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b) As cidades principais do Estado de Sao Paulo sac:
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b) e de f(ipida execuyao, possibilitando abranger grande
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f) As altemativas devem ser colocadas de preferencia no
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Sugestoes praticas para sua correriio e interpretariio:
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2) Leia todas as respostas sobre ...
Ao utilizar-se deste quadro de referencia, e importante que
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6) Determinaerao do criterio de correerao e avaliaerao
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Por que-avaliar-como-avaliar-ilza-sant'anna

Published on: Mar 4, 2016
Published in: Education      
Source: www.slideshare.net


Transcripts - Por que-avaliar-como-avaliar-ilza-sant'anna

  • 1. Nao existe urn tipo de questao melhor ou pior para verificar o progresso do aluno. 0 importante que elas sejam bem elaboradas de forma a permitir que professor e aluno tenham, com sua aplica~ao, uma percep~ao clara, objetiva e real das condi~oes deste, ajudando-o a crescer, participar e responsabilizar-se pelos aspectos focalizados no trabalho escolar. e e "Dizemos que uma prova objetiva quando a opiniao do examinador e a sua interpreta~ao dos fatos nao influem no seu julgamento" (Medeiros, Ethel Bauzer 1972, p. 21). "0 termo objetivo refere-se mais ao processo de computar escores do que maneira como dada a resposta. As questoes objetivas sao construfdas de modo que se possa computar os escores, observando uma palavra ou frase ou mostrando qual de van as respostas possfveis foi escolhida" (Lindeman 1972, a e p.65). Questoes objetivas Segundo Oyara Petersen Esteves, as questoes objetivas dividem-se em dois grupos. 1) Derecordariio ou evocariio, onde 0 aluno dcia sua propria resposta, isto e, uma resposta elaborada pessoalmente. Ex.: 1) simples lembran~a (ou resposta certa); 2) complementa~ao (ou afirma~ao incompleta -lacunas). 2) De reconhecimento, onde 0 aluno organiza os elementos apresentados resposta ou os reconhece. Ex.: 1) verdadeiro-falso ou certo-errado (resposta alternativa); 2) mt11tipla escolha (vanas alternativas); 3) ordena~ao (associa~ao ou combina~ao). a SANT'ANNA, IIza Martins. Por que avaliar? Como avaliar? Petr6polis: Vozes, 2002.
  • 2. a) A capital do nosso pals e: b) As cidades principais do Estado de Sao Paulo sac: 1) Simples lembranra ou resposta curta A resposta e dada brevemente ou com uma palavra ou sfmbolo. Apresenta-se de duas maneiras: a) Pergunta direta: Qual e 0 nome do atual prefeito de Porto Alegre? b) Com frases incompletas: A capital do Rio Grande do _____________________ Regras de construriio dos itens: a) Deixar urn ou mais espa90s para as respostas, de acordo com a necessidade. b) Evitar frases indefinidas ou amblguas que dao margem a varias respostas. e: Ex.: 0 A maior Vantagens, usos, limitaroes: c) Evitar frases mutiladas. a) sua naturalidade; SuI e Ex.: 0 b) familiar as crianr;as; c) nao d<ipara adivinhar; d) simples de construir e de responder. Desvantag ens: a) nao permite avaliar;ao satisfatoria; b) as respostas sac informativas, de