PORQUE DEVEMOS RESPEITAR OS USOS
E COSTUMES RELIGIOSOS
• As mulheres no Islã são guiadas pelas leis primárias islâmicas, nomeadamente o Alcorão e o Hadith, assim como
pelas dema...
Código de vestimenta
• O Islão adverte as mulheres à se vestirem com modéstia e não deixar à mostra as extremidades para n...
QUAL É A ORIGEM DO USO DA BURCA?
QUAL É A ORIGEM DO USO DA BURCA?
A burca, traje islâmico que cobre o rosto e
corpo da mulher, tem a sua origem num
culto à divindade Astarte
Antes de qualquer coisa, é preciso esclarecer que burca é o nome dado ao véu
usado pelas muçulmanas em nações como o Megan...
Estado laico significa um país ou nação com uma
posição neutra no campo religioso. Também
conhecido como Estado secular, o...
Como consequência da Revolução Francesa que tinha
como lema a LIBERDADE, IGUALDADE e FRATERNIDADE,
a França garante a libe...
A França é o primeiro país no mundo a adoptar a lei de
proibição de uso em público do niqab ou da burca, ou
seja, do véu i...
Muitos dos muçulmanos incluindo os que não usam ou aprovam o uso do véu, consideram que
estão a ser injustamente atacados ...
O termo xenofobia se originou na psicologia e é utilizado para
designar uma doença: o medo patológico de estrangeiros. No
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Crise de identidade, economia em queda e desemprego são alguns dos ingredientes de uma
nova onda de xenofobia e nacionalis...
O nacionalismo é o conjunto de ideias e atitudes para pensar o desenvolvimento e o bem da
própria nação. No entanto, diant...
Observa-se que nos
períodos de crise
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xenofóbico, cresce
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Porque devemos respeitar os usos e costumes do islamísmo
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Porque devemos respeitar os usos e costumes do islamísmo

Porque devemos respeitar os usos e costumes do islamísmo
Published on: Mar 4, 2016
Published in: Education      
Source: www.slideshare.net


Transcripts - Porque devemos respeitar os usos e costumes do islamísmo

  • 1. PORQUE DEVEMOS RESPEITAR OS USOS E COSTUMES RELIGIOSOS
  • 2. • As mulheres no Islã são guiadas pelas leis primárias islâmicas, nomeadamente o Alcorão e o Hadith, assim como pelas demais leis secundárias (que tendem a variar de acordo com a tradição islâmica em questão). Em determinadas regiões, além das orientações religiosas, as tradições culturais desempenham papel fundamental na conceituação das mulheres islâmicas.[1] • As leis e a cultura islâmica possuem grande impacto nos mais variados aspectos da vida de uma mulher islâmica, tais como sua educação, oportunidade de emprego, herança, casamento e justiça, entre outros.[2] • A poligamia é permitida aos homens praticantes do Islamismo, não sendo difundido em todos os segmentos da religião; em alguns países islâmicos, como o Irã, o homem pode contrair matrimônio temporário.[3] Sobretudo, o Islão proíbe as mulheres de contrair matrimônio com um homem não-muçulmano. • Contudo, há uma longa série de debates e controvérsias acerca do papel de ambos os gêneros dentro da religião e através dela. • A Sharia provê, como complementarismo[4] , diferenças entre os papéis, direitos e deveres de homens e mulheres. Ser muçulmano é mais do que simplesmente uma identidade religiosa; o Islã estrutura a vida de uma mulher muçulmana como de base cotidiana. Por exemplo: o Islã não restringe o trabalho das mulheres ao cuidado da casa, mas estipula que estas devem obter autorização dos homens para trabalhar. • Na maioria dos países muçulmanos, as mulheres exercem os mais variados níveis de seus direitos religiosos com relação a casamento, divórcio, estado civil, vestuário e educação, baseados nas diferentes interpretações da lei islâmica. Mulheres no Islã Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
  • 3. Código de vestimenta • O Islão adverte as mulheres à se vestirem com modéstia e não deixar à mostra as extremidades para nenhum homem além de seu marido, pai ou familiar mais próximo e crianças pequenas.[10] Contudo, o Alcorão não é específico quanto ao estilo das roupas e acessórias usados pelas mulheres. A vestimenta têm sido modificada ao longo dos séculos e difere de acordo com a região islâmica. Em alguns países islâmicos, o uso do hijab é estipulado tanto aos homens como às mulheres. Em muitos outros países islâmicos, como o Irã e a Arábia Saudita, todas as mulheres devem cobrir a cabeça em público, embora o tipo de vestimento usado para tal fim possa variar de acordo com o país. Os mais comuns tipos de vestimentas religiosas do Islão são a burca e o khimar. Os véus, no entanto, não são citados pelo Alcorão, sendo uma opção particular de cada mulher islâmica.[11] • Ao longo da história as sociedades islâmicas utilizaram a vestimenta como distinção da condição social, ocupação, pureza, crença, sexo e identidade regional. Sob a lei Otomana, por exemplo, a veste das mulheres divergia quanto à região, sendo que cada uma permitia determinadas formas de vestir ou até mesmo a cor dos trajes. Na era moderna, a vestimenta para mulheres muçulmanas varia de região para região e de restrição religiosa à questão de gosto pessoal.[12] • Os costumes islâmicos quanto à vestimenta costumam causar controvérsias nos países não-islâmicos. Muitos críticos colocam como forma de opressão às mulheres ou até mesmo ameaça à segurança dos demais povos, sendo que alguns países do Ocidente proíbem as mulheres de usar os trajes tradicionais do Islão. As mulheres não-islâmicas são obrigadas a seguir as regras quando em território islâmico enquanto as islâmicas não necessitam seguir os costumes dos países que visitam - sendo este um forte ponto de controvérsia sobre os limites do respeito à conduta religiosa. A tentativa frequente dos países do Ocidente em proibir o uso da burca em seu território é visto por muitos como um sinal claro de preconceito.[13]
  • 4. QUAL É A ORIGEM DO USO DA BURCA?
