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National geographic portugal_maio_2014

National Geographic, revista de maio de 2014 Como alimentar 9.000 milhões de pessoas.
Published on: Mar 3, 2016
Published in: Environment      
Source: www.slideshare.net


Transcripts - National geographic portugal_maio_2014

  • 1. NATIONALGEOGRAPHICPT MAIO 20í4 »f í A / -~- w / r- *A Ó . V Í 1/ x l 1 A É “N” I' _7 ; Í › a 4 x_ f / n 7 1 , _x n ' ' v y ' ¡ '›T l m w . , 1 1 _ I w “x * . w : . 7' , 4.x E, . No A** 1 'xtx . , «_ w rég, ' Í a; .ñ u¡ LH_ _ _ _Í _u 'j ' J A_ laje_ _/ n' w 9 J~¡¡ : l - . ¡ l ' ' 'J', ~ , w ' ' 2x ¡ Í w * X A u v f É 'p' Jr g_ l V í | ' ^ ' . f . r L w 1 4 . x R, ce í _ : ; N h › , -s/ *V ' l” t 7 T 1'_ I' R' f'- h '! ÍI'ejp]: ¡y°pÉ: $§1|r . IIIIílg5lHI' m' 1 T 1 i F A . , -w , U o xxx ~A--- _ -), -' ^: |', 'I_i]iigh3§j: *íIP: §1ñzzwauuw' w: ww ›______ j. í-n¡¡'›; wg¡¡n, ¡ “ . z slãq¡gpg_-vg§çqgg_y¡g_ E 4 ' , --, __, ._-. |3 M PH N¡ fr ' i TTTT' l' _-: 7 . A “ . x r V' A. A. 4 _ , , , ,., ,,#'4'ÇÃ; :' A _ _ ___ _ _ . À d' 'g. ã_gay_: lg: f-_lgf: lqcn_lu~-wnqngp . , _ E , ' . T's" slll: àl: ."üt5_i'l_: gwdir›'A A ' ~A f ~ ' NÚMEROEEAGENSAL caso - " n › , v T ' ' w , ra , ' - "HH HI"? ' 4: "na a' c ' . n na. EIÍICGIÍwG | Iíiízíií
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  • 3. VOI. . H - NUM. 158 54111017105 o que é preciso para ulamçiir n cqiiilíbrii) entre as nossas neccssidii- l l i ('$t1IÍIii('¡l1ai'C$ t' a suslvnlitllíiidiidi' mas alta dcciilir como o vamosjiizci: JIM : I CHÁ¡ IISCIN camponeses de L'viv. na Ucrânia, cultivam batatas e couves. dois produtos básicos da agricultura daquele país. Maio 2014 2 Como alimentar 9.000 milhões Até 205o, a população da Terra tera aumentado em cerca de dois mil milhões de seres humanos. Seremos capazes de produzir alimentos suficientes para todos? Conse- 32 guiremos fazê-Io de forma sustentável? Apresentamos a primeira de uma série de reportagens que abordam o próximo grande desafio do planeta. Texto de Jonathan Foley Fotografias de George Steinmetz e Jim Richardson O golfo de São Lourengo No Leste do Canadá, as correntes ricas em nutrientes do Atlântico misturam-se com a água doce do rio São Lourenço, criando um ecossistema único para peixes, mamíferos, aves e “a “P8 anfíbios. No entanto. a sobrepesca e os projectos de perturação em águas Mariam Keita apanha amondoins numa quinta profundas ameaçam a sobrevivência do golfo. d. , sw no Ma” Texto de Rob Dunn Fotografias de David Doubilet e Jennifer Hayes Fotografia de Jim Richardson IORNAL OFICIAL DA NATIONAL GEOGRAPHIC SOCIETY
  • 4. 52 - Iker, o arqueiro . - 82 - Felino fantasma SECÇOES Forum lfifíloriitl A suajíim VISÕES HOJE l -'Iiii›ri'›céiiciii iii» litimirs ÀZÍIfIIIIt' iiçariimi) 'livnpcrntiinr das mãos Alrtcoriis nn 'li-rm U novo sujfurit GRANDE ANGULAR Pain Pinta Nil fclcvrsitii . 'i› bm¡ Priivimiv riiimcro Maio 2014 _ ' _ 4' x. ) _ , ¡ -' I | ' . c . . r f-” › ' . Í L ; J . .., - . ._ . n_ . . x -. . _ . .. .u- _ w 3. -' . ..: .._« . ' v a'. ' r . i *NA 1_ Tui" . A' ' _. .. 'Ô 3-1' . .n q - I______. :-_i-- . _ _ . ' ' i « ~ x - , ' J . í . . 64 - Paris e o Sena 52 Iker, 0 arqueiro Foi sepultado em Lucsor com os seus arcos e flechas. Uma equipa de arqueólogos encontrou o seu túmulo intacto quatro mil anos depois. Presume-se que seja um dos guerreiros núbios utilizados como mercenários pelo primeiro governante de Tebas depois de se ter feito coroar rel do Alto e Baixo Egipto. Texto de José Manuel Galán Fotografias de José Latova e José Miguel Parra 64 París e 0 Sena A artéria central de Paris acumula os estratos depositados pelo tempo. Durante séculos, o Sena foi canal de comunicação e transporte, fosso. depósito de água_ esgoto, lavandaria. Hoje, é o coração liquido da capital e um paraiso para apaixonados. Texto de Cathy Newman Fotografias de William Albert Allard 82 Felina fantasma O furtivo puma, um dos mais emblemáticos mamíferos do continente americano. não costuma ser avistado por seres humanos e o seu estatuto de conservação reflecte o risco que atravessa. Agora, porém, à medida que recupera o território perdido, o puma foi fotografado como nunca antes. Texto de Douglas Chadwick Fotografias de Steve Winter Assinaturas: Tel. 21 433 70 36. E-mail: assinatura ' 2159.9! Fax 21432 60 09. nedaoçãozTei, 21 316 42 O0. Fax 21316 42 01. Morada: Rua Filipe Folque. n. ° 40, 4.** andar. 1069-124 Usboa. E-mail: redaccaoíñrbarevistas gt Internet: wwwnatlonaigggraghicgt . iESF LATDUÀ iNQ TOPO Á FSQUÉHUAI STEVF WlNTÉF. lEU CIMA À FÉDAJFRDAÇ WLLIAM ÁLBFF' À. LAFD
  • 5. I. .,í. r.. ... ..› : :Mamma-AA (bruma combinado de : t6 a 8,3 n00 kn'. Fmnssóes de 00,61; 121 a 193 gíkm. A BELEZA É SOBREVALORIZADA. AINDA BEM. Prooaremsc Fm : arcwe na cornecer c 0mm BNTVJ Ser e 4 Gran Ccxjpe, Que ana a címàm ca u n: : r. ater desportiva; ou u'T' coupe, a 'LFCIVJHa wdace de un' autumove uxenutruu. O pr menu : :uma BMW de 4 00735 de classe Exec/ nua esta c soowrel a oamr ce JUFÕO, na seu Concesãnonann BMW [spcramcs por 51, O BMW Séne A Gra^ CCJLOQ inctui Conzrato de Manutencao BMW Serv : e Inc usnvc de b aros au ' 00.000 vn. ADFOVENB as comdnçóes de : inanc¡amewrc› e Seguro ? MW F nana a! Serv ses. NOVO BMW SÉRIE 4 GRAN COUPÉ. A ELEGANCIA SUPEROU-SE. BMW ConnectedDrive Totalmente ligado, totalmente livre.
  • 6. FORUM 13.0 aniversário Parece que foi ontem, mas já passaram 13 anos. Leio a edição portuguesa da National Geographic desde o inicio. em Abril de 2001. À minha volta, tudo mudou - na composição da família, no emprego, no pais e no seu governo, no mundo e na ordem de poderes global. As qualidades da National Geographic, porém, mantêm-se. Desejo-vos pelo menos mais 13 aniversários em Portugal. Boa sorte! Brunelleschi Aprecie¡ muita a reportagem [Março]. Acho que está muito bem escrita. não só em termos de vocabulário e estrutura, mas também em relação à criativi- dade. Captou a minha atenção, uma proeza, pois só tenho 14 anos e todos sabemos que mui- to dificilmente os jovens se inte- ressam por este tipo de assunto. Florença é uma cidade linda. Mesmo já tendo tido a oportu- nídade de lá ir, ao ler sobre a cúpula descobri coisas novas e senti-me mais culta. Espero que também os outros sintam curio- sidade sobre Florença e tenham oportunidade de a visitar. Talvez um dia seja eu a escrever um artigo tão excelente como este para a National Geographic! JOANA MOURA Por e-mail Era uma vez um dragão Quando trabalhava num jardim zoológico em Atlanta. foi-me dito que o dragão de Komodo [Janeiro] não tinha veneno, mas sim uma vasta gama de bacté- rias na boca que poderiam ser JOÃO BAPTISTA LISBOA letais. Em conjunto com os seus dentes serrilhados, as bactérias tornam a sua boca um perigo. TAYLOR CUNEFARE Geórgia. EUA Coragem dos kayapó Ao pensar nas alterações climáticas, na violência entre seres humanos ou no cresci- mento demográfico, interrogo- -me sobre quem sobreviverá. Certamente, povos indígenas como os kayapó têm mais hipóteses [Fevereiro]. Fiquei impressionada com a garantia de que os kayapó mantêm intacta a “noção de que os seres humanos e o mundo natural formam uma unidade continua". ANNETTE CIARK Wlsoonsl, EUA O texto de Chip Brown estava cheio de ironias, mas nenhuma mais mordaz do que o facto de ele ter levado missangas e tabaco para oferecer aos anfitriões. Onde é que já ouvimos esta história antes? DAVID KAMM lowe. EUA v. I| IV T (mà j¡ _í . i'nl, i- i li; l 4 Os novos emigrantes Em 2010, quando estava em Djibuti, perguntei a um colega quem eram aqueles homens que eu via a atravessar a areia do leito do Iago Grand Bara [Janei- ro]. Transportavam poucos bens. O meu colega respondeu que provavelmente seriam etíopes que se dirigiam para o Iémen em busca de trabalho. Dois anos depois, agora já na Etiópia, fiquei surpreendido ao ver o aeroporto inundado por mulheres atraen- tes. Perguntei a uma hospedeira o que se passava e ela disse-me que tinham sido contratadas para trabalhar em países da península Arábica. Desejei em voz alta que elas se saíssem bem, mas a senhora baixou a cabeça e respondeu baixinho: "Temo que não. ” GILLES STOCKTON Montana, EUA A facilidade de comunicação alimenta a procura de trabalha- dores estrangeiros baratos. Os países ocidentais satisfazem a procura prolongando a validade dos vistos, negligenciando as leis de imigração e promovendo campanhas que visam abrir caminho para a atribuição de cidadania. Os estados ricos da região do golfo não se preocupam com a cidadania: os trabalhadores estrangeiros são tratados ali com o estatuto de segunda e terceira categorias. São dois modelos de forneci- mento de mão-de-obra barata. Qual deles será sustentável? TOM SHUFORD carolina do Norte, EUA E-MAIL naiionalqgqraghiciiílrbarevistzggt ENDEREÇO RBA Revistas Portugal. Rua Filipe Folque. n. ° 40. 4!' 1069-124 Lisboa Tt: L l: FON t (351 J 213 164 200 lN l i: H Nic T wwwnauonalgeoqraghicgt Por motivos de espaço, as cartas poderão ser editadas NATIONAL GEOGRAPHIC 0 MAIO 2014
  • 7. ', .X. a » r. ›. ~ w z . ' | a , v- 'A . ll! l *E , lí s¡ 4' ' ' f 7;_¡-' . *.›* , p) ji l - ' . ' . -2.41 l - i i ' - . . r í l' 1 ~-li' . , _j . Venha conhecer um dos tenitórios mais antigos de Portugal Deixe-se desafiar pela memória do Românico e ñque a conhecer as origens da ¡ ~, i. ¡ nacionalidade. inspire-se na natureza, _na gastronomia. nas tradições das ¡ i ' _ nossasgentesefaçapartedanossahistóna. : l | .'. ¡›, p|j j Mwwxotadoromanlmoom 1 J . A 'L' , › i _ . i _'| , A , y-x-rr V. , ç_ r w _Í f o: _HJV t; - . I › " _T_ '1 v «i3 'Í' ' '- A x -l'N'l›| *u: _to; Hl'. onnd§ : lc n' gli' ua: v-l' o n' ; a¡ ji-J *I- ¡nv TUOII , P); JL, ¡_. 'i '; í1?. 'i '_ . _ ,
  • 8. VISCÉS IASUAFUTU x3' _i Escouu na REnAcçAo João Martins Cascais. Portugal O Martim Moniz. em Lisboa. fo¡ palco desta curiosa fusão de imagens. “um diálogo repentino entre olhares". diz o fotógrafo João Martins. O retrato gigante afixado na rua, da autoria de Joel Santos. apresenta um homem de tronco nu. embora em Lisboa estivesse a chover naquele instante. "Este homem, a quem não cheguei a ver a cara_ parou à minha frente, contemplando o retrato. A garrafa vazia na mão do senhor sem cara, o suor impresso no retrato e o seu olhar uniu na imagem a história passada da fotografia ao que se passava naquele momento. ” ESCOLHA DA REDACÇÀO Joaquim Azeitona Portalegre, Portugal O macho-galego é uma das aves nocturnas mais comuns da fauna portuguesa e. mesmo a largas centenas de __ metros, é possivel escutar -, « o seu pio. Como utiliza com _ , j N t y frequência o mesmo poleirc N de onde parte para caçar. Joaquim Azeitona mostrou persistência e aguardou no _xa_ o ' _ coração do Parque Natural - . * da Serra de São Mamede, Foi recompensado quando , o mocho pousou no mesmo ramo de onde partira. NATIONAL GEOGRAPHIC 0 MAIO 2014
