do distribuidor para casos de oxidaçãoda corrida. Se a reação ocorrer no distribuidor durante o se enchimento para partida se dará como “fervura” neste caso os veios jamais devem IMPORTANTE ser abertos. 29
  • 33. DISTRIBUIDOR 2.6 – REAÇÃO DE AÇO NO DISTRIBUIDOR O aço do distribuidor deve ser coberto de palha de arroz calcinada e aárea deve ser isolada para evitar acidentes com pessoas . Assim que a reação “seacalmar” descer o distribuidor, efetuar o basculamento na baia e programar trocado mesmo para uma nova partida. Se a reação ocorrer no distribuidor durante a adição de palha de arroz separar o bag e comunicar a equipe de abastecimento de insumos imediatamente. Um indicio de palha de arroz molhada é o peso do saco que IMPORTANTE aumenta consideravelmente. 30
  • 34. CAPÍTULO 3: OCORRÊNCIAS NOMOLDE E GUIA DO VEIO 31
  • 35. MOLDE E GUIA DO VEIO 3.1 – TRANSBORDAMENTO DE AÇO NO MOLDE PRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS: • Interrupção funcionamento da UED; • Falha no sistema de controle de nível de aço no molde; • Esquecimento do comando do sistema de troca rápida em manual; • Esquecimento de colocar a válvula cega após uma troca de válvulas; AÇÕES DURANTE A EMERGÊNCIA: Acionar o fechamento do veio através do painel de operação do sistema de troca rápida. Caso não seja possível efetuar o fechamento com o tampão. Após o fechamento do veio é fundamental colocar o comando para final de lingotamento pois ele será extraído e a pele irá se romper da superfície do transbordamento formando uma “tampa”, IMPORTANTE facilitando a remoção do aço sobre o molde. 32
  • 36. MOLDE E GUIA DO VEIO 3.1 – TRANSBORDAMENTO DE AÇO NO MOLDE Troca de válvulas do distribuidor. Outro ponto a se observar é a troca de válvula do distribuidor, caso exista uma diferença entre o diâmetro das válvulas ocorrerá uma variação no nível do molde após a troca podendo acarretar um transbordamento. Este fato tende a ser agravado nas trocas para aumento da velocidade de lingotamento ou seja a válvula de diâmetro inferior será substituída por uma de diâmetro superior. Ocorrerá um aumento da vazão de aço e isso acarretará uma perturbação no nível de aço dentro do molde. O transbordamento ocorre quando se trabalha com elevados set points para efetuar o controle de nível, a vazão após a troca é muito superior a anterior e a velocidade de lingotamento não é ajustada a tempo de estabilizar o nível de aço. Para evitar esta ocorrência padronizamos as diferenças máximas para realização da operação, segue abaixo a tabela com os valores: DIFERENÇA DE DIAMENTRO PARA TROCA Diferença máx. Set point do controle de nível Motivo da troca diâmetro do molde pemitida Aumento da 2 mm < 80% velocidade 1 mm >= 80 % Redução da 2 mm Indiferente velocidade Antes da troca da válvula deve se passar o comando do sistema de troca rápida para manual pois um acionamento acidental pode IMPORTANTE gerar um acidente 33
  • 37. MOLDE E GUIA DO VEIO 3.1 – TRANSBORDAMENTO DE AÇO NO MOLDE Sempre que houver a necessidade de trocar uma válvula do distribuidor nunca se deve colocar a mão na área de atuação do cilindro. Utilize o manipulador de válvulas para remover a válvula cega. Coloque a válvula cega sobre a tampa do molde e posicione com auxilio do manipulador a válvula para ser trocada . Antes da partida da máquina se certificar que o manipulador de válvulas esteja em um lugar de fácil acesso para eventuais IMPORTANTE necessidade de operação. 34
  • 38. MOLDE E GUIA DO VEIO 3.2 – VEIO PRESO DENTRO DA MÁQUINA PRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS: • Falha nos motores da UED; • Transbordamento de aço no molde (atuar conforme item 3.1) AÇÕES DURANTE A EMERGÊNCIA: DESARME DA UED. A água do spray deve ser fechada imediatamente para evitar que o aço resfrie na região curva da máquina . Caso o veio resfrie o aço tende a transbordar o molde efetuar a limpeza com o maçarico neste caso. A temperatura do aço no distribuidor deve ser monitorada constantemente a cada 5 min. Para avaliação se ainda existe possibilidade de partida após sanar o problema. Após rearme da EUD colocar a seleção de alta pressão no cilindro do rolo extrator para facilitar a extração do Veio. O molde deve ser avaliado por possíveis deformações. IMPORTANTE 35
  • 39. MOLDE E GUIA DO VEIO 3.3 – DESCONEXÃO PREMATURA - BARRA FALSA PRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS: • Quebra do pino de arraste; • Má colocação do pino de arraste na cabeça da barra falsa; • Excesso de material refrigerante dentro do molde; • Empeno da barra falsa; • Quebra da cabeça da barra falsa; • Rolos guias fora do raio de curvatura da máquina; • cabeça da barra falsa danificada após limpeza com maçarico; AÇÕES DURANTE A EMERGÊNCIA: Após o desacoplamento precoce da barra falsa é importante deixar a cabeça da barra falsa o mais próximo possível do veio. O sistema de lubrificação deve ser ligado e o oscilador deve estar funcionando para que o veio ceda a gravidade e saia do molde. Para evitar transbordamento de molde por desacoplamento precoce é fundamental que o sistema de troca rápida de válvulas seja colocado em automático 2 metros após IMPORTANTE inicio de lingotamento do veio. 36
