PRESTAÇÃO DE CONTASPRESTAÇÃO DE CONTAS
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PROJETOS
INCENTIVAD
OS
SERVIÇOS
CRIANDO
PALESTRAS
ASSESSORIA
• Planejamento
• Orçamento
Projetos/Áreas
Despesas Fixas
Investimento
Recursos humanos
Plano de Contas
• Cronograma
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PLANEJAMENTO
Feeling / Intuição
Exercício
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custam R$ 1,10.
O taco custa R$ 1 a
mais que a bola.
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Feeling / Intuição
Exercício
A + B = 1,10
A – B = 1,00
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NÃO DEPENDA DA INTUIÇÃONÃO DEPENDA DA INTUIÇÃO
Para Daniel Kahneman,
“Nobel de Economia”,
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Legalidade Que respeita a legislação
Impessoalidade Obrigação de se manter uma posição
neutra em relação aos administrados...
As organizações sem fins lucrativos e as micro e pequenas
empresas empregam no país a maioria de toda a força de trabalho
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ORGANIZAÇÃO
NATUREZA DOS RECURSOSNATUREZA DOS RECURSOS
 RESTRITOS OU VINCULADOS :
a. Recursos de terceiros
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ATIVO PASSIVO RESULTADO
FLUXO CONTÁBIL DOSFLUXO CONTÁBIL DOS
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PATRIMÔNIO
Devolução
Recursos Restritos
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DIVERSIFICAÇÃO DE FONTES E ESTRATÉGIAS DE
CAPTAÇÃO DE RECURSOS
GRP
Projeto-Organização
INCENTIVOS FISCAIS
Resumo sobre os incentivos fiscais federais para OSCs
Tipo de
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OrçamentoOrçamento
1. Hipóteses, condições que assumimos
como verdadeiras
2. São fatores que consideramos como
certos, reais e seguros
3. Dev...
Recursos Humanos:
consideramos todos os colaboradores independente da forma de contrato de
trabalho.
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PREMISSAS 2010/ 2011
- Os valores de RH devem ser separados por centro de custos (DI, ADM e PROJETOS - Proj ZN, Proj HAOC,...
Orçamento
Instrumento de natureza econômica;
Sistematiza previsões de gastos;
Ordena e classifica as receitas e despesas;
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A execução do orçamento contribui para assegurar a eficácia da Entidade
e o comando que vai possibilitar a difusão dos pla...
Conceito
Orçamentos são planos de uma organização / projeto em
termos financeiros que funciona como uma declaração de
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Por quê?
ORÇAMENTO
 Dimensionamento dos recursos
 Demonstrar acuidade e transparência
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Dicas
Planeje bem a execução, inclusive no detalhamento do orçamento.
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Cultura
Federal
ProAC
CAPTAÇÃO
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com PF
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Criar planilhas paraCriar planilhas para
simulações em condiçõessimulações em condições
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Treinamento do Prêmio Empreendedor
Social
Ashoka-Mckinsey 2006
Etapa 3 - Gestão financeira
Treinamento do Prêmio Empreendedor Social
Ashoka-Mckinsey 2006
Etapa 3 - Gestão financeira
MODELO ORÇAMENTO
RECURSOS HUMANOS
Planilha de encargos
sociais para
funcionários
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Planilha de encargos
sociais para
funcionários
mensalistas - OSC com
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presumido
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INSS 20% 26,80% 26,80% 0% 0% 0% 20%
Encargos sociais
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Funcionário
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Básica
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INSS FGTS
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S/FGTS
ADIC.DE
FÉRIAS
IAPAS+
...
Cenários
Cenários
Cenários
Tomada de decisões
Alterar projeto
Prorrogar
Iniciar
Prefeitura não repassa
Certidões negativas
Regulamentos
SISTEMAS INFORMATIZADOS
SISTEMAS INFORMATIZADOS
SISTEMAS INFORMATIZADOS
SISTEMAS INFORMATIZADOS
SISTEMAS INFORMATIZADOS
SISTEMAS INFORMATIZADOS
SISTEMAS INFORMATIZADOS
PRESTAÇÃO DE CONTAS
O que é prestação de contas ?
O que é Comunicação de Resultados ?
A quem ?
Contábil
Gestão e Sustentabilidade
InstitucionalSociedade
Comunicar Resultados
Prestar Contas
Lei 9790/99
CNAS
Conselhos
T...
Contábil
Gestão e Sustentabilidade
InstitucionalSociedade
Comunicar Resultados Prestar Contas
Lei 9790/99
CNAS
Conselhos
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ACCOUNTABILITY
ACCOUNT LIABILITY+ = ACCOUNTABILITY
REGISTRAR /
CONTAR
RESPONSABILIDADE PRESTAR CONTASPRESTAR CONTAS
RESPON...
PRESTAÇÃO DE CONTAS
Accountability
Objetivos e metas
– O que foi exatamente realizado
– Se algo deixou de acontecer, por q...
Descritivo de valores
− Valores captados por fontes
de financiamento
− Total investido nas
campanhas
− Custo operacional
D...
ANEXO I
COMUNICADO MECENATO N.º PRONAC:
PRONAC - MECENATO
RECIBO Nº ____________ Segmento Cultural:
DADOS DA PARTICIPAÇÃO
...
Acompanhamento /
Gestão
O CONTRATO
Documentos na prestação de contas
RECIBO NOTA FISCALX
Documentos na prestação de contas
Documentos na prestação de contas
Documentos na prestação de contas
Documentos na prestação de contas
RETENÇÕES Acima Abaixo
IRRF 1,50% 1,50%
PIS 0,65%
COFINS 3,00%
CSLL 1,00%
R$ 5.000,00
Prestação de contas para um projeto
• Despesas / serviços ref. a
• _______uniforme do
projeto De bem com a via
• Número do...
Prestação de contas para um projeto
Atenção:
• Os valores são aprovados por linha de despesa e não pelo
valor total.
• No próximo slide uma planilha que acomp...
TOTAIS 238.006,36 25.826,81 212.179,55
ITEM DESCRIÇÃO
R$
APROVADO
GASTOS SALDO
1 Assessoria Jurídica (Contratos Inclusive)...
PRESTAÇÃO DE CONTAS
Captação de
Recursos
Captação de
Recursos
Execução do
Contrato
Execução do
Contrato
Contabilida
de
Contabilida
de
Estrutur...
 Indicadores de desempenho servem para avaliar a performance do
projeto
 Importante acompanhar indicadores de desempenho...
A avaliação serve para dentro e
para fora:
• dentro: como parte do
planejamento estratégico, para
revisar os métodos e obj...
