NARRATIVAS Multimídia Interativas Prof Robson e Prof Glaudiney 1
Uma curiosidade...• Quando perguntaram para MOZART onde ele buscava tantas idéias para compor músicas tão belas, diz-se ...
UMA ESTORINHA• Peter Benchley lê um artigo de jornal que fala de um pescador que capturou um tubarão de 2 toneladas na C...
Mas afinal, o que é narrativa?Narrar: contar, expor, relatar.• Narrativa: discurso capaz de evocar, através da sucessão t...
2-Um incidente 1-Um 3-Um clímaxpersonagem6-Um fio da 4-Um...
• Fio da estória: Trata de um percurso que um incidente ou conjunto de incidentes vai traçar dentro da estória;• Massa d...
Um exemplo ...• Fio da estória: A ação da REAL AIR FORCE na segunda guerra mundial durante os bombardeios a Londres;• Ma...
• Lembrem- se de Rudyard Kipling (O livro da Selva, personagem Mogli em 189?):“Durante toda a minha vida (de narrador ees...
Para não esquecerLembre-se de que uma boa narrativa deve tersempre, e muitas vezes, principalmente ... UM BOM FIN...
Até porque vocês estão entrando em um mercado que envolve muito investimento. 10
Gastos estimados com terceirização daprodução de artes gráficas para jogoseletrônicos (em milhões de Euros). ...
Gastos estimados com terceirização da produção deanimações para jogos eletrônicos (em milhões de Euros). ...
Narrativa Jornada ou Narrativa Ritual• Narrativa Jornada, o personagem principal se lança no mundo e age a fim de atingir...
• A capacidade de contar e apreciar uma estória é uma característica humana. De fato, como afirma Sheldon (2004), é uma ...
Entretanto, a ferramenta mais poderosa einovadora reside na interatividade; capazde modificar não apenas a maneira comoas ...
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Vogler (2006) e Miller (2004) discutem em suasobras, sobre os elementos narrativos e asnarrativas digitais respectivamente...
As abordagens e as técnicas empregadas em IS sediversificam em inúmeras linhas de pesquisa;associando conhecimentos de div...
A teoria dramática deAristóteles 23
Do ponto de vista teórico, o estudo dasnarrativas exige uma reflexão sobre acontribuição do filósofo grego Aristóteles(384...
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Sendo assim, podemosestabelecer uma relaçãocausal entre as partescomponentes de um drama(MATEAS, 2000). ...
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1) Personagem, incidente, clímax, tema, premissa, fio da história2) Relações do personagem3) Não descaracterizar ...
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Gêneros de História e Gêneros de Narrativas• Existem outras classificações que apontam para outros generos: M...
Gêneros de História e Gêneros de Narrativas• No dramático o poeta fala por outra pessoa;• No épico o poeta est...
• Raça• Tragédia nos personagens• Bom e mau• Tendência de vcs colocarem o contexto• Volta ou reconstruir um espa...
Vamos caminhar mais para dentro da prática narrativa.• Uma narrativa estruturada se destina a atingir um efeito e...
Vamos adaptar alguns elementos dos quadrinho para o nosso interesse.Vamos começar adaptando algumas linguagens que irão no...
Uso de arcos da História: São hist´roias paralelas ou histórias que levam váriasseções para serem contadas (Black Ops)Flas...
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O que vimos até aqui? Mais para dentro da prática narrativa.• Stan Lee – Narrativa estruturada gera efeito emoc...
Estrutura da narrativa• Willian Goodman – a estrutura é a mais importante contribuição para o desenvolvimento da históri...
Estrutura da narrativa• Histórias, em geral são sobre mudanças, uma alteração em algum estado ordinário da existência, p...
Estrutura da narrativa. Vamos começarcom o básico , padrão: Estrutura em 3 atos• ATO 1 – Fisgar – Instigando acidente –...
Estrutura da narrativa. Vamos começar com o básico , padrão: Estrutura em 3 atos• Ato II – Desenvolve e complica a sit...