  • 40. MOLDE E GUIA DO VEIO 3.3 – DESCONEXÃO PREMATURA - BARRA FALSA Após saída do molde o veio estará apoiado na cabeça da barra falsa e deve ser guiado até a entrada da UED. Caso não seja possível extraí-lo efetuar o corte com o maçarico de emergência e retirar os pedaços com auxilio da ponte rolante. Se houver transbordamento do molde, o veio deve ser cortado no inicio da zona 1 e o molde trocado assim que possível e a remoção do pedaço de tarugo será realizada na oficina de moldes. IMPORTANTE Após extração do veio o molde deve ser inspecionado principalmente se houve transbordamento pois a camada de cromo nas paredes do molde podem ter sido danificadas assim como as medições internas do molde. 37
  • 41. MOLDE E GUIA DO VEIO 3.4 – REAÇÃO DE AÇO DENTRO DO MOLDE PRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS: • Excesso de óleo dentro do molde na partida do veio; • Furo do molde de cobre; • Excesso de umidade material de preparação da cabeça da barra falsa; • Introdução da cabeça da barra falsa com a zona 1 aberta ou válvula dando passagem; AÇÕES DURANTE A EMERGÊNCIA: Acionar o fechamento do veio através do painel de operação do sistema de troca rápida. Caso não seja possível efetuar o fechamento com o tampão. E colocar o veio em modo “final de lingotamento” para que o mesmo seja extraído o mais rápido possível. Caso a reação seja na partida da máquina inspecionar os outros moldes para verificar a existência de excesso de óleo nos outros moldes. Verificar se a lubrificação ficou ligada em IMPORTANTE manual antes da partida do veio. 38
  • 42. MOLDE E GUIA DO VEIO 3.5 – FALTA DE ÁGUA NO MOLDE PRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS: • Falha das bombas do sistema de refrigeração do molde; • Queda de energia; AÇÕES DURANTE A EMERGÊNCIA: No momento em que o sistema de refrigeração falhar a água de emergência será acionada automaticamente pela queda da pressão de entrada. O alarme sonoro e visual será acionado e o sistema de emergência irá alimentar a máquina por 20 min. aproximadamente. O importante é extrair os veios o mais rápido possível para evitar deformar os moldes. ALARME DE FALTA DE ÁGUA NOS MOLDES Toda manutenção preventiva em que for necessário o desligamento do circuito de refrigeração do molde é de extrema importância que a válvula de entrada geral (localizada acima da sala de operação) seja IMPORTANTE fechada evitando que a água do sistema de emergência drene a caixa d’água. 39
  • 43. MOLDE E GUIA DO VEIO 3.6 – FALTA DE ÁGUA NO SISTEMA SPRAY PRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS: • Falha das bombas do sistema de refrigeração dos Sprays; • Não abertura da válvula shut-off; • Não abertura das válvulas proporcionais; • Queda de energia; AÇÕES DURANTE A EMERGÊNCIA: No momento em que o sistema de refrigeração falhar um alarme será acionado no sistema supervisório. O veio deve ser parado imediatamente, e em caso de falha geral do sistema a panela deve ser fechada e os veios finalizados. A temperatura do aço no distribuidor deve ser monitorada constantemente a cada 5 min. Para avaliação se ainda existe possibilidade de partida após sanar o problema. Em caso de falha geral no circuito de spray verificar se as bombas do poço de carepa estão em automático no supervisório para evitar que fiquem ligadas e transbordem a torre no sistema. Caso não seja possível colocar em IMPORTANTE automático desligar as mesmas quando o nível atingir 15%. 40
  • 44. MOLDE E GUIA DO VEIO 3.7 – PERFURAÇÃO DE VEIOS PRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS: • Falta de lubrificação no molde; • Lingotamento com temperatura acima do padrão; • Má preparação da cabeça da barra falsa; • Falha na refrigeração primaria e/ou secundaria; • Agarramento por excesso de sujeira (garra, respingos); • Desgaste excessivo dos moldes; • Molde com dimensão interna fora do padrão; • Falha no oscilador; • arraste e/ou formação de escória no molde; AÇÕES DURANTE A EMERGÊNCIA: Independente da posição em que a perfurar, o veio deve ser extraído assim que ocorrer o acidente. Os maiores cuidados estão na limpeza e preparação para que o veio volte a operação. Ao adentrar na câmara de spray para efetuar a limpeza deve se observar as condições das paredes refratárias de isolamento dos veios, esta proteção é essencial para preservar a integridade física dos operadores caso ocorra outra perfuração nos outros veios em operação. 41
