QUANDO É PRECISO LER OS CLÁSSICOS livros interessantes que ninguém lê
DIGESTÃO INTELECTUAL Ler os clássicos Ter capacidade de recepçãoDerrubar as próprias categorias mentais ...
O MUNDO DA CULTURA• Interpretação e instrumentalização• Interesses econômicos, políticos e ideológicos• Arsenal ment...
APRENDER DOS CLÁSSICOS• Fixar um horário de estudo diário• Ter uma pessoa erudita a quem recorrer• Formar um grupo de estu...
O QUE É UM CLÁSSICO
INESGOTÁVEL• Nunca termina de Homero • Ilíada dizer tudo • Odisseia• Vasto como o ...
SEMPRE NOVO• Revela as constantes Anônimos medievais que fazem parte de • Canção dos ...
FASCINANTE• Sua leitura Santo Agostinho surpreende • As Confissões• ...
NÃO SE PODE DESPREZAR• Tende a ser pouco Gonçalves Dias • Canção do exílio ...
MARCANTE E INFLUENTE• Impõe-se como T. S. Eliot • The Waste Land inesquecível e se ...
VERDADEIRO• Revela o que já é J. R. R. Tolkien sabido • Senhor dos ...
JOÃO CARLOS NARA JÚNIOR@narajr
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Por que ler os clássicos

Published on: Mar 4, 2016
Source: www.slideshare.net


Transcripts - Por que ler os clássicos

  • 1. QUANDO É PRECISO LER OS CLÁSSICOS livros interessantes que ninguém lê
  • 2. DIGESTÃO INTELECTUAL Ler os clássicos Ter capacidade de recepçãoDerrubar as próprias categorias mentais Usar o “coador” da memória Aprender a arquivar Reproduzir as ideias Comprovar as próprias descobertas Aprender a arte de expressar-se
  • 3. O MUNDO DA CULTURA• Interpretação e instrumentalização• Interesses econômicos, políticos e ideológicos• Arsenal mental e critério de juízo• Eleger modelos• Visar à excelência• Planejamento e ordem
  • 4. APRENDER DOS CLÁSSICOS• Fixar um horário de estudo diário• Ter uma pessoa erudita a quem recorrer• Formar um grupo de estudo• Estudar latim e retórica• Ler clássicos literários de pelo menos três idiomas• Imitar a forma de escrever desses clássicos• Estudar os filósofos clássicos antes dos modernos• Conhecer a Bíblia, especialmente o Pentateuco
  • 5. O QUE É UM CLÁSSICO
  • 6. INESGOTÁVEL• Nunca termina de Homero • Ilíada dizer tudo • Odisseia• Vasto como o mar, sempre diverso Virgílio• É como que um • Eneida equivalente do universo, à semelhança dos Dante Alighieri antigos talismãs • Divina Comédia
  • 7. SEMPRE NOVO• Revela as constantes Anônimos medievais que fazem parte de • Canção dos Nibelungos • Beowulf nossos mecanismos interiores e cuja Shakespeare origem havíamos • Hamlet • Macbeth esquecido • Romeu e Julieta • Otelo• Sua releitura é uma leitura de descoberta John Milton • Paraíso Perdido como a primeira
  • 8. FASCINANTE• Sua leitura Santo Agostinho surpreende • As Confissões• Contradiz a imagem que dele se costuma São Thomas fazer More• Reclama a leitura • Utopia direta dos textos originais, evitando o C. S. Lewis mais possível críticas • Os quatro amores e comentários
  • 9. NÃO SE PODE DESPREZAR• Tende a ser pouco Gonçalves Dias • Canção do exílio • I-Juca-Pirama frutuoso na juventude por causa das distrações, inexperiên Machado de cia e impaciência Assis • Memorial de Aires• Traz • Memórias Póstumas de Brás Cubas maturidade, relegand o as modas Guimarães Rosa • Grande Sertão: passageiras a barulho Veredas • Sagarana de fundo
  • 10. MARCANTE E INFLUENTE• Impõe-se como T. S. Eliot • The Waste Land inesquecível e se oculta nas dobras da memória Leon Tolstoi• Fornece • Ana Karenina modelos, recipientes, • Guerra e Paz termos de comparação, escalas John Henry de valores, esquemas Newman • Apologia pro de vita sua classificação, paradig mas de beleza
  • 11. VERDADEIRO• Revela o que já é J. R. R. Tolkien sabido • Senhor dos Anéis• Revela que ele o dissera primeiro Stephan• Revela a relação de Zweig • Maria Antonieta origem, tornando-se, assim, propriedade do leitor e vice-versa Lewis Carroll • Alice no País das Maravilhas
  • 12. JOÃO CARLOS NARA JÚNIOR@narajr

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