Diócesis de VirginiaManual de Normas sobre el Abuso Sexual y la Conducta Sexual Inapropiada:Prevención y RespuestaComisión...
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C. Normas diocesanas sobre el abuso sexual y la conducta sexual inapropiada La Diócesis de Virginia no tolera la cond...
III. Definición de conducta sexual inapropiada con adultos Los cristianos reconocen que hay límites y barreras en la co...
También puede incluir el contacto sexual con menores o con personas legalmente incompetentes, inclusocuando el contacto pa...
B. Capacitación La capacitación es un importante factor disuasivo para el abuso sexual de menores y la conductasexual i...
2. Asistencia obligatoria a cursos. La Diócesis de Virginia ofrece cursos de capacitación extensos y breves sobre la...
Se podrá dispensar el cumplimiento del requisito de asistencia a un curso diocesano de capacitación si un...
TABLA DE REQUISITOS PARA LA SELECCIÓN, RECLUTAMIENTO, EMPLEO Y CAPACITACIÓN ...
Solicitud de empleo, Curso de ...
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VI. Denuncia de imputaciones de abuso o conducta sexual inapropiada A. Abuso sexual de menores Las leyes d...
B. En la diócesis El procedimiento sugerido de respuesta diocesana establece que todas las denuncias debendirigir...
TAB AResolución adoptada por la Diócesis de Virginia sobre lacapacitación sobre la prevención del abuso sexual de menores ...
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TAB BSelección, reclutamiento, empleo y capacitaciónEL Tab B consta de un resumen y las siguientes secciones:Solicitud de ...
Selección, reclutamiento, empleo y capacitaciónPara seleccionar, reclutar, emplear y capacitar a personas que trabajan en ...
3. Entrevista. Haga una lista de las preguntas que hará a todos los solicitantes, asalariados o voluntarios y anote ...
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TAB B-1Diócesis de VirginiaSolicitud de Empleo
Diócesis de VirginiaSolicitud de EmpleoNombre del solicitante: _________________________________________________Nombre de ...
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Nombre del solicitante: _____________________________________________18. ¿Ha sido alguna vez convicto de un delito que inv...
TAB B-2Certificado de ausencia de condena por abuso sexual demenores, diagnóstico de parafilias o hechos de abuso
Diócesis de VirginiaCertificado sobre ausencia de condena por abuso sexual demenores, diagnóstico de parafilias o hechos d...
TAB B-3Certificado de lectura de este Manual
Diócesis de VirginiaCertificado de lectura de este ManualCertifico, bajo pena de perjurio, que he leído las siguientes sec...
TAB B-4Apuntes del Curso breve sobre la prevención del abuso sexualde menores y formulario de certificación de la asistenc...
Política de Prevenção ao Assédio e Abuso Sexual
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Política de Prevenção ao Assédio e Abuso Sexual

Published on: Mar 4, 2016
Source: www.slideshare.net


Transcripts - Política de Prevenção ao Assédio e Abuso Sexual

  • 1. Diócesis de VirginiaManual de Normas sobre el Abuso Sexual y la Conducta Sexual Inapropiada:Prevención y RespuestaComisión para la Prevención de la Conducta Sexual Inapropiada: 2005Permiso para copiar: Este Manual de Normas puede ser copiado y distribuidopara usos no comerciales en todas las parroquias de la Diócesis de Virginia.
  • 2. Diócesis de VirginiaManual de Normas sobre el abuso sexual y la conducta sexual inapropiada:Prevención y RespuestaComisión para la Prevención de la Conducta Sexual Inapropiada: 2005Permiso para copiar: Este Manual de Normas puede ser copiado y distribuidopara usos no comerciales en todas las instituciones de la Diócesis de Virginia.El Manual de Normas fue traducido por el Rev. Thomas Mansella, Junio de 2006.
  • 3. Oración por el cuidado de los niñosDios todopoderoso, Padre celestial, tú nos has bendecido con el gozo y el cuidado de los niños:Danos fortaleza serena y sabiduría paciente al criarlos, a fin de enseñarles a que amen todocuanto es justo, verdadero y bueno, siguiendo el ejemplo de nuestro Salvador Jesucristo. Amén.Libro de Oración Común, página 720, Oración 46Oración por dirección divinaOh Dios, por quien los mansos son guiados en juicio, y luz brilla en la oscuridad para el piadoso:Concédenos, en todas nuestras dudas e incertidumbres, la gracia de preguntar lo que tú deseasque hagamos, a fin de que el Espíritu de sabiduría nos salve de falsas decisiones, y que en tu luzveamos luz y no tropecemos en tu derecha senda; por Jesucristo nuestro Señor. Amén.Libro de Oración Común, página 723, Oración 58
  • 4. Manual de Normas sobre el Abuso y la Conducta Sexual Inapropiada:Prevención y RespuestaInformación RápidaDenuncia al Virginia Child Protective Servicesde una sospecha de abuso sexual de un niño......................... 1-800-552-7096Denuncia a la Diócesis de Virginiade una sospecha de abuso sexual de un niño......................... 1-800-346-2373(Pida hablar con el Obispo indicando que es urgente y confidencial)Procedimientos y sugerencias para denunciaruna sospecha de abuso sexual de un niño...............Tab S, Tab S-1 y Tab S-2Denuncia a la Diócesis de Virginia de una sospechade conducta sexual inapropiada con adultos ........................... 1-800-346-2373(Pida hablar con el Obispo indicando que es urgente y confidencial)Solicitud de búsqueda de antecedentes criminalesusando el Form SP-167 de la State Police ........................................... Tab B-7Solicitud a la Oxford Document Management Companypara la investigación de antecedentes personales ............................... Tab B-7Sitio Web de la Diócesis de Virginia.................................. www.thediocese.net i
  • 5. Manual de Normas sobre el Abuso de Menores y la Conducta SexualInapropiada con Adultos: Prevención y RespuestaÍndiceInformación Rápida iLecturas obligatorias iiiÍndice de Tabuladores (Tabs) ivI. Introducción 1 A. El uso de este manual 1 B. Evolución de este Manual 1 C. Normas diocesanas sobre el abuso sexual y la conducta sexual inapropiada 2II. Definición de abuso sexual de menores 2III. Definición de conducta sexual inapropiada con adultos 3 A. Explotación sexual 3 B. Abuso sexual 3 C. Acoso sexual 4IV. Prevención del abuso sexual de menores y la conducta sexual inapropiada con adultos 4 A. Selección de personal, reclutamiento y empleo 4 B. Capacitación 4 1. Programa de lecturas obligatorias 5 2. Asistencia obligatoria a cursos de capacitación 6V. Satisfacción de los requisitos de selección, reclutamiento, empleo y capacitación 7 Tabla de cumplimiento de requisitos de selección, reclutamiento, empleo y capacitación 8VI. Denuncia de imputaciones de abuso o conducta sexual inapropiada 11 A. Abuso sexual de menores 11 B. Conducta sexual inapropiada con adultos 12VII. Respuesta a imputaciones de abuso o conducta sexual inapropiada 11 A. En la parroquia 11 B. En la diócesis 12 C. Restablecimiento del bienestar congregacional 12 ii
  • 6. Lecturas obligatoriasNOTA: ADEMÁS DE LOS TABULADORES INDICADOS A CONTINUACIÓN, todas las personas deben leer la parte principal del Manual deNormas, páginas 1-12. ADEMÁS todos los trabajadores ya sean asalariados o no, pero cuyas funciones incluyen reclutar y emplear aotras personas, deben leer completamente el Tab B; ADEMÁS, todos los trabajadores cuyas funciones incluyan tareas de consejeríadeben leer el Tab U.Cargo o Posición Debe leer el Manual y los correspondientes tabuladoresClero......................................................................................................................Tabs B, C, S, T, UTodos los empleados laicos, incluidos los Asistentes administrativos................................................................................................. Tabs I, S, T Cuidadores de niños ........................................................................................................Tabs E, S, T Directores de ministerio de la niñez ............................................................................... Tabs D, S, T Directores de coro ...........................................................................................................Tabs F, S, T, Directores de educación cristiana .................................................................................. Tabs D, S, T Directores de música........................................................................................................Tabs F, S, T Trabajadores en la sala de infantes .................................................................................Tabs E, S, T Organistas........................................................................................................................Tabs F, S, T Otros empleados (Acción social, asistentes pastorales laicos, etc.)................................ Tabs L, S, T Administradores parroquiales................................................................................. Tabs B, G, S, T, U Maestros de escuela parroquial ...................................................................................... Tabs H, S, T Recepcionistas .................................................................................................................. Tabs I, S, T Secretarias ........................................................................................................................ Tabs I, S, T Sacristanes....................................................................................................................... Tabs J, S, TObreros con la juventud .............................................................................................. Tabs K, S, TObreros con la juventud voluntarios que regularmente supervisan actividadescon niños o jóvenes (Excluyendo empleados dominicales) .......................................Tabs M, STrabajadores dominicales empleados regularmente, incluidos los: Maestros de escuela dominical ............................................................................................. Tabs B-5 (Si no están asalariados)......................................................................................................Tabs N, S Voluntarios para la sala de infantes .............................................................................Tabs B-5, O, S Obreros con la niñez o juventud............................................................................................ Tabs B-5 (Si no están asalariados), ....................................................................................................Tabs P, SMiembros y Guardianes de la Junta Parroquial................................................Tabs B, R, S, T, ULíderes de grupos no eclesiásticos que usan propiedades de una iglesia ................ Tabs Q, S iii