  • 45. MOLDE E GUIA DO VEIO 3.7 – PERFURAÇÃO DE VEIOS As mangueiras dos maçaricos devem sem inspecionadas antes de executar a limpeza do veio. As portas dos veios em operação devem permanecer fechadas e ao realizar qualquer tipo de manutenção na câmara de spray. Uma placa de sinalização deve ser colocada sobre a tampa do molde para evitar que projeções e respingos de aço venham a atingir quem estiver preparando o veio e para que a equipe da plataforma saiba que existe manutenção na câmara de spray. A pior ocorrência de perfuração se da após a câmera de spray, pois o aço pode atingir os motores, cilindros e mangueiras da UED. Este acidente pode acontecer quando existe uma falha causando falta de água no resfriamento secundário e o veio não é fechado. Sempre que faltar água no sistema de spray fechar o veio para evitar que ocorra uma perfuração na região da EUD. IMPORTANTE 42
  • 46. MOLDE E GUIA DO VEIO 3.7 – PERFURAÇÃO DE VEIOS Vazamento na Cabeça da barra falsa. O preparação da cabeça da barra falsa é uma das operações mais importante no lingotamento contínuo, pois qualquer falha pode gerar uma parada do veio por perfuração ou não desconexão por vazamento de aço na cabeça da barra falsa. Os materiais da cabeça da barra falsa devem ser inspecionados para que estejam dentro do padrão, a inserção da barra falsa no molde deve ser realizada sempre com uma vedação de papelão hidráulico. O material refrigerante deve estar bem alocado dentro do molde para evitar que o aço vaze após a partida do veio. Nas partidas de veio o maçarico de emergência deve estar próximo da UED caso seja necessário utilizá-lo em uma não IMPORTANTE desconexão. 43
  • 47. CAPÍTULO 4: OCORRÊNCIAS COMUTILIDADES - GASES 44
  • 48. UTILIDADES - GASES 4.1 – FALTA DE GLP PRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS: • Falha no sistema de distribuição de GLP (tanque/ válvulas) • Não abertura da válvula de entrada de GLP do LC e ou Aciaria; • Falta de GLP no tanque; • Rompimento da tubulação antes da entrada da aciaria. AÇÕES DURANTE A EMERGÊNCIA: No oxicorte na entrada do banco de válvulas existem manômetros digitais que indicam a pressão da rede. Os maçaricos do oxicorte irão apagar juntamente com o aquecedor do distribuidor. A equipe de utilidades deve ser acionada, a panela deve ser fechada imediatamente e os veios finalizados e extraídos. É de extrema importância retirar os veios da parte curva para evitar que os mesmos fiquem presos dentro da máquina. IMPORTANTE 45
  • 49. UTILIDADES - GASES 4.2 – FALTA DE OXIGÊNIO PRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS: • Falha no sistema de distribuição de oxigênio (tanque/ válvulas) • Não abertura da válvula de entrada de O2 do LC e ou Aciaria; • Falta de oxigênio no tanque; • Rompimento da tubulação antes da entrada da aciaria. AÇÕES DURANTE A EMERGÊNCIA: No oxicorte na entrada do banco de válvulas existem manômetros digitais que indicam a pressão da rede. Os maçaricos do oxicorte irão apagar. A equipe de utilidades deve ser acionada, panela deve ser fechada imediatamente e os veios finalizados e extraídos. É de extrema importância retirar os veios da parte curva para evitar que os mesmos fiquem presos dentro da máquina. IMPORTANTE 46
  • 50. UTILIDADES - GASES 4.3 – FALTA DE AR COMPRIMIDO PRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS: • Falha no sistema compressores (tanque/ válvulas); • Não abertura da válvula de entrada de ar comprimido do LC e/ou Aciaria; • Rompimento da tubulação antes da entrada da aciaria. AÇÕES DURANTE A EMERGÊNCIA: Os equipamentos alimentados pelos sistema de ar comprimido são: Refrigeração do sistema de válvula gaveta da panela; Refrigeração do sistema de troca rápida de válvulas do distribuidor; Garra de atracamento e motor de retorno das máquinas de corte; A equipe de utilidades deve ser acionada, as máquinas de corte não irão efetuar o corte devido a não terem pressão nas garras no comando de atracamento, por este motivos ela devem ser colocadas em modo manual. A corrida deve ser lingotada e caso o ar comprimido não tenha retornado finalizar a seqüência ao termino da panela, os cortes deverão ser efetuados pelo maçarico de emergência. É de extrema importância que a panela e o distribuidor sejam inspecionados pois as molas podem ter sido deformada tendo suas dimensões comprometidas por causa IMPORTANTE da alta temperatura 47
