Autores: Paul Nobre; Mª Luiza Lima
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Magnitude da violência no trânsito
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Sequenciais Comportamentais Estresse acumulativo
Epidemiológicos ...
Leis, regulamentos, normas
Leis, regulamentos, normas
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Complexidade
Dinâmicos –– difícil prever seu comportamento –– mudança, transformação
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Jogo de interações e relações
indivíduo
indivíduo sociedade
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Conclusões - discussão
NÃO descartar responsabilidade.
Tríade: Indivíduo + Sociedade + Espécie = ÉTICA
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ANTP. Trânsito no Brasil - Avanços e Desafios. São Paulo, 2007.
ARAÚJO Jr, J.L.A.C. Health Sec...
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Politicas Publicas, Morbimortalidade e Acidente de Transito

As politicas públicas para reduzir a morbimortalidade e acidentes de transito baseiam-se em paradigmas tradicionais (engenharia, fiscalização e educação) hoje, insuficientes para solucionar os problemas da complexidade urbana, por isso não têm sido eficazes. Apresenta-se como alternativa o pensamento complexo e a visão sistêmica que são ferramentas mais adequadas e próximas da realidade.
Published on: Mar 4, 2016
Published in: News & Politics      
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Transcripts - Politicas Publicas, Morbimortalidade e Acidente de Transito

  • 1. Autores: Paul Nobre; Mª Luiza Lima Mª ca o iia v o iitto nc ns ns ên llê ass s s s s as cas s â s s s s ttrrâ s s s ca ca ca ca ca ca ca ca ca ca ca ca ca iio iiiiiiiic b iiiiiiiic bllllllll v llllllllíííííííítttttttt no b b b no bb b pú pú pú pú e Po Po Po Po pú pú pú pú e Po Po Po Po de de de de de de de de da da da dada da da da alllllllliiiiiiii a a a a aa a orrtt orrtt orrtt orrtt mo mo mo mo bm bm bm bm rrbiiiiiiii rrb rrb rrb mo mo mo mo mo mo mo mo
  • 2. Inquietudes Magnitude da violência no trânsito Alternativas – conhecer, explicar, prevenir?
  • 3. Áreas críticas – PE, motociclistas crí Serra Talhada; Ouricuri; Sta Cruz da Baixa Verde; Trindade; Triunfo; Brejo; Ipubi. Calumbi; Tacaimbó; Betânia. S. Caetano. Petrolina; Saloá; Saloá; Afrânio; Bom Conselho. Lagoa Grande.
  • 4. Problematizar as políticas públicas em polí pú relaç relação aos AT com foco nos motociclistas, Percebemos o fenômeno circunscrito a uma mú (polí realidade de múltiplas dimensões (política, econômica, cultural, social..... Entender relações não são de causa-efeito, relaç causa- porque sincrônicas, fundamental proceder aná uma análise mais completa.
  • 5. Política Pública Polí PROCESSO DINÂMICO Interação: Recursos materiais + Conhecimento + Pessoas. Grupos sociais. Mudar situação real – melhor desejada. Ambiente político e socio-econômico e cultural.
  • 6. Política Nacional de Trânsito, Política Trânsito, Código de Trânsito Brasileiro (CTB), Código Política Nacional para Redução da Morbimortalidade Política Redução por Acidentes e Violências (PNRMAV).
  • 7. aná Modelo para análise Produto da análise contexto conteúdo A compreensão e explicação das causas de tantos fatos violentos de processo atores trânsito. Fonte: Walt e Gilson, 1995 apud Araújo Jr. 2000
  • 8. Atores - “Agentes de qualquer política.” política. Formuladores; Formuladores; Implementadores; Implementadores; Apoiadores – opositores; opositores; Valores ideológicos e visões políticas; ideoló políticas; Determinam o curso do processo político. político. posição de cada um na relação com a política; posiç relaç política; mobilização segundo suas posições; mobilização posições; poder entre eles; eles; alianças e coalizões. alianças coalizões.