INDICADORES DE DESEMPENHO
 Percentual de doadores anteriores que
renovaram e média dos valores
 Média dos atendimentos e...
INDICADORES DE DESEMPENHO
 Que tipo de abordagem obteve melhor
percentual de arrecadação?
 Qual atividade obteve maior p...
Outros exemplos de indicadores:
 Eficiência da Arrecadação - % de R$ Arrecadados / $
Necessários
 Dedicação dos Voluntár...
7 - Quadro de Metas com indicadores
Articulação da parte teórica com a parte prática
Produtos/Resultados Esperados Avaliaç...
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Objetivos específicos Metas Indicadores Meios de verificação
Objetivo geral :
Exercício
Exercício
final
O que eu
vou levar?
O que vou
iniciar
amanhã?
• Uma pessoa comprometida
faz tudo com atenção aos
detalhes. Ela presta
atenção em tudo que faz,
no detalhe do detalhe;
CRUZ, Célia; ESTRAVIZ, Marcelo.CRUZ, Célia; ESTRAVIZ, Marcelo. Captação de Diferentes Recursos paraCaptação de Diferentes ...
DRUCKER, Peter.DRUCKER, Peter. Administração de organizações sem fins lucrativos: principios eAdministração de organizaçõe...
FERRAREZI, ElisabeteFERRAREZI, Elisabete. OSCIP passo a passo.OSCIP passo a passo. AED – Agência de Educação para oAED – A...
HITT, Michael A.; IRELAND, R.Duane; HOSKISSON, Robert E..HITT, Michael A.; IRELAND, R.Duane; HOSKISSON, Robert E.. Adminis...
SENAC (SP) / FUNDAÇÃO ABRINQ,SENAC (SP) / FUNDAÇÃO ABRINQ, Guia de Gestão: para quem dirige entidadesGuia de Gestão: para ...
Bibliografia Básica
COSTA, Daniela Pais. Prestação de Contas. In Terceiro Setor: temas polêmicos.
Editora Peirópolis, (p13...
Bibliografia Complementar
ALBUQUERQUE, Antônio Carlos Carneiro de. Terceiro Setor: história e gestão de
organizações. São ...
http://www.slideshare.net/micfre12/
Go raibh
maith agat
Go raibh
maith agat
ThanksThanks
TodaToda
HvalaHvala
GraciasGracia...
Prestação de Contas para Projetos Incentivados
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Prestação de Contas para Projetos Incentivados

Published on: Mar 4, 2016
Published in: Government & Nonprofit      
Source: www.slideshare.net


Transcripts - Prestação de Contas para Projetos Incentivados

  • 1. PRESTAÇÃO DE CONTASPRESTAÇÃO DE CONTAS http://www.slideshare.net/ micfre12/ PROJETOS INCENTIVAD OS
  • 2. SERVIÇOS CRIANDO PALESTRAS ASSESSORIA
  • 3. • Planejamento • Orçamento Projetos/Áreas Despesas Fixas Investimento Recursos humanos Plano de Contas • Cronograma • Prestação de Contas Monitoramento Accountability Recursos Humanos Indicadores TEMAS DA APRESENTAÇÃO
  • 4. PLANEJAMENTO
  • 5. Feeling / Intuição Exercício O taco e bola custam R$ 1,10. O taco custa R$ 1 a mais que a bola. Valor do taco? Valor da bola?
  • 6. Feeling / Intuição Exercício A + B = 1,10 A – B = 1,00 A = 1,10 – B A = 1,00 +B 1,00 + B = 1,10 – B 2B = 1,10 – 1,00 B = 0,10 /2 = 0,05
  • 7. NÃO DEPENDA DA INTUIÇÃONÃO DEPENDA DA INTUIÇÃO Para Daniel Kahneman, “Nobel de Economia”, é um grande risco tomar decisões usando a área preguiçosa e irracional do cérebro. A mente é comandaA mente é comanda por 2 sistemaspor 2 sistemas (rápido e lento).(rápido e lento).
  • 8. Legalidade Que respeita a legislação Impessoalidade Obrigação de se manter uma posição neutra em relação aos administrados Moralidade De acordo com a ética; conforme os mais altos valores comportamentais da sociedade Publicidade Manter plena transparência de todos os seus atos Eficiência Busca pelo aperfeiçoamento na prestação de seus serviços PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Art. 37 da ConstituiçãoArt. 37 da Constituição FederalFederal
  • 9. As organizações sem fins lucrativos e as micro e pequenas empresas empregam no país a maioria de toda a força de trabalho As organizações sem fins lucrativos e as micro e pequenas empresas empregam no país a maioria de toda a força de trabalho FERRAMENTAS DE GESTÃO Mas não utilizam de maneira eficaz ferramentas que as auxiliem nas decisões de rotina e sobre o futuro organizacional
  • 10. ORGANIZAÇÃO
  • 11. NATUREZA DOS RECURSOSNATUREZA DOS RECURSOS  RESTRITOS OU VINCULADOS : a. Recursos de terceiros b. Recursos públicos ou privados c. “Dinheiro carimbado” Não agrega ao patrimônio  IRRESTRITOS OU NÃO VINCULADOS a. Recursos próprios b. Doações Espontâneas c. Geração de Renda Agrega ao Patrimônio
  • 12. ATIVO PASSIVO RESULTADO FLUXO CONTÁBIL DOSFLUXO CONTÁBIL DOS RECURSOSRECURSOS PATRIMÔNIO Devolução Recursos Restritos Recursos Irrestritos
  • 13. DIVERSIFICAÇÃO DE FONTES E ESTRATÉGIAS DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS GRP
  • 14. Projeto-Organização
  • 15. INCENTIVOS FISCAIS Resumo sobre os incentivos fiscais federais para OSCs Tipo de incentivo Nome do incentivo Lei federal principal Necessário aprovação de projeto Prazo para captar Limite do captador % do captador % mínimo para inicio Necessário cadastro prévio S S S S Variável (24 meses) Variável NA 5,7 ou 10 % (1) Variável S S S S No ano 50 mil (4) 1% (4) 100% (4) S N S S N S N S 18 meses 24 meses 100 mil 10% 20% Idoso (2) 12.210/10 Criança e Adolescente (3) 8.069/90 e 12.594/12 OSCIP, UPF, Ensino e Pesquisa 9.249/95 e 10.637/02 12.715/12 11.438/06 8.313/9 Saúde PRONAS PRONON Esporte Cultura Artigo 18 Cultura Artigo 26 Áudio- visual 8.685/93 e 11.329/06 Depósito em fundo Municipal, Estadual ou Federal Doação direta na conta as OSC Depósito em conta específica do projeto Banco do Brasil
  • 16. http://www.condeca.sp.gov.br/ http://www.cedca.mg.gov.br/pri ncipal/Fia.html Os Fundos da Infância e da Adolescência – FIA FEDCA / FIA / CEDCA / CONDECA
  • 17. REGISTRO NO CMDCA http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade /secretarias/direitos_humanos/crianca s_e_adolescentes/cmdca/index.php? p=158735 http://fumcad.prefeitura. sp.gov.br/forms/conheca .aspx http://www.cliqueesperanca.or g/doacaoweb
  • 18. OrçamentoOrçamento
  • 19. 1. Hipóteses, condições que assumimos como verdadeiras 2. São fatores que consideramos como certos, reais e seguros 3. Devem ser específicas, precisas e claras 4. Devem ser constantemente revisadas e atualizadas PREMISSAS ORÇAMENTÁRIAS O que são?
