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PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS
2PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS
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PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS
4PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS
PREVENIR EN FAMILIA
Programa de Prevención
del Consumo ...
PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS
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PRESENTACIÓN
El Consejo Nacional para el Control de Es...
6PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS
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ÍNDICE
Presentación 5
I. Introducción 9
II. Descripc...
8PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS
PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS
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I. INTRODUCCIÓN
La Estrategia Nacional sobre Drogas as...
10PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS
• Las declaraciones de consumo indican que el 23,8% de l...
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La situación de las familias en Chile, al igual que la...
12PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS
Por lo tanto, las estrategias con familias deben tomar e...
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Factores protectores y de riesgo de la familia*
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14PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS
g) Identificación de factores y situaciones de riesgo pa...
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II. DESCRIPCIÓN DEL PROGRAMA
PREVENIR EN FAMILIA
Se ...
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2. Destinatarios
Está dirigido a las familias en genera...
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NOMBRE DE LA SESIÓN FACTOR PROTECTOR DIRIGIDA A
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7. Evaluación del Taller
Para finalizar el trabajo, la ...
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Al programar el trabajo de las sesiones, es necesario ...
20PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS
El monitor inicia la sesión con el planteamiento de los ...
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IV. ROL Y CARACTERÍSTICAS
DEL MONITOR Y/O MONITORA
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El programa no está diseñado para realizar apoyo especia...
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g) El problema de las drogas puede afectar a cualquier...
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V. DESARROLLO DE LAS SESIONES
Sesión 1: Familia y Droga...
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Nota al Monitor/a.
Conversar estos temas
con el grup...
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Información de Apoyo 1
Un estudio reciente con escolare...
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DESARROLLO
ACTIVIDAD 1
Presentación «Cruzada»
Objet...
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Tiempo: 40 min.
Presentación del Video
Duración del vi...
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Compartiendo Experiencias
Una vez que todos han visto...
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Ideas fuerza
• La familia es fundamental para prevenir ...
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FICHA COMPLEMENTARIA PARA EL MONITOR
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Sesión 2: Mitos y Realidades
Asisten padres, madres hij...
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DESARROLLO Tiempo: 1 hora
ACTIVIDAD
Juego: «Y tú, ¿q...
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5. Los integrantes del equipo A discuten la afirmación, ...
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TARJETAS MITOS Y REALIDADES
AFIRMACIÓN: FUMAR CIGARRI...
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AFIRMACIÓN: MUCHA GENTE NO BEBE, Y SI LO HACE, ES SÓLO D...
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AFIRMACIÓN: LA VENTA Y EL CONSUMO DE ALCOHOL ES LEGAL ...
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AFIRMACIÓN: ALGUIEN QUE SE CURA SOLAMENTE LOS FINES DE S...
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AFIRMACIÓN: LA MARIHUANA NO PRODUCE PROBLEMAS POR FUMA...
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AFIRMACIÓN: LA MAYOR PARTE DE LOS JÓVENES CONSUME MARIHU...
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AFIRMACIÓN: CONSUMIR COCAÍNA UNA VEZ NO TIENE RIESGOS....
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AFIRMACIÓN: LA PASTA BASE ES UNA DROGA MENOS DAÑINA QUE ...
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AFIRMACIÓN: ES DIFÍCIL SABER CUANDO UNA PERSONA HA CON...
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AFIRMACIÓN: TODAS LAS DROGAS PROVOCAN LOS MISMOS EFECTOS...
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AFIRMACIÓN: EL CONSUMO DE DROGAS SE PUEDE CONTROLAR.
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AFIRMACIÓN: ES IMPORTANTE ENSEÑARLES A LOS NIÑOS A BEBER...
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FICHA COMPLEMENTARIA PARA EL MONITOR
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Sesión 3: Familia Preventiva
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Ideas fuerza
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16. Tenemos independencia, pero con cariño y respeto
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La Comunicación Efectiva
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Prevenção do consumo de droga

Published on: Mar 4, 2016
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Transcripts - Prevenção do consumo de droga

  • 1. 1 PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS
  • 2. 2PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS
  • 3. 3 PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS
  • 4. 4PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS PREVENIR EN FAMILIA Programa de Prevención del Consumo de Drogas para las Familias Manual para el Monitor Consejo Nacional para el Control de Estupefacientes (CONACE) Ministerio del Interior Gobierno de Chile R.P.I. Nº 131207 ISBN 956-7808-15-5 EQUIPO RESPONSABLE: Área Técnica de Prevención CONACE. Colaboradora: Valeria Ortiz Ramírez EQUIPO EDITORIAL: Diseño: Arquetipo Ltda. Impresión: Prosa S.A. 2003
  • 5. PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS 5 PRESENTACIÓN El Consejo Nacional para el Control de Estupefacientes (CONACE), dependien-te del Ministerio del Interior, ha desarrollado este programa para la prevención del consumo de drogas en la familia. Este material pretende ser una herramienta de apoyo para padres, madres y/o adultos significativos que se interesen por abordar este tema con sus hijos y familiares, de manera de potenciar su labor educativa hacia el desarro-llo de habilidades personales y sociales que permitan evitar el consumo de drogas. Este programa procura generar espacios de reflexión y aprendizaje de grupos de familias, cualquiera sea su conformación y contexto donde se desenvuelvan, centrán-dose en aquellos factores que promueven un estilo de vida saludable y un clima fami-liar protector frente a los riesgos que conlleva la vida moderna. Es en la familia donde los niños y niñas aprenden las normas, los valores, las formas de comportarse y de relacionarse con el mundo, aprenden a quererse y a cui-darse. Es por ello que la familia constituye uno de los principales agentes preventivos para evitar el consumo de drogas. Cada familia tiene un estilo particular de relacionar-se, de aprender, de comunicarse, de resolver sus conflictos. Sin embargo, toda familia, por disímil que sea, puede mejorar su funcionamiento. Este programa supone la preparación de monitores que actúen como agentes preventivos, aplicándolo según los intereses, necesidades y características del grupo familiar. Se trata de responder a las inquietudes que surgen a madres, padres, abue-los, apoderados, y jóvenes en relación al tema de las drogas. Compartir experiencias sobre la educación de los hijos; características de cada familia, el establecimiento de normas y límites, la comunicación, la relación afectiva, la resolución de problemas, el fortalecimiento de la autonomía y responsabilidad; el uso del tiempo libre, la recreación y, específicamente, la prevención del consumo de drogas. A lo largo de este programa, la familia conocerá y experimentará, en forma prác-tica y teórica, los elementos básicos para orientar su labor preventiva. El monitor debe-rá ajustar las actividades según las necesidades y motivaciones de cada grupo de familias con que trabaja y según los recursos y tiempo disponibles para el desarrollo de este programa. Por último, esperamos que el presente programa sirva a todas aquellas familias que quieran reflexionar sobre su funcionamiento, aumentar la toma de conciencia acerca del entorno en que viven, revisar sus estilos educativos de modo de mejorar la relación con cada hijo/a, para fortalecer su personalidad, y entregarles herramientas que les permitan enfrentar positivamente el mundo que les toca vivir. Fortalecer al grupo fami-liar no sólo protege acerca de la presencia de problemas con el consumo de drogas, sino que ofrece a todos sus integrantes la posibilidad de desarrollarse en forma más sana y plena
  • 6. 6PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS
  • 7. PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS 7 ÍNDICE Presentación 5 I. Introducción 9 II. Descripción del Programa «Prevenir en Familia» 15 Objetivos 15 Destinatarios 16 Duración 16 Metodología del Programa 16 Estructura y Características del Programa 16 Contenido de las Sesiones 17 Evaluación del Taller 18 III. Programación del Taller 18 Estructura de las Sesiones 19 IV. Rol y Características del Monitor y/o Monitora 21 V. Desarrollo de las Sesiones 24 Sesión 1: Familia y Drogas 24 Sesión 2: Mitos y Realidades 32 Sesión 3: Familia Preventiva 49 Sesión 4: La Comunicación Efectiva 56 Sesión 5: Adolescencia y Drogas 65 Sesión 6: Normas y Límites 75 Sesión 7: Claves para la Intervención Temprana 82 Sesión 8: Familia y Dependencia 91 Sesión 9: Construyendo un Entorno Protector 100 Sesión10: Prevención Temprana 105 Anexos I Factores de Riesgo y Protección 119 II Las Drogas y sus Efectos 129 III Detección Temprana 155 IV Referencia Eficaz 160 V Material de Apoyo para las Sesiones 168 VI Evaluación del Programa Familia 179 Bibliografía 187
  • 8. 8PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS
  • 9. PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS 9 I. INTRODUCCIÓN La Estrategia Nacional sobre Drogas asigna un rol central a la familia, lo que implica desarrollar programas de prevención del consumo de drogas que motiven a los padres para asumir un rol activo y responsable ante las drogas y, al mismo tiempo, les ofrezca instancias de reflexión, formación e instrumentos de apoyo que faciliten su labor preventiva. Cada día son más los niños y jóvenes involucrados en el problema de las dro-gas, se consume mayor cantidad y se inician más tempranamente, afectando su de-sarrollo integral y pleno. Asimismo, junto con el aumento del consumo de drogas, se presenta un patrón de disminución significativa en las actitudes contra la droga, espe-cialmente del uso de alcohol y marihuana en este segmento de la población. Por otra parte, resulta más fácil el acceso a las drogas, los jóvenes se ven más presionados al consumo, y son víctimas de diversas ofertas atractivas de los traficantes. Sin duda, se vive en un mundo con riesgos: crece la tasa de accidentes y muer-tes de jóvenes por conducir bajo los efectos del alcohol y otras drogas, aumenta la violencia y delincuencia asociadas al consumo de drogas, conflictos y rupturas fami-lias al no poder resolver el problema de dependencia de alguno de sus miembros, y delitos asociados al tráfico, los cuales constituyen, entre otros, algunos de los más importantes problemas sociales que conlleva el uso de drogas actualmente. La situación actual del consumo de drogas en nuestro país es distinta a la de hace unos años, ya que se han producido transformaciones en nuestra sociedad: en los estilos de vida, en los patrones de consumo, de tráfico y en el tipo de drogas consumidas, todo lo cual exige nuevos desafíos para enfrentar eficazmente este pro-blema. El Cuarto Estudio Nacional de Drogas en población escolar de octavo año básico a cuarto medio, realizado por CONACE, en noviembre del 2002, confirma es-tas tendencias, y destaca la importancia que tiene la familia como factor protector para el consumo de drogas1. Los resultados arrojan diferencias significativas en los patro-nes de consumo de drogas entre los hijos/as de padres involucrados en la educación de aquellos que no lo están, especialmente referido a si demuestran preocupación y supervisión por lo que hacen sus hijos/as. En el estudio se observó que padres alta-mente involucrados en la educación y crianza de los hijos, y con una clara postura de oposición al consumo de drogas, logran disminuir la prevalencia de consumo de ma-nera significativa. 1 Cuarto Estudio Nacional de drogas en población escolar, CONACE, 2002.
  • 10. 10PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS • Las declaraciones de consumo indican que el 23,8% de los escolares ha probado alguna droga como marihuana, pasta base o cocaína al menos una vez en su vida; el 15,5% lo ha hecho en el último año y el 8,5% en el último mes. Estas declaracio-nes de consumo se llaman prevalencia vida, año y mes, respectivamente. Las de-claraciones de consumo de alcohol indican que el 39,2% ha probado alcohol en el último mes y el 61,7% lo ha hecho en el último año. • Las declaraciones de consumo de cualquier droga aumentan sistemáticamente con la edad y el curso: la prevalencia de último año de alguna droga asciende de 6% en octavo básico, a 24% en cuarto medio. Entre octavo y primero medio el uso de drogas se duplica y salta de 6% a 12%, y entre primero y cuarto medio vuelve a doblarse para pasar de 12% a 24%. La entrada al ciclo de enseñanza media es especialmente sensible en el uso de drogas. • Las prevalencias escolares en drogas son algo parecidas entre hombres y mujeres: 17% para los hombres en el último año y 14% para las mujeres en igual período. En el caso de la marihuana, la diferencia es de 15,9% a 13,6%. Las mujeres incurren mucho menos en el uso de pasta base y cocaína, donde hay diferencias de 5,5% a 2,7% en favor de los hombres. No obstante, las mujeres declaran usar alcohol en la misma medida que los hombres, con diferencias de prevalencia en el último mes de 40% y 38% en cada caso. • La percepción de riesgo que tienen los escolares no es suficientemente alta: alrede-dor de un 38% no percibe mayor riesgo en el uso regular de marihuana. • Las declaraciones de facilidad de acceso a la marihuana son bastante altas: el 44% de los escolares dice que le resultaría fácil conseguir marihuana. A diferencia de la percepción de riesgo, la facilidad de acceso aumenta visiblemente en los cursos superiores: el 26% de los niños de octavo básico declara que le sería fácil conseguir marihuana, mientras que esto ocurre en el 60% de los que cursan cuarto medio. La percepción de riesgo (barrera subjetiva) y la facilidad de acceso (barrera objetiva) están fuertemente asociadas al uso de drogas. El uso de drogas ilícitas está siem-pre asociado a declaraciones de facilidad de acceso y a una baja percepción de riesgo. Rol de la familia Es fundamentalmente en la familia donde se construye la personalidad de los hijos/as, se adquieren y desarrollan las actitudes, creencias, valores, estilos de vida y comportamientos que determinarán el modo en que los hijos/as se enfrentarán a la vida. Aun cuando la escuela y la sociedad también educan, la familia es determinante en la formación de los niños/as, porque la relación que se establece con los padres, basado en el cariño y el respeto, es un vínculo intensamente significativo y protector frente a futuras situaciones complejas, propias del desarrollo de los hijos.