  • 9. Dados estatísticos insipientes; Paradigmas superados; Inserção de municípios; Usuários historicamente vulneráveis; Insuficiência fiscalização; Impunidade; Inspeção técnica; Identificação automática; Denatran; Aplicação inadequada da legislação e técnicas de trânsito “cadeias de mando bastante burocráticas e fragmentadas”; Falta de tradição de trabalho intersetorial; Pouca visibilidade do problemas de acidentes de trânsito; Mudanças frequentes de coordenação; Interferências políticas nos projetos. (Minayo e Deslandes, 2007)
  • 10. PARADIGMAS: TEORIAS: MODELOS: 1) Acaso Sequenciais Perí té I) Período técnico Transferência de energia veículos Fases (eng mec biomedicina) II) Erro humano 2) Desvantagem enviesada Taxonomicos (erro do condutor+ambiente) (exposição ao risco) 3 Es 3) Propensão ao acidente (personalidade, comportamento de risco) 4) Ajuste ao estresse Funcionais (liberdade-metas-ação) Motivacionais/Cognitivos Motivaç 5) Motivação inconsciente Sociais (atos involuntários, análise? fim 60s) (psicossociais psi+sócio culturais) 6) Limiar de risco determinantes excitantes/inibidores mudar o comportamento 7) Ação razoada (intenção, crença controladora/superego) Homeostá 8) Homeostática do risco (equilíbrio consigo e o meio) Ameaça/evita evitaç 9) Ameaça/evitação (comportamento-aprendizagem,erros-violações) 10) Multicausalidade Tríade epidemiológica Trí epidemioló III) Sócio-técnica cio- homem-máquina Cená prototí Cenários prototípicos hierá Funcionais hierárquicos Automaç Automação IV) Cultura da 11) Sistemas seguranç segurança STAMP (Systems-Theoretic Systems- Accident Model and Processes) ? Fonte: Macías, 2009 (Adaptação)
  • 11. Resumo da ópera Sequenciais Comportamentais Estresse acumulativo Epidemiológicos Tomada de decisão Manipulação materiais Transferência energia Processamento informação Quedas Sistêmicos Classificação erros Modelos gerais Erro humano Mecanismos de lesões Lehto e Salvendy, 1991 apud Macías, 2009
  • 12. Leis, regulamentos, normas Leis, regulamentos, normas Uma visão Macro da gênese do AT (trânsito, trabalho, mercado,etc (trânsito, trabalho, mercado,etc mercado,etc mercado,etc LEIS E LEIS E POLÍ TICAS POLÍÍTICAS POLÍ POL I n f lu ência DE GOVERNO exte INDIVÍ DUO INDIVÍÍDUO DE GOVERNO rna INDIVÍ INDIV ESTADO ESTADO us o so so so so so habit id ad çã cultura oc oc oc e ciiiiio ru co co co co cultura st oe oe oeec ec ec ec ec in on nô nô nô nô nô nô trabalho ôm ôm trab alho m m miiii se xo ttrab trab trab trab balho balho balho raba r ba r ba r b ico co co co co co co o alllho a ho ah ah socioeconômico socioeconômico h h h h o socioec onômic trabalho tr aba lho tr aba lho tr aba o traba o b o b o b o sexo iins ns ns ns ins de iiiiiiiin ha no no tru tru tru tru tru or ns ns ns nssttttr sttttr s sr bit çã no ida tor çã çã çã çã t ruç ru us uç uç uç en o tor çã en o oo o usuário ão ão ão ão ão ão ão componentes o en entrelaçam risco VIZINHANÇ A VIZINHANÇA VIZINHANÇ VIZINHANÇ processo emergente componentes MUNICIPIO MUNICIPIO relações intranível influenciam > acidente indivíduo determinação Fonte: Macías, 2009; adaptação condicionamento
  • 13. Complexidade Dinâmicos –– difícil prever seu comportamento –– mudança, transformação difícil prever seu comportamento mudança, transformação Não lineares – ausência da lógica: causa > efeito; estímulos fracos amplificar efeitos Atratores estranhos –– ““fricção” de atração de energia, pontos, bacias fricção” de atração de energia, pontos, bacias - trajetórias imprevisíveis - trajetórias imprevisíveis Fractalidade – o macro representado no micro, cada parte e representação geométrica do todo Hierarquia – a totalidade é formada por partes, tudo é parte de alguma coisa maior, todas as coisas são parte e totalidade simultaneamente Emergência – surgem novas propriedades radicalmente novas – realimentação (imprevisível) Borrosidade – falta de precisão nos limites 1. não pontual; 2. continuidade entorno 3. sujeito ‹ › objeto
  • 14. Jogo de interações e relações indivíduo indivíduo sociedade sociedade ética ética de espécie espécie rida p li n a i sci desordem ns d tra interação ordem organização
  • 15. Conclusões - discussão NÃO descartar responsabilidade. Tríade: Indivíduo + Sociedade + Espécie = ÉTICA Arqué Arquétipos > polí pú formar opinião, políticas públicas,especialistas, atravessam toda a sociedade – lógica tradicional, Distante da realidade ? NÃO eficazes Realidade é complexa ! Por onde começar ? Pela educação dos educadores e pela reforma do pensamento, Revisão do CTB ?