  • 9. _ âlollgl. :l0l; l.thp'g_^, fo 7 “_. Ç 2 '- - . _ 7”I. *.I. l'JL. l ; iu 1 r- . WJFI-(N . › ' r i . F73. f: : f. .- . ° - r . ~ “É à . . "_ l l ” wuu-. uuI 2.4'. R A " - z l l ur. l*- ' : rwstwraawwerssI-x a Le. * 44-9 ' w ' t¡ z›: «çn-›Í§r4:1:s. -L1-a_ao: :+ . '- 'a , ' ; e * ¡41u°éLt›-m~zt-bostras-tu, "" ~ _ -- í M' ('11 ! l21m#'zldinol= ml-1er'*°'$m_kmré! 'nl . - , " l* . Nx ~- "PÉ __, " a __ y É _í , ›gsl-'. ç' 75¡ mk. - r « . A 2;. _. t_ __ ¡ - _. ... ~ ao - l . . M¡ l ~ . u? “+1.” c' _* *A _ 'x Y - s w- › ~'§n _, - «fu l › , .- í~ = "N. T l ¡ I ~ 4_ . / '. 'vu viu . w. f m wlÂJl : L 'gl l. “W _ : t-omaclhglalmunms-glahtzllclallwñlvcnñio- _ “ : omtçsx-. .la «actor-l 'MP-HIIIHIHGI. e: .. OI Í› x ¡¡, 'l L __ › m < v 'VrJ--vn- _ t z __ f, N. v_ _ 2 _ _§ i _- __ _ g x ' Rua de São Romão 22, 7220-124 Amlelra Tel. : (+351) 266 611 205 | Fax: (+351) 266 611 206 | aldeladolagocñgentaIbergpt | wwwíacebook. com/ aldela. do. lago
  • 10. __ 4- . ¡ t) (t / l x , ' l › . x ~ 't x “ s, l í ê-fihtêiekíÍluñit-H ; money-Nauuimñllqulilivilgl Oeglllmcull: omnuigtdlqsríal ittmuumotuocnu-'igllãlhl : Dfmlâr-itagluugn! tentei-atenas alem. :wínlsyLuq-¡neiüuiuoín . em Iihiélifilijlslalplsltillitíl¡ tsmâsuãotlskmüksmtnltzbw '-lalêílllalullat-wptíaíu-IHI¡I Imnjtggiraflêlusisltzü-“tlitu n: Yüms--içiollcseguraiüzsêlotrçp Fwzgqíwzlil :
  • 11. 'Ki-illtiluli- : toi-. atlun-aott-ix» I-'hftu-Iillõli¡ ainda: lttçlulgyalonâltla_ tow-unaunlIit-mswucvruemici 'latestleiálteltsioratk-; nhut-xsiuo. :inútil-nuaitugnn-i-Ib-i-mn vahlauatgiaiaal-rnsmr-, uilgluinata. :teoallimkwót-imlott-iskssisn glmJiataôfat-: tçreiniiiçxapltnna: olinonncnetéltwall consuma-í' ! fàlarltatàlgislnl lana-italia '4 "M. l l'= W 'u : :'. ___ "Z, d mui** / . 1'» . 'l '. 4 -à *y - ›L . IN 1 a u . l x . .a- Ô' . ..- 4.. ... 7.4"' x_ N_ s " . . . o . . n_ / n IÍ 'v l( *Á/ _X l. . . rw Í I u w n v- í x. V x4 I z _ Õ l l
  • 12. ~ w J c z 4 _ l t K 'l 'ri . . v e I ' t6** I , l _ . . '. N¡ _. V _ j _ _ l l_ r x z : Hu/ l _ - l '4 q» " ' v t _A « ¡ à. ñ . v ' Í - ' s _ (R) J ' -. . Ç ' , a y. - . j . ... < »o . A 47 f_ ›: _› . % di. -' v
  • 13. t 3" kvqninuomowndevuoaenumem t** . . e _ N ¡fü , j , _ l ^ -o g0" ã. , i~~_, .,. ,;~vdr x2' “ w. e 4. : t'
  • 14. i giizeill ! leuçluiamifaugtumlmsltge ! Tt-llrmniialeioiuoiíaaui-ioim: atiaianilal-atei-ruvac-Ltagii-iíllim» élç-: l-li-Istsnçlõtsital. ;ir-falante ! Inltígtnçislntglatgi. il-rita : Layla-fimitivornmzlieuminpr-Lv. elíêt-átsiêlltâllil¡ 'falta' “ Iiçirawlty ¡rasa-aliá- _ . . atlanta: atenta-Hauer: .ela ~'ff-UêEÍ9I! I!ilIi, =l~ftÍ¡'lf-| l~ñ &WNPIIUH RQGKWNQIQIP' . pv
  • 15. _ _. fil u i u' ? +71 i-/ ÍÃLtÉLtÍ-. l. a -zmoroirsifít-. .oiqlatentamente-eleita ilçrçirçamãitçlla-amlb; Lsvracetçatékuguiainiélm iliiniiulatéiougtciftlnta¡llt-ltlitfawtçiláiilsuis tar-rsniatuoihucaidlktostowitai. .asian-sustos t: :mile: :êntiiligniranumiqnmtatit-. mena ÊKQÍÍÍÍÊQIÍHQEÍÍKÃÊKÊQUÍMllúuêirnfrêmllih' ari-gntê-álaf-lsiíiuatçilivn "i 'vfllgloiilieialojiei ? noir-humanam-íraliitdiauotoiiiiiaoiidl--mtfâ , orolqluañto-azmiilr"'l-tltarlzréirarãtousiadi» va-rilistzt-; lsir-; ts-! llêilêi'éladiaiivrçisitàlgtéiç-àisv : Indian: aclsloteiitlsñl-l-I¡admite-álçngislilelntil. citam. :: mor-Inemanat-lñiti-routolêlloitauçtnts-! icou 019k¡! iiilllpleisiíct-? I!êisjsleilistâvãialglni“êi-? Ííii grglrgteltattáifgignrçmglliauàfznntçlsüiçllhet-ñtm ¡lis! ÍibiiotfloisisieulêluêHPIQilQYÊIÇI-iolglêlíêl iiioíilruoitamtacitmtonlllonrmitamizaóla 1Ilsl§lúhi~t~úl§id§¡¡'l9iu| §.RaidêniíátlialilaM¡ ékidel! !!lêlitçlüriugilllglçléiê-êlsiçlmsimêlsiliãísl ! lixeira-leais Misa' ! Ltiislfvirlçr-. tlrahslueuia Íllim-"IÍÍQÍÚHHOÍÍQIIII . :aoital-tolí-Iaitaealí-u: navais¡misiiiglnliéiatàishrleialtallêláhli*QD-sisal ; ngiutlitçrgtélçcionelifügllslçn » citeeuçrsngçnrrartqs- i V¡ . ___ _i / ¡| Í'! .|¡| Il4Il1¡i¡i! iðí"
  • 16. Z _ “V”. l l"r^i ii l iÍNl" H í r^l“| “|Ê . ~. =.x«. ._', _ / , ' 1,( , l 1-¡ lx. 4 - _JI ' , 't_/ ' '¡ 5,4 E E ' "É il? ) lilA AVENTURA EPICA PELA VIDA, ESPAÇO E TEMPO “Y : Tait: = g; n Il _if llggy, r? , ” e il Il -O _l Ô 3¡
  • 17. HOJE LC! " r um, r' . um r , _-›y. ._. ›.g. l, ' . .u. . 'L . f: zu mu. LC açe: 1:1 . a1 . m A vida de uma tartaruga Caretta caretta até chegar aos Açores é repleta de improbabilidades estatisti- cas. Desde o momento da postura na Florida até à sua chegada aos Açores com escassos meses de vida e cerca de 10 centimetros de comprimento, a estatistica determina o seu futuro. Calcula-se que. na debandada para o mar. das centenas de ovos eclodidos. apenas uma tartaruga sobreviva até à ida- de adulta. Dez a quinze anos mais tarde. elas regres- sam à costa americana. A capacidade de orientação destes animais é intrigante. Num artigo recente, o a subiam-guiam armar oliútijsl-: iikw e r-_ç : orkut-AEW l ÍT= O=I°JEI= IOIÍÍ= JVHÉÍEIK= F4 óknohltncsrr. . Ji biólogo Marco Aurélio Santos. da Universidade dos Açores, sugere que os montes submarinos dos Aço- res possuem uma assinatura magnética que permite às tartarugas tirar os "azimutes" para encontrar o caminho de regresso. "Como cada montanha sub- marina possui uma assinatura magnética, podemos sugerir que os montes submarinos funcionam como pontos de orientação nas grandes estradas oceâni- cas”, diL Os estudos com transmissores revelaram que as tartarugas aumentam o tempo de residência nos montes submarinos provavelmente para bene- ficiarem também "das densas agregações das suas principais presas neste ambiente”. - Nuno Sa' O em A invemtlcwcÍio de ? Jade pode provocnrjut-laq. Nor. primeiros. mea». da mir ~ (io, ou. cent¡ ta'. que operam 0': ~ ROV prolonqam oa 58th d a v de trabalho para aaroveitar a rotaciao do planeta. pouco nferior à do nosso. Pera o; ajudar a repor o sono. a: *mtalacoes da NASA gertmente incluem sala: de sesta. 1 dia em Marte = 24 horas + 39 minutos 1 semana 1 semana Dyriuiston 78 DIAS EM MARTE 80.1 DIAS EM TERRA NUNO EÀ INC ÍQSDI NÂSALÀYCVFKÀS ALMCCCJFZPIF. L ÀFTÉ AUGI-HC") TAL NG HD TOPCI ERA: CC JAEOIH VFEAY FONTE LA. . : Il I( BARG EH. ESCOLA MEDICA DE HÀHHWRD
  • 18. HOJE Marte É E d H III e Grandes asteróides podem “ Venus mergulhar na atmosfera de 30 em 30 anos. ou seja. com uma e Júpiter i lrlmcüm Cintura de asteróides frequência dez vezes superior ao que se supunha. O astronauta *me Tom Jones crê que missões com veículos robóticos poderão provocar alterações gravitacionais, embatendo contra o asteróide ou ficando a palrar sobre ele. Essa estrategia deverá alterar a velocidade de um asteróide “para o fazer falhar o seu encontro com a Terra", sugere Tom Jones. - Eve Conant A origem dos meteoritos A LUA E MARTE CINTURA DE ASTERÓIDES 0 impacte dos esteróides expele detritos Cerca de 50% da massa da cintwa encontrase nestes quatro asteróides . t” _ ' A A n › Ceres Palas Hígia Veste ' 6% têm origem 0,2°/0 99,8°/0 unicamente são material ejectavel da Lua e Marte provêm da cintura de asteróides em Vesta [al Queda de objectos METEOROS Restos de luz criados pelas particulas vaporiza- das São conhecidos por estrelas cadentes. _ METEORÓlDES Mais pequenos do que os asteróides, orbitam o Sol Alguns caem na Terra Poeimis MErEoRincAs Por dia entram na atmosfera da Terra 100 toneladas de tragmentos e particulas. incluindo restos de formaçao do Sistema Solar. METEORITOS Um meteorito e o fragmento de um asteróide ou cometa que atinge a superficie da Terra. O meteorito médio pesa cerca de trinta gramas. o _ equivalente a um berlinde grande, Meteoritos na Terra O maior meteorito O meteonto que explodiu sobre Chelyabinsk (Rússia) ainda existente na Terra é o maior obiecto conhecido que penetrou na esta na Namibia. Pesa atmoslera terrestre desde 190a. Cerca de 761": das cerca de 55 toneladas. suas 12 toneladas vaporizaramse por cima da Terra. LÍWÀFlnÍÍJ FF¡- ECÚP FCWTFÉ. .lF>': ~'iFV N LÍWÍJÉSVâA F KllCHAF. F FPNFI-í-KW PLAS¡-
  • 19. *ii . '.! _l§), l_lr_&(§f a: 'riu ~ “swat-iniciais. .oicitatqãto-guisicttf. .uma militar-frei-: iíloraligiçidtuinvrsmltgmuorzr Íalânclüâllfkllilai-Ilwêlñnslãléhltãkfhihi ! lullllt-lkàllilãl-jlênílt-Íllslôrélalslmlàiílíàluiu qtllair' tauipiarailninuluiiacataucio-usarm- í: ::anuncioupioiilusaraugiaaçiu auch-bio» mum-mugiacgn-Qtvlx-Wünr (êllilplêliit ! um@temarãtsxr-étatmoieilitaidanr-à Lô"? - inízi dt-irã- @tchau-notam . aum ouíi-Ílhi. êllakxtçulí-? ÍMIMGHÀWMa-; llslsríãüíi Eigviziçiçian-: raictgunaiaçmnais-azar» lilléfilêlf-l-? Iàlv-! l-llalü-ffíb-! Làislíloilêíllole : uai-lira: ' 'rat-*ioi-iololtiidlofãos Qlllãltlílllí' iêllilpiallaiilltguilêl-ftdà 'lliulêldiltmft' ¡iram-Lts-rçbtlpiçmtzuilçs-iiçiubiaubà-ç-ékia irltlliiairawuatçnmou-anima¡irão-seletor oi-icuipitzitaiuuiaattu-ioungirsiauiélidl-m, ilâllêlslüêllliau¡llêlilâlild5""l'¡I2lÍa'4,4QÍ! i i¡ Qkjnfàçlklnlllllllãl ! lIlWàí-ãllihlojlyi-alçliirbfiãlçlsliíllsi. ,iii-ia . _ - msnaioiraoui. .çuiauoiaaitvsikwii-iuono» I . mii-xuannnswmuanus-nim. -y-iqtan. l t 1 l l _ Qlêlelãllllglêlolililr'! mlgmglânlllguliiallliêi . 'f-iuugiairsllurs ¡rã-lili! L* i' Itaueulal-SÉIQ» "“glâlislívnlãloillolloiwislciu 7;; 'fuuLoi-irsli-_inuouiít-: llsi gjmgnnqgniqqçgwgnqmúinplñimlãlüíla l éhlrolãüiuhlwl-Mlllctii -ioilrau"ilaudlqiaoi-, ra-dt: ::encaram uma: - 1¡ ç¡ , ~- i o» a i gntiçllueikumeupirgiçigngoagneiuutçhaunla p '¡ ' I sidtaidtoiiaieuauvufonnzcswtamsmmleirse í e '- FL ~ om-: mwitlnnt-. iíhls-: ismoikidtaiwaa dormi: - : luloloílalliall. aiíaloííalltêlqi a-çnroiqiiatvñis-miouigrturmunw aziirziulloílat-Iiaswoítc- deitam. :L : It-Ita l citou-imitam _ouioitu tonciairaiugrãll-Íkx. iullhlêlãhnlüavlãmlàllihléhlUnlàmuloi ! IEUIsUÍlQIãKOIÕHkF-Ijlvtlílt'Iilçiiülíilêb* @Ionrt0-smaiclêlore-iswsliiímugi-li ku ella' ! mnutgi-iíift-ioi. -ãva-or-ianw S¡¡anomalia! @anunciaram-iluminam--ila ! fillslctllllitsiñlau¡I-llcntsjllorslh Ria-aim gnu-an : rim-citamnuiiciuuan-tmiIêiailzmi 244"? GM! ?'93 tlnsi-'lalliniláu
  • 20. l “ ” : i . ' r _ I : II l . MIIÉÊPZ #WMM W / .i / / I 4 ' Ã nr T A _ n ' i z z t: «i» V 'M911 @IV-JF lPl. "~'| tIl. -h'll, = m 'Jimi Il: *lv-Vit ¡lã! ' Q; i-. iiâiliz lili i7": iliiliilEiii ! l à _ii›_iii_iiii Willjiljlti l , iiiiigi ; iimiiigi 'i iiiii ii"~. “"'l"'llül'll7"ll" im ¡l'. l.'i'll3;if1ll; i')'_l'_.1l'; pigigiiiiji' : _i_i_iii_i. i_i_i" ii. -l _ii : jair Wiiiiii' liiiliniiiiñli : iiiiiii . imiiiíiii : iiiíiíiiiiirriiiiiiwñiiiiiiilii. :iiiiiiii-iiuiiriiii iiiiiilíiiiiii l , _ 'li «um A. toc-v p . . _ijgi TL_”T›", :iii l iljlul TW, › 1¡ ii' : :um ? Ting ; iii- ~ iii| i'í*i-, 'i' i Wiiiiiiiiíílãi Iiiiii v. . iiiiiiiiiíiia ; iii iiíniiiií líiiiil ii. _iii. ,ií_iiii il_ iiilii. : iLiTííTlf¡ iiiiii-Tíi'l_7fi, ._iuii_; iii«l ; .j. iT'iii: -i : ii Wllllll i-'-i'i"ii-* iii'iiiiiiiíii; “ lili . Ml "v-ill i'll¡ lili¡ l Ir. - -i - na: : 11.1. - n . _-¡-. 'ir-. ,I. "- 'inl-. Iu «nu -vi-I›1I, :¡. 'i| n_'v. |." i: :- : sli-I- l. V.'llICl'|1ÍJi"~ -irii i' «xllllllllillll ; '|l| ';'. |¡. ||i. .i*ii lilllíllulllixlllii' iiplllllñiii'. 'l illlllli" llíilllllilltniiñtlil; II¡'l'l: l1'- m 71 ' . _ g. . l' ' A hub: :- _f-_. a ç ¡ - - - . ' . i : livia-aaa ' * 44%_ i3í-: '~*“ii-| F' l_,5i*_I'~_¡É5_. i_. i" -