  • 20. Recursos Humanos: consideramos todos os colaboradores independente da forma de contrato de trabalho. Formas de contrato de trabalho: CLT, Prestador de Serviço (NF) e Autônomo. Total de Encargos Sociais 59% Encargos pagos no mês: 33% Encargos provisionados no mês para despesas futuras: 26% PIS sobre folha de pagamento: 1% INSS sobre autônomos: 20% Benefícios: vale transporte/vale refeição/vale alimentação/cesta básica/assistência medica Substituição do profissional no período de férias: não foi previsto. Abono de férias: não foi previsto. Para o calculo das verbas rescisórias: o profissional seria demitido no período de 24 meses. Conceito de receitas vinculadas a despesas: são valores doados por terceiros com a finalidade de cobrir despesas especificas da Organização. Informações: dados foram fornecidos pela Organização e consolidados pela média. Investimentos : são valores destinados para aquisições de bens ou serviços com a finalidade de melhor a operação da Organização. São valores que desembolsamos uma única vez. PREMISSAS ORÇAMENTÁRIAS
  • 21. PREMISSAS 2010/ 2011 - Os valores de RH devem ser separados por centro de custos (DI, ADM e PROJETOS - Proj ZN, Proj HAOC, Proj RO, Proj Unidade Móvel I, Proj Unidade Móvel II, etc). - RH contempla funcionários CLT e estagiários registrados da instituição. - RH reajuste com data base em março de acordo com inflação e também podem ocorrer reajustes caso a caso – enquadramento ou espontâneo. - RH de acordo com o crescimento do Instituto, poderemos ter novos cargos – Aumento de quadro. - Percentual de encargos sociais: 65,39% (35,80% pagos mês a mês; 29,59% provisionados para 12 meses). - Inflação 2010: 7% - Inflação 2011: 7% - TERCEIROS: lista todos prestadores de serviços com contratos de serviços regulares. - Aluguel reajuste com data base em setembro de acordo com inflação. PREMISSAS ORÇAMENTÁRIAS
  • 22. Orçamento Instrumento de natureza econômica; Sistematiza previsões de gastos; Ordena e classifica as receitas e despesas; Deve demonstrar recursos financeiros e não financeiros; Deve apresentar as fontes e montantes de recursos necessários. Definição
  • 23. A execução do orçamento contribui para assegurar a eficácia da Entidade e o comando que vai possibilitar a difusão dos planos. Isto serve para coordenar as diversas unidades da Entidade, motivando e avaliando os gestores e empregados. O orçamento é um meio eficaz de efetuar a continuação dos planos. Ele fornece as medidas para avaliar a performance da Entidade. Ele permite acompanhar a estratégia, verificar seu grau de êxito e em caso de necessidade, tomar ação corretiva. O orçamento materializa os planos (planejar) sob a forma de valores. PLANEJAR CONTROLAR EXECUTAR Fonte: Boisvert,1999 FUNÇÕES DO ORÇAMENTO
  • 24. Conceito Orçamentos são planos de uma organização / projeto em termos financeiros que funciona como uma declaração de metas para o período. (Obs. um ano ou mais / projeto) ORÇAMENTO
  • 25. Por quê? ORÇAMENTO  Dimensionamento dos recursos  Demonstrar acuidade e transparência Previsão das despesas (do ano seguinte, da inauguração, do evento, do projeto)
  • 26. Dicas Planeje bem a execução, inclusive no detalhamento do orçamento. Podem ser indeferidos os projetos que: ─ Tiverem valores inadequados aos preços de mercado ─ Especificação incompleta Camiseta Infantil, modelo unisex, composta de tecido poliamida 100% poliester, gola "O", na cor branca, sendo 30% no tamanho P, 40% no tamanho M e 30% no tamanho G, e com estampa em serigrafia em 4 cores, na frente e nas costas.