  • 16. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANTP. Trânsito no Brasil - Avanços e Desafios. São Paulo, 2007. ARAÚJO Jr, J.L.A.C. Health Sector Reform in Brazil, 1995-1998. An Health Policy Analyses of Developing Health System, Tese de Doutorado, The University of Leeds Nuffield Institute for Health. Leeds, England, 2000. BRASIL. Conselho Nacional de Saúde. Política Nacional de Redução da Morbimortalidade por Acidentes e Violências, Portaria GM/MS Nº 737 de 16/05/01 Publicada no Dou Nº 96 Seção 1e - de 18/05/01 BRASIL. Lei 9503 de 23 de setembro de 1997, Código de Trânsito Brasileiro, 1997. BRASIL. Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde. Saúde Brasil 2006: Uma análise da situação de saúde no Brasil. Brasília; 2006. BRASIL. Ministério da Saúde.Sistema de informações sobre mortalidade. Brasília (DF) 2008. Disponível em http://www.datasus.gov.br [2008;set]. MACÍAS, G.R. A Complexidade da Situação Epidemiológica dos Acidentes de Trânsito. Tese de doutorado. Universidade Federal da Bahia, Instituto de Saúde Coletiva. Salvador, 2009. MARIN, L. e QUEIROZ, M. S. A atualidade dos acidentes de trânsito na era da velocidade: uma visão geral. Cadernos de Saúde Pública, v.16, n.1, 2000, p.7-21. MARQUES, M. B. Saúde pública e segurança de trânsito no Brasil – Visão geral do problema, Fiocruz. Rio de Janeiro, 1985. MELLO JORGE, MHP, KOIZUMI, M.S. Acidentes de trânsito no Brasil: Um atlas de sua distribuição. São Paulo: ABRAMET; 2007. MINAYO, M. C. e DESLANDES, S. F. Análise Diagnóstica da Política Nacional para Redução de Acidentes e Violências. Editora Fiocruz, Rio de Janeiro, 2007. MOTOBOYS - Vida loca. Diretor: Caio Ortiz. Produção: Paramount Pictures DVD (52 min) Brasil, 2003. RAIA Jr., A.A. e SANTOS, L. Acidente Zero: Utopia ou realidade. Anais do 15º Congresso Brasileiro de Transporte e Trânsito, Goiânia, 2005. SILVA, P.H.N.V et al. Análise espacial dos acidentes de trânsito com foco nos acidentes por motocicletas no estado de Pernambuco, no período de 2000 a 2005. In: Sá, A.J. (Org.)Pelo direito à vida: A Construção de um espaço cidadão. Editora Universitária, UFPE, Recife, 2008, p.139-151. TRINDADE, Jr. R.E. e NASSI, C. D. A miséria como causa dos acidentes de trânsito no Brasil. Disponível em http://www.sinaldetransito.com.br/artogos/mioseria.pdf [10/11/2008]. VERONESE, A. M. Os riscos dos acidentes de trânsito na perspectiva dos motoboys: subsídios para a promoção da saúde. Cadernos Saúde Pública, Rio de Janeiro, 2006. WHO. World Health Organization. World Report on Road Traffic Injury Prevention, Genebra, Suiça, 2004.
  • 17. Obrigado ! paulnobre@hotmail.com www.slideshare.net violencia transito complexidade (search:all languages)

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