  • 21. 1 ' 1,1.. -À-_z - ' . _› ' , _/"' . - f 37' a ' - c» - ' / -' “s < ! tsioiíli-IÉEERíiê-ipiãibgftãümsoi-vtg p_ im-isiQlsqALwslIulleii-íi- u . oi-Litunia ggntiytgi-'i élgiiãiallg-Plolts¡ (giriltnnatiylliilíiguyüf * s'. " ' »msn-Miva-m-i-isieieio-étsintoit-nirzim? " ljlullílá-iplf-ldlíal¡alilêlilhlélálaüüflh. 'Í ¡foton-Intel! Illilóltpêlõlullóãlílfâtoomw çiçitailiiçsni-iâàl¡tçswç-; iuoiçiçllen; mr iii-mlàllliêlaiílnilwloibusirúht-mu. Illmzldvfâcuficcivoirlllki mv 'a 4¡ ¡ri
  • 22. müllllêgalllllllhilii ¡lbllxt-rhi wi. . . uma. -' . ,A . _ _ 7 . y _ . _› l _í _ , l _ g _ t i ~ : :a i_ I a». i i 1 L i i i E4 i_ ii. ici l: : i. li. i: : _ A _ _ _lí A-V _ : Uíí _ _ri l_7~ A _ a7~ _ ALV~ _ A liam» : i-_ullshi IilUÍnilÍti-llgllllhli'ílíl-líêl-HI iaioiaaitamaiiia ÊHQHIÍÍQIÍÉH , OIÍAT-HÍIÍÍQÍÍÕHÊH* ílvialililgt-. i , l!]9l? l$í¡, ÍT-' âlai : hihi _Ênúhl_ ç_ ilEÍT-, i giíelgiekriÍtai il; liilêlialmtr-. .Lpílew Ê*ͧ'Í! )l! (!Íl! )llT-]Ílii. ' i 'rante-eiacimeira-valem¡ . l-F* . r_¡I. -¡' Í ': r7_. :__'; ›.. 5,5* " ' : a 25* “q, 55.4'. «à A ' *i2* *É ff. - , - jpg_- w “” , p . s- - a, “'73” “ _ 'N' _ 4;. , * , a3 "' s x f'-~4.' w M JL- i . f í? , 1'. " v r n - ; sax ~1_ nã: : l _ f. . Á" °« t7 . v *fin*- ~ _A _' " ~ v V' ~. ' , - " u l A f' _ 4;- x I t( 7 › ' 5,. '. ~ 'Í-*fg . a 'ea
  • 23. ;llirigu (ltl ltilii Piiitii í *É oimbrzi. 1921. Numa ; lula do Curso de Historia da Arte du Faculdade de Letras da Lfniversitlaitlc local, Vergílio Correia. reputado arqueólogo e his- toriador, fala de arte pré-histórica, mostrando aos 'alunos ; tlguns dos poucos exemplos conhe- cidos à : lata de pinturas e gravuras rupestres pós-pnaleolíticas da Peitínsula Ibérica. Um dos ailunos, llOFilClO de Nlesquita, «lirige-se ao pro- fessor. dando nota de que. na sua terra. (Íarlão. no concelho transmontanr) de Alijó. num abrigo grainítictw conhecido quase exclusivamente por caiçadores ; io qual davam o nome de Pala Pinta, se pociiam observar desenhos iviittatdos a ferme- lho semelhatntes aos que lhe atcabairai de mostrar. O docente desafia o aluno u reproduzi-los por tlecalque. Pouco depois, publicam na revista NATIONAL (-lí()(íll. ›PI*ll(. 0 MAH) 2014 “lerm Portuguesa" um atrtigo conjunto noti- ciandt) o achado, o que tornou a Pula Pinta o segundo local conhecido com arte rupestre pre- -llislórlttl na região. que coniaxia já com as t'a- mosas pinturas do Cachài) da Rapa, publicadas por Jerónimo Coittador de Argote em 1734. Embora reconhecendo não ser um especialis- ta, Horácio de Nlesquita não deixou de sugerir ztlgunms hipóteses de interpretação para os gra- lismos que viu pintados. "Será um acto de ma- giaTÍ perguntava. "Relacionar-seat, como tantos outros. com algtlliizl cerimonia fúnebre? " Ou se riu "a documentação da passagem de algum co- meta? " A curiosa referencia de Horácio ivlcsqui- ld d um cometa talvez Ilãt) seja 'alheia à expectati- va criada em 1910 em torno da passagem, nesse ano, do cometa Halley' pela cercania da 'lerrir
  • 24. 'lhl como Jose Leite de Vaisconcelos testemur nhou na sua recolha etnográfica, a ¡wassagem «iespertou receios latentes, recordando ; intigos dizeres das ¡vopulaçóes trainsmontauizis. "Em Al- vaçóes do Corgo, o povo andaxva aterrado, por- que dizia que o cometa em um homem muito alto e muito mau. com as barbas [ou seja. a Cau; da] muito grandes, que tinha devorado a mu- lher e os filhos e vinha 'agora devorar-nos todos". notou. “Em Baião. explicaram que u tomem era uma mu| her, que tinha comido os filhos e, como não tinha nem ceu nem inferno, 'dndzwal errante pelo ar e deixava cair objectos cortantes, como finas, machados, picaretas (›. ..)" João Fernan- des, 'astrônomo da Liniversidade de Coimbra). resume. com graça, o espirito da época: "Não sabiam o que era. !vias era mau de certeza. . FJNCRLM ft. riíur-níuãr. : . a rena' 'e : ui AF¡ .20 tuiã Fim'. 1': PPV-FMA MAH NCM ~'^ A26 Porto o Coimbra Lisboa Descruto academucamente pela primeira vez em 1922. o abrigo da Pala Pinta (em cima) foi classificado em 2014 como Sitio de Interesse Público. O despacho do Secretário de Estado da Cultura justificou a classifica' ção devido “ao seu valor estético e material intrínseco. à sua extensão e ao que nela se reflecte do ponto de vista da memória colectiva. e à sua importância do ponto de vista da investigação histórica e cientifica" A classificação fora proposta há quase três décadas, ABRIGO DA PAl. .› PINIA
  • 25. àllnftgcwh: !Jahr ! mms ' ' _illlf-; alillillhtlãâ nutlfcuíoít-Lhtékv: oii-matheus. 1.¡ 1ll, lf5iol'lkr . its-van , BJ_rq__-I9›~r›1-, t§? ~›~ w unili-nyypjúikx-Ílu miíLftiíl-tsu maligno): ;magna-mal nuíitsilçxwgutr- _kamianatn çxxuxguxaükumm an» incluam pua-xcz-: annàoltvnqte ou itljpuníílwo- @um : amam íkl ? Miau . mu-w 'um _rasanllisxiíçe its »um a¡ ñmtaítr-axaqum9›. 'hmlbzâpn-m-míitqtawxákaais- : km oimñwc . um mapmswn-xow P01 mouxauanull. «an» ítm . uusnoy_tç: « . niI-Iúsrtm ; Idio- _rqpnimítw : lutam ! imail «naum : um quítçxw ; na-caikaunis íkw ; naajnnxçxunwtw «oww ilivíyikesxdhw qua: m . nham 'caneta aunaugtv _uma matam-xau: íkn. _ñÃt-Lx-qgroiüunihz Chu): bruna . ue. - : xagnupnaqiçnilmlkuanqtlkswihwe- Viuikittãltlfàfllíü «or-ow _IQÍÍQIÓÍOL sr im-ílt-mw-íku ¡Itu-nglhnnn (um aux-u» _Mika nais: Tanxçlílvçm quantum amtoxqhxítçw : tu allgnguw ÍOIUÍIJQ' q: avmnomw ih¡ _human ainda» "I magnum _nham-flar »mov : Thu: ong-m. : : I gugu-tha éiálmiiaa di¡ gprs. an. : : :(010% 9 ntquaükuge¡ muitu Lanna 911mm aihnihutks ih» ãqunjtihits q-r _Latinos aih¡ 'Ehmraasfn íkxikv 4km . Ronin. 11111191!! 9a 51h05m m «9»_n1;nu1b1k~ it; 10H59. : a awumñtsu Karaté ü? " algunas 11min em: ;nota-zanulits áúiltilolia. ;bw qn mw tkstoz-Ikl-SÍOI atmÁQL. 2141» -r91oii1i1ú9›. -alíLglgutvsvgt-wtuylima! m. : JW xç›un_nçnrÃâ_tç›júidlç-ítawkaaqpum. slkgçuussnuçnàvmngm «az-mw max-raw : mn-vu aqpmtàot-íhr mu: um: «unem» ; Isn't-itnmun-«lkmr¡humanis-numvmiusxxqonim. rita» intítusmxaiacítç-: Hmh~ítan| Lun›¡. nL-¡I, nqtnax- ih: _Hahn _mutimmcnguyvnuñün- IJIm-liñiulv. . ujnuàtwdkam ma. . lnvgÀpíçxsílbilltikuíts-íts" 'lklhtrtlç' , ontesrntíkoz _tam _Imwn- : :exala-a ilqLo: -«! J1ra~nmmxanno¡_uíuo. -;manu _puaiuaplia. 'lí ug; úopxanu. âxaqpxonnúváhgráhnf-¡iuaaiíkk . nnllilaagxxqüjmlix ; me , isswgilísu ih» xsnoñtgm-mç» _hannah (UlñmlvíiinlaéüibbafhlílnlÍâuii¡Jair! ¡nnlãÍumlQÊiE-qulüm ! Íülllblllllhllll! OM¡Dita! !lilllíilflllICKILNÍQhÍÍUÍIIIRQÍLUJW mgifuúhs an: ÃÍIÉJIQLIÍH: !fçljljíplúlltmlísm its ma. site. anna-mm átadbmtiutggntânqu, V* segmento¡ hih- wnu t' Íçiíolgliiljlldiúi* s' 1' . íüyúkLMu-ãtt« míllnnxau Jlçníullí "Iuniu: .ug›_u1un. ~xxç›juy_tgÀsnmütsílugaáiguuualm Oiàíf-. Ililõliltlfnl-! Íülliñ311mmnúlâiüunguIÀÍiIVÃÍQyOW ¡livfãl! or ílkmo_tíl~ñüxçf. 51410.05» muita 531mm- . ll-unas. 'iam . Iquuitg. x _piçíkç). l1_sçnn. lçw m. «aanifihw . hmnnuxçxe ; um agua. «mm inn» unmu- xx-tníléhxéka nun! " ma» Íhuxnxík. :ivgrçxsmn nlhwgau' . llliñt- _pwliníkçxu walls); .uma Intl-mit# éh» . ifmilivom. .I'I. ÍÍ¡Ig(1!I(íÍO< m : itaim its _QUÍÍÍÔUÍÍULYÓÍHEJKONÉÍOGQKIÍQDIQÍL " . swmnliugniulwsgaogsxu9t-&mdb-ikusutrp_riubnsñx _ílosaucrniinmraííkupnflo-italiaüyouíkaladotoíioksihçmmon GQÚLÍÍQIIFÍÍQÍH. _yum ; ns-mu v» «um gtoxxitvál à jgunr s . uuuijígnqlknr -Íklíhh mama» _plkiírsifantuunr 3155' iniciam-r» im; guunnlilnxib» çsíiatbrákxersrau K9)_U_í! t!| ¡v1|. iIÍH! lk› gato-àwsxmkaaunhuaexsmontaram. ": ›u1nnu1í= uc. ~tâqn1ts« Ízlà---tggaikcnü-counu¡iuakeutgqxéko-í-«put-Rimas-@ta lnieqpxdktaiton íkm lu-mamgatâkçnr ; me a¡ lkfiiiliklw. üamñhlilíkouu a _ranmauik-IÀ : telha igtfoxujiauncalofÍ. alt: : ilngçs : luana 'Êlm o- ékamlkgpxs é «alma-mw a ch» _9Ial, À(iÍ9ríÍ9~qV|1(9*tQI~ glbuwnvuikéxr' -x9›, oL1§gu_u' v9¡ . Num 19H05 qemtm o~ ih: !Em , milíw v ; nngçviuanum : muitu ; ma _plloliqmw â _Illlliíw «auudlônnliv s' gnguuagliow . tnlilmíü miL-¡íxsgjíxaia , um . mim : a s: mms- íhnoílís mu. : xltguatmw- «irem 'uonsf-. I ; santa cito» ¡alinllhm 01W ! lag-agr um _unmnum sm anfukxálu dim ? Mallu-f ítç-oibxxaunxíksn -Çtgnqnn _nxíllsvztçapmçrnüvák unida» faiílülüul - ncliínvnoítahll «Tata-chamam a «unhas» *aumk2;t9›n». (9n19)_m: m» 'Ilñvúwsusifuo-. qttfll . si. mniugçaw . ..am é ít= zq_›¡t-Il= u.tíha. :E: :mw i6: mtêks. cv , uimútwaqunpnuñtanlko» . mcg-html ! l 11ml ils: nuuun-mliscuüúhsuxuílnmíkuygltteu-: íts-. n1nv_nn_hunn¡x9›e› ¡qu-conuugnnuitaNaum». 5415011;. lavamxusnillítç-aqui: _puat-fLtIINoL-t amam : tax-filhas-ékaoixoújaiuw-aygrauuw uma _bmw _mw 1419161519: imita» »sum e , foiiçxaniikt ¡famlnsgguadmlharammíkáhujit-n$iÊ'. ;ilu: §.q1tm. Í1_avc« _llaxailuy _Bow 4.: áh|5Ic)n(ai'to: ~-ito« nfuoldhikm ¡üóbufntaw 3:91:41. usnruyx97n1m : lugar . mm-z. "fumam xmllkatibu
  • 26. 0 projecto desenvolveu várias etapas de reconstrução virtual. Foram realizadas imagens espectrais, isolando bandas. de forma a tomar visíveis pormenores ocultoa O abrigo foi igualmente modelado em 3D (em baixo) para tomar possível co~ralacionar todas as figuras dos painéis. A partir da fotografia espectral foi possivel realizar (em cima) um "decaique virtual' da pintura (por analogia à técnica clássica de decalque em folhas transparentes aplicadas directamente sobre a pintura original). Esse passo é essencial para alimentar a interpretação. ¡OVOGMHA DL LUZ VISNLL L IWGLM LLJ-'LCYPAL um MWM! ) SWJJLIUA ¡ISOOLA DkS AKIIS UWcLHSDAOt CNÔUCA PORTUGLESA) DECALQLE DOGFTAL E REDQNSTRLÇÀD VRTUAL : mu: LMA ICENTRD DE 55111005 DE ARQlEOLDC-'ik ARTES E CBiCIAS oo PÀWIGID) WYOGRALÉTRA HJ! ) ÊES ICEWHO DE VNVESYKBÀCÀO EM CIEMJÀS GEOESFENS. IIIVLRSDGDL DO 90H70, L SuHJ-HICI_ LDA] "A60 PLSSOA HMÁILIWX DL OÉNCVLS L VLCNOLOGM (MUNF-! HSIDAR Ot (Xlrlâü 1030 FÉWVAADES IDÉPÀRTÀIBUTO É MATEMATICA DA HCLLDADE $ CÉÀÚÀS E TEOCCXOGIA DA LNIVERSDMJE & CO MSRM. FONTE VOMÍHVPALÀHNTÀWOFÃJPÉSS CGI
