NARRATIVA MÍTICA
E AS ORIGENS DAS HISTÓRIAS
Prof.
 Dalmo
 Borba
 
A
 HISTÓRIA
 DE
 MOGO
 
O QUE SÃO MITOS?
MITO - CONCEITOS
1.
 Narra%va
 fantasiosa,
 simbólica,
 ger.
 com
 elementos
 sobrenaturais,
 
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MITO - CONCEITOS
[F.:
 Do
 gr.
 mýthos,
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 lat.
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AURÉLIO
 
5.
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MITO
 - CONCEITOS
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MITOLOGIA
JOSEPH
 CAMPBELL
 
Conjunto
 de
 imagens
 concebida
 
como
 interpretação
 do
 sen6do
 
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LENDAS MITOS
CARACTERÍSTICAS DOS MITOS
Ações
 passadas
 para
 explicar
 o
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CARACTERÍSTICAS DOS MITOS
Organizar
 símbolos
 e
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Mito
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IZANAMI E IZANAGI
COMO OS MITOS SURGIRAM?
EVOLUÇÃO
Mentes
 adaptadas
 
 
Evolução
 da
 inteligência
 
 
Evolução
 da
 cooperação
 
 
Vantagem
 evoluTva
 
 
Brincadeiras
 
 
Imitação
 
 
ARTE
A
 evolução
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 ficção
 
 
Arte,
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 ficção
 
 
NarraTva:
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Fatos
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IMPORTÂNCIA
DAS
HISTÓRIAS
O
 QUE
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 COM
 
 
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Plesiantropo
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Arte
 nas
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Sepultamentos
 sagrados
 
Nova
 Era
 Glacial
 
Caverna
 Chauv...
OS PRIMEIROS CONTADORES DE HISTÓRIAS
COMUNIDADES CAÇADORAS-NÔMADES
Desde
 50
 mil
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Sociedades
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Poder
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Relação...
10
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Lanças
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 armas
 
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Grupo
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3.500
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Escrita
 
Sociedade
 
Mitologia
 
 complexa
 
Sacerdote
 especializado
 
SUMÉRIOS
GILGAMESH
Primeiro
 herói
 mitológico
 
A
 Epopeia
 (jornada)
 de
 Gilgamesh
 
Poder
 
Aceitação
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MOVIMENTOS MIGRATÓRIOS
MITOLOGIA ORIENTAL
EGITO ANTIGO
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 Terra
 
Pirâmides
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 paraíso:
 Céu
 
Deuses
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MITOLOGIA OCIDENTALMITOLOGIA OCIDENTAL
GRÉCIA ANTIGA
Deuses
 humanizados
 
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Deuses
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 homens
 
Diferença
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ILÍADA E ODISSEIA
Deuses
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 humano
 
Mitos
 que
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 história
 
Amor,
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LENDA
 DA
 SERRA
 
 
DA
 NÓ
 
ESTRUTURA DA JORNADA DO HERÓI
ESTRUTURA DA JORNADA DO HERÓI
CHAMADO
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IMPORTÂNCIA
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PRÍNCIPE
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ESTRUTURA DA JORNADA DO HERÓI
CAMINHO
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 PROVAS
 
MULHER
 COMO
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MULHER
 COMO
 TENTAÇÃO
 
SINT...
PINOCCHIO
 
IVAN
 TSARIÉVITCH
 
INNANA
 
ESTRUTURA DA JORNADA DO HERÓI
RECUSA?
 
