PARAR DE FUMAR É A
AÇÃO ISOLADA MAIS
IMPORTANTE QUE UM
FUMANTE PODE
TOMAR PARA MELHORAR
A SUA SAÚDE.
 Maior causa, isolada, evitável de doença e morte
> risco de câncer, doenças cardiovasculares e
respiratórias (OMS).
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Prevenir a iniciação ao fumo
por jovens e crianças.
Estimular o abandono do
cigarro pelos já
dependentes.
Eliminar...
 sensibiliza o conjunto dos indivíduos (no local de trabalho)
para a importância do tabagismo na queda da qualidade de
...
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 a ambivalência recorrente: “por que quero
parar? às vezes acho que não quero.”
 a irritação e até tristeza: “às vezes...
 O tabagismo é uma doença crônica que
desencadeia e/ou agrava mais de 50 doenças, a
maioria grave, limitantes e muitas ...
 A prevalência de tabagismo é maior no sexo
masculino, nos indivíduos com menor grau de
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Em Curitiba, dos 13 aos 15 anos,
39% dos meninos e 51% das
meninas já experimentaram
fumar cigarro.
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O tabagismo, antes visto como estilo
de vida, é atualmente reconhecido
como uma dependência química,
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 A dependência química à nicotina é complexa, tem
componentes: físicos, responsáveis por sintomas de
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 A maioria dos estudos de cessação de fumar
demonstra que a parada definitiva acontece após
várias tentativas malsucedi...
 O tratamento do fumante tem como eixo
fundamental a Abordagem Motivacional,
utilizando Técnicas Cognitivo-
Comportame...
 Foque na cessação de fumar.
 Aborde e trate o tabagismo como dependência química.
 Aborde a todos, independente, da ...
 http://www.saude.curitiba.pr.gov.br/images
/programas/arquivos/tabagismo_001.pdf
Prevenção e promoção_à_saúde_tabagismo
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Prevenção e promoção_à_saúde_tabagismo