  • 7. Índice de TabuladoresDocumento .................................................................................................................................. TabResolución de la Diócesis de Virginia sobre capacitación para prevenir el abuso sexual de menores y la conducta sexual inapropiada con adultos.............................ASelección, reclutamiento, empleo y capacitación .......................................................................B Solicitud de empleo de la Diócesis de Virginia para trabajadores en la iglesia ......................Tab B-1 Certificado sobre ausencia de condena por abuso sexual de menores, diagnóstico de parafilias o hechos de abuso .......................................................................Tab B-2 Certificado sobre la lectura de este Manual de Normas ........................................................Tab B-3 Certificado sobre la asistencia a un taller de capacitación abreviado y resumen de un taller de capacitación abreviado ...............................................................Tab B-4 Apuntes de un taller diocesano sobre la prevención del abuso sexual de menores...............Tab B-5 Apuntes de un taller diocesano sobre la prevención de conducta sexual inapropiada con adultos .......................................................................Tab B-6 Procedimientos y formularios para hacer una investigación de antecedentes ......................Tab B-7 Procedimientos y formularios para hacer consultas sobre referencias personales ...............Tab B-8Requisitos de selección, reclutamiento, empleo y capacitación y prácticas segurasy señales de alerta para cargos específicos: Clero............................................................................................................................Tab C Director de educación cristiana ...................................................................................Tab D Director de ministerio para los niños ...........................................................................Tab D Trabajadores en la sala de infantes y cuidadores de niños asalariados .....................Tab E Organistas/Directores de coro/Directores de música .................................................. Tab F Administradores parroquiales..................................................................................... Tab G Maestros de escuela parroquial ..................................................................................Tab H Secretarias/Asistentes administrativos/Recepcionistas................................................ Tab I Sacristanes.................................................................................................................. Tab J Trabajadores con la juventud asalariados...................................................................Tab K Otros empleados (Acción social, asistentes pastorales laicos, etc.) ........................... Tab L Obreros con la juventud voluntarios que regularmente supervisan actividades con niños o jóvenes (Excluyendo empleados dominicales).................. Tab M Maestros de escuela dominical que enseñan regularmente .......................................Tab N Trabajadores dominicales empleados regularmente en la sala de infantes ............... Tab O Trabajadores dominicales empleados regularmente para los niños y jóvenes ...........Tab P Líderes de grupos no eclesiásticos que usan propiedades de una iglesia................. Tab Q Miembros y Guardianes de la Junta Parroquial...........................................................Tab RCómo y dónde denunciar la sospecha de abuso sexual de menoresy conducta sexual inapropiada con adultos .........................................................................Tab S Cómo y dónde denunciar una sospecha de abuso sexual de menores ..................Tab S-1 Formulario diocesano sugerido para denunciar una sospecha de abuso sexual de menores ................................................................................Tab S-2 Cómo y dónde denunciar una sospecha de conducta sexual inapropiada con adultos ................................................................................Tab S-3 iv
  • 8. Respuesta a una denuncia de abuso sexual de menoresy conducta sexual inapropiada con adultos ......................................................................... Tab T Respuesta de una iglesia a una denuncia de abuso sexual de menores o conducta sexual inapropiada con adultos........................................................... Tab T-1 Respuesta pastoral a los adultos que fueron víctimas de abuso sexual siendo menores o a los autores de abuso sexual de menores ............................. Tab T-2Restablecimiento de la salud congregacional ......................................................................Tab U v
  • 9. Diócesis de VirginiaManual de Normas sobre el Abuso Sexual y la ConductaSexual Inapropiada con Adultos: Prevención yRespuestaI. Introducción La sexualidad es un don y también es una responsabilidad. Es parte esencial de nuestro ser y, usadacorrectamente, es una causa de gozo y satisfacción. Pero es un don susceptible de abuso, particularmente enrelaciones de confianza, tales como entre el clero y a quienes ministran, o entre adultos y niños. Quienes sirven a la iglesia, ya sea miembros del clero o trabajadores laicos, asalariados y noasalariados, mantienen una poderosa relación de autoridad y confianza con el pueblo al cual ministran. Altraicionar esta confianza mediante una trasgresión de los límites o barreras sexuales se causan severosdaños emocionales y espirituales. Esta clase de conducta sexual inapropiada contradice nuestra identidadcristiana. Debemos tomar todas las medidas necesarias para evitar esta clase de actos de indisciplina y, si seproducen, debemos ejercer justicia prontamente. A. El uso de este Manual El Manual de Normas sobre el Abuso Sexual y la Conducta Sexual Inapropiada: Prevención yRespuesta (desde ahora llamado simplemente: Manual) es una guía de consulta. El texto de cada secciónexplica brevemente un tópico específico y luego señala los tabuladores donde hay información másespecífica sobre el tema. Por ejemplo, el Capítulo IV.A de este Manual resume los requisitos de selección,reclutamiento y empleo de trabajadores en la iglesia y conduce al Tab B para obtener informacióndetallada sobre cada uno de estos pasos y otras informaciones útiles, tales como una solicitud de empleo. El Manual se publica en una carpeta con anillos para que sea más fácil agregar o sustituir material oinformación. B. Evolución de este Manual En la década de 1990 se preparó un manual diocesano de normas sobre la conducta sexual inapropiada,el cual estaba principalmente dirigido a responder a las denuncias de esta clase de hechos; la Diócesis deVirginia quiso asegurar que su respuesta sería justa y compasiva. Aquel manual también fue preparado parasatisfacer las condiciones de cobertura de las compañías de seguro de la iglesia y para reducir el potencialde litigios contra la misma. Por lo tanto, el manual también incluía orientaciones para capacitar a losempleados de la iglesia sobre el abuso sexual de menores y la conducta sexual inapropiada con adultos. En 2002, las compañías aseguradoras de la iglesia eliminaron el requisito que los empleados fuerancapacitados en la prevención y el reconocimiento de casos de conducta sexual inapropiada o abuso. Sinembargo, la Diócesis de Virginia cree que el compromiso cristiano de reducir las posibilidades de abusosexual o la conducta inapropiada establece que se debe continuar la capacitación y la amplia difusión deeste Manual. A tales efectos, y a pedido de la Comisión Diocesana para la Prevención de la ConductaSexual Inapropiada en la Iglesia, el 208o Concilio Anual de la Diócesis de Virginia adoptó una resoluciónestableciendo que se debe continuar la capacitación para la prevención del abuso sexual de menores y laconducta sexual inapropiada con adultos en las siguientes situaciones: 1) todo el clero canónicamenteresidente; 2) el clero licenciado en la Diócesis de Virginia; y, 3) todos los empleados laicos de las iglesias.Además, todos los voluntarios que trabajan regularmente con niños en la iglesia o en actividadesrelacionadas con la iglesia, con excepción de los trabajadores dominicales, debe completar su capacitacióndiocesana sobre la prevención del abuso sexual de menores. (Se podría otorgar una dispensa para quienespuedan documentar que han completado un curso de capacitación semejante en otra diócesis.) Una copia deesta resolución se encuentra en el Tab A y también está [en inglés] en el sitio Web de la Diócesis deVirginia: www.thediocese.net. 1