memoria; nao sabemos o quanto 0 aluno conhece do conteudo da materia. c) usada mais em matem<itica, estudos sociais e ciencias, mais em forma de problemas. do Estado e mais d) Omitir palavras de significa9aO importante, e nao as insignificantes. e) Evitar frases iguais as do livro para evitar memoriza9ao. t) Nao sugerir as respostas indicando artigo, genero ou numero. g) Preparar previamente valoriza~ao. a chave de corre9ao com sua h) Os espa90s deixados em branco devem ser do mesmo tamanho. Regra de construriio dos itens: a) perguntas diretas, preferencialmente; 1) Verdadeiro-falso (certo-errado) b) resposta curta e nao longa; A crian9a assinala com urn x a resposta certa ou errada na coluna onde ja devera constar F e V. c) espar;o a direita da pergunta; d) evitar a linguagem do livro; Ex.: A capital do Brasil e Rio de Janeiro e) cada pergunta com uma s6 resposta. 2) Complementariio (lacunas) Parece-se com a simples lembranr;a, s6 que as suas respostas podem estar em qualquer lugar da frase. Ex.: Vantagens e limitaroes: a) facil de construir, corrigir e interpretar;
  • 3. b) e de f(ipida execuyao, possibilitando abranger grande parte do conteudo da materia. Desvantag ens: a) pode ser respondida ao acaso, sem saber a resposta exata; b) apela mais a memoria do que ao raciocfnio; c) quest6es ambfguas, dificultando a resposta; d) mais usada para estudos sociais e ciencias. Regras de construfiio dos itens: a) Evitar palavras que levem a respostas como: tudo, nenhum, nada, porque levam a respostas falsas, e como. Ao, alguma, poucos, quase ... levam a respostas verdadeiras. Ex.: No Nordeste chove quase todas as tardes (V). b) Evitar frases capciosas, estando como troca de letras. 0 erro num detalhe, c) Evitar frases negativas, que confundem 0 raciocfnio. d) Evitar frases iguais as do livro, pois favorecem a memorizayao. 2) Multipla escolha (ou resposta multipla) Consiste em escolher uma resposta entre as varias altern ativas. Ex.: 0 tipo caracterfstico da regiao Sui eo a) gaucho; b) vaqueiro; c) jangadeiro; d) baiano; e) seringueiro. Vantagens, usos, limitar;oes: a) Todas as respostas sac relacionadas com a pergunta, nao ha nenhuma absurda. b) Pode-se marcar a resposta correta, a mais errada ou a melhor delas. c) E objetiva e de facil correyao. d) Verifica raciocfnio, nfvel de discriminayao, julgamento dos alunos e conhecimentos gerais. e) Leva mais tempo para construir as quest6es como tambem para responder. f) Serve para todas as disciplinas. g) Nao devera ser usada quando a resposta for uma unica a servir para lacunas. Quando forem duas alternativas, serve para V ou F. Quando 0 assunto nao comportar mais de tres respostas, devera 0 professor colocar respostas nao relacionadas. Regras de construfiio dos itens: a) As respostas devem pertencer a mesma famnia de ideias. b) Para marcar 1 resposta devedio sobrar outras 4, e para marcar 2 respostas deverao sobrar 5. c) As respostas devem estar formuladas de modo que qualquer uma sirva para completar a frase. Ex.: Aprodu<;ao mais importante da regiao Norte e: a) milho; b) borracha; c) algodao; d) castanha; e) cacau; d) Evitar frases textuais de livros. e) As respostas devem ser assinaladas de maneira simples e objetiva, com urn X ou um cfrculo no numero.
