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Tele Nordeste Celular Participações S.A.
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Dados Financeiros Consolidados Selecionados (em R$ mil)
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A provisão para devedores duvidosos em 31 de março de 2000, de R$30,9 milhões,
representou 15% do saldo das contas a receb...
Tele Nordeste Celular Participações S.A.
Balanços patrimoniais
Em 31 de março de 2000 e 31 de dezembro de 1999
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Demonstrações de resultados
Trimestres findos em 31 de março de 2000 e 31 de ma...
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Press Release 1 T00 Tele Nordeste Celular

Published on: Mar 4, 2016
Source: www.slideshare.net


Transcripts - Press Release 1 T00 Tele Nordeste Celular

  • 1. Contatos: Tele Nordeste Celular Participações S.A. Mario Gomes 0xx81.216.2592 Fabíola Almeida 0xx81.216.2594 Octavio Muinz 0xx81.216.2593 TELE NORDESTE CELULAR PARTICIPAÇÕES S.A. ANUNCIA OS RESULTADOS DO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2000 Recife (2 de maio de 2000) – A Tele Nordeste Celular Participações S.A. (BOVESPA: TNCP3 – ordinárias e TNCP4 - preferenciais) (“Tele Nordeste,”) a holding que controla as companhias operadoras de serviços de telecomunicação celular na Banda A nos estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas, anunciou hoje os resultados do 1º trimestre de 2000. Destaques Operacionais As atividades comerciais do 1o. trimestre de 2000 resultaram na adição líquida de 125.340 clientes, representando um crescimento de 10,5% sobre a base de clientes em 31 de dezembro de 1999. A Empresa tinha 1,3 milhão de clientes em 31 de março de 2000, sendo 886,000 (67,5%) no sistema pós-pago e 427.000 (32,5%) no sistema pré-pago. A taxa de desconexão (churn) no trimestre foi de 4,7% (4,3% no sistema pós-pago e 5,5% no sistema pré-pago). O market share da Tele Nordeste no final do primeiro trimestre de 2000 foi estimado em 69%. Destaques Financeiros O lucro líquido consolidado da Tele Nordeste no 1º trimestre de 2000 foi de R$11,2 milhões, ou R$0,033 por mil ações, comparado com R$13,6 milhões no 1o trimestre de 1999; as receitas operacionais líquidas consolidadas para o 1º trimestre totalizaram R$215,5 milhões (R$141,7 milhões no 1º trimestre de 1999). O EBITDA 1 consolidado para o 1º trimestre de 2000 foi de R$74,9 milhões, representando 34,8% da receita operacional líquida, comparados com R$63,8 milhões e 45,4% no primeiro trimestre de 1999. O EBIT 2 no 1o. trimestre de 2000 aumentou para R$48,9 milhões, enquanto que a margem EBIT caiu para 22,7%, comparados com o EBIT de R$35,5 milhões e margem EBIT de 25,2% no primeiro trimestre de 1999. 1 Lucro antes das despesas financeiras, da depreciação e amortização, do imposto de renda e da contribuição social sobre o lucro 2 Lucro antes das despesas financeiras, do imposto de renda e da contribuição social sobre o lucro 1
  • 2. Dados Financeiros Consolidados Selecionados (em R$ mil) Primeiro Trimestre 2000 1999 % Receitas - Receitas de uso 131.388 94.020 39,7 - Assinaturas mensais 52.194 31.815 64,1 - Interconexão 61.511 39.935 54,0 - Vendas de mercadorias e outras receitas 34.123 12.809 166,4 Sub-total 279.216 178.579 56,4 - Impostos indiretos sobre as receitas (64.738) (38.045) 70,2 Receita Operacional Líquida 214.478 140.534 52,6 Custo das mercadorias e dos serviços - Depreciação e amortização 24.357 27.942 -12,8 - Pessoal 2.743 565 385,5 - Materiais e serviços 1.529 5.141 -70,3 - Aluguel de circuitos e interconexão 34.119 31.324 8,9 - Aluguéis e seguros 2.222 1.465 51,7 - Aparelhos e acessórios 31.721 6.833 364,2 - Fistel e outros 6.204 4.793 29,4 Sub-total 102.895 78.063 31,8 Lucro Bruto 111.583 62.471 78,6 A receita operacional líquida no primeiro trimestre de 1999 aumentou 52,6% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. Esse aumento foi causado, principalmente, pelo substancial aumento no número médio de clientes, que alcançou 92,1% sobre o primeiro trimestre de 1999 (de 667.000 para 1.283.000) e pelo aumento nas vendas de aparelhos. Excluindo-se as vendas de aparelhos, a receita operacional líquida aumentou 47% sobre o mesmo trimestre de 1999. A tarifa de interconexão foi aumentada em 15% a partir de 1 de dezembro de 1999, e a tarifa VC1 básica foi aumentada em 12% a partir de 1 de fevereiro de 2000. Esses dois aumentos tiveram impacto positivo nas receitas líquidas do primeiro trimestre de 2000. Aluguel de