  • 5. QUAL É A ORIGEM DO USO DA BURCA?
  • 6. A burca, traje islâmico que cobre o rosto e corpo da mulher, tem a sua origem num culto à divindade Astarte
  • 7. Antes de qualquer coisa, é preciso esclarecer que burca é o nome dado ao véu usado pelas muçulmanas em nações como o Meganistão, onde é uma veste completa, que vai da cabeça aos pés e tem apenas uma telinha na altura dos olhos. Já em outros países islâmicos o véu tem formas e nomes diferenciados: na Arábia Saudita, por exemplo, chama-se 'chador' e cobre apenas a cabeça. Ou seja, embora tenha se tornado símbolo da opressão do regime Talibã sobre as afegãs, a burca nada mais é do que o modelo mais fechado do véu islâmico. Assim, mudemos nossa pergunta para: -"Qual é a origem do uso do véu muçulmano?" De acordo com Elora Shehabuddin, professora de Religiões e Estudos sobre a mulher da Universidade de Rice, nos Estados Unidos, o costume precede o próprio surgimento do Islamismo. "O véu não era comum entre os grupos próximos ao profeta Maomé e só começou a prevalecer na comunidade islâmica à medida que os muçulmanos conquistavam áreas onde era utilizado, como o Mediterrâneo cristão", diz Shehabuddin. Segundo religiosos, o uso do véu é uma norma do Corão. "O Livro Sagrado ensina: 'Profeta, dize a suas esposas, a tuas filhas e às mulheres dos crentes que se cubram com suas jalabib', que é um dos nomes do véu", afirma sheik Jihad Hassan, vice-presidente da Assembléia Mundial da Juventude Islâmica na América Latina. "Há o livre-arbítrio, claro, e a mulher pode optar por não usar o véu. Porém, vai estar negando uma lei divina." Em países fundamentalistas, contudo, ela está sujeita a penalidades que incluem até a prisão. Mas nem sempre a burca e outros tipos de véu são vistos pelas mulheres como uma obrigação. "Muitas optam por usar a burca porque sentem-se protegidas dos olhares masculinos", diz Shehabuddin. Cláudia de Castro Lima - Revista das Religiões
  • 8. Estado laico significa um país ou nação com uma posição neutra no campo religioso. Também conhecido como Estado secular, o Estado laico tem como princípio a imparcialidade em assuntos religiosos, não apoiando ou discriminando nenhuma religião. Um Estado laico defende a liberdade religiosa a todos os seus cidadãos e não permite a interferência de correntes religiosas em matérias sociopolíticas e culturais.
  • 9. Como consequência da Revolução Francesa que tinha como lema a LIBERDADE, IGUALDADE e FRATERNIDADE, a França garante a liberdade religiosa como um direito constitucional e o Governo geralmente respeita este direito na prática. Uma longa história de conflitos violentos entre os grupos levou o Estado a romper seus laços com a Igreja Católica no início do século passado e adotar um forte compromisso com a manutenção de um setor público totalmente secular. O país tem uma profunda historia de Estado Laico, onde a liberdade de pensamento e de religião são preservadas, em virtude da Declaração de 1789 sobre os Direitos do Homem e do Cidadão. A República é baseada no princípio da laicidade (ou "liberdade de consciência", incluindo a falta dele) imposta pela lei de 1880, onde o Estado retirou os crucifixos e símbolos religiosos dos tribunais, escolas e repartições publicas. O ensino religioso foi retirado do currículo escolar. A lei de 1905 previa a separação unilateral da Igreja e do Estado. Confiscando os bens da Igreja e suprindo todas as subvenções. O Catolicismo Romano é a religião da maioria do povo francês, mas já não é considerado uma religião de Estado, como era antes da Revolução de 1789.