  • 4. f) As altemativas devem ser colocadas de preferencia no fim da frase. 3) Ordenariio (associariio) Consiste numa lista de palavras, datas, frases, que devem ser combinadas de acordo com outra lista. Ex.: Enumere os nomes dos Estados pel as suas respectivas capitais. f) nao colocar urn s6 nome estrangeiro, resposta. pois sugere a Entre as questoes de escolha multipla podemos incluir ainda: 4) Asserfiio e raziio E urn tipo de item que requer algum cuidado especial na sua estrutura9ao. Aconselha-se sua aplica9ao para classes mais adiantadas. Sua elabora9ao se constitui por duas afirma90es, on de a segunda e a razao da primeira. Ex.: ( ) Bahia (1) Rio de Janeiro ( ) Goia$ (2) Salvador Assinale A quando a asser9ao e a razao forem verdadeiras; ( ) Rio (3) Goiania B, quando a asser9ao e a razao forem falsas; ( ) Rio Grande do SuI (4) Porto Alegre C, quando a asser9ao for verdadeira e a razao falsa; (5) Rio Branco D, quando a asser9ao for falsa e a razao verdadeira de Janeiro (A) A primeira caracteristica do renascimento cultural foi o seu classicismo porque houve uma centraliza9ao das ideias num retorno as civiliza90es classicas, greco-romanas. Vantagens, usos, limitaroes: a) reduz as adivinhay6es; b) e facil de construir e de responder; c) nao avalia 0 grau de compreensao dos alunos; d) serve para quest6es em que e necessario associar nomes a datas, pessoas e fatos etc., como em estudos sociais. Regras de construriio dos itens: a) nao misturar assuntos, ou seja: nomes, fatos, acontecimentos, para nao confundir as re1ayoes; b) a coluna das respostas que irao ser ordenadas deve ser maior do que a outra, para sobrarem respostas, evitalldo a eliminayao; c) e born colocar os fatos em ordem alfabetica ou por ordem de datas, para nao sugerir ou nao misturar; d) indicar nas instruy6es 0 modo de assinalar a resposta, seja escrevendo em numero ou letra entre parenteses; e) nao sugerir a resposta dando 0 seu genero ou numero; (C) 0 seculo XVI foi a idade de ouro do renascimento italiano porque a tendencia polftica e social manifestou-se de modo mais significativo somente devido as representa90es diplomaticas. 5) Item de interpretariio Em principio e constituldo com base num texto. Porem, pode tambem ser elaborado a partir de graficos, tabelas, mapas, ilustra90es ou diagramas. Ex.: Selecione a alternativa que melhor completa ciado: 0 enun- - 0 futuro pode nao ser tao incerto como se pensa. Ele pode ser visto, sentido e pensado no presente. Mas exige que a pes soa aprenda a ve-lo como futuro, a senti-Io e percebe-lo como futuro que, inevitavelmente, se tornara presente. A partir da ideia expressa no texto conclulmos processo educacional esta exigindo: que 0
  • 5. ····.···~·· • ( ) uma a9ao dinamica; ( ) uma a9ao planejada; ( ) uma a9ao de muta90es multiplas; ( ) urn processo de adapta9ao e readapta9ao; ( ) uma nova filosofia no agir. T 0 conc1ufmos que: ( ) os objetos diferem do tamanho percebido conforme o contexto em que estao inseridos; a) aplica-se somente a alunos maiores; b) permite realiza9ao de inferencias, identifica9ao de explica90es; c) leva a tirar conc1usoes. Item pictorico o material pict6rio pode ser fotografia, desenho, mapa, gnlfico etc. Os itens podem ser baseados na ilustra9ao como instrumento de comunica9ao da ideia ou a ilustra9ao sendo parte do problema e exigindo interpreta9ao. Ex.: Assinale as alternativas melhores e corretas. o o 000- 000 o o ) os dois drculos centrais saD iguais; ( ) os dois drculos centrais saD diferentes; ( Vantagens e desvantagens: ( ) 0 estudo da percep9ao e muito interessante; ( ) 0 estudo a respeito da percep9ao e objeto da Psicologia da Forma ou Gestalt Vantagens: o item pict6rico, pela visualiza9ao, favorece a apreensao da informa9ao, permitindo ao aluno tirar conc1usoes e des envolver habilidades mentais adequadas constru9ao do conhecimento. a CRITERIO DE AVALIA<;AO o criterio de avalia9ao, quer 0 professor utilize questoes dissertativas ou objetivas, tera obrigatoriamente que ser urn elemento para diagnosticar 0 rendimento escolar, verificandose quais os alunos que necessitam de ajuda ou atendimento pedag6gico espedfico. Jamais urn aluno devera ser comparado com outro, e sim com seu pr6prio progresso. As verifica90es deverao ser constantes e contfnuas. Os testes nao mais deverao ser utilizadoscomo uma arma contra 0 aluno, causando-lhe todo tipo de trauma. Deverao ser, acima de tudo, urn meio para confirmar 0 progresso do aluno, 0 alcance dos objetivos estabelecidos. o fracasso do aluno sera de fato 0 fracasso do mestre, que foi incompetente em sua missao. Os criterios deverao ser fundamentados na fidedignidade, validade e eficiencia da avalia9ao. Para a corre9ao das questoes de disserta9ao 0 professor devera usar urn criterio pr6prio, tanto quanta possivel objetivo, para nao prejudicar algurn aluno.