circuitos e interconexão aumentaram 8,9%, refletindo a maior utilização das redes de outras operadoras por nossos clientes, compensada por descontos nos aluguéis de circuitos que foram negociados ao longo de 1999. As variações nos outros elementos de custos refletem o aumento geral nas operações do primeiro trimestre de 2000. Despesas Operacionais (em R$ mil) Primeiro Trimestre 2000 1999 % Despesas operacionais - Despesas de venda 46.565 16.894 176% - Despesas gerais e administrativas 18.247 12.047 51% - Outras receitas operacionais (366) (1,822) Sub-total 64.446 27.119 138% Despesas financeiras líquidas 20.973 6.467 224% Total das despesas operacionais 85.419 33.586 154% 2
  • 3. As despesas operacionais líquidas aumentaram 154% sobre o primeiro trimestre de 1999 (de R$33,6 milhões para R$85,4 milhões). As despesas de venda no primeiro trimestre de 2000 refletem atividades de marketing e distribuição mais intensas e um aumento nas despesas com devedores duvidosos. As despesas com devedores duvidosos no primeiro trimestre de 2000 somaram R$20,7 milhões, representando 7,4% da receita operacional bruta, comparadas com R$6,2 milhões no primeiro trimestre de 1999, que representaram 3,4% da receita operacional bruta daquele período. Certas medidas administrativas foram tomadas visando a redução das despesas com devedores duvidosos, após a normalização do novo sistema de faturamento. Essas medidas incluem a subcontratação de atividades de cobrança. Desconexões e/ou migração para o sistema pré-pago serão estimuladas. As despesas gerais e administrativas em 2000 aumentaram em relação a 1999 em função do preenchimento de funções que eram inexistentes no primeiro trimestre daquele ano. As despesas financeiras líquidas refletem um maior endividamento do primeiro trimestre de 2000 e os custos financeiros relativos ao financiamento de aparelhos aos clientes. Dados Físicos Consolidados Selecionados 2000 1999 Clientes pós-pagos em 31 de março 886.085 689.739 Clientes pré-pagos em 31 de março 427.167 - Total 1.313.252 689.739 Aumento sobre mesmo trimestre do ano anterior 90,4% 48,5% População estimada da região (em milhões) 26,2 25,8 Penetração celular em 31 de março 7,2% 3,3% Número médio de minutos entrantes durante o trimestre 94 101 Número médio de minutos saintes durante o trimestre 76 94 A receita média combinada por cliente, liquida de impostos (ARPU – Average Revenue Per User) para o 1º trimestre de 2000 foi de R$51 por mês, comparada com R$67 por mês no primeiro trimestre de 1999. O ARPU pós-pago e o ARPU pré-pago foram de R$63 e R$24, respectivamente. Concorrência Estimamos que a nossa fatia de mercado no 1º trimestre de 1999 era de aproximadamente 69%. Os subsídios generalizados na venda de aparelhos foram descontinuados a partir de 1 de março de 2000; o efeito imediato dessa eliminação foi uma redução de 44% nas adições brutas naquele mês. Novos planos tarifários estão sendo oferecidos aos clientes, associados a contratos de 1 ano, e essas ofertas podem incluir algum nível de subsídio. A administração entende que a retenção dos clientes de alto tráfego é essencial para a lucratividade e, portanto, os esforços de marketing e distribuição têm sido focados nesses clientes. Balanço O total dos empréstimos e financiamentos das subsidiárias em 31 de março de 2000 era de R$ 377 milhões, todos em reais ou convertidos para reais através de instrumentos financeiros. 3
  • 4. A provisão para devedores duvidosos em 31 de março de 2000, de R$30,9 milhões, representou 15% do saldo das contas a receber na mesma data. Investimentos Durante os primeiros 3 meses de 2000 foram investidos R$36,1 milhões, basicamente na digitalização da rede. O programa de investimentos para 2000 soma R$215 milhões e inclui melhorias dos sistemas de informação, novos serviços e facilidades de acesso à Internet. Recursos Humanos O número de funcionários no final do 1º trimestre de 2000 totalizou 1.277, incluindo funcionários próprios, estagiários e mão-de-obra temporária. A relação clientes/funcionários aumento de 711 em 31 de março de 1999 para 1.028 em 31 de março de 2000. Eventos Subseqüentes Os acionistas das operadoras aprovaram, em Assembléias Gerais Ordinárias realizadas entre 24 e 26 de abril de 2000, as demonstrações financeiras do exercício de 1999 e, na Telasa Celular, na Telpa Celular, na Teleceará Celular e na Telepisa Celular, o pagamento de juros sobre o capital próprio conforme propostas das respectivas administrações. Os acionistas da Tele Nordeste aprovaram, na