  • 10. C. Normas diocesanas sobre el abuso sexual y la conducta sexual inapropiada La Diócesis de Virginia no tolera la conducta sexual inapropiada que pueda involucrar al clero, losempleados laicos o los voluntarios. Cada individuo que sirve en la iglesia en actividades parroquiales,educativas, pastorales, recreativas, etc., deberá mantener las más altas normas éticas en sus relaciones conaquellos a quienes ministran. Este deber incluye la conducta sexual. La relación entre quienes sirven en la iglesia y los niños a quienes ministran es particularmentedelicada. Por lo tanto, el clero y otras personas empleadas por la iglesia o voluntarios que tienenantecedentes civiles o criminales de abuso sexual de menores, que han reconocido que anteriormentecometieron abusos sexuales o que saben que han sido diagnosticadas con una parafilia (por ejemplo, lapaidofilia, el exhibicionismo o el voyeurismo) tal como lo define la American Psychiatric Association, notendrá permiso de interactuar con niños o jóvenes. La Diócesis de Virginia también está empeñada en ofrecer cuidado pastoral a todos los involucrados enel caso o afectados por casos de abuso sexual de menores o conducta sexual inapropiada. Esencialmente, elcuidado pastoral surge de una relación basada en la fe y continúa con una toma de conciencia sobre lasnecesidades espirituales y emocionales del individuo y la comunidad. Esto podría incluir orientación,apoyo, consuelo o aun enfrentamiento, en un esfuerzo para ministrar como nosotros creemos que Diosdesea.II. Definición de abuso sexual de menores El abuso sexual de menores es un delito penal en todos los estados de los Estados Unidos. Las leyes deVirginia definen a un niño abusado, parcialmente, como un individuo menor de 18 años cuyos padres uotras personas son responsables por su cuidado: Cometer o permitir la comisión de cualquier acto sexual ilegal con [tal] niño, incluyendo incesto, violación, exhibicionismo obsceno o prostitución, o permitir que [tal] niño sea usado en cualquier material visual explícitamente sexual. La ley también define el descuido o abuso de un menor de la siguiente manera: • Causar, o amenazar con causar una herida física o mental no accidental, o crear un riesgo o deterioro substancial de las funciones mentales o físicas; • Descuidar o negarse a suministrar alimento, vestimenta, alojamiento, sustento emocional o cuidado de la salud; • Descuidar o negarse a suministrar supervisión adecuada en relación con la edad del niño y su nivel de desarrollo; • Abandono del niño. El abuso sexual comprende actos de agresión sexual o explotación sexual por uno de los padres u otrapersona que cuide del niño. Incluye una amplia gama de formas de conducta, tales como caricias lascivas;penetración oral, vaginal o anal; exhibicionismo obsceno; voyeurismo y explotación sexual. Puede consistirde un solo incidente o muchos incidentes durante un largo periodo de tiempo. Las víctimas pueden desdeinfantes hasta adolescentes. El Tab B-5 se compone de las notas de los cursos diocesanos sobre la prevención del abuso sexual demenores y provee más información sobre este tema. 2
  • 11. III. Definición de conducta sexual inapropiada con adultos Los cristianos reconocen que hay límites y barreras en la conducta sexual. Es particularmenteimportante ser cuidadoso en nuestras relaciones con quienes han sido puestos a nuestro cargo o bajo nuestraautoridad y donde puede haber una desigualdad de poderes. Cuando un clérigo u otra persona en posiciónde autoridad es objeto de una insinuación sexual por parte de otra persona, ésta debe aceptar laresponsabilidad de guardar las debidas precauciones. Pero esto no es así cuando se abusa del poder o setraiciona la confianza. Las investigaciones han demostrado que aproximadamente uno de cada diez ministros es culpable dehaber tenido relaciones sexuales con otra persona de su lugar de trabajo. Aproximadamente dos de cadadiez ministros han estado involucrados en alguna otra forma de conducta sexual inapropiada. Laexperiencia ha demostrado que la gran mayoría de las imputaciones de esta clase de conducta tienen sudebido fundamento y la gran mayoría de los casos de conducta sexual inapropiada se producen entre unclérigo y a una parroquiana. La conducta sexual inapropiada involucra a una persona que está en una posición de autoridad, porejemplo, un supervisor. Puede tratarse de una prolongada aventura amorosa, relaciones sexualesextramatrimoniales, abuso de menores o seducción de jóvenes. La conducta sexual inapropiada abarcamuchas formas de conducta, entre ellas: A. Explotación sexual La explotación involucra una falta de equilibrio en el poder o autoridad como, por ejemplo, entreempleador y empleado, fuerte y débil, líder espiritual y parroquiano, etc. Puede ser manifiesta comocuando, por ejemplo, se hace un favor a cambio de actividad sexual. Puede ser más sutil, como cuando sedesarrolla una relación sexual entre un empleado de la iglesia y alguna persona con quien mantiene unarelación de supervisión, pastoral o de orientación. Los sentimientos de atracción pueden desarrollarse en relaciones desequilibradas, dando lugar a laexplotación, aunque exista el aparente consentimiento de ambos individuos. Por esta razón una relaciónromántica entre un clérigo, cuyo papel como consejero espiritual le coloca en una relación deautoridad entre él y una parroquiana, está llena de peligros, ya sea que involucre o no relacionessexuales. Históricamente, las relaciones románticas entre clérigos solteros y otras personas solteras con quienesmantiene una relación pastoral no han sido definidas como casos de explotación sexual. Sin embargo, estaclase de relación especial puede crear resentimientos, competencia o rechazo de otros miembros de laparroquia. En algunas circunstancias, ha dado lugar a procedimientos judiciales. Un clérigo no puede ser al mismo tiempo un consejero espiritual y un pretendiente. Por lo tanto, en casode que se llegue a establecer una relación romántica, se deben tomar ciertas medidas que tengan en cuentalas siguientes realidades: (a) cuando un parroquiano está de novio con un clérigo, el parroquiano ha dejadode tener un pastor y (b) si la relación se mantiene en secreto se puede perjudicar a la parroquia. El clérigodeberá al menos hacer arreglos para que otra persona cuide pastoralmente al parroquiano. Una forma de hacerlo es que el clérigo o la parroquiana dejen la parroquia. Los rectores, vicarios ypresbíteros encargados de una parroquia podrán mantener esta clase de relaciones si se consultacontinuamente al Obispo. Además, en una parroquia con varios clérigos, se podrán mantener esta clase derelaciones si existe un proceso de consulta entre el rector y el clérigo subordinado. En una parroquia con unsolo clérigo, esta clase de relaciones podrá darse si existe un proceso de consulta constante con el Obispo. Aunque generalmente el noviazgo entre empleados laicos y parroquianos está permitido, debido a lafalta de equilibrio de poder o autoridad, el noviazgo entre un empleado laico y un parroquiano queparticipa en el programa de actividades de dicho empleado no es conveniente y necesita contar conlas mismas precauciones. B. Abuso sexual El abuso sexual consiste en un acto hecho con la intención de aprovecharse sexualmente o para excitaro gratificar al autor, donde éste toca o fuerza al abusado a tocar los genitales, el ano, la pelvis, los senos olas caderas, o cualquier material que se encuentre en contacto con las partes íntimas de una persona. 3
  • 12. También puede incluir el contacto sexual con menores o con personas legalmente incompetentes, inclusocuando el contacto parezca ser consentido mutuamente. C. Acoso sexual El acoso sexual se manifiesta en cualquiera de las siguientes tres formas: 1. Acoso físico. El acoso sexual físico involucra contacto físico indeseado con el cabello, el cuerpo o la ropa, incluyendo el rozarse intencionalmente con otra persona. Los abrazos prolongados, especialmente frente a frente, o con contacto pélvico o frotando las espaldas con las manos, puede constituir acoso físico, así como cualquier clase de masaje en los hombros, la espalda o el cuello que no haya sido solicitado. Aun aquella conducta que está orientada al juego, podría considerarse abuso físico. 2. Acoso verbal. El acoso verbal consiste en hacer comentarios explícitos o insinuaciones sobre la propia vida sexual o en hacer preguntas a otra persona sobre su vida sexual. El acoso verbal también puede incluir comentarios sobre la anatomía de una persona, o su vestimenta, que puedan ser considerados de carácter sexual, usar sobrenombres o palabras con connotaciones sexuales (como "¡ay mamacita! " o "mmm… ¡chulo!"; “babe”, “hunk”), o pedir reiteradamente una cita social. También puede tener la forma de humor o lenguaje sexualmente orientado, o expresarse a través de mensajes electrónicos (e-mail), telefónicos u otras formas de comunicación con el mismo contenido. (Es importante notar que con el pasar del tiempo en las oficinas se crean y desarrollan temas de conversación apropiados. Si usted tiene dudas sobre lo correcto de un uso, evite esa clase de conversaciones o pida ayuda a un consejero.) 3. Acoso no verbal. Esta clase de acoso puede incluir la exhibición de materiales visuales sexualmente sugestivos, desde caricaturas hasta calendarios, o mostrar partes de cuerpo ya sea por falta de cobertura o por posición del cuerpo. También incluye hacer gestos de carácter sexual con las manos o movimientos del cuerpo o hacer expresiones faciales que comunican un interés romántico o sexual. El Tab-6 contiene notas de los cursos diocesanos sobre la prevención de la conducta sexualinapropiada con adultos e incluye una descripción más detallada sobre lo que constituye la conducta sexualinapropiada.IV. Prevención del abuso sexual de menores y la conducta sexual inapropiada con adultos A. Selección de personal, reclutamiento y empleo Un medio eficaz para reducir la incidencia del abuso sexual de menores o la conducta sexualinapropiada con adultos es mediante la selección cuidadosa del clero y empleados laico, ya sea asalariadoso no. Este proceso de selección podría constar de: a) el examen cuidadoso de una solicitud de empleofirmada; b) establecer contacto con las personas que han sido dadas como referencia; c) hacer unainvestigación de antecedentes, y d) hacer que el solicitante certifique por escrito que no ha sido arrestado osentenciado por algún delito relacionado abuso o abandono de menores, o cuya condena no haya sidoeliminada, o que haya sido diagnosticado con un trastorno psicológico de parafilia, tal como define eltérmino la American Psychiatric Association, incluyendo, aunque no estando limitado a la paidofilia, elexhibicionismo o voyeurismo. El Tab-B y las Secciones B-1 a B-8 incluyen información y documentosrelacionados con el proceso de selección, reclutamiento y empleo, a saber: a) Una breve explicación delprocedimiento de reclutamiento y empleo; b) Solicitud de empleo de la Diócesis de Virginia; c) Modelos deformularios de certificación; d) notas de cursos diocesanos sobre la prevención del abuso sexual demenores y sobre la prevención de la conducta sexual inapropiada con adultos; e) procedimientos para lainvestigación de antecedentes; f) procedimientos para verificar las referencias personales. 4