  • 27. Cultura Federal ProAC CAPTAÇÃO TOTAL com PF Educa cional Partici pação Rendi mento todas Captação / Agenciamento / elaboração 10% ou R$ 100 mil 10% 10% 7% 5% 10% ou R$ 100 mil variável Divulgação / comercialização 20% 20% Custos Administrativos 15% 15% 0% Capatção + Adm 20% CAPTAÇÃO com PJ e PF 15% Cultural Esporte Federal FUMCAD
  • 28. Furo x DesvioFuro x Desvio Criar planilhas paraCriar planilhas para simulações em condiçõessimulações em condições diferentesdiferentes ORÇAMENTO INSTITUCIONAL
  • 29. Treinamento do Prêmio Empreendedor Social Ashoka-Mckinsey 2006 Etapa 3 - Gestão financeira
  • 30. Treinamento do Prêmio Empreendedor Social Ashoka-Mckinsey 2006 Etapa 3 - Gestão financeira
  • 31. MODELO ORÇAMENTO
  • 32. RECURSOS HUMANOS
  • 33. Planilha de encargos sociais para funcionários mensalistasPREMISSAS: O profissionalnãoserá substituido nas férias 2,50% Sai20dias deférias erecebedezdias como abono auxilios remunerados 5dias noano Será demitido após 24meses TOTAL 64,77% Encargos Pagos no mês 34,80% Encargos Provisionados sobre folha ano 29,97% GRUPO % TOTAL ACUMUL ADO GRUPO I - INSS PREVIDÊNCIA SOCIAL 20,0% SESI 1,5% SENAC 1,0% INTER 0,4% SALÁRIO EDUCAÇÃO 2,5% ACIDENTES DE TRABALHO 1,0% SEBRAE 0,4% SUB-TOTAL I 26,80% 26,80% GRUPO II - FGTS FGTS 8,0% 34,80% MULTA 50% S/FGTS (8*0,5) 4,0% SUB-TOTAL II 12,00% 38,80% GRUPO III - FÉRIAS FÉRIAS (1/11*TAXA FIN.) 0,2% ADICIONAL DE FÉRIAS 33% (1/11)*(1/3) 3,0% SUB-TOTAL FÉRIAS 3,26% 42,06% INSS + FGTS S/ FÉRIAS 1,3% ABONO FÉRIAS 10 DIAS (1/11/3) 3,0% SUB-TOTAL III 7,55% 46,35% GRUPO IV - 13.SALÁRIO 13.SALÁRIO (1/12) 8,3% INSS + FGTS S/ 13 3,2% SUB-TOTAL IV 11,57% 57,92% GRUPO V - OUTROS AUX.ENF.,MAT.FUN.,FERIADOS ( 1/261 ) 0,8% AVISO PRÉVIO P/ 2 ANOS (1/24) 4,2% INSS+FGTS S/GRUPO V 1,9% SUB-TOTAL V 6,85% 64,77%
  • 34. Planilha de encargos sociais para funcionários mensalistas - OSC com CEBAS PREMISSAS: Oprofissionalnãoserásubstituidonasférias 2,50% Sai20diasdefériaserecebedezdiascomoabono auxiliosremunerados5diasnoano Serádemitidoapós24meses GRUPO % TOTAL ACUMU LADO GRUPO I - INSS PREVIDÊNCIA SOCIAL SESI 1,5% SENAC 1,0% INTER 0,4% SALÁRIO EDUCAÇÃO 2,5% ACIDENTES DE TRABALHO 1,0% SEBRAE 0,4% SUB-TOTAL I GRUPO II - FGTS FGTS 8,0% 8,00% MULTA 40% S/FGTS (8*0,5) 4,0% SUB-TOTAL II 12,00% 12,00% GRUPO III - FÉRIAS FÉRIAS (1/11*TAXA FIN.) 0,2% ADICIONAL DE FÉRIAS 33% (1/11)*(1/3) 3,0% SUB-TOTAL FÉRIAS 3,26% 15,26% INSSS + FGTS S/ FÉRIAS 0,4% ABONO FÉRIAS 10 DIAS (1/11/3) 3,0% SUB-TOTAL III 6,68% 18,68% GRUPO IV - 13.SALÁRIO 13.SALÁRIO (1/12) 8,3% INSSS + FGTS S/ 13 1,0% SUB-TOTAL IV 9,33% 28,01% GRUPO V - OUTROS AUX.ENF.,MAT.FUN.,FERIADOS ( 2/261 ) 0,8% AVISO PRÉVIO P/ 2 ANOS (1/24) 4,2% INSS+FGTS S/GRUPO V 0,6% SUB-TOTAL V 5,52% 33,54% 33,54% 8,00% 25,54% SUB-TOTAL V Encargos Pagos no mês Encargos Provisionados sobre folha ano
  • 35. RPA lucro presumido ME MEI INSS 20% 26,80% 26,80% 0% 0% 0% 20% Encargos sociais (férias, 13º, FGTS, recisão, PIS) 0% 30% 38% 33% 0% 0% 0% TOTAL 22 a 25 % 57% 65% 33% 0% 0% 0% trabalhos esporádicos por tempo determinado (2 anos) Normal com Cebas PJ Prestação de serviço não exclusivaTipo de vínculo empregador CLT INSS 0% 0% 0% ISS 2 a 5% 2 a 5% IR + CSLL + PIS 11% 6% R$ 41 funcionário 8 a 11 % conforme tabela de 7,5 a 27, 5 % do valor recebido
  • 36. Funcionário Vale Transporte Vale Alimentação Vale Refeição Cesta Básica Assist. Médica Ajuda refeição Segurop/ estagio Total - - - - - - - - - - - - - Benefícios com Recursos Humanos mensal
  • 37. 25,28% 8,0% 3,2% 3,3% 1,2% 0,0% 8,3% 3,0% 4,2% 0,8% 1,8% 59,03% 1,00% 20,00% INSS FGTS MULTA S/FGTS ADIC.DE FÉRIAS IAPAS+ FGTSS/ FÉRIAS ABONO FÉRIAS10 DIAS 13º SALÁRIO IAPAS+ FGTSS/ 13º AVISO PRÉVIO AUX.ENF. ,MAT.FUN. ,FERIADOS IAPAS+FGT SS/AVISO PRÉVIO TOTALDE ENCARGOS PISS/FOLHA RPA (INSS) 14.653,0 2.288,60 724,24 289,70 294,91 107,58 - 754,42 275,21 377,21 69,37 162,91 5.344,15 90,53 360,00 - 20.447,68 CoordenadorGeral CLT 2.500,0 632,00 200,00 80,00 81,44 29,71 - 208,33 76,00 104,17 19,16 44,99 1.475,79 25,00 - - 4.000,79 Educador CLT 1.230,0 310,94 98,40 39,36 40,07 14,62 - 102,50 37,39 51,25 9,43 22,13 726,09 12,30 - - 1.968,39 Aux.Serv.Gerais CLT 630,0 159,26 50,40 20,16 20,52 7,49 - 52,50 19,15 26,25 4,83 11,34 371,90 6,30 - - 1.008,20 Aux.DeCozinha CLT 630,0 159,26 50,40 20,16 20,52 7,49 - 52,50 19,15 26,25 4,83 11,34 371,90 6,30 - - 1.008,20 EducadordeDança CLT 900,0 227,52 72,00 28,80 29,32 10,70 - 75,00 27,36 37,50 6,90 16,20 531,29 9,00 - - 1.440,29 Prof.Educ.Fisica CLT 1.163,0 294,01 93,04 37,22 37,89 13,82 - 96,92 35,36 48,46 8,91 20,93 686,54 11,63 - - 1.861,17 Coord.Pedagogico CLT 2.000,0 505,60 160,00 64,00 65,15 23,77 - 166,67 60,80 83,33 15,33 35,99 1.180,64 20,00 - - 3.200,64 Médico RPA 1.800,0 - 360,00 2.160,00 GerenteGeral PJ 3.800,0 - 3.800,00 SALÁRIO BASEMÊSFunção Tipode contrato Totais Beneficios CUSTOTOTAL COMRH(mês) Custos com Recursos Humanos mensal
  • 38. Cenários
  • 39. Cenários
  • 40. Cenários Tomada de decisões Alterar projeto Prorrogar Iniciar Prefeitura não repassa Certidões negativas Regulamentos
  • 41. SISTEMAS INFORMATIZADOS
  • 42. SISTEMAS INFORMATIZADOS
  • 43. SISTEMAS INFORMATIZADOS
  • 44. SISTEMAS INFORMATIZADOS
  • 45. SISTEMAS INFORMATIZADOS
  • 46. SISTEMAS INFORMATIZADOS
  • 47. SISTEMAS INFORMATIZADOS
  • 48. PRESTAÇÃO DE CONTAS
  • 49. O que é prestação de contas ? O que é Comunicação de Resultados ? A quem ?