  • 27. ;llvrigo di¡ I'd/ u Pinta í O motivo 14 (em cima) do abrigo da Pala Pinta é fortemente sugestivo. sobretudo quando comparado com representações históricas de avistamentos de Cometas À direita. o cometa Maccholz encontra as Pléiades três dezenas de totogratmais que. após um proces- so de cálculo totograinétrico para reconstituição da origem e direcção de cada raio de luz captado, originaram cerca de dez milhões de pontos me- didos sobre a superfície do abrigo". . associando estes pontos atraves de uma ma- lha de triângulos reconstruiu-se digitalmente a morfologia do abrigo com um elevado grau de ClCÍdlhC e fiabilidade. “lento que muitos investi- gadores não estejam preparados para tirarmos o véu do tentpo aos objectos e nos aconteceu es- peciailistais coitsiderairent que estas imagens pu- dessem ter sido manipuladas", conta Hugo Pires. Com imagens dos motivos inseridas numa platalbrltlit 3D interaictix-"a. Paulo Lima pode fun- damentar a sua proposta interpretativa para os paineis. A traidiçãt) da arqueologia em trabalhar estatisticamente conduziu à eleição do painel como unidade estatística, o que acabou por gerar uma fragmentaição do registo, dificultando cor- relações entre motivos da mesma composição. "Ora, uma composição vive do conjunto, não e' fragmentável". diz. "E, pela primeira vez na Pala Pinta, dispusemos de meios para integrar numa plataforma 3D todo o dispositivo tigurativo que se CllSlTlblll por locais e superfícies zttítstaitlats". (Ierto dia. ao voltar as costas aos painéis pinta- dos da Pala Pinta, Paulo Lima olhou o horizonte que se vislumbra a partir do abrigo e ao voltar-se de novo para o painel observou que uma pequena mancha escura, que a geologia coniirmaria natu- ral. em conjunto com a rede de fissuras, RSSUIIIÍR uma estrutura que parecia mimetizar caprichosa- mente o perfil ntontanhoso que se avista do abri- go. Constatou de seguida que "todo o ClÍSPOSÍÍÍVO de figuras esteliforntes se eitcontrawi acima desta estrutura”. Teriam as características pré-existentes sido integratdais na composição como linha do horizonte? , questionou. “A ser assim, a mancha arredondada que se prolonga pouco acima das fissuras corresponderia ao cume mais alto e que se destaca no horizonte de visibilidade do abri- go - o monte cónico da Senhora da Cunha. " Por outras t7dlat~'r'aS. a integraicão das caracteristicas geológicas na composição teria correspondido a uma intenção dos ; tutores em estabelecer uma correlação espacial entre as suas COitjCCtLlratS as- tronomicas e o território das suas vivências. Accitantlo a premissa de que 'acima da linha de fissura se encontram motivos ; associados ao ceu, teremos então, abaixo dela, os motivos asso- ciados à superfície da Terra. Um motivo serpen- tiforme. tletectado pela ¡arimeira vez : teste abri- go em resultado da aplicação das metodologias espectrais, parece ; ipoiar a hipótese. .Assim como uma ligura antropomtõrñca que se destaca no A Fã-JIJFJLA 'JLCFIA FEP-Piva, FOR , u E, Ernani FÉFF QA FE-íúiA : AF AFF: : . JNWFRílDÀÍIF : :narra r= .'inTui; i,iF5.. si A Í_ RFM: ETFFAN EF F -Ifññfiueíiñral [IF
  • 28. sector inferior direito do painel principal. "Po- derá a sua peculiar configuração corresponder a uma intenção em representar um 'sujeito' em perspectiva, um observador colocado de forma a orientar o olhar de quem observa o painel? ” A conjectura é controversa. Os motivos da arte esquemática pré-histórica são passíveis de múltiplas interpretações. Porém, como resume Paulo Lima, "devido ao seu carácter esquemático nem sempre estamos atentos ao detalhe e à sofis- ticação técnica e estética desta arte. Em arqueo- logia, partimos do princípio de que se existe mais do que um motivo no mesmo painel é porque só um não foi suficiente para o desenvolvimento da narrativa. Ora, eu proponho que quem pintou aquelas imagens sabia o que fazia e elas devem ser vistas como a expressão gráfica de um conhe- cimento e de uma prática especializada”. Aos poucos, à medida que formulava a propos- ta que o levou a defender com sucesso a disserta- ção de mestrado em Arqueologia na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Paulo Lima debatia-se com outra conjectura. "Se ali se en- contrar uma invocação estruturalmente coerente com as fases desenvolvidas durante o evento de um cometa, será possível determinar, com base na eventual trajectória, a que astro em particular se poderiam estar a referir? " Nasceu assim o ramo coimbrão do projecto, apadrinhado por João Fernandes e desenvolvido por Tiago Pessoa no seu mestrado em Astrofísica e Instrumentação para o Espaço da Universida- de de Coimbra. "Despistámos vários corpos ce- lestes, assumindo, como me parece natural, que eles representariam o extraordinário e não o que viam todas as noites", diz João Femandes. “Des- pistámos nebulosas, supernovas, planetas - não encaixavam. ” Recuperou-se então a ideia original de Horácio de Mesquita. E se esta comunidade ti- vesse avistado um cometa, fenómeno regular na história humana, expresso na visibilidade de um corpo celeste brilhante, com uma ou duas caudas, e cuja configuração e posição no firmamento se vai alterando durante semanas ou meses? Paulo Lima reconhece a ousadia da proposta. mas tem uma resposta na ponta da lingua: “Du- rante quase um século, encaixaram-se todas as representações deste tipo na categoria dos solifor- mes. Eram sóis, mesmo que a sua configuração variasse, inclusivamente na mesma composição! Ora, um cometa, com a particularidade das alte- rações da sua aparência e o desenvolvimento das suas caudas, parece adequar-se tão bem. ou me- lhor, aos motivos da Pala Pinta” A procura de um cometa suspeito constituiu o trabalho de mestrado de Tiago Pessoa. Acei- tando como válidas as conjecturas de Paulo Lima e baseando-se nos parâmetros orbitais dos cometas conhecidos, reverteu matematicamen- te as suas órbitas, tendo em conta a janela do fir- mamento que se avista do abrigo, e identificou mais de mil cometas que por ai transitariam no intervalo Cronológico definido: de S500 a. C. ao ano O - um período alargado em virtude da ine- xistência de uma datação de referência para as pinturas. "Desses, excluindo aqueles onde não há informação sobre as suas magnitudes absolu- tas (brilho), cheguei a 680 cometas. identifiquei, por fim, quatro suspeitos: o cometa Kowal-Va- vrova, visível sob o céu do abrigo por 59 dias em 1421 a. C., o cometa Biela, visível por 63 dias em 2365 a. C., o cometa Vaisãlã l visível por 61 dias em 3784 a. C. e o cometa P/2004 VR8 que, en- tre todos, é aquele cuja trajectória mais se asse- melha à inferida a partir das pinturas do abrigo que se terá mantido visível por 143 dias em 4626 a. C.", refere Tiago Pessoa. O exercício multidisciplinar foi acolhido com entusiasmo na Universidade de Coimbra, mas Tiago Pessoa é cauteloso. "O meu projecto pro- põe que pode ter sido um destes quatro cometas, mas também poderá ter sido outro que não co- nhecemos ou que até já se encontre extinto. ” Houve quem recusasse estas propostas de ruptura, mas "a tecnologia, as propostas de in- terpretação e o contraditório fazem parte do jogo cientíñco", diz Paulo Lima. “O estudo da arte pré-histórica não procura respostas definitivas: acrescenta. “Todavia, se estivermos diante da in- vocação real do avistamento de um cometa, este recôndito abrigo de Alijó precederá em vários sé- culos os textos babilónicos ate' hoje reconhecidos como o mais antigo registo humano de um destes fascinantes eventos astronómicos. ” ABRIGO DA PALA PINTA
  • 29. U NATIONAL GEOGRAPHIC 'Dospertando o interesse para a protecção do planeta' A National Geographic Society foi fundada em Washington. DC. como uma instituição cientifica e educativa sem fins lucrativos. Desde 1888, a Sociedade apoiou mais de 10.000 explorações e projectos de investigação. contribuindo para melhorar o conhecimento da terra. do mar e do espaço. NKIIONAL GEOBRAHK: IMRABIE PORNGM GONÇALO PEREIRA. Director TERESA ESMATGES, Direcção de Arte HELENA ABREU. Coordenadora Editorial JOSE LUIS RODRIGUEZ. Tratamento de imagem CONSELHO Dl OIIECÇÀO »ea Cabello e Aurea Dlu Eeerlu couanuo ciaurlrico Anes BARROS. Presidente; ALEXANDRE OUINTANILHA. Biologia (membro do Committee ! or Research and Explorstlon de NOS); CARLOS FABtÂO. Arqueologia climiAu-io RODRIGUES. Aamspecíaf CLAUDOO TORRES, Arqueologia Famcisco ALVES. Arqueologia Náutica FRANCISCO PETRUcOt-FONSECA Zoologia GALOPIM oe cAiwAuio. Geologia JOAO os PINA CABRAL. Antropologia Social JOÃO PAULO OLIVEIRA E cosu. Historia de Expansão RtCARDO SERRÀO SANTOS. Ecologia Comportamental a Marinha sALoiiE PAIS. Bollnlca SUSANA MATOS VIEGAS. Antropologia Social TERESA LAGO, Astronomia VANDA SANÍOS, Paleontologia VIRMTO SOROMENHO-MAROUES, Ambiente VICYOR HUGO FORJAZ. Vtircanologia NATUUL ÉÉAHJICMEÀÉ aarrea riu e-r cara Joana visam: animou Bil Man KIIGJIWI normas 'rnAouçAo a IIVISAO Bemeroo SA Nomeia. Coordenação de Tradiiçãm Bemaruo Sá Nomeia. Erica da cunha a Miss o Luís Pano. Traduçio; Elsa Gonçah-aa. Revisar¡ COLAIOIAIAI NESTA EDIÇÃO Anytime; Cláudia Robin: Lula Manual da Araújo (Instituto Oriental da Faculdade da Letras da Uriietümm de Lisbon); .me seriam Nino Sl; Fiicardo Lourenço IEDACÇAO Rua ão Foiqua. n. ' 40, 4.' andar 1ü9-i2l Lisboa Yet: (351) 2! 316 42 57 Email, ASSINATURAS Linha directa de apoio ao assinante VASP-Piremlum Tel. : (351) 21 433 70 36 E-nuil: auinaturuEggt ¡IEPAITAIIEIIO contactar. Patricia Albuquerque. criere de minuciosa impressao: Rorocayfo. SL. (Empresa Ibérica) Diltlibulçlo: VAS? SIGA-IOS 'usam au n ' I . . i5¡ Demi; FL Dimcii (Frrivmmenil, Susan Gambas (Ten). Mail Maristela (Digital Gorila/ ii), : am-e Stiieeve (Summer IAIKIIIQ enrrori David Bltnctiey cancion os »retomam Sarah Lean (Pt/ nt), Keith Jenicns (Dn/ rali nai-un nimooiwm nauciuii Km Geigei orvurv mu nuno¡ llhii: Sim oerurv aum-ia colector¡ Kaiin Yamail m: Juan waste : Carmim: Mir-ligam G Zadivmz saiu: David C, Whtrmre rui-Janio: Usa mim. 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(Somali) Pereira ironia¡ Cristian Lami -nma Alexander Greli - 1a Igor Hill - nana¡ Maria levam¡ Ian¡ Josep Camelo - um¡ Yungshh Loc v mauro Kaio/ it Phixtungiuainyoi turn Moshe Ba - uma¡ 009a Vaictrrshm M1301. BEÉÀPNC ! OCETY unha-nona Garyllndl aInimvIuaaaa-r meu no arrumou : Mione: terrence B. Adamson reator¡ : mania: Tary D. Galois : iraquianos: Betty Humor¡ um¡ Innoau usam: Citi: Johns cnc; minima Grama' Amy Maniatis anuncia MID oii-um. usou Dedan Moore mariana wzooiiciioii Brooke Rwnatte cre million omitir hacia A vlinoigler cia isizmoioov anca: Jonathan Young aauiaavniiulú cream: John Fiviey Waldo M Merlin Mctiaei R. Bondgnore_ Jean N. Case Amante Gicovenor EIEI. Roger A Enrico Glbert M. Grammar. Wliam R. Harvey. Gary E Knel. Mais E Lagorriasim. Nigel Morris. George Minor. Reg Muirly. Patrick F. Noman. Peter H Raven. Edvard P Roeki. .t. B. Franca Saul ll Ted Wait! , Tino¡ R. 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  • 30. EDITORIAL MIIlll-to--lnulei--nn ãífílplh. «kvilnlk-: llllohlnn : uma m oie-multi: Comida para a alma Os alimentos, tal como a água ou o ar, são vida. A partir deste mês. e até ao final do ano. vamos abordar o desafio de alimentar a população mun- dial que superará o marco dos nove mil milhões em 2050. Para isso, temos de prestar atenção à forma como são produzidos os nossos alimentos. Quase 40% do solo livre de gelo no planeta tem uso agricola. A agricultura, por seu turno, afecta o abastecimento de água, pois pode poluir lençóis freáticos e outros cursos de água. Afecta o clima, libertando mais gases com efeito estufa do que todos os carros. camiões e aviões do mundo. As paisagens são despojadas de árvores na tentativa de encontrar mais solo cultivável. Para contar esta história, visitaremos savanas em África. unidades de processamento de carne no ! C- / / / l a Brasil e campos agrícolas no Midwest dos Estados Unidos. Para mostrar a forma como os alimentos nos sustentam espiritualmente, sentámo-nos em mesas de jantar no México, nas Filipinas, na Bielor- rússia e no Paquistão. Vamos também olhar para a fronteira produtiva do oceano enquanto pesamos as vantagens e inconvenientes da aquicultura À semelhança dos outros recursos essenciais à vida, a necessidade deve ser equilibrada com a sustentabilidade. Ao cumprir a nossa obrigação para com a humanidade não podemos negligenciar a nossa responsabilidade para com a Terra. ; fr J'~| F¡ CH/ WDEOP!