FUGA
 MÁGICA
 
RESGATE
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ODISSEU
 
A
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A ÁRVORE DE NATAL NA CASA DE CRISTO
ATIVIDADE
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ESTRUTURA
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 JORNADA
 DO
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NARRATIVAS MÍTICAS AO REDOR DO MUNDO
miscigenação de mitos
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NARRATIVAS MÍTICAS NA ATUALIDADE
LITERATURA
JOGOS
(Fonte:
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 01/08/2013
 
CINEMA
MARCAS
GESTÃO
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EMPRESAS
 
DAS HISTÓRIAS PARA A EDUCAÇÃO
APRENDIZAGEM
RESPEITO À DIVERSIDADE E TOLERÂNCIA
UM
 SÁBADO
 QUALQUER
 
SENSIBILIZAR E EMOCIONAR
INTERTEXTUALIDADE
COMPREENDER A NOSSA HISTÓRIA
VALORIZAÇÃO
 DA
 PRÓPRIA
 HISTÓRIA
 
HISTÓRIAS
 
HISTÓRIAS
 
O
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OUTRO
 
PONTO
 
DE
 VISTA
 
ATIVIDADE
REFERÊNCIAS
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 Onde
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 2009
 
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Narrativa Mítica
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Narrativa Mítica

Disciplina sobre as narrativas míticas e as possíveis origens para as histórias. Por que os seres humanos contam tantas histórias? Quando a literatura oral surgiu? Qual o papel dos mitos na atualidade? Essas e outras perguntas são abordadas num esforço para descobrir o uso das histórias desde nossos antepassados até o papel da narrativa mítica na sociedade contemporânea.
Published on: Mar 3, 2016
Published in: Education      
Source: www.slideshare.net


