PONTE DO PONTAL: HÁ RAZÕES E RAZÕES.Para encerrar a discussão saudável e respeitosa travada neste espaço, é necessáriopont...
“Servem para evidenciar um original não muito legível e para melhor compreensãodos leitores”. De fato, ficou mais legível,...
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Ponte do ponta1

Published on: Mar 4, 2016
Source: www.slideshare.net


Transcripts - Ponte do ponta1

  • 1. PONTE DO PONTAL: HÁ RAZÕES E RAZÕES.Para encerrar a discussão saudável e respeitosa travada neste espaço, é necessáriopontuar algumas discordâncias sob o ângulo das nossas RAZÕES.Quando dissemos que as adaptações apresentadas não eram contempladas peloprojeto cedido pelo DERBA nos baseamos no que estava postado.
  • 2. “Servem para evidenciar um original não muito legível e para melhor compreensãodos leitores”. De fato, ficou mais legível, mas não ficou fiel ao projetado pelo DERBA.Não existe acessibilidade à NOVA AVENIDA pelas ruas contiguas a ela. Pelo croquiacima a compreensão dos leitores é de que é possível ter acesso.No croqui original se percebe claramente a falta de acessibilidade. Portanto quandodissemos que as adaptações não são contempladas no Projeto do DERBA foi para “osleitores” não se equivocarem nas suas “compreensões”.Quando dissemos que Ilhéus mantem uma tendência de crescimento centralizado eque o seu CORAÇÃO ECONOMICO PULSA ESPRIMIDO ENTRE OS MORROS E O MAR,isto não quer dizer que desconhecemos o seu crescimento demográfico. O amigoResende citou 14 localidades como exemplo de crescimento descentralizado, poisbem, nestas localidades, têm quantos bancos? Quantos hospitais? Quantas delegaciasde policias? Quantas subprefeituras? Quantos SAC? Quantos órgãos federais? Asrespostas nós sabemos, todos os habitantes das localidades citadas pelo Conterrâneose dirigiram se forma centralizada para a mesma direção. Recentemente recebemosum DPT aonde? Um futuro entreposto de venda de pescados aonde? Tudo no CENTROé isto que é uma tendência de crescimento centralizado. Itabuna construiu o seuHospital de Base do outro lado da BR 101, isto é crescimento descentralizado.Falar que o progresso tem que vir de qualquer jeito é de um cego otimismo. Confessoque em se tratando de progresso em Ilhéus, ficamos sem saber o seu real significado,
  • 3. afinal, são mais de vinte anos esperando alguma coisa concreta acontecer. E quandoparece que vem, temos que agarrar de qualquer maneira. Perdemos o costume deganhar e nos acostumamos em perder.“A não ser que paremos no tempo vendo a banda passar”. Nós não estamos parados,estamos retroagindo há muito tempo pela influência direta das administraçõespublicas. Não vou aqui enumerar o que perdemos, todos estão carecas de saber.Desde quando falei que o nosso EU não está procurando falar mais forte. Disseclaramente que aqui na Litorânea Sul tem 100 famílias pensando no EU e se fosse emoutro lugar, não tenham duvida, outros EDGARD clamaria pelos seus DIREITOS.“Alegarmos ou compararmos com as consequências ambientais que provocaram nomunicípio, com a construção do Porto Internacional do Cacau, são comparações sem“pé e sem cabeça””. A nossa exemplificação foi no sentido de que uma obra queaparentemente tinha tudo para dá certo provocou uma tragédia e esta PONTE antesmesmo de concluída já começou a causar estragos pela falta de participação popularna concepção do projeto. O projeto já está sendo aplicado, o que foi pensado para as100 famílias afetadas pelo projeto? Para onde irão? O que acontecerá com os 600alunos 2º grau do Padre Luiz Palmeira? Aqueles, como EU, que estão buscando estasrespostas estão atrapalhando o “progresso” de Ilhéus. Os “progressistas” de Ilhéus atéhoje acusam os moradores da Avenida por não ter acontecido à construção doshopping, isto quer dizer que, em Ilhéus só existia um único lugar para construir umshopping.Não dá para comparar a circulação de ônibus carregando pessoas nas avenidas, com acirculação de caminhões, caçambas e carretas.Quanto às indenizações contrariando as informações de justas remunerações doConterrâneo, os moradores da Marambaia já estão escaldados com que fizeram comeles em 2002. Os valores foram tão irrisórios que alguns se negaram a receber. Osexemplos citados ficam como uma exceção e não uma regra.Que venha a PONTE, mas lutar pelos nossos direitos, a, isso vamos, não nosimportando com os estigmas dos “progressistas”. SÃO ESTAS AS NOSSAS RAZÕES.

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