Sobre o Carboncellox – A Cura do Câncer
Porque o INCA deve me pagar para resgatar o modo de preparo do Carboncellox
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vindo a falecer, embora com menos dores;
(12) O poder econômico rejeita a existê...
Sobre o Carboncellox – A Cura do Câncer
Em 1955 – em companhia do Dr. Corain – tivemos ocosião de examinar o prontuário d...
Sobre o Carboncellox – A Cura do Câncer
Início dos pseudotestes
Na sessão inicial, foram estabelecidas as seguintes dire...
Sobre o Carboncellox – A Cura do Câncer
As conclusões da Comissão
1.º item:
“Que o medicamento denominado “Carboncellox...
Sobre o Carboncellox – A Cura do Câncer
E em seguida continua.
2.º) “os conhecimentos do Dr. Sebastião Corain sobre os p...
Sobre o Carboncellox – A Cura do Câncer
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Sobre o Carboncellox – A Cura do Câncer
É a essa paciente que se refere o tópico do parecer que diz:
“...salvo um que a ...
Sobre o Carboncellox – A Cura do Câncer
Entretanto, não estranharíamos que tal acontecesse, a julgar pelas atas da Comiss...
Sobre o Carboncellox – A Cura do Câncer
versus Serviço Nacional do Câncer – São Paulo, 1956, contendo páginas não numerad...
Sobre o Carboncellox – A Cura do Câncer
Está nesse item o epílogo perverso da ignóbil farsa, inteligentemente planejada e...
Sobre o Carboncellox – A Cura do Câncer
fará entrega do relatório ao Ministério da Saúde e só então serão dados ao conhec...
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engenheiro Corain”.
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Afinal, seguiram os autos para Fôro Criminal. O Meritíssimo Juiz da 9ª Vara tomou...
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Porque o inca deve me pagar para resgatar o carboncellox 2ed

O CARBONCELLOX eh um medicamento que cura 90% dos casos de cancer e nesse texto eu demonstro a importancia de resgatar seu modo de fabricacao
Published on: Mar 4, 2016
Published in: Health & Medicine      
Source: www.slideshare.net


Transcripts - Porque o inca deve me pagar para resgatar o carboncellox 2ed

  • 1. Sobre o Carboncellox – A Cura do Câncer Porque o INCA deve me pagar para resgatar o modo de preparo do Carboncellox O presente documento visa demonstrar de modo categórico que há um medicamento chamado “Carboncellox” que possui a propriedade de curar o câncer. Infelizmente o modo de preparo do Carboncellox ainda não foi recuperado e é necessário que se faça uma pesquisa para resgatar a forma de se produzir este fabuloso medicamento. Daí a razão de ser deste texto: convencer o INCA a me pagar uma bolsa/ajuda de custos no valor de R$10.000 (dez mil reais) por mês para que eu venha a proceder a pesquisa para resgatar o modo de preparo do Carboncellox. Eu também me proponho a produzir o Carboncellox e a testa-lo, determinando sua taxa de cura com relação aos diferentes tumores e estágios da moléstia cancerosa. Também proponho que o INCA me pague um prêmio especial de R$3.000.000 (três milhões de reais) caso eu consiga estabelecer o Carboncellox como tratamento padrão contra o câncer. Informação sobre o Carboncellox aos senhores do INCA As informações prestadas nos itens de (1) até (9) abaixo podem ser confirmadas pela leitura do livro “A verdade sobre o câncer ao alcance de todos”, de autoria do médico Heyder de Siqueira Gomes em 1959. Com essa finalidade, foi transcrito um longo trecho deste importante livro que se encontra mais adiante. Pode-se optar por ler somente o trecho transcrito ou ler o livro inteiro. Uma xerox do livro pode ser obtida com Douglas Carrara, administrador da Biblioteca Chico Mendes (localizada em Maricá/RJ e cujo telefone é: 21-2638-5160 (1) O Carboncellox é um medicamento que cura o câncer; (2) O mecanismo por meio do qual o Carboncellox cura o câncer é desconhecido; (3) O descobridor do Carboncellox foi Sebastião Corain, que não era médico, mas engenheiro; (4) O Carboncellox é atóxico – não é tóxico (ver página 367 do referido livro); (5) O Carboncellox faz desaparecer totalmente as dores dos cancerosos (ver também na página 367) (6) O Carboncellox é um carvão mineral que cura o câncer (ver página 375 do livro de Heyder); (7) O Carboncellox é um subproduto do petróleo (veja página 396 do referido livro); (8) Antes eu pensava que o Carboncellox era um carvão produzido apartir da madeira da árvore conhecida como braúna, conforme um pequeno relato que me foi transmitido oralmente, mas ao que tudo indica, essa parece ser uma informação falsa; (9) Na época do descobrimento, o então Serviço Nacional do Câncer se recusou a reconhecer o Carboncellox como eficaz contra o câncer, mesmo com todas as evidências reunidas; (10) O Carboncellox foi administrado a mais de sete mil pessoas (ver página 375 do referido livro) e cerca de duas centenas de médicos atestaram, na época, que ele era eficaz no combate ao câncer; (11) Somente pessoas no estágio final da moléstia cancerosa não conseguiram a plena recuperação com o tratamento com o Carboncellox, Eric Campos Bastos Guedes 1/16
  • 2. Sobre o Carboncellox – A Cura do Câncer vindo a falecer, embora com menos dores; (12) O poder econômico rejeita a existência do Carboncellox; (13) Tentar estabelecer o Carboncellox como tratamento contra o câncer significa enfrentar grandes interesses financeiros que lançam mão de artifícios ignóbeis para impedir o trabalho do pesquisador. Entre esses artifícios se encontra o internamento psiquiátrico involuntário ordenado por autoridades. Diante do que aqui se expõe, espero que fique claro para o INCA – e para todos – que o Carboncellox é um medicamento eficaz contra o câncer. O texto que se segue foi retirado de uma xerox do livro “A verdade sobre o câncer ao alcance de todos” de autoria do médico Heyder de Siqueira Gomes em 1959. Essa xerox foi obtida através de um telefonema (21-2638-5260) para a Biblioteca Chico Mendes (localizada em Maricá-RJ-Brasil), cujo administrador é Douglas Carrara. Leiam a seguir um trecho do excelente livro de Heyder de Siqueira Gomes, “A Verdade sobre o Câncer ao Alcance de Todos” (da página 227 até a página 257). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . A INQUISIÇÃO DO CÂNCER, NO BRASIL Somos chegado ao ponto de provar nossa segunda afirmação feita ao apresentarmos Este Livro..., de que a chamada Cancerologia Clássica se opõe irredutivelmente ao aparecimento – também aqui em nossa terra – de qualquer solução eficaz para o trágico problema do Câncer. E – acrescentamos – o faz sordidamente, sem o menor escrúpulo. Primeira vítima (caso Corain) Laborioso engenheiro de minas – Dr. Sebastião Corain – natural do Estado de São Paulo, afirmando ter acidentalmente descoberto – quando em pesquisas geológicas para outros fins – um medicamento capaz de neutralizar neoplasias malígnas, há oito anos vem apelando, por todos os meios, para que as organizações oficiais ponham a prova a ação terapêutica do seu produto, isto é: que o submetam às necessárias experimentações clínicas. Recusas sobre recusas – algumas altamente ofensivas – eis o que vinha conseguindo, até que, em novembro de 1954, o então presidente João Café Filho, por solicitação do general Juarez Fernades Távora (Chefe de sua Casa Militar), ordenou oficialemente ao Serviço Nacional do Câncer realizasse os testes com o medicamento descoberto. A fidalga intervenção desse ilustre General, cuja honorabilidade e retidão moral jamais foi posta em dúvida – mesmo pelos mais ferrenhos inimigos – prende-se a uma razão objetiva: ter em sua família pessoa curada, havia três anos, pelo remédio do Engenheiro paulista. Trata-se de uma senhora, irmão do reputado tisiólogo desta Capital. Internada no hospital dos Servidores do Estado, foi-lhe feita laparotomia exploradora, verificando-se tratar-se de carcinoma do fígado, inoperável. O irmão, médico, foi avisado de que nada mais era possível esperar, além de uma sobrevida de 15 a 20 dias. (Informação que nos foi prestada por esse ilustre Colega). No momento da operação, foi feita a necessária biópsia, que confirmou o diagnóstico. Retirada do hospital, iniciou o tratamento com a medicação descoberta pelo engenheiro paulista e vive ainda hoje, inteiramente curada (já se passaram 5 anos:)... Eric Campos Bastos Guedes 2/16
  • 3. Sobre o Carboncellox – A Cura do Câncer Em 1955 – em companhia do Dr. Corain – tivemos ocosião de examinar o prontuário dessa Exma. Senhora, o qual nos foi gentilmente apresentado pelo então Diretor daquele modelar nosocômio, que se fazia acompanhar por alguns dos seus assistentes imediatos. Ante a realidade, o operoso e dinâmico Cirurgião aventou a hipótese de se tratar de erro diagnóstico. Espantado com a dúvida levantada, objetamos: - Erro diagnóstico anatomopatológico? Respondendo-nos peremptoriamente, S.S.ª afirmou serem constantes no Hospital equívocos dessa natureza. Lembramos então que deveria estar arquivada a lâmina do exame anatomopatológico e ser fácil portanto, a verificação, o que foi feito posteriormente, por ordem do próprio Diretor. Dessa vez, pelo menos, não havia erro. O exame da lâmina confirmava o diagnóstico registrado no prontuário. Estava, pois, cientificamente evidenciado que a paciente era portadora de um carcinoma inoperavel do fígado e que, se estava restabelecida, devia-o à medicação descoberta pelo engenheiro paulista. Mas voltemos aos experimentos clínicos ordenados pelo Primeiro Magistrado do país, naquela época. Apesar das ordens claras e imperativas para serem imediatamente feitos, só meses depois o S.N.C. [Serviço Nacional do Câncer] deu início aos trabalhos, no respectivo Instituto. Isso em maio de 55 [1955]. Antes, porém, o referido Serviço designara uma Comissão para supervisionar as provas, sob a presidência do então Diretor do Instituto e de dois médicos de seu corpo clínico, sendo um anatomopatologista e outro Chefe da Seção de Controle do S.N.C.. Acompanhamos os tentames, na qualidade de técnico do descobridor brasileiro, bem assim o Major Brigadeiro Médico Dr. Jaime Vilalonga, como Assessor Técnico da Ordem dos Inventores do Brasil. Nesse interregno, quando a Direção do S.N.C. Maliciosamente pretendeu opor o primeiro embargo, talvez para ganhar tempo e retardar os testes (e, se possível, não os realizar de todo...), sugeriu o estudo prévio do produto em questão (in corpore vili...), a resposta que recebeu no Catete foi perentória: “Nada de ratos! Experimentação clínica em seres humanos e desde já!” Mas a ilustre Direção, no seu imenso arsenal de desculpas, encontrou mil-e-um subterfúgios para procrastinar, contemporizar e fugir às determinações de urgência que lhe haviam sido confiadas. Tanto mais, quanto o Gen. Távora havia deixado a Chefia da Casa Militar da Presidência da República. Quando, porém, esse ilustre militar se fez candidato à magistratura suprema do País (e, pois, caso fosse eleito, haveria contas a prestar-lhe...) a Diretoria do S.N.C decidiu-se a iniciar os experimentos clínicos que lhe tinham sido ordenados. Tão logo, entretanto se soube do resultado do pleito eleitoral – desfavorável ao bravo Revolucionário – foram os trabalhos suspensos, sem qualquer aviso prévio ou mesmo a explicação que a ética profissional impunha... Assim o S.N.C. deu por encerradas as experiências clínicas ordenadas pelo ex-Presidente Café Filho sobre a descoberta do Dr. Corain, descendo o pano ao primeiro ato da infame tragicomédia, camuflada por uma cortesia farisaica, em que se igualaram o burlesco da irresponsabilidade oficial e a crueldade de profissionais que, esquecidos do juramento solenemente prestado, assim negaram as legiões de sofredores patrícios, quiçá uma oportunidade real de esperança, que após milênios a sorte punha nas mãos de um obstinado pesquisador brasileiro! Fizeram-no mesquinhamente, fingindo desconhecer aquela saborosa verdade de Pasteur: “no campo das observações, o acaso só favorece os espíritos preparados”... Eric Campos Bastos Guedes 3/16
  • 4. Sobre o Carboncellox – A Cura do Câncer Início dos pseudotestes Na sessão inicial, foram estabelecidas as seguintes diretrizes básicas para os experimentos, aqui apresentadas sem rigor textual. 1.ª Que seria o remédio aplicado em trinta pacientes facultativos, divididos em grupos de dez, à escolha do descobridor. 2.ª A parte terapêutica ficaria a nosso cargo e a clínica sob a orientação do Dr. Vilalonga: 3.ª Que os teste seriam acompanhados pela Comissão. 4.ª Que essa facilitaria tudo para a realização dos experimentos etc. Etc. [nota de rodapé: De todas as reuniões havidas para os ensaios clínicos no Instituto do Câncer lavraram-se atas das quais em 1955 requeremos ao Serviço Nacional do Câncer certidões, que nos foram negadas sob a alegação de estar o processo em vias de conclusão. E assim permanece, por não ter o honrado ministério da Saúde externado sua opinião. Talvez para não compactuar com aquela farsa.] Na reunião seguinte foi escalado, pelo Dr. Corain, o primeiro grupo de doentes, em número de dez. Verificou-se, a seguir, que a enfermidade de dois dos pacientes estava por demais adiantada e que um terceiro era portador de radiodermite ulcerada (lesão produzida por excesso de radioterapia). De comum acordo, os dois primeiros foram definitivamente afastados. Quanto ao terceiron – aliás u'a mulher – foi considerado marginal, isto é: o resultado não seria computado. Nesse ínterim, o Diretor do Instituto do Câncer afasta-se da comissão, por ter de viajar para os E.U.A. Sendo substituido por um Radioterapeuta. As experiências com o produto foram feitas, portanto, somente em