Estrutura da narrativa. Vamos começar com o básico , padrão: Estrutura em 3 atos• Ato III – Eventos levam ao ...
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Narrativas multimídia interativas

Published on: Mar 3, 2016
Source: www.slideshare.net


Transcripts - Narrativas multimídia interativas

  • 1. NARRATIVAS Multimídia Interativas Prof Robson e Prof Glaudiney 1
  • 2. Uma curiosidade...• Quando perguntaram para MOZART onde ele buscava tantas idéias para compor músicas tão belas, diz-se que ele respondeu: As músicas vagam pelo ar. Era só pegá-las e trazê- las para o papel.• Acontece assim com as narrativas. Elas estão no ar, nas praças, no mar, na sala de aula, dentro de vocês e por aí aforaA narrativa responde a uma estrutura. clc 2
  • 3. UMA ESTORINHA• Peter Benchley lê um artigo de jornal que fala de um pescador que capturou um tubarão de 2 toneladas na Costa de Long Island e se pergunta: E SE O TUBARÃO SE APROXIMASSE DO LITORAL? E SE ELE NÃO FOSSE EMBORA?• A seguir ele escreve um livro a partir dessa idéia. Os produtores Zanuck e Brown compram os direitos , Benchley e Carl Gottlieb escrevem roteiro – e é feito TUBARÃO (1975) 3
  • 4. Mas afinal, o que é narrativa?Narrar: contar, expor, relatar.• Narrativa: discurso capaz de evocar, através da sucessão temporal e encadeada de fatos, um mundo dado como real ou imaginário, situado num tempo e num espaço determinados.Na narrativa, distingue-se a narração (construção verbal ouvisual que fala do mundo) da diegese (mundo narrado, ouseja, ações, personagens, tempos). Como uma imagem, anarrativa põe diante de nossos olhos, nos apresenta, um mundo.O romance, o conto, o drama, a novela, são narrativas.” 4
  • 5. 2-Um incidente 1-Um 3-Um clímaxpersonagem6-Um fio da 4-Um tema estória 5-Uma premissa 5
  • 6. • Fio da estória: Trata de um percurso que um incidente ou conjunto de incidentes vai traçar dentro da estória;• Massa da estória: é o que você imaginou como estória (a estória em sí);• Narrativa: É o resultado da percepção, interpretação, seleção e organização de alguns elementos de uma estória; 6
  • 7. Um exemplo ...• Fio da estória: A ação da REAL AIR FORCE na segunda guerra mundial durante os bombardeios a Londres;• Massa da estória: A Inglaterra na Segunda Guerra Mundial• Narrativa: A estória da construção dos aviões Spitfire a partir da ação das Donas de Casa Inglesas que doaram panelas para fazer aviões.• E quando a narrativa é interativa? 7
  • 8. • Lembrem- se de Rudyard Kipling (O livro da Selva, personagem Mogli em 189?):“Durante toda a minha vida (de narrador eescritor) tive 07 amigos: Quem, O quê, Onde,Quando, Por quê, Para quê e Como.” 8
  • 9. Para não esquecerLembre-se de que uma boa narrativa deve tersempre, e muitas vezes, principalmente ... UM BOM FINAL 9
  • 10. Até porque vocês estão entrando em um mercado que envolve muito investimento. 10
  • 11. Gastos estimados com terceirização daprodução de artes gráficas para jogoseletrônicos (em milhões de Euros). 11
  • 12. Gastos estimados com terceirização da produção deanimações para jogos eletrônicos (em milhões de Euros). 12
  • 13. Narrativa Jornada ou Narrativa Ritual• Narrativa Jornada, o personagem principal se lança no mundo e age a fim de atingir um objetivo e, com isso,recuperar o sossego perdido;• Narrativa Ritual . O personagem principal tem seu mundo invadido por uma ação que ele deve assimilar, a fim de se transformar e, com isso, recuperar o sossego perdido. 13
  • 14. • A capacidade de contar e apreciar uma estória é uma característica humana. De fato, como afirma Sheldon (2004), é uma característica exclusivamente humana. As narrativas não apenas transportam os expectadores para mundos imaginários, elas também são capazes de revelar segredos da natureza humana ou incitar esses mesmos expectadores a comportamentos específicos. As narrativas também podem estar a serviço de objetivos mais úteis como ensinar ou treinar pessoas (MILLER, 2004). 14
  • 15. Entretanto, a ferramenta mais poderosa einovadora reside na interatividade; capazde modificar não apenas a maneira comoas estórias são contadas, mastambém, como são vivenciadas pela suaaudiência (SHELDON, 2004; MILLER 2004). 15