  • 51. UTILIDADES - GASES 4.4 – FALTA DE NITROGÊNIO PRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS: • Falha no sistema compressores (tanque/ válvulas); • Não abertura da válvula de entrada de nitrogênio do LC e/ou Aciaria; • Rompimento da tubulação antes da entrada da aciaria. AÇÕES DURANTE A EMERGÊNCIA: As válvulas controladoras das zonas de resfriamento secundário e as válvulas shut-off são acionadas por nitrogênio e as mesmas abrirão 100% causando um excesso de resfriamento dos veios. A corrida deve ser lingotada e caso o nitrogênio não tenha retornado finalizar a seqüência ao termino da panela . É de extrema importância avaliar no supervisório se a água do sistema resfriamento secundário esta aberta pois uma válvula pode travar ou fechar devido a uma instalação errada. Caso isto tenha IMPORTANTE acontecido fechar o veio imediatamente para evitar uma perfuração. 48
  • 52. UTILIDADES - GASES 4.5 – VAZAMENTO DE GLP PRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS: • Falta de aperto em conexões; • Mangueiras furadas ; • Incompatibilidade entre bicos e maçaricos; • Rompimento da tubulação; • Válvulas reguladoras de pressão danificadas; AÇÕES DURANTE A EMERGÊNCIA: A primeira coisa a se fazer é identificar a origem do vazamento feito isto procurar a válvula de entrada da linha que esta o vazamento e fechá-la. Vazamento em maçaricos: No Lingotamento existem basicamente 3 tipos de maçaricos mais as suas variações são estes: Maçaricos da plataforma operacional e PTL; Maçaricos de corte de emergência na plataforma do oxicorte; Maçaricos das máquinas de oxicorte; Primeiramente verificar a origem do vazamento, segue abaixo uma lista dos principais motivos:  Mangueira furada por respingos ou por ressecamento;  Conexão dos bicos por utilização de bicos e maçaricos de fornecedores diferentes;  Quebre de tubulação por colisão;  Válvula reguladoras de pressão danificadas;  Maçarico danificado;  Manômetros, canetas e/ou válvulas danificados 49
  • 53. UTILIDADES - GASES 4.5 – VAZAMENTO DE GLP Reguladores de pressão: Antes de serem instalados os reguladores devem ser verificados se a pressão máxima permitida é compatível com a pressão da linha. Caso exista uma pressão na linha superior a do regulador o diafragma do mesmo ira romper evitando que o regulador cause um acidente ao se romper. Também deve ser observado o sentido do fluxo da válvula. Máquinas de oxicorte: Quando a origem for nas maquinas de oxicorte, deve se fechar a válvula de entrada caso o vazamento não possa ser sanado, se o veio em operação finalizá-lo imediatamente para efetuar a manutenção adequada.. Todas as mangueiras e conexões das máquinas de oxicorte devem ser inspecionadas periodicamente pois a projeção de material incandescente e a radiação de calor nesta região é intensa e qualquer vazamento pode ter serias conseqüências se não sanado a tempo. É de extrema importância identificar a origem do vazamento. Porém caso o mesmo esteja próxima a uma fonte de calor, a válvula deve ser fechada antes mesmo da origem IMPORTANTE do vazamento seja identificada. 50
  • 54. UTILIDADES - GASES 4.6 – VAZAMENTO DE OXIGÊNIO PRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS: • Falta de aperto em conexões; • Mangueiras furadas ; • Incompatibilidade entre bicos e maçaricos; • Rompimento da tubulação; • Válvulas reguladoras de pressão danificadas; AÇÕES DURANTE A EMERGÊNCIA: A primeira coisa a se fazer é identificar a origem do vazamento feito isto procurar a válvula de entrada da linha que esta o vazamento e fechá-la. Vazamento em maçaricos e lanças de oxigênio: No Lingotamento existem basicamente 3 tipos de maçaricos mais as suas variações e 2 tipos de lanças de oxigênio são estes: Maçaricos da plataforma operacional e PTL; Maçaricos de corte de emergência no plataforma do oxicorte; Maçaricos das máquinas de oxicorte;  Lança de abertura de veios;  Lança de abertura de Panelas; Primeiramente verificar a origem do vazamento, segue abaixo uma lista dos principais motivos:  Mangueira furada por respingos ou por ressecamento;  Conexão dos bicos por utilização de bicos e maçaricos de fornecedores diferentes;  Quebre de tubulação por colisão;  Válvula reguladoras de pressão danificadas;  Maçarico ou lança danificado(a);  Manômetros, canetas e/ou válvulas danificados; 51
  • 55. UTILIDADES - GASES 4.6 – VAZAMENTO DE OXIGÊNIO Reguladores de pressão: Antes de serem instalados os reguladores devem ser verificados se a pressão máxima permitida é compatível com a pressão da linha. Caso exista uma pressão na linha superior a do regulador o diafragma do mesmo ira romper evitando que o regulador cause um acidente ao se romper. Também deve ser observado o sentido do fluxo da válvula. O oxigênio quando concentrado possui combustão instantânea quando exposto a certos tipos de graxas por isto é fundamental manter estes produtos em locais próprios de armazenamento e jamais se deve manusear IMPORTANTE maçaricos ou lanças caso as luvas ou partes da roupa estejam com graxas. 52