  • 11. PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS 11 La situación de las familias en Chile, al igual que la tendencia mundial, ha expe-rimentado una serie de transformaciones relativas a diversos factores tales como: el rol que cumple en la sociedad, una estructura cada vez más nuclear y diversificada, sus múltiples funciones, sus cambios en las formas de convivencia y condiciones de vida. Sin embargo, a pesar de la gran diversidad y desigualdad social que presenta la familia en nuestro país, ésta mantiene su importancia como la principal modalidad de convivencia entre hombres y mujeres, y sigue siendo la aspiración de los chilenos y chilenas vivir y asociar la vida en familia a experiencias de afecto y bienestar2. Los cambios producidos en nuestra sociedad en las últimas décadas han afecta-do el equilibrio de muchas instituciones sociales, entre ellas la familia. Por un lado, en las funciones familiares, y especialmente en los estilos educativos, aparece una cierta confusión y desorientación de los padres y madres en relación a sus funciones parentales. Crecen las manifestaciones de incertidumbre e inseguridad ante las actua-ciones con los hijos e hijas, moviéndose entre opciones por estilos coercitivos y firmes a opciones por estilos más permisivos. Los patrones de entretención y modos de vida de los jóvenes hoy en día, los horarios y riesgos a los que se enfrentan, mantienen a los padres preocupados, pasando a tener mucha importancia el tema del control, de la movilización, de los permisos, de los grupos y modelos de referencia. Los padres se ven en la disyuntiva de confiar en los hijos y darles autonomía y poder de decisión, o dejarse llevar por los deseos de protegerlos ante un medio que perciben peligroso y riesgoso. Por otro lado, la aparición de nuevas situaciones complejas para la familia, entre ellos el consumo de drogas, han encontrado a esta institución (al igual que otras) en un momento de inestabilidad poco adecuado para enfrentar con eficacia estas nue-vas problemáticas sociales. Este conflicto se vive en forma muy distinta dependiendo del contexto en que la familia se desarrolla. La familia es un sistema abierto con interacciones mutuamente influyentes entre sus miembros y el exterior. Estas interacciones conducen a un movi-miento constante en la evolución de cada familia y de la familia como institución «inmersa en coordenadas de espacio y tiempo» (Rodríguez y Sanz, 1987). Es decir, la familia es una institución cultural que va evolucionando en relación con el lugar y el momento en el que le ha tocado vivir. La evidencia acumulada estos años señala que la vida en familia no está exenta de dificultades, especialmente referidas a la situación de desigualdad en el plano de las rela-ciones entre hombres y mujeres, tensiones en las relaciones de conyugalidad (pareja), la parentalidad (padres-hijos) y la relación persona-familia. En un segundo nivel, de carácter externo, se encuentran las influencias de las condiciones sociales, económicas y cultura-les que afectan el desempeño de las funciones de la familia, obstaculizando o posibilitando el desarrollo de sus miembros, o bien poniéndolos en situación de riesgo social. En este ámbito, las tensiones se establecen en la relación familia-sociedad, las cuales son espe-cialmente visibles entre las familias de escasos recursos. 2 Política Nacional para las familias 2001-2006. SERNAM, 2º borrador. Octubre, 2001.
  • 12. 12PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS Por lo tanto, las estrategias con familias deben tomar en cuenta esta realidad, los distintos modos de hacer familia, ciclos de vida familiares, características y tipos de familias que demandan y requieren programas diversos, adecuados a su realidad y contexto sociocultural, los cuales, sin embargo, deben considerar que los aspectos importantes que influyen en el funcionamiento del sistema son: • El aspecto fundacional o los valores de la familia. • Lo normativo o límites establecidos. • Los subsistemas que conforman la estructura familiar (conyugal, parental y filial) y la relación que se establece entre ellos. • La evolución que la familia sigue en su ciclo vital y su capacidad de adaptación a los cambios. La Política Nacional para las Familias (2001-2006)3 plantea una definición del concepto de familia basada en individuos con una visión de grupo de parentesco, inte-grando una concepción transversal y plural, inspirada en los aportes de la Comisión Nacional de la Familia del año 1993: «la familia entendida como grupo social unido entre sí por vínculos de consanguinidad, filiación (biológica o adoptiva) y de alianza, incluyendo las uniones de hecho cuando son estables». El presente programa de prevención dirigido al grupo familiar está con-cebido para ser un instrumento de ayuda a la labor educativa que cada familia realiza, buscando fortalecer los factores protectores asociados al consumo de drogas, desde su realidad y de acuerdo a sus requerimientos. Se trata de desarrollar acciones destinadas a aumentar la participación, responsabilidad y sensibilidad respecto al rol preventivo con sus hijos, a forta-lecer las competencias necesarias para enfrentar eficazmente la formación de los hijos y, específicamente, su relación con las drogas y otros riesgos, y en-tregar los conocimientos y la información acerca del tema. La prevención en la familia tiene como centro la creación de las condicio-nes que nos ayuden a que nuestros hijos no consuman drogas, o si surge un problema de consumo, frenar su avance y evitar que se convierta en un pro-blema más grave. 3 Política Nacional para las familias 2001-2006. SERNAM, 2º borrador. Octubre, 2001.
  • 13. PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS 13 Factores protectores y de riesgo de la familia* Las investigaciones identifican una serie de factores protectores que actúan como amortiguadores frente a la aparición del problema de consumo. Entre éstos, cabe des-tacar: a) Fuertes vínculos con la familia: cercanía, apoyo emocional y trato cálido y afec-tuoso con los hijos e hijas. Un elemento preponderante, corroborado en el último estudio de consumo como factor protector en los escolares, es la influencia de la familia y particularmente la importancia de los padres involucrados en las activida-des de sus hijos. • El buen nivel de comunicación, preocupación y atención que tienen los padres con sus hijos predispone a actitudes de menor riesgo frente a las drogas. A través de un gran número de indicadores se pudo demostrar que existe una relación entre menores niveles de consumo de drogas y el involucramiento de los padres en la vida de sus hijos. • Conocimiento de las actividades y amigos de los hijos. ¿Dónde están? ¿Qué hacen? ¿Con quién se relacionan, a dónde van y con quién van? Fijarse en el programa de televisión que ven sus hijos, la frecuencia con que comen juntos, controlar la hora de llegada, conocer sus amigos, y si hay actitudes de reproche ante la posibilidad de que su hijo/a consuma drogas. • Conocimiento de los problemas, intereses y necesidades de los hijos/as. b) Disciplina familiar adecuada y normas claras de conducta dentro de la fami-lia. Los padres protegen a sus hijos cuando establecen límites claros, compuestos por pocas normas, bien definidas, bien comunicadas y adaptadas a la etapa de desarrollo de sus hijos/as. c) Fortalecimiento y desarrollo de habilidades personales y sociales de cada hijo/a: autonomía, autocontrol, autoestima, resistencia a la presión del gru-po y capacidad para resolver problemas y conflictos personales. d) Actitud y comportamientos preventivos frente al consumo de drogas por par-te de los padres. Padres, madres y hermanos conscientes de su rol de modelos y ejemplo de vida sana. e) Adecuados estilos de comunicación, promoviendo el diálogo abierto y respe-tando las diferencias individuales. f) Adecuado estilo de resolución de conflictos entre los miembros de la familia. * Op. cit.
  • 14. 14PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS g) Identificación de factores y situaciones de riesgo para el consumo de drogas: conocimiento acerca de oportunidades de acceso a las drogas, presión social al consumo, modelos de consumo, creencias y mitos relacionadas con el consumo, y cultura frente al consumo de drogas. h) Fortalecimiento de los vínculos con la escuela, potenciando el rendimiento aca-démico y el reconocimiento de los logros y los progresos. Por otra parte, los estudios en torno a los factores asociados al consumo de drogas identifican una serie de factores de riesgo en el funcionamiento familiar que aumentan la probabilidad del consumo de drogas en sus hijos/as. Entre ellos destacan: • Historia de alcoholismo y de abuso de drogas en la familia. Uso y abuso de drogas por parte de hermanos, padres, madres y/o adultos significativos consumidores. • Predisposición genética. • Deficiencias en las habilidades educativas y prácticas de manejo familiar de los padres. • Conflictos y problemas de relación entre padres e hijos. • Trastornos mentales y comportamientos violentos de los padres, madres y/o adultos significativos. Por lo tanto, el presente programa de prevención pretende estimular el desarrollo de factores protectores en la familia que eviten el consumo de drogas, y amortiguar los factores de riesgo, a través de la intervención en tres grandes niveles, cada uno de los cuales responde a preguntas orientadoras específicas que son: • Nivel general ¿Cómo favorecer en los hijos/as el proceso de construcción de la identidad personal y la relación con su medio humano y sociocultural? ¿Cómo potenciar los vínculos afectivos, el proceso de autonomía y el sentido de autoridad en las relaciones fami-liares? ¿Cómo resolver los conflictos y problemas adecuadamente? • Nivel específico al uso de drogas ¿Cómo hablar sobre el uso de drogas en la familia? ¿Cómo actuar ante la sospecha de consumo o ante un consumo inicial de drogas por parte del hijo o la hija, padre, madre u otro? • Nivel relacionado a la intervención en el entorno ¿Cómo nos apoyamos los padres ante un medio que puede ser hostil? ¿Cómo acor-damos normas y límites claros frente a los factores de recreación y diversión de nuestros hijos/as, para disminuir la presión social sobre cada familia particular?
  • 15. PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS 15 II. DESCRIPCIÓN DEL PROGRAMA PREVENIR EN FAMILIA Se trata de un taller dirigido a todas aquellas familias dispuestas a participar en un programa de prevención del consumo de drogas. Se invita a participar a los padres, madres y/o adultos significativos en un proceso de enseñanza-aprendizaje que dura entre tres y diez sesiones. Las familias participantes pueden ser convocadas desde el ámbito comunal, escolar, laboral y/o salud, teniendo en cuenta la realidad sociocultural de la familia y la etapa o ciclo vital en que se encuentra. 1. Objetivos Objetivos Generales • Sensibilizar a los padres y/o adultos significativos para que asuman una actitud activa y responsable frente al tema del consumo de drogas. • Fortalecer los recursos personales y sociales de la familia para apoyar y crear las condiciones para facilitar su labor preventiva. Objetivos Específicos • Sensibilizar a los padres y/o adultos significativos acerca de la importancia de su papel como agentes preventivos. • Promover el desarrollo de factores protectores asociados al no consumo de drogas al interior de la familia. • Promover una actitud activa y responsable para intervenir y fortalecer facto-res protectores del entorno en que viven. • Fortalecer el sentido de competencia de los padres y el grupo familiar para resolver sus problemas. • Aumentar los conocimientos de la familia sobre los efectos y consecuencias del uso de drogas. • Entregar a los padres y al grupo familiar la información necesaria para que sean capaces de detectar e intervenir precozmente en el consumo de dro-gas de uno de sus miembros.