  • 16. Nos últimos anos, tem crescido ointeresse por sistemas nos quais asações dos usuários tenham umimpacto significativo no rumo daestória, produzindo, de formaconsistente, experiênciasmemoráveis e diversificadas(BARROS, 2004). 16
  • 17. As pesquisas em Narrativas Interativas (NI), ouInteractive Storytelling (IS), termo que sepopularizou no ambiente de desenvolvimento dejogos, surgem justamente para modelar eimplementar esses sistemas. O desenvolvimentodessa área de pesquisa está sendoimpulsionado, em grande parte, pelos altoscustos associados à produção dos atuaissistemas de narrativas nos jogos. 17
  • 18. Para prover a interatividade e a variedadedas experiências narrativas, os jogos sãosegmentados em vários arcos narrativos.Esses segmentos são selecionados deacordo com as ações e escolhas dojogador, sendo que um segmento nãoselecionado não é jogado. 18
  • 19. De acordo com Crawford (apud BARROS, 2004), para que umsistema de IS produza estórias satisfatórias, deve-seultrapassar um limiar de complexidade bastante alto. Diantedesse problema, duas linhas de pesquisas distintas seformaram: as narrativas baseadas em planejamento (comroteiros) e as narrativas emergentes (sem roteiros pré-definidos). A questão principal reside no impacto causado pelainteratividade no modelo tradicional das narrativas. 19
  • 20. Quanto mais se aumenta a interatividade, maisinteressante se torna o jogo. Entretanto, o aumento dainteratividade reduz consideravelmente a possibilidade dese manter um mecanismo capaz de assegurar aconsistência das 14 estórias (MILLER, 2004).Transportando o problema para o âmbito dos jogosmultiplayers, a questão se torna ainda mais complexa.Todos os algoritmos relacionados às narrativas necessitamser revistos para permitir a interação entre os jogadores. 20
  • 21. Vogler (2006) e Miller (2004) discutem em suasobras, sobre os elementos narrativos e asnarrativas digitais respectivamente, o caráterrecente dessa área; chegando ao ponto deanalisarem os possíveis impactos causados pela ISnas formas tradicionais de se contar estórias(obras literárias, teatro e cinema). 21
  • 22. As abordagens e as técnicas empregadas em IS sediversificam em inúmeras linhas de pesquisa;associando conhecimentos de diversas áreascomo, por exemplo:sociologia, psicologia, inteligência artificial, mídiasdigitais interativas, dramaturgia, mitologia, etc. 22
  • 23. A teoria dramática deAristóteles 23
  • 24. Do ponto de vista teórico, o estudo dasnarrativas exige uma reflexão sobre acontribuição do filósofo grego Aristóteles(384-322 a.C.) para as artes dramáticas(COMPARATO, 1995).Sua obra é um referencial obrigatório paratodos os interessados em escreverestórias, independente da mídia para a qualse destinem. 24
  • 25. Para Aristóteles (apudCOMPARATO, 1995, p. 162), “*...+ odramático é uma relaçãode fatos e acontecimentos, entrecausa e efeito, encadeadossegundo uma ordemcriada pelo autor”. 25
  • 26. Além dessa definição, Aristótelesdividiu o drama em seis partesque se relacionam, a saber: o enredo, a personagem, o pensamento, a linguagem, o padrão e a performance. 26
  • 27. Cada uma dessas partes é acausa fundamental daseguinte:Mateas (2000), enquanto acausa material pode ser o enredo,definida como sendo aquilocom o que é construída a personagem,alguma coisa, a causa formal o pensamento,representa o planejamento, aabstração da qual se originou a linguagem,essa mesma coisa. o padrão e a performance. 27
  • 28. Sendo assim, podemosestabelecer uma relaçãocausal entre as partescomponentes de um drama(MATEAS, 2000). 28
  • 29. causa formal Inicialmente temos o autor que elabora um enredo (plot) para explicar um determinado tema. A personagem requisitada para a representação do papel é determinada pelo enredo; temos que o enredo é a causa formal das personagens.Conseqüentemente o processo de pensamento da personagem é determinado pelo tipo dapersonagem. A linguagem usada por uma personagem é determinada pelos seuspensamentos. Os padrões apresentados (sons, gestos e demais formas de expressão) são resultantes da linguagem utilizada. O espetáculo, que é a apresentação perceptível exibida à audiência, é determinado pelos padrões entoados pela personagem.Em uma encenação de sucesso, aaudiência é capaz de refazer a 29seqüência de causas formais.