  • 6. Sugestoes praticas para sua correriio e interpretariio: 1) Evite identificar 0 aluno. 2) Leia todas as respostas sobre a mesma questao. 3) ALibua pontos para aspectos essenciais e guie-se pOl'eIes. 4) Apos leitura de todas as provas separe-as pOl' grupos: otimo, muito born, born, regular, e so a partir daf atribua a nota. 5) Corrija uma quesHio de cada vez. 6) Assinale os eITOSde portugues, sem desconta-los, a nao ser que a prova seja de portugues. 7) A nota final podera cones ponder ou nao inicial (otimo, born etc.). a classifica9ao 8) Organize urn sistema de codificat;ao. 9) Verifique a exatidao do conteudo da materia focalizada. 17) De acordo com a pergunta formulada, e para efeito de avalia9ao, elabore uma lista dos topicos considerados mais importantes e que devam cons tar da reda9ao. 18) Formule questOes que exijam raciocfnio ou conhecimento de importancia. 19) Evite instru90es ambfguas como: "Escreva tudo 0 que sabe", "Disserte sobre". Prefira as seguintes: "Explique pOl' que ...", "Compare com ... ", "Que conclusoes podem ser deduzidas de ..." Ex.: Quais sao as diferen9as fundamentais entre 0 govemo do Brasil e 0 do Uruguai. POl'que num dia quente sente-se menos 0 calor quando a umidade relativa do ar e baixa? Para que 0 trabalho do professor se tome mais objetivo, recomendamos a utiliza9ao de urn quadro referencial que embase a operacionaliza9ao de alguns comportamentos. A tftulo de sugestao propomos: 10) Observe 0 grau de compreensao, segurant;a, dornfnio e objetividade que 0 aluno demonstra no tratamento do conteudo. 11) Considere a apresentat;ao do trabalho quanta: originalidade, limpeza, legibilidade, riqueza ou pobreza de estilo literario. 12) Assinale os enos ou omissoes. 13) Fat;a urn levantamento estatfstico do grau de aproveitamento da turma. 14) A questao deve conteI' instru9ao ou ordem, e 0 verbo, de preferencia no infinitivo, deve ser utilizado de acordo com o objetivo estabelecido no plano, evitando-se, assim, dificuldade na avalia9ao e julgamento muito subjetivo. o numero de questoes deste tipo nao deve ultrapassar a dez. 15) Procure adequar 0 enunciado da questao ao desenvolvimento mental e conhecimento do aluno. 16) Dose a liberdade concedida de modo a focalizar na resposta os aspectos essenciais e de forma a nao dificultar a avalia9ao da questao. Ex.: Escreva uma dissertat;ao sobre 0 reinado de Lufs xv. Prefira outra como "0 que queremos dizer com a afirma9ao de que a Frant;a, antes de 1789, estava centralizada sem estar unidaT "Produtos que requerem procedimentos de avaliayao que vao aIem da tipica prova escrita" (Groumlund 1970, p. 468) Produto Comportamentos Habilidades Falar. escrever, escutar. leitura oral. realizar experimentos no laborat6rio, desenhar, tocar urn instrumento musical. habilidade de trabalhar. de estudo e habilidades sociais. Hlibitos de trabalho Uso do tempo, uso do equipamento, usa de recursos; demonstra iniciativa. capacidade criadora, persistencia. Atitudes sociais Preocupa9ao com 0 bem-estar dos outros. respeito as leis. a propriedade a!heia, sensibilidade ante as questOes sociais. preocupa9ao com as institui90es sociais, desejo de trabalhar em pro! da melhoria social. Atitudes cientfficas Mente aberta. sensibilidade mente indagadora. Interesses Sentimentos expressos com respeito a varias atividades educacionais, meclinicas, esteticas, cientfficas, sociais. recreativas, vocacionais. Aprecia9ao Sensa9ao de satisfa9iio e prazer que se expressa com 0 respeito pela natureza, musica, arte, Iiteratura. habilidades ffsicas. contribui90es sociais notaveis. Ajustes Rela9ao com os iguais. rea9iio ante 0 que se pensa e a crftica; rea~iio ante a autoridade. estabilidade emocional, adaptabilidade social. representativos para as rela90es de causa e efeito.