  • 16. 16PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS 2. Destinatarios Está dirigido a las familias en general, cuidando el respeto a la gran diversidad de tipos de familia, estilos educativos, condiciones de vida y realidad cultural. Padres, madres y/o adultos significativos con hijos/as menores de 18 años, especialmente aque-llas que tienen algún hijo en la edad de la adolescencia, por estimarse que es una etapa crítica en la aparición de problemas familiares e inicio de consumo de drogas. Para familias cuyos hijos/as son aún pequeños debe adaptarse y seleccionar sólo algunas sesiones para hacerlas atingentes a su realidad (sesiones 1, 2, 3 y 10). 3. Duración El programa tiene una duración máxima de diez sesiones de 90 minutos (como promedio) cada una, pudiendo aplicarse de manera flexible, seleccionando aquellas temáticas de interés del grupo de familias de referencia, según el tiempo disponible y las necesidades específicas. El monitor o monitora podrá adecuar tanto el número de sesiones como el tiempo de las actividades dependiendo de la realidad de las familias con que trabaje. En la aplicación piloto se evidenció una gran variabilidad en los tiempos de las sesiones, que dependió de las diferentes realidades socio-culturales de los diferentes grupos. 4. Metodología del Programa Se utiliza una metodología participativa, con actividades grupales en las que cada persona aporta su propia experiencia. Cada sesión se guía por ciertos objetivos espe-cíficos, en un contexto donde se construye, en conjunto con los participantes, el cono-cimiento. La reflexión, tanto individual como grupal, es fundamental para lograr inte-grar los contenidos entregados y construidos como nuevos aprendizajes. El monitor debe ser un «facilitador», es decir, el que promueve la participación, reflexión y construcción del aprendizaje, logrando integrar y adecuar los objetivos de las sesiones con las realidades de los participantes. 5. Estructura y Características del Programa El programa consta de diez sesiones, algunas están dirigidas sólo a los padres, madres y/o adultos significativos, y otras incorporan a los adultos con sus hijos/as en etapa de pubertad o adolescencia. El monitor podrá determinar si es necesario y posi-ble que los jóvenes asistan a otras sesiones adicionales a las propuestas.
  • 17. PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS 17 NOMBRE DE LA SESIÓN FACTOR PROTECTOR DIRIGIDA A Recursos familiares frente a factores de riesgo identificados Familia y drogas SESIÓN 1 Adultos e hijos/as Padres, madres y/o adultos significativos. Familias saludables con niños en edad parvularia o escolar SESIÓN 2 Mitos y realidades acerca de las drogas Información sobre las drogas Adultos e hijos/as SESIÓN 3 Familia preventiva Clima e identidad familiar protectores frente al consumo Adultos e hijos/as SESIÓN 4 Comunicación efectiva Habilidades comunicacionales entre padres e hijos Padres, madres y/o adultos significativos SESIÓN 5 SESIÓN 6 SESIÓN 7 SESIÓN 8 Adolescencia y drogas Motivaciones frente al consumo en la adolescencia Padres, madres y/o adultos significativos Normas y límites Establecimiento de normas y límites adecuados a la etapa de desarrollo Padres, madres y/o adultos significativos Claves para la intervención temprana Detección e intervención precoz de consumo de drogas Padres, madres y/o adultos significativos Familia y dependencia Identificación del clima y el estilo de comunicación en familias con un miembro dependiente a drogas Padres, madres y/o adultos significativos SESIÓN 9 Construyendo un entorno protector Fortalecer factores protectores del entorno sociocultural Padres, madres y/o adultos significativos SESIÓN 10 Prevención temprana. Educando niños y niñas sanos y felices Establecimiento de normas y límites. Formación de hábitos y estilos de vida Materiales El programa contiene: • Manual para el monitor, que explicita todos los contenidos y actividades que se requieren sesión por sesión, de modo de facilitar su aplicación. • Cuadernillo para la familia. • Materiales de apoyo necesarios para desarrollar las actividades propuestas, tales como video, juegos, tarjetas de actividades, naipes y otros. 6. Contenido de las Sesiones
  • 18. 18PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS 7. Evaluación del Taller Para finalizar el trabajo, la metodología propuesta necesita y requiere ser evalua-da, sobre la base de los objetivos y de los resultados del trabajo con las familias. Para ello, le proponemos al monitor una evaluación «tipo», que se aplicará al final del taller, y que debe ser respondida por los participantes. Esta información servirá como retroa-limentación para futuros talleres, y la revisión de los propios contenidos. (Anexo VI). También se propone una pauta de autoevaluación o pauta de trabajo para el monitor, para que él o ella pueda registrar las principales fortalezas y obstáculos que se presentaron luego de cada sesión, y una pauta de evaluación al finalizar el progra-ma. (Anexo VI). III. PROGRAMACIÓN DEL TALLER En cada sesión se trabaja con un factor protector relacionado a la prevención. Las sesiones se desarrollan mediante una metodología activa y dinámica, rescatando las experiencias y los recursos personales y sociales de la familia para abordar esta problemática. Las sesiones se organizan a través de actividades lúdico-participativas y reflexiones grupales. También se cuenta con una ficha complementaria que contiene información rele-vante para el monitor, la cual puede consultar y así estar mejor preparado para desa-rrollar el taller. El programa incorpora un módulo de evaluación para ser aplicado al finalizar el total de sesiones que se determine como necesarias para el grupo, además de una pauta de evaluación sesión por sesión. El monitor podrá organizar el taller con 7 sesiones básicas, pudiendo selec-cionar las que considere pertinentes en función de las características del grupo con que trabajará, los objetivos planteados para ese grupo y el tiempo que dis-ponga. Se contemplan dos sesiones adicionales (sesión 8 y sesión 9) para abordar la problemática de las familias que están expuestas a un mayor riesgo, por estar insertas en un ambiente de mayor prevalencia de consumo y, por tanto, de mayor presión social a consumir drogas. La sesión número 10 está dirigida a aquellas familias que tienen niños en etapa parvularia y/o escolar y puede ser aplicada en vez de la sesión 5: adolescencia y drogas, y sesión 6: normas y límites.
  • 19. PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS 19 Al programar el trabajo de las sesiones, es necesario que el monitor tome en consideración las características del grupo, sus objetivos, los recursos y el tiempo disponibles. Sin embargo, es importante respetar, en lo posible, la secuencialidad su-gerida, ya que la metodología va recogiendo y profundizando los contenidos y factores protectores vistos en sesiones anteriores. Es importante tomar en cuenta el lugar donde se realicen las sesiones. Se re-quiere un lugar tranquilo, sin ruido, ventilado, que tenga la posibilidad de mover las sillas y mesas, con un pizarrón o algo donde se puedan anotar ciertas cosas. Por las características de las actividades, el tema a tratar y la metodología, se recomienda que los grupos no sean mayores de 15 personas, ya que de lo contrario se pierde la riqueza de las actividades y la participación. El programa puede ser desarrollado como un taller diario, semanal, quincenal o mensual. Sin embargo, se ha comprobado en experiencias similares que mientras más tiempo pase entre sesión y sesión, menor es la efectividad en los resultados, ya que el clima, y la confianza generados en las sesiones se pierde si pasa mucho tiempo entre ellas. Estructura de las sesiones Cada sesión tiene la misma estructura NOMBRE DE LA SESIÓN OBJETIVOS MOTIVACIÓN DESARROLLO Actividades sugeridas Objetivos de cada actividad Instrucción de cada actividad Compartiendo experiencias Ideas fuerza CIERRE Qué aprendimos hoy Reflexión para la Casa FICHA COMPLEMENTARIA
  • 20. 20PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS El monitor inicia la sesión con el planteamiento de los objetivos de ella, y recoge el trabajo desarrollado por los participantes en sus casas, el cual fue sugerido en la sesión anterior. Cada participante comenta acerca de la aplicación de lo tratado en la reunión anterior. El monitor recoge esa experiencia, la integra con el tema de la presente re-unión, realiza la motivación e introduce el siguiente tema. Luego, el monitor presenta las actividades, explicando con claridad el objetivo y las instrucciones, para que los participantes desarrollen cada actividad. Una vez terminada la actividad, el monitor deja un espacio para recoger las experiencias y opiniones de los participantes y promueve la reflexión sobre el tema, estimulando a que los participantes realicen una síntesis de lo discutido. Notas al Monitor/a. Son aspectos importantes que debe tener en cuenta al momento de realizar la actividad o dar una ins-trucción. Sugerencias al Monitor /a. Se refieren a conductas o ac-titudes, y pueden o no incluir-se en las actividades, depen-diendo de las características particulares de cada grupo. El monitor debe integrar lo destacado por los participantes y reforzar, a modo de cierre, siguiendo las ideas fuerza. Las sesiones concluyen con una tarea o reflexión para la casa, que en algunos casos pretende reforzar los contenidos entregados du-rante las actividades y en otras introduce el trabajo para la próxima sesión. El monitor entregará al principio del programa a cada participante un «Cuaderni-llo para la familia», el cual contiene información que apoya el desarrollo de las sesio-nes. El objetivo de este material es que las familias puedan reforzar ciertos conceptos e ideas fuerza, y facilitar el trabajo de las sesiones. También se propone una pauta de autoevaluación o pauta de trabajo para el monitor, con el fin de registrar las principales fortalezas y obstáculos que se presentaron luego de cada sesión, y una pauta de evaluación al finalizar el programa. (Anexo VI).
  • 21. PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS 21 IV. ROL Y CARACTERÍSTICAS DEL MONITOR Y/O MONITORA El monitor es la persona encargada de conducir y motivar las sesiones. Su prin-cipal función, es la de facilitar el desarrollo de los objetivos del programa a través de potenciar los factores protectores del consumo de drogas presentes en las familias participantes. El taller está concebido para ser aplicado por monitores capacitados específicamente para aplicar este programa, y que cuenten con experiencia de trabajo con grupos. Características del Monitor y/o Monitora El monitor o monitora, en su rol de facilitador, es importante que cuente con las siguientes características: • ser dinámico; • flexible, es decir, tener la capacidad de adaptar el lenguaje y el programa a las características y necesidades del grupo; • presentar habilidades de conducción de grupos y experiencia de trabajo con ellos; • tener una postura de clara oposición al consumo de drogas y contar con los conocimientos básicos en el tema. Función del Monitor y/o la Monitora La función del monitor/a es generar una reflexión entre los miembros del grupo en torno a los objetivos de la sesión. Es importante que el monitor prepare con anterioridad cada sesión, y adapte, modifique o complemente cada una de las actividades a las necesidades del grupo, al contexto en que se está aplicando y a los recursos disponibles. Las actividades que se indican constituyen sugerencias adecuadas para el logro de los objetivos, pero pueden ser cambiadas por otras según su pertinencia a cada grupo particular. Se debe tener especial cuidado con el análisis de problemas, ya que es muy importante contextualizarlos a cada realidad. Al diagnosticar las familias con que trabajará, el monitor debe tener claro que este es un programa de prevención, no de tratamiento. Es decir, para familias que no presentan consumo evidente o grave.
  • 22. 22PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS El programa no está diseñado para realizar apoyo especializado a personas con abuso y dependencia de drogas. El monitor debe referir a un especialista y/o consultorio correspondiente en el caso que se presente una familia con consumo frecuente. Si requiere mayor orientación puede recurrir al Fonodrogas (188 800 100 800), que cuenta con especialistas para orientar la forma de enfrentar el problema y dónde debe derivarse, o también puede acudir al PREVIENE de la comuna. Recomendaciones Metodológicas para el Monitor y/o Monitora del Programa a) Leer el manual con anticipación y responder a los objetivos del taller, princi-palmente adecuándose a los tiempos disponibles, necesidades de apoyo solicita-do, y a la etapa de vida en que está el grupo de participantes. b) Considerar que los participantes son adultos que ya tienen una experiencia y aprendizajes con relación al tema. El monitor debe comenzar por rescatar la experiencia y conocimientos que tiene la familia sobre el tema, promoviendo la reflexión y orientando hacia el desarrollo de los objetivos planteados. c) Ser específico en abordar esta temática. Es importante tener siempre claro que se trata de un programa de prevención del consumo de drogas, e ir asociando los diferentes testimonios y experiencias al tema de las drogas. d) Fortalecer las competencias de las familias desde el contexto de cada cual, res-catando sus cualidades y potenciando sus recursos personales y sociales. Este taller pretende fortalecer las herramientas familiares para el desarrollo de factores protectores frente al consumo de drogas, o la detección precoz de consumo, espe-cialmente en la adolescencia de alguno/s de sus miembros. e) Considerar el contexto en que se desenvuelve la familia. Cada familia vive dentro de un contexto, que afecta estrechamente la vida familiar. El programa pre-ventivo se inicia con un diagnóstico del problema del consumo de drogas en ese contexto, las atribuciones de significado sobre el consumo, estilos educativos y de vida imperantes, tipos y modos de hacer familia, etc. f) No culpabilizar. El fenómeno de la drogodependencia es muy complejo. En él están implicados muchos elementos, no hay una sola causa ni una sola solución. Si aparece un problema de drogas, las familias no tienen que sentirse culpables. Toda la responsabilidad no está en ellos, pero sí tienen que extraer las conse-cuencias necesarias para enfrentar la situación e implicarse en la solución del problema.