  • 30. segundo Mateas (2000), a causa material é a causa material percepção da peça pela audiência. A audiência experimenta um espetáculo; uma exibição sensorial. Nesta exibição, a audiência detecta padrões. Esses padrões são entendidos como ações da personagem (incluindo a linguagem).Baseada nas ações, a audiência infere oprocesso dos pensamentos da personagem. O Baseada em todas essasentendimento do processo de informações, a audiência épensamentos da personagem permite definir capaz de entender a estruturaas características e as propensões do plot (enredo) edessa mesma personagem. consequentemente o tema abordado. 30
  • 31. 1) Personagem, incidente, clímax, tema, premissa, fio da história2) Relações do personagem3) Não descaracterizar um personagem,4) Personagem e meio5) Mudanças com consciência6) Bom final7) Narrativa Ritual e Narrativa Jornada8) Causas materiais e formais9) Causa e efeito10) Ideias dramáticas de aristóteles 31
  • 32. 2-Um incidente 1-Um 3-Um clímaxpersonagem6-Um fio da 4-Um tema estória 5-Uma premissa 32
  • 33. Gêneros de História e Gêneros de Narrativas• Uma primeira classificação nos indica dois grandes gêneros: – Drama – Romance, melodrama, aventura, terror, crime e mistério. – Comédia – Comédia de situação (SITCOM), comédia de costumes, sátira, farsa e paródia 33
  • 34. Gêneros de História e Gêneros de Narrativas• Existem outras classificações que apontam para outros generos: Musical, infanto- juvenil, ficção científica e podem conter comédias e dramas;• Os conceitos de gêneros narrativos remontam ao livro 3 de A República de Platão 360 A.C.• Na época, Platão trabalhava com o gênero: – Dramático (mimese ou imitação) – Épico (diegese ou narrativa) 34
  • 35. Gêneros de História e Gêneros de Narrativas• No dramático o poeta fala por outra pessoa;• No épico o poeta esta presente em toda a narrativa• Gênero lírico (imitar com palavras) só acontece no século XVII 35
  • 36. • Raça• Tragédia nos personagens• Bom e mau• Tendência de vcs colocarem o contexto• Volta ou reconstruir um espaço (reino ...)• Destaques• Arauto 36
  • 37. Vamos caminhar mais para dentro da prática narrativa.• Uma narrativa estruturada se destina a atingir um efeito emocional, demonstrar uma informação ou revelar um caráter (Stan Lee)• Num game ou numa produção multimídia um dos elementos mais complexos de se conseguir e que vcs não podem esquecer é que: PALAVRAS, IMAGENS SONS E O QUE FOR DEVEM TRABALHAR JUNTOS 37
  • 38. Vamos adaptar alguns elementos dos quadrinho para o nosso interesse.Vamos começar adaptando algumas linguagens que irão nos ajudar nas narrativas:-SPLASH SCENE- Pensar um pouquinho no enquadramento . A forma de narrar de cada um de vcsvai dar mais ou menos importância para esse aspecto do trabalho; -Close up -Plano geral -Plano médio -Plano de detalhe etc -Linhas de velocidade -Movimento -Multiplas ações -Uma ação -...-Uso de Legendas e Recordatórios – São utilizadas para indicar uma mudança de tempo ou local em que transcorre a ação ou para ser um veículo de comentários oniscientesdo autor. Trata-se de uma voz interior do personagem. Em geral são escritas nopresente do indicativo (Heavy Rain) 38