Assembléia Geral Ordinária realizada em 27 de abril de 2000, as demonstrações financeiras do exercício de 1999 e o pagamento de juros sobre o capital próprio no montante líquido de R$8,4 milhões (R$0,0251 por lote de 1.000 ações). Em 28 de abril de 2000, os acionistas da Tele Nordeste, em Assembléia Geral Extraordinária, aprovaram a incorporação do seu acionista controlador 1B2B Participações S.A., nos termos do Fato Relevante publicado em 13 de abril de 2000. A 1B2B foi formada pela Bitel Participações S.A., acionista controlador da Tele Nordeste, para permitir a transferência, para a Tele Nordeste e depois para as operadoras, do ágio pago pela Bitel no leilão de privatização. Essa incorporação será seguida de uma outra proposta aos acionistas das sociedades operadoras, objetivando a fusão dessas sociedades, uma vez obtida a necessária aprovação da ANATEL. O texto completo do Fato Relevante encontra-se disponível em nossa homepage www.timnordeste.com.br. Anexos: Balanço em 31 de março de 2000 e 31 de dezembro de 1999 Demonstração do resultado para os trimestres findos em 31 de março de 2000 e 1999 4
  • 5. Tele Nordeste Celular Participações S.A. Balanços patrimoniais Em 31 de março de 2000 e 31 de dezembro de 1999 (Em milhares de reais) Controladora Consolidado Controladora Consolidado Ativo 31.03.2000 31.12.1999 31.03.2000 31.12.1999 Passivo 31.03.2000 31.12.1999 31.03.2000 31.12.1999 Circulante Circulante Equivalentes a caixa 1,297 283 7,624 7,768 Fornecedores 504 1,079 76,898 94,886 Contas a receber de clientes 127 - 169,630 168,542 Financiamentos e empréstimos - 332,370 270,586 Estoques 15 25 44,578 28,284 Impostos e contribuições 594 1,002 45,796 45,917 Empresas de telecomunicações - - 36,462 32,491 Salários e férias a pagar 1,205 554 5,885 4,313 Subsidiárias 15,991 12,039 Controladas 10,641 10,295 - - Impostos e contribuições a recuperar 2,441 3,890 14,758 49,494 Empresas de telecomunicações 3 3 9,843 7,520 Imposto de renda e contribuição social diferidos 578 173 21,677 18,088 Dividendos e juros sobre capital Dividendos e juros sobre capital próprio próprio - Lei nº 9.249/95 10,373 10,340 4,401 16,751 - Lei nº 9.249/95 9,632 9,568 - - Outras obrigações 376 3,502 32,161 25,050 Empréstimo às Controladas 11,241 18,621 - - Despesas antecipadas 17 - - 6,449 23,698 26,775 507,354 465,023 Outros direitos 1,597 2,472 67,505 12,317 42,936 47,071 362,234 323,433 Exigível a longo prazo Financiamentos e empréstimos - - 45,376 53,278 Realizável a longo prazo Outras obrigações - - 93 90 Incentivos fiscais - - 2,746 2,679 - - 45,469 53,368 Permanente Participações minoritárias - - 101,176 97,650 Investimento 341,111 329,186 1 - Imobilizado 4,901 4,609 654,269 644,020 Patrimônio líquido 346,012 333,795 654,270 644,020 Capital social 108,943 108,943 108,943 108,943 Reservas de lucros 178,922 178,922 178,922 178,922 Lucros acumulados 77,385 66,226 77,386 66,226 365,250 354,091 365,251 354,091 388,948 380,866 1,019,250 970,132 388,948 380,866 1,019,250 970,132
  • 6. Tele Nordeste Celular Participações S.A. Demonstrações de resultados Trimestres findos em 31 de março de 2000 e 31 de março de 1999 (Em milhares de reais) Controladora Consolidado 2000 1999 2000 1999 Receita operacional bruta Serviços de telecomunicações e vendas de mercadorias - - 279,216 178,579 Deduções ICMS, PIS e COFINS - - (64,739) (38,045) Receita operacional líquida - - 214,477 140,534 Custo dos serviços e mercadorias vendidos - - (102,895) (78,063) Lucro bruto - - 111,582 62,471 Receitas (despesas) operacionais Comercialização dos serviços - - (46,565) (16,894) Despesas gerais e administrativas (1,807) (3,252) (18,247) (12,047) Despesas financeiras (57) (690) (25,005) (13,907) Receitas financeiras 734 2,320 4,032 7,440 Resultado da equivalência patrimonial 11,908 15,217 - - Outras receitas operacionais - - 818 3,056 Outras despesas operacionais (74) - (451) (1,234) Lucro operacional 10,704 13,595 26,164 28,885 Receitas não operacionais 16 - 305 1 Despesas não operacionais (198) (2,549) Lucro antes do imposto de renda e e contribuição social 10,720 13,595 26,270 26,337 Imposto de renda e contribuição social 440 - (11,590) (8,278) Lucro líquido antes das participações minoritárias 11,160 13,595 14,681 18,059 Participações minoritárias - - (3,521) (4,464) Lucro líquido do trimestre 11,160 13,595 11,160 13,595 Lucro líquido por lote de mil ações - R$ 0.03 0.04 Quantidade de ações em 31 de março (em milhares) 334,399,028 334,399,028

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