  • 23. PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS 23 g) El problema de las drogas puede afectar a cualquiera. Sensibilizar acerca de que los consumidores y abusadores de drogas no siempre tienen una familia con problemas, sino que también hay otros motivos que inciden, tales como la bús-queda de sensaciones, la falta de habilidades sociales, etc. Por lo tanto, todos estamos expuestos a que un hijo/a se inicie en el consumo, y se requiere desarro-llar una actitud atenta y vigilante. Si ocurre el consumo, se debe enfrentar el tema y comprometerse en su solución. h) Formar para detectar consumo e intervenir precozmente. Todos estamos ex-puestos y tenemos actualmente alguna relación con el consumo de drogas, ya sea en forma directa, o por la presencia de un familiar o amigos que sufren el problema. Por lo tanto, es necesario abordarlo, detectarlo y contener el problema a tiempo, cuando es más fácil solucionarlo. i) Tener en cuenta que hay varios modos de educar. Cada familia tiene que encontrar su propio estilo educativo. Sí podemos agregar que cualquier familia puede mejorar su funcionamiento y que en toda familia se puede hacer algo para educar con más eficiencia. Los materiales, las actividades y en general el programa están diseñados para que el monitor y/o monitora pueda desplegar estas funciones y para que las familias pue-dan aportar sus recursos en la construcción del conocimiento y el desarrollo de los factores protectores frente al consumo de drogas.
  • 24. 24PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS V. DESARROLLO DE LAS SESIONES Sesión 1: Familia y Drogas Asisten padres, madres hijos (as) y/o adultos significativos OBJETIVOS • Sensibilizar acerca de la importancia de la familia como factor protector frente al consumo de drogas. • Identificar algunos factores de protección y de riesgo del medio que influyen en el consumo de drogas. Tiempo: 20 min. MOTIVACIÓN Contextualización y descripción del programa Comienza la reunión sensibilizando a los participantes acerca de la importan-cia de abordar esta temática entre padres e hijos, y del rol que juega la familia como soporte y factor protector frente a este problema y muchos otros, haciendo mención a la siguiente realidad. «El uso de drogas es un fenómeno global que afecta a todos los sectores de nuestra sociedad. Es un problema social que va en aumento, ya que cada día hay más personas que consumen, mayor variedad y mayor facilidad de acceder a las drogas». Los últimos estudios realizados en escolares de todo el país muestran tenden-cias al aumento del consumo en general, a edades más tempranas, especial-mente entre los jóvenes de octavo básico a cuarto medio. En estos estudios que-da en evidencia la importancia de la familia para prevenir el consumo de drogas. Cuando los hijos perciben que sus padres se involucran en sus vidas, y tienen una actitud clara de oposición al consumo de éstas, tienden a evitar hacerlo.
  • 25. PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS 25 Nota al Monitor/a. Conversar estos temas con el grupo. Usar el Anexo II de este Manual para explicarlo con tus propias palabras. Pue-des utilizar estos datos luego de la actividad 2 (video). Descripción del taller Entregar una breve descripción del programa, señalando el número de sesio-nes que trabajarán, el tiempo que durarán las sesiones, los temas que tratarán (adolescencia, factores protectores de la familia, factores de riesgo del medio, las drogas y sus efectos, cómo poner normas y límites, comunicación, etc.) y los objetivos generales del trabajo preventivo del taller. Se puede hacer un esquema con el número de sesiones, objetivos, horarios, metodología, etc. y presentarlo como parte de esta descripción. Reforzar la importancia de la participación de ellos como familia en el taller, destacando el hecho de que estar reunidos hoy constituye un factor protector en sí mismo.
  • 26. 26PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS Información de Apoyo 1 Un estudio reciente con escolares en Chile acerca del consumo de drogas destaca que: • Uno de cada cuatro estudiantes de octavo básico a cuarto medio declara haber consumido alguna droga ilícita en su vida. • Alrededor de los 14 años es la edad promedio de inicio de los jóvenes en el consumo de drogas ilícitas. • Cuando la persona se inicia temprano en el consumo de drogas, aumen-ta la probabilidad de ser dependiente y los efectos negativos de su con-sumo. • Hombres y mujeres jóvenes tienden a igualar su consumo. • El consumo de drogas es similar en alumnos de colegios municipaliza-dos, particulares subvencionados y privados. • Un tercio de los estudiantes no percibe mayor riesgo en el uso regular de marihuana. • La mitad de los estudiantes secundarios dice que le resultaría fácil con-seguir drogas ilícitas. • Cuando los amigos consumen drogas aumenta la probabilidad de consu-mo (factor de riesgo). • A un gran número de jóvenes de los distintos niveles socioeconómicos le han ofrecido drogas el último tiempo (31,8% en el último año). • Entre los sitios donde les ofrecen drogas, el primer lugar lo ocupan fiestas, discotecas, y recitales o estadios, seguido de los alrededores de la casa. • Cuando hay personas en la casa que consumen drogas aumenta la pro-babilidad de consumo. • Un tercio de los jóvenes manifiesta consumir alcohol los fines de semana. • Los jóvenes tienden a consumir gran cantidad de alcohol los fines de semana. • El consumo de tabaco y alcohol sirve de puerta de entrada para las dro-gas ilícitas. De los consumidores de marihuana, la mayoría consumió alcohol previamente. • Los accidentes juveniles suelen ser bajo efectos de alcohol y marihuana. • Los hijos de padres que supervisan, conocen y comparten las activida-des que éstos realizan, consumen significativamente menos. 1 IV Estudio Escolar 2001, CONACE 2002. Estudio de Población General CONACE 2000.
  • 27. PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS 27 DESARROLLO ACTIVIDAD 1 Presentación «Cruzada» Objetivo Tiempo: 30 min. Crear un clima de cercanía y de conocimien-to mutuo entre los miembros del grupo. Instrucciones Indicar a los participantes que se junten en pareja. Ojalá padres o madres con hijos/as. Luego, pedir a cada uno que se presente a su pareja como si no se conocieran, respondien-do las siguientes preguntas: • Nombre, edad, actividad. • Lo que más me gusta de mí es... • Lo más característico de mí es... • Estoy en el taller porque... A continuación, pide a los hijos/as que pre-senten a sus padres al grupo general, y que los padres presenten a sus hijos como si fue-ran ellos, hablando en primera persona, des-tacando los principales rasgos mencionados. Sugerencia al Monitor/a. Es importante tener presen-te que se trata de la primera reunión, por lo tanto es ne-cesario dar el espacio para conocerse. Puede ayudar al grupo y al monitor que cada participante tenga un distin-tivo con su nombre escrito en la solapa, de modo de fa-cilitar el proceso de identifi-cación y conocimiento. Aun cuando se conozcan en-tre sí, el ejercicio genera la capacidad de poder escu-char al otro en aspectos im-portantes tales como: «lo que más me gusta de mí», «lo que más me caracteriza», etc. lo que desarrolla la ca-pacidad de autorreflexión.
  • 28. 28PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS Tiempo: 40 min. Presentación del Video Duración del video: 11 min. El video «La iniciación» trata de un jo-ven que cumple 16 años y para cele-brarlo decide reunirse con el grupo de «carrete» de su único amigo. Expone el tema del inicio en el consumo, de la presión del grupo, de aprender a decir que no, de la ansiedad y habilidades en torno a las relaciones sociales, la disponibilidad de drogas, específica-mente pasta base, y de las relaciones familiares. Sugerencia al Monitor/a. Revisar la cartilla del video. Es importante sensibilizar y promover la reflexión en as-pectos tales como: primer consumo, microtráfico, fac-tores de riesgo, presión del grupo, consumo de alcohol, relaciones familiares y so-ciabilidad del adolescente, los cuales aparecen en el video. En el video aparece otro documental «Regreso a la li-bertad », que contiene una serie de testimonios de per-sonas que están en trata-miento para rehabilitarse. Este puede ser exhibido en otra sesión para reforzar al-gún contenido. ACTIVIDAD 2 Exposición del video «La iniciación» Objetivo Sensibilizar al grupo sobre el problema del consumo de drogas que afecta a los jóvenes como fenómeno social. Identificar factores de riesgo y protección generales. Instrucciones Distribuye a las personas de manera que todos puedan ver con claridad el video.
  • 29. PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS 29 Compartiendo Experiencias Una vez que todos han visto el video, el moni-tor/ a solicita a los participantes que expresen sus impresiones y reacciones, y que lo aso-cien a diversas situaciones que les toca en-frentar. Es importante generar el espacio para que todos los participantes compartan sus senti-mientos y opiniones. Procurar que la reflexión no se centre sólo en la historia del video, sino que lo puedan extrapolar a la realidad del gru-po, que no analicen sólo lo «mal amigo que era», la sobre protección de la madre, sino también los factores protectores que debiera tener un joven como Pato al enfrentarse a una situación como la del video. Para iniciar la conversación se puede invitar a los participantes a responder las siguientes preguntas: • ¿Qué les pasó al ver el video? Sensacio-nes, temores, sentimientos, etc. • ¿Cuáles son las situaciones protectoras y de riesgo que se presentan en la historia? • ¿Qué podría haber hecho la familia, la es-cuela y/o los amigos para proteger al joven y reducir los riesgos? Es necesario destacar los comentarios y conclusiones entregados por las fa-milias en relación a las ideas fuerza. Sugerencia al Monitor/a. Puedes ir anotando los ries-gos que nombren los parti-cipantes, y luego asociarlos con un factor protector. Revisar el Anexo I para re-forzar tus conocimientos. Es importante registrar lo que para este grupo parti-cular constituyen factores de riesgo y protección. Esta actividad puede ser una buena herramienta diag-nóstica para tener en men-te las necesidades del gru-po a lo largo del programa.
  • 30. 30PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS Ideas fuerza • La familia es fundamental para prevenir el consumo de dro-gas en los hijos e hijas. • Es importante anticiparse a la aparición de posibles proble-mas asociados al consumo de drogas, involucrándose en el mundo de los jóvenes (conocer los amigos, actividades, ta-reas, pasatiempos, etc.). • Todas las familias poseen recursos preventivos, y es posi-ble potenciarlos y desarrollar otros. CIERRE Preguntar al grupo: ¿Cuáles son las ideas aprendidas hoy? Puedes anotarlas en el pizarrón, y sugerir a los participantes que las anoten. A partir de lo dicho por las familias, completar algunos conceptos, si es nece-sario, con las ideas de la ficha complementaria. Finalmente, explicar a los participantes que el resto de las dudas e inquietudes que tengan y hayan surgido hoy, se irán aclarando a lo largo del programa en las diferentes sesiones. Reflexión para la Casa «Conociendo el Mundo de Nuestros Hijos». Proponer a las familias que conversen o compartan experiencias en su casa acerca de sus principales preocupaciones respecto de lo que viven los jóve-nes. Para promover y facilitar la reflexión se puede proponer a las familias que respondan las preguntas sugeridas a continuación: • ¿Cómo es el mundo de nuestros hijos/as con relación a su grupo de amigos, los panoramas que realizan, fiestas, carretes, el barrio, etc.? • ¿Qué influencias sociales podemos identificar en el medio que los ro-dean que pueden estar afectando a nuestros hijos/as, especialmente en el tema de consumo de drogas?