sete enfermos, durante quinze dias, de medicação sendo inopinadamente suspensas, sem qualquer aviso ou explicação, como dissemos. Noutras palavras: a Comissão do Instituto de Câncer entressachou ilações “sábias e honestas” sobre testes clínicos feitos em sete doentes medicados durante u'a magra quinzena (isso para uma enfermidade como o Câncer!...), do que se depreende ser aquela junta dotada de visão científica extraumana, (semelhante, ou superior à do Super-Homem das histórias em quadrinhos...), Formidável! E não se perca de vista que são precisamente eles – os próprios donatários do Câncer – que falam na carência de um prazo de cinco anos, para se ajuizar de uma terapia na cura dessa doença!... Nossa atitude: Era nossa intenção perpassar mui pela rama o escabroso assunto dos experimentos clínicos realizados no Intituto Nacional do Câncer para testar as possibilidades terapêuticas do medicamento descoberto pelo engenheiro Sebastião Corain. Entretanto, circunstâncias recentes nos fazem mudar esse propósito e focalizar – em toda calamitosa realidade que testemunhamos pessoalmente – fatos para nós bem desagradáveis. Exporemos, pois, a Verdade nua, em toda sua quase inconcebível plenitude; começando pela reprodução textual das ilações a que chegaram aqueles semideuses do Serviço Nacional do Câncer (publicadas – e incontestadas – na revista O Mundo Ilustrado, dessa Capital, n.º46, de 12 de dezembro de 1955, pág. 31), comentando, ponto por ponto, o famigerado libelo. AS CONCLUSÕES DA COMISSÃO Eric Campos Bastos Guedes 4/16
  • 5. Sobre o Carboncellox – A Cura do Câncer As conclusões da Comissão 1.º item: “Que o medicamento denominado “Carboncellox”, descoberto pelo engenheiro Sebastião Corain e destinado ao tratamento do Câncer não possui as qualidades referidas pelo autor, isto é, não é radioativo e nem é carvão superativo.” Denuncia esse passo inicial a má-fé da Diretor do S.N.C. para com o experimento a ser realizado. A ordem que recebera da Presidência da República havia sido de proceder a testes clínicos sobre as possibilidades do remédio descoberto pelo engenheiro Corain. Entretanto, por conta própria, e subestimando a determinação superior, mandou realizar pesquisas físicas do medicamento que deveria comprovar, baseando-se, em hipótese casualemente formulada pelo descobridor sobre a ação terapêutica do seu produto. Fê-lo, sorrateiramente, dentro do maior sigilo, para preparar o golpe a ser dado posteriormente, atitude essa que não condiz com a real posição daqueles medalhões da Ciência brasileira, nem com sua dignidade pessoal. Seria perfeitamente compreensível que o Diretor do S.N.C. não concordasse em mandar proceder às experimentações clínicas antes de suficientemente informado sobre a estrutura e a espécie do produto a ser aplicado. Esse direito lhe era incontestável. Mas deveria manifestar-se abertamente, junto a autoridade superior da qual promanara a ordem; e não enveredar por caminhos tortuosos e servir-se de subterfúgios pueris, conforme fez. Até porque as investigações laboratoriais que determinou realizar – conforme foram levadas a efeito – de maneira alguma poderiam esclarecer a natureza daquele produto, sob o aspecto clínico. Prestar-se-iam, porém, (como serviram) de base os argumentos capciosos e sofísticos, que mais tarde seriam desferidos contra o valor do remédio. Golpe solerte e pouco honesto, que demonstra exuberantemente o propósito recôndito de condenar, de qualquer forma, o produto em causa. A opinião arrancada ao Professor Catedrático de Química Fisiológica da Faculdade de Medicina da Universidade do Brasil foi evidentemente encomendada sob medida; ou melhor: psicologicamente preparada o que ressalta de seu texto, porquanto o que deve ter sido solicitado a esse renomado Professor foi a dosagem do poder adsorvente da descoberta. Entretanto, o relatório discorre singularmente sobre outros aspectos da questão suscitada, dizendo em dois infelizes e desprimorosos itens: 1.º) “Se virtudes terapêuticas possui o Carboncellox por elas não pode ser responsável o poder adsorvente, que é menor que o do “Norit” (não sendo, pois, um carvão superativado), nem a radioatividade que não possui, de acordo com as análises do Instituto Nacional de Tecnologia”. Aí deveria findar a informação do Catedrático; porém continua prolixa, desnecessária e agressiva. “São pois falsas as afirmações sobre as citadas propriedades e tidas pelo autor como de fundamental importância, o que é altamente comprometedor”. (O Professor foi chamado a opinar e arvora-se em juiz, sem qualquer razão de ser, o que – acrescentemos – é sumamente denunciador). Eric Campos Bastos Guedes 5/16
  • 6. Sobre o Carboncellox – A Cura do Câncer E em seguida continua. 2.º) “os conhecimentos do Dr. Sebastião Corain sobre os processos de oxidação biológica de células normais, como cancerosas, são tão elementares e falhos, que não é possível analisar cientificamente o fundamento do 'novo' método terapêutico.” Aí o Catedrático fala como um “clássico” Mestre-Escola de antanhos, querendo reprovar o trêfego menino Corain... Consideramos esse facultativo um dos grandes expoentes da nossa Medicina e possuidor de ilibado caráter. Entretanto, no caso em pauta, foi, ao que parece, enredado nas hábeis artimanhas do seu não menos ilustre colega de Congregação, o que tornou o relatório uma peça simplesmente ridícula, para não dizer coisa pior... S.Sa. Perdeu o senso do real valor próprio!... O Mestre, exigindo que um engenheiro de minas conheça profundamente oxidações biológicas, um dos mais complexos e controvertidos assuntos de Fisiologia celular. É fenomenal! Quanto à teoria, não é “nova”. Pasteur já dizia que as células cancerosas, em meio carente de oxigênio, se comportam como fermentos. Desde 1928, o grande Warburg pesquisa o tratamento do Câncer por oxigenação celular e a esse processo o nosso inolvidável Mestre Álvaro Osório de Almeida dedicou boa parte de sua magnífica vida. Exigir de um engenheiro que determine a farmacodinâmica de um medicamento (quando 99% dos médicos são incapazes de o fazer...) é sumamente insano; máxime em se tratando de metabolismo e oxidação celular. Seria algo semelhante a Corain pretender que o Professor fizesse a prospecção científica e técnica de u'a mina... É lastimável que aquele Catedrático, cuja vida é um exemplo magnífico de valor pessoal, caráter, talento, cultura, e operosidade, se tenha deixado envolver amistosamente nesse trama inteligentemente urdido, possibilitando seu respeitável nome servir de pedra angular a propósitos que nada tem de honestos. Comentando essas singulares ocorrências, visamos apenas a deixar retratado o ambiente adrede preparado em que se realizou a comprovação do medicamento do Dr. Corain, e mostrar que a conspiração felônicamente maquinada contra esse descobridor e intencionalmente executada foi digna, inegavelmente, do gênio de um Talleyrand... 