  • 13. B. Capacitación La capacitación es un importante factor disuasivo para el abuso sexual de menores y la conductasexual inapropiada con adultos. Aquellos que trabajan con niños o jóvenes deben ser capacitados para reconocer las señales de alerta deun posible abuso, así como conocer los procedimientos para denunciar una sospecha de abuso. Tambiéndeben familiarizarse con las prácticas para prevenir las posibilidades de abuso como, por ejemplo, nuncadejar solo a un niño con un adulto (persona de mayor de 18 años) y no tener clases o reuniones a puertascerradas. Un componente importante de la capacitación para la prevención de la conducta sexual inapropiada esaprender a reconocer y evitar las situaciones que puedan conducir a una conducta inapropiada con adultos.Los obispos, presbíteros, cancilleres, seminaristas, equipos de respuesta pastoral y otros empleadoseclesiásticos están en situación de poder por la naturaleza propia de sus posiciones y porque su ministerioinvolucra relaciones interpersonales. Su capacitación debe hacerles percibir sus propias flaquezas ymotivaciones y darles las herramientas necesarias para evitar caer en conductas sexualmente indebidas. La capacitación sobre el abuso sexual de menores y la conducta sexual inapropiada con adultos seofrece en dos formas: mediante la lectura de selecciones de este Manual y asistiendo a los cursosdiocesanos completos o breves sobre estos temas. 1. Programa de lecturas obligatorias Todos los empleados y voluntarios de la iglesia, miembros y guardianes de la junta parroquial y el clero deben certificar que han leído las secciones específicas del Manual, de acuerdo con la siguiente lista: Los empleados laicos, el clero y los miembros y guardianes de la junta parroquial deben leer: a) Toda la parte principal de este Manual (páginas 1-12); b) El Tab B y todas sus Secciones: el clero, miembros y guardianes de la junta parroquial y los funcionarios que tienen la responsabilidad de reclutar y emplear; c) El Tab correspondiente al cargo desempeñado por un funcionario (maestro, director de coro, trabajadores en la sala de infantes, etc.); d) Tab S: “Cómo y dónde denunciar la sospecha de abuso sexual de menores y la conducta sexual inapropiada con adultos”; e) Tab T: “Respuesta a una denuncia de abuso sexual de menores o conducta sexual inapropiada con adultos”; f) Tab U, “Restablecimiento de la salud congregacional”: el clero, miembros y guardianes de la junta parroquial, administrador parroquial y todos los empleados cuya tarea incluye ofrecer consejería Todos los trabajadores dominicales regulares y los voluntarios que supervisan a niños y jóvenes deben leer: a) Toda la parte principal de este Manual (páginas 1-12) b) Tab B-5, “Notas de cursos diocesanos sobre la prevención del abuso sexual de menores": trabajadores dominicales voluntarios; c) El Tab B y todas sus Secciones: funcionarios que tienen responsabilidad de reclutar y emplear; d) El Tab correspondiente al cargo desempeñado por un funcionario (maestros de escuela dominical, trabajadores en la sala de infantes, etc.); e) Tab S: “Cómo y dónde denunciar la sospecha de abuso de menores y conducta sexual inapropiada con adultos”; Nótese que cuando hay quienes no pueden leer este Manual por causa de su nivel educativo, idioma u otros impedimentos, el clero o la junta parroquial tiene la responsabilidad de asegurarse de que los materiales de este Manual sean conocidos y comprendidos por los trabajadores. Los líderes de grupos no eclesiásticos que usan propiedades de la iglesia deben leer toda la parte principal de este Manual y los Tabs Q y S. El Tab B-3 es un modelo de una certificación de haber completado la lectura de los materiales obligatorios. 5
  • 14. 2. Asistencia obligatoria a cursos. La Diócesis de Virginia ofrece cursos de capacitación extensos y breves sobre la prevención del abuso sexual de menores y cursos de capacitación extensos sobre la prevención de la conducta sexual inapropiada con adultos. Todos los cursos se encuentran descritos en el Tab B, pág. 3 y 4. a) Cursos sobre la prevención del abuso sexual de menores El clero, los empleados laicos y todos los voluntarios que supervisan a jóvenes y niños deben asistir al curso diocesano extenso de capacitación, dirigido por un instructor certificado por la Diócesis de Virginia acerca de la prevención del abuso sexual de menores. Una copia del certificado de asistencia que se recibe al final de dicho curso de capacitación es suficiente para demostrar que se ha cumplido con este requisito. El clero debe archivar una copia del certificado de asistencia y enviar otra a su parroquia y otra a la diócesis. Los laicos deben archivar una copia y enviar una copia a la parroquia. Los asistentes a los cursos serán responsables de obtener y guardar el certificado de asistencia. Las personas que no pueden documentar su participación cuando se les solicite, tendrán que asistir a un curso de capacitación. Se podrá dispensar el cumplimiento del requisito de asistencia a un curso diocesano de capacitación si un empleado puede documentar su participación en un curso de capacitación similar hecho en otra diócesis. Se insta a que los miembros y guardianes de la junta parroquial, los trabajadores dominicales regularmente contratados deben asistir a un curso de capacitación breve sobre la prevención del abuso sexual de menores. En el Tab B-4 se ofrece una breve descripción de estos cursillos. Ya que durante los cursos breves no se entregan certificados de asistencia, los asistentes deben traer su propio certificado para que sea firmado por el instructor. El Tab B-4 incluye un modelo de certificado que se puede usar en estas situaciones. Los asistentes deben guardar su propia copia firmada y presentar otra copia firmada a su parroquia. Los asistentes a los cursos serán responsables de obtener y guardar el certificado de asistencia. Las personas que no puedan documentar su participación cuando se les solicite, tendrán que asistir a un curso de capacitación. El Tab B-5 está compuesto de notas con información básica de los cursos diocesanos sobre la prevención del abuso sexual de menores. Cuando se asiste a un curso sobre la prevención del abuso sexual de menores, los asistentes deben traer una copia de las notas del Tab B-5. Las notas cubren los siguientes temas: Evaluación de conocimientos sobre el abuso sexual de menores Temario del curso sobre la prevención del abuso sexual de menores Qué debe hacerse y qué debe evitarse cuando se responde a una denuncia de abuso sexual de menores Indicadores de conducta clasificados por edades Trasgresión de límites físicos, emocionales y de conducta Prácticas seguras para reducir las posibilidades de abuso sexual de menores Respuesta a la evaluación de conocimientos b) Cursos sobre la prevención de la conducta sexual inapropiada con adultos El clero y todos los empleados laicos deben asistir a un curso extenso diocesano de capacitación, dirigido por un instructor certificado por la Diócesis de Virginia sobre la prevención de la conducta sexual inapropiada con adultos. Una copia del certificado de asistencia que se recibe al final de dicho curso de capacitación es suficiente para demostrar que se ha cumplido con este requisito. El clero debe archivar una copia del certificado de asistencia y enviar otra copia a su parroquia y otra a la diócesis. Los laicos deben archivar una copia y enviar una copia a la parroquia. Los asistentes a los cursos serán responsables de obtener y guardar el certificado de asistencia. Las personas que no puedan documentar su participación cuando se les solicite, tendrán que asistir a un curso de capacitación. 6
  • 15. Se podrá dispensar el cumplimiento del requisito de asistencia a un curso diocesano de capacitación si un empleado puede documentar su participación en un curso de capacitación similar hecho en otra diócesis. El Tab B-6 está compuesto de notas con información básica de los cursos diocesanos sobre la prevención de la conducta sexual inapropiada con adultos. Cuando se asiste a un curso sobre la prevención de la conducta sexual inapropiada con adultos, los asistentes deben traer una copia de las notas del Tab B-6. Las notas cubren los siguientes temas: Temario del curso sobre la prevención de la conducta sexual inapropiada con adultos Ejemplos de conducta sexual inapropiada en la Biblia y en los Apócrifos Definición de conducta sexual inapropiada Cuatro clases de clero y laicos que cometen abuso Características de las víctimas Estrategias de prevención Precauciones personalesV. Requisitos de selección, reclutamiento, empleo y capacitación La tabla de la página 11 resume y clasifica de acuerdo con sus responsabilidades (ya sea personasasalariadas o no), los requisitos necesarios para la selección, reclutamiento, empleo y capacitación.(También incluye los requisitos de certificación para líderes ajenos a la iglesia, pero que usan los edificiosparroquiales.) Además, la tabla indica las secciones particulares (Tabs C-R) que están relacionadas con losempleos específicamente eclesiásticos (maestro de escuela dominical, directora de coro, etc.). En estassecciones se entrega más información sobre los requisitos para la selección, el reclutamiento y empleo, y lacapacitación que es necesaria para cada puesto y sugiere prácticas seguras o señales de alerta que podríanindicar abuso o conducta inapropiada que son particularmente pertinentes a quienes trabajan en dichoscargos. Todas las personas que actualmente están empleadas, pero que no cumplen con los requisitos deselección, reclutamiento, empleo y capacitación deben ponerse inmediatamente en contacto con sussupervisores para asegurar que se obtenga la documentación o se complete la capacitación pertinente. La tabla destaca requisitos específicos para: Clero Director de educación cristiana/Director de ministerio para los niños Trabajadores en la sala de infantes y empleados que cuidan niños Voluntarios dominicales para la sala de infantes Organistas, Directores de coro, Directores de música Otros empleados (Acción social, asistentes pastorales laicos, etc.) Administradores parroquiales Maestros de escuela parroquial Secretarias, Asistentes administrativos, Recepcionistas Sacristanes Maestros de escuela dominical Miembros de la Junta Parroquial/Guardianes Empleados que trabajan con jóvenes Voluntarios que regularmente supervisan niños y jóvenes (excepto trabajadores dominicales) Jóvenes voluntarios dominicales Líderes de grupos ajenos a la iglesia, pero que usan edificios parroquiales 7