  • 50. Contábil Gestão e Sustentabilidade InstitucionalSociedade Comunicar Resultados Prestar Contas Lei 9790/99 CNAS Conselhos Títulos e certificados Balanço Patrimonial Plano de Contas Órgãos Públicos Balanços Fluxos de caixa Dirigentes e Gestores PF PJ GOV Diretos Indiretos Mídia Lideranças (Pessoas e Organizações) Academia Econ. Social Amb. JurídicoFinanças Financiador Beneficiários Formadores de opinião
  • 51. Contábil Gestão e Sustentabilidade InstitucionalSociedade Comunicar Resultados Prestar Contas Lei 9790/99 CNAS Conselhos Títulos e certificados Balanço Patrimonial Plano de Contas Órgãos Públicos Balanços Fluxos de caixa Dirigentes e Gestores PF PJ GOV Diretos Indiretos Mídia Lideranças (Pessoas e Organizações) Academia Quadro de referência Econ. Social Amb. JurídicoFinanças Financiador Beneficiários Formadores de opinião ACCOUNTABILITY
  • 52. ACCOUNTABILITY ACCOUNT LIABILITY+ = ACCOUNTABILITY REGISTRAR / CONTAR RESPONSABILIDADE PRESTAR CONTASPRESTAR CONTAS RESPONSÁVELMENTERESPONSÁVELMENTE Pela análise lexical do termo no idioma inglês, percebe-se que o significado de accountability abrange, entre outros, os conceitos de responsabilidade, relato, explicação, justificação e prestação de contas (financeiras ou não).
  • 53. PRESTAÇÃO DE CONTAS Accountability Objetivos e metas – O que foi exatamente realizado – Se algo deixou de acontecer, por quê? – Se algo foi superado, quais os passos dados? Descritivo quantitativo − Quantos novos associados e parceiros, novos atendimentos − Quantos shows, discos produzidos, livros editados, etc. − Quanto $$ foi gasto em quê
  • 54. Descritivo de valores − Valores captados por fontes de financiamento − Total investido nas campanhas − Custo operacional Descrição das dificuldades para atingir os objetivos propostos Contrate uma auditoria independente PRESTAÇÃO DE CONTAS Accountability
  • 55. ANEXO I COMUNICADO MECENATO N.º PRONAC: PRONAC - MECENATO RECIBO Nº ____________ Segmento Cultural: DADOS DA PARTICIPAÇÃO 02 - VALOR DO INCENTIVO ART.26DALEI8.313 ART.18DALEI8.313/91 [ ]-DOAÇÃO [ ]-DOAÇÃO R$____________________ [ ]-PATROCÍNIO [ ]-PATROCÍNIO 03. BANCO: 04. N° DA AGÊNCIA: 05. N.º CONTA CORRENTE 06. DATA DO RECEBIMENTO DO INCENTIVO: 01- TIPO DA OPERAÇÃO RECEBI(EMOS) A IMPORTÂNCIA, ABAIXO ESPECIFICADA, COMO PARTICIPAÇÃO NO PRONAC/MECENATO, CONFORME ESTABELECE 0S ARTIGOS 26 E 18 DA LEI N. 8.313 DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991, DE ACORDO COM A INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA SEx MINC/ SRF/MF N.º 01 DE 13.06.95. 07. MENCIONAR A FORMA DE INCENTIVO: [ ] - BENS [ ] - SERVIÇOS
  • 56. Acompanhamento / Gestão
  • 57. O CONTRATO
  • 58. Documentos na prestação de contas RECIBO NOTA FISCALX
  • 59. Documentos na prestação de contas
  • 60. Documentos na prestação de contas
  • 61. Documentos na prestação de contas
  • 62. Documentos na prestação de contas RETENÇÕES Acima Abaixo IRRF 1,50% 1,50% PIS 0,65% COFINS 3,00% CSLL 1,00% R$ 5.000,00
  • 63. Prestação de contas para um projeto • Despesas / serviços ref. a • _______uniforme do projeto De bem com a via • Número do projeto:___094783 Dica preparar um carimbo contendo:
  • 64. Prestação de contas para um projeto
  • 65. Atenção: • Os valores são aprovados por linha de despesa e não pelo valor total. • No próximo slide uma planilha que acompanha o saldo de cada linha aprovada. • A prestação de contas também envolve um relatório de atividades do que foi realizado. • Documente com fotos sempre que possível Prestação de contas para um projeto
  • 66. TOTAIS 238.006,36 25.826,81 212.179,55 ITEM DESCRIÇÃO R$ APROVADO GASTOS SALDO 1 Assessoria Jurídica (Contratos Inclusive) 4.000,00 0,00 4.000,00 2 Combustível 0,00 0,00 3 Contador 9.600,00 0,00 9.600,00 4 Coordenador do Projeto 9.600,00 0,00 9.600,00 5 Cópias 1.080,00 200,00 880,00 6 Correios 1.560,00 0,00 1.560,00 7 Material de escritório 1.080,00 415,90 664,10 8 Elaboração e Agenciamento 21.000,00 1.600,00 19.400,00 9 Aluguel de ônibus 16.320,00 0,00 16.320,00 10 Ator/Atriz 63.817,50 15.462,80 48.354,70 11 Cenografia/material/confecção 6.000,00 0,00 6.000,00 12 Coordenador técnico 5.000,04 0,00 5.000,04 13 ECAD (evento aberto e gratuito) 2.000,00 0,00 2.000,00 14 Figurino 3.000,00 2.235,79 764,21 15 Grupos Circenses 12.000,00 0,00 12.000,00 16 Intérprete de libras 1.000,00 0,00 1.000,00 17 Locação equipamento de som 7.920,00 325,00 7.595,00 18 Material de consumo 10.080,00 0,00 10.080,00 19 Músicos / Intérpretes 11.428,86 0,00 11.428,86 20 Refeição 6.750,00 837,90 5.912,10 21 Transporte Local / Locação de Automóvel 13.449,96 3.251,42 10.198,54 22 Banner/faixa adesiva/faixa de lona 4.800,00 1.498,00 3.302,00 23 Confecção de Convites 9.520,00 0,00 9.520,00 24 Programa 17.000,00 0,00 17.000,00
  • 67. PRESTAÇÃO DE CONTAS
  • 68. Captação de Recursos Captação de Recursos Execução do Contrato Execução do Contrato Contabilida de Contabilida de Estrutura do Sistema Estrutura do Sistema Plano de Contas Plano de Contas Controle Financeiro Controle Financeiro Centro de Custos Centro de Custos ProgramasProgramas Prestação de Contas Prestação de Contas PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTASPROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS
  • 69.  Indicadores de desempenho servem para avaliar a performance do projeto  Importante acompanhar indicadores de desempenho qualitativos e quantitativos  Através da observação e análise dos indicadores de desempenho, os gestores podem valorizar os pontos fortes do projeto e, ao mesmo tempo, corrigir suas fraquezas AVALIAÇÃO Indicadores
  • 70. A avaliação serve para dentro e para fora: • dentro: como parte do planejamento estratégico, para revisar os métodos e objetivos • fora: para atrair e manter investidores, promover os projetos. Focar um só dos lados é desperdiçar energias.