  • 31. PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS 31 FICHA COMPLEMENTARIA PARA EL MONITOR Ô Concepto de droga. Droga es toda sustancia que, introduci-da en el organismo, produce cambios en la percepción, en las emociones, el juicio o el comportamiento y es susceptible de generar en el usuario una necesidad de seguir consumiéndo-la (ver Anexo II). Existen drogas lícitas (tabaco y alcohol) e ilícitas (marihua-na, pasta base, coca, éxtasis, solventes volátiles, heroína, etc.). Ô Factores protectores y de riesgo. «Todos aquellos elemen-tos que, en constante interacción, pueden contribuir a reducir o aumentar las probabilidades de que aparezcan problemas relacionados con las drogas» (ver Anexo I). Ô Existen factores protectores y de riesgo relacionados a las ca-racterísticas personales, al tipo de droga que se consume, al contexto cercano de la persona (el barrio, la escuela, el traba-jo, la familia, etc.) y al entorno sociocultural (las leyes del país, la cultura con respecto a las drogas, la publicidad, la historia del país, etc.), que se combinan de manera particular en cada persona (ver Anexo I). Ô El último estudio de drogas de CONACE año 2002 muestra la im-portancia de la familia a nivel esco-lar como factor protector al consu-mo. Padres cercanos e involucra-dos en la vida de sus hijos e hijas los protegen, en promedio, tres ve-ces más del consumo de drogas, que padres no involucrados en la vida, educación, hábitos y amigos de sus hijos/as (ver Introducción). Nota al Monitor/a. Revisar el Anexo VI (pau-ta para evaluación sesión por sesión) y hacer una evaluación de lo que fue la sesión de hoy. Ello ser-virá para futuras aplica-ciones y para la evalua-ción final del programa.
  • 32. 32PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS Sesión 2: Mitos y Realidades Asisten padres, madres hijos (as) y/o adultos significativos OBJETIVOS • Reflexionar acerca de los principales mitos asociados al con-sumo de drogas, y contrarrestar con evidencias científicas al respecto. • Informar sobre los efectos del consumo de drogas, de manera de aumentar la percepción de riesgo de consumo en jóvenes y adultos. MOTIVACIÓN Tiempo: 20 min. Pedir a los participantes que recuerden o comenten los resultados de la re-flexión en la casa, entregado como tema en la sesión anterior. Dejar que opinen libremente durante unos minutos. Recordar los principales aspectos de la sesión anterior y explicar que un factor de riesgo importante en el consumo de drogas es la falta de información o las falsas creencias respecto a los efectos que las diferentes drogas producen. Explicar que los mitos acerca de las drogas parten de ciertos supuestos falsos, y pueden llevar a las personas a experimentar el consumo buscando efectos o consecuencias irreales. Para aclarar algunos de los mitos más frecuentes y los efectos de las diferen-tes drogas, invítalos a participar en un juego.
  • 33. PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS 33 DESARROLLO Tiempo: 1 hora ACTIVIDAD Juego: «Y tú, ¿qué piensas?» Objetivos: • Adquirir información sobre las drogas. • Reflexionar críticamente en grupo acerca de dichas informaciones. Este juego se dirige a familias, es decir, adultos significativos, padre y/o madre y algún hijo/a en edad juvenil. Materiales: • Reloj. • Ver material de juego, set de naipes: Mitos y Realidades. • Lápiz y papel o papelógrafo para anotar los puntajes. Instrucciones Este material está diseñado para ser jugado en dos equipos contrarios. Se divide al total de participantes en dos grupos. El juego con-siste en sacar una tarjeta con una afirmación, y contestar si esta afirmación es verdadera o falsa, y justificar por qué. Se asigna un tiem-po límite para cada respuesta. 1. Los dos equipos eligen un representante que hará el rol de árbitro (este papel también lo puede jugar el monitor). 2. Tiran una moneda al aire para decidir quién comienza. 3. Un jugador representante del grupo A saca una tarjeta y se la pasa al árbitro sin mirarla. 4. El árbitro lee en voz alta la afirmación de la tarjeta, y termina la lectura diciendo: ¿verdadero o falso? Y pone a andar el reloj. Nota al Monitor/a. El juego consta de muchas tarjetas. Selecciona aquellas que consideres más adecua-das para el grupo con que trabajarás, según el lengua-je que manejan, sus necesi-dades y su realidad comuni-taria. Para ello has tenido la sesión anterior, como diag-nóstico de los problemas o los riesgos que viven, en re-lación a los tipos de drogas y las formas de consumo. Si los participantes no entien-den alguna afirmación o res-puesta de las tarjetas, expli-ca con tus propias palabras ayudándote con el Anexo II del Manual.
  • 34. 34PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS 5. Los integrantes del equipo A discuten la afirmación, se ponen de acuerdo y el representante del equipo A que sacó la tarjeta responde por el grupo, todo dentro del tiempo estipulado. 6. El árbitro contrarresta esta respuesta con la respuesta escrita en la tarje-ta y decide si está correcta o incorrecta. Si está correcta, el grupo A gana 1 punto y continúa jugando, pidiendo a otro representante que saque otra tarjeta, y se repite el procedimiento. 7. Si la respuesta del grupo A es incorrecta o incompleta, el árbitro le cede el turno al grupo B, que puede responder la pregunta en el tiempo del reloj. Si el grupo B contesta correctamente, gana medio punto, le quita el turno al grupo A, y saca una nueva tarjeta, con los mismos pasos de 3 a 6. 8. Si ninguno de los grupos contesta correc-tamente, el árbitro lee la respuesta correc-ta con detención y le entrega el turno al grupo opuesto al que sacó la tarjeta. (Si A había sacado la tarjeta que no pudieron responder, le toca a B sacar tarjeta, y vice-versa). El juego termina cuando se hayan acaba-do las tarjetas seleccionadas por el moni-tor o cuando ha pasado 1 hora de tiempo. El equipo que tiene más puntaje es el ga-nador. Sugerencia al Monitor/a. Se recomienda entregar un premio simbólico al equipo ganador, que esté de acuer-do a la realidad de su grupo. Por ejemplo, que el equipo perdedor le haga un saludo al ganador, que el equipo ga-nador le pida una penitencia al perdedor, o el monitor pue-de traer un diploma o distin-tivo y entregarlo al grupo ganador. Ideas Fuerza • Conversar el tema de las drogas, abierta y directamente, in-formados acerca de los efectos y consecuencias de cada una, permite tener alternativas para decir que no. De ahí la impor-tancia de desmitificar algunas creencias populares que alte-ran la realidad sobre las drogas y sus efectos. • Si se cuenta con información real y científica, se ayuda a tomar decisiones en forma responsable.
  • 35. PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS 35 TARJETAS MITOS Y REALIDADES AFIRMACIÓN: FUMAR CIGARRILLOS NO ES TAN PELIGROSO COMO DICE LA GENTE. ¿Verdadero o falso? FALSO: La mayoría de los expertos en salud afirman que fumar cigarrillos es una de las causas más serias de muerte e invalidez en este país. AFIRMACIÓN: LOS FUMADORES DE TABACO SON CADA DÍA MENOS ACEPTA-DOS POR LAS DEMÁS PERSONAS Y EN LUGARES PÚBLICOS. ¿Verdadero o falso? VERDADERO AFIRMACIÓN: LA NICOTINA QUE CONTIENE EL CIGARRILLO PRODUCE DEPENDENCIA. ¿Verdadero o falso? VERDADERO AFIRMACIÓN: UNA PEQUEÑA CANTIDAD DE ALCOHOL PONE MÁS LENTA NUES-TRA CAPACIDAD DE PENSAR Y TOMAR DECISIONES. TAMBIÉN HACE QUE LA GENTE SE PONGA MÁS ATREVIDA QUE DE COS-TUMBRE Y SE ARRIESGUE MÁS DE LA CUENTA. ¿Verdadero o falso? VERDADERO AFIRMACIÓN: BEBER MUCHO TIENE MÁS O MENOS LOS MISMOS EFECTOS QUE BEBER UN POCO. ¿Verdadero o falso? FALSO: Aun cuando depende de cada organismo, mucho alcohol en la sangre tiene efectos más fuertes que poco alcohol. Pone más lentas las funciones del cere-bro y del sistema nervioso, produce aturdimiento, disminuye la coordinación y el tiempo para reaccionar, dificulta el hablar, caminar y mantenerse alerta y puede intoxicar el cuerpo y la sangre. AFIRMACIÓN: EL ALCOHOL NOS PONE BUENA ONDA, RELAJADOS... ¿Verdadero o falso? FALSO: Además de varios efectos, hay personas que al beber se ponen violentos, sobre todo cuando llevan buen tiempo consumiendo, en vez de estar más tranquilos, están más agresivos, se ponen gruñones, se sienten perseguidos, etc. El alcohol afecta las funciones del cerebro.
  • 36. 36PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS AFIRMACIÓN: MUCHA GENTE NO BEBE, Y SI LO HACE, ES SÓLO DE VEZ EN CUANDO. PORQUE NO LES GUSTA EL SABOR, NO LES GUSTA ENGORDAR, ES CONTRARIO A SUS VALORES RELIGIOSOS, ES ILEGAL, QUIEREN MANTENER SU CONTROL, QUIEREN PENSAR CLARAMENTE. ¿Verdadero o falso? VERDADERO AFIRMACIÓN: PARA PASARLO BIEN, HAY QUE BEBER ALCOHOL. ¿Verdadero o falso? FALSO: El alcohol produce una «buena onda» temporal. Con el alcohol, la «buena onda» o sentirse bien producto del mismo, se termina cuando se acaba el efecto. Este período de «buena onda» es seguido por uno de «mala», donde las personas generalmente se sienten cansadas, deprimidas y nerviosas. La mejor forma de estar en «buena onda» es de manera natural, a través de ejercicios, deportes, baile, música, el arte, logros, oraciones, meditación, amis-tad y el amor, entre otros. AFIRMACIÓN: HAY QUE TENER «BUENA CABEZA» PARA TOMAR GRAN CANTIDAD DE ALCOHOL Y NO «CURARSE». ¿Verdadero o falso? FALSO: Como con las drogas, mientras más alcohol bebemos, más cuesta obtener los mismos efectos. Ello sucede porque nuestro organismo generalmente se vuelve tolerante al alcohol, es decir, se acostumbra. Mientras más tolerancia o acostumbramiento al alcohol, mayor es la dependencia al mismo. Por eso, contrariamente a lo que popularmente se cree, que no emborracharse es ser muy «macho» o muy «chora», sólo es un signo de que el organismo ha desa-rrollado una mayor tolerancia al alcohol. AFIRMACIÓN: MI AMIGO CREERÁ QUE SOY UN «PERNO» SI NO CONSUMO ALCOHOL. ¿Verdadero o falso? FALSO: Aquí hay un secreto: la mayoría de las personas no se da cuenta de cuánto han bebido los otros y ni siquiera lo que están bebiendo. Tus amigos te respe-tarán si dices honesta y abiertamente que no. AFIRMACIÓN: EL ALCOHOL NO ES UNA DROGA. ¿Verdadero o falso? FALSO: El alcohol sí es una droga que afecta nuestros sentidos, nuestra coordina-ción, y la capacidad de pensar claramente, entre otras cosas. El alcohol es un depresor del sistema nervioso central y produce la disminución de una serie de funciones asociadas al cerebro, tales como adormecimiento de los senti-dos, descoordinación motora, disminución de la capacidad de reacción, desinhibición o pérdida del control, pérdida de la memoria de corto plazo, aumento de la presión arterial, entre otros efectos.
