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 Grupos não dominantes com características distintas da sociedadeenvolvendo, sendo estas étnicas, linguísticas ou religio...
 Grupos étnicos (afrodescendentes, indígenas entreoutros) Alguns segmentos religiosos (tais como espíritas,hindus, islãs...
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Há mais de duas décadas, o relacionamentosexual entre pessoas do mesmo sexo não é mais,por si só, considerado doença pela ...
 A homossexualidade existe desde os primórdios dahumanidade, ainda que em nenhuma época, a sociedade ou culturatenha sido...
 Na atualidade, a orientação homossexual é menosdiscriminada em países escandinavos, nos Estados Unidos, naHolanda e no J...
 A teoria mais influente na Psiquiatria do século passado defendeuque a homossexualidade é a expressão de uma tendência u...
 Programa Brasil sem Homofobia (Ministério da Saúde/ConselhoNacional de Combate à Discriminação); Parâmetros Curriculare...
Na vivência em sala de aula percebeu-se que ensinar e aprender sãoprocessos que exigem e resultam em uma grande interação ...
Para muitos professores com os quais houve e há convivência, os alunossão geralmente, caracterizados pelo negativo. Alguns...
Não há fórmulas, pois, quando lidamos com educação, lidamos comprocessos e mudanças, e as mudanças não se dão da noite par...
Como as escolas vêm trabalhando adiversidade sexual? Existem meios administrativos ejurídicos na escola para trabalhar com...
Políticas afirmativas para o segmento lgbt
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Políticas afirmativas para o segmento lgbt