2.º item: “Que, mesmo assim, foi permitida a sua experimentação em doentes do Instituto de Câncer escolhidos pelo Dr. Corain, por ter a Comissão admitido a inocuidade de sua aplicação”. A Comissão, antes dos experimentos clínicos, já afirmara a inutilidade da aplicação do remédio! Antes de ser já era... Mesmo que o medicamento não possuisse o poder de adsorção e a radioatividade que o descobridor mencionara, a Comissão, ao asseverar a inutilidade do produto sem lhe conhecer a estrutura química, exarou um temerário e esdrúxulo palpite! Até porque, posteriormente, o Instituto Adolfo Lutz órgão oficial do governo de São Paulo determinou a composição: Silício, Potássio, Estanho, Titânio, Magnésio, Cobre, Bário, Alumínio e Ferro!... Porque não admitir que a ação terapêutica seja estruturada num ou mais desses corpos químicos ou por ação catalítica?... Joseph'Leriche, em seu tratado já por nós referido, menciona muitos deles (e ainda outros) como tendo ação terapêutica sobre o Câncer. 3.º item: “Que o prazo de quinze dias para a observação de possíveis melhoras após o início Eric Campos Bastos Guedes 6/16
  • 7. Sobre o Carboncellox – A Cura do Câncer do tratamento de cada caso, fundado nas próprias normas do autor e estabelecido de comum acordo entre a Comissão e o dr. Corain não viria a constituir atraso desvantajoso para o início de outros recursos terapêuticos.” Examinando-se à luz dos fatos os dizeres desse item, se é surpreendido pela pueril justificativa e, mais ainda, por partir ela de homens que se revestem de roupagens de cientistas. “Que o prazo de 15 dias para observações de possíveis melhoras após o início do tratamento de cada caso...” Quinze dias para testar os efeitos terapêuticos de um medicamento para enfermidade como o Câncer! É ingênuo, absurdo, incongruente e insensato, quando há resquícios de probidade científica. Nesse curto período, não é possível comprovar cientificamente a ação específica de nenhum medicamento; mesmo para calos... “...não viria a constituir atraso desvantajoso para início de outros recursos terapêuticos.” Isso pretende significar que não deveria continuar a experimentação clínica, para que não retardar a submissão dos pacientes à terapia tradicional dessa doença... Sabe-se, entretanto, que os processos clássicos de tratamento são absolutamente inoperantes, e o comprovam milhões de fracassos. Salvo se é postulado do S.N.C. iniciá-los cedo, para realizar o mais depressa possível a consumação de sua desumana distanasia. A morrer o doente, que seja o mais rápido possível... … 4.º item: “Que, esgotado esse prazo, e não tendo a Comissão observado melhoras em qualquer deles resolveu submete-los aos métodos clássicos de tratamento empregados no Instituto do Câncer, salvo um que a Comissão autorizou a continuar o tratamento pelo “Carboncellox” por ser considerado irrecuperável. Neste último caso também não foi reconhecida qualquer melhora”. Esse item é pura e simplesmente revoltante, pois ainda que os fatos tivessem ocorrido consoante fez crer a solerte Comissão, bastaria essa tirada pusilânime do seu capcioso relato, para caracterizar o monstruoso propósito que a animava, de tudo destruir, a qualquer preço... Aí está patente sua dupla intenção dolosa: a má-fé contra o Pesquisador (subtraindo-lhe prematuramente todas as possibilidades de experimentação, exceto uma, julgada inconquistável) e contra a própria doente (abandonada a mercê de um medicamento no qual os sabichões, não queriam crer). Desonestidade e irresponsabilidade. Acontece, porém, que felizmente as coisas não se passaram assim. As melhoras que não quis ver e constatar a Comissão do Serviço Nacional do Câncer foram evidentes, claras, insofismáveis; espetaculares, mesmo. Pelo menos num dos pacientes medicados. É que esse doente, uma senhora apresentando metástase inoperável do pulmão (diagnóstico oficial do S.N.C.) que foi encontrada ao iniciar-se a medicação não mais podendo se erguer do leito, sujeita a contínuas hemoptises e permanente dispnéia e em quem eram empregadas sucessivas transfusões de sangue e uso ininterrupto de Oxigênio. No 5.º dia de medicação deixou o leito e os medicamentos de exceção, por completo. No 15.º dia, pediu alta de hospitalização, para continuar o tratamento no próprio domicílio, sob nossa orientação e controle da Comissão do Serviço Nacional de Câncer. Eric Campos Bastos Guedes 7/16
  • 8. Sobre o Carboncellox – A Cura do Câncer É a essa paciente que se refere o tópico do parecer que diz: “...salvo um que a Comissão autorizou a continuar o tratamento pelo “Carboncellox” por ser considerado irrecuperável. Neste último caso também não foi reconhecida qualquer melhora”. Entretanto (quiséramos que os céticos estivessem presentes...) a enferma “classicamente” havida como irrecuperável vive ainda, mais de três anos depois (de meados de 1955 a novembro de 58), para dar testemunho da Verdade e confirmar de forma irretorquível o “critério” da insuperável Comissão do Serviço Nacional do Câncer! * * * Impõe-se aqui um confronto concludente: Essa doente, a senhora I.R.S. Portadora de metástase pulmonar – foi tratada com o medicamento descoberto pelo engenheiro Corain, de junho de 1955 a maio de 57 e vive ainda em novembro de 58 – portanto com uma sobrevida de 3 anos e 6 meses. Entretanto a estatística apresentada pelo professor norte-americano Seymour Farber, que já mencionamos no capítulo VI – tópico: Classicismo e Mortalidade sobre mortalidade por Câncer de Pulmão – é elucidativo quando trata de casos exatamente iguais ao da paciente em foco – registrando; “Grupo II Submetidos apenas a laparatomia exploradora (sem nenhuma extirpação do órgão). Total 50 pacientes. - Faleceram dentro de 24 semanas: 49. Faleceu dentro de 61 semanas: 1”. A sobrevida registrada – da senhora I.R.L. Já é de 164 semanas. * * * Em dois outros paciente também constatamos a eficácia do medicamento; Um (mulher), com Câncer de útero, vinha tendo hemorragias sucessivas, que no oitavo dia da medicação se atenuaram, desaparecendo por completo no 12.º. Outro (homem), portador de Câncer de lígua-superficialmente ulcerada – as lesões regrediram visivelmente, a partir do 10º dia. Por dever de lealdade, não podemos invocar o testemunho dos que em nossa companhia constataram tais melhoras... Trata-se de médicos funcionários do Serviço Nacional do Câncer, estranhos à referida Comissão... . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5º ítem: “Que o documentário clínico arquivado do Instituto do Câncer prova de modo categórico o que ocorreu e é o único elemento legítimo sobre o qual se pode formular juízo científico, quanto ao alegado valor terapêutico do Carboncellox.” O documentário que deve estar arquivado no Serviço Nacional do Câncer, se não foi criminosamente deturpado, tem de registrar exatamente o que vimos divulgado em nossos comentários despretenciosos, mas absolutamente verdadeiros. Eric Campos Bastos Guedes 8/16