  • 16. TABLA DE REQUISITOS PARA LA SELECCIÓN, RECLUTAMIENTO, EMPLEO Y CAPACITACIÓN ** Las explicaciones se encuentran al pie de la tabla ** Solicitud de empleo, Curso de verificación de Curso de capacitación para la Investigación de referencias, No haber sido Lectura del Manual y capacitación para la prevención de antecedentes autorización para convicto por abuso Tabs específicos los siguientes Tabs prevención del conducta sexual judiciales investigación de de menores abuso de menores inapropiada con antecedentes adultos personales Obligatorio; además Asistencia obligatoria Asistencia obligatoria verificación profesional B, C, S, T, U Obligatorio Obligatorio a curso extenso a curso extenso de referencias personalesTodos losempleados laicos,incluyendo: B; y si es responsable Director de Asistencia obligatoria Asistencia obligatoria de reclutar o emplear: Obligatorio Obligatorio Obligatorio educación cristiana a curso extenso a curso extenso D, S, T Director de ministerio para los niños Cuidadores en sala B; y si es responsable Asistencia obligatoria Asistencia obligatoria de infantes de reclutar o emplear: Obligatorio Obligatorio Obligatorio Tab E a curso extenso a curso extensoCuidadores de niños E, S, T Organista B; y si es responsable Asistencia obligatoria Asistencia obligatoria Director de coro de reclutar o emplear: Obligatorio Obligatorio Obligatorio Tab F a curso extenso a curso extenso Director de música F, S, T Administradores Asistencia obligatoria Asistencia obligatoria parroquiales B, G, S, T, U Obligatorio Obligatorio Obligatorio a curso extenso a curso extenso B; ysi es responsableMaestros de escuela Asistencia obligatoria Asistencia obligatoria de reclutar o emplear: Obligatorio Obligatorio Obligatorio parroquial a curso extenso a curso extenso H, S, T Secretaria, B; y si es responsable Asistente Asistencia obligatoria Asistencia obligatoria de reclutar o emplear: Obligatorio Obligatorio Obligatorio Tab I administrativo, a curso extenso a curso extenso I, S, T Recepcionista B; y si es responsable Asistencia obligatoria Asistencia obligatoria Sacristán de reclutar o emplear: Obligatorio Obligatorio Obligatorio a curso extenso a curso extenso ab J J, S, T B; y si es responsable Trabajador con Asistencia obligatoria Asistencia obligatoria de reclutar o emplear Obligatorio Obligatorio Obligatorio jóvenes a curso extenso a curso extenso K, S, T
  • 17. Solicitud de empleo, Curso de verificación de Curso de capacitación para la Investigación de referencias, No haber sido Lectura del Manual y capacitación para la prevención de antecedentes autorización para convicto por abuso Tabs específicos los siguientes Tabs prevención del conducta sexual judiciales investigación de de menores abuso de menores inapropiada con antecedentes adultos personales Otros empleados B; y si es responsable (Acción social, Asistencia obligatoria Asistencia obligatoria de reclutar o emplear: Obligatorio Obligatorio Obligatorio Tab L asistentes pastorales a curso extenso a curso extenso L, S, T laicos, etc.) Empleados para la juventud: Voluntarios que Obligatorio sólo para B; y si es responsable regularmente Asistencia obligatoria quienes su tarea les de reclutar o emplear: No es obligatorio Obligatorio Obligatorio supervisan a niños o a curso extenso obliga a trabajar fuera M, S jóvenes (excluyendo de la parroquia empleados dominicales) Trabajadores dominicales Asistencia obligatoria empleados B; y si es responsable a curso extenso si es Asistencia obligatoria regularmente, de reclutar o emplear: asalariado. a curso extenso si es No obligatorio ** No obligatorio Obligatorio Tab N incluyendo: B-5; si es voluntario: Si es voluntario, se asalariado N, S recomienda el curso Maestros de escuela breve dominical Voluntarios para la Se recomienda curso B-5, O, S No obligatorio No obligatorio ** No obligatorio Obligatorio Tab O sala de infantes breve Asistencia obligatoria Trabajadores con a curso extensor si es Asistencia obligatoria jóvenes o niños, B-5; y si es voluntario: asalariado. a curso extenso si es No obligatorio ** No obligatorio Obligatorio Tab P voluntarios o P, S Si es voluntario, se asalariado asalariados recomienda el curso breve Líderes de grupos ajenos a la iglesia, pero que usan Q, S No obligatorio No obligatorio No obligatorio No obligatorio No obligatorio edificios parroquiales Miembros de la Curso breve Junta Parroquial y B, R, S, T, U No obligatorio No obligatorio No obligatorio No obligatorio obligatorio Guardianes Las leyes de Virginia no permiten que se haga una investigación de antecedentes judiciales de empleados dominicales para la sala de infantes. Sin embargo, las leyes noprohíben investigar antecedentes judiciales de los demás trabajadores dominicales. La diócesis no ha determinado si se deben hacer estas investigaciones de estas personas, perodeja la decisión en manos de cada parroquia. 9
  • 18. Explicaciones:Columna 1: Lectura del Manual y los siguientes Tabs: indica la necesidad de leer todo el texto principal del Manual (páginas 1-12) y los Tabs correspondientes. En el Tab-3 se encuentra el formulario para certificar que se ha completado la lectura del material. Cuando hay personas que no pueden leer este Manual por causa de su nivel educativo, idioma u otros impedimentos, el clero o la junta parroquial tiene la responsabilidad de asegurar que ellos conocen y comprenden los materiales de este Manual.Columna 2: Curso de capacitación para la prevención del abuso de menores: indica la necesidad de asistir a un curso extenso de la Diócesis de Virginia sobre la prevención del abuso sexual de menores (o haber asistido a un curso equivalente en otra diócesis). Algunas personas pueden tomar el curso breve, pero igualmente deben certificar que han cumplido con el requisito. En el Tab-4 están las notas del curso breve y el formulario de certificación que los participantes deben traer al curso para que el instructor lo firme.Columna 3: Curso de capacitación para la prevención de la conducta sexual inapropiada con adultos: indica la necesidad de certificar la constancia de haber asistido a un curso extenso de la Diócesis de Virginia sobre la prevención de la conducta sexual inapropiada con adultos (o que han asistido a un curso equivalente en otra diócesis).Columna 4: Investigación de antecedentes judiciales: indica que el formulario Virginia State Police SP-167 fue presentado y se recibió el correspondiente informe. También se puede hacer una investigación de documentos con la compañía Oxford. Vea el Tab B-7 para saber cómo se debe conducir una investigación de antecedentes personales.Columna 5: Solicitud de empleo, verificación de referencias, autorización para investigación de antecedentes personales: indica la solicitud de empleo para ser usada en la Diócesis de Virginia e incluye un pedido de referencias personales y una autorización para investigar antecedentes personales. Véase el Tab B-1. Las referencias personales deben ser verificadas antes de comenzar el empleo. Vea el Tab B-8 para la verificación de referencias personales.Columna 6: No haber sido convicto por abuso de menores: indica una certificación de que el individuo no ha sido arrestado o convicto por cualquier delito relacionado con el abuso o negligencia en el cuidado de los niños; que tampoco se ha expurgado una sentencia; que no ha sido encausado por abuso de menores en un proceso civil; que no ha cometido ningún acto de abuso sexual de menores o que no ha sido diagnosticado con una parafilia que pudiera incluir paidofilia, voyeurismo o exhibicionismo. En el Tab B-2 se incluye un modelo de certificado.Columna 7: Tabs específicos: indica el Apéndice donde se tratan específicamente los requisitos de selección, reclutamiento, empleo y capacitación para las personas que cumplen una determinada tarea y sugiere las correspondientes prácticas de prevención o señales de alarma que tienen particular importancia. 10
  • 19. VI. Denuncia de imputaciones de abuso o conducta sexual inapropiada A. Abuso sexual de menores Las leyes de Virginia obligan a quienes son responsables por el cuidado o atención de la salud delos niños a denunciar a las autoridades cualquier instancia donde existan motivos fundados para creer queun niño ha sido abusado o descuidado, o que se encuentra en peligro de ser abusado o descuidado. Estaobligación incluye a cualquier persona que cuida niños recibiendo un pago, o cualquier persona relacionadao empleada con una organización privada responsable del cuidado, custodia o control de niños. Estaobligación probablemente podría incluir a los maestros de escuela dominical. 1. Denuncia a CPS. Las denuncias de sospecha de abuso deben presentarse inicialmente a Child Protective Services (CPS, la agencia de protección de menores) llamando gratis en Virginia al número de urgencia 1-800-552-7096. En el Tab S-1 se entrega más información sobre los procedimientos para informar a CPS. 2. Denuncia a la policía. Cuando sea evidente que un niño se encuentra en peligro inmediato o cuando el sospechoso de abuso no es el padre o la madre, o un responsable del cuidado del niño, se debe informar a las autoridades policiales locales. 3. Informe a la iglesia. Cuando el presunto abuso tuvo lugar en una propiedad de la iglesia o durante una actividad de la iglesia, o cuando el presunto autor es un clérigo o cuando el presunto autor ha tomado contacto con el niño haciendo uso de una relación con la iglesia, se debe informar a la diócesis y parroquia. En el Tab S-1 hay más información sobre la formas de informar a la iglesia. En el Tab S-2 hay un modelo de formulario para ser usado cuando se presenta una denuncia por haberse sospechado abuso de menores. B. Conducta sexual inapropiada con adultos Cualquier persona que sospeche de conducta sexual inapropiada con adultos que involucre al cleroo a empleados parroquiales tiene la responsabilidad moral y espiritual de informar prontamente a un clérigode la parroquia correspondiente. En caso que el hecho involucre a un clérigo, otro clérigo de la mismaparroquia debe ser informado de los hechos. Si en la parroquia sólo hay un clérigo y sobre el cual recaen lassospechas, se debe informar a uno de los guardianes de la parroquia. Cualquier persona que no se sientasatisfecha con la respuesta de la parroquia, tiene la posibilidad de comunicarse directamente con el obispollamando al 1-800-346-2373. Indique que el tema es urgente y confidencial. En el Tab S-3 hay información adicional sobre el proceso de denuncia de conducta sexualinapropiada con adultos y la necesidad de documentación y confidencialidad.VII. Respuesta a imputaciones de abuso o conducta sexual inapropiadaLa Diócesis de Virginia ha preparado procedimientos sugeridos para responder a imputaciones de abusosexual de menores o conducta sexual inapropiada con adultos. El Obispo tiene autoridad para determinar siuno o varios de estos procedimientos son apropiados para una circunstancia particular. A. En la parroquia En la parroquia se deben notificar las imputaciones a líderes de la parroquia y, si se sospecha deabuso sexual de menores, a las autoridades correspondientes y a los padres del niño. Si se alega que unempleado de la parroquia ha abusado de un niño, dicho empleado debe ser suspendido de las actividadescon niños. Otros detalles sobre estos procedimientos se encuentran en el Tab T-1. En el Tab T-2 se indican guías para la respuesta pastoral cuando los miembros adultos de unaparroquia son víctimas de abuso sexual de menores o los autores del abuso sexual de menores. 11