  • 56. UTILIDADES - GASES 4.6 – VAZAMENTO DE OXIGÊNIO Máquinas de oxicorte: Quando a origem do vazamento for nas maquinas de oxicorte, deve se fechar a válvula de entrada caso o vazamento não possa ser sanado, se a origem for em um veio operação finalizá-lo imediatamente para efetuar a manutenção adequada. É fundamental que antes da partida da máquina o operador do oxicorte verifique as condições das mangueiras das máquinas de corte. Todas as mangueiras e conexões das máquinas de oxicorte devem ser inspecionadas periodicamente pois a projeção de material incandescente e a radiação de calor nesta região é intensa e qualquer vazamento pode ter serias conseqüências se não sanado a tempo. É de extrema importância identificar a origem do vazamento. Porém caso o mesmo esteja próxima a uma fonte de calor, a válvula deve ser fechada antes mesmo da origem IMPORTANTE do vazamento seja identificada. 53
  • 57. UTILIDADES - GASES 4.7 – VAZAMENTO DE MONÓXIDO DE CARBONO PRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS: • Falha no sistema de drenagem da linha de CO do forno da Laminação; • Rompimento da tubulação; • Falha no sistema desligamento do forno da laminação; AÇÕES DURANTE A EMERGÊNCIA: Existem medidores em pontos estratégicos da aciaria, o medidor principal é o do dreno na entrada do forno da laminação localizado próximo ao final da mesa de rolos do LC. Em caso de detecção de vazamento um alarme sonoro e visual irá se acionado com indicação na entrada da cabine de oxicorte. O mecânico ou eletricista do turno devem ser acionados para que uma leitura do vazamento seja feita com o medidor portátil. Para validar a leitura O responsável do turno no alto forno deve ser acionado imediatamente para que seja cortado o abastecimento do gás. Caso o abastecimento seja cortado e ainda sim ainda existir detecção de gás no LC atuar conforme procedimento de evacuação da área descrito no CAPÍTULO 8 deste IMPORTANTE manual. 54
  • 58. CAPÍTULO 5: OCORRÊNCIAS NAÁREA DE CORTE ETRANSFERÊNCIA DE TARUGOS 55
  • 59. CORTE-TRANSFERÊNCIA 5.1 – FALHA NAS MÁQUINAS DE OXICORTE PRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS: • Falha no abastecimento de utilidades (GLP, O2 E ar comprimido); • Sujeira no bico dos maçaricos; • Má regulagem da translação do maçarico; • Má regulagem da chama do maçarico; • Excesso de abertura dos roletes de entrada da área de corte; • Excesso de velocidade na translação dos maçaricos; • Má parametrização do ciclo de corte; AÇÕES DURANTE A EMERGÊNCIA: Existem maçaricos manuais nas laterais da plataforma de emergência do oxicorte, em caso de falha das máquinas este maçarico deve ser usado para separar o tarugo do veio e se possa realizar a transferência para o leito de resfriamento. Antes da partida da máquina os maçaricos devem ser inspecionados para verificar se não existam vazamentos e os mesmos estejam em perfeitas condições de IMPORTANTE funcionamento. 56
  • 60. CORTE-TRANSFERÊNCIA 5.1 – FALHA NAS MÁQUINAS DE OXICORTE Ao utilizar o maçarico de emergência deve se observar para que as mangueiras dos maçaricos não estejam sobre os outros veios podendo incinerar ao entrarem em contatos com os tarugos na mesa de rolos. A plataforma de emergência só deve ser utilizada apenas por pessoas autorizadas para operações e inspeções de equipamento, pois existe o risco de queda pelo espaçamento do caminho dos veios. A área do oxicorte possui uma passarela após a plataforma para que as demais pessoas transitem pela aciaria. PASSARELA PLATAFORMA DE EMERGÊNCIA As mangueiras devem estar devidamente enroladas para que nunca fiquem expostas a respingos ou coloquem as pessoas em IMPORTANTE risco por estarem no meio do caminho. 57
  • 61. CORTE-TRANSFERÊNCIA 5.2 – RETIRADA DE TARUGOS - MESA DE ROLOS PRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS: • Quebra dos cabos do transferidor • Falha na guia retrátil; • Falha nos sensores dos batentes e da guia; • Tarugos com o comprimento maior que a mesa de transferência; AÇÕES DURANTE A EMERGÊNCIA: As pontes rolantes devem estar com os garfos abaixados para que se possa retirar o tarugo da mesa de transferência, já que estão com uma temperatura elevada e ainda não é possível que sejam magnetizados pelo eletroímã para que sejam retirados. É de extrema importância que um outro operador esteja auxiliando pois a visibilidade do operador de ponte é mínima se tratando do lado oposto da cabine e uma IMPORTANTE manobra errada pode danifica o garfo da ponte ou outro equipamento. 58
  • 62. CAPÍTULO 6: OCORRÊNCIA DEQUEDA DE ENERGIA. 59
  • 63. QUEDA DE ENERGIAPRINCIPAL CAUSA PROVÁVEL:• Falha na alimentação de energia do lingotamento contínuo.AÇÕES DURANTE A EMERGÊNCIA: No momento em que ocorrer a queda de energia o sistema de trocarápidas do distribuidor irá fechar todos os veios em emergência. Com osdesarmes das bombas do circuito de água, os moldes serão alimentados pelatorre de emergência por 20 minutos aproximadamente. A indicação de carro panela na posição de lingotamento do painel hidráulicoficará acessa alimentada pelo sistema de no breack assim como o sistema de mediçãode temperatura e o computador do supervisório. 60