  • 71. INDICADORES DE DESEMPENHO  Percentual de doadores anteriores que renovaram e média dos valores  Média dos atendimentos efetuados  Quantos doadores aumentaram, diminuíram, ou permaneceram no nível do ano anterior?
  • 72. INDICADORES DE DESEMPENHO  Que tipo de abordagem obteve melhor percentual de arrecadação?  Qual atividade obteve maior participação ?  Índice de satisfação dos usuários
  • 73. Outros exemplos de indicadores:  Eficiência da Arrecadação - % de R$ Arrecadados / $ Necessários  Dedicação dos Voluntários - % de Horas Dedicadas por Horas Comprometidas  Ocupação - % de pessoas atendidas / quantidade de atendimentos possíveis  Índices de aprovação na escola  Usuários que voltam para o mesmo serviço INDICADORES DE DESEMPENHO
  • 74. 7 - Quadro de Metas com indicadores Articulação da parte teórica com a parte prática Produtos/Resultados Esperados Avaliação Objetivo Específico Ações Responsáveis Cronograma Quantitativos Qualitativos Indicadores de Progresso Meios de Verificação Período de verificação 1 Desenvolver ações de capacitação sócio- ambiental de xxx jovens e adultos (homens e mulheres), através de oficina de artes plásticas utilizando materiais recicláveis. 1.1. Elaborar material didático; 1.2. Contratar educadores especializados; 1.3. Formar rede de parcerias para encaminhamentos; 1.4. Ministrar oficina durante 5 dias por semana, com 3 horas por dia. 1.1. Coordenador Pedagógico; 1.2. Coordenador geral; 1.3. Coordenador Geral; 1.4. Educadores 1.1. 1ª mês; 1.2. 1º mês; 1.3. a partir do 2º mês; 1.4. a partir do 2º mês. - atualização de conhecimento em nível do ensino fundamental e médio; - educação para o empreendedorismo; - educação para o conhecimento de uma cultura de cidadania (direitos e deveres) - realização de 03 módulos de qualificação educacional e desenvolviment o profissional - Número efetivo de turmas formadas; - Número efetivo de módulos realizados; - Número efetivo de alunos por módulo; - Índice de freqüência. - Quadro de turmas; - Diário de classe; - Avaliação por parte dos alunos. Trimestral (o primeiro módulo iniciará no mês 04, o segundo no mês 07 e o terceiro módulo iniciará no mês 10). 2. Gerar uma cooperativa dos formandos da capacitação para geração de renda e ocupação. 2.1. 2.2.
  • 75. 78 Objetivos específicos Metas Indicadores Meios de verificação Objetivo geral : Exercício
  • 76. Exercício final O que eu vou levar? O que vou iniciar amanhã?
  • 77. • Uma pessoa comprometida faz tudo com atenção aos detalhes. Ela presta atenção em tudo que faz, no detalhe do detalhe;
  • 78. CRUZ, Célia; ESTRAVIZ, Marcelo.CRUZ, Célia; ESTRAVIZ, Marcelo. Captação de Diferentes Recursos paraCaptação de Diferentes Recursos para Organizações Sem Fins Lucrativos.Organizações Sem Fins Lucrativos. São Paulo: Ed. Global e Instituto Fonte 2000.São Paulo: Ed. Global e Instituto Fonte 2000. 158p.158p. NORIEGA, Maria Elena e MURRAY, Milton.NORIEGA, Maria Elena e MURRAY, Milton. Apoio Financeiro: Como ConseguirApoio Financeiro: Como Conseguir.. Editora TextoNovo.Editora TextoNovo. KELLEY, Daniel Q.KELLEY, Daniel Q. Dinheiro para sua CausaDinheiro para sua Causa. Ed.TextoNovo, 1994.. Ed.TextoNovo, 1994. KAHNEMAN, Daniel.KAHNEMAN, Daniel. Thinking fast and slow.Thinking fast and slow. ed. Farrar, Strauss and Girouxed. Farrar, Strauss and Giroux AZEVEDO, Tasso Rezende.AZEVEDO, Tasso Rezende. Buscando recursos para seus projetos.Buscando recursos para seus projetos. TextoNovo.1998.TextoNovo.1998. EDLES, L. Peter.EDLES, L. Peter. Fundraising - Hands-on Tactics for NonProfit Groups.Fundraising - Hands-on Tactics for NonProfit Groups. McGraw-Hill, Inc.McGraw-Hill, Inc. PAULA E SILVA, Antonio Luiz de.PAULA E SILVA, Antonio Luiz de. Utilizando o planejamento estratégico comoUtilizando o planejamento estratégico como ferramenta de aprendizagem.ferramenta de aprendizagem. Editora Global e Instituto Fonte, 2001Editora Global e Instituto Fonte, 2001 ROSS, Bernard; SEGAL,Clare.ROSS, Bernard; SEGAL,Clare. The influential fundraiser – Using the psychologyThe influential fundraiser – Using the psychology of persuasion to achieve outsdang results.of persuasion to achieve outsdang results. 2009 John Wiley & sons inc.2009 John Wiley & sons inc. DUHIGG, Charles. O poder do hábito – Por que fazemos o que fazemos na vida eDUHIGG, Charles. O poder do hábito – Por que fazemos o que fazemos na vida e nos negócios. Rio de Janeiro: Ed.Objetiva. 2012. 407p.nos negócios. Rio de Janeiro: Ed.Objetiva. 2012. 407p. Bibliografia