  • 39. Uso de arcos da História: São hist´roias paralelas ou histórias que levam váriasseções para serem contadas (Black Ops)Flash back – Trata da dramatização de eventos que ocorreram antes da históriaprincipal. Só deve ser usado quando a lógica da história requer um flash back. TipoKung Fu que quando iria enfrentar um problema surgiam imagens de como elehavia aprendido no monastério a enfrentar aquele tipo de situação.As histórias devem ter uma espinha dorsal básicaLinhas de ação vão indicar movimentos possíveisLinhas radiais dando indicações de situações como radioatividade, calor, frio ou ...Algum elemento indicador claro de que o personagem teve uma idéia. Em HQpode-se usar uma lâmpada.Alterações de volume de som devem ser programados e relacionados com outrossons e falas do contexto. 39
  • 40. As narrativas multimídia são um conjunto de entidades semióticas e nessecaso, peço que aceitem a definição de semiótica como a análise de signos ou oestudo do funcionamento do sistema de signos (Denis O’Neil)Exposição trata da informação que é disponibilizada para o publico para que elese elas possam entender o que esta acontecendo, para compreender a história.Na DC COMICS o pessoal chama essa narrativa que vai ser entregue aos outrosartistas para se tornar hq ou game de ARGUMENTO PRÉVIO OU ROTEIROCOMPLETO.Tem que lembrar de criar um sistema de referência nas páginas da narrativa.Numerar as páginas é um exemplo. Quando entrar um arco de hist´roria possívelcriar uma numeração própria. Isso deve estar de acordo e absolutamente claropara a equipe. 40
  • 41. O que vimos até aqui? 2-Um incidente 1-Um 3-Um clímaxpersonagem 6-Um fio da 4-Um tema estória 5-Uma premissa 41
  • 42. O que vimos até aqui? Mais para dentro da prática narrativa.• Stan Lee – Narrativa estruturada gera efeito emocional• PALAVRAS, IMAGENS SONS E O QUE FOR DEVEM TRABALHAR JUNTOS- SPLASH SCENE Close up, Plano geral, Plano médio, Plano de detalhe, Linhas de velocidade, movimento, Multiplas ações, Uma ação ...- Recordatórios- Uso de arcos da História,- Flash back- espinha dorsal- Alterações de volume de som devem ser programados e relacionados com outros sons e falas do contexto. 42
  • 43. Estrutura da narrativa• Willian Goodman – a estrutura é a mais importante contribuição para o desenvolvimento da história;• Saiba o fim da história antes de começas a escrevê-la;• Você deve começar sabendo onde você que chegar, o fim da história;• Quando possível comece sempre com o convencional (Dennis O’Neil) 43
  • 44. Estrutura da narrativa• Histórias, em geral são sobre mudanças, uma alteração em algum estado ordinário da existência, por isso elas mostram essa modificação de algo em outra coisa qualquer que justifique os conflitos da história. 44
  • 45. Estrutura da narrativa. Vamos começarcom o básico , padrão: Estrutura em 3 atos• ATO 1 – Fisgar – Instigando acidente – Estabelecendo situação e conflito (em geral muita ação visual) 45
  • 46. Estrutura da narrativa. Vamos começar com o básico , padrão: Estrutura em 3 atos• Ato II – Desenvolve e complica a situação 46
  • 47. Estrutura da narrativa. Vamos começar com o básico , padrão: Estrutura em 3 atos• Ato III – Eventos levam ao CLIMAX – Conclusão 47

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