  • 64. QUEDA DE ENERGIA A panela deverá ser fechada manualmente através do acionamento pela emergência hidráulica. O distribuidor deve ser coberto de palha de arroz. A lógica da emergência foi projetada para não fechar automaticamente a panela visando evitar um acidente caso exista um operador conectando a bazuca na panela na posição de espera. Uma vez que o acionamento é via pressão dos acumuladores da unidade hidráulica e acionaria o fechamentos das panelas nos 2 carros simultaneamente. É importantíssimo verificar se o acionamento corresponde a panela que esta em lingotamento e se a mesma foi IMPORTANTE realmente fechada após o comando. 61
  • 65. QUEDA DE ENERGIARETORNO DA ENERGIA. Caso seja uma queda geral a prioridade de liberação é da PR 75 para quea(s) panela(s) sejam retirada para reaquecimento (caso das panelas cheias) ebasculadas (panelas vazias ou com o nível baixo impossibilitando reaquecimento). Se a ocorrência for só no LC a prioridade é extrair os veios. A equipe de utilidades deve ser acionada para verificar as condições de gases,ar comprimido, água de spray e água do molde. O distribuidor deve ser retirado da máquina. As barras falsas devem ser inseridas para a realização de um simuladovisando garantir que não tenha nenhum equipamento com falha. É importantíssimo verificar se a torre de emergência esta cheia pois é ela que alimenta os moldes com água durante a falta de energia. A máquina nunca deve ser IMPORTANTE colocada em operação caso a torre não esteja em condições. 62
  • 66. CAPÍTULO 7:CUIDADOS GERAIS E INFORMAÇÕESCOMPLEMETARES 63
  • 67. CUIDADOS GERAIS 7.1 – CONTATO: AÇO X ÁGUA Quando pode? Quando não pode? E por que? A formula da água é H2O ou seja dois átomos de hidrogênio e um deoxigênio formam uma molécula de água, já o aço é uma liga formada basicamentepor FeC, ferro e carbono (o carbono pode variar de 0,008 a 2,11%). Pode haver o contato quando o aço esta solidificado pois a água emcontato com o mesmo irá entrar em ebulição (100°C ao nível do mar). Os vaporesirão para a atmosfera, este método é usado dentro das câmaras de spray onde jáexiste uma pele solidificada nos veios e a água dos spray conclui o resfriamentoao entrar em contato com o aço. 64
  • 68. CUIDADOS GERAIS 7.1 – CONTATO: AÇO X ÁGUAPor que não pode? Não pode haver contato quando o aço esta líquido fica sobre aágua pois o aço líquido tem alta reatividade com o oxigênio mas isto não ocorrecom o hidrogênio, assim sendo o oxigênio passa a incorporar na composição doaço em forma de óxidos e o hidrogênio tende a ir para a atmosfera. Ou seja: Essa molécula de água se torna duas de hidrogênio gasoso. SÓLIDO LÍQUIDO GASOSO Conforme mostra a ilustração o volume de um elemento sofre alteraçãoquando este muda de estado físico. Então o hidrogênio ao sair do estado líquido para o estado gasoso temseu volume expandido fazendo com que o aço acima seja arremessado, estareação termoquímica ocorre em uma velocidade gigantesca e como não estamosfalando de apenas uma molécula de água o potencial destrutivo deste acidente éaltíssimo. 65
  • 69. CUIDADOS GERAIS 7.2 – COMBATE A INCÊNDIO EM EQUIPAMENTOS Quando se fala em acidente com metal líquido logo se associa a incêndioem equipamento, para realizar combate a incêndio no lingotamento contínuoanalisaremos individualmente os seguintes fatores: • Forma segura de acesso para executar o combate ao incêndio; • Rota de fuga caso seja necessário; • Condições das mangueiras dos hidrantes e dos extintores; • Desligamento da rede elétrica do equipamento a ser socorrido; • Vazamento das linhas de gases; • Resfriamento de metal líquido no piso e/ou equipamentos; Forma de acesso para executar o combate ao incêndio. É de extrema importância avaliarmos a rota para aproximação para que seinicie o combate ao incêndio, nunca devemos iniciar utilizando água enquanto aindaexista o derramamento de aço líquido para evitarmos uma explosão. Esta atividadesó dever ser iniciada quando já exista uma “casca” solidificar na superfície do aço. Rota de fuga caso seja necessário. Tão importante saber como entrar de forma segura é fundamental sabermoscomo sair em segurança se a situação fugir do controle, as rotas de fuga devem ser bemconhecidas por todos que tem acesso a área. Seguir com procedimento deevacuação do Lingotamento conforme capitulo 8 deste livro. 66
  • 70. CUIDADOS GERAIS 7.2 – COMBATE A INCÊNDIO EM EQUIPAMENTOS Condições das mangueiras e hidrantes. Na extensão da aciaria existe a disposição diversos hidrantes com mangueiraspara combate a incêndio assim como extintores em locais estratégicos. É de extremaimportância que este sistema seja checado e testado periodicamente. O circuito é alimentado através da torre de emergência. É importantíssimo após usar um extintor de incêndio preencher um formulário de ocorrência e solicitar a substituição do IMPORTANTE extintor por um novo. 67