Transcripts - Narrativa Mítica

  • 1. NARRATIVA MÍTICA E AS ORIGENS DAS HISTÓRIAS Prof.  Dalmo  Borba
  • 2. A  HISTÓRIA  DE  MOGO
  • 3. O QUE SÃO MITOS?
  • 4. MITO - CONCEITOS 1.  Narra%va  fantasiosa,  simbólica,  ger.  com  elementos  sobrenaturais,   transmi%da  pela  tradição  oral  de  um  povo,  e  que  retrata  sua  visão  de   mundo  e  de  aspectos  da  natureza  humana  e  a  forma  como  explica   fenômenos  naturais.     2.  Crença  popular  ou  tradição  que  se  desenvolve  sobre  alguém  ou  algo;       3.  Acontecimento  ou  fato  extraordinário,  incomum,  com  frequência   exagerado  e  distorcido  pela  imaginação  popular  ou  pelos  meios  de   comunicação.     4.  Personalidade  de  destaque  nos  meios  arGs%cos,  espor%vos,  culturais   etc.,  cuja  atuação,  trabalho  etc.  são  reconhecidos  e  reverenciados  pelo   público.   [F.:  Do  gr.  mýthos,  pelo  baixo  lat.  mythus.]     AURÉLIO
  • 5. MITO - CONCEITOS [F.:  Do  gr.  mýthos,  pelo  baixo  lat.  mythus.]     AURÉLIO   5.  Pessoa  ou  coisa  que  não  tem  existência  real  ou  passível  de   ser  provada  (o  mito  da  Atlân%da).     6.  Representação  idealizada  de  uma  época  passada  ou  futura   da  humanidade.     7.  Verdade,  valor  moral,  conceito  etc.  inques%onável  para  um   grupo  social  (mito  da  virgindade/da  raça  pura).     8.  Pej.  Noção  falsa  ou  infundada:  Há  um  mito  de  que  o  povão   não  aprecia  música  erudita.
  • 6. MITO  - CONCEITOS “é  a  história  de  um  povo,  é  a  iden6dade  primeira   e  mais  profunda  de  uma  cole6vidade  que  se  quer   explicar.”   CLAUDE  LÉVI-­‐STRAUSS   “organização  da  realidade  a  par6r  da  experiência   sensível  enquanto  tal.”
  • 7. MITOLOGIA JOSEPH  CAMPBELL   Conjunto  de  imagens  concebida   como  interpretação  do  sen6do   da  vida.     PENSAMENTO  =>  CIÊNCIA     EXPERIÊNCIA  =>  ARTE
  • 8. LENDAS MITOS
  • 9. CARACTERÍSTICAS DOS MITOS Ações  passadas  para  explicar  o  presente     Organizar  relações  sociais  –  imprime  fatos  que   representam  regras    da  sociedade       Compensação  –  passado  /  erros     Espaço  e  tempo  míTco  –  senTdo  da  vida     NarraTva  míTca  –  natureza  cíclica  (jornada  do  herói)     Elementos  mágicos  e  fantasiosos
  • 10. CARACTERÍSTICAS DOS MITOS Organizar  símbolos  e  transformá-­‐los  em  linguagem     Mito  fala  através  da  poesia,  fala  na  ausência     Localiza-­‐se  no  tempo  e  espaço  do  fabuloso,  no  início  dos   tempos     Psicanálise:  mitos  versam  sobre  a  essência,  as  angúsTas  do   ser  humano     Mitos  sob  diferentes  pontos  de  vista:  Antropólogo,   Psicólogo,  Mitólogo   ´   Influência  dos  sonhos
  • 11. temos  de  ler  o  mito  mais  ou  menos  como  leríamos  uma  parTtura   musical,  pondo  de  parte  as  frases  musicais  e  tentando  entender  a   página  inteira,  com  a  certeza  de  que  o  que  está  escrito  na  primeira   frase  musical  da   página  só  adquire  significado  se  se  considerar  que  faz  parte  e  é  uma   parcela  do  que  se  encontra  escrito  na  segunda,  na  terceira,  na  quarta     e  assim  por  diante.   Claude  Lévi-­‐Strauss
