POLÍTICAS, SABERES ESCOLARES E PRÁTICAS
DOCENTES:
O LÚDICO NA SUPERAÇÃO DAS DIFICULDADES
DE APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO ESPEC...
INTRODUÇÃO
A Educação Especial é uma modalidade da Educação
Comum, e não se diferencia desta em seus objetivos,
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PROBLEMATIZAÇÃO
Qual o papel da ludicidade no enfrentamento das
dificuldades de aprendizagem na Educação
Especial, para qu...
OBJETIVO
Reconhecer a contribuição do lúdico para o
processo de ensino-aprendizagem e
desenvolvimento cognitivo de Pessoas...
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
- Desenvolver estratégias, jogos e ações que estimulam as
áreas cognitivas, afetivas e sociais dos a...
REFERÊNCIAL TEÓRICO
A chave do pensamento de Vygotsky, que
impulsionou seus estudos e suas pesquisas, é,
certamente, a for...
METODOLOGIA
Na metodologia foi empregada a pesquisa de campo,
qualitativa, descritiva. Para coleta de dados foram
utilizad...
CONSIDERAÇÕES FINAIS
As atividades lúdicas permitem ao professor e ao
educando mostrar que é dotado de criatividade,
habil...
REFERÊNCIAS
ALVES, Denise de Oliveira. Sala de Recursos
Multifuncionais: espaço para atendimento educacional
especializado...
REFERÊNCIAS
MARCONI, M. de A. Fundamentos de Metodologia
Cientifica. 6. ed. São Paulo: Atlas,2005.
MENDONÇA, Gismália Marc...
AGRADECIMENTOS
Primeiramente agradecemos a Deus por nos
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POLÍTICAS SABERES ESCOLARES E PRÁTICAS DOCENTES: O LÚDICO NA SUPERAÇÃO DAS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO ESPECIAL
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POLÍTICAS SABERES ESCOLARES E PRÁTICAS DOCENTES: O LÚDICO NA SUPERAÇÃO DAS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO ESPECIAL

A Educação Especial é uma modalidade da Educação Comum, e não se diferencia desta em seus objetivos, suas finalidades, mas sim, nos recursos metodológicos, para auxiliar no desenvolvimento e potencialidades reais dos indivíduos, visando a aprendizagem, integração social, auto realização, bem como, sua independência, sem, no entanto, transformá-los em desiguais.
Published on: Mar 4, 2016
Published in: Education      
Source: www.slideshare.net


Transcripts - POLÍTICAS SABERES ESCOLARES E PRÁTICAS DOCENTES: O LÚDICO NA SUPERAÇÃO DAS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO ESPECIAL