  • 37. PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS 37 AFIRMACIÓN: LA VENTA Y EL CONSUMO DE ALCOHOL ES LEGAL ANTES DE LOS 18 AÑOS. ¿Verdadero o falso? FALSO: El alcohol es una droga ilegal antes de los 18 años, debido a que sus efectos y consecuencias se intensifican en edades tempranas. Beber alcohol en forma desmesurada, a cualquier edad, expone a situaciones riesgosas. AFIRMACIÓN: UNA CERVECITA NO HACE NADA... ¿Verdadero o falso? FALSO: Los efectos de cualquier bebida alcohólica en el organismo varían de acuerdo a una serie de factores, tales como peso, edad, haber comido algo o no, facto-res genéticos, etc. Una cerveza puede llegar a emborrachar a una persona dependiendo de sus características personales y las circunstancias situacionales en que la bebe. Conducir, por ejemplo, bajo efectos de una cerveza, altera los reflejos y puede causar accidentes, con riesgos tanto para el conductor como para los otros. AFIRMACIÓN: BEBER ALCOHOL TE AYUDA A DORMIR MEJOR. ¿Verdadero o falso? FALSO: Beber mucho alcohol puede ocurrir que se duerma más, pero no mejor. Como con todas las drogas depresivas, no pone en un estado de sueño relajado y descansado. El tipo de sueño producto del alcohol no es el mismo que el sue-ño normal. Tenderá a despertarse cansado, gruñón y nervioso. El alcohol (y los tranquilizantes) disminuye la capacidad del cerebro de soñar. Las perso-nas que beben habitualmente se sienten cansadas y de mal genio porque no están durmiendo bien. AFIRMACIÓN: TODOS LO PASAMOS BIEN CUANDO NOS EMBORRACHAMOS. ¿Verdadero o falso? FALSO: El alcohol desinhibe los impulsos, disminuye los reflejos y pone «lento» al que bebe. Al principio puede parecer divertido emborracharse, pero generalmente lleva a comportarte en forma inadecuada, a veces grosera o desinhibida, poco considerada con otros, expone a situaciones que no puede manejar. Altera el funcionamiento normal del organismo provocando vómitos, mareos, etc., de tal forma que al día siguiente produce «resaca» (dolor de cabeza y/o estóma-go, sed, poca tolerancia a los estímulos ambientales, etc.). AFIRMACIÓN: LA CERVEZA CON ALCOHOL CURA EL RESFRIADO. ¿Verdadero o falso? FALSO: El limón tiene vitamina C, y la cerveza actúa como diurético al ser líquido con alcohol. Quizás en esos principios se funda la creencia, pero lo cierto es que el alcohol que tiene la cerveza, en una persona enferma puede producirle más efecto que lo común, y hacerla sentirse mareada, somnolienta, con dolor de cabeza, atontada, etc., debido a los efectos depresores del alcohol en el siste-ma nervioso, todo lo cual le puede hacer peor para el resfriado.
  • 38. 38PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS AFIRMACIÓN: ALGUIEN QUE SE CURA SOLAMENTE LOS FINES DE SEMANA, CORRE RIESGO DE LLEGAR A SER ENFERMO ALCOHÓLICO. ¿Verdadero o falso? VERDADERO AFIRMACIÓN: UNA INTOXICACIÓN GRAVE CON ALCOHOL PUEDE PRODUCIR UN PARO CARDIACO Y LA MUERTE. ¿Verdadero o falso? VERDADERO AFIRMACIÓN: LA MARIHUANA NO HACE DAÑO PERMANENTE AL ORGANISMO. ¿Verdadero o falso? FALSO: Algunos de los efectos de la marihuana pueden ser permanentes. El humo de la marihuana contiene monóxido de carbono y alquitrán, y produce el mismo tipo de problemas que fumar cigarrillos. Por ej., puede incidir en nuestra respi-ración. Y los científicos piensan que, al igual que los cigarrillos, fumar marihua-na regularmente por muchos años puede causar cierto tipo de cáncer. AFIRMACIÓN: LA MARIHUANA ALTERA LA MEMORIA EN EL CORTO PLAZO ASÍ COMO EL SENTIDO DEL TIEMPO, TAMBIÉN REDUCE LA HABILIDAD DE REALIZAR TAREAS QUE REQUIEREN CONCENTRACIÓN, REAC-CIONES RÁPIDAS Y COORDINACIÓN (PARA CONDUCIR). ¿Verdadero o falso? VERDADERO AFIRMACIÓN: LA MARIHUANA ES UNA PLANTA NATURAL... ¿Verdadero o falso? FALSO: La marihuana de que se dispone hoy es diez veces más potente que la mari-huana de que se disponía en 1975 y contiene químicos para aumentar su efec-to. Esta potencia aumenta los daños del uso regular de marihuana, y agrega otros efectos dañinos, producto del benceno, kerosene, y otros químicos que usan los traficantes para prensarla y contrabandearla mejor. Aun cuando la marihuana se extrae de una planta llamada Cannabis Sativa, ésta contiene más de 400 químicos entre los cuales se encuentra el llamado THC, compo-nente alucinógeno (desorganiza el cerebro produciendo alucinaciones). La can-tidad de THC varía según el tipo de planta, el clima y la calidad de la tierra. Actualmente el THC que contiene la marihuana es mucho más poderoso.
  • 39. PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS 39 AFIRMACIÓN: LA MARIHUANA NO PRODUCE PROBLEMAS POR FUMARLA. ¿Verdadero o falso? FALSO: La marihuana produce dependencia, es decir, la persona que la consume frecuentemente necesita la droga para sentir, funcionar o realizar ciertas acti-vidades. Produce dificultades en la capacidad de aprendizaje y concentra-ción, alteraciones de la memoria, alteración del ánimo provocando el llamado «síndrome amotivacional», que consiste en que la persona va quedando en un estado de desinterés generalizado por todas aquellas cosas, intereses, relaciones o proyectos futuros; bronquitis crónica, alteración de las hormonas sexuales (puede provocar disminución de la cantidad y movilidad de los espermatozoides en el hombre, y altera el ciclo menstrual en la mujer). AFIRMACIÓN: LA MARIHUANA NO AFECTA EL CORAZÓN. ¿Verdadero o falso? FALSO: La marihuana puede acelerar el ritmo cardiaco hasta en un 50% de su ritmo normal, y puede causar dolor en el pecho en individuos que tienen mala circu-lación. AFIRMACIÓN: LA MARIHUANA NO AFECTA LOS PULMONES. ¿Verdadero o falso? FALSO: La marihuana afecta los pulmones porque el fumador la inhala y retiene en sus pulmones tanto como le sea posible, conteniendo el monóxido de carbono y alquitrán. Esto inflama los pulmones y produce más riesgo de contraer en-fermedades como la neumonía, bronquitis crónica, etc. AFIRMACIÓN: EL CONSUMO DE MARIHUANA EN LUGARES PÚBLICOS Y LUGA-RES PRIVADOS CONCERTADOS ES SANCIONADO POR LA LEY. ¿Verdadero o falso? VERDADERO AFIRMACIÓN: LA LEY NO SANCIONA A LAS PERSONAS QUE PORTAN MARIHUA-NA, PARA SU USO PERSONAL. ¿Verdadero o falso? FALSO: La ley chilena (19.366) sanciona a todas las personas que porten o tengan marihuana en lugares públicos o privados previamente concertados, para su consumo personal exclusivo y próximo en el tiempo. AFIRMACIÓN: MIENTRAS MÁS JOVEN SE COMIENCE A CONSUMIR MARIHUANA, MÁS PROBABILIDADES HAY DE QUE SE CONVIERTA EN DEPEN-DIENTE O ADICTO CUANDO MÁS GRANDE. ¿Verdadero o falso? VERDADERO
  • 40. 40PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS AFIRMACIÓN: LA MAYOR PARTE DE LOS JÓVENES CONSUME MARIHUANA. ¿Verdadero o falso? FALSO: El estudio de escolares realizado por CONACE demuestra que un 15% de los jóvenes entre 13 y 18 años ha consumido marihuana en el último año. (Estu-dio Nacional de Drogas en la Población Escolar en Chile, 2001. CONACE, 2002). Es la droga ilegal más consumida en Chile. AFIRMACIÓN: LA MARIHUANA RELAJA TU CUERPO. ¿Verdadero o falso? FALSO: La marihuana, al igual que el alcohol, tiene efectos de depresor sobre el orga-nismo (o sea, que enlentece el cuerpo, da sueño), además que es un alucinó-geno. En este caso, el organismo se «deprime» en respuesta a la droga, es decir, disminuye el nivel de funcionamiento normal del sistema nervioso cen-tral, pero una vez que se termina el efecto, el organismo debe retomar su funcionamiento normal, para lo que requiere un esfuerzo extra. Más que rela-jar, deprime o enlentece provocando desinterés general por las cosas («sín-drome amotivacional») y por otra parte, produce alucinaciones de los sentidos (se imaginan cosas, o se exageran otras). AFIRMACIÓN: LA MARIHUANA ES UNA DROGA BLANDA (QUE NO PRODUCE DEPENDENCIA). ¿Verdadero o falso? FALSO: No existe el concepto de droga blanda o dura, ya que se ha comprobado que todas las drogas producen dependencia de alguna manera, cuando se consu-men frecuentemente algunas, o pocas veces otras. La marihuana produce dependencia, tolerancia (se necesitan dosis cada vez más grandes para lo-grar los efectos iniciales) síndrome de abstinencia (síntomas físicos y psicoló-gicos desagradables producto de la falta de droga en el organismo) y conse-cuencias dañinas para la salud (pulmones, cerebro, corazón, etc). AFIRMACIÓN: LA MARIHUANA AYUDA A CONCENTRARSE. ¿Verdadero o falso? FALSO: La marihuana produce un estado de desorganización del cerebro, con altera-ción de los sentidos (generalmente maximiza el gusto, olfato y tacto) y altera la memoria a corto plazo, ya que es un desorganizador del sistema nervioso central. Por lo tanto, lo que se aprenda bajo el efecto de la marihuana costará retenerlo o reproducirlo posteriormente. Se ha comprobado que la marihuana afecta las células cerebrales especialmente del lóbulo frontal, que se relacio-nan con el razonamiento lógico-abstracto, las motivaciones o intereses de vida.
  • 41. PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS 41 AFIRMACIÓN: CONSUMIR COCAÍNA UNA VEZ NO TIENE RIESGOS. ¿Verdadero o falso? FALSO: La cocaína es una droga con alto poder adictivo, lo que combinado con las características personales implica un alto riesgo el probarla. En el últi-mo estudio de consumo en población escolar (año 2001) se comprobó que el 3.1% de los alumnos entre octavo básico y cuarto medio ha consu-mido cocaína en el último año, y un 5% la ha probado alguna vez. Esta tendencia va en aumento en comparación con estudios anteriores, y los traficantes cada vez la hacen más accesible a los jóvenes, mezclándola con otros químicos para hacerla más barata. La edad promedio de inicio del consumo de cocaína es a los 14,8 años. AFIRMACIÓN: LA COCAÍNA ES UN DEPRESIVO O TRANQUILIZANTE. ¿Verdadero o falso? FALSO: La cocaína es un poderoso estimulante del sistema nervioso central, que pro-voca sensación de energía, vigor, alerta y rendimiento físico, pérdida del ape-tito, aceleración del corazón y aumento de la presión sanguínea. Sin embar-go, esta sensación de potencia va acompañada de nerviosismo, aumento de la ansiedad, palpitaciones, donde las irregularidades del funcionamiento cardiaco podrían llegar a provocar arritmias e incluso a provocar un ataque. AFIRMACIÓN: LA COCAÍNA ES UN ESTIMULANTE DEL SISTEMA NERVIOSO CEN-TRAL CON ALTO PODER ADICTIVO. ¿Verdadero o falso? VERDADERO AFIRMACIÓN: SER DEPENDIENTE O ADICTO A LA PASTA BASE ES MÁS BARATO QUE SER ADICTO A OTRAS DROGAS. ¿Verdadero o falso? FALSO: Aún cuando una dosis individual de pasta base es barata, se necesitan mu-chas dosis seguidas para evitar la angustia que produce consumirla, que a la larga resulta más caro. La pasta base se obtiene de las hojas de coca a través de un proceso de maceración, anterior al proceso de la cocaína, y se mezcla con solventes como parafina, bencina, éter, ácido sulfúrico, etc. Los efectos de «alta» de la pasta base duran algunos segundos, luego de lo cual viene un fuerte bajón, acompañado de agresividad y ansiedad, tan intensas que por ello le llaman la «angustia». Si es o no barata no tiene gran importancia en relación al altísimo costo que su uso tiene para el organismo.