Published on: Mar 4, 2016
Source: www.slideshare.net


Transcripts - Políticas afirmativas para o segmento lgbt

  • 1. Políticas Públicas em EducaçãoUniversidade Castelo BrancoProf.ª. Stella RochaAlunos: Guilherme LemosLuiz Henrique FerreiraPriscila FigueiredoRodrigo Gomes
  • 2.  São políticas focais que alocam recursos em benefício de pessoaspertencentes a grupos discriminados e vitimados pela exclusãosocioeconômica no passado ou no presente. Trata-se de medidas que têm como objetivo combaterdiscriminações étnicas, raciais, religiosas, de gênero ou de casta,aumentando a participação de minorias no processo político, noacesso à educação, saúde, emprego, bens materiais, redes deproteção social e/ou no reconhecimento cultural.
  • 3. Incremento da contratação e promoção de membros de gruposdiscriminados no emprego e na educação por via de metas: cotas, bônus ou fundos de estímulo; bolsas de estudo; empréstimos e preferência em contratos públicos; determinação de metas ou cotas mínimas de participação na mídia, na política eoutros âmbitos; reparações financeiras; distribuição de terras e habitação; medidas de proteção a estilos de vida ameaçados; e políticas de valorização identitária.
  • 4.  I – o termo minoria inclui, dentro do conjunto da população,apenas aqueles grupos não dominantes, que possuem edesejam preservar tradições ou características étnicas,religiosas ou linguísticas estáveis, marcadamente distintasdaquelas do resto da população; II – tais minorias devem propriamente incluir um número depessoas suficiente em si mesmo para preservar tais tradiçõese características; III – tais minorias devem ser leais ao Estado dos quaissejam nacionais;
  • 5.  Grupos não dominantes com características distintas da sociedadeenvolvendo, sendo estas étnicas, linguísticas ou religiosas;permanência como grupos distintos, preservando suas característicasdistintivas. Segundo Jules Deschênes, em 1985, uma minoria é formada por umgrupo de cidadãos de um Estado, constituindo minoria numérica e emposição não dominante no Estado, dotada de características étnicas,religiosas ou linguísticas que diferenciam daquelas da maioria dapopulação, tendo um senso de solidariedade um para com o outro,motivado, senão apenas implicitamente, por uma vontade coletiva desobreviver e cujo objetivo é conquistar igualdade com a maioria, nosfatos e na lei. Segundo Norbert Rouland “não existem minorias propriamente ditas,elas apenas se definem estruturalmente. São grupos postos emsituação minoritária pelas relações de força e de direito, que ossubmetem a outros grupos no seio de uma sociedade global cujosinteresses estão ao cargo de um Estado que opera a discriminação,quer por meio de estatutos jurídicos, quer graças aos princípios deigualdade cívica”.
  • 6.  Grupos étnicos (afrodescendentes, indígenas entreoutros) Alguns segmentos religiosos (tais como espíritas,hindus, islãs entre outros) Deficientes Físicos (sem distinção de deficiência) Homossexuais (dentro desta classe incorpora-se o quese chama que grupo LGBT – Lésbicas, Gays,Bissexuais, Travestis e Transgêneros) Entre outros
  • 7. “A homossexualidade não constituipor certo nenhuma vantagem, mas não énada de que se deva ter vergonha, não énenhum vício nem degradação, nãopodendo ser classificada como doença;consideramo-la uma variação das funçõessexuais produzidas por certa parada nodesenvolvimento sexual” (Freud, 1951, p.789).Carta a uma mãe americana9 de Abril de 1935
  • 8. Há mais de duas décadas, o relacionamentosexual entre pessoas do mesmo sexo não é mais,por si só, considerado doença pela AssociaçãoPsiquiátrica Americana. O comportamentohomossexual e o heterossexual são referidos cadavez mais como polos opostos de um abrangenteespectro da orientação sexual, cujas origensnecessitam ser melhor definidas e compreendidas.
  • 9.  A homossexualidade existe desde os primórdios dahumanidade, ainda que em nenhuma época, a sociedade ou culturatenha sido a prática sexual predominante. A homossexualidade era praticada pelos romanos, desde oinício da Civilização. Não é consenso, entretanto, entre osestudiosos do assunto, que os gregos incentivassem a relação deum homem mais velho (e sábio) com um jovem. Por outro lado,essa tendência parece ter influenciado romanos e persas a secontraposto à cultura judaica que valorizou a heterossexualidade,por sua função procriadora. A tradição judaica se transmitiu aoscristãos que, no entanto valorizaram acima de qualquer tipo deprática sexual, a manutenção da castidade.
  • 10.  Na atualidade, a orientação homossexual é menosdiscriminada em países escandinavos, nos Estados Unidos, naHolanda e no Japão; é aceita com importantes restrições em paísescom tradição machista como os latino-americanos e é consideradacrime em países socialmente conservadores, como no mundoárabe e na África. Mas já se pode constatar que o século XXIficará na História, identificado como uma época de mudançassociais significativas em relação à homossexualidade.
  • 11.  A teoria mais influente na Psiquiatria do século passado defendeuque a homossexualidade é a expressão de uma tendência universaldo ser humano, decorrente de uma predisposição bissexual,biologicamente determinada. Dentro da homossexualidade encontram-se as seguintesdisposições: Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transgêneros(Formando assim, o grupo LGBT – reconhecido pela AssociaçãoBrasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transgêneros“ABGLT”). Apesar do progresso das neurociências, o conhecimentosobre as determinantes da orientação sexual humana continuainsuficiente. Não há nenhum elenco de fatores, até o momento,que explique completamente todos os padrões homossexuais.
  • 12.  Programa Brasil sem Homofobia (Ministério da Saúde/ConselhoNacional de Combate à Discriminação); Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) – Temas Transversais:Orientação Sexual (Ministério da Educação) PLC 122 – Projeto de Lei da Câmara nº 122/06 visa criminalizar adiscriminação motivada unicamente na orientação sexual ou naidentidade de gênero da pessoa discriminada (ainda em discussão nacâmara dos deputados); Programa Rio sem Homofobia (Secretaria de Assistência Social eDireitos Humanos - SEASDH); Resolução nº 175/2013 (Dispõe sobre a habilitação, celebração decasamento civil, ou de conversão de união estável em casamento, entrepessoas de mesmo sexo – Conselho Nacional de Justiça).
  • 13. Na vivência em sala de aula percebeu-se que ensinar e aprender sãoprocessos que exigem e resultam em uma grande interação entre professores ealunos. Interação esta que se torna mais rica, quando os educadores conhecemos alunos, sabem como vivem, e suas lógicas de aprendizagens, como serelacionam com os saberes e valores instituídos e difundidos pela Escola, ecomo merecem ser respeitados nesse espaço.Conhecer mais sobre os saberes, sobre os valores, sentidos esignificados construídos pelos jovens homossexuais em sua passagem pelaescola, é também acreditar que este conhecimento poderia ajudar muito narelação professor-aluno e na apropriação, por alunos e professores dos saberesescolares.
  • 14. Para muitos professores com os quais houve e há convivência, os alunossão geralmente, caracterizados pelo negativo. Alguns destes professores já trazemconsigo uma definição de como os jovens deveriam ser e agir.Um fato relevante para o interesse no estudo de jovens homossexuais foi àdificuldade de convivência, socialização ou angústia do aluno dentro do espaçoescolar. Não poder se expressar, ser rotulado, ser alvo de bullying homofóbico –leia-se brincadeirinhas de mau gosto em salas de aula – tanto por parte dos colegasquanto dos professores, chamou a atenção para o trabalho que a escola está ou nãofazendo quanto à discussão da sexualidade e por consequência dahomossexualidade em seu meio.A escola deve ser um espaço onde seja possível experimentar e vivenciar adiversidade. A escola é um espaço de formação crítica e de direito para todo ocidadão. Um lugar onde podemos descobrir, através do convívio, nossas afinidades,nossas vontades e a nossa forma de ser...
  • 15. Não há fórmulas, pois, quando lidamos com educação, lidamos comprocessos e mudanças, e as mudanças não se dão da noite para o dia. Mas,colocamos abaixo algumas sugestões quando o tema é Sexualidade... Identifique a cultura da escola e estabeleça um código de comportamento; Não exponha nem inferiorize o aluno por ter agido de maneiro inesperada pelogrupo; Imponha limites sem traumatizar; Use sempre termos científicos; No âmbito educacional não torne sua crença religiosa uma “verdade absoluta”, ainstituição escolar é um espaço Laico, sendo a religião uma expressão da esferaprivada, ela não pode interferir na vida escolar que é de esfera pública. Procure ajuda se não se sentir seguro para falar do assunto. Peça ajuda acoordenação pedagógica e a direção escolar quando achar necessário. Pesquise a temática, procure entender sobre o tema para melhorar e fundamentar emsua atuação profissional.
  • 16. Como as escolas vêm trabalhando adiversidade sexual? Existem meios administrativos ejurídicos na escola para trabalhar com esse tema?

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