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Objetivo da dissertação Investigar se os governos municipais valorizam e oportunizam a formação dos profissionais de...
Estratégias metodológicas Análise dos blocos 4 e 5 dos questionários respondidos pelos municípios da Região Metro...
Referencial teóricoPolíticas públicas: Educação infantil:  Campos; Corsino e Nunes; Kishimoto; Kramer. Formação ...
Estrutura da dissertação Capítulo 1 – Educação infantil e formação de profissionais: a política nacional e as políti...
Capítulo 3Porque quando teve a contratação, muitosestimuladores não sabiam o que iam fazer, entãomuitos deles queriam troc...
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Capítulo 3O que ela está colocando é que a escola estásentindo uma necessidade de se estudar parasaber, embasada em que el...
Capítulo 3 Mas enquanto município, a gente fica na zona de conforto. A gente cumpre a legislação. Enquanto os fóruns briga...
Capítulo 3 Hoje existe uma exigência legal de que todos os estimuladores tenham também a formação de professores. E aí nós...
Capítulo 3 É um plano antigo, mas ele é bem ousado (Coordenadora). Até porque muda de nível. Por exemplo, uma pessoa com m...
Conclusões A capacidade financeira dos municípios e os modos de fazer política devem ser levados em consideração ...
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Políticas públicas, formação e escolaridade dos profissionais de educação infantil nas redes municipais. (Camila Barros)

I Jornada de Educação Infantil e Primeiros Anos do Ensino Fundamental - UFRRJ - Campus Nova Iguaçu - 26 de maio de 2012
Published on: Mar 4, 2016
Published in: Education      
Source: www.slideshare.net


Transcripts - Políticas públicas, formação e escolaridade dos profissionais de educação infantil nas redes municipais. (Camila Barros)

  • 1. “Ainda temos muito para caminhar, mas a menina dos olhos é a formação”: Políticas públicas e escolaridade de profissionais da educação infantilDissertação de mestrado, Departamento de Educação, PUC-Rio Camila dos Anjos Barros
  • 2. Objetivo da dissertação Investigar se os governos municipais valorizam e oportunizam a formação dos profissionais de educação infantil em nível superior.Perguntas centrais:  As Secretarias Municipais de Educação desenvolvem ações no sentido de que os profissionais de educação infantil tenham formação superior? Caso desenvolvam, quais são essas ações? Caso não, quais as razões?
  • 3. Estratégias metodológicas Análise dos blocos 4 e 5 dos questionários respondidos pelos municípios da Região Metropolitana do Rio de Janeiro; Análise de dados do Inep sobre a escolaridade dos profissionais de creche e pré-escola nesses municípios; Análise da categoria “Formação”, construída a partir das entrevistas realizadas em 24 municípios do estado do Rio de Janeiro; Realização de uma entrevista sobre ingresso e carreira dos profissionais de educação infantil em um município selecionado.
  • 4. Referencial teóricoPolíticas públicas: Educação infantil:  Campos; Corsino e Nunes; Kishimoto; Kramer. Formação de professores:  Freitas; Brzezinski, Weber.Estudos da linguagem:  Bakhtin.
  • 5. Estrutura da dissertação Capítulo 1 – Educação infantil e formação de profissionais: a política nacional e as políticas municipais. Capítulo 2 – O campo empírico e os dados do questionário: buscando a materialidade das condições objetivas. Capítulo 3 – As entrevistas: buscando a materialidade dos discursos.
  • 6. Capítulo 3Porque quando teve a contratação, muitosestimuladores não sabiam o que iam fazer, entãomuitos deles queriam trocar de qualquer jeito.Esse profissional não está preparado para isso.Ele não sabe o quê que é. Eles não conhecem arealidade da creche e vão pensando que é umacoisa e quando chegam lá é outra. Então, esseprofissional tem que ser bem preparado. (Laura -município 40)
  • 7. Capítulo 3O nosso professor, é raro o professor que nãotem faculdade, são pouquíssimos. Nossosprofessores, de um modo geral, a maioria já temfaculdade, pedagogia ou outra, mas tem.(Monique - município 02)Eu fiz um levantamento de professores, daformação de professores. A gente não temninguém com menos de graduação, é muitopouco. É mestrado, é pós. (Elizete - município 58)
  • 8. Capítulo 3O que ela está colocando é que a escola estásentindo uma necessidade de se estudar parasaber, embasada em que ela tem aquela prática.E não porque alguém orientou daquele jeito. Elessentem necessidade de buscar e estudar. Àsvezes o professor parece uma nuvem vazia.Alguém chega, orienta, e ele vai para um lado.Depois outro chega de outro jeito e ele muda. Porquê? Porque ele não tem consolidada a suaprópria fundamentação. (Catarina – município 39)
  • 9. Capítulo 3 Mas enquanto município, a gente fica na zona de conforto. A gente cumpre a legislação. Enquanto os fóruns brigam porque você sabe que isso dá demanda, aí depois a gente vai para Brasília, aquela coisa. Enquanto os fóruns estão brigando, aí tem o fórum da educação infantil. Enquanto os fóruns estão brigando, a gente fica na zona de conforto. E a gente atende à legislação (Subsecretária).
  • 10. Capítulo 3 Hoje existe uma exigência legal de que todos os estimuladores tenham também a formação de professores. E aí nós fizemos adesão enquanto município ao Proinfantil (Subsecretária). O que a gente está fazendo é a adesão àquele programa do governo federal: Plataforma Freire. Nós fizemos a adesão e os profissionais que querem fazer uma segunda graduação ou uma graduação, eles entram e a gente autoriza (Subsecretária).
  • 11. Capítulo 3 É um plano antigo, mas ele é bem ousado (Coordenadora). Até porque muda de nível. Por exemplo, uma pessoa com mestrado, ele sobe de nível, também. Além de ele ter o seu salário garantido no período de estudo, mestrado e doutorado, depois ele muda de nível. E é uma mudança significativa (Subsecretária).
  • 12. Conclusões A capacidade financeira dos municípios e os modos de fazer política devem ser levados em consideração na análise das políticas municipais de educação; No estado do Rio de Janeiro, destacaram-se as parcerias entre a instância municipal e federal e a quase ausência da instância estadual; O reconhecimento da importância da formação dos professores está muito presente nos discursos; No entanto, os dados mostram percentuais tímidos de profissionais formados em nível superior;