  • 42. 42PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS AFIRMACIÓN: LA PASTA BASE ES UNA DROGA MENOS DAÑINA QUE LA COCAÍNA. ¿Verdadero o falso? FALSO: Es una droga con alto poder adictivo, más tóxica aun que la cocaína, ya que contiene bencina, éter, parafina, ácido sulfúrico y otros químicos que agregan efectos nocivos para el organismo, con fuertes componentes que provoca angustia. AFIRMACIÓN: LA PASTA BASE ES UNA DROGA QUE CASI NO PRODUCE ADICCIÓN. ¿Verdadero o falso? FALSO: Cuando se consume pasta base, se puede convertir en adicto rápidamente. Su efecto agradable (excitante) dura pocos segundos, para caer rápidamente en un bajón tan angustioso que obliga a consumir más dosis rápidamente. AFIRMACIÓN: EL CONSUMO DE PASTA BASE POR PARTE DE LA EMBARAZADA AFECTA EL DESARROLLO Y CRECIMIENTO DEL RECIÉN NACIDO. ¿Verdadero o falso? VERDADERO AFIRMACIÓN: EL ÉXTASIS ES UNA DROGA QUE NO SE PRODUCE NI SE CONSUME EN CHILE. ¿Verdadero o falso? FALSO: El éxtasis es una droga que se puede producir en cualquier laboratorio clan-destino, puesto que es una mezcla de sustancias derivadas de las anfetami-nas. En Chile existe un 0.24% de la población en la Región Metropolitana que declara que la consume, según la última encuesta del CONACE IV Estudio Nacional sobre Drogas, abril 2002. AFIRMACIÓN: SOLVENTES VOLÁTILES SE LES LLAMA A UNA SERIE DE SUSTAN-CIAS QUÍMICAS QUE SON VOLÁTILES Y QUE SON INHALABLES COMO LOS BARNICES, ACETONA, TOLUENO, LACA, ESMALTES, ETC. ¿Verdadero o falso? VERDADERO AFIRMACIÓN: LOS INHALANTES PRODUCEN DAÑOS, PERO SON REVERSIBLES. ¿Verdadero o falso? FALSO: Los inhalantes tales como barnices, tolueno, lacas, etc. producen daños en las neuronas, los cuales son irreversibles, llevando lentamente a una dismi-nución de las capacidades mentales y atrofia del nervio óptico, entre otros.
  • 43. PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS 43 AFIRMACIÓN: ES DIFÍCIL SABER CUANDO UNA PERSONA HA CONSUMIDO AL-GÚN INHALANTE. ¿Verdadero o falso? FALSO: Los inhalantes actúan rápidamente como si fueran inyectados a la sangre. Los efectos de los inhalantes son: náuseas, estornudos, tos, hemorragias nasales, sensación y aspecto de cansancio, mal aliento, falta de coordinación y pérdida del apetito. AFIRMACIÓN: LOS INHALANTES PUEDEN PRODUCIR PARO CARDIACO. ¿Verdadero o Falso? VERDADERO AFIRMACIÓN: LAS SANCIONES A LAS QUE SE EXPONE UN CONSUMIDOR O QUIEN TENGA O PORTE DROGA EN LUGARES PÚBLICOS O CON-CERTADOS, SON POCO IMPORTANTES Y CASI NUNCA SE CUM-PLEN. ¿Verdadero o falso? FALSO: La ley sanciona el porte de dosis personal de droga con asistencia obligatoria a programas preventivos, multas mensuales o suspensión de licencia para conducir vehículos. AFIRMACIÓN: QUIENES TENGAN DROGAS ILÍCITAS (COMO MARIHUANA, COCAÍ- NA, PASTA BASE, Y OTRAS) EN SU PODER Y NO PUEDEN JUSTIFI-CAR QUE ESTÁN DESTINADAS PARA SU USO PERSONAL COME-TEN UN DELITO Y SE LOS SANCIONA CON PENAS QUE VAN DES-DE 5 AÑOS UN DÍA A 15 AÑOS DE CÁRCEL. ¿Verdadero o falso? VERDADERO AFIRMACIÓN: DEJAR LAS DROGAS ES FÁCIL. ¿Verdadero o falso? FALSO: Cuando se ha consumido por un tiempo largo, generalmente la persona no es capaz de reconocer que depende de ellas y no puede dejarla por la simple voluntad, requiere ayuda. La familia juega un rol fundamental en el proceso de toma de conciencia y en la rehabilitación. Los tratamientos de rehabilita-ción más exitosos incluyen el trabajo y apoyo profundo de la familia del pa-ciente.
  • 44. 44PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS AFIRMACIÓN: TODAS LAS DROGAS PROVOCAN LOS MISMOS EFECTOS. ¿Verdadero o falso? FALSO: Hay drogas depresoras del sistema nervioso central, es decir, atenúan o inhiben los mecanismos cerebrales de la vigilia actuando como calmantes o sedantes (alcohol, marihuana, heroína, derivados de los opiáceos, las benzodiazepinas o tranquilizantes, etc.), otras son estimulantes, es decir, actúan acelerando los procesos mentales, haciendo que la persona que la consuma se sienta más alerta y eufórica, aumentan la actividad motora y se estimula el sistema cardiovascular (cocaína, pasta base, «pepas», anfetaminas, éxtasis, entre otros) y hay drogas desorganizadoras del sistema nervioso central, es decir, alteran el funcionamiento cerebral alterando la percepción (tales como LSD y mezcalina, inhalantes y marihuana, entre otras). AFIRMACIÓN: UNA DROGA PRODUCE LOS MISMOS EFECTOS EN TODAS LAS PERSONAS. ¿Verdadero o falso? FALSO: Los efectos de las drogas y sus consecuencias están determinados por tres aspectos: la droga; la persona que la consume; el contexto en que se consu-me. Estos tres factores combinados hacen que cada persona reaccione de manera distinta a las diferentes drogas. Algunas personas son más proclives a mantener el consumo y transformarse en dependientes. El problema es que no es posible determinar el grado de vulnerabilidad específica personal a cada droga. Lo que sí es posible determi-nar, es que hay drogas que producen en general más dependencia que otras, y su riesgo es mayor. AFIRMACIÓN: LAS DROGAS SON UN PROBLEMA DE LAS PERSONAS MÁS PO-BRES DEL PAÍS. ¿Verdadero o falso? FALSO: El consumo de drogas se presenta en todos los estratos socioeconómicos en cantidad similar. Según los datos del último estudio del consumo de drogas en población escolar, año 2001, un 15% de los alumnos entre 8° y 4° medio de establecimientos municipalizados han consumido cualquier droga ilícita en el último año, un 16% de alumnos del mismo rango etáreo de establecimientos particulares subvencionados y un 15,6 % de establecimientos particulares han consumido drogas ilícitas en el último año. Por lo tanto, el consumo de drogas no es un problema directamente asociado a la falta de recursos económicos. AFIRMACIÓN: EL CONSUMO DE DROGAS ES UN PROBLEMA SÓLO DE LOS JÓVENES. ¿Verdadero o falso? FALSO: Según las encuestas nacionales de consumo de drogas, la edad promedio de inicio a ellas fluctúa alrededor de los 14 años, constituyendo entre los 19 y 25 años, el grupo etáreo de mayor consumo de la población. Lo que sí está claro es que el niño que empieza a consumir tempranamente tiene 4 veces más probabilidades de convertirse en adicto en la adultez.
  • 45. PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS 45 AFIRMACIÓN: EL CONSUMO DE DROGAS SE PUEDE CONTROLAR. ¿Verdadero o falso? FALSO: La mayoría de los testimonios de jóvenes y personas dependientes que se encuentran en proceso de rehabilitación se refieren al hecho de que pensaron que lo podían controlar. Mientras el consumo se volvía cada vez más frecuen-te e invalidante en otras áreas, ellos seguían pensando que lo controlaban, hasta que topan fondo y ya no pueden seguir engañándose. El consumo de drogas nunca se sabe cuando ya no se puede controlar, y exponiédose a situaciones de riesgo que no puede manejar. AFIRMACIÓN: TODOS LOS JÓVENES CONSUMEN DROGA. ¿Verdadero o falso? FALSO: Las encuestas de consumo en población escolar y en población general de-muestran que un alto porcentaje de la población juvenil no consume drogas. El último estudio en población escolar del año 2001, con alumnos de 8° básico a 4° medio, demostró que el 23.8% de los alumnos comprendidos en estos cursos han consumido droga ilícita alguna vez en la vida, que un 15.5% de ellos lo ha hecho en el último año, y un 8.5% ha consumido droga alguna vez en el último mes. Por lo tanto, la mayoría de los jóvenes no consume drogas. AFIRMACIÓN: LAS PERSONAS CONSUMEN DROGAS SÓLO CUANDO TIENEN PROBLEMAS. ¿Verdadero o falso? FALSO: Los motivos del consumo de drogas son múltiples y varían de un individuo a otro. Estos motivos pueden evolucionar en el tiempo, se puede comenzar, por ejemplo, por curiosidad o por la presión de los amigos, y no volver a consumir, otros pueden empezar por diferenciarse de los demás o por imitación y luego por placer y finalmente por necesidad y dependencia. Sin embargo, detrás de estos motivos puede haber una falta de proyectos, de esperanzas, de sole-dad, angustia, frustración, etc. AFIRMACIÓN: EN RELACIÓN A LAS DROGAS, EXISTEN LOS QUE NO CONSUMEN Y LOS QUE SON DEPENDIENTES. ¿Verdadero o falso? FALSO: Hay que reconocer que no todas las personas que consumen drogas son adictos o dependientes (aun cuando cualquier consumo es riesgoso), sino que existe, por lo general, un proceso en el cual la persona va cambiando las motivaciones hacia la obtención y el consumo de sustancias.
  • 46. 46PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS AFIRMACIÓN: ES IMPORTANTE ENSEÑARLES A LOS NIÑOS A BEBER DESDE CHICOS. ¿Verdadero o falso? FALSO: El consumo de drogas en niños/as produce mayores daños. Mientras más tarde se inicie en el consumo de alcohol mejor. Existe evidencia científica que confirma que entre quienes se inician tempranamente en el consumo de alco-hol y otras drogas aumenta significativamente la probabilidad de llegar a ser dependiente al consumo de drogas. AFIRMACIÓN: ES MEJOR NO HABLAR DE DROGAS YA QUE PUEDE ESTIMULAR EL CONSUMO. ¿Verdadero o falso? FALSO: Todos nos relacionamos de alguna manera con las drogas, ya sea porque nos ofrecen, un amigo o un familiar consume, etc. Por lo tanto, la mejor manera es conversar el tema, informarse y estar preparado para saber qué hacer y qué decir frente a la presión del medio. Los padres podemos apoyar a los hijos para enfrentar mejor este tema, darles nuestra opinión y ayudarlos a encontrar respuestas para tomar buenas decisiones. AFIRMACIÓN: ESTAR INFORMADO ACERCA DE LAS DROGAS AYUDA A OPTAR POR UNA CONDUCTA DE VIDA SALUDABLE. ¿Verdadero o falso? VERDADERO AFIRMACIÓN: LA REHABILITACIÓN DE LA DEPENDENCIA A LAS DROGAS ES UN PROCESO LARGO, Y DIFÍCIL, QUE INVOLUCRA A TODA LA FAMILIA. ¿Verdadero o falso? VERDADERO
  • 47. PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS 47 FICHA COMPLEMENTARIA PARA EL MONITOR Ô Actualmente, y cada día más, las drogas están presentes en nuestra sociedad. Por lo tanto, es fundamental que el tema sea abordado por la familia como modo preventivo de enfren-tar las situaciones de riesgo, no sólo para la juventud sino para la familia completa y para la sociedad. Ô El consumo de drogas, tanto legales (tabaco y alcohol) como ilegales (marihuana, cocaína, pasta base, que son las más consumidas en nuestro país), es riesgoso no sólo desde un punto de vista legal sino también desde el punto de vista del desarrollo afectivo y social. Ô Las drogas producen diferentes efectos sobre nuestro orga-nismo. Existen distintos tipos de drogas que se clasifican de acuerdo a si son depresoras, desorganizadoras o estimulan-tes del sistema nervioso central (Anexo II). CIERRE Preguntar al grupo: ¿Qué aprendieron hoy? ¿Con qué ideas importantes se van? Cerrar la sesión reforzando la participación de las familias y, si es necesario, completar con las ideas de la ficha complementaria. Reflexión para la Casa Invitar al grupo a reflexionar y a conversar en forma conjunta, como familia en sus casas, intentando dar respuesta a la siguiente pregunta: • ¿Qué podemos hacer como familia, y cada uno como perso-nas, si nos ofrecen drogas y/o alcohol? Conversen en familia.