  • 79. DRUCKER, Peter.DRUCKER, Peter. Administração de organizações sem fins lucrativos: principios eAdministração de organizações sem fins lucrativos: principios e práticas.práticas. Editora Pioneira.Editora Pioneira. HUDSON, MikeHUDSON, Mike. Administrando organizações do terceiro setor: o desafio de. Administrando organizações do terceiro setor: o desafio de administrar sem receita.administrar sem receita. Makron Books.Makron Books. LANDIM, leilah; BERES, Neide.LANDIM, leilah; BERES, Neide. Ocupação, despesas e recursos: as organizaçõesOcupação, despesas e recursos: as organizações sem fins lucrativos no Brasilsem fins lucrativos no Brasil. Rio de Janeiro: Nau editora, 1999.Rio de Janeiro: Nau editora, 1999. PEREIRA, CustódioPEREIRA, Custódio. Captação de recursos, Fund Raising.. Captação de recursos, Fund Raising. Ed. Mackenzie.Ed. Mackenzie. BRUCE, Andy & LANGDON, Ken.BRUCE, Andy & LANGDON, Ken. Você sabe gerenciar projetos.Você sabe gerenciar projetos. Editora SENAC SP,Editora SENAC SP, 20082008 BARBOSA, Maria Nazaré Lins e OLIVEIRA, Carolina Felippe. Manual de ONGs, Guia Prático de Orientação Jurídica. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2001. 178p. 2001Rio de Janeiro: Editora FGV, 2001. 178p. 2001 NANUS, Burt.NANUS, Burt. Liderança para o Terceiro Setor: Estratégias de sucesso paraLiderança para o Terceiro Setor: Estratégias de sucesso para organizações sem fins lucrativosorganizações sem fins lucrativos, São Paulo, 2000, São Paulo, 2000 CESNIK, Fábio de Sá.CESNIK, Fábio de Sá. Guia do Incentivo À Cultura - 3ª Ed., São Paulo, editoraGuia do Incentivo À Cultura - 3ª Ed., São Paulo, editora Manole, 2012. 400 p.Manole, 2012. 400 p. Bibliografia
  • 80. FERRAREZI, ElisabeteFERRAREZI, Elisabete. OSCIP passo a passo.OSCIP passo a passo. AED – Agência de Educação para oAED – Agência de Educação para o desenvolvimento.desenvolvimento. COSTA, Daniela PaisCOSTA, Daniela Pais. Prestação de ContasPrestação de Contas. In Terceiro Setor: temas polêmicos.. In Terceiro Setor: temas polêmicos. Editora Peirópolis, (p13-44) , SP. 2005.Editora Peirópolis, (p13-44) , SP. 2005. OLIVIERI, Cristiane; NATALE, Edson. Organizadores,OLIVIERI, Cristiane; NATALE, Edson. Organizadores, Guia brasileiro deGuia brasileiro de produção cultural 2010-2011produção cultural 2010-2011, São Paulo, SESC SP 2010. 376 p., São Paulo, SESC SP 2010. 376 p. PARIZZI, Elaine ThoméPARIZZI, Elaine Thomé. Manual técnico sobre as leis de incentivo à cultura. Manual técnico sobre as leis de incentivo à cultura.. Carlini & Caniato editorial, 2011. Cuiabá MT 304 p.Carlini & Caniato editorial, 2011. Cuiabá MT 304 p. KAPLAN, Allan.KAPLAN, Allan. Artista do Invisível: O processo social e o profissional deArtista do Invisível: O processo social e o profissional de desenvolvimentodesenvolvimento. São Paulo, Instituto Fonte e Editora Peirópolis, 2002. 260 p.. São Paulo, Instituto Fonte e Editora Peirópolis, 2002. 260 p. KANTER, Beth; PAINE, Katie Delahaye.KANTER, Beth; PAINE, Katie Delahaye. Measuring the networked nonprofit:Measuring the networked nonprofit: Using data to change the worldUsing data to change the world. São Francisco, EUA, John Wiley&Sons INC,. São Francisco, EUA, John Wiley&Sons INC, 2012.301 p.2012.301 p. SAUL, Jason.SAUL, Jason. The end of fundraising: Raise more money by selling your impact.The end of fundraising: Raise more money by selling your impact. São Francisco, EUA, John Wiley&Sons INC, 2011. 219 p.São Francisco, EUA, John Wiley&Sons INC, 2011. 219 p. WEIL, Pierre TOMPAKOW, Roland –WEIL, Pierre TOMPAKOW, Roland – O corpo fala, A linguagem silenciosa daO corpo fala, A linguagem silenciosa da comunicação não-verbal.comunicação não-verbal. 62 edição. Petróplois, RJ,62 edição. Petróplois, RJ, ed vozes, 2001. 288p.ed vozes, 2001. 288p. Bibliografia
  • 81. HITT, Michael A.; IRELAND, R.Duane; HOSKISSON, Robert E..HITT, Michael A.; IRELAND, R.Duane; HOSKISSON, Robert E.. AdministraçãoAdministração estratégica.estratégica. Cengage Learning, 2008. 415 p.Cengage Learning, 2008. 415 p. BRITO, Marcia; MELO, Maria Emilia (organizadoras).BRITO, Marcia; MELO, Maria Emilia (organizadoras). Hábitos de doar e captarHábitos de doar e captar recursos no Brasil.recursos no Brasil. São Paulo, Editora Peirópolis, 2007. 183 p.São Paulo, Editora Peirópolis, 2007. 183 p. DAW, Jocelyne.DAW, Jocelyne. Cause marketing for nonprofits.Cause marketing for nonprofits. Hoboken, NJ EUA, AFP and JohnHoboken, NJ EUA, AFP and John Wiley&Sons INC, 2006. 278 pWiley&Sons INC, 2006. 278 p RESENDE, Tomáz de AquinoRESENDE, Tomáz de Aquino. Roteiro do terceiro setor associações e fundações o. Roteiro do terceiro setor associações e fundações o que são, como instituir, administrar e prestar contas.que são, como instituir, administrar e prestar contas. 4 edição Belo Horizonte, Prax4 edição Belo Horizonte, Prax editora, 2012. 256 p.editora, 2012. 256 p. HART, Ted; GREENFIELD, James M.; JOHNSTON, Michael.HART, Ted; GREENFIELD, James M.; JOHNSTON, Michael. Nonprofit internetNonprofit internet strategies: Best practices for marketing, communications and fundraising.strategies: Best practices for marketing, communications and fundraising. Hoboken,Hoboken, NJ EUA, John Wiley&Sons INC, 2005. 345 p.NJ EUA, John Wiley&Sons INC, 2005. 345 p. KNIGHT, Sue.KNIGHT, Sue. NLP at work, neuro linguistic programming: the difference thatNLP at work, neuro linguistic programming: the difference that makes a diference in business.makes a diference in business. Nicholas Brealey publishing, 2002. 373p.Nicholas Brealey publishing, 2002. 373p. LARROUDÉ, Eliza Rodrigues Alves.LARROUDÉ, Eliza Rodrigues Alves. Accountability de organizações do espaçoAccountability de organizações do espaço público não-estatal: uma apreciação crítica da regulação brasileira.público não-estatal: uma apreciação crítica da regulação brasileira. Dissertação deDissertação de mestrado na FGV-EAESP, 2006.mestrado na FGV-EAESP, 2006. INSTITUTO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA – IBGCINSTITUTO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA – IBGC. Código dasCódigo das melhore práticas de governança corporativa, 2006.melhore práticas de governança corporativa, 2006. Bibliografia