  • 12. “Funcionando  como  um  caminho,  a  mitologia  e  o  ritual  levam  a  uma   transformação  do  indivíduo,  desprendendo-­‐o  de  suas  condições   históricas  locais  e  conduzindo-­‐o  para  algum  %po  de  experiência  inefável.   Funcionando  como  uma  ‘ideia  étnica’,  por  outro  lado,  a  imagem  prende   o  indivíduo  ao  seu  sistema  familiar  de  valores,  aTvidades,  e  crenças   historicamente  condicionados,  como  um  membro  a%vo  de  um  organismo   sociológico”   Joseph  Campbell
  • 13. IZANAMI E IZANAGI
  • 14. COMO OS MITOS SURGIRAM?
  • 15. EVOLUÇÃO Mentes  adaptadas     Evolução  da  inteligência     Evolução  da  cooperação
  • 16. Vantagem  evoluTva     Brincadeiras     Imitação     ARTE
  • 17. A  evolução  da  ficção     Arte,  narraTva  e  ficção     NarraTva:  representando  e   recontando  eventos     Ficção:  invenção  e  aprendizagem   NARRATIVA
  • 18. Fatos  são  20  vezes  mais  fáceis  de  serem   lembrados  se  esTverem  ancorados  em  uma   histórias   Jerome  Bruner
  • 19. IMPORTÂNCIA DAS HISTÓRIAS
  • 20. O  QUE  ERAM  OS  “OBJETOS  COM     SIGNIFICADOS”  PARA  OS  PRIMEIROS  HOMENS?
  • 21. Plesiantropo 600  mil  a.C.
  • 22. Pitecantropo     Uso  do  fogo     Aprox.  400  mil  a.C.
  • 23. Neandertal Primeiros  ritos  e  mitos     Aprox.  200  mil  a.C.
  • 24. 35  mil  a.C   Arte  nas  cavernas   Sepultamentos  sagrados   Nova  Era  Glacial   Caverna  Chauvet   Cro-Magnon
  • 25. OS PRIMEIROS CONTADORES DE HISTÓRIAS
  • 26. COMUNIDADES CAÇADORAS-NÔMADES Desde  50  mil  a.C.   Sociedades  patriarcais   Poder  do  xamã   Relação  sagrada  com  animais   Medo  e  devoção   Animais  como  os  primeiros  deuses
  • 27. 10  mil  a.C   DomesTcação  do  cão   Lanças  e  armas   Deusas     Grupo  ganha  espaço   COMUNIDADES AGRÍCOLAS
  • 28. 3.500  a.C   Escrita   Sociedade   Mitologia    complexa   Sacerdote  especializado   SUMÉRIOS
  • 29. GILGAMESH Primeiro  herói  mitológico   A  Epopeia  (jornada)  de  Gilgamesh   Poder   Aceitação  da  morte   Eternidade   Papel  e  poder  dos  Deuses   Explicação  dos  papéis  da  sociedade  dos  sumérios
  • 30. MOVIMENTOS MIGRATÓRIOS
  • 31. MITOLOGIA ORIENTAL
  • 32. EGITO ANTIGO Faraó  é  Deus  na  Terra   Pirâmides  –  representação  do  paraíso:  Céu   Deuses  e  mitos  explicação  organiação  egípcia   Nilo:  fonte  da  vida   Importância  da  vida  após  a  morte  (Lenda  de  Osíris)   Explicação  dos  fenômenos  naturais  –  Barca  de  Rá   Politeísmo  e  monoteísmo   Criação  do  mundo   Deuses  antropozoomórficos   Símbolos  importantes
  • 33. MITOLOGIA OCIDENTALMITOLOGIA OCIDENTAL
  • 34. GRÉCIA ANTIGA Deuses  humanizados    e  imperfeitos   Deuses  estão  fora  dos  homens   Diferença  da  espiritualização  indiana   Hierarquia  de  deuses  –  organização  da  sociedade   Deuses  representam  símbolos  importantes  do  coTdiano   Explicações  psicológicas  dos  comportamentos  modernos   Complexidade  da  mitologia  grega-­‐  infinidade  de  seres   Símbolos  importantes
  • 35. ILÍADA E ODISSEIA Deuses  influenciando  desTno  humano   Mitos  que  explicam  a  história   Amor,  guerra  e  heroísmo   Retrato  dos  símbolos  da  época   Base  da  literatura  moderna
  • 36. LENDA  DA  SERRA     DA  NÓ
  • 37. ESTRUTURA DA JORNADA DO HERÓI
  • 38. ESTRUTURA DA JORNADA DO HERÓI CHAMADO  E  PARTIDA   IMPORTÂNCIA  DO  ERRO   FIGURA  DO  ARAUTO   RECUSA  AO  CHAMADO  AUXÍLIO   SOBRENATURAL   LIMIAR  PARA  O  DESCONHECIDO   O  MUNDO  DESCONHECIDO:     VENTRE  DA  BALEIA