  • 48. 48PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS Ô Existen aspectos legales involucrados en el consumo de dro-gas (ver Anexo II). Ô Ofrecer alternativas del uso del tiempo libre, promover estilos de vida saludables, tener una actitud clara de rechazo al con-sumo, son formas de protegerse contra el consumo de dro-gas. Ô Promover el desarrollo de intereses culturales, deportivos, ar-tísticos, afectivos e intelectuales, protege contra el consumo. Ô Creer que se puede controlar el consumo de drogas es un error que relatan los que han sido dependientes a ellas («ilusión de control»). Ô El proceso de rehabilitación es un proceso largo, profundo y difícil, que requiere de la participación y apoyo de la fa-milia completa. De ahí la importancia de prevenir. Ô La dependencia a las drogas retarda el proceso de desa-rrollo de la personalidad, provocando un aislamiento del mundo y de sí mismo. Nota al Monitor/a Recordar llenar la Pauta de Evaluación, sesión por sesión, del Anexo VI
  • 49. PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS 49 Sesión 3: Familia Preventiva En esta sesión pueden participar los hijos (as) en forma voluntaria OBJETIVOS • Fortalecer la identidad particular de cada familia. • Identificar las fortalezas, como familia, frente al consumo de drogas. Tiempo: 30 min. MOTIVACIÓN Comenzar la sesión preguntando al grupo acerca de la reflexión para la casa: ¿Qué podemos hacer como personas y como familia si nos ofrecen drogas? Invitar a que voluntariamente cuenten sus conclusiones. Luego, asociar los comentarios de los asistentes con la importancia de conver-sar estos temas para prevenir o anticiparse al problema. Para avanzar en este trabajo es necesario indagar acerca de lo que el grupo entiende por prevención. Completar los comentarios de los asistentes con los conceptos que se señalan a continuación: • Prevenir en familia no sólo es ANTICIPARSE a los problemas que puedan aparecer, sino es algo más amplio: es EDUCAR. Implica la transmisión de valores y actitudes, el fortalecimiento de habilidades y comportamientos que ayuden al niño/a y adolescente a crecer y desarrollarse en forma integral, sana y plena. Es fortalecer aquellos factores que han resultado importantes para proteger y amortiguar los riesgos a los que se ve enfrentado, específicamente a través del consumo de drogas.
  • 50. 50PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS Destacar que «cada familia es única y tiene un modo de funcionamiento dife-rente al de otras familias». Por eso no hay recetas educativas. Pero toda familia puede mejorar su funcionamiento, su comunicación, sus relaciones, la expresión de sus afectos, la forma como resuelve los conflictos, la manera en que regula su comportamiento y los valores que entrega. En esta sesión reflexionaremos acerca de los estilos educativos que usamos habitualmente. DESARROLLO ACTIVIDAD 1 La identidad familiar Objetivo • Dar relevancia a los aspectos propios que cada familia posee y que la caracteriza como su forma de educar: la identidad. Instrucciones Dibujando Mi Familia • Entregar a cada persona una hoja en blan-co para que rápidamente dibuje a cada uno de los miembros de la familia (sin detalles). • Observando su dibujo, cada persona es-coge la imagen de un animal que se aso-cie con su familia y que más la representa por sus características positivas, sus cuali-dades y valores asociados. Luego lo dibu-ja o escribe. Tiempo: 30 min. Nota al Monitor/a. Cada identidad posee aspectos positivos que constituyen recursos para el desarrollo de sus integrantes, y para enfrentar las crisis o problemas. • Invitarlos a que reflexionen en forma grupal, como fami-lia, sobre qué características o cualidades tiene ese ani-mal. Una vez que hayan terminado, solicitar que compar-tan sus dibujos, su animal y sus cualidades.
  • 51. PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS 51 Ideas fuerza • Destacar que cada familia se caracteriza por una forma parti-cular de ser y hacer familia, de comunicarse, de expresar sus sentimientos, de enfrentar los conflictos y los eventos exter-nos que la afectan. Existe una forma particular de mirar la vida, de comunicación, de cumplir los roles y funciones, de relacionarse. Eso es la identidad. • Existe una personalidad familiar, un sistema familiar que tie-ne determinadas características. Por ejemplo, hay familias alegres, familias expresivas, familias más reservadas, fami-lias peleadoras, familias gritonas y pasionales, familias soli-darias, familias intelectuales, etc. Y esto puede prevenir con-tra el consumo de drogas. Tiempo: 50 min. ACTIVIDAD 2 Identificando factores protectores Objetivo • Identificar los factores protectores del gru-po familiar en relación con el consumo de drogas. Materiales • Juego de naipes Familia Preventiva (facto-res protectores de la familia), ver Anexo V. Instrucciones • Invitar a los participantes a que se re-únan en grupos pequeños, quedando todos los miembros de la familia que participan en el mismo grupo o reunirlos por edades. Sugerencia al Monitor/a. Es necesario contar con naipes en blanco para aque-llas familias que no se iden-tifican con ninguno de los aspectos escritos en los naipes, de modo que pue-dan agregar otras caracte-rísticas propias protectoras del consumo. • En una mesa central, u otro apoyo, ubicar un juego de naipes por grupo, de manera que todos puedan verlos. Cada grupo debe contar con un set comple-to de cartas. • Pedir que recuerden el animal que identificaron con su familia, y las cosas que dijeron que harían como familia si les ofrecían drogas, y tomando en cuenta esos datos, observen los naipes que se les entregarán a continuación.
  • 52. 52PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS • Cada uno, anota en una hoja el número del naipe o los naipes que identifica con su familia (factor protector). La idea es que puedan identificar aquellos naipes que se asocian con las características y cualidades protectoras que tienen como familia. • Luego pueden comparar dentro del grupo, con otros miembros de la familia los números seleccionados y por qué. Pueden comentar entre todos. • Terminar proponiendo que se feliciten a sí mismos por tener esas caracte-rísticas. Cada familia se identificará con algunos de estos naipes, con factores protec-tores más específicos, y otros no tanto. Lo importante es que la familia identifique aspectos favorables de sí misma, que la ayudan y fortalecen frente a los riesgos del consumo. Es también una oportunidad para que conozcan otras realidades donde están presentes otros factores de protección, lo que permite generar espacio para la reflexión y desarrollo de nuevas habilidades. TARJETAS FACTORES PROTECTORES DE LA FAMILIA 1. Hay normas y límites claros, pero flexibles 2. Buena comunicación y confianza entre nosotros 3. Buen sentido del humor. En general somos alegres 4. Somos respetuosos, en general no nos gritamos ni pegamos 5. Afrontamos los problemas, no los ignoramos 6. Conversamos entre nosotros sobre las cosas que pasan en el barrio, la escuela o el trabajo 7. No tenemos consumo de drogas en la casa 8. Sabemos los efectos de las drogas y conversamos sobre ello 9. Existe una clara actitud de rechazo hacia el consumo 10. Nos interesamos por las cosas que nos suceden 11. Somos padres y/o apoderados involucrados en la vida de nuestros/as hijos/as 12. Comemos juntos 13. Vemos y comentamos películas 14. Los amigos son bienvenidos en la casa 15. Existe una buena relación con la escuela, el barrio o las redes de apoyo que nos circundan
  • 53. PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS 53 16. Tenemos independencia, pero con cariño y respeto 17. Hablamos de nuestros proyectos 18. Respetamos y toleramos nuestras diferencias de opinión, de ser, etc. 19. Nos queremos 20. Nos reforzamos y felicitamos cuando hacemos las cosas bien o nos esforzamos por algo 21. Nos hacemos y demostramos cariño 22. Tenemos buenos hábitos alimenticios, de higiene, de salud, etc. 23. Sabemos disfrutar del tiempo libre 24. Nos apoyamos cuando alguien tiene un problema 25. Nos protegemos y cuidamos 26. Somos un equipo; permanecemos unidos frente a los conflictos 27. Tenemos una estrategia clara por si nos ofrecen drogas 28. Reconocemos nuestros errores y pedimos perdón 29. Somos creativos, se nos ocurren cosas nuevas Ideas fuerza • Toda familia es protectora, por el solo hecho de generar lazos de afecto, cada una tiene su sello particular, su dinámica y funcionamiento propio. La historia de la familia, los oficios, la forma de demostrar el cariño, los valores que transmite, etc. constituyen la identidad, y la identidad de una familia es pro-tectora en la medida que podemos reconocerla, apreciarla y nutrirnos de ella. Es posible potenciar estos factores protec-tores identificados en nuestra familia, y desarrollar otros que ayuden a hacer más preventiva la relación familiar y enrique-cer nuestra forma de relacionarnos en familia. • Recordar que existen factores protectores del consumo que son posibles de entrenar y potenciar dentro de la identidad familiar. Destacar la importancia de potenciar los factores pro-tectores, y aprender o desarrollar otros que han aparecido en esta sesión, a través del conocimiento de otras realidades familiares.
  • 54. 54PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS Sugerencia al Monitor/a. Si deseas potenciar o refor-zar el trabajo realizado en esta sesión, puedes sugerir al grupo familiar que investi-gue sobre la historia de sus antepasados, de los abuelos, los tíos, etc., sus oficios, los lugares de origen, etc. y cómo ello se relaciona con la vida actual de la familia. Ello es parte de la identidad fami-liar también. CIERRE • Realizar con los participantes una síntesis de la sesión, preguntan-do cuáles son las principales ideas que aprendieron hoy, o las que se le quedaron en la mente. • Destacar la importancia de los descubrimientos hechos por ellos como familia y, si es necesario, agregar algunos conceptos desta-cados en la ficha complementaria para el monitor. Reflexión para la Casa Invitar a los participantes a que reflexionen acerca de los principales motivos de conflictos con los hijos. ¿Qué cosas son las que se repiten como quejas o conflictos más frecuentes con sus hijos? Nota al Monitor/a. Esta tarea es para preparar a las fami-lias para el tema de la próxima sesión Si tienen muchos hijos, pedir que elijan uno en particular y analicen como pa-dres aquellas áreas, situaciones o problemas que generan conflicto en la familia.
  • 55. PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS 55 FICHA COMPLEMENTARIA PARA EL MONITOR Existe una serie de factores propios del estilo de relación y clima familiar que pro-tegen a los hijos del consumo de drogas. Cada familia posee en mayor o menor medida estos factores, lo importante es reforzarlos y estimularlos, de manera de generar en nuestros hijos mayores recur-sos para enfrentarse a las drogas. Nota al Monitor/a. Recordar llenar la Pauta de Evaluación, sesión por sesión, del Anexo VI. A continuación se resumen algunas actitudes claves para el de-sarrollo de factores de protección a los hijos: Ô Fomentar la seguridad en sí mismos de nuestros hijos/as: es decir, aceptarlos como son, valorar sus avances y logros, manifestarles amor y cariño, creando expectativas ajustadas a la realidad personal. Ô Ayudarlos a madurar: darles la oportunidad para tomar de-cisiones personales, asignarles tareas o responsabilidades concretas en la casa. No hacer las cosas en vez de ellos, dejar que se equivoquen. Darles autonomía. Es decir, fomen-tar responsabilidad. Adaptarse a las nuevas exigencias de los hijos en función de la etapa del desarrollo y las nuevas tareas o logros que van aparejadas con la edad. Ô Enseñar el autocontrol a los hijos/as: enseñarles a dirigir adecuadamente sus emociones a través del diálogo y el modelaje. Es importante entregarles las normas y límites cla-ros, al igual que enseñarles hábitos de autocuidado, estilos de vida saludables, y control de impulsos. Ô Establecer lazos sociales y familiares: contar con apoyo de redes sociales y fortalecer una adecuada identidad fami-liar segura y cálida, pero permeable. Por ejemplo, favorecer el diálogo con los parientes, la escuela, los amigos.
  • 56. 56PROGRAMA DE PREVENCIÓN DEL CONSUMO DE DROGAS PARA LAS FAMILIAS Sesión 4: La Comunicación Efectiva Asisten padres, madres y/o adultos significativos OBJETIVOS • Desarrollar la capacidad de escuchar. • Aprender técnicas de comunicación efectiva. MOTIVACIÓN Tiempo: 10 min. Promover la participación en la sesión invitando a realizar una actividad que permita profundizar el trabajo que hicieron en la casa, y también ayudará a com-prender e involucrar a las personas que no lo hicieron. Seguramente los adultos nos hemos dado cuenta de que para ser comprendi-dos por los hijos es prerrequisito entender lo que ellos dicen. Por lo tanto, para comunicarse en forma efectiva el primer paso es escuchar y ser escuchado. Muchos de los problemas de consumo de drogas se pueden evi-tar si se establece una buena comunicación. Presentar la sesión como una oportuni-dad para trabajar sobre algunas caracterís-ticas fundamentales que permiten que la co-municación sea efectiva, dentro de la fami-lia y entre cada uno de sus miembros. A su vez, destacar la importancia de la afectividad en la comunicación con los hijos e hijas. Nota al Monitor/a. La reflexión de la casa será abordada en la Actividad 1.

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