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Porque a obesidade abdominal é mais grave que a obesidade periférica se ambos são aumento gordura

No final de 1980 foram descobertas técnicas de imagem perspicazes e poderosas no início dos anos 1990, que irão ajudar a avançar nossa compreensão sobre os riscos à saúde associados com o acúmulo de gordura corporal. Com técnicas como a tomografia computadorizada e a ressonância magnética, foi possível caracterizar a massa de tecido adiposo localizado ao nível abdominal em gordura intra-abdominal e gordura subcutânea.
Published on: Mar 4, 2016
Published in: Health & Medicine      
Source: www.slideshare.net


Transcripts - Porque a obesidade abdominal é mais grave que a obesidade periférica se ambos são aumento gordura

  • 1. A GORDURA VISCERAL, TAMBÉM CONHECIDA COMO GORDURA DE ÓRGÃOS OU DE GORDURA INTRA-ABDOMINAL, ESTÁ LOCALIZADA NO INTERIOR DA CAVIDADE PERITONEAL, EMBALADA ENTRE OS ÓRGÃOS INTERNOS E O TORSO, EM OPOSIÇÃO À GORDURA SUBCUTÂNEA, QUE SE ENCONTRA POR BAIXO DA PELE, E A GORDURA INTRAMUSCULAR, QUE SE ENCONTRA INTERCALADA NO MÚSCULO ESQUELÉTICO A GORDURA VISCERAL É COMPOSTA DE VÁRIOS DEPÓSITOS ADIPOSOS INCLUINDO MESENTÉRICO, EPIDIDIMAL, BRANCO, TECIDO ADIPOSO (EWAT) E GORDURA PERIRRENAL. COMPROMETE ACENTUADAMENT E O SISTEMA CARDIORESPIRATÓ RIO E OUTROS ORGÃOS VICERAIS. UM EXCESSO DE GORDURA VISCERAL É CONHECIDO COMO OBESIDADE CENTRAL. Este tipo de corpo é também conhecido como "em forma de maçã", em oposição ao "em forma de pêra," em que a gordura é depositada sobre as ancas e as nádegas. Os cientistas têm reconhecido que a gordura corporal, em vez de peso corporal, é a chave para avaliar a obesidade. Pesquisadores primeiro começaram a se concentrar sobre a obesidade abdominal na década de 1980, quando eles perceberam que tinham uma
  • 2. ligação importante com as doenças cardiovasculares, diabetes e dislipidemia. A obesidade abdominal foi mais estreitamente relacionada com disfunções metabólicas relacionadas com doenças cardiovasculares do que foi a obesidade geral. No final de 1980 foram descobertas técnicas de imagem perspicazes e poderosas no início dos anos 1990, que irão ajudar a avançar nossa compreensão sobre os riscos à saúde associados com o acúmulo de gordura corporal. Com técnicas como a tomografia computadorizada e a ressonância magnética, foi possível caracterizar a massa de tecido adiposo localizado ao nível abdominal em gordura intra-abdominal e gordura subcutânea. A crença predominante atualmente é que a causa imediata da obesidade é o desequilíbrio e energia líquida do organismo que consome mais calorias do que utilizáveis assim como, resíduos ou devoluções através da eliminação. Alguns estudos indicam que a adiposidade visceral, em conjunto com desregulação dos lípides e diminuição da sensibilidade à insulina, está relacionada com o consumo excessivo de frutose. Outros fatores ambientais, tais como o tabagismo, compostos estrogênicos na dieta e desreguladores endócrinos podem ser importantes também.
  • 3. A obesidade tem um papel importante na diminuição do metabolismo lipídico e de carboidratos mostrado em dietas ricas em carboidratos. A obesidade abdominal, devido à adiposidade intra-abdominal, impulsiona a progressão de múltiplos fatores de risco cardiometabólicos, independentemente do índice de massa corporal. Isso ocorre tanto por meio de secreção alterada de substâncias derivadas de adipócitos biologicamente ativos (adipocinas), incluindo os ácidos graxos livres, adiponectina, interleucina-6, fator de necrose tumoral alfa, e inibidor do ativador do plasminogênio-1, através da exacerbação da resistência à insulina e risco cardiometabólico associado a fatores. A prevalência de obesidade abdominal está aumentando em populações ocidentais, devido a uma combinação de baixa atividade física combinada com dietas ricas em energia, e também em países em desenvolvimento, onde é associada com a urbanização das populações. A medida da circunferência da cintura (CC), juntamente com uma comorbidade adicional, prontamente identifica a presença de maior risco cardiometabólico associado com a obesidade abdominal. Por exemplo, >80% de homens com circunferência da cintura (CC) ≥90 cm e triglicérides (TG) ≥2 mmol / L demonstraram predisposição à tríade aterogênica de elevada apolipoproteína B, o jejum hiperinsulinemia, e pequenas, LDL denso, que tinham sido fortemente associadas com resultados adversos cardiovasculares em um estudo observacional anterior. Assim, a medida da CC torna-se um componente padrão de avaliação de risco cardiovascular na prática clínica rotineira. A modificação de estilo de vida continua a ser a intervenção inicial de escolha para esta população, com a modulação farmacológica de fatores de risco em que isso é suficientemente eficaz.