  • 31. Como alimentar 9.000 milhões Em 2050, a Terra terá mais dois mil milhões de bocas para alimentar. Ao longo de oito meses, esta série de reportagens analisará soluções possíveis para o problema. l" i+file ll li m I _ › N-n V_ , __ M_ . V_ , %-4 _fl __-. 1' ç-vv- . ¡_-. ll realÍll I ia llití T7; *“l*iir| .il°lira? li ral-*ÍÉ: líJÉ: l. “sl Íll
  • 32. .. ~ l . › _i_ '- g. j. ; v. _r _ " _ -- . foi. › , p . ,, i -. a a¡ , . '- , , ll 0: " . r _ , , . . , V . :s: fui( «r »e = t'. ' ame. í'. ig_ r: : «urna 3.; r ea”. r : .' . w . á e _I . r-; .-- _-; ¡- 1;. .r. _ . _.¡ _. _ . - . _ N __. , 1' f 'z' , , , a¡ , .. , _ , , . n' 1_ 'u q. . , r . .l . à! l' . . . _w › _. l i l. . “_ . j ' ¡ , inn p a . _ n '¡_' . ' w'- _5 ' ' › r › x a *Iii . . ai¡ u_
  • 33. Na quinta de Vulgamore. perto de Scott City. cada ceifelra- -debulhadora colhe dez hectares de trigo numa hora e ainda obtém dados sobre produtividade em tempo real. A maior parte dos alimentos ingeridos pelos norte-americanos e' produzida em explorações agrícolas mecanizadas como esta, de enorme dimensão. numa sucessão de monoculturas que permitem que os agricultores cultivam mais terreno com menos mão-de-obra. GEORGE STEIMIETZ
  • 34. -__, ... ..-. _.. .~ _vw- * "'^ "t" '› l a e; '_llli i ll~ i V' ii¡
  • 35. ' 7; › - Í 73147 7 v u. .. r ' v a - h» A 7 . o . A. r _ . ..à ; F-r, ... i __À J. . ; ;W_. ._. u;_ 7 i›. . . T: - v - -f ' ' " " f' ' I ' ' l -. ,497 s I w- J i ' . m. g. _- . . l . : : ,-“. -.: :'›. v r_¡* . ,“: .--. .›. '-; . _, :mu: ' n¡ 1 'ser' '-›°' “ 'í'-nc o h í_ ' í ' I " l * l ' l' * ' r ~ ; »__ 7'? , . il. - . _ . _ . .._ o . __, _ I s_ ' ' “ ** z. 2:25': : i - : - = .,: .='t-. -- ~ °= =-"---- vo** l “r = -- 7-- S . -_ , . _eu i ' " _I i [l ' a i I «um « u. ' q _ía *ÉM ¡ . _f t r t* J n> ›. l l. ' " s. a¡ ¡ ' ummm . -. . ma. -. . ,_. ... ... 4 ã _ , ' l I ' _NL íxrm-¡íí-I . ..í . . _Éà_« g . ..- . -sr . __t_. ..-_-_- ' I 4 xl i , w . r y_ , . l t . __ . a 7th* r a l l 1 t' . .z 'I l ›- u" 'élguçlogullzlPrkyiilgulçllfãlí! lutídal-? illadltg-i¡Ílliülêhõlêlêe - gallmiaauzlíxanêgta#-inmítssxgkemtuausirelhs-&xemahe _ " *¡fílíklalüihlllma¡-vl-lênallírílc-! ulldltlílr-Licilu: liilinlklglüiii. " '-"""”*"*"--**-- ' -----: - anugulaiiLu-Lfàeat-QlasiagueioieimálauaicutçuçL _toilauglll-i-, iqi _ g ê lzlsliiwl-'t *ilsstazwsiviliws-s-: Lvuuunmzlagmuaasnudn _. . ~ l '¡ V* V' Ííiíliínlllgilãatílifc n_! l=il-L: §?wml§noÍ= -gl gig3§§Íl_ni¡i= ¡ol-f§Í_-¡ . V' r' 7 7 É . 0.2x_ ! Mimi-É ' ' _ _ ' 'ÊV h 7-_1_ ' i7 'd r* í ¡ ° T , * r _ A' l * r i j: : ¡ ¡› _ 1 1 _ 1 b' A
  • 36. u l l l I O 9 A. .. ›. ^ m¡ _ - _ , ,. _ É e _a __. _. u. .- _. ... i;__. _íi-n" -. _._-¡_4 . Ianlncv- »nn-u pa¡ ~ la . . « . ' Al $17- íííí ' "'*' 17 ' a . .l . _s l > l f"7--- - «7-4 -íuur-. l-. ezry q 'Vl i. "r, ° °. ›í/ Ê' . Í '___°_ mui* ; _____r ! jp t. .r i 'i 1: e r ll l' : rf 'm' t** "JlÍTVÍ-Í' ' - _- __'›" 3o? ' ¡'¡ , ÇQÉÊTIÇ j' '-2' rã! ": í?'- ' WV_ _- ~ : v- _ _ i à ; E g_ _(5.9 VVY_ j_ _- H - . . ' ~. - l, . . u. l " l 'r' ' ía . “t . - " u' , Ilocal Ile. A: : . A n05¡ . ..a-v-a-_nyí---xa--íà ri [ . ._ 1 l l
  • 37. 7. « A. . l - -l. «n11 . lu. - IHÍiWwHF. n: : ulilc . lllltllllllí . v, lv . P ¡Aifr 9:. :lim: “ltllilltn : :u '. l:l(o human Iiuzuwll_ n| .., »uu I. I': '.Il Il- mui; Ile . u. «ur-un mu; . lillnv; ell; q'; Il¡ Ctrl_ ; lilliwlivrzliltl- n. Izunul. : Qlilnlillik ol: ›:1l: ›. vilk ; A III0.0(IH. nl: um; otzllznlk Ifilf: m; m; ut. :ulumlk el; :: J-intact- ; Inn: :kl: numa; l olll; :zw: u' oulrilu: ; : Illulm IlIl: lzluius--nlz olllnllior: : OlI¡lJIll›r: lI~Il: uziuznlk~ Ile olhliiur: :u: 'UML l I ll lx l É A à . . lr '* a ll. ii v, _ 'i X lr I s- - 'x _ _ l . - l' “ - __ _ '12 4 x t¡ v 7 l i ~l , ~ j « x . , _ , _ . "l ” to , _ _ l. . i ' *i u. .gn-nn . , _ _ F I ~ lt ' l M _ ' -v ¡- Í ' ¡' a . 's . . - í -'. l 'MÀ- t. l""¡, "_ g¡ A i j. '_ 'í ~ o . V ' t f' 'v N' _"Í v 4'¡ _ . Lv' k - §- n( - | › *a . ' _ n n, , r › _u I ' . "í -_ l, ç. K v . *› í , ' 15". . . _§R~ d N! ! ' s . v. - - -, 4 d l . axw _ M '. - . .- ___:4 › w-. .l-: r- __. .f *. ' - -› l
  • 38. l ¡. ,¡¡<VALNV¡¡NVA¡NV_¡¡' Agi' - ¡*VA gÊVAL"VAKÊ / AkFVJKÉVA S' VARV-VA¡“ f O Fl¡ t; t* É amam: «naum Aumnnnnn › sl: - “ n . x4 › . a: :É ' _ l Á
  • 39. Ao pensarmos em ameaças am- bientais, imaginamos automóveis e chaminés, mas não pensamos na alimentação. No entanto, as nossas necessidades alimentares são um dos maiores perigos para o planeta. A agricultura é um dos factores que mais con- tribui para o aquecimento global, emitindo mais gases com efeito estufa do que todos os automó- veis, camiões, comboios e aviões do mundo. Estas emissões justificam-se pelo metano libertado pelas explorações pecuárias e de orizicultura, pelo óxido de azoto proveniente dos campos adubados e pelo dióxido de carbono resultante do corte de florestas tropicais, na tentativa de descobrir ter- renos para a agricultura e criação de gado. A agri- cultura é o terceiro maior consumidor dos recursos hídricos e é igualmente poluidora, pois as escorrências de adubos e estriune alteram la- gos, rios e ecossistemas Costeiros em todo o mun- do. A agricultura acelera também a perda da biodiversidade. Sempre que destruímos mato ou floresta para criar campos agrícolas, perdemos habitats fundamentais. Por outras palavras. a agri- cultura é um dos principais factores responsáveis pela extinção de vida selvagem. A agricultura gera desafios ambientais enor- mes, que serão mais prementes à medida que satisfazemos necessidades alimentares cada vez maiores. A meio deste século, é provável que te- nhamos mais dois mil milhões de bocas para alimentar, mas o crescimento demográfico não é a única motivação para o aumento da procura de alimento. A globalização da prosperidade, sobre- tudo na China e na índia, provoca um aumento da procura de carne, ovos e lacticinios, pressio- nando a intensificação do cultivo do milho e da soja a ñm de alimentar mais vacas. porcos e gali- nhas. A manterem-se estas tendências, o duplo peso do crescimento demográfico e de um regime alimentar mais rico obrigar-nos-á a duplicar o volume das colheitas até 2050. O debate polarizou-se: de um lado a agricultu- ra convencional e o comércio global. de outro os sistemas de produção alimentar e as explorações agrícolas biológicas. (Continua na pg. 17) Nos Andes peruanos. Estela Cóndor cultiva cinco variedades de batata para vender. além de um tubérculo amarelo, a machua. que cozinha para a família. Os pequenos agricultores como Estela cultivam grande parte dos aiimentos necessários nos países menos desenvolvidos. . P) »MCA/ W . JSON ll
  • 40. .. .É r' 5 . O e z F ¡ , r x . V 'l 1 , .g, _ "f, 'a . _ . g. I a ' í , .,. _ i J ' 'A E l? , __ _' , _ , V , .. _x : Z Í a '. .t u' Í 5 e Í , A É¡ l Mal' Ucrân'a Bassarna Camara, Siby Olexandra Salo_ Hiynske Estados Unidos Ucrânian, Chris Covelli. Wisconsin Valentin Tarasov. Starovyshnevetske , ;nt v¡--. .d-. ¡zh__. , 4a, ”, . .m . . u». .. ,. - »w a: ;- . na ; +7 _Pa_ r"z? "r« v_. v!7.'*1
  • 41. r I Bangladesh Anwara Bcgum, Sajiali Indonésia Pak Kompiang. Bali 3 . .. .qu . Jar . .- '_ . 'l _ . . t l ' o ' | v , . _ í r . ; ReingoiUniclo . V › * i x ' PaulMcGIynnJlha dcskye _ . , r-, gvffti/ I( '. _l p l ll A . t . , . Nx? Et¡op&e_: ¡,? :›. V' " ÍÇiñaxllJgdajp, lulu Rei ~ x . . . .k ~. x5 , r< ' . g __ ¡ Í " * , . ' , /. . * ', -913- , ,At- L_, _: :_~, ÍÍ _ : ; É , _
  • 42. l / 1 ' , z l' . l l - I V' & _ E ' I 'l »O ; Çí l. "M" ; _l , lí õ l r/ 'a , /' x ¡~ 1_ í / -_ ', l . “ t' i e ¡ I ~ Bangladesh Aldeãos de Jaghatv, Jessore . _ . x ~-'“I: f.$* , -7 . q. w 71v. 1°¡ . ..m '1 . .x . . . c. . . n_
  • 43. 'aaaurora-angraiqraunie-mqpltoinioinm HSIÍÍOÍÚRL*Hllihlllllllêlllñlüíàllilllllâllllt silo-guruauiluônuuraawmutulduslaum, á ÍÍHIjÍÍFIIÍÍHSlFÍKÍÍHIIIlllillôiâllllllzlll(I): um: :ttzr-tltmtunrslultnzimlirqu-pa-u : Illmzuitzn Clllltlüllüllhlllílñ Klãilãlílã-'IHM ' IP
  • 44. sem_ intervenção: 46,5% , l x i Pegada da agricultura A agropecuária é o maior empreendimento humano sobre a Terra. Usa mais de 38% de todo o solo livre de gelo. O segundo maior impacte humano é a erosão provocada pela agricultura. pela construção. pelo abate madeireiro e pela extracção mineira. r 'l SOLO SFM GHO z/ l x x TERRENOS MODlFIC/ DOS PELO HONlEPllL , _ Outros: 14,9% 19,4 milhões de km" Agricultura: 38,6% 60,6 milhão: : dr: km 50,2 milhões de km9 16 l l Aciwidade comercial e IeSlOEHC/ ãl em zonas rurais Florestas, montanhas em altitudes elevadas, lundras, desertos Areas urbanas Florestas plantadas Exploração de madeira ¡ . h-linas, pedreiras. estradas, vias lérreas, X reserraroraos ' 7000! OS GRAHCOG E MAPA DA MJTORIA DE VIRGINIA W MASON E JASON TREAT FONYES ROGER LE HOOKE. UNIVERSIDADE DO um: Erosão l_
  • 45. Os defensores da agricultura convencional ar- gumentam que a mecanização moderna, a irri- gação, os adubos e a genética podem aumentar o rendimento e ajudar a satisfazer a procura. E têm razão. Ao mesmo tempo, os defensores das explo- rações agrícolas biológicas contrapõem que os pequenos agricultores poderiam aumentar o ren- dimento das suas colheitas e fugir da pobreza adoptando técnicas de melhoramento da fertili- dade sem recorrerem a adubos sintéticos nem a pesticidas. E também têm razão. As duas propostas não se excluem. Ao invés, proporcionam soluções necessárias: nenhuma, por si, permitirá que alcancemos o objectivo. Seria sensato exploramios todas as boas ideias, combi- nando as melhores componentes de ambas. Tive a sorte de integrar uma equipa de cientis- tas que foi confrontada com a pergunta: como pode o planeta duplicar a disponibilidade de ali- mentos, reduzindo ao mesmo tempo os danos ambientais causados pela agricultura? Depois de analisarmos um fluxo enorme de dados, propu- semos cinco medidas para tentar resolver o dile- ma alimentar do planeta. PRIMEIRA MEDIDA Congelara pegada da agricultura Durante a maior parte da nossa história, sem- pre que precisamos de produzir mais alimentos, limitámo-nos a abater florestas ou a arar pra- darias para criar mais explorações agrícolas. Iá arrasámos uma área sensivelmente do tamanho da América do Sul para plantar culturas agrico- las. Para a criação de gado, apropriámo-nos de uma área ainda maior, do tamanho aproximado de África. A pegada da agricultura levou à perda de ecossistemas em todo o mundo, incluindo as pradarias da América do Norte e a mata atlânti- ca do Brasil, e as florestas tropicais continuam a ser destruídas a ritmos alarmantes. No entanto, já não podemos dar-nos ao luxo de aumentar a produção de géneros alimentares a custa da ex- pansão da área agricola. A substituição da floresta tropical por terreno agrícola é um dos actos mais Jonathan Foley é o director do Instituto do Anxbiente da Universidade de Minnesota. destrutivos, pelo quea prevenção da desfloresta- çâo deve constituir uma prioridade. SEGUNDA MEDIDA Aumentar as colheitas nas explorações agrícolas já existentes A partir da década de 1960, a revolução