  • 71. CUIDADOS GERAIS 7.2 – COMBATE A INCÊNDIO EM EQUIPAMENTOS Desligamento da rede elétrica do equipamento. Antes de iniciar é fundamental que os equipamentos estejamdesenergizados para que se possa realizar o combate ao fogo de maneira segura. Sistemas hidráulicos também devem ser desligados, se estiverempressurizados em um incêndio podem agravar muito a situação caso uma mangueiravenha a ser queimada, principalmente se a bomba ficar mantendo a pressão da linha. Vazamento das linhas de gases. Este é um dos pontos mais críticos de um incêndio, nunca deve apagar casoexiste uma tubulação e/ou uma mangueira em chamas, pois o gás que esta vazando esendo queimado, se apagarmos o gás irá acumular podendo gerar uma explosão, nestecaso o primeiro a se fazer é fechar a válvula de entrada e deixar que o gás queimeaté que o fogo seja extinto. 68
  • 72. CUIDADOS GERAIS 7.2 – COMBATE A INCÊNDIO EM EQUIPAMENTOS Resfriamento de metal líquido no piso e/ou equipamentos. Quando se trata de acidentes com aço líquido logo temos o derramamentossobre o piso e equipamentos. Antes de mais nada devemos nos certificar que vazamentojá tenha acabado e o aço vazado não esteja líquido para evitar explosões ao serresfriado. Ao atuarmos com uma mangueira e resfriamos o aço, esta água evaporarapidamente e o calor do vapor pode ocasionar queimaduras também. Por este fatodevemos analisar a posição do vento para que este vapor não venha de encontro a nósou a que este vapor não vá na direção de outra pessoa. Nunca se deve combater um incêndio sem acompanhamento de outra pessoa, é importante que sempre tenha alguém orientando para direcionar o jato de água IMPORTANTE de acordo com a necessidade e principalmente garantindo a segurança. 69
  • 73. CAPÍTULO 8:PLANO DE EVACUAÇÃO DA ÁREA DO LINGOTAMENTO CONTÍNUO 70
  • 74. EVACUAÇÃO DO LC PRINCIPAIS CAUSAS PROVÁVEIS: • Vazamento de CO atingindo a plataforma de operação; • Incêndios fora de controle; AÇÕES DURANTE A EMERGÊNCIA: Evacuação por vazamento de CO. Caso exista vazamento de Monóxido de Carbono na plataforma do lingotamento contínuo fechar a panela imediatamente e finalizar os veios. A equipe deve utilizar uma das 3 rotas de fuga da plataforma de operação. Vista superior da plataforma do LC UED’S Sala de Sala do operação LC Rota nº 1 – Saída Zona 2/Piso zero Rota nº 2 – Saída LC/Forno Panela Rota nº 3 – Saída LC/Oxicorte 71
  • 75. EVACUAÇÃO DO LC Evacuação da Ponte Rolante 75. Se não houver a possibilidade do operador da PR 75 sair pelo acesso derotina, existe uma passagem na viga de rolamento que da acesso a PR 60, este caminhodeve ser utilizado somente em caso de emergência. Evacuação geral do Lingotamento Quando qualquer ocorrência sair do controle a área precisar ser evacuada,caso de incêndios de grandes proporções, explosões em equipamentos ou qualquertipo de situação que venha a colocar em risco a integridade física das pessoas, aárea deve ser evacuada imediatamente por uma das duas rotas de fuga da plataformade operação. Existe um ponto de encontro localizado na frente do almoxarifado que é paraonde todos devem se dirigir para que seja realizada a contagem das pessoas. Caso seja necessário acionar a equipe da segurança e do ambulatório na faixa 8 do radio de comunicação ou no ramal 60. IMPORTANTE 72
  • 76. CAPÍTULO 9:OCORRÊNCIAS EACIDENTES REAIS NOLINGOTAMENTO CONTÍNUO 73
  • 77. ACIDENTES REAIS - LC Transbordamento do distribuidor pela frente da máquina: Dados do acidente: • Equipamentos atingidos: Carro do distribuidor e sistema de troca rápida de válvulas; Moldes, agitador eletromagnético e osciladores; Câmara de Spray; Painéis de operação; Piso da plataforma; • Tempo de parada da aciaria: 7860 minutos aprox. • Custo aproximado do acidente: • Equipamentos: R$ 240.000,00 • Perda de produção: R$ 13.000.000,00 74
  • 78. ACIDENTES REAIS - LC Quebra do munhão da panela. Dados do acidente: • Equipamentos atingidos: Panela de aço. Pote de escória • Tempo de parada da aciaria: 230 minutos aprox. • Custo aproximado do acidente: • Equipamentos: R$ 20.000,00 • Perda de produção: R$ 384.000,00 75
  • 79. ACIDENTES REAIS - LC Não fechamento da panela. Dados do acidente: • Equipamentos atingidos: Panela de aço. Carro panela e carro do distribuidor • Tempo de parada da aciaria: 190 minutos aprox. • Custo aproximado do acidente: • Equipamentos: R$ 30.000,00 • Perda de produção: R$ 120.000,00 76