  • 20. B. En la diócesis El procedimiento sugerido de respuesta diocesana establece que todas las denuncias debendirigirse al Obispo. El Obispo puede asignar el caso para ser investigado por el Equipo de Respuesta,formado por un grupo de clérigos y laicos nombrados por el Obispo para investigar esta clase de denuncias.Después de la investigación, el Equipo de Respuesta presenta sus determinaciones al Obispo para decidirfinalmente si las imputaciones han sido substanciadas. Posteriormente el Obispo determina lo que deberáhacerse como resultado de dicha decisión. Los procesos de respuesta diocesana se detallan en el Tab T-1. El proceso de la respuesta diocesana se funda en los siguientes principios: 1. Que el papel del Obispo al considerar imputaciones de conducta inapropiada es igualmente pastoral y disciplinario y que lo hará usando un enfoque integral que incluya aspectos legales, de salud mental y pastorales; 2. Que existe un compromiso con la respuesta adecuada a cada imputación presentada al Obispo y a considerar las necesidades de atención pastoral de los denunciantes y de los imputados; 3. Que hay un compromiso con la aplicación de un proceso que asegure que todas las personas sean tratadas con compasión, justicia y equidad, y a usarlo cada vez que haya una imputación, a menos que el Obispo determine que la denuncia carece de sustento o es trivial. 4. Que se confía en que el Obispo no es la única persona que evalúa los fundamentos de una imputación y que podría conversar confidencialmente con otra persona para determinar los hechos y materiales relacionados con una imputación. 5. Que se reconoce que el Obispo puede abstenerse de colocar ciertas conversaciones sobre imputaciones dentro de un contexto sacramental, pero que debe proteger cuidadosamente la privacidad de todas las personas involucradas; 6. Que se reconoce que el clero o los empleados de la iglesia pueden ser acusados erróneamente de conducta sexual inapropiada; 7. Que se reconoce que el litigio es un recurso que todos tienen a su disposición; 8. Que se reconoce que cuando el Obispo lo considere apropiado, puede asignar ciertos casos para que continúen siendo investigados de acuerdo con el proceso canónico correspondiente; 9. Que se reconoce que el proceso de restauración del bienestar congregacional a menudo forma parte del proceso de respuesta. C. Restablecimiento del bienestar congregacional Es esencial que la diócesis responda a una denuncia o instancia de abuso sexual o conducta sexualinapropiada de una forma que promueva la restauración de la víctima, del culpable y de los seres queridosde ambas partes, así como también el restablecimiento de toda la comunidad parroquial. En el Tab U sedescriben las medidas recomendadas para asegurar que se logren estos fines. 12
  • 21. TAB AResolución adoptada por la Diócesis de Virginia sobre lacapacitación sobre la prevención del abuso sexual de menores yla conducta inapropiada con adultos
  • 22. R03a Prevención de la Conducta Sexual InapropiadaConsiderando que, las iglesias de la Diócesis de Virginia deben continuar esforzándoseen asegurar que sean sitios seguros para todas las personas;Considerando que, la Church Insurance Corporation ha decidido eliminar la obligaciónde capacitación sobre la conducta sexual inapropiada con adultos y sobre el abuso sexualde menores;Considerando que, la capacitación en estas áreas ha logrado que las iglesias no seansitios que pongan en peligro al pueblo de Dios; por lo tanto,Se resuelve que el 208º Concilio Anual de la Diócesis de Virginia reafirma su políticaque obliga a todo el clero canónicamente residente, todo el clero licenciado en la Diócesisde Virginia, todos los empleados laicos y todos los voluntarios que trabajan regularmentecon niños (con excepción de los domingos por la mañana) o que participan en actividadespara menores auspiciadas por la Diócesis de Virginia a completar el Curso decapacitación sobre la prevención del abuso sexual de menores organizado por laComisión de la Diócesis de Virginia sobre la Prevención de la Conducta SexualInapropiada; y, además,Se resuelve que el 208º Concilio Anual de la Diócesis de Virginia reafirma su políticaque obliga a todo el clero canónicamente residente, todo el clero licenciado en la Diócesisde Virginia, todos los empleados laicos a completar el Curso de capacitación sobre laprevención de la conducta sexual inapropiada con adultos organizado por la Comisión dela Diócesis de Virginia sobre la Prevención de la Conducta Sexual Inapropiada; y,además,Se resuelve que el Obispo podrá dispensar el cumplimiento del requisito de asistencia aun curso de capacitación a quienes pueden documentar la asistencia a un curso decapacitación equivalente en otra diócesis.Resolución adoptada por el 208º Concilio Anual de la Diócesis de Virginia en febrero de 2003.
  • 23. TAB BSelección, reclutamiento, empleo y capacitaciónEL Tab B consta de un resumen y las siguientes secciones:Solicitud de empleo de la Diócesis de Virginia............................................. Tab B-1Certificado sobre ausencia de condena por abuso sexual de menores, diagnóstico de parafilias o hechos de abuso ........................ Tab B-2Certificado de la lectura de este Manual ..................................................... Tab B-3Certificado de la asistencia al curso de capacitación breve y resumen del curso de capacitación breve............................................... Tab B-4Apuntes del curso diocesano sobre la prevención del abuso sexual de menores ..................................................................................... Tab B-5Apuntes del curso diocesano sobre la prevención de conducta sexual inapropiada con un adulto............................................................... Tab B-6Procedimientos y formularios para hacer una investigación de antecedentes......................................................................................... Tab B-7Procedimientos y formularios para hacer consultas sobre referencias personales ............................................................................... Tab B-8
  • 24. Selección, reclutamiento, empleo y capacitaciónPara seleccionar, reclutar, emplear y capacitar a personas que trabajan en la iglesia, ya sea pagados ovoluntarios se deben seguir las siguientes instrucciones y completar los documentos adjuntos:1. Obtener solicitud de empleo, Tab B-1. Todo el clero, empleados laicos1 y voluntarios que supervisan regularmente actividades con niños o jóvenes (voluntarios que supervisan jóvenes o niños)2 Deben completar y firmar la Solicitud de empleo de la Diócesis de Virginia, incluir una lista de referencias personales (Solicitud, Pregunta 13, página 5) y la certificación y autorización para investigación de antecedentes personales (Solicitud, Sección IV, página 8). Las personas que trabajan regularmente sólo los domingos no necesitan usar la Solicitud de empleo3 ni tampoco los miembros y guardianes de la junta parroquial.2. Comprobar la documentación correspondiente a la Solicitud de empleo. Para todos los solicitantes, la persona que entrevista debe verificar lo siguiente: Licencia de conductor para verificar la identidad del solicitante; Documentación y otra forma de verificación de educación o credenciales, o historial militar, de empleo o voluntariado que se indica en la solicitud (por ejemplo, para verificar que el solicitante se ha graduado de la universidad que ha indicado).Además, los solicitantes que buscan empleo en una posición o cargo que incluye conducir vehículos como parte desus responsabilidades, necesitan tener y presentar los documentos indicados (Solicitud, Sección II, Preguntas 14-16),los cuales deben ser verificados por quien conduce la entrevista. Copia del historial de conductor del solicitante (pedir la información por lo menos 10 días antes de comenzar a trabajar; el solicitante puede conseguir este documento en la oficina local de la Division of Motor Vehicles [DMV]); Comprobante del seguro del vehículo.1 Los empleados laicos pueden ser: Directores de educación cristiana o de ministerio con niños, cuidadores en la salade infantes y de niños; organistas, directores de coro o directores de música; administradores parroquiales, maestrosde escuela parroquial, secretarias, asistentes administrativos, recepcionistas, sacristanes, trabajadores con jóvenes yotras personas empleadas para el programa parroquial, tales como obra social o pastores laicos.2 Se trata de voluntarios que supervisan jóvenes o niños pero que no son trabajadores para la juventud dominicales.3 Son los trabajadores dominicales regulares maestros de escuela dominical (asalariados o voluntarios), cuidadores deinfantes voluntarios y trabajadores asalariados o voluntarios para la niñez o juventud. 1