verde aumentou o rendimento agrícola na Ásia e na América Latina, recorrendo a melhores varie- dades e a níveis superiores de adubo, irrigação e maquinaria, mas com custos ambientais signifi- cativos. Hoje o mundo pode centrar a sua atenção no aumento dos rendimentos em terrenos agríco- las menos produtivos (especialmente em África, na América Latina e na Europa de Leste), onde existe um “desfasamento de rendimentos" entre os níveis actuais de produção e aqueles que pode- riam ser alcançados através de melhores práticas agrícolas. Recorrendo a sistemas de cultivo de tec- nologia avançada e precisa, bem como a métodos copiados da agricultura biológica, conseguiríamos multiplicar os rendimentos nesses lugares. TERCEIRA MEDIDA Lltilizar OS YCCUTSOS CON! :nais eficiência A agricultura comercial deu passos de gigante e descobriu maneiras inovadoras de aplicar os adu- bos e os pesticidas, ao mesmo tempo que identi- ficava métodos inovadores nesse campo, através da utilização de tractores computorizados com sensores avançados e GPS. Muitos agricultores aplicam misturas de adubo quimicamente con- cebidas à medida das condições exactas do seu solo, o que minimiza o escoamento de produtos químicos para os cursos de água na vizinhança. A agricultura biológica pode também reduzir de maneira significativa o consumo de água e de produtos químicos, ao incorporar culturas de cobertura, palhas e substâncias compostas para melhorar a qualidade do solo, conservar a água e acumular nutrientes. Muitos agricultores torna- ram igualmente mais eficiente o consumo de água, substituindo sistemas de irrigação ineñcazes por métodos mais precisos, como a irrigação go- ta-a-gota subterrânea. Os progressos alcançados pela agricultura convencional e pela agricultura biológica proporcionaram maior rendibilidade da água e dos nutrientes. O FUTURO DA ALIMENTAÇÃO 17
  • 46. .-›
  • 47. Mundo exigente Em 2050, a população mundial terá provavelmente aumentado em 35%. Mil milhões _ de pessoas Para alimentar essa população, a produção agrícola terá de duplicar. Milmilhóes- *fqà* “l” 'f' 'à' 'l' 'L de toneladas 1.x as zçxqsz-_x t, A 'Liu' l O rltmo de produção terá de ultrapassar o crescimento demográfico, pois os paises menos desenvolvidos aumentarão o consumo de carne. Aumento da procura Paises em via de diaria de proteinas desenvolvmenço 103,6% Per capita em 2050 L 'A l UNIL 'JI-v ul . HAN LVWLH: : _tt-uv_ UL OINNLSKJIA QUARTA MEDIDA ¡lludur as dietas. Seria muito mais fácil alimentar nove mil mi- lhões de pessoas em 2050 se uma quantidade maior dos produtos cultivados acabasse mesmo nos estõmagos humanos. Hoje em dia, apenas 5596 das calorias provenientes das colheitas obti- das no mundo alimentam directamente os seres humanos: o resto é para os animais de criação (cerca de 369-6) e transformado em biocombus- tíveis e produtos industriais (aproximadamente 96). Embora consumamos carne, lacticinios e ovos obtidos de animais criados em instalações fechadas, apenas uma fracção das calorias conti- das nos alimentos dados aos animais de criação é incorporada na carne e leite por nós consu- midos. Por cada cem calorias de cereal dado aos animais, obtemos apenas cerca de quarenta novas calorias de leite, 22 calorias de ovos, 12 de carne de galinha, dez de carne de porco e três de carne de vaca. A procura de métodos mais eficientes para criar carne e a promoção de re- gimes alimentares menos dependentes da came (bastando mudar da carne de vacas alimentadas a cereal para carnes como a galinha ou o porco, ou para carne de vacas alimentadas em pastagem) poderia disponibilizar volumes suplementares significativos de alimentos em todo o mundo. E pouco provável que os habitantes dos paises em desenvolvimento venham a ingerir menos carne no futuro. Devido à sua prosperidade recém-al- cançada, podemos concentrar-nos em primeiro lugar nos países onde já existem regimes alimen- tares ricos em came. Uma solução poderia passar por impedir a utilização de culturas alimentares para a produção de biocombustíveis, pois aumen- taria a disponibilidade de alimentos. Mariam Kéita colhe amendoins numa quinta em Siby, no Mali. sementes hibridas, os adubos e a irrigação nunca chegaram a penetrar em Africa. Agora, na Africa subsaariana. abre-se uma oportunidade para aumentar significativamente a produção de géneros alimentares. . 'a ~ : :MAL : :SOM o FUTURO nA ALIMENTAÇÃO 19
  • 48. QUINTA MEDIDA Reduzir o desperdício Calcula-se que 25% das calorias dos alimentos do mundo e 50% do total de alimentos se percam ou sejam desperdiçados antes de serem consumidos. Nos paises ricos, a maior parte desse desperdício ocorre nas residências, nos restaurantes ou nos supermercados. Nos países pobres, os alimen- tos perdem-se no circuito entre o produtor e o mercado, devido à escassa ñabilidade da arma- zenagem e transporte. No mundo desenvolvido. os consumidores conseguiriam reduzir o desper- dício tomando medidas óbvias como servir-se de quantidades mais pequenas, comer restos e incentivar as cantinas, os restaurantes e os su- permercados a desenvolverem medidas contra o desperdício. Entre todas as opções de aumentar a disponibilidade de alimentos, o controlo do des- perdício seria uma das mais eficazes. EM CONJUNTO, estas medidas poderiam dupli- car a disponibilidade de alimentos e reduzir as repercussões ambientais da agricultura 'a escala planetária. Mas não será fácil. Sabemos o que precisamos de fazer, mas falta descobrir a ma- neira de pôr isso em prática. Para dar solução aos desafios alimentares, teremos de nos tornar mais conscientes dos alimentos que pomos no prato. Precisamos de associar aquilo que comemos aos agricultores responsáveis pelo seu cultivo, além de perceber as ligações entre os alimentos que ingerimos e a terra, bacias hidrográficas e condi- ções climáticas que nos sustentam. Quando faze- mos compras nos corredores do supermercado, fazemos escolhas que decidirão o futuro. U Alimentar 9.000 milhões NA ! ÇÃO DE JUNHO NA INTERNET comemos mais peixe de aqul- Acompanhe o debate sobre cultura do que came de vaca. .. o futuro da alimentação do _ planeta em wwwnationalgeo- graphícpt e reflicta sobre o . ' d' ' ' ' od t çmavlgmçw que ca a pessoa p e azer para mudar o desfecho. l) ' I tam! ! . mr ll' ' l Ma' ' A | A revista agradece a Funda- n-'l= l"'nnñ“l_'lhlfnmlil'f çào Rockeleller e aos mem- '-"'PÍÍÍIP. ÍÍÍKIQÊ' bros da National Geographic QIÍÍÍIGIIÍÍQQÉIQI' Society o generoso apoio “Ikki dispensado a esta série de ' “ reportagens 20 Onde são produzidas as calorias ALI MEDITAÇÃO e COMBUSTÍVEL ALI MENTAÇÀO An mais e industria hmrana 100% calorias 50% 100% Distribuição das calorias das colheitas globais 45% 55% ALIMENTAÇÃO (36%) ALIMENTAÇÃO i: COMBUSTIVEL' (9 " u) 820/0 um ALI lvYENTACAO ANIMAL e" COPMBUSTIVFIS Midwest, EUA A : - 1h: - iílr- »w lWÍ* [Ifzl ' tirou: f* ltnu de 7- : ara ; ITU na actua lFlãdF - v _ , , _ ' ln, "y - ' ~ 0/0 i' , . EUA I g ' . Os EUA sf-. izi o m 'um ' l ' produtor l wmci. . rri 1.": rra: [BONÉ-T, ~: I.r. -r-. r. nn ranking da '-^.0¡'a p. =.r. z.= .rii*iair. u . n. r-l rtermuwiri a' ri da eta H3 'n-. CHWWÀ 'Inclui biocumbuativeis e outros produtos; nào-e. -rienlsres FlÍ-*ITF I'-. IÍÍIATP-'A FARÁ AR Pá. EMÍVNF. Gl PAA 5. IMSTITUTÚ DC ÂUVÍIÍHÍ UHIVÉRMÊIAÍJÍ ÍIÚ Po' V-'Í-'ÊOTA
  • 49. Alimentar pessoas, animais e. .. combustíveis As percentagens do mapa mostram se a maior parte das calorias provenientes das colheitas agrícolas se destina a consumo humano directo (a verde) ou a alimentação animal e blo- combustiveis (a roxo). Apenas 55% das calorias geradas no mundo pelas culturas agrícolas são aplicadas directamente na nutrição humana obtemos mais 4% indirectamente através da ingestão de came. lacticinios ou ovos oriundos de animals alimentados a ração. 61% 58% censnosmusumass Europa China A União Europeia pretende Segundo maior produtor mundial que 10% dos combustiveis de mimo. a China remrva 77% da para transportes sejam produção para a alimentação animal. obtidos a partir de energias , _ , A populaçao humana consome 82% . : n 2020. ' " 'V das calorias provenientes da orizicuttura ' °/ o Asia (excepto China) A maioria das culturas agrícolas destina-se à ali- mentação hurnana. 0 óleo de palma é utilizado como TAIWAN x! óleo alimentar de cozinha e . ' 5- utros produtos alimenta- 89 0/0 "É, mas também na cosmé- 'ndh UCB e alimentação animal. O consumo de came, p- I 72 0/ embora em ascensão, y . 0 é mais reduzido do que J Africa em grande parte do Q_ ' os pequenos agri- planeta. A maioria das ' ' ' c' _ - '_. cultores gerem culturas agrícolas ainda ~ culturas agrícolas se destina a alimentar para consumo directamente os seres humano. embora humanos. alguma mandioca. . . l rnhame e sorgo i a f_ _w ' se destinem à ali- mentação dos ani- mais de criaçao. 0 FUTURO DA ALIMENTAÇÃO 21
  • 50. .. .ta. . . ›ii . . . rw. . i r . x W i I i . i . .. i . v. r i ¡Ârcítr 136.¡ . ..x 13!. 731. . i . .tu›¡v. r . a u . .. Í l. ;›. ..i; , . . . roêií . *i l›¡. .t. ;E t: virutl, .. _ . !.12 51.. .. . .. i . a r . o. . .a. :V I «u . ai. ' . .Il. a . o . Í' Jiu! ! . . . -l «r r , .. l f. r. 1 n. . r . . r L ri . i . . r . a. _Cr . r . ..i . K . . . 1 , i . i. . ., .r. u . n r . . ». r . l. ln, . . 4.4 . .. r a . . . . l. .fa r . lex ai. .., Somente as árvores de castanha-do-pará (protegidas por I) foram poupadas quando os agricultores desmataram este pedaço de floresta tropical da Amazónia para cultivar milho. Apesar dos progressos para abrandar a desflorestação, no Pará ela aumentou 37% no último ano. . m . u . m. u . . o w r . m ü m a . _ . m. m . ü m. . a , , l¡ G . .x. . . r . .. . . r. 1 r
  • 51. o. - A733' - É_ a C5 i ' . . , k g
  • 52. É Nesta suinicultura da Nutribras, no Brasil. as porcas são contina- . V ' * 7 l _ _ “ t ' . ' , das a redis que permitem às progenitoras amamentar os ' , - leitões sem os esmagar por acidente. As suiniculturas podem 7 e V _ . _ , L ~ x Í¡ *ai* kit' _ ser muito poluentes. pois um porco de 90kg produz 6kg de e , ›- " "g , ' i , t' ¡ t) _ › estrume por dia. A Nutribras recicla os resíduos transtorman- f; .i I' "í z _ , , __ , W ~ ~ ih . - . do-os em adubo e electricidade gerada a partir de metano. r ' ” _ x 7 _ '_ ~ ~ ' › ' f¡ _ i t' _ J GíDRC-i SYEINIVIETZV V' É , V v_ : A* í i/ hiw ' 3 i '7 : i5 - -- _ _ . _ . i
  • 53. "v. . . .Am v'. *' l f' . "' r 'V «u <i. '_~. ' ' ' a ' ' . ,› _›' ' ' 'dt t Q-n-*M . - ' , i s. _. .. V _ w- . _.~ . xo. r »z : W ~ »se a ríin n. v . . , r r' ' ~ ~ . ' ' “n, *' "v if ', . Ç '. l w Í¡ -u- " 71!. (77 t'. " ' 4""~'4 win” i In. : 7-* "' < ñ N. " ~K': L1'J á$iY . _ . . _ . ._, l. - . ~ , .. .. , ¡iill l- r . . . I _ _k « 'jr' 3 i 'i ; Wu r _ . -dú -r ›__ -, ,,_ . v" ' m', J 1 ' “ug I "; _/- , ,. . r r . - . 4 . . 14¡ i' IJ v . .. .v i à “MIN -'-› a - . «-': "! ', *o 7 'g5' g -1- 'iupiuj ¡w- L u "a" "s-Í 'i u' às), , . ' ” - t. . › _ -J VVTTTJ¡ _ i '. ¡url! N' 'r _ - ~- ' i4: ' $477 l. - 7 . r * N , '~/ k' -1 I 4 / :Í/ r- ' .
