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Devem ser adotadas quando a doença possui algum modo
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REFERÊNCIAS
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Porque alguns pacientes ficam em Isolamento, nos hospitais ou em domicílio?

Entenda porque em hospitais ou mesmo em domicílio alguns pacientes precisam ficar em ISOLAMENTO!
Published on: Mar 4, 2016
Published in: Health & Medicine      
Source: www.slideshare.net


Transcripts - Porque alguns pacientes ficam em Isolamento, nos hospitais ou em domicílio?

  • 1. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia Precauções de Contato: Porque os pacientes são isolados? Especialização Hospitalar Fisioterapeuta Cássia Pereira da Silva
  • 2. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia INTRODUÇÃO • Para entendermos a importância das Precauções Específicas no ambiente hospitalar é necessário fazer um breve resgate da origem da história das doenças contagiosas e do surgimento destas medidas que são chamadas tradicionalmente de “isolamento”.
  • 3. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia O SURGIMENTO DAS DOENÇAS CONTAGIOSAS • O surgimento das doenças contagiosas teve início desde a Antiguidade: • Leprosos; • Peste negra;
  • 4. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia Assim, nasciam as primeiras práticas de isolamento, com a separação dos doentes do convívio da sociedade. As primeiras tentativas de isolamento em ambiente hospitalar resultou em fracasso.
  • 5. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia EVOLUÇÕES DA DEFINIÇÃO DE DOENÇA Sobrenatural “castigo dos deuses para a impureza espiritual dos homens”, Desequilíbrio dos quatro elementos do planeta “terra, ar, água e fogo” Princípios de contágio “contato direto (através da pele) ou indireto (através de objetos)”
  • 6. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia • A propagação de uma infecção requer três elementos: 1. Fonte de microrganismos (agente infectante) 2. Hospedeiro suscetível 3. Meios de transmissão do microrganismo. Como não é possível, na maioria das vezes, interferir nos dois primeiros fatores, cabe então atuar nos mecanismos de transmissão.
  • 7. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia 1. CONTATO • Direto: superfície corporal (transferência física inter-humana) • Indireto: objetos contaminados (instrumentos, agulhas, curativos, luvas) 2. GOTÍCULAS (PERDIGOTOS) 3. AEROSSÓIS 4. VEÍCULO COMUM 5. VETOR
  • 8. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia DEFINIÇÃO • Precauções: “Conjunto de medidas e recomendações que visam evitar ou diminuir a transmissão direta ou indireta de doenças infecto contagiosas ou microrganismos de importância epidemiológica entre pacientes, profissionais de saúde ou visitantes dentro do serviço de saúde.
  • 9. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia TIPOS DE PRECAUÇÕES Precauções Padrão: • luvas descartáveis, • avental, • máscara e • óculos de segurança. Procedimento nos quais exista o risco potencial de contaminação com fluidos corporais.
  • 10. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia • Precauções Específicas: Devem ser adotadas quando a doença possui algum modo de transmissão específico. • Contato: avental e luvas descartáveis para tocar no paciente ou em objetos que pertençam a ele. • Via respiratória, por meio de gotículas: máscara simples. • Via respiratória, por aerossóis: máscara com filtro especial.
  • 11. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia • O paciente internado possui alguns fatores que contribuem para a diminuição das defesas do organismo como: • Suas características: idosos, recém nascidos, queimados, o uso de determinados medicamentos; • Presença de certas doenças: diabetes, câncer, aids; Aumentando o risco de que micro-organismos invadam seu organismo, tornando-o susceptível a uma doença infecciosa.
  • 12. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia DEFINIÇÃO • Isolamento: “•a segregação de pessoas infectadas durante o período de transmissibilidade da doença sob condições que permitam evitar a transmissão direta ou indireta do agente infeccioso” .
  • 13. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia QUANDO INSTITUIR O PROCEDIMENTO DE ISOLAMENTO? Sempre que houver suspeita ou confirmação de doença infecciosa ou colonização/infecção passível de ser disseminado para outros pacientes ou profissionais que os assistem. Controle das infecções relacionadas à assistência a saúde.
  • 14. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia TIPOS DE ISOLAMENTO • Isolamento total. • Isolamento respiratório. • Isolamento reverso (de proteção). • Isolamento funcional.
  • 15. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia ISOLAMENTO TOTAL É o procedimento que separa pacientes com doenças contagiosas em acomodações isoladas. • Quarto privativo. • Capas, luvas e máscaras. • Lavagem de mãos. • Material utilizado no paciente deve ser adequadamente embalados.
  • 16. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia REQUEREM ISOLAMENTO TOTAL: • Candidíase (em berçário e para imunodeprimidos), • Diferia, • Pneumonia estreptocócica, • Queimaduras e feridas extensas infectadas por Staphlococus aureus e Streptococcus do grupo A, • Raiva, • Rubéola (Síndrome congênita), • Varíola, • Varicela-zoster e outras.
  • 17. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia ISOLAMENTO RESPIRATÓRIO Doença que pode ser transmitida pelas vias respiratórias altas. • Quarto privativo. • Máscara. • Lavagem das mãos. • É necessário o uso de máscara por parte do paciente.
  • 18. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia REQUEREM ISOLAMENTO RESPIRATÓRIO • Caxumba, • Coqueluche, • Influenza, • Meningite meningocócica, • Rubéola, • Sarampo, • Tuberculose pulmonar com escarro positivo ou suspeita e outras doenças.
  • 19. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia ISOLAMENTO REVERSO Proteger o paciente de agentes infectantes daqueles que potencialmente podem transmitir-lhes doenças infecciosas. • Quarto privativo. • Capa. • Máscara deve ser utilizada pelo paciente. • Lavagem das mãos. • Luvas. • Visitas devem ser limitadas e instruídas quanto aos cuidados a serem tomados dentro do quarto. • Deve ser evitada a exposição do paciente a qualquer fonte de infecção.
  • 20. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia REQUEREM ISOLAMENTO REVERSO • Doenças imunodepressivas de uma maneira geral, • Pacientes recebendo terapia imunossupressiva (até o término da terapia), • Pacientes com linfoma e leucemia, • Queimaduras e dermatites eczematosas, bolhosas ou vesiculares não-infectadas, extensas e graves (até a cura evidente da superfície da pele), • Recém-nascidos prematuros.
  • 21. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia ISOLAMENTO FUNCIONAL • Visa impedir a passagem de microrganismos das pessoas contaminadas para as que ainda estão livres da presença de germes em seus organismos, mediante fixação de horário para atendimento a esses pacientes infectados.
  • 22. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia CONSIDERAÇÕES FINAIS Nota-se que o isolamento é uma técnica bastante importante para a proteção do próprio paciente e dos demais ao seu redor, fazendo-se necessário a conscientização, orientação e preparo dos profissionais acerca dos procedimentos corretos de higienização e precauções de infecções. Enquanto que ao mesmo tempo realize uma valorização, não das doenças, mas do ser humano que adoece, devendo este ser prioridade na assistência hospitalar.
  • 23. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia REFERÊNCIAS • DCD-Guideline for Isolation Precautions in Hospitals. Infect Control Hosp Epidemiol 1996; 17: 53-80. • CDC - Centro de controle de doenças/USA http://www.cdc.gov/ncidod/dhqp/index.html • ANVISA http://www.anvisa.gov.br/servicosaude/controle/publicacoes.htm • APECIH http://www.apecih.org.br • Cassettari, Valéria Chiaratto; Balsamo, Ana Cristina; Silveira, Isa Rodrigues. Manual para prevenção das infecções hospitalares 2009. Hospital Universitário da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2009.

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