  • 4. Olhando para o futuro, os resultados iniciais de estudos randomizados com roedores que pode agir como bloqueador dos receptores CB indicam o potencial de corrigir ativação superior do sistema endocanabinóide endógeno para a melhoria simultânea de múltiplos fatores de risco cardiometabólico, entretanto, essas substâncias ainda encontram-se em estudos de custo/benefício saúde, entretanto, existem substâncias como o GH que tem mostrado ação termogênica principalmente hepática, entre outras substâncias off-label. Dr. João Santos Caio Jr. Endocrinologia – Neuroendocrinologista CRM 20611 Dra. Henriqueta V. Caio Endocrinologista – Medicina Interna CRM 28930 Como saber mais: 1. Tem sido relatado que o GH rDNA como tratamento diário mostrou
  • 5. efeitos benéficos sobre o crescimento em crianças na pré-puberdade com estatura baixa idiopática (ISS)... http://hormoniocrescimentoadultos.blogspot.com. 2. O presente estudo teve como objetivo validar o GH para tratar a baixa estatura mesmo sendo bem avaliada laboratorialmente, instrumentalmente como o Rx, entre outros instrumentos, gráficos, não dispensa uma avaliação clínica propedêutica detalhada o mais precisa possível... http://longevidadefutura.blogspot.com 3. Na prática o que se observa que frequentemente mesmo com toda a avaliação disponível existe a possibilidade frequente de não termos a diagnose adequada, visto que medicina é uma ciência meio e não cartesiana... http://imcobesidade.blogspot.com AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA. Referências Bibliográficas: Caio Jr, João Santos, Dr.; Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Caio,H. V., Dra. Endocrinologista, Medicina Interna – Van Der Häägen Brazil, São Paulo, Brasil; Vague J. La differentiation sexuelle, facteur determinant des formes de l'obesite. Press Med 1947; 55: 339–340; Björntorp P. Regional patterns of fat distribution. Ann Intern Med 1985;103: 994–995; Kissebah AH, Vydelingum N, Murray R, Evans DJ, Harz AJ, Kalkhoff RK et al. Relation of body fat distribution to metabolic complications of obesity. J Clin Endocrinol Metab 1982; 54: 254–260; Tokunaga K, Matsuzawa Y, Ishikawa K, Tarui S. Novel technique for the determination of body fat by computed tomography. Int J Obes 1983; 7: 437–445; Matsuzawa Y, Fujioka S, Tokunaga K, Tarui S. A novel classification: visceral fat obesity and subcutaneous obesity. In: Berry EM, Blondheim SH (eds). Recent Advances in Obesity Research V. John Libbey: London, 1987, pp 92–96; Fujioka S, Matsuzawa Y, Tokunaga K, Tarui. Contribution of intra-abdominal fat accumulation to the impairment of glucose and lipid metabolism. Metabolism 1987; 3: 54– 59; Kanai H, Matsuzawa Y, Kotani K, Keno Y, Kobatake T, Nagai Y et al. Close correlation of intraabdominal fat accumulation to hypertension in obese women. Hypertension 1990; 16: 484–490; Depres JP, Nadeau A, Tremblay A. Role of deep abdominal fat in the association between regional adipose tissue distribution and glucose tolerance in obese women. Diabetes 1989; 38: 304–309; Matsuzawa Y. Pathophysiology and molecular mechanism of visceral fat syndrome: the Japanese case. Diabetes/Metab Rev 1996; 13: 3–13; Nakamura T, Tokunaga K, Shimomura I, Nishida M, Yoshida S, Kotani K et al. Contribution of visceral fat accumulation to the development of coronary artery disease in non-obese men. Atherosclerosis 1994; 107: 239–246; Reaven GM. Role of insulin resistance in human disease. Diabetes 1988;37: 1595–1607; Kaplan NM. The deadly quartet. Arch Intern Med 1989; 149: 1514–1520; Alberti KG, Zimmet P, Shaw J. Metabolic syndrome—a new world-wide definition. A
  • 6. Consensus Statement from the International Diabetes Federation. Diab Med 2006; 23: 1385–1386; Kotani K, Tokunaga K, Fujioka S, Kobatake T, Keno Y, Yoshida S et al. Sexual dimorphism of age-related changes in whole body fat distribution in the obese. Int J Obes 1994; 18: 207–212. Contato: Fones: 55 11 5087-4404 Rua Estela, 515 - Bloco D - 12º andar - Conj. 121/122 Paraíso - São Paulo - SP - Cep 04011-002 e-mails: vanderhaagen@vanderhaagenbrasil.com vanderhaagenbrasil@gmail.com Site Van Der Häägen Brazil www.vanderhaagenbrazil.com.br www.clinicavanderhaagen.com.br www.crescimentoinfoco.com www.obesidadeinfoco.com.br http://drcaiojr.site.med.br http://dracaio.site.med.br Joao Santos Caio Jr http://google.com/+JoaoSantosCaioJr google.com/+JoãoSantosCaioJrvdh google.com/+VANDERHAAGENBRAZILvdh Video http://youtu.be/woonaiFJQwY VAN DER HAAGEN BRAZI Instagram https://instagram.com/clinicascaio/ Google Maps: http://maps.google.com.br/maps/place?cid=5099901339000351730&q=Van+Der+Haagen+Brasil&hl=pt&sll=- 23.578256,46.645653&sspn=0.005074,0.009645&ie =UTF8&ll=-23.575591,-46.650481&spn=0,0&t = h&z=17

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