  • 54. Na quinta Bassetti. na Califórnia, os trabalhadores colhem o aipo que será transportado para o território continental dos EUA e Ásia. Denominado “saladeira da América". o vale de Salinas utiliza as águas subterrâneas para irrigação, o que constitui um risco potencial. se se mantiver a actual seca. CFORCF STEIh 'JEÍÍ . f l . à_ z, _ " * _ - . a. _ s_- . ñ É ›$ _í ' n Í' “J , - , _sa 3 , . , _.__ I 7 _ “ 2 - , , _ i - , i m .
  • 55. ~a Íl. m. . _ » x l l ' . z "É . r "à à . .Í -› à J "v ¡. _ a , 1 ' f 4 ~ . / _ -U a . __ . _ , -'~ _ v o - _. .__- . _v_ . _ ' ~ l. › , _ _ i3' . _ r ' _ í - "h-à_ s. *; ~_ - _r -q ' ¡ _ -. r » a¡ l r . L 'l 1 . ' «r -. " I 5 ~- . ' , ,_ , _ . r, - o c r_ _ n ' - »t , _ 1* 4 . ~ s í * . 'l l › . t W¡ r 5 a . i t x l n' x. , › I s e , _an_ , . ” o p . _ É', 1,. ' l . F r r . I í. .. - _ . 5 . i _jÍ-rrr-I. , _ J 1 . t " , .. - , , / // t_ v - r , v 5.¡ _. I . ¡ v l 1 _K . . -0 ~ à* - a - - O ' _ L_ v e. s' ' - . s . . . , - , .v 1 , - l f- J b. , . ~ * K * › e . _a A _r ¡ _ _. ,-_ _ . _ ' L 'J _. › __ r ¡ - 1'- , ~ - - . r x . ._ v' ' x 'I › . l _lex x- - x. . o_ . x . ¡_. _
  • 56. u' “ ' -a. _.. ... --. ---. - a ' Ç ' ' I " ' l. ' z ! l l : . r - _ M ' v - ' ' 's ' - ' " *N v z l ' . f' _M1 )" _ x I( í- ” E J , - x I ° _ . -' » . v a - “ Ê i â . y ' _ , g'. l' _ _- - / Q _ / / ' l ~ ~_ '. .. , Í . I xt. p. A I ' ' ¡ 1 " . - z , , u. ' / _ '~ _ f 4.~ ' V » 1,' * -n d *r '¡ . / x_ V' ¡ !4/ 7 M_ ¡ _ x É / - / ›' x ¡' V( . d ' r” , r ' -' * , . . à _J_ d 1 r h ' ~ z ¡ l / 1 c: : « . / x v 7 x _ , :ax . _ 7¡ _ 'à z . f - j : J . Todos os meses 4,5 milhões de galinhas são abatidas, depenadas, desmanchadas, aparadas e embaladas *w x nesta unidade perto de Sidrolândia (Brasil). As diversas y r/ partes do animal vlajarão pelo mundo: as asas e patas vão para a China. as pemas para o Japão e os peitos para a Europa. O apetite mundial por frango estimula o crescimento galopante da produção de aves de criação. C FORCE STEINMÉTZ | I m c ! H Í . l , h n x E l, p¡ Í A s t' / I f i* › . "c-I a __-. ... . - / s 1 / ¡- , .. , ~ 4g
  • 57. | . I / ' _ _ _~ »rf N. _ . v' ' d; oc s . b' / ', --o / ”~' 1"', 39 . à
  • 58. como alimentar 9.000 milhões Era uma vez o tomate “W Embora na actualidade seja um dos ingre- r dientes essenciais da dieta mediterrânea J , 1 mundialmente celebrada, o tomate é relati- vamente recente nas nossas cozinhas e . receitas. Oriundo do Novo Mundo, foi trazido "mm pelos conquistadores espanhóis no regresso 7 E_ a l Llgúrta à Europa aproximadamente em 1540. Dali. expandiu-se para Itália e depois, rapidamen- te. por todo o continente. Pensa-se que os primeiros exemplares a chegar à Europa EUA eram de uma variedade amarela, razão pela -' f] qual em Itália o tomate ficou conhecido por u 2 pomodoro ou "maçã dourada”. No entanto, a 5 sua chegada à Europa não foi promovida por um ímpeto gastronômico. Foi trazido como TURUUIÀ planta ornamental, mas as suas cores vivas . ' . ' geraram a crença de que era tóxico. Só em I l 3 meados do século XVIII se tornou o pllar g fundamental de quase todos os nossos pra- tos típicos. Pouco depois, esta planta sola- [mp-m nácea, parente das batatas, pimentos e 8 , B Montserrat beringelas. passou a ser considerada o pináculo de virtudes. Por ser rico em vitamina C e antioxidantes como o licopeno, o consumo de tomate é altamente recomen- um] dado por nutricionistas. Hoje, existem centenas de variedades de p tomate e cada uma tem características Ú especificas. Mas a batalha não terminou. A agricultura intensiva. na sua ãnsla de mu¡ l-lldropónleo aumentar a produtividade, pós em xeque não só a diversidade biológica desta planta ! - ç r_ j) (e de muitas outras). mas também o poder J¡ 1 A das suas qualidades. Os especialistas deba- tem até que ponto a manipulação genética e . '› o uso intensivo de pesticidas incidem na EÉPAHHA qualidade do produto. Entretanto. a política de produção intensiva unilormizou a oferta ¡' de uma forma contundente, pelo que a pre- servação das variedades hortícolas é uma cam” tarefa que recai em muitos pequenos agri- BRÁS". j cultores e também nos bancos de germo- f) plasma que guardam as sementes mais ü 8 heterogéneas e, com elas, a diversidade 9 . rop te" dos mama” genética da maior parte das nossas culturas , pmduwes manaus e espécies silvestres associadas. Graças a Mmgg de tomate em 2012: eles ainda podemos desfrutar dessa sinfonia q *ç p' É¡ v! j” ' vegetal e preserva-la para as próximas 1 4 ç . - j i gerações. - Eva van den Berg d¡ r l . : l l' , Rat ¡ NATIONAL GEOGRAPHlC O MAIO 2014
  • 59. Coração do bol Três cantos Pêra-amarelo . ' '. Muchemlel lx* Cereja-tema Pêra f¡ l A! 7 . ~ . N' Chucha R? ) Cereja-amarelo Kumato Negro crimela O NCQ? C-A vhRlEDADF DE TOMAvE FGS-E SEV- DIFEFÉNTE DE ACOF DO COM A RFC ÃO DU PAIS. FOYOtI-¡ÀFUIS Pl. . FAHREGAY FDNYE 16'¡ D EÂLLESTA, HBrUDL FUN'E DD GWÀHCO ÍAUSYA. !EP2
  • 60. No golfo de São Lourenço, abunda tudo o que reluz, morde e flutua. & _ - . a. *T 4 _o. _ . s __. . A §~í 1 s o . *ig x s' 1 s -. : - _ ' . ,'~' '. "" , _ 'J ' . Y í* _ f, _ g l, l ___, l_ I , à¡ a q**¡'v #Vi J 'f' . l 1 l L. ; (a -A n _ r _. . _. - . ' . /À ' *rw- - l' ' ~ ' - -4 . z r, .. r , z - "a '~ , ' f › , , -4." ' "- 'z f_ . , r . .r z ' a , . 1,( . a 7- 'ü Í-a. ~ . ç _ ¡ . ~_¡. . -P . s, X v S a sst; .. .é f( ' ~z›_ '-' 1 ; 5 'a -* «_ __ e# a ' x É . p, . V. g~§4_ , g x. , k ? xy __ _ apl: l sem* ›-'*~ a "a/ ç j -f-_v v? _ As t, a _, _¡, _._¡ a _ . -_ . f, . _ qg~ .4 : > E: : _ -um - . 1x _r . A - -_. ~_ a , . . a, . Jfís _¡ -çu s - _ ~. _ _by . Ji  P - a; _ '-1 _ ~-=5 f. ._ _ _(3a - v. . '*^7<“- . ° . " * v , _ “ . . ja, a ~ _ _açaí . J , ;- ' , N - - ' , , u. , '* - . . ' __ r , › _ , ._ _. _.. Ôlalmligi: ilugistig. !luna-guitargiz-fçiçrgoqgicslli: ..gi-l rlzllxp-ei: naugiárllgllaplmeuàtsillõiasñühlglçliallrr¡ctg-Âlgtalêlaiguta.
  • 61. 33
  • 62. . s _ A , . *Av J. ; _. O -. rp_. -_ i3_ _, A.Ç
  • 63. ». /( p f " f t* I J l í 's à : to "w , . _, - . _ , ? folcillílêkfl laiuigislu¡s-via›-_~io›§)ra~9io¡i= _ piraujlalitaxdlsulellp¡ 'ñft-u-: tçtvcoiralft-. iit--on ; magnata . (altllrêlãulaluiilñlaln: ,Alt-lua- çlai-zacigLr-ztgttiassgjtoielsilguma. :i-mm. «Ã ' ieirglqgg-ggmaaojaigrzg. iiglua , ;. repair-vn, s
  • 64. a r'. o ' o , A › . l . _ _i_ N _à_ . .. . .. x05. . n a . .a o x l r o l l ' ' r "a n . _ A y ' ¡' . . j -. , U - s. .« a l . / r ~ _ _ l - Ç * ' 4 -__ . Q . . l v' k . - x . v r l . .r - J qu. ; 5 , _ Í _ . x . _ . , v s x. v _' . _ _ R . _ - s a _ 1 ~ o ÀY *- ) ' - - ' - _ . I . / p . ,. ~ o . . x " . A 4 s. . r u o o'. - . I . , . ¡ t¡ . .o r à J I . _ . _ I_ ¡ -_ ç. _ r¡ o ' n¡ ° *u- ' ' I W v ' / ' _ . l i ', N . , r I 5 ' ' ' . . . . A u g_ E . . ' (n. .. o 7 __ rc I . ' u . 1 . E . 0"¡ . , . . -. _ . ', _.o . u 0 ~ , _ _ A ' 1 ' . _ _ . ' 'l . _ _r “_ › p- *x Q › - J'. ' t¡ ' ' ' iL/ t.
  • 65. 't , . - _f o z sglñep lobo-rlscados _ aninha-pe nunfareentrâncla da baía . - _'80 . A féTrTÊa parte depois da' 4 p$a deixando os ovos entregue§ . . aos cuid macho. - _ . .. N* ' . Í¡ “ ¡ ' A . °' e I ¡, .A _ t , e . › ” . ükñ. -Ó_: .. ' 7 A_. p¡-'L- t. xYLià 3 2 - A, .._ 7- A t' '. .V _ _ . ' A _. - O. qi**
  • 66. Texto de Rob Dunn Fotografias de David Doubilet e [enmfer Hayes GOLFO DE SÃO LOUREN- ÇO é a soma de tudo o que corre rio abaixo, até à foz. Ali reúne-se 0 que desce pelos ribeiros nas- cidos a centenas de quiló- metros, em cidades e nas velhas florestas do estado de Nova Iorque. Acumulantlo sedimentos, cau- daiis diversos e folhas mortas, as suas águas zigi- tam-se e misturam-se em estado de permanente metamorfose. Abaixo da superficie, bactérias e pláncion juntam luz aos sedimentos e animam o inanimado. O resultado é uma deitsidade de vida que brilha, morde e flutua, tão rica como em qualquer outro local do planeta. Em ternros geológicos, o golfo é uma novidade no planeta. Há 19 mil anos, eitcontrzix-'a-se cober- to por uma camada de gelo com quase dois quilo- metros de espessura. O gelo exercia uma ¡aressào tão grande que. quando ñnziliuente ilerreteu. a superfície elevou-se, ressaltando, num movi- mento que só pode descrever-se como de alivio. À medida que o solo se ergui-. i e o gelo derrelia. o golfo encheu-se de água e vida. Peixes de água doce migraram] pelo rio. Peixes de ; igual Sdlgaflil. ouriços-do-mar, estrelas-tlo-mar, pláncton e ba- leias chegaram aqui oriundos do Atlântico. O iledo de terra conhecido como ilha do cabo Breton separa a extremidade meridional do golfo do mar. Do lado oriental do cabo, as águas são frias e podem ser artermdorzts. Do lado ocidentail. as águas . são mais quentes e calmas. Os primeiros recolcctorcs do cabo Breton foram os antepassa- dos dos mfkmatq. Lim dos povos indígenas alas Províncias Nlaritimas do Canadá. Chegaram ao golfo Itá. pelo menos, nove mil anos, espalhan- do-se por aquilo que é hoje a Nova Escociai e a Terra Nova e dedicando-se à recolecção dos re- cursos naturaiis. consoante as suas tvreferenciats 38 NATIONAI. GFOGRAPIIHÍ 0 MAIO 2014 e itccessitlailes: focas, ovos de aves marinhas, salmão, esturjão, sável-aimericano e, até, baileias. A partir do início do século XVI, pescadores tramcescs. bascos e portugueses chegaimm aqui e negociaram com as comunidades locais. As se- gundas xvagas de europeus instalaram-se em re- dor das comunidades indígenas e do golfo, pois iiviam segundo os seus ciclos. O bacalhau apa- recia e com ele os barcos. As morsas atpareciam e seguiaun-se, pouco depois, os caçadores. Para os europeus, habituados às águas exces- sivamente exploradas dos seus mares, a vida no golfo era atbuudante. Contudo, a descoberta des- ta vida deu origem a uma vaga de exploração, n-aquela que terá sido a primeira rccolecção de
  • 67. . . r “ . a f . A. . v y v i/ dl y Í io-~_- i/ A ) 'fx . q /4 l z" / q¡ x_ ç h¡ l W¡ -_ s', . ¡ _ . -, __~ , ,e , lr _ l, w - y. ; ~ - , r / › -v/ p( . t, e. , , "f--» "a *í~t r ' a . J ' ' 'Í , _É I _ _ J. /' 'firm L egÍr' . __ . . _ a. ._ - ~ . . TL . __ o» n ¡Hálxgç E# . _u : :.17 l f_ _em l ~ n ' . v, ' ""$o-¡QK w- . ¡V! 'ã 14 r o r! ” > gv , i t- ' 4 o '^ _, ,Í x | r ; Õ/'A a A , -. z = ~- - a a › s v '. _ . ' ' ' " . . í_ n L ' 1 ^ r _ -P. t- . . . -~. . ¡ -¡, 'a' _d ~_. - _V _*. ' , .- J Éñ v" . -.Í _. .› '_ f. " " '. - . .› "- a « . r~ ' A -, a . F. . »me-f m e-- ~ . z- . g , ' . A t_ _t . V_ . - _ f' g 1 z , jà , _ , «o . _ _ p¡ i 4 . [, .:; ,-; ' ' . ... ... . . - " 'n ' ~"" . P / . 3;/ _. __ _ . ..- " . 1,4** ; - -_'~. A 4 * 1'¡ _, .«v. . r' _ ' . , - . . , z -_ . .- _ _' “ - I - ¡ . JÍ u l . oi_r - - - 'l, _ . - ' -1 ' -- . z “ 'i . . ' . // J ~ . ~ . ' A - 't' , , . .. f" 2 x" " . '~ . f v', , . n. r M' z' É? , J I › ' W - l ê 5- A_ i, r _ . ' , A ° . '. .' v. › ". t' i ' e . ~ 2 ; / v . » . n. 'Í' ' ' l " #Í - A Í , . - l J . .' -' '_ . // C 4 o / .' 1' ; l z "-- . /3 l' j¡ ¡ I R” 1 A . gw ' r l u “í _, _ . a _ . ç. Í v , Y '. .. b e. John Taylor. o segundo a contar da direita. e a tripulação puxam uma rede a crepltar de arenques. no estreito de Belle Isle. "Sou o último da minha estirpe". diz John. Os seus filhos não querem suportar os rigores da pesca. escala industrial do Novo Mundo: foram pes- cados milhares de peixes e depois dezenas de milhares que não tardaram a ser milhões. No se'- culo XVII, toneladas de bacalhau, baleias e outras criaturas foram capturadas no golfo e enviadas para a Europa, excedendo o valor do ouro e da prata remetidas do golfo do México. Sob tamanha pressão, as populações começaram a ceder. O que parecia infinito era, afinal, ñnito_ A gravidade do impacte sobre as espécies do golfo dependia do tamanho de cada animal e do seu ciclo de vida As baleias, com as suas crias pe- sadas, as morsas com a sua acumulação bolbosa de massa corporal, e os esturjões crescem lenta- mente, raramente acasalam e morrem velhos. São os primeiros afectados. Recentemente. algumas populações começaram a recuperar, mas vagaro- samente. As morsas continuam ausentes do golfo, à excepção de animais ocasionais que ali chegam. Os esturjões resistem com diñculdade. Muitos peixes crescem mais depressa, acasalam com mais frequência e recuperam com maior rapi- dez do que os mamíferos, mas até eles são vulne- ráveis. Multiplicam-se, mas o ciclo não consegue alimentar as multidões que dependem deles. O bacalhau é agora raro, encontrando-se à beira da extinção em determinados locais. De tempos a tempos, um pescador lança ao mar uma linha para verificar o seu estado, mas a linha volta vazia, com o gancho pingando água em vez de esperança. GOLFO m; sÃo LOURENÇO 39
  • 68. Ç. ,
  • 69. :tordirsjmlrâtçlilnlêiafmwuçmu um nlllitàlalefõlavêtlulNlàlioihllv : ta: ,nnuadlaiwil-m Pagtir-lulltwiiac II : :suma , . nun_- . naum êlt-ílgnfala '*lñlllüplãldqlillêkfliu'991216! vraioltoicialhétvmdgkruütolcofa.