  • 7. Ao utilizar-se deste quadro de referencia, e importante que o. professor operacionalize alguns dos comportamentos para urn trabalho mais objetivo. Os procedimentos aqui apresentados sao subs{dios importantes para 0 professor utilizar a observar;ao, no processo de ensino-aprendizagem, principalmente como um recurso de avaliar;ao. Roteiro Para a elabora9ao e aplica9ao de uma prova objetiva, este roteiro pode servir como ponto de referencia: 1) especifica9ao dos dados de identifica9ao ou estabelecimento das caracteristicas da popula9ao-alvo; 2) sele9ao de conteudos e objetivos; 3) prepara9ao da tabela de especifica9ao; 4) sele9ao de tipos e elabora9ao de quest6es; ELABORA<;AO E APLICA<;AO DA PROVA OBJETIVA 5) montagem da prova; Testes objetivos requerem conhecimento, habilidades e tecnicas. 6) elabora9ao de instru96es e chave de corre9ao; A elaborac;ao de itens e facilitada quando obedece a urn plano. 0 plano da prova pode ser apresentado por uma tabela de especificac;ao. A listagem de conteudos especfficos e feita atraves da amostra de conteudos estudados e uma distribuic;ao equilibrada de quest6es. Durante a elaborac;ao dos itens 0 professor necessita tomar decis6es: Primeiro: diz respeito a modalidade de avaliac;ao. Testes diagn6sticos sao mais extensos; formativos requerem relac;ao entre as quest6es; somativa ou classificac;ao devem ter urn numero suficiente de itens de acordo com os conteudos, cujo dominie se pretende avaliar. As quest6es devem ser distribuidas em faceis, medias e diffceis. 7) aplica9ao e corre9ao da prova; 8) revisao e analise das quest6es. 9) comunica9ao dos resultados. • Sugestao 1 Prova de . Recomenda9oes: a) Ler todas as questoes. APLlCM;Ao DE UMA PROVA Deve ser montada com boa apresentac;ao. Aplica-se em condic;6es padronizadas. As instruc;6es devem ser bem claras, dadas oral mente ou por escrito. Depois, os escores sao computados. A prova deve conter no maximo tres tipos de itens. A quantidade de quest6es deve estar em harmonia com a significac;ao da amostra do que se pretende avaliar. A variavel tempo deve tambem ser observa-se. 1) Identifica9ao . Escola: . DiscipIina: Segundo: quanto ao objetivo da questao, e necessario que ele seja ajustado ao seu conteudo e tipo. . Professor: . Curso: . Serle: . . . . . . . . . . . . . .. Turma: . Data: Aluno: ······ . .
  • 8. 6) Determinaerao do criterio de correerao e avaliaerao • Mensagem "0 crescimento pro fissional do profess~r ~ep~nde de ~ua habilidade em garantir evidencias de avaha~ao,,,mf0rrt.ta~oes e materiais, a fim de constantemente melhorar seu en~mo e a aprendizagem do aluno. Ainda, a avalia~ao pode servlr c~mo meio de controle de qualidade para assegurar que cada cIcIo novo de ensino-aprendizagem alcance resultados tao bons ou melhores que os anteriores". A pro va consta de 25 questoes, cada uma del as valendo 0,4 pontos, perfazendo urn total de 10 pontos. . 7) Instrueroes a) Leia atentamente todas as questoes antes de responder. b) Evite rasuras. c) Use can eta azul ou preta. d) Trabalhe sozinho, nao perguntando nada a ninguem, nem mesmo ao professor, pois 0 entendimento das questoes faz parte da prova. 2) Objetivos Do professor: a) Proporcionar aprendizagem. ao aluno mais urn momento de ensino- b) Constatar os niveis de aprendizagem do aluno, segundo a unidade desenvolvida. 8) Apresentaerao - Em silencio, resolva todas as questoes, procurando ter cui dado para nao trocar as ordens dadas e ...felicidades. Do aluno: Interpretar, desenvol vida. integrar e sintetizar 0 conteudo da unidade Questoes Itens - 4) Determinaerao do tipo de questoes a) Resposta livre b) Lacuna c) Ordenaerao d) Falso e verdadeiro 5) Delimitaerao da extensao da prova - Das 7h e 40min as 8h e 30 min. - Total de 50 minutos. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16...
