Por Que, Senhor ...?
Habacuque
Questiona a
Justiça de Deus.
Vivemos num mundo violento, cheio de injustiça. Os jornais trazem notícias
diárias de assaltos, assassinatos, atentados e...
Habacuque: Até quando, Senhor? (1:1-4)
Habacuque começa seu livro com uma série de perguntas:
"Até quando, Senhor, clama...
Deus: Trarei destruição (1:5-11)
Deus respondeu ao pedido de Habacuque, concordando
plenamente com sua queixa. O povo vi...
Habacuque: Assim, não! (1:12-17)
Quando ele ouviu a resposta de Deus, Habacuque ficou
apavorado. Podemos entender a reaç...
O Deus eterno não pode destruir seu povo escolhido: "Não morreremos".
• O Deus santo não pode contemplar o mal e a opress...
Habacuque: Esperando a resposta de Deus (2:1)
Depois de fazer suas perguntas, Habacuque mostrou uma atitude
admirável. E...
Deus: Motivos para castigar os caldeus (2:2-19)
Na primeira resposta, Deus prometeu trazer um povo cruel e violento (os
...
Habacuque: O servo diante do Deus santo (2:20 - 3:19)
Em contraste com os falsos deuses feitos por mão humanas, O Senhor,...
Conclusão: A mensagem consoladora (3:18-19)
Habacuque começou o livro tentando entender
o que Deus faz, e o terminou sem...
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Por que, senhor

Mt bom !
Published on: Mar 4, 2016
Published in: Education      
Source: www.slideshare.net