  • 25. 3. Entrevista. Haga una lista de las preguntas que hará a todos los solicitantes, asalariados o voluntarios y anote las respuestas. Durante la entrevista, observe las siguientes características personales positivas: • ¿Es una persona responsable? • ¿Tiene confianza en si mismo y es comunicativo? • ¿Es una persona consciente? • ¿Tiene buena salud y tiene energía para cumplir sus tareas? • ¿Tiene sentido del humor y capacidad para descansar? • ¿Tiene capacidad de tolerar el conflicto y la discordia? • ¿Tiene un espíritu cooperativo? • ¿Puede opinar con honestidad? • ¿Puede aceptar un compromiso? • ¿Es emocionalmente estable y tiene control de sí mismo? • ¿Puede tomar decisiones rápidas, prudentes e independientemente? • Para quienes trabajarán con niños o jóvenes: ¿se interesa y se preocupa por los niños o jóvenes?4. Certificado sobre ausencia de condena por abuso sexual de menores, diagnóstico de parafilias o hechos de abuso, Tab B-2. Tal como se indica en la Solicitud, página 8, pregunta 22, el clero, empleados laicos y voluntarios que supervisan niños y jóvenes, y personal dominguero que trabaja regularmente deben presentar un certificado haciendo constar: a) que no han sido arrestados o sentenciados de cualquier delito que involucre abuso o descuido de menores o si ha sido sentenciado, que su sentencia no ha sido expurgada; b) que no han sido imputados por abuso sexual de menores en un proceso civil; c) que nunca han cometido abuso sexual de menores y d) que no han sido diagnosticados con una parafilia, tal como es definida por la American Psychiatric Association, que pudiera incluir paidofilia, voyeurismo o exhibicionismo. (Este certificado no es obligatorio para los miembros de la junta parroquial, guardianes, o por líderes de grupos no afiliados con la iglesia pero que usan sus instalaciones.)5. Certificar que han leído las secciones específicas del Manual, Tab B-3. Todos los empleados y voluntarios de la iglesia, miembros y guardianes de la junta parroquial y el clero deben certificar que han leído las secciones específicas del Manual, de acuerdo con la siguiente lista:Los empleados laicos, el clero y los miembros y guardianes de la junta parroquial deben leer: a) Toda la parte principal de este Manual (páginas 1-12) b) Todo el Tab B y sus secciones debe ser leído por el clero, miembros y guardianes de la junta parroquial y empleado laicos cuya responsabilidad incluya reclutar o emplear; c) El Tab correspondiente al cargo desempeñado por un funcionario (maestro, director de coro, trabajadores en la sala de infantes, etc.); d) Tab S: “Cómo y dónde denunciar la sospecha de abuso sexual de menores y conducta sexual inapropiada con adultos”; e) Tab T: “Respuesta a una denuncia de abuso sexual de menores o conducta sexual inapropiada con adultos”; f) Tab U, “Restablecimiento de la salud congregacional”: el clero, miembros y guardianes de la junta parroquial, administrador parroquial y todos los empleados cuya tarea incluye ofrecer consejería.Todos los trabajadores dominicales regulares y los voluntarios que supervisan niños o jóvenes deben leer: a) Toda la parte principal de este Manual (páginas 1-12) b) Tab B-5, “Apuntes de los cursos diocesanos sobre la prevención del abuso sexual de menores” sólo debe ser leído por los voluntarios dominicales; c) Todo el Tab B y sus secciones sólo debe ser leído por empleado laicos cuya responsabilidad incluye reclutar o emplear; d) El Tab correspondiente al cargo desempeñado por un funcionario (maestro, director de coro, trabajadores en la sala de infantes, etc.); 2
  • 26. e) Tab S: “Cómo y dónde denunciar la sospecha de abuso sexual de menores y conducta sexual inapropiada con adultos”;Nótese que en caso de que haya quienes no puedan leer este Manual por causa de su nivel de instrucción,idioma u otros impedimentos, el clero o la junta parroquial tiene la responsabilidad de asegurar que losmateriales de este Manual sean conocidos y comprendidos por los trabajadores.El Tab B-3 ofrece un modelo de un certificado que indica haber completado la lectura de losmateriales obligatorios.6. Obtener documentación de asistencia a un curso sobre la prevención del abuso de menores. La Diócesis de Virginia ofrece cursos extensos y breves sobre la prevención del abuso sexual de niños. Los cursos extensos duran varias horas y consisten en una clase dirigida por un instructor certificado, un video, repaso de los apuntes y discusión del tema. Los cursos breves se encuentran descritos en el Tab B-4. Ambos cursos usan los apuntes que están en el Tab B-5. Para asistir a estos cursos, los asistentes deben traer su copia de estos apuntes.La capacitación diocesana sobre la prevención del abuso sexual de menores es obligatoria para: El clero, los empleados laicos (incluyendo los empleados dominicales que trabajan regularmente con jóvenes y niños) y los voluntarios que supervisan a niños o jóvenes deben asistir al taller diocesano de capacitación extenso, dirigido por un instructor, sobre la prevención del abuso sexual de menores certificado por la Diócesis de Virginia. Una copia del certificado de asistencia que se recibe al final de dicho curso de capacitación es suficiente para demostrar que se ha cumplido con este requisito. El clero debe archivar una copia del certificado de asistencia y enviar una copia a su parroquia y otra a la diócesis. Los laicos deben archivar una copia y enviar una copia a la parroquia. Los asistentes a los cursos se deben hacer responsables de obtener y guardar el certificado de asistencia. Las personas que no pueden documentar su participación cuando se les solicite, tendrán que asistir a un curso de capacitación. Se podrá dispensar el cumplimiento del requisito de asistencia a un curso de capacitación si se puede documentar la asistencia a un curso de capacitación similar hecho en otra diócesis. Se recomienda la participación de los miembros y guardianes de la junta parroquial y de los trabajadores dominicales regularmente contratados participen en un curso de capacitación breve sobre la prevención del abuso sexual de menores. Debido a que durante los cursos breves no se entregan certificados, los asistentes deben traer su propio certificado para que sea firmado por el instructor. En el Tab B-4 hay un modelo de certificado que se puede usar en estos casos. Los asistentes a cursos breves deben archivar una copia del certificado debidamente firmado y presentar una copia a su parroquia. Los asistentes a los cursos se deben hacer responsables de obtener y guardar el certificado de asistencia. Las personas que no pueden documentar su participación cuando se les solicite, tendrán que asistir a un curso de capacitación.7. Obtener documentación de asistencia a curso sobre prevención de la conducta sexual inapropiada con adultos. La Diócesis de Virginia ofrece cursos extensos y breves sobre la prevención de la conducta sexual inapropiada con adultos. Los cursos extensos duran varias horas y consisten de una clase dirigida por un instructor capacitado, un video, repaso de los apuntes y discusión del tema. En el Tab B-6 están los apuntes del curso diocesano sobre la prevención de la conducta sexual inapropiada con adultos. Los asistentes deben traer su copia de estos apuntes cuando asisten a estos cursos.La asistencia a un curso diocesano sobre la prevención de la conducta sexual inapropiada con adultos esobligatoria. El clero y todos los empleados laicos deben asistir a un curso diocesano de capacitación extenso, dirigido por un instructor, sobre la prevención de la conducta sexual inapropiada 3
  • 27. con adultos certificado por la Diócesis de Virginia. Una copia del certificado de asistencia que se recibe al final de dicho curso de capacitación es suficiente para demostrar que se ha cumplido con este requisito. El clero debe archivar una copia del certificado de asistencia y enviar una copia a su parroquia y otra a la diócesis. Los laicos deben archivar una copia y enviar una copia a la parroquia. Los asistentes a los cursos se deben hacer responsables de obtener y guardar el certificado de asistencia. Las personas que no pueden documentar su participación cuando se les solicite, tendrán que asistir a un curso de capacitación. Se podrá dispensar el cumplimiento del requisito de asistencia a un curso de capacitación si se puede documentar haber asistido a un curso de capacitación similar hecho en otra diócesis.8. Investigación de antecedentes judiciales, Tab B-7. Todo el clero, los empleados laicos y todos los voluntarios que supervisan jóvenes y niños en sitios ajenos a la iglesia deben cumplir este requisito. El proceso y los formularios correspondientes se encuentran aquí.9. Investigación de antecedentes personales y financieros. Las investigaciones hechas por la Oxford Document Management Company incluyen la revisión de un informe de antecedentes financieros, certificación de empleos anteriores y de asistencia a instituciones educativas. El proceso se describe en el Tab B-7.10. Investigación de referencias personales, Tab B-8. En esta sección se describe el proceso para la investigación de referencias personales y el formulario usado para estos casos.11. Investigar “señales de peligro”. Note e indague sobre cualquier “señal de peligro”, por ejemplo: discontinuidad en los antecedentes laborales, cambios de empleo muy frecuentes, endeudamiento desmedido, numerosas infracciones de tráfico, historia de abuso alcohol, narcóticos, etc. Pida al solicitante que explique estas situaciones y, si es necesario, consulte con expertos legales, sicólogos, etc. Entreviste a otras personas para tener más información sobre estas señales de peligro.12. Contratación del solicitante. El solicitante debe recibir una descripción de su tarea que incluya las responsabilidades generales y específicas, que indique quién supervisa su tarea y otros requisitos necesarios para cumplir con su trabajo. Tanto los voluntarios como empleados asalariados necesitan tener una descripción de su tarea. 4
  • 28. TAB B-1Diócesis de VirginiaSolicitud de Empleo
  • 29. Diócesis de VirginiaSolicitud de EmpleoNombre del solicitante: _________________________________________________Nombre de la iglesia: _________________________________________________________________Dirección: __________________________________________________________________________Posición o cargo al que se aspira: _______________________________________________________SECCIÓN I – INFORMACIÓN GENERALEsta sección debe ser completada por todos los solicitantes(Si se presenta un currículum vitae no es necesario repetir aquí la información que figura en él)Fecha de la solicitud: _________________________________________________________________Nombre y apellido del solicitante: ________________________________________________________ Apellido Primer nombre Segundo nombreDomicilio actual: _____________________________________________________________________Número de seguro social: ______________________________________________________________Teléfono de la casa (incluya el código de área): _____________________________________________1. ¿Ha usado un nombre diferente al que está en la solicitud? (Por ejemplo, nombre de soltera, alias, etc.) Si ha usado otros nombres y apellidos, indíquelos aquí: _______________________________2. ¿Tiene licencia de conductor? _________________________________________________________ ¿De cuál estado? _____________________________________________________________ Número de la licencia de conductor: _______________________________________________NOTA: Para poder verificar la identidad de todos los solicitantes, se les solicita que presenten su licencia de conductora la persona que le está entrevistando.3. Escriba las últimas dos direcciones donde ha vivido (calle, número de apartamento, ciudad y estado): Dirección 1: _____________________________________________________________ _______________________________________________________________________ Dirección 2: _____________________________________________________________ _______________________________________________________________________ 1