  • 82. SENAC (SP) / FUNDAÇÃO ABRINQ,SENAC (SP) / FUNDAÇÃO ABRINQ, Guia de Gestão: para quem dirige entidadesGuia de Gestão: para quem dirige entidades sociaissociais GUIA PRÁTICO DE MARKETING RELACIONADO A CAUSAS. IDIS Instituto paraGUIA PRÁTICO DE MARKETING RELACIONADO A CAUSAS. IDIS Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social www.idis.org.bro Desenvolvimento do Investimento Social www.idis.org.br CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DE SÃO PAULOCONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DE SÃO PAULO, Fundos dosFundos dos Direitos da Criança e do AdolescenteDireitos da Criança e do Adolescente www.crcsp.org.brwww.crcsp.org.br GUIAGUIA DO FUNDO PRÓ-INFÂNCIA DE PORTO ALEGREDO FUNDO PRÓ-INFÂNCIA DE PORTO ALEGRE GUIA BRASILEIRO DE PRODUÇAO CULTURAL 2010-2011, Olivieri, Cristiane e Natale, Edson - organizadores FUNDAÇÃO ABRINQ,FUNDAÇÃO ABRINQ, Incentivos Fiscais Em Benefício de criança e AdolescenteIncentivos Fiscais Em Benefício de criança e Adolescente.. www.fundabrinq.org.brwww.fundabrinq.org.br FREUND, Tomas A Relação Entre Voluntários e Profissionais Numa OrganizaçãoFREUND, Tomas A Relação Entre Voluntários e Profissionais Numa Organização do Terceiro Setor: Existe Um Duplo Comando?, Revista Integração/ FGV,São Paulo,do Terceiro Setor: Existe Um Duplo Comando?, Revista Integração/ FGV,São Paulo, 2006, http://integracao.fgvsp.br/ano9/10/index.htm2006, http://integracao.fgvsp.br/ano9/10/index.htm GLOBAL REPORTING INITIATIVE - GRIGLOBAL REPORTING INITIATIVE - GRI. Diretrizes para relatório deDiretrizes para relatório de sustentabilidade – DRS, Versão 3.0, SP, 2006sustentabilidade – DRS, Versão 3.0, SP, 2006 LANDIM, Leilah.CARVALHO, Luiz Antonio.LANDIM, Leilah.CARVALHO, Luiz Antonio. Caso Brasileiro: ProjetoCaso Brasileiro: Projeto Transparência e Prestação de Contas da Sociedade Civil na América LatinaTransparência e Prestação de Contas da Sociedade Civil na América Latina, (p. 02-, (p. 02- 26), 2006/2007.26), 2006/2007. Bibliografia
  • 83. Bibliografia Básica COSTA, Daniela Pais. Prestação de Contas. In Terceiro Setor: temas polêmicos. Editora Peirópolis, (p13-44) , SP. 2005. GLOBAL REPORTING INITIATIVE - GRI. Diretrizes para relatório de sustentabilidade – DRS, Versão 3.0, SP, 2006. INSTITUTO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA – IBGC. Código das melhore práticas de governança corporativa, 2006. LANDIM, Leilah.CARVALHO, Luiz Antonio. Texto para discussão – Caso Brasileiro: Projeto Transparência e Prestação de Contas da Sociedade Civil na América Latina, (p. 02-26), 2006/2007., LARROUDÉ, Eliza Rodrigues Alves – Tese de mestrado na FGV - ACCOUNTABILITY DE ORGANIZAÇÕES DO ESPAÇO PÚBLICO NÃO- ESTATAL: uma apreciação crítica da regulação brasileira
  • 84. Bibliografia Complementar ALBUQUERQUE, Antônio Carlos Carneiro de. Terceiro Setor: história e gestão de organizações. São Paulo: Summus, 2006. ASHOKA EMPREENDEDORES SOCIAIS e McKINSEY & COMPANY, INC. Empreendimentos Sociais Sustentáveis: como elaborar planos de negócio para organizações sociais. Editora Fundação Peirópolis, SP, 2001. BENÍCIO, João Carlos. Gestão Financeira para Organizações da Sociedade Civil. Global Editora, (Coleção Sustentabilidade), SP, 2001. CAROPRESO JR, Percival. A comunicação como ferramenta estratégica no terceiro setor. Terceiro Setor em Síntese, 2ª. Coletânea de artigos (julho de 1999 – julho 2000). Fórum permanente do Terceiro Setor. SENAC, SP. ESTRAVIZ, Marcelo & CRUZ, Célia Meirelles. Captação de diferentes recursos para organizações sem fins lucrativos. Global Editora, (Coleção Sustentabilidade), SP, (p102-115) 2001. MENEGHETI, Sylvia Bojunga. Comunicação e Marketing: fazendo a diferença no dia-a-dia de organizações da sociedade civil. Global Editora, (Coleção Sustentabilidade), SP, (p98-114)2001. VOLTOLINI, Ricardo. A comunicação e o marketing como ferramentas estratégicas de gestão social. In: Guia de gestão: para quem dirige entidades sociais. SENAC, SP, 2002.
  • 85. http://www.slideshare.net/micfre12/ Go raibh maith agat Go raibh maith agat ThanksThanks TodaToda HvalaHvala GraciasGracias ObrigadoObrigado MerciMerciArigatoArigato 감사합니다감사합니다DankeDanke GracieGracie www.criando.net 11 – 982-083-790 11-2307-4495 michel@criando.net lauralilianz@gmail.com

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