Published on: Mar 4, 2016
Source: www.slideshare.net


Transcripts - Prevenção e promoção_à_saúde_tabagismo

  • 1. PARAR DE FUMAR É A AÇÃO ISOLADA MAIS IMPORTANTE QUE UM FUMANTE PODE TOMAR PARA MELHORAR A SUA SAÚDE.
  • 2.  Maior causa, isolada, evitável de doença e morte > risco de câncer, doenças cardiovasculares e respiratórias (OMS).  O tabagismo está relacionado a:  30% das mortes por câncer (boca, laringe, bexiga, etc.)  90% das mortes por câncer de pulmão  25% das mortes por doença coronariana (infarto do miocárdio)  85% das mortes p/ doença pulmonar obstrutiva crônica (bronquite e enfisema)  25% das mortes por doenças cerebrovasculares (derrames)
  • 3. Prevenir a iniciação ao fumo por jovens e crianças. Estimular o abandono do cigarro pelos já dependentes. Eliminar a exposição ao fumo passivo.
  • 4.  sensibiliza o conjunto dos indivíduos (no local de trabalho) para a importância do tabagismo na queda da qualidade de vida / na queda da qualidade do ambiente de trabalho;  institui coerência para intervir no problema;  reduz prevalência de tabagismo (10%);  elimina a poluição ambiental (decorrente da FAT);  reduz dano para o fumante que continua fumando ;  diminui a quantidade de cigarros fumados no trabalho;  reduz a exposição do próprio fumante à corrente secundária do cigarro ao orientar o fumo no fumódromo.
  • 5. “Por que quero parar ? Às vezes acho que não quero, às vezes acho injusto que algo tão bom e que me ajuda a aliviar a tensão e relaxar, tenha de ser prejudicial para mim. Por que as conseqüências têm que ser tão ruins?”
  • 6.  a ambivalência recorrente: “por que quero parar? às vezes acho que não quero.”  a irritação e até tristeza: “às vezes acho injusto que algo tão bom ...  por que as consequências têm que ser tão ruins?”  ter no cigarro uma fonte de prazer e uma ferramenta para lidar com a ansiedade e o stress: “ ... algo tão bom e que me ajuda a aliviar a tensão e relaxar.”  ter noção que o cigarro é nocivo: “por que as conseqüências têm que ser tão ruins?”
  • 7.  O tabagismo é uma doença crônica que desencadeia e/ou agrava mais de 50 doenças, a maioria grave, limitantes e muitas vezes fatais.  O tabagismo é uma doença pediátrica, 90% dos adultos fumantes começaram a fumar na infância ou na juventude, antes dos 19 anos de idade.  Fumar é poluir; a fumaça ambiental do tabaco (FAT), decorrente do ato de fumar, é a principal fonte de poluição de ambientes internos, como o domiciliar, o de trabalho e o de lazer, constituindo-se em risco para a saúde dos não-fumantes.
  • 8.  A prevalência de tabagismo é maior no sexo masculino, nos indivíduos com menor grau de escolaridade e mostra tendência de menor diminuição entre as mulheres.  Em 2006, o MS revelou uma prevalência de tabagismo em Curitiba de 18,8% na população de 18 anos ou mais, a quinta maior prevalência entre as 26 capitais pesquisadas, mais o Distrito Federal.  • A prevalência de tabagismo para o sexo masculino foi de 21,1% e 15,9% para o feminino: terceira maior prevalência para as mulheres entre as 27 cidades pesquisadas.
  • 9. Em Curitiba, dos 13 aos 15 anos, 39% dos meninos e 51% das meninas já experimentaram fumar cigarro. Pesquisa Domiciliar de Opinião Pública com a População sobre Tabagismo (Curitiba, Paraná Pesquisas, 2006), aponta que 84,82% dos fumantes querem parar de fumar.
  • 10. O tabagismo, antes visto como estilo de vida, é atualmente reconhecido como uma dependência química, está classificado internacionalmente no grupo dos transtornos mentais e de comportamento decorrente do uso de substâncias psicoativas – na CID - 10, com o código F17.2.
  • 11.  A dependência química à nicotina é complexa, tem componentes: físicos, responsáveis por sintomas de abstinência quando se deixar de fumar; psicológicos, responsáveis pela sensação de ter no cigarro um apoio para as horas de stress, solidão, desamparo, entre outros; comportamentais, resultado de condicionamentos, representados por associações e hábitos com o fumar e seus significados: fumar e tomar café, fumar e trabalhar, fumar e dirigir, fumar e consumir bebidas alcoólicas, fumar após as refeições, fumar e “estar consigo mesmo”, etc.  Com tanta informação hoje disponível, somente um droga pesada em potencial de drogadição – de viciar e de recaídas – como a nicotina, para explicar porque as pessoas fumam.  Embora, os fumantes já possuam noção que fumar é nocivo à saúde, a maioria desconhece as principais doenças tabaco-associadas, seus sinais e sintomas.  A nicotina é a droga da recaída. A recaída faz parte do processo de cessação definitiva.
  • 12.  A maioria dos estudos de cessação de fumar demonstra que a parada definitiva acontece após várias tentativas malsucedidas. Portanto, a recaída não deve servir de desestímulo para o profissional de saúde e muito menos para o fumante.  O fumante que tentou parar e recaiu deverá ser estimulado a tentar novamente.  O fumante tem no cigarro uma fonte de prazer e uma ferramenta para lidar com a ansiedade e o stress.  Ele fuma, na maioria das vezes, não por que queira mas porque precisa. Deverá aprender a utilizar outras ferramentas para o seu equilíbrio, como exemplo, a atividade física.  Por fumar para suprir sua dependência química, o fumante não consegue perceber que o cigarro, na realidade, não é prazeroso ou que o acalme.
  • 13.  O tratamento do fumante tem como eixo fundamental a Abordagem Motivacional, utilizando Técnicas Cognitivo- Comportamentais que consistem em discutir: as crenças e os pensamentos gerados pela dependência química, trabalhar os seus efeitos psicológicos e os condicionamentos associados ao fumar e o treinamento de habilidades individuais.
  • 14.  Foque na cessação de fumar.  Aborde e trate o tabagismo como dependência química.  Aborde a todos, independente, da idade e do tempo de tabagismo.  Ressalte mais os benefícios de parar de fumar, associando o abandono do fumo à melhoria na qualidade de vida e nas mudanças de comportamento.  Aborde, também o não-fumante, pergunte sempre se não está exposto à FAT, relate os riscos para a saúde desta exposição e os efeitos do tabagismo passivo na condição clínica atual (se houver).  Dê ênfase para o sucesso do ex-fumante, nunca esqueça de parabenizá-lo pelo fato de ter parado de fumar, este reforço é muito importante e ajuda na prevenção da recaída.  Para o ex-fumante que apresentar, sinais e sintomas de doenças tabaco-relacionadas e ou que podem ser agravadas com o tabagismo, relate estes efeitos na condição clínica atual, motivando-o, ainda mais, a persistir na sua decisão de ficar longe do cigarro.
  • 15.  http://www.saude.curitiba.pr.gov.br/images /programas/arquivos/tabagismo_001.pdf

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