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FICHA DE TRABALHO DE PORTUGUÊS SOBRE GRAMÁTICA
***FUNÇÕES SINTÁTICAS***
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a) sujeito simples.
b) modificador do grupo verbal.
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d) modificador restritivo do nome.
14. Em relação à ultima frase do texto — “O leão bem a procurou, mas não se atreveu a...
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Porque a tartaruga vive na água- funções sintáticas

ficha de escolha múltipla sobre funções sintáticas-com correção
Published on: Mar 4, 2016
Published in: Education      
Source: www.slideshare.net


Transcripts - Porque a tartaruga vive na água- funções sintáticas

  • 1. 1 FICHA DE TRABALHO DE PORTUGUÊS SOBRE GRAMÁTICA ***FUNÇÕES SINTÁTICAS*** PORQUE É QUE A TARTARUGA VIVE NA ÁGUA 5 10 15 20 25 30 35 Diz-se que os amigos são para as ocasiões. O que não significa que, por preguiça, os tenhamos de explorar nos tempos de carestia. É este o fundo desta fábula camaronesa. Na floresta de Bonandjo, viviam Nguila Nyama (o leão), Wudu (a tartaruga) e Mbo (o cão), que eram muito amigos e cujo lema era «Unidade, solidariedade e partilha». Nguila Nyama era o mais novo e, durante a estação seca, preocupado com o futuro, resolveu plantar um pomar de mangas para comer durante a carestia. Wudu e Mbo, confiando na solidariedade de Nguila Nyama – que certamente não negaria comida aos amigos –, passavam o tempo a divertir-se. O tempo ia passando, Nguila Nyama colhia os frutos do seu pomar, enquanto a terra se tornava cada vez mais árida por falta de chuva. Como Wudu e Mbo não encontravam nada para comer, pediram ajuda a Nguila Nyama, mas este recusou dar-lhes mangas. Então, eles resolveram roubar-lhe a fruta. Wudu virou-se para Mbo e disse-lhe: «Amigo, como tu ladras por tudo e por nada, quando estivermos no pomar tens de manter a boca fechada, mesmo que te caia uma manga em cima da cabeça. Ai de nós se o leão nos descobrir!» Mbo respondeu: «Não te preocupes, que vou fazer o que me dizes.» Os dois amigos foram roubar fruta a primeira vez, e correu-lhes bem. Foram lá outra vez e tudo correu às mil maravilhas. E como não há duas sem três, combinaram voltar ao pomar do leão no fim da semana. Entretanto, Nguila Nyama apercebeu-se de que as suas mangas estavam a diminuir e que os amigos não apareciam tão amiúde em sua casa, andando a vaguear pelos arredores. Wudu e Mbo foram então ao mangal levando consigo dois sacos e uma faca. Nesse dia fazia realmente calor e o vento era tão forte que, de vez em quando, fazia cair os frutos das árvores. Desde manhãzinha que o leão estava à espreita por detrás de um embondeiro para ver quem é que lhe roubava a fruta. Por volta do meio-dia, a tartaruga e o cão chegaram ao pomar e puseram-se a colher frutos, mas o leão não deu por eles, porque adormecera com o calor. Os dois amigos encheram os sacos, mas, quando se afastavam, uma rajada de vento fez cair uma manga sobre a couraça da tartaruga. Esta a custo conteve um grito, mas fez uns esgares de dor que levaram o cão a dar uma sonora gargalhada. Mas foi interrompido rapidamente, porque também uma manga lhe caiu na cabeça e ele desatou a latir. Nguila Nyama, acordando de sobressalto, começou a persegui-los; o cão foi mais lesto e conseguiu fugir; a tartaruga só pôde esconder-se debaixo de um abacateiro. O leão procurava pelo menos os sacos cheios de fruta que eles não conseguiram levar. Nesse instante, um rouxinol, que assistira a tudo, começou a cantar: «Debaixo do abacateiro, atrás do tronco do abacateiro!» O leão não compreendia, mas, mesmo assim, dirigiu-se para lá e encontrou a tartaruga. Agarrou nela, esbofeteou-a e meteu-a no seu bornal. Queria ir para casa