  • 9. 12) Relato dos resultados Ex.: Sera considerado a) 6timo se 0 aluno na disserta¥ao citar no mfnimo cinco'ideias basicas sobre ... (Indicar cinco conceitose apresentar urn posicion amen to critico sobre urn dos fatos.) b) Born se 0 aluno citar tres ideias basicas, dois conceitos, uma conclusao. c) Regular se 0 aluno citar duas ideias basicas, urn conceito, urn posicionamento critico. mental Conhecimento Compreensao Aplica~ao Outros sistemas referenciais tern sido adotados por nossas escolas, como 0 ~istema referido a dominio - a performance de uma determinada tarefa e interpretada em rela~ao a urn conjunto ou classe de tarefas bem definidas ou dominio. Conteudo ~ Objetivos 1,9 3,4 Avalia~ao 5,6 Tecnica etc. 11) Chave de conceitos/notas A cada uma das quest6es respondidas corretamente sera atribuido grau 0,5, conforme esta chave de conceitos: Graus Conceitos 20 a 25 8,5 a 10,0 Excelente = Exc. 15 a 20 7,0 a 8,5 Medio Superior = MS 10 a 15 5,0 a 7,0 Medio=M 5 a 10 2,5 a 5,0 Medio Inferior = MI Oa5 0,0 a 2,5 Insuficiente N2 de quest5es Na fase interpretativa dos testes 0 escore bruto tern significa¥ao irrelevante; e preciso que 0 professor estabele¥a urn referencial comparativo. Vma nota pode estar fundamentada numa medida baseada em norma ou criterio. Segundo Medeiros, "usam-se normas quando queremos comparar individuos para c1assifica-los dentro do proprio grupo, e recorremos a criterios se quisermos averiguar 0 grau de consecu¥ao de metas prefixadas. Ainda que a norma refira-se a resultados praticos, os criterios preocupam-se com metas ideais. As normas sao descri~6es realistas do "que e", e os criterios traduzem rea~6es desejadas apontando "0 que deveria ser". Se as normas facilitam 0 cotejo entre examinados, os criterios certificam a competencia de cada pessoa numa area bem definida (dando base a reprova~ao de quem nao alcan¥a certo nive}). Para distribuir alunos em grupos relativamente homogeneos empregam-se normas; para adrnitir novos alunos usam-se criterios, exigindo-lhes para entrada a demonstra~ao de dorninio dos conhecimentos e habilidades tidas como pre-requisitos" (Medeiros 1976, p. 235). certas = Ins. Para isso, os itens do instrumento devem constituir uma amostra aleatoria simples ou estratificada, podendo-se, assim, estimar a probabilidade de responder corretamente 0 que urn individuo ou grupo alcan~ara num universo de perguntas (Santarosa 1978, p. 45). Outro sistema e 0 referido a objetivos. 0 desempenho e interpretado em rela~ao ao objetivo comportamental preestabelecido, seja de urn estudante como do grupo. Considera~se 0 grau de obten¥ao de respostas corretas relacionadas ao objetivo especifico. Teoricamente e otimo, porem na pratica tern sido urn desastre. Muitas escolas que 0 incluiram em seu regimento continuam por for~a de lei a adota-lo, porem ocorre que muitas crian¥as com padr6es de aproveitamento born sao reprovadas e outras que nao atingiram 0 domfnio dos con~eudos, mas atingiram os objetivos, sao consideradas aptas. E obvio que algo esta errado quanto a aplica¥ao dos objetivos e a devida avalia~ao, mas 0 lamentavel e que muitfssimas crian~as estao sendo vitimas do problema. .