  • 30. Nombre del solicitante: _____________________________________________4. Indique cuándo asistió a la escuela y el año de graduación (si no se ha graduado, hágalo saber): Escuelas secundaria: _____________________________________________________ Año de graduación: ______________________________________________________ Universidad: ____________________________________________________________ Año de graduación: _______________________________________________________ Postgrado: ______________________________________________________________ Año de graduación: _______________________________________________________5. Indique dónde ha trabajado durante los últimos 10 años: Empleador 1: Fecha de empleo: ________________________________________________________ Posición o cargo ocupado: __________________________________________________ Nombre del empleador: ____________________________________________________ Dirección (calle, ciudad, estado): _____________________________________________ _______________________________________________________________________ Teléfono del empleador: ___________________________________________________ Nombre de la persona para contactar: _________________________________________ Empleador 2: Fecha de empleo: ________________________________________________________ Posición o cargo ocupado: __________________________________________________ Nombre del empleador: ____________________________________________________ Dirección (calle, ciudad, estado): _____________________________________________ _______________________________________________________________________ Teléfono del empleador: ___________________________________________________ Nombre de la persona para contactar: _________________________________________ Empleador 3: Fecha de empleo: ________________________________________________________ Posición o cargo ocupado: __________________________________________________ 2
  • 31. Nombre del solicitante: _______________________________________________ Nombre del empleador: ____________________________________________________ Dirección (calle, ciudad, estado): _____________________________________________ _______________________________________________________________________ Teléfono del empleador: ___________________________________________________ Nombre de la persona para contactar: _________________________________________6. ¿Cuándo podría comenzar a trabajar?7. ¿Cuál sería la mínima cantidad de tiempo que se quedaría en este empleo?8. ¿Alguna vez se le ha suspendido en su empleo o se le ha revocado o suspendido su licencia profesional? Si esto ha sucedido, indique los detalles:9. ¿Es miembro de una iglesia? Si es así, indique nombre y dirección, y desde cuándo ha sido miembro:10. Indique los nombres y direcciones de otras iglesias donde ha asistido regularmente durante los últimos cinco años.11. Indique tres personas que puedan dar referencias sobre usted. (NO pueden ser sus antiguos empleadores ofamiliares) Nombre: ________________________________________________________ Domicilio: ________________________________________________________ Teléfono (incluya código de área): ____________________________________ Nombre: ________________________________________________________ Domicilio: _______________________________________________________ Teléfono (incluya código de área): ____________________________________ Nombre: ________________________________________________________ Domicilio: _______________________________________________________ Teléfono (incluya código de área): ____________________________________ 3
  • 32. Nombre del solicitante: _____________________________________________SECCIÓN II – INFORMACIÓN DE CONDUCCIÓN DE VEHÍCULOSSÓLO los solicitantes cuyas tareas incluyen conducir vehículos deben completar esta sección.12. ¿Ha sido alguna vez convicto de haber conducido bajo la influencia de narcóticos o alcohol? Si es así, indique la acusación, cuándo y dónde fue hecha y el resultado: ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________13. ¿Se le ha suspendido o revocado su licencia de conductor? Si es así, indique los detalles:14. Los solicitantes cuyas tareas incluyen conducir vehículos deben presentar la siguiente documentación: • Copia del historial de la Division of Motor Vehicles (DMV) de Virginia. • Prueba de que tiene seguro del vehículoSECCIÓN III – TRABAJO CON NIÑOS O JÓVENESSÓLO los solicitantes cuyas tareas incluyen la supervisión o custodia de menores (excluyendo trabajadoresdominicales) deben completar esta sección.15. ¿Qué clase de trabajo con niños o jóvenes prefiere?16. Describa la experiencia que ha tenido en la iglesia con niños o jóvenes. Indique la iglesia, dirección, las fechasdurante las cuales trabajó y la clase de trabajo que hacía.17. Describa su interés, habilidades, capacitación, educación u otros factores que forman parte de su preparaciónpara trabajar con niños o jóvenes. 4
  • 33. Nombre del solicitante: _____________________________________________18. ¿Ha sido alguna vez convicto de un delito que involucre el abuso o el maltrato de menores? Si es así, indique los detalles: 18b. Ha sido usted convicto de: a. Un delito menor por falso testimonio, robo o fraude? b. ¿Un delito grave? Si es así, indique los detalles:19. Basándose en sus propias experiencias, explique cualquier preocupación que usted tenga para aceptar unaposición o cargo que requiera la supervisión, la orientación o el cuidado de niños o jóvenes.SECCIÓN IV – CERTIFICACIÓN Y AUTORIZACIÓN PARA LA INVESTIGACIÓN DE ANTECEDENTESEsta sección debe ser completada por todos los solicitantes20. Si se le ofrece empleo, usted deberá firmar un certificado indicando que usted a) no ha sido arrestado osentenciado de cualquier delito que involucre abuso o descuido de menores o si ha sido sentenciado, o que susentencia no ha sido expurgada; b) no ha sido imputado por abuso sexual de menores en un proceso civil; c) nuncaha cometido abuso sexual de menores y d) no ha sido diagnosticado con una parafilia, tal como es definida por laAmerican Psychiatric Association, pudiendo incluir paidofilia, voyeurismo o exhibicionismo. ¿Está usted dispuesto a firmar el certificado? Sí _____ No _____Certifico, bajo pena de perjurio, que la información presentada en la Solicitud de Empleo es verdadera, completa ycorrecta.Además certifico que entiendo y estoy de acuerdo que se podría hacer una investigación completa de misantecedentes, incluyendo entre otros: búsqueda de sentencias, antecedentes financieros, antecedentes judiciales, etc.También reconozco y estoy de acuerdo que esta información puede ser verificada comunicándose con personas yorganizaciones con las que yo he tenido contacto o que pueden tener información sobre mi persona. Dejo constanciade eximir de toda responsabilidad y salvaguardar los intereses de toda persona u organización que provea dichainformación. También estoy de acuerdo con eximir de toda responsabilidad y salvaguardar los intereses de la Diócesisde Virginia, de ______________________ (nombre de la parroquia), sus autoridades, empleados, representantes yvoluntarios de toda y cualquier conflicto que pueda surgir de una investigación de la información contenida en estaSolicitud de Empleo y de cualquier acto que pueda surgir como consecuencia de esta investigación.Nombre del solicitante (letras de molde): ____________________________________Firma del solicitante: ____________________________________________________Fecha: _______________________________________________________________ 5
  • 34. TAB B-2Certificado de ausencia de condena por abuso sexual demenores, diagnóstico de parafilias o hechos de abuso
  • 35. Diócesis de VirginiaCertificado sobre ausencia de condena por abuso sexual demenores, diagnóstico de parafilias o hechos de abusoCertifico, bajo pena de perjurio que todo lo mencionado a continuación es verdad: a) No he sido convicto de un delito que involucre abuso sexual o descuido de menores ni que se pudiera haber expurgado una condena por el mismo delito; b) No he sido imputado en un proceso civil de haber abusado sexualmente a un menor; c) No he cometido ningún hecho de abuso sexual de menores; d) No he sido diagnosticado con una parafilia, tal como es definida por la American Psychiatric Association, pudiendo incluir paidofilia, voyeurismo o exhibicionismoReconozco y acepto que la iglesia confía en la veracidad de esta certificación y que cualquier manifestación falsa serácausa de la cesación inmediata de mi empleo.Nombre del solicitante (letras de molde): ____________________________________Firma del solicitante: ___________________________________________________Fecha: _______________________________________________________________ 1
  • 36. TAB B-3Certificado de lectura de este Manual
  • 37. Diócesis de VirginiaCertificado de lectura de este ManualCertifico, bajo pena de perjurio, que he leído las siguientes secciones del Manual de Normas sobre el Abuso Sexual yla Conducta Sexual Inapropiada: Prevención y Respuesta (el “Manual”) que están marcadas más abajo, he entendidosu contenido y estoy de acuerdo con cumplir las normas establecidas en dicho manual.He leído todos los materiales que están marcados: Toda la parte principal de este Manual (páginas 1-12) Tab B-5: Apuntes del curso diocesano sobre la prevención del abuso sexual de menores Tab B-6: Apuntes del curso diocesano sobre la prevención de la conducta sexual inapropiada con adultos Todo el Tab B y sus correspondientes secciones Todas las partes que corresponden al trabajo que desempeño Tab S: “Cómo y dónde denunciar la sospecha de abuso sexual de menores y conducta sexual inapropiada con adultos” Tab T: “Respuesta a una denuncia de abuso sexual de menores o conducta sexual inapropiada con adultos” Tab U, “Restablecimiento del bienestar congregacional”Además, entiendo y acepto que la iglesia confía en la veracidad de esta certificación. Además, reconozco y aceptoque cualquier manifestación falsa será causa de la cesación inmediata de mi empleo.Nombre del solicitante (letras de molde): _____________________________________Firma del solicitante: ____________________________________________________Fecha: _______________________________________________________________
  • 38. TAB B-4Apuntes del Curso breve sobre la prevención del abuso sexualde menores y formulario de certificación de la asistencia a uncurso breve de capacitación

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