Autora
Lygia Fagundes Telles
(1923 -)
Estilo
- Prosa intimista
- Minimalismo
- Reflexão existencial
- Caráter Metafórico
...
Personagens
Narradora
Mulher
Criança
Velho
Foco Narrativo
1ª Pessoa...
NARRADORA MULHER
Escuridão Luz
Frio ...
Plurissignificação
Houve a ressurreição do Bebê?
SIM NÃO
Alegoria de Natal Propen...
Tempo
Narrativa linear, sem flash-backs, ou outros
recursos que interfiram na seqüência
cronológica dos f...
Observações Importantes
• O que estaria a narradora fazendo na barca? (Sugestão
de Suicídio)
• Intertextualidade com o „...
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Natal Na Barca
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Natal Na Barca

Apresentação sobre o conto natal na barca, de lygia fagundes telles. Resumo e análise do conto Natla na Barca.
Published on: Mar 3, 2016
Published in: Spiritual      Education      
Source: www.slideshare.net


Transcripts - Natal Na Barca

  • 1. Autora Lygia Fagundes Telles (1923 -) Estilo - Prosa intimista - Minimalismo - Reflexão existencial - Caráter Metafórico - Desfechos em aberto - Preferência pelo universo feminino
  • 2. Personagens Narradora Mulher Criança Velho Foco Narrativo 1ª Pessoa – Narradora-Protagonista
  • 3. NARRADORA MULHER Escuridão Luz Frio Calor “Laços Humanos” Solidão Descrença Fé EPIFANIA (REVELAÇÃO) Observar a transformação sofrida pela narradora a partir do diálogo com a mulher.
  • 4. Plurissignificação Houve a ressurreição do Bebê? SIM NÃO Alegoria de Natal Propensão da narradora ao pessimismo Atmosfera Onírica Delírio Narrativa Fantástica Aparição de „Maria‟
  • 5. Tempo Narrativa linear, sem flash-backs, ou outros recursos que interfiram na seqüência cronológica dos fatos. Espaço Dependendo da interpretação que se faz do conto, pode-se interpretar a barca como espaço físico (ambiente) ou psicológico (delírio da narradora).
  • 6. Observações Importantes • O que estaria a narradora fazendo na barca? (Sugestão de Suicídio) • Intertextualidade com o „Auto da Barca do Inferno‟ • O Velho dialoga com um „amigo invisível‟. Não seria a mulher que conversa com a narradora um delírio? • A mulher, caracterizada como doce, serena, sempre asssociada à luz, cujo filho morrera de braços abertos, tem aspecto de uma „figura antiga‟ (Maria?) • A alegoria natalina pode remeter ao (re)nascimento da própria narradora. A partir do diálogo com a misteriosa interlocutora, sua fé ressurge (“pude imaginar como seria o rio de manhã cedo: verde e quente...)
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