  • 2. 2 40 carregando-a a ela e mais os sacos de mangas, mas era peso a mais e o leão resolveu levar dois sacos de cada vez. Certificou-se de que o seu bornal estava bem fechado e agarrou em dois sacos. Quando a espertalhona da tartaruga se apercebeu de que estava sozinha, sacou da faca que trazia escondida na carapaça, rasgou o bornal, saiu, meteu lá dentro uma grande pedra, voltou a fechá-lo e fugiu. Como sabia que os leões não gostam da água, dirigiu-se para o pântano com medo que ele se enfurecesse e a matasse. O leão bem a procurou, mas não se atreveu a meter-se na água para a apanhar e foi assim que, desde então, o leão jurou um ódio mortal à tartaruga. In http://www.alem-mar.org/cgi-bin/quickregister/scripts/redirect.cgi?redirect=EEukVAZypupsfgAnRV (cons. dia 02/12/2015- com adap.) 1. Como classificas o sujeito da forma verbal “Diz-se” (linha 1)? a) Simples. b) Composto. c) Nulo indeterminado. d) Nulo expletivo. 2. Qual é a função sintática exercida pelo adjetivo “camaronesa” (linha 2)? a) Modificador restritivo do nome. b) Modificador apositivo do nome. c) Modificador de frase. d) Modificador do grupo verbal. 3. O constituinte “Na floresta de Bonandjo” (linha 3) a) exerce a função sintática de modificador do grupo verbal com valor espacial. b) é selecionado pela forma verbal “viviam”, desempenhando a função sintática de complemento oblíquo. c) desempenha a função sintática de sujeito. d) é um modificador de frase. 4. Que constituinte é selecionado pela forma verbal “era” (linha 5), desempenhando a função sintática de predicativo do sujeito? a) “o mais novo e, durante a estação seca, preocupado com o futuro, resolveu plantar um pomar de mangas para comer durante a carestia.” b) “o mais novo e […]preocupado com o futuro, resolveu plantar um pomar de mangas” c) “o mais novo e […] preocupado com o futuro” d) “o mais novo” 5. A forma verbal “confiando” (linha 7) seleciona um complemento a) direto. b) do nome. c) indireto. d) oblíquo. 6. O grupo preposicional “aos amigos” (linhas 7-8) trata-se de um a) complemento oblíquo. b) complemento indireto. c) modificador do grupo verbal. d) complemento agente da passiva.
  • 3. 3 7. O constituinte “Amigo” (linha 12) é um a) sujeito simples. b) modificador do grupo verbal. c) vocativo. d) modificador apositivo do nome. 8. A oração subordinada adverbial concessiva “mesmo que te caia uma manga em cima da cabeça” (linha 13), sintaticamente, exerce a função de a) modificador do grupo verbal. b) complemento direto. c) modificador de frase. d) complemento oblíquo. 9. No enunciado “quando estivermos no pomar tens de manter a boca fechada” (linhas 12-13), a palavra sublinhada desempenha que função sintática? a) predicativo do complemento direto. b) predicativo do sujeito. c) modificador restritivo do nome. d) modificador apositivo do nome. 10. Atenta na frase que se segue: “Mas foi interrompido rapidamente, porque também uma manga lhe caiu na cabeça e ele desatou a latir.” (linhas 26-27) e assinala a única alínea falsa: a) O advérbio “rapidamente” é um modificador de frase. b) O complexo verbal “foiinterrompido”sugere que o complemento agente da passiva se encontra subentendido. c) O constituinte “uma manga” desempenha a função sintática de complemento direto. d) O pronome pessoal “lhe” desempenha a função sintática de complemento indireto. 11. Como isolas o predicado no enunciado “Nesse instante, um rouxinol, que assistira a tudo” (linha 31)? a) “Nesse instante, um rouxinol, que assistira a tudo”. b) “um rouxinol, que assistira a tudo”. c) “que assistira a tudo”. d) “Nesse instante […] assistira a tudo”. 12. O constituinte “dois sacos”, que se encontra nas linhas 34 e 35, a) desempenha a mesma função sintática nos dois contextos. b) desempenha funções sintáticas distintas. c) na linha 34 é selecionado por um verbo copulativo. d) na linha 35 é selecionado por um verbo principal transitivo direto. 13. A oração subordinada adjetiva relativa restritiva “que trazia escondida na carapaça” (linhas 36-37), quanto à sua função sintática, é um a) complemento do nome. b) complemento direto. c) vocativo.
  • 4. 4 d) modificador restritivo do nome. 14. Em relação à ultima frase do texto — “O leão bem a procurou, mas não se atreveu a meter-se na água para a apanhar e foi assim que, desde então, o leão jurou um ódio mortal à tartaruga.” (linhas 39-40) —, o pronome sublinhado desempenha que função sintática? a) Complemento direto. b) Complemento indireto. c) Predicativo do sujeito. d) Complemento agente da passiva. 15. Ainda na mesma frase, a forma verbal “jurou” seleciona a) um complemento direto. b) um complemento indireto. c) um complemento direto e um indireto. d) um complemento direto e outro oblíquo. BOM TRABALHO!!!!!!!!!!! A PROFESSORA: Lucinda Cunha PROPOSTA DE CORREÇÃO 1-c 2-a 3-b 4-c 5-d 6-b 7-c 8-c 9-a 10-a 11-d 12-b 13-d 14-a 15-c