  • 80. ACIDENTES REAIS - LC Infiltração da válvula gaveta da panela. Dados do acidente: • Equipamentos atingidos: Panela de aço. Carro panela e carro do distribuidor • Tempo de parada da aciaria: 190 minutos aprox. • Custo aproximado do acidente: • Equipamentos: R$ 35.000,00 • Perda de produção: R$ 120.000,00 77
  • 81. ACIDENTES REAIS - LC Furo na carcaça da panela. Dados do acidente: • Equipamentos atingidos: Carcaça da panela. Carro panela. • Tempo de parada aciaria: 3400 minutos aprox. • Custo aproximado do acidente: • Equipamentos: R$ 25.000,00 • Perda de produção: R$ 2.304.000,00 78
  • 82. ACIDENTES REAIS - LC Reação de aço na panela. Dados do acidente: • Equipamentos atingidos: Carcaça da panela. Carro panela. • Tempo de parada aciaria: 240 minutos aprox. • Custo aproximado do acidente: • Equipamentos: R$ 35.000,00 • Perda de produção: R$ 160.000,00 79
  • 83. ACIDENTES REAIS - LC Perfuração de veio com sistema de troca rápida em manual Dados do acidente: • Equipamentos atingidos: Suporte da zona 2, zona 3 e Bananas de Spray. Caixa de distribuição de água Portas, parede e piso da câmara de spray; • Tempo de parada da aciaria: 0 minutos aprox. • Custo aproximado do acidente: • Equipamentos: R$ 10.000,00 • Perda de produção: R$ 1500,00 80
  • 84. ACIDENTES REAIS - LC Transbordamento de molde. Dados do acidente: • Equipamentos atingidos: Molde, tampa superior e tampa de lubrificação. • Tempo de parada da aciaria: 0 minutos aprox. • Custo aproximado do acidente: • Equipamentos: R$ 5.000,00 • Perda de produção: R$ 4.000,00 81
  • 85. ACIDENTES REAIS - LC Tarugo cortado com o comprimento maior que a mesa de transferência. Dados do acidente: • Equipamentos atingidos: Batentes e cabos do transferidor • Tempo de parada da aciaria: 0 minutos aprox. • Custo aproximado do acidente: • Equipamentos: R$ 5.000,00 • Perda de produção: R$ 1.100,00 82
  • 86. ACIDENTES REAIS - LC Perfuração de veio com canudo no molde. Dados do acidente: • Equipamentos atingidos: Molde, bicos e bananas de spray • Tempo de parada aciaria: 0 minutos aprox. • Custo aproximado do acidente: • Equipamentos: R$ 5.000,00 • Perda de produção: R$ 1.000,00 83
  • 87. ACIDENTES REAIS - LC Reação de aço dentro do molde Dados do acidente: • Equipamentos atingidos: Molde, tampa superior e de lubrificação Bicos, bananas e suporte da câmara de spray. • Tempo de parada aciaria: 0 minutos aprox. • Custo aproximado do acidente: • Equipamentos: R$ 0,00 • Perda de produção: R$ 2.000,00 84
  • 88. ACIDENTES REAIS - LC Desconexão prematura da cabeça da barra falsa Dados do acidente: • Equipamentos atingidos: Nenhum equipamento. • Tempo de parada aciaria: 0 minutos aprox. • Custo aproximado do acidente: • Equipamentos: R$ 0,00 • Perda de produção: R$ 2.000,00 85
  • 89. CONCLUSÃO Gostaria de deixar meus agradecimentos aos técnicos operacionais etoda a equipe do Lingotamento Contínuo, assim como aos outros membros daliderança e gerencia da Aciaria pela contribuição técnica e observações feitas aolongo da elaboração deste livro. Para evitarmos acidentes possuo a convicção que segurança se fazatravés do conhecimento de causa dentro das atividades, manuseios e operaçõesdos equipamentos dentro da área siderúrgica ou de qualquer outro setorindustrial. A conscientização para o cumprimento dos procedimentos e padrões éfundamental para estabilização dos processos e também para garantir asegurança de pessoas e equipamentos. Saliento também que a revisão eatualização destes deve ser criteriosa e constante para que se desenvolvadispositivos e meios para garantir as praticas de segurança através da melhoriacontinua. Somente quem teve o desprazer de presenciar, de perder irmãos, amigose companheiros em tragédias no local de trabalho sabem o real significado dapalavra “acidente”. Infelizmente me incluo entre estas pessoas e tenho trabalhadodia após dia para que este número não aumente. Aprendi que preciso acordar comum único objetivo que é realizar meu trabalho e voltar bem, são e salvo para casa. Na vida possuímos inúmeras incertezas, mas quando o assunto ésegurança a única certeza que tenho é que: “Para segurança acontecer só depende de uma pessoa, eu mesmo”. Quanto todos pensarmos e principalmente agirmos desta forma um novopatamar será alcançado, pois a segurança se faz com ações individuais epensamentos coletivos. Se uma pessoa que tivesse acesso a estas informações e com istoconseguisse evitar apenas um único acidente, este trabalho já teria cumprido umgrande papel, porém tenho certeza que o potencial deste material é muito maior,ele pode ir além de limites e índices alcançados, para isto só depende de umaescolha: Seguimos adiante, como sempre fizemos, guardarmos este manualdentro de uma gaveta para que seja mais um livro coberto de poeira ou colocamostudo o que vimos em pratica para fazermos a diferença. Afinal só depende de nós. Cristiano Faustino Almeida. 86

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