  • 1. POLÍTICAS, SABERES ESCOLARES E PRÁTICAS DOCENTES: O LÚDICO NA SUPERAÇÃO DAS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO ESPECIAL UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB AUTORIZAÇÃO: DECRETO Nº92937/86, DOU 18.07.86 – RECONHECIMENTO: PORTARIA Nº909/95, DOU 01.08.95 COORDENAÇÃO DA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL DA UNEB PORTARIA N.º 0264/2009, PUBLICADA NO D.O.E. DE 07 e 08/02/2009 ACADEMICA: CIRLENE RESENDE SALOMÃO DINAH ACÁCIO SILVA SANDRA REGINA PEREIRA DE SOUSA ORIENTADOR: LUIZ LUZ ITANHÉM _ BA OUTUBRO 2015
  • 2. INTRODUÇÃO A Educação Especial é uma modalidade da Educação Comum, e não se diferencia desta em seus objetivos, suas finalidades, mas sim, nos recursos metodológicos. A ludicidade além de estimular a curiosidade, autoconfiança e a autonomia, proporciona o desenvolvimento da linguagem, do pensamento, da concentração e da atenção.
  • 3. PROBLEMATIZAÇÃO Qual o papel da ludicidade no enfrentamento das dificuldades de aprendizagem na Educação Especial, para que o desenvolvimento cognitivo da Pessoa com Necessidades Educativas Especiais seja alcançado?
  • 4. OBJETIVO Reconhecer a contribuição do lúdico para o processo de ensino-aprendizagem e desenvolvimento cognitivo de Pessoas com Necessidades Educativas Especiais, bem como estimular os professores a utilizarem esta prática metodológica em seu trabalho.
  • 5. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Desenvolver estratégias, jogos e ações que estimulam as áreas cognitivas, afetivas e sociais dos alunos com Deficiência, possibilitando identificação das habilidades para ter uma vida com mais independência; - Apoiar o sistema de ensino, possibilitando um olhar inclusivo por meio de um atendimento individualizado e especializado; - Fortalecer o processo de ensino/aprendizagem; -Ampliar a capacidade do autoconhecimento e, consequentemente de se comunicar e interagir socialmente; - Estabelecer vínculos afetivos positivos de maneira atraente, divertida e prazerosa; - Propiciar conhecimentos e construir um mundo novo a partir da interação com outro.
  • 6. REFERÊNCIAL TEÓRICO A chave do pensamento de Vygotsky, que impulsionou seus estudos e suas pesquisas, é, certamente, a formação histórica e social da mente. No seu entender, os processos psicológicos superiores têm origem histórico-cultural e, as relações sociais se configuram como parte essencial da constituição da natureza humana.
  • 7. METODOLOGIA Na metodologia foi empregada a pesquisa de campo, qualitativa, descritiva. Para coleta de dados foram utilizados os seguintes instrumentos: entrevistas com alunos, pais, professores, coordenador pedagógico e diretora, formulamos questões, observações, registro dos dados observados com intuito de responder às perguntas formuladas, expressar ideias ou opiniões que estejam em desacordo com as observações ou com as respostas resultantes das observações realizadas e registradas.
  • 8. CONSIDERAÇÕES FINAIS As atividades lúdicas permitem ao professor e ao educando mostrar que é dotado de criatividade, habilidades e imaginação, entende o que é ser ela mesma, e entender que faz parte de um grupo social. A metodologia que explora bastante os elementos lúdicos é excelente, pois o aluno com Necessidades Educativas Especiais só aprende com estímulos, alegria, sem pressão. Através do lúdico, ele aprende de maneira saborosa e divertida.
  • 9. REFERÊNCIAS ALVES, Denise de Oliveira. Sala de Recursos Multifuncionais: espaço para atendimento educacional especializado. Ministério da educação, Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006. ASSOCIAÇÂO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 15287: informação e documentação: projeto de pesquisa: apresentação. Rio de Janeiro, 2011. 8p. Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da educação inclusiva. Inclusão: revista da Educação Especial, Brasília, Ministério da Educação/ Secretária de Educação Especial - SEESP, v.4, n.1, p. 7-17, 2008.
  • 10. REFERÊNCIAS MARCONI, M. de A. Fundamentos de Metodologia Cientifica. 6. ed. São Paulo: Atlas,2005. MENDONÇA, Gismália Marcelino. Manual de normalização para apresentação de trabalhos acadêmicos. Salvador: UNIFACS, 2009. NITZKE, Julio A.; CAMPOS, Márcia de Borba; LIMA, Maria de Fátima do Prado. Piaget: estágios de desenvolvimento. Disponível em http://penta.ufrgs/~marcia/estagio2.htm Acesso em: 29 out 2015. PIAGET, Jean. A formação do símbolo na criança: imitação, jogo e sonho, imagem e representação. Tradução Álvaro Cabral. 2. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1975
  • 11. AGRADECIMENTOS Primeiramente agradecemos a Deus por nos permitir chegar até aqui. Há muitas pessoas também a quem agradecer, pois, a nossa trajetória só é completa com a presença e participação marcante de vários atores que preenche a vida. Assim, agradecemos a todos que, direta ou indiretamente, colaboraram com a nossa formação tanto como ser humano, quanto como profissional: a todos o nosso respeito e eterna gratidão.