  • 10. A França é o primeiro país no mundo a adoptar a lei de proibição de uso em público do niqab ou da burca, ou seja, do véu islâmico. A nova legislação entrou em vigor dia 11/04/2011 e está a suscitar reações negativas dos muçulmanos. O governo francês estima que existem apenas cerca de 2000 mulheres usando o véu, e defende que a proibição é necessária se os cerca de 6 milhões de muçulmanos, na sua maioria imigrantes, tiverem que ser integrados. A lei de proibição foi sempre defendida pelo presidente francês Nicolas Sarkozy, que disse ser fundamental para assegurar o respeito pelos direitos da mulher e os limites da separação entre a igreja e o Estado. Num discurso idêntico em 2009, o presidente Sarkozy disse não haver lugar para a burqa ou véu islâmico em França. O presidente francês sublinhou que não será permitida a subjugação da mulher seja em que circunstância for.
  • 11. Muitos dos muçulmanos incluindo os que não usam ou aprovam o uso do véu, consideram que estão a ser injustamente atacados pela política discriminatória do partido do presidente - o UMP (União por um Movimento Popular) que está a cortejar os eleitores anti-imigração antes das eleições presidenciais do próximo ano.
  • 12. O termo xenofobia se originou na psicologia e é utilizado para designar uma doença: o medo patológico de estrangeiros. No entanto, atualmente, o termo faz referência a outro fenômeno: os casos de preconceito, discriminação e violência física contra aqueles que vêm de outros países ou diferentes culturas. Em muitos casos são atitudes associadas a conflitos ideológicos, choque de culturas ou mesmo motivações políticas, tudo isso baseado em um discurso não irracional, mas sustentado (principalmente) por ideais de nacionalismo e discussões sobre crise econômica.
  • 13. Crise de identidade, economia em queda e desemprego são alguns dos ingredientes de uma nova onda de xenofobia e nacionalismo na Europa, alertam analistas. Em 2008, foi constatado na Rússia que provavelmente 300 pessoas (em cinco anos) foram mortas por ataques xenofóbicos. Recentemente, os dois filhos de uma advogada sofreram seguidas agressões verbais e físicas de alunos da escola em que estudavam, na Espanha, por serem brasileiros. Em julho de 2011, aproximadamente 80 pessoas morreram em uma explosão de bomba e fuzilamento, realizados por um extremista político com motivos xenofóbicos, na Noruega. Além disso, foram observadas manifestações e passeatas contra migrantes na França, Portugal, Espanha e Inglaterra. Os alvos da xenofobia são, principalmente, latinos, asiáticos e africanos. A xenofobia e os consequentes atos contras migrantes são oficialmente considerados como crime e violação dos Direitos Humanos. Com receio de que os casos de xenofobia iniciem uma grande onda de intolerância étnica, religiosa e cultural (tal como a vivida na 2ª Guerra Mundial, qual resultou no genocídio de judeus na Alemanha de Hitler), autoridades da União Europeia e organizações supranacionais como a ONU têm criado projetos para repudiar e evitar o desenvolvimento da xenofobia entre os europeus.
  • 14. O nacionalismo é o conjunto de ideias e atitudes para pensar o desenvolvimento e o bem da própria nação. No entanto, diante de crises econômicas recentes nos países europeus, discursos nacionalistas têm se pautado no sentimento xenofóbico para explicar e resolver as más situações em que se encontra a economia de seu país. O principal argumento do discurso nacionalista, baseado na xenofobia, é de que os migrantes "roubam" os empregos, que já são poucos em tempos de crises, do restante da população do país que os abriga. Nesse sentido, para os nacionalistas com tendências xenofóbicas, a solução é a expulsão dos migrantes e a proibição da entrada de estrangeiros no país. Nos casos mais dramáticos, o exacerbamento da xenofobia leva alguns indivíduos ou grupos a ações extremas, como atentados terroristas, assassinatos e como mostra a história os piores genocídios já vistos pela humanidade. A convivência (na mesma porção espacial) com pessoas de etnia, religião e hábitos diferentes pode causar o estranhamento dos moradores em relação aos estrangeiros. Notar e estranhar a diferença são uma reação humana normal (esse fenômeno de estranhamento do estrangeiro pode ser tomado também como "choque cultural"). No entanto, o estranhamento evolui para xenofobia quando as pessoas começam a discriminar e culpar os estrangeiros por problemas que acontecem na cidade onde moram ou em seu país.
  • 15. Observa-se que nos períodos de crise quando, consequentemente , se exacerba o sentimento xenofóbico, cresce a influencia e a participação politica dos partidos de extrema-direita na Europa. Suas ideias conservadoras encontram terreno fértil nas dificuldades encontradas pelos gentios, e o adubo ideal nesses casos é a xenofobia.