  • 10. COMPARA<;AO ENTRE DOIS TIPOS DE PROVA '" Provas objetivas 0 Provas de dissertafiio t:: 11) (Julgamento impes.) (Resposta livre) ''" " Diffcil e demorado. Diffcil (porem menos demorado), sendo vantajosas com poucos examinadores. Julgamento das respostas. Simples, objetivo e preciso. E 0 ::l •... t:: •... U Diffcil, penoso, principalmente subjetivo e menos preciso. Fatores que interferem nas notas a1can~adas. Habilidade de leitura e acerto por acaso. Capacidade de reda~lio; habilidade de contornar problema central. ... '" Habilidades mais solicitadas aos examinadores. Domfnio de conhecimentos, apoiado na habilidade de ler, interpretar e criticar. Domfnio do conhecimento apoiado na habilidade de Ier, e mais na de redigir. Resultados veri ficados. Domfnio de conhecimentos nos nfveis de compreenslio, analise e aplica~liopouco adequadas para sfntese, cria~lio e julgamento de valor. Pouco adequadas para medir domfnio de conhecimento; boas para compreenslio, aplica~lio e analise; melhores para habilidades de sfntese. Ambito alcan~ado pela prova. Com muitas questOes de respostas breves podem abranger dilatado campo e dar boa amostragem da prova. Com poucas questOes de resposta longa cobrem terreno limitado, sendo impraticavel a amostragem. Elabora~lio das questOes e atribui~Oes de notas. Subjetivismo presente na sua constru~lio; fundamental a competencia de quem prepara a prova. Subjetivismo presente na constru~lio e no julgamento; fundamental a competencia de quem julga as respostas. Oportunidades oferecidas a examinador e aluno. Liberdade ao exami· nador de exigir cada ponto; maior controle por parte do professor e mais limita~lio ao aluno. Liberdade ao alunode mostrar a sua individualidade; mas ocasilio para 0 examinador se deixar levar por opiniOes pessoais. Efeitos provaveis na aprendizagem Estimulam 0 aluno a lembrar, interpretar e analisar ideias. Encorajam 0 aluno a organizar, interpretar e exprimir suas ideias. 11) "0 Z 11) "0 u 11) "0 '~ " ~ 0 •... '" '" 11) 01 Z '" '" 0 0.. u.8 '''' 11) 'C:: '" '" 0 .D t:: 0 u ~lC _ > ,- '" 11) u 0.. ::l 0 E:::Vi 0 I'" N '::l ~ " () ....:l '" 11) ::l 11) .- 11) ~ e ::I: '" 0 I'" u- 11) I'" ~ 11) 0 I'" u- '" .!:l ~ ~ K u lC ,- 0.. ~ .~ U :E' ~ 0 0 ::l '" "' .8 •... o ~ '" 11) •..• ::l •.••• 0"' 0 I'" u- '" 0.. .!:l 0.. 0 £ £ 0 > eo '::l e- ~ '" ..... 'u " 0 11) 0 "0 11) 11) ~ ... "OS :.::: c:: 0 u'... I'" " •... '... " 0 '" < 0"' '" -g .~ ~ ~ ~ 11) 11) '" 0 o o.. I'" ..... ..... > '" '" ll.. '" ~ •... 11) ."0 I •.. .. 0 u - u 11) < 11) 11)"0 "0 0 '" 0 '" ~'a .g I'" > '" ·E ='.'="l E.D •.• :E' U .B 0 0 - 11) 11) '(1) '. N C"'l "<:t Vi 'D t""- oo 0 <:> I~ - -.. 0 "" ;:s .) ~ 8