Transcripts - Por que, senhor

  • 1. Por Que, Senhor ...? Habacuque Questiona a Justiça de Deus.
  • 2. Vivemos num mundo violento, cheio de injustiça. Os jornais trazem notícias diárias de assaltos, assassinatos, atentados e ataques. Acreditamos que Deus domina tudo (Daniel 4:32), mas achamos difícil compreender a maldade que nos cerca. Pessoas inocentes são vítimas da crueldade de outros. Nações entram em conflitos uma contra outra. Olhamos para Deus com uma única pergunta: "Por que o Senhor permite tal violência e injustiça?" O profeta Habacuque viveu, provavelmente, uns 600 anos antes de Cristo, na terra de Judá. O pequeno livro dele relata uma discussão entre o profeta e o próprio Deus. Habacuque pergunta e Deus responde. Habacuque se sente alarmado pela resposta de Deus e faz uma segunda pergunta. Deus responde de novo, e Habacuque aceita, humildemente, a réplica do Senhor, dando louvor a ele num cântico de adoração. Habacuque faz a pergunta que nós gostaríamos de fazer, e recebe a resposta com a atitude que devemos mostrar. Leia o livro de Habacuque, e observe os pontos principais da conversa.
  • 3. Habacuque: Até quando, Senhor? (1:1-4) Habacuque começa seu livro com uma série de perguntas: "Até quando, Senhor, clamarei eu, e tu não me escutarás? Gritar-te-ei: Violência! E não salvarás? Por que me mostras a iniquidade e me fazes ver a opressão?" (1:2-3). Habacuque viu a violência de Jerusalém e a injustiça de seus líderes, e não entendeu a tolerância do Senhor. Nós, que moramos hoje em “grandes capitais como São Paulo”, poderíamos fazer a mesma pergunta, "porque o perverso cerca o justo, a justiça é torcida" (1:4). O profeta pediu justiça. Ele queria livramento divino para proteger os inocentes e castigar os malfeitores.
  • 4. Deus: Trarei destruição (1:5-11) Deus respondeu ao pedido de Habacuque, concordando plenamente com sua queixa. O povo violento e injusto merecia o castigo, e Deus o traria logo. Ele prometeu a justiça naquela geração. Mas, o instrumento da ira divina seria o povo caldeu, ou seja, os babilônios. Deus descreveu este povo forte e cruel. Disse que os caldeus faziam suas próprias leis (não respeitando a autoridade de ninguém), destruindo seus inimigos e adorando seu próprio poder como se fosse um deus.
  • 5. Habacuque: Assim, não! (1:12-17) Quando ele ouviu a resposta de Deus, Habacuque ficou apavorado. Podemos entender a reação dele, pensando em nossa circunstância atual. Imagine pedindo a justiça de Deus contra os malfeitores da sua cidade e ouvindo tal resposta assustadora. Deus chamaria um povo cruel e forte para destruir a cidade! Quando Habacuque pediu justiça, ele não imaginou medidas tão drásticas. Ele questionou este plano de Deus, utilizando uma série de argumentos. Leia este trecho cuidadosamente e considere as implicações de seus pontos principais, baseados no caráter de Deus:
  • 6. O Deus eterno não pode destruir seu povo escolhido: "Não morreremos". • O Deus santo não pode contemplar o mal e a opressão: "Tu és tão puro de olhos, que não podes ver o mal e a opressão não podes contemplar". Ž Como é que o Deus justo usaria um povo ímpio (Babilônia) para castigar um povo relativamente mais justo (Judá)?: "Por que, pois, toleras os que procedem perfidamente e te calas quando o perverso devora aquele que é mais justo do que ele?" • Como é que o Deus piedoso permitiria que o inimigo cruel alimentasse seu desejo de matar?: "A todos levanta o inimigo como o anzol, pesca-os de arrastão e os ajunta na sua rede varredoura; por isso, ele se alegra e se regozija.... Acaso, continuará, por isso, esvaziando a sua rede e matando sem piedade os povos? • Como o Deus verdadeiro pode usar um povo que adora seu próprio poder militar?: "Por isso, oferece sacrifício à sua rede e queima incenso à sua varredoura; porque por elas enriqueceu a sua porção".
  • 7. Habacuque: Esperando a resposta de Deus (2:1) Depois de fazer suas perguntas, Habacuque mostrou uma atitude admirável. Ele disse: "Por-me-ei na minha torre de vigia, colocar-me-ei sobre a fortaleza e vigiarei para ver o que Deus me dirá e que resposta eu teria à minha queixa." Habacuque questionou porque ele não compreendia os planos de Deus, mas ele mostrou reverência para com o Senhor. Ele não apontou o dedo de acusação para criticar as decisões de Deus. Aqui, aprendemos uma lição valiosa. Podemos perguntar, mas o homem jamais tem direito de contrariar a sabedoria de Deus. Habacuque não entendia e, por esse motivo, perguntou. Mas, ele não demonstrou a arrogância de algumas pessoas que se acham mais sábias que o próprio Deus. Ele não julgou a decisão de Deus. Habacuque simplesmente aguardou a resposta.
  • 8. Deus: Motivos para castigar os caldeus (2:2-19) Na primeira resposta, Deus prometeu trazer um povo cruel e violento (os caldeus ou babilônios) contra Judá. Mesmo assim, ele conheceu os pecados dos caldeus e traria castigo sobre eles. Os motivos dados aqui servem de advertência para todas as nações, inclusive as modernas. Deus preparou o castigo da Babilônia por estas razões: Acumular bens de outros (2:6-8). Pelas práticas desonestas e violentas, os caldeus acumularam bens que não pertenciam a eles. Tanto nações como indivíduos devem adquirir os seus bens por maneiras honestas. Deus castigará as pessoas e os povos que roubam e que não pagam as suas dívidas. •Confiar nas fortalezas humanas (2:9-11). Os caldeus usaram a riqueza conquistada em guerras para fortalecer sua própria nação. Colocaram seu "ninho" em lugar alto, achando que nenhum inimigo teria condições de invadi-lo. Até hoje, as nações se enganam da mesma maneira. Confiam nos seus sistemas de defesa e na força militar enquanto esquecem do princípio revelado por Deus há muitos séculos: "A justiça exalta as nações, mas o pecado é o opróbrio dos povos" (Provérbios 14:34).
  • 9. Habacuque: O servo diante do Deus santo (2:20 - 3:19) Em contraste com os falsos deuses feitos por mão humanas, O Senhor, porém, está no seu santo templo; cale-se diante dele toda a terra" (2:20). Habacuque ouviu a segunda resposta de Deus e se sentiu "alarmado" (3:2). Ele não questionou mais. O capítulo 3 é um cântico de louvor, no qual o profeta reconhece a sabedoria, a justiça e o poder de Deus e se mostra absolutamente submisso a ele. Observe, na sua leitura do capítulo, os seguintes pontos: Habacuque pede misericórdia (3:2). Ele sabe que Deus age em justiça, mas ele também conta com a piedade do Senhor. • O profeta louva a Deus, dando glória pelo poder e pela sabedoria dele. Ele destaca o poder divino, reconhecendo que Deus usa sua grande força para aplicar justiça. • Habacuque vê Deus como muito maior do que o universo e, obviamente, muito superior aos inimigos humanos que ameaçam os justos. • O profeta se sente fraco, suportando a grandeza da revelação com grande dificuldade. ‘ Habacuque deposita sua plena confiança no Senhor, dizendo que continuará louvando a ele, mesmo se não sobrar nada para sua alimentação.
  • 10. Conclusão: A mensagem consoladora (3:18-19) Habacuque começou o livro tentando entender o que Deus faz, e o terminou sem compreender, totalmente, a justiça e a sabedoria de Deus. Mas, ele aprendeu o mais importante, a mensagem que nos sustenta no meio de angústias: Não precisamos compreender tudo que Deus faz, mas precisamos saber que é Deus que faz!