  • 70. A vida selvagem ainda abunda no golfo, com biliões Embora o número de bacalhaus e de outros peixes predatórios tenha diminuído, as lagostas abundam. Há outras espécies pescadas, mas é à lagosta que a maioria dos destinos está agora li- gada, bem como às condições meteorológicas que permitem a saída dos barcos ou os mandam para casa. As lagostas também não são infinitas, mas, por enquanto, os crustáceos prosperam. O golfo mudou e continuará a mudar. Mesmo se a pesca acabasse amanhã, as populações au- mentariam e diminuíram com as alterações cli- máticas, que ameaçam tornar o golfo mais quente e menos salgado. Até hoje, as nossas escolhas tor- naram o golfo um pouco menos útil e menos belo para cada geração humana que passa. Um bom exemplo: comemos bacalhaus grandes, por isso os bacalhaus remanescentes atingem a idade adulta mais cedo e crescem menos, de modo a poderem acasalar antes de serem suficientemente grandes para os considerarmos um bom jantar. Durante milhares de anos, o golfo foi um ponto de confluência de águas generosas, mas os tem- pos mudaram. Os recolectores já não são simples homens navegando em barcos. E a fortuna já não salta da água em forma de peixe. Há planos em desenvolvimento para perfurar a maior jazida petrolífera do golfo, numa zona co- nhecida como Old Harry. Para os ambientalistas, o petróleo e' uma tragédia diferente das tragédias antigas. É possivel. Também podemos vê-lo como mais um exemplo das nossas escolhas relativa- mente àquilo que capturamos. Capturámos baca- lhau, como fonte de alimento e óleo. Capturámos baleias pelas mesmas razões. Se extrairmos o pe- tróleo de Old Harry, este acabará mais depressa do que as baleias ou o bacalhau, mas também servirá de combustível para o nosso quotidiano, as nossas viagens e os nossos negócios. Como é evidente, se houver derrames, também alimentará bactérias consumidoras de petróleo e outras espécies que crescem à nossa custa e não em nosso beneficio. Como sempre, a escolha será nossa - algas ou baleias, bactérias consumidoras de petróleo ou focas. Ainda é possível escolher, dado que, por ora, a vida selvagem ainda abunda no golfo, com biliões de organismos, muitas esperanças e so- nhos infinitos. U 42 NATIONAL GEOGRAPHIC 0 MAIO 2014 Águas férteis A riqueza do golfo de São Lourenço provém das correntes ricas em nutrien- tes oriundas do Atlântico, cujas águas se misturam com a água doce do Interior. O golfo é tutelado pelo governo do Canadá e por cinco províncias, o que complica a gestão. O previsível aumento da temperatura da água e a possivel extracção petrolífera ao largo da costa constituem motivos para preocupação. ÁREA EM DESTAQUE lulu ' i. l m. : Washington PROPOSTA DE RESER V/ l AQUA TICA . NlAFJICO LIAGAIv_ _-"Li›xIx. c_›~" -~. _f ESTUP-RIO , «"' 1 l ' x', Tux / Estuário do S? l. PARQUE . ~.ix. R¡. -›. 'uo '° °”""°° 5/. c;uz: r.u'. .v. ›' -SÍlO LOURENCO
  • 71. .Q. 'J: tl: ll'. 'flillllg~'"ll'l9r ? lEl! l;I_I)_: I'J3l: l¡)5;-I _Q ? omnitlélaciíiibraiilaiu"IIn-nezsmi-i-lloiel? ¡P! !lwüllllllêifzlilzlnlleq: eeunvjmtlklk- I-“Nj” . f -eiurzmigaaai-Ljlviglr-auiç lfynlIlilw-ílç: :kl me m' "W *s* quiet-ui¡ucfinrqoiít-lhienit: :_ ! tomar-rue ! lálíolflülgvklll-l' _ W _H _w_ ; miar: literal-mulailililgk-ânIliane 'Aslutzlí-êletslfolgllorzbriillil _. , , _' i . V : l r A l l : Álnnotlil-_ykrzugllqplnplfihw E' _ x l' . ¡ s¡ l E fimxycjkuihaa' e sua¡ n» . * _ au¡-| lt-, l:l= _iu'. ' «mim . l ° l l , k _ ' ? Jczqcnilu-: xqdh auf¡ _' ' _ ¡_. -', '_ ' animar-Jal nñie ' 'f/ l: = = ; v. ” lldíãlliihvhl 1 r' p, *Jr ç . n n Nut . i-¡Irn . q( . ílu_ vzu l ' 7'. ,= liil“-i: I¡: ::¡. :I; =›-^; n " / r¡": "."': '“'hl'k"m)“ "n ' ” n_ . elrwán . ir-Lvri: l . i: l. i.ri““““"lll " , J Vau'- lw' 7 _ Í : r Jll 1 min i : nn-r l --n 5'"" "M" 'U "HIS lr* N VI! . › : - : : A t» : a Í/ m ; bnüqoní ¡ p¡ . ,| l ! l l l , f 'ul - , 7 ” «t'›r-= ti. »1.-. rl rante , Lslrcilr¡ d. : H r; (IFHVJIÍliÍi . rn »rue "mulmdv n gelo »solve aa : aguas . uuhnuf 04m_ Golfo E . " I m , . . m. u? - ii l de “'“ _ . -f-'Ílilr-it-lill" _ «ñh-l-«l4i-i c '*“Í"*'"” = ÍÊ= l:['Hl= |I7I| i=j-l= lr= ^ , , 6°. ; tam" › . _n_| _an_ n¡ / z . ' ' do, ,_ _ Sao Lou rençu “'00 ç ' 0 i ¡í-¡ln l "lb o 'inclui-in , Hr 'hm . V._. .i'), . : « . um' ar- «an» ~ < ' _ "JJJ": HH' It'k”“¡'¡"l' ÍÍ n: «um : itaim j ñw-Hm _inutil-z. azia/ run ; um : ig-ir u_ , ,, ' 0l. ».r. i,a. “.. ,,. xmqu¡ _, _My N_ ~'*°l= °'= *'*'*= *=* '~" i n.1,; zlTLzllVTlCO _Effa-thin 7 _ _; ,_[: ¡_m¡_' x »l-auwr-Il-efol-i-i-iáli . m l z N “k : tap Í -I n_ xi. r:ii. ~_isi. i.ri. <,-i: i,= . H . íml-iuÉ-&lrlu ~
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  • 73. g más* 7 â_ A 7 _' 'É _ à r c_ S¡ auf( 1 _Í 4 *ía ” 'à - x ' ' 95;. Gansos enchem o céu *“ 'Le I sobre o rio Saint Francis. . g Migrando do Arctica no Outono. as aves "'~, “"_. _ descansam para se . alimentarem depois do seu . . - voo sobre o Atlântico. N' fr' *c-
  • 74. 40 '. ll()_'l (nlütnR~PHl( 0 M«ll) 20|. ;
  • 75. . f. , r "IV n I -' ! e . _ ~ _¡ ' n' › “ i x' . Í ábã' /1/ O - . . 1, , _ . , __ . r_ w - w . _._. .. _W r Com um toque materno, uma fêmea de foca (no topo, à esquerda) convence a sua cria de pêlo branco a sair do gelo e nadar. Com o progressivo aquecimento das águas e a diminuição da cobertura de gelo no golfo. duas semanas de cuidados matemos não garantirão a sobrevivência de um recém-nascido. Depois de a progenitora partir, as crias afogam-se ocasionalmente, quando caem entre o gelo fino. As maiores ameaças para uma beluga (à esquerda) não são as lutas com os machos. que deixaram cicatrizes neste juvenil. mas sim a poluição e a colisão com navios. Uma água-viva (em cima) nada à deriva na baia Bonne. Esta espécie pode atingir 2.5 metros de largura.
  • 76. «n33 . _ ' › x n_ l ¡ . x ' I u - C ¡ 7 . _ . e _ r , "ir o › _ - 43-64'- . . a O o _ ' . . - _ . o . s . 1 . _ _ ii¡ , ct-Â Ó - . _ A' ' ' ' É_ . Í 7 o -- . - 3:* . ' a . . a Í * e . r- . ;Q à c l' . o l ' Ii: _ ' . u ' u _ o › _ _ j . .
  • 77. O . o . . ~. . a c* i g . ..á-uç . u f ° n O r -à i dl 'l X5 _ás J. , 1' *A L' Um peixe-escorpião esconde-se entre escamas sob um cais no Quebeque. Devorador voraz. é amaldiçoado pelos pescadores. ' . . e o u O y n . _ . a o a ', ' r . Í a N; Í d: .j , Í ¡. 'o' ¡ A l_ s . Q h 1 _ ' o _ . o . Í . 3 - . r ç o t s . x u? ' . .. É 5 . .. . . .o í 5. Í . _l . Alfy ÍQ . , . 3 É s (
  • 78. lim; üimüêtliiiájiàhfiâeüiñ' v. : ; uiíiiâl gihikltoimizudi: :Mic . limit cieíiliiskl . Witt-tatiana : i: -iílíi-'üEÍK-jgzuuio. ,cidliuçntçfñiâiéir-Nít-; knf-liqjífgmfçjç niâeliiê-Iziâiiçialiiilgfãíqzñüü9161351010» ciaiettagâpigt-iaiacuuguiaôagtoiiñreiggisiçia
  • 79. o a . O n i . . x . . . l o . .. r, ln A l P . u'. x. Í. .i / r › » _vi . l . . s l a « x. x. .. . . . .x utah. , . . . .x . . Ã i 4» / r a i. IO- Lai . lã' n I. v n L -t . nd. k . . . o x . ,. . . , «ill 4 l II . ..l . rt Í . i
  • 80. O rais Ali Faruk e os seus ajudantes retiram com todo o cuidado o caixão de Iker da sepultura. Em cima, o seu nome, na extremidade esquerda da inscrição que _ñgura nos pés do sarcófago. JOSÉ MAMEL GALÁN (A ERMERDI). JNE LATOVA (EM CMA) Iker, o arqueiro De tez escura e traços negróides, possivelmente núbio, Iker, “o excelente”, deve ter combatido nas fileiras do governador de Tebas que foi coroado rei do Alto e Baixo Egipto depois de vencer a guerra civil contra o Norte. Foi sepultado há quatro mil anos com os seus bastões de comando, arcos e flechas em Dra Abu el-Naga, na orla ocidental de Lucsor. Recentemente, arqueólogos espanhóis encontraram a sua sepultura intacta, o que nos permite IJCFSCYUÍJI' Lima época pouco conhecida da história do Egipto. S3
  • 81. Z. WI_
  • 82. .âilgrmfliítítl arrimo»- «Himalaia 10ml"HMWHIÚYÍOÀ*“Mafâiífmhiii. :Müitltlkttlüfkli iimrmiruciigriqvria : Iommi- a ironia. ..qyâvuniulhiq. .:Lituân-K-nomih-mifuilitonsi-íiiihon-ãgtpitci. al intriga-vírusitsulaiycimíianruilslimgñtnci ¡Mills- ¡Íontldgliiiftgfflndüinuíiumil- immsma diicmmibuiiitsiisiiidli, amis¡ ¡ruin- xml. . : him/ wenn mamriomiliu . fil ilimsifhi CNY-filhi-1mm*aínãlliltl-'b-mo-lçflln*curitibaMini. .gmâgylolíilt¡Ítlgrglâtfññítttttütilâbíüi“m-lmiitnviiãñimIMÍNÍH . .a . X ~4 : V513 - _ ____ , . . x l ' i f l ¡ , . _ . , _ . f . .. . . '› , . . d, _ _ l *r r' l ' __/ . J 7 r W Í / Í : HIM-al lia vlw

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