  • 9. Sobre o Carboncellox – A Cura do Câncer Entretanto, não estranharíamos que tal acontecesse, a julgar pelas atas da Comissão do SNC, as quais – como adiante veremos no depoimento do Dr, Vilalonga – foram elaboradas de modo incompleto, omissão essa que, a medida que refletimos sobre o caso, mais se delineia em nossa mente como parte de um plano de sabotagem adrede preparado. 6º ítem: “Que resolveu não apreciar os casos tratados pelo dr. Sebastião Corain fora do Instituto do Câncer, pelas dificuldades de controlar os enfermos e pela impossibilidade de ser obtida a completa documentação científica sobre os mesmos, como se pôde comprovar durante a apreciação da Comissão.” Apresentara o engenheiro Corain dois doentes curados com seu medicamento. O 1º, um caso de Câncer do Pulmão, que trouxe radiografias e o resultado da biópsia, feita pelo Serviço Médico do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários (IAPC) de São Paulo. Foi o paciente examinado demoradamente pela junta do SNC e exaustivamente interrogado; e a seguir fizeram-se novos exames de raios-X e um teste bacterioscópico para a pesquisa de bacilo de Koch porque um dos membros da Comissão julgou ver semelhanças nas imagens radiográficas com as deixadas pela tuberculose pulmonar, verificação essa que resultou negativa. O 2º doente não trouxe documentário clínico, por ter sido tratado no interior da Bahia. Entretanto, fez minucioso histórico de sua enfermidade, no que foi confirmado por um filho que o acompanhava. Fôra a São Paulo agradecer pessoalmente sua cura ao engenheiro. Propôs também o descobridor do medicamento trazer para serem devidamente examinados (munidos da necessária documentação clínica) muitos outros doentes já curados pelo seu medicamento, o que, a princípio, foi aceito, porém jamais chegou a se concretizar, por terem sido suspensas inopinadamente as experimentações do SNC. 7º ítem: “Que a Comissão não concorda com o novo prazo de noventa dias proposto pelo engenheiro Dr. Sebastião Corain, por considerá-lo inteiramente prejudicial aos enfermos e muito menos aceita as alegações por ele feitas em carta dirigida a V.Sª, em 30-7-1955.” Essa ilação final é tão néscia na forma como audaciosa na inteção demolidora que a inspirou. No ítem 3º já lhe demos resposta detalhada, comprovando exuberantemente a má-fé que orientou a atitude oficial, no caso em apreço. 8º ítem: “Que não reconhece no “Carboncellox” valor terapêutico, por ser medicamento que não possui as propriedades alegadas por seu descobridor e ser ineficaz no tratamento do Câncer, conforme se pode observar nos doentes submetidos à experimentação.” Pudera! Ao comentarmos o 1º ítem dessa objurgatória, tivemos ensejo de transcrever a infeliz opinião do detentor da cátedra de Química Fisiológica, na Faculdade de Medicina da Universidade do Brasil, quando chamado a se pronunciar sobre as propriedades físicas do Carboncellox. Não abordamos, porém, o conteúdo técnico da questão, pois pretendíamos passar – como entramos a fazer – a palavra ao engenheiro Sebastião Corain que melhor explicará aos Leitores como foi analisado o seu medicamento. [nota de rodapé: Essa explicação-defesa acha-se num folheto intitulado Odisseia de uma Descoberta Brasileira para Cobater o Câncer – Carboncellox Eric Campos Bastos Guedes 9/16
  • 10. Sobre o Carboncellox – A Cura do Câncer versus Serviço Nacional do Câncer – São Paulo, 1956, contendo páginas não numeradas, num total de 16.] “O professor julgou que o carvão Norit fosse um tipo de padrão universal por cuja constituição física. Há tipos para clarificar, para desodorizar, para fins terapêuticos, para purificar água, para instalações de ar condicionado, e assim por diante, uma infinidade deles. O carvão Norit é utilizado na clarificação do açúcar proveniente da cana ou da beterraba, substituindo o carvão de ossos nesse mister. Distingue-se, pois, do nosso CARBONCELLOX, que além de outras propriedades, é absorvente de gases. Não obstante, o professor ainda imagina que todos os carvões são da mesma origem, submetidos a iguais métodos de preparo e beneficiamento, com igual superfície de absorção, com idêntica uniformidade na conformação das cavernas adsortivas, passando suas partículas em igual proporção pelas mesmas malhas de calibragem, reagindo por igual em diferentes meios químicos e sob diferentes temperaturas! Por isso, na sua opinião devem ser bitolados pelas qualidades do Norit, cuja ação se limita, repetimos, a clarificar açúcar. Tomemos agora este exemplo: Os líquidos se distinguem pela densidade, pêso específico, viscosidade, ponto de ebulição etc., etc., e jamais alguém pretendeu que fossem bitolados apenas pelas características de um único deles! Como pode, então, o professor chegar à conclusão – contrariando a lógica e bom-senso – que todos os carvões superativados para fins distintos, são absolutamente semelhantes e se enquadram rigorosamente a um único padrão? E dizer-se que com tal desconhecimento da matéria, foi lavrado e tornado público, com destaque invulgar, um parecer oficial! O segundo erro, igualmente alarmante, consiste na declaração de que o CARBONCELLOX, possuindo poder adsorvente menor que o do Norit não é pois um carvão superativado”. Evidentemente o professor não avaliou o que estava deixando escrito em papel timbrado, pois para se demonstrar o tremendo disparate, basta esta pergunta irrespondível: – Desde quando, senhor professor, um carvão industrial se tornou padrão de aferição para uma terapêutica?” 9º ítem: Que o emprego do “Carboncellox”, além de não exercer qualquer influência benéfica no tratamento do câncer, retardará, muito desvantajosamente, a aplicação aos doentes, dos métodos clássicos de tratamento cujos resultados já mostram sua eficácia? Essa penúltima conclusão seria uma variante insulsa dos itens 7º e 8º, se não fosse o ridículo tom jatancioso com que termina. Encerra duas inverdades clamorosas, porquanto ficou sobejamente comprovada a eficiência do medicamento (pelo menos em um dos doentes testados nos experimentos clínicos realizados no SNC). Quanto à “eficácia dos métodos clássicos de tratamentos”, é uma heresia, pois está mundialmente demonstrada sua absoluta inoperância. Mostraram, sim, eficiência para levarem à morte os pacientes a eles submetidos. 10º ítem: “Que também considera o “Carboncellox” ineficaz como tratamento coadjuvante na terapêutica do câncer, assim como também desaconselha o regime dietético recomendado pelo autor”. Eric Campos Bastos Guedes 10/16