  • 39. PRÍNCIPE  SIDARTA
  • 40. A  PRINCESA  E  O  SAPO
  • 41. ALICE  NO  PAÍS  DAS  MARAVAILHAS
  • 42. ESTRUTURA DA JORNADA DO HERÓI CAMINHO  DAS  PROVAS   MULHER  COMO  DEUSA   MULHER  COMO  TENTAÇÃO   SINTONIA  COM  O  PAI   A  BÊNÇÃO  ÚLTIMA
  • 43. PINOCCHIO
  • 44. IVAN  TSARIÉVITCH
  • 45. INNANA
  • 46. ESTRUTURA DA JORNADA DO HERÓI RECUSA?   FUGA  MÁGICA   RESGATE  COM  AUXÍLIO  EXTERNO   LIMIAR  DO  RETORNO   SENHOR  DOS  DOIS  MUNDOS   LIBERDADE  PARA  VIVER   ,
  • 47. ODISSEU
  • 48. A  VIAGEM  DE  BRAN
  • 49. IZANAGI
  • 50. CICLOS  INICIAM  E     TERMINAM  CONTINUAMENTE
  • 51. CICLO  DA  JORNADA     DO  SER  HUMANO
  • 52. A ÁRVORE DE NATAL NA CASA DE CRISTO
  • 53. ATIVIDADE  -­‐  O  PEQUENO  POLEGAR  –     ESTRUTURA  DA  JORNADA  DO  HERÓI
  • 54. NARRATIVAS MÍTICAS AO REDOR DO MUNDO miscigenação de mitos
  • 55. TUPÃ
  • 56. JURUPARI
  • 57. NASRUDIN  E  O  HUMOR  ÁRABE
  • 58. SNEGUROSHKA
  • 59. MERLIN  E  OS  CELTAS
  • 60. AS  VÁRIAS  CHAPEUZINHOS  VERMELHO
  • 61. ANANSI
  • 62. NARRATIVAS MÍTICAS NA ATUALIDADE
  • 63. LITERATURA
  • 64. JOGOS
  • 65. (Fonte:  Box  Office  Mojo  –  01/08/2013   CINEMA
  • 66. MARCAS
  • 67. GESTÃO  DE     EMPRESAS
  • 68. DAS HISTÓRIAS PARA A EDUCAÇÃO
  • 69. APRENDIZAGEM
  • 70. RESPEITO À DIVERSIDADE E TOLERÂNCIA
  • 71. UM  SÁBADO  QUALQUER
  • 72. SENSIBILIZAR E EMOCIONAR
  • 73. INTERTEXTUALIDADE
  • 74. COMPREENDER A NOSSA HISTÓRIA
  • 75. VALORIZAÇÃO  DA  PRÓPRIA  HISTÓRIA   HISTÓRIAS   HISTÓRIAS
  • 76. O  MUNDO   SOB     OUTRO   PONTO   DE  VISTA
  • 77. ATIVIDADE
  • 78. REFERÊNCIAS BLOOK,  Harold.  Onde  encontrar  a  sabedoria?  Rio  de  Janeiro:  Obje%va,  2009   BOYD,  Brian.  On  the  origin  of  stories:  evoluTon,  cogniTon  and  ficTon.  Belknap  Press,  2010   CAGNETI,  Sueli  de  Souza;  SILVA,  Cleber  Fabiano  da.  Literatura  infanTl  juvenil:  diálogos  Brasil  -­‐  Áf CAMPBELL,  Joseph.  As  Máscaras  de  Deus:  Mitologia  PrimiTva.  São  Paulo:  Palas  Athena,  1992   _________________.  As  Máscaras  de  Deus:  Mitologia  Oriental.  São  Paulo:  Palas  Athena,  2004   _________________.  As  Máscaras  de  Deus:  Mitologia  Ocidental.  5ª  edição.  São  Paulo:  Palas  Ath _________________.  As  Máscaras  de  Deus:  Mitologia  CriaTva.  São  Paulo:  Palas  Athena,  2010   _________________.  O  Herói  de  Mil  Faces.  São  Paulo:  Cultrix,  2007   _________________,  MOYERS,  Bill.  O  Poder  do  Mito.  São  Paulo  Palas  Athena,     GOTTSCHALL,  Jonathan.  The  Storytelling  Animal:  How  Stories  Make  Us  Human.  Mariner  Books   JAROUCHE,  Mamede  Mustafa  (trad.)  O  livro  das  mil  e  uma  noites.  Rio  de  Janeiro:  Globo,  2012   PINGUILLY,  Yves.  Contos  e  lendas  da  África.  São  Paulo:  Companhia  das  Letras,  2005   POGORELSKI,  Antoni.  A  galinha  preta  ou  os  habitantes  do  subterrâneo.   PROPP,  Vladimir.  Morphology  of  the  folk  tale.    Aus%n:  University  of  Texas  Press,  2010,  2nd  edi%o REPS,  Paul  (org.).  Histórias  Zen.  Brasília:  Teosófica,  2009.   SILVA,  Cleber  Fabiano  da.  Em  busca  do  leitor  literário.  São  Paulo:  Esfera,  2013   TRUMP,  David  H.  Malta:  prehistory  and  temples.  Malta:  Midsea  Books,  2008  (3rd  edi%on)   VARELLA,  Felipe  (org.)  Nasrudin.  Rio  de  Janeiro:  Caravana  de  Livros,  2009