  • 11. Sobre o Carboncellox – A Cura do Câncer Está nesse item o epílogo perverso da ignóbil farsa, inteligentemente planejada e executada pelo SNC para simular a verificação das possibilidades terapêuticas de um produto destinado ao tratamento do câncer, mas previamente condenado, por atentar contra os mesquinhos propósitos da cancerologia clássica. Há, em seu texto, despudor e maldade levados a extremos. Mas, pelo menos oficialmente, era necessário (imperioso mesmo) ao sindicato do câncer destruir o medicamento que ousara ameaçar a estabilidade de sua proveitosa fonte de renda. E assim foi feito! Reboem, mais uma vez, as trombetas da fanfarra, anunciando a vitória da indústria do câncer sobre a dignidade da ciência médica brasileira e bimbalhem sinos ao sacrifício de milhares de desgraçados, vítimas da mais terrível e rendosa doença! A derrota não foi do engenheiro Corain. Foi do Brasil. Do mundo! Estamos, porém, certos de que um dia não muito distante, a Verdade flutuará e descerão as máscaras, pondo a descoberto rostos lívidos de remorsos. Será la chute du rideau!... . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Para comprovar as alegações que acabamos de fazer em nossos comentários, a seguir transcreveremos, na íntegra, a reportagem publicada na Folha da Tarde, de São Paulo, (25-10-55), de autoria do ilustre jornalista bandeirante, Dr. Hideo Onaga, hoje secretário desse grande órgão de publicidade daquela capital. Nela se acha registrado o depoimento do médico Dr. Jaime Vilalonga, Major-Brigadeiro da aeronáutica brsileira, cancerologista e cientista notável que, na qualidade de técnico em assunto médico da Ordem dos Inventores do Brasil, acompanhou – já o dissemos – as experimentações clínicas realizadas no Serviço Nacional do Câncer, para testar o CARBONCELLOX. “Foi a Folha da Tarde, que, há mais de um ano, ao deparar com o medicamento do engenheiro Corain, ao qual eram atribuídos efeitos extraordinários no tratamento do câncer, solicitou das autoridades médicas do país uma experimentação oficial no sentido de comprovar aqueles efeitos. Não cabia a um jornal opinar sobre assuntocientífico, mas consideramos nosso dever irrecusável solicitar o pronunciamento científico de quem tinha autoridade para assim proceder. Após meses de luta, conseguimos finalmente do Presidente da República fosse determinada ao Serviço Nacional do Câncer a realização da solicitada experimentação. Isso aconteceu em novembro do ano passado; entretanto somente em meados do corrente ano é que uma pequena experimentação foi realizada pela comissão designada pelo Serviço Nacional do Câncer. Mas foi terminada... - “As experiências foram apenas iniciadas, logo sem mais interrompidas e por isso não podem autorizar nenhuma conclusão de caráter científico”. Essas são as palavras de dois médicos que integraram a comissão incumbida pelo Serviço Nacional do Câncer de realizar a experimentação – o brigadeiro Jaime Vilalonga e o dr. Heyder de Siqueira Gomes, o primeiro na qualidade de representante da Ordem dos Inventores do Brasil e o segundo representando o engenheiro Corain. O SNC não confirma nem desmente. Tendo a Folha da Tarde solicitado a realização da experiência, é evidente que não poderia ser de desinteresse nossa atitude ante as notícias acima referidas. Transportou-se o reporter ao Rio e no Serviço Nacional do Câncer foi recebido pelo dr. Sérgio de Azevêdo que ocupava interinamente a direção do SNC na ausência do prof. Hugo Pinheiro Guimarães que realizava no momento uma viagem ao Rio Grande do Sul. Interrogado sobre as conclusões do relatório referido pelas notícias publicadas, declarou ao dr. Sérgio de Azevêdo que nada podia adiantar. Quanto às notícias divulgadas nem confirmá-las. “No princípio da semana o prof. Hugo Pinheiro Guimarães deverá reassumir o cargo; acredito que logo depois Eric Campos Bastos Guedes 11/16
  • 12. Sobre o Carboncellox – A Cura do Câncer fará entrega do relatório ao Ministério da Saúde e só então serão dados ao conhecimento do público os termos desse relatório”. Comissão de cinco médicos De acordo com as informações obtidas pelo reporter, cinco médicos acompanharam as experiências que se realizaram no Serviço Nacional do Câncer: três do Serviço e mais o brigadeiro-médico Vilalonga, cancerologista, especialista em radiologia e fisioterapia, e o Dr. Heyder de Siqueira Gomes. Do Serviço Nacional do Câncer não pudemos obter mais informações que aquelas fornecidas pelo seu diretor interino. Procuramos o brigadeiro Vilalonga. Eis o que nos declarou o brigadeiro médico Vilalonga: “Não tenho conhecimento oficial do assunto. Na qualidade de acessor técnico para assuntos médicos da Ordem dos Inventores do Brasil acompanhei, juntamente com o Dr. Heyder de Siqueira Gomes, representante do engenheiro Corain, os trabalhos da Comissão incumbida de realizar a experimentação. Tanto assim é que nossos nomes figuram nas atas lavradas durante essas observações. Nessas circunstâncias, esperamos ser ouvidos antes de quaisquer conclusões”. Em seguida, o entrevistado esclareceu: - “As condições em que foram realizadas as experiências não autorizam nenhuma conclusão rigorosamente científica devido à exiguidade de tempo que duraram e ao reduzido número de pacientes observados, número aliás menor que o prometido. “Dos dez pacientes prometidos, entregaram a observação apenas oito, sendo então prometidos mais doze – para completar uma série de vinte – mas estes doze não foram entregues à experiência até a presente data. “Nessas condições não me parecem verídicas as conclusões que acabam de ser divulgadas pela imprensa e atribuidas à comissão designada pelo SNC para a realização da experimentação, pois seriam prematuras quaisquer conclusões”. Atas também incompletas Durante a experimentação foram elaboradas atas. Da mesma forma que a experiência, também as atas são incompletas. Eis o que a respeito declara o brigadeiro Vilalonga: - “Nas atas deveriam figurar e não figuram – pormenorizadamente certos trâmites das observações ocorridas nos pacientes; por exemplo: cessação de dores e algumas regressões sintomáticas que a exiguidade do tempo de observação (já referida) impediu que fossem caracterizadas de forma mais nítida”. Não obstante a exiguidade de tempo da experiência (média de 15 a 20 dias para cada paciente, de acordo com informações puderam ser observados fenômenos de cessação de dores e algumas regressões, mas não foi só. O brigadeiro Vilalonga acrescenta: “Entre os oito pacientes submetidos ao tratamento há a destacar o caso de uma paciente que, sentindo-se, bem melhor, solicitou alta. A comissão examinou a paciente, constatou a melhoria e concedeu a alta, entregando-a aos cuidados do Dr. Heyder de Siqueira Gomes para a continuação do tratamento em ambulatório, sob controle do Serviço Nacional do Câncer”. Amanhã publicaremos o depoimento do Dr. Heyder de Siqueira Gomes que acompanhou os trabalhos da comissão do Serviço Nacional do Câncer na qualidade de representante do Eric Campos Bastos Guedes 12/16
  • 13. Sobre o Carboncellox – A Cura do Câncer engenheiro Corain”. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Houvessem as experimentações realizadas no INC sido feitas com honestidade, critério e probidade científica, e seus resultados tivessem sido negativos, seríamos dos primeiros a aceitar a evidência dos fatos, e a ela nos render incondicionalmente. Entretanto, ocorreu exatamente o contrário. Desde o início, perscrutamos o ambiente de descrença por parte dos técnicos da comissão, ceticismo esse até certo ponto natural e humano. Esperávamos porém, que tal atitude se modificasse ante as comprovações obtidas no correr das experiências clínicas; porquanto, o mais pessimista dentre os pessimistas, não podia imaginar sequer a hipótese que médicos, que durante anos sucessivos, testemunharam, impotentes, os quadros macabros de sofrimentos que cercam as enfermidades cancerosas, pudessem, por indústria, recusar um medicamento que comprovasse sua ação, mínima que fosse, sobre a terrível doença. As irregularidades no decorrer dos trabalhos se sucederam – e foram de relance percebidas pelo eminente Dr. Fernandes Távora, quando visitou os doentes submetidos aos testes. S. Excia. Nos transmitiu lealmente sua impressão, estranheza e desaprovação; a nós e a um ou dois membros da comissão, fazendo-o com a dupla autoridade de médico e de senador da república. O embuste, porém, continuou, até consumar-se a bufa representação. Daí nossa incontida revolta, nosso veemente protesto, nossa indisfarçavel ação combativa; dizer a verdade, provar a trama da fraude perante o público. É doloroso, e também revoltante, o aspecto que se constata no setor dito clássico dessa doença – verdadeira camorra oficializada, mancha repugnante no painel grandioso da ciência médica, onde sempre imperou o sacrossanto dever de solidariedade humana, inspirado no sofrimento do próximo e que faz vibrar em todos indivíduos um maior ou menor potencial de altruismo. A medicina é uma profissão; entretanto sua grandeza e sublimidade estruturam-se no muito que ela tem de sacerdotal. Mecaniza-la, ou mercantiliza-la, é prostitui-la. Pensamos que assim transmitimos ao leitor uma ideia da farsa ignóbil que constituiu o teste do referido medicamento. Caudal de lama, fértil em indignidade moral, científica e funcional e no conspurcamento dos sagrados princípios de humanidade. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Fazendo, pela imprensa, a publicidade a si conveniente de tão monstruosa degradação, o dirigente do SNC, em estilo panfletário de baixo nível, agride ao autor da descoberta, chamando-lhe charlatão, mentiroso, etc. Charlatão, por haver descoberto um medicamento que tem ação terapêutica evidente sobre a mais tremenda das doenças, a qual vem a séculos flagelando a humanidade; e por pedir em nome de milhões de desgraçados sua comprovação à luz da verdadeira ciência! Mentiroso quem – pleiteando tal verificação honesta – apresentou um lastro de cinco anos de sucessivas vitórias em quase três mil experimentações clínicas, mas sempre em caráter particular, testemunhadas por mais de duas centenas de médicos! A modificação desse estado de coisas é difícil. Cabe, pois, à coletividade defender sua integridade por todos os meios, contra a famigerada cancerologia clássica e seus desumanos asseclas.E foi, talvez, antevendo essa justa reação, que o diretor do Serviço Nacional do Câncer, temeroso, procurou a popular revista “O Mundo Ilustrado” e, em 12 de dezembro de 1955 e concedeu aquela reportagem, que não o recomenda ao respeito nem à admiração dos seus pares. Ele, que deveria primar pela serenidade do julgamento, olvidou sua alta investidura e enveredou pelo cipoal das paixões, chafurdando-se no lodaçal dos doestos pessoais, desferindo uma Eric Campos Bastos Guedes 13/16
  • 14. Sobre o Carboncellox – A Cura do Câncer tremenda diatribe contra o pesquisador patricio, brindando-o com termos pouco parlamentares... Para S.Sª, por exemplo, parece constituir “curandeirismo” ou “charlatanice” a recuperação clínica de alguém em estado “irrecuperável” (e preagônico), fora dos métodos clássicos... E o pior é que a ação coercitiva da cancerologia prepotente não se limita à capital da República: estende os seus tentáculos aos demais estados. Não insistiremos, porém, em tal ponto, porque nos repugna lidar com a decomposição moral. Já nos bastam as neoplasias palpáveis que nos esforçamos por tratar sem ablações simplistas... Queremos apenas debuxar a improbidade e covardia imperantes nas esferas oficializadas do câncer. Por isso voltaremos ao caso em apreço. Houvesse a comição do SNC – era seu comezinho dever – relatado a verdade sobre o que realmente observara (apesar das lacunas de que propositadamente cercou a famigerada experimentação clínica a seu cargo), teria, sem a menor dúvida, reconhecido evidentes possibilidades terapêuticas no medicamento testado, o que traria honras e glórias para o Brasil, porquanto abriria horizonte para a solução do problema do câncer, beneficiando a milhões de desgraçados. Falseando, porém, a verdade, como fez, alcançou objetivos imediatistas que não merecem louvados: salvou da derrocada os processos “clássicos” e possibilitou o prosseguimento da suntuosa construção do Hospital do Instituto do Câncer – o maior da América do Sul –, a importação de bombas de cobalto-60, a criação de vasto corpo clínico e de 47 nosocômios assossiados para a cancerologia ortodoxa Brasil afora... Mas, fazia-se necessário consolidar a iníqua vitória impedindo, de qualquer forma, que a verdade flutuasse. “Os fins justificam os meios” (postulado de que se serviu o santo Loyola; e aí estava o ensinamento de Maquiavel: o afirmar com ousadia leva à vitória). E o diretor do Serviço Nacional do Câncer, Prof. Catedrático da Faculdade Nacional de Medicina do Rio de Janeiro serviu-se desse esdrúxulo conceito com rara mestria. Esquecendo as altas dignidades científicas que o revestem, degradando a si próprio, nivelando-se a inconscientes caluniadores e a mentirosos vulgares – faltando aos mais comezinhos princípios da verdade, vem a público injuriar, vilipendiar a vítima que ele próprio mandara imolar. E estava salvo, por essa manobra solerte, o “critério” da ignóbil palhaçada em que se transformaram as comprovações clínicas realizadas pelo SNC. Também não tardou (nem poderia faltar) a generosa recompensa oficial aos membros da comissão promotora da farsa, pela inominável felonia praticada. Um – que havia muito desempenhava função administrativa (chefe da seção de organizações e controle do Serviço Nacional do Câncer) e funcionara como secretário naquele tribuanl, e que, na véspera de serem inopinadamente suspensos os trabalhos experimentais, nos declarou espontaneamente que até aquele momento não tinha qualquer impressão objetiva da ação terapêutica do produto testado, exceto sua absoluta atoxidez (para posteriormente assinar, sem reservas, o laudo condenatório o que demonstra servilismo abjeto e inconsciência profissional) um – dizíamos – foi por passe de mágica transformado, graças à autopropaganda intensiva do SNC – em expoente da cancerologia clássica, sendo hoje cognominado professor! Vale abrir aqui um espaço para informar ao leitor que precisamente essa absoluta atoxidez do “Carboncellox”, medicamento que chegou a realizar curas de câncer, é a virtude peregrina em vão procurada pelos medalhões oficiais que já se vão inclinando à quimioterapia. Eis parte do que declarou o prof. Farder, da Harvard, ao encerrar-se em 12 de julho passado, o 7º Congresso Internacional do Câncer, em Londres (Correio da Manhã, 13-7-58): “Não se poderia entrar nas minúcias de todas as substâncias químicas que até agora foram tratadas no congresso. Mais de cem medicamentos são atualmente conhecidos, empregados ou experimentados, e dão resultados mais-ou-menos bons. No entanto, são todos limitados por aquela Eric Campos Bastos Guedes 14/16
  • 15. Sobre o Carboncellox – A Cura do Câncer toxidez de que falamos.” O segundo componente daquele tribunal, até então apagado “radioterapista”, viu-se guindado a diretor do “Maior Hospital de Câncer da América do Sul”!... (Também já é, pela imprensa, considerado professor...) Quanto ao terceiro membro, filho dileto de grande mestre da ciência médica do Brasil desconhecemos o galardão a que fez jus. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Todavia, o calvário do engenheiro Corain não ficou circunscrito à farsa representada no “modelar” Serviço sediado no Rio de Janeiro. Em seu Estado natal e o pesquisador ainda continua sob o guante do poderoso Sindicato do Câncer, de São Paulo. O Departamento de Saúde Pública desse Estado, a pedido da Assossiação Paulista de Combate ao Câncer (cujo primaz foi antecessor do atual Diretor do SNC), iniciou processo contra o descobridor do medicamento por “curandeirismo” e “charlatanismo”. Quando, porém, o acusado pleiteou um julgamento à luz de experimentações clínicas, aquele departamento foi procurar um professor de psiquiatria, (!) e obteve o seguinte atestado, que é o exemplo da maior monstruosidade jamais saída da pena de homem responsável por uma cátedra médica: “Não conheço, nunca vi o autor da descoberta do medicamento para combater o Câncer. E tampouco os doentes que foram submetidos ao seu tratamento. Não obstante, considero de máxima urgência o seu internamento no hospício para livrar a sociedade de um demente perigoso ou então sua remessa para a cadeia.” (sic!) [nota de rodapé: Eis aí, nosso estarrecido leitor, o curioso diagnóstico – simplista e “precoce” - que ocorreu àquele “gênio” da psiquiatria (ou “telepsiquiatria”?) nacional. Veredicto insólito e mesquinho que faria rubores de inveja ao mais desalmado inquisidor medieval. // Pena é que tamanha sordidez não possua, ao menos, o mérito da originalidade; há quase um século, a ignorância presunçosa – aliada à intransigência e à inveja – também remetia o húngaro Semmelweis para um asilo de alienados em Viena... Não obstante, em 1894, erigiram-lhe uma estátua em Budapeste, sua terra natal... // e antes mesmo de tão iluminado especialista patrício surpreender simultaneamente os mundos médico e jurídico com sua... “sábia” opinião, D'Autrec, o eminente cientista e indefesso propugnador da medicina escorreita, no sincero e corajoso livro que deixamos citado, já havia posto a descoberto a causa de certas atitudes oficiais. // “Se arrastam para o [tribunal] correcional os Blanchards, os Estripeauts, os Bernays, não é apenas porque eles curaram ilegalmente cancerosos; mas sobretudo porque mostraram, com fatos, a falsidade da ortodoxia oficial, arremeteram contra o dogma e comprometeram os interesses do monopólio.” (pág. 74). // Como se vê, nihil sub novum...] Ora, em face de tão “respeitável” parecer, imediatamente o Departamento de Saúde Pública do Estado de São Paulo desvencilhou-se do compromisso assumido, desistindo da experimentação, e enviou os autos à Polícia! Vários médicos foram então depor, dando seu testemunho quanto à eficiência do medicamento em centenas de casos, inclusive um, que merece registro especial. Fora Mestre do aludido “professor de psiquiatria” no Hospício Franco da Rocha; portanto sua categoria hierárquica não lhe seria inferior. Não hesitou em declarar que ele próprio, tendo sido vítima de um câncer e não confiando no valor da terapêutica clássica, recorrera ao medicamento brasileiro, com total êxito e ali estava cumprindo uma obrigação frente aos seus semelhantes!! Eric Campos Bastos Guedes 15/16
  • 16. Sobre o Carboncellox – A Cura do Câncer Afinal, seguiram os autos para Fôro Criminal. O Meritíssimo Juiz da 9ª Vara tomou conhecimento de seu conteúdo, e determinou a experimentação clínica. Nomeou uma comissão de médicos e pediu cooperação ao governo do Estado. O governador interino, em exercício, dando todo apoio ao judiciário mandou separar vinte leitos no Hospital das Clínicas, à Santa Casa de Misericórdia e ao Hospital Central A. C. Camargo, da Assossiação Paulista de Combate ao Câncer (esse último, o mesmo donde partira a denúncia). Pois bem, esses nosocômios, desobedecendo à ordem do juiz e à solicitação do governo que tantas verbas lhes concede, RECUSARAM ENTREGAR OS DOENTES PARA EXPERIMENTAÇÃO! É o fim dos tempos! Que se esboroe a dignidade profissional e científica, mas continue de pé o apanágio ortodoxo, eis o lema dos proprietários do câncer! . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Mais de três anos são decorridos (meados de 1955 a novembro de 58) desde que os figurões da cancerologia clássica nacional houveram por bem – desobedecendo e prostituindo as ordens de um chefe de Estado – transformar numa abominável farsa aquilo que deveria ser uma criteriosa e honesta experimentação científica: a comprovação terapêutica do “Carboncellox”. Dos pacientes testados, a que continuou o tratamento por esse produto, vivia, como dissemos, ainda há pouco tempo. Entretanto, seria interessante conhecer a sorte dos seis outros doentes que foram recambiados pela cancerologia convencional... Cabe ao Serviço Nacional do Câncer informar. Será que o faz?... Não acreditamos... . